Conservação da vegetação
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- Maria Luiza Tomé Mangueira
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1 Conservação da vegetação Prof. Pedro Eisenlohr
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3 A Biologia da Conservação tem como objeto de estudo a BIODIVERSIDADE.
4 O que é biodiversidade?
5 Biodiversidade (diversidade biológica) vs. diversidade de espécies Diversidade biológica: Definição: variabilidade entre organismos vivos de todas as fontes (terrestres, marinhos e outros ecossistemas aquáticos). Modalidades principais: diversidade genética, diversidade ecológica e diversidade de espécies.
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7 Considerando esse aumento no interesse sobre o assunto, meu objetivo é: Convencê-los da importância de se estudar e conservar a Biodiversidade. Apresentar algumas estratégias de avaliação da Biodiversidade e sua conservação. Hotspots. Indicar perspectivas para pesquisas na área de biodiversidade e conservação de ecossistemas.
8 Por que estudar BIODIVERSIDADE? Diversidade em risco! Durante os últimos 4 séculos: - cerca de 115 extinções de espécies de aves, incluindo a alca gigante e a pomba migratória; - 58 espécies de mamíferos; répteis; - 64 anfíbios moluscos.
9 Por que estudar BIODIVERSIDADE? Crise na Biodiversidade Diversidade em risco! Espécies aquáticas, incluindo peixes de água doce, vêm experimentando um preocupante aumento na taxa de extinção 40 espécies ou subespécies só na última década. Em todo o mundo, 20% dos peixes de água doce estão extintos ou em sério risco. Diversidade vegetal também tem sido afetada, tendo sido perdidas cerca de 600 espécies desde A diversidade genética diminuiu, inclusive entre espécies com grandes populações. A diversidade de hábitats também vem sofrendo grandes reduções, a taxas assustadoras.
10 Por que a BIODIVERSIDADE está se reduzindo? Caça predatória. Uso exagerado de recursos hídricos sem necessidade (ex: criação de grandes quantidades de gado). Ciclos hidrológicos naturais perturbados pela devastação de terras. Alterações climáticas. Muitas das ameaças à biodiversidade são sinergéticas. Resultado: nunca, na história natural, tantas espécies estiveram ameaçadas em um período tão curto.
11 Em quais escalas pode-se investigar a diversidade de espécies? Alfa (α): diversidade de espécies dentro da área amostral ou comunidade. Beta (β): diferença na diversidade de espécies entre amostras ou comunidades que correspondem a pedaços no mosaico da paisagem. Diversidade entre hábitats / ao longo de um gradiente. Gama (γ): produto das diversidades alfa e beta dentro da paisagem. Épsilon (ε): diversidade de uma província biogeográfica.
12 Índices de diversidade Índices de riqueza. Índices de equabilidade. Índices de heterogeneidade.
13 Como conservar?
14 IUCN União Mundial para a Conservação da Natureza. Chama a atenção para espécies que estão em grande risco de extinção e indica onde os esforços conservacionistas devem ter prioridade.
15 Categorias - IUCN
16 Como definir categorias?
17 Listas Vermelhas Para ajudar a centrar atenção nas espécies ameaçadas que precisam de esforços imediatos de conservação, a IUCN produz, com base nos seus critérios, LISTAS VERMELHAS DE ESPÉCIES AMEAÇADAS.
18 Vantagens e desvantagens Desvantagens Grande maioria das espécies é de plantas e vertebrados, apesar da maioria das espécies ser de invertebrados. Espécies ainda não descritas, que são em muitos casos as mais raras, nunca constarão de uma lista de espécies ameaçadas.
19 Vantagens e desvantagens Vantagens Grande apelo público, servindo como instrumento de educação ambiental. Trata-se de uma discriminação do patrimônio que estamos arriscados a perder se nenhuma medida for tomada, o que por si só já chama muita atenção.
20 A IUCN produz listas confiáveis? I Listas baseadas na opinião subjetiva de especialistas? Apenas a primeira versão. Depois, foram implementadas estratégias robustas para definição das espécies ameaçadas, que envolveram a definição de critérios objetivos, introduzidos após uma longa fase de desenvolvimento, consulta e validação sobre um amplo conjunto de espécies. Especialistas ainda mantêm funções importantes, como a compilação e revisão dos dados primários requeridos para alocar cada espécie em cada categoria.
21 A IUCN produz listas confiáveis? II A avaliação é feita a partir de compilações de informações publicadas e não-publicadas e incluem a revisão por pelo menos dois avaliadores recomendados pela Red List Authority. Resultados são conferidos quanto à sua consistência pelo Red List Programme Office. Um guia para essa conferência é atualizado regularmente. A IUCN segue um modelo de acesso livre, público e eletrônico para todos os dados.
22 A IUCN produz listas confiáveis? III Listas regionais/nacionais. IUCN/SSC Regional Applications Working Group. Uma espécie pouco ameaçada em uma lista global pode estar muito ameaçada em um nível local.
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25 Hotspots (Myers et al. 2000) >0.5% do total de plantas vasculares do planeta 30% ou menos de sua vegetação original ainda remanescente
26 Hotspots (Myers et al. 2000)
27 Hotspots (Myers et al. 2000)
28 Estimativas mais recentes para a Mata Atlântica (Ribeiro et al. 2009)
29 Hotspots (Myers et al. 2000)
30 Hotspots (Myers et al. 2000)
31 Hotspots revisitados Manteve os critérios originais, mas refez análises com base em dados atualizados. 34 hotspots. Abarcam 50% das plantas vasculares e 42% dos vertebrados terrestres (endêmicos). Menção honrosa a duas outras áreas a Ilha de Taiwan e os Trópicos Úmidos de Queensland do nordeste da Austrália. Posteriormente, percebeu-se que todas as florestas pluviais do leste da Austrália deveriam ser incluídas como hotspots, mas faltavam dados mais completos para apoiar uma decisão nesse sentido. Williams et al. (2011) 2144 plantas vasculares endêmicas e área remanescente de vegetação de 23%.
32 Hotspots on line - I
33 Hotspots on line - II
34 Hotspots on line - III
35 Diversidade e endemismos na Floresta Atlântica Werneck et al. (2011) avaliaram registros de ocorrência de angiospermas endêmicas.
36 Diversidade e endemismos na Floresta Atlântica (Werneck et al. 2011)
37 Diversidade e endemismos na Floresta Atlântica (Werneck et al. 2011) Quase 88% das endêmicas analisadas ocorrem em áreas prioritárias para conservação. A categoria de extrema importância biológica teve o maior número de espécies (1915 species). Importância biológica muito alta: 944 species. Importância biológica alta: 812 species. Em torno de 58% das espécies estudadas estão em áreas protegidas.
38 Definições Bioma Cerrado Ribeiro e Walter (1998) 4 COUTINHO, L.M O bioma cerrado. In Eugen Warming e o cerrado brasileiro: um século depois (A.L. Klein, org.). Ed. UNESP, São Paulo, p RIBEIRO, J.F. e WALTER, B.M.T As principais fitofisionomias do Bioma Cerrado. In Cerrado: ecologia e flora (S.M. Sano, S.P. Almeida & J.F. Ribeiro, eds.). Embrapa Cerrados, Planaltina. p
39 Até onde 32 espécies de árvores típicas do Cerrado poderiam chegar, sob o clima atual?
40 Mudanças climáticas vs. Conservação Tomando as médias de dois cenários climáticos do Hadley Center (HHGGAX50 and HHGSDX50), a projeção para as temperaturas é de um aumento de 23% e para as precipitações, de um declínio de 24% ao longo do Brasil.
41 Até onde as espécies de árvores do Cerrado poderiam chegar, sob clima futuro?
42 Algumas questões essenciais para pesquisas ligadas à conservação da biodiversidade: Que pergunta quero responder? Que hipótese quero testar? Qual é a questão ecológica subjacente a essa pergunta e a essa hipótese? Por que obter um índice de diversidade? Qual índice devo utilizar? Como lidar quando eu estiver diante de amostras com métodos diferentes de coleta dos dados? Em qual escala de diversidade estou interessado? Quais variáveis ambientais influenciam a diversidade? Eu posso/devo extrapolar ou interpolar meus valores de diversidade? Quais softwares posso/devo utilizar nas minhas análises?
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