A importância da conectividade. funcional
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- Mirela Barroso Pinho
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1 A importância da conectividade 1. O que é conectividade? Corredores em Caucaia Percepção de corredores funcional 2. Exemplos de importância da conectividade funcional Capacidade de deslocamento na matriz Translocações Jean Paul Metzger Universidade de Sao Paulo
2 Landscape ecology Landscape structure Ecological processes Landscape ecology is an ecology of spatial interactions among landscape units
3 Landscape ecology Landscape structure Ecological processes Habitat cover Patch proximity Corridors Matrix composition Landscape connectivity
4 LANDSCAPE CONNECTIVITY Capacity of the landscape to facilitate biological fluxes among habitat fragments Isolation Corridors Stepping stones Matrix permeability (Taylor et al. 1993) Slide: Marcelo Awade
5 LANDSCAPE CONNECTIVITY X Slide: Marcelo Awade
6 LANDSCAPE CONNECTIVITY Capacity of the landscape to facilitate biological fluxes among habitat fragments (Taylor et al. 1993) Structural Isolation Corridors Stepping stones Matrix Functional Species movement Slide: Marcelo Awade
7 Low Structural connectivity High And functionally (i.e., biological fluxes)? Depends on: - Capacity to use corridors - Gap-crossing capacities - Matrix permeability
8 A importância da conectividade funcional 1. O que é conectividade? 2. Exemplos de importância da conectividade funcional Corredores em Caucaia Percepção de corredores Capacidade de deslocamento na matriz Translocações
9 Área de estudo 50 km Fragmentos com diferentes tamanhos e conectividades Reserva do Morro Grande
10 Área de estudo Principais causas do desmatamento : Plantações de batata Produção de carvão Horticultura Expansão imobiliária
11 Paisagem Florestal Reserva Estadual do Morro Grande ha de florestas (CONTROL)
12 Paisagem Florestal Reserva Estadual do Morro Grande Florestas secundárias (50-80 anos) Floresta ombrófila densa montana
13 Paisagem Agrícola Fragmentos e corredores de mata Matriz Horticultura Região de Caucaia (municípios de Cotia e Ibiúna)
14 Paisagem Agrícola Corredores antrópicos Corredores ripários
15 Objetivos específicos Testar o efeito do tamanho e do grau de conectividade dos fragmentos : riqueza de comunidades de diferentes grupos taxonômicos processos ecológicos relacionados com a regeneração florestal possibilidades de sobrevivência de populações fragmentadas mais ou menos sensíveis à perda de habitat variabilidade genética de espécies com diferentes características biológicas
16 Processos ecológicos Demografia de espécies (Daniela Ferraz, Daniela Bertani, Dr. Flavio dos Santos) Chuva de sementes (Dr. Vania Pivello, Daniela Petenon, Regina Alonso, Flavia Jesus, Mariana Vidal, Ana Camila Alfano, Mariana Faria, Dra. Luciana Alves) Polinização (Luciano E.Lopes, Dr. Silvana Buzato) Mortalidade de plântulas (Rita Portela, Dr. Flávio dos Santos) Produção de serrapilheira (Mariana Vidal)
17 Grupos taxonômicos Árvores (Dr. Luis Bernacci Dr. Giselda Durigan, Eduardo Catharino, Geraldo Franco) Plântulas (Dr. Luciana Alves) Borboleta (Marcio Uehara, Dr. Andre de Freitas, Dr. Keith Brown) Formigas (André Nogueira, Ricardo Pinto) Sapos e lagartos (Marianna Dixo) Aves (Alexandre Uezu, Danilo Boscolo, Pedro Develey, Alexandre Martensen) Pequenos mamíferos (Dr. Renata Pardini, Sergio Marques de Souza Ricardo Braga Neto) Grandes mamíferos (Mônica Negrão, Claudio Pádua)
18 MÉTODOS - Delineamento Tamanho - 8 fragmentos pequenos (1-5 ha) - 8 fragmentos médios (10-40 ha) - 5 fragmentos grandes ( ha)
19 MÉTODOS Delineamento Conectividade Fragmento conectado (8) Fragmento grande (5) Fragmento isolado (8)
20 MÉTODOS - Delineamento 3 áreas controles de floresta secundária (Reserva do Morro Grande)
21 Aves 10 redes (2.5X12m; 36mm) 17 fragmentos 540 horas rede /fragmento
22 Sapos e pequenos mamíferos 11 pitfalls de 60L, em linha de 100 m 21 fragmentos + 5 áreas no Morro Grande 2 anos
23 Variáveis de paisagem CA00 => CA40 Área CA00
24 Variáveis de paisagem CA00 => CA40 CA00 + Área CA20 CA40
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27 number of species Pequenos mamíferos 1503 indivíduos 27 espécies 19 roedores 8 marsupiais RICHNESS Small Isolated Small Connected Medium Isolated Large Control Medium Connected
28 Pequenos mamíferos number of individuals TOTAL ABUNDANCE Small Isolated Small Connected Medium Isolated Large Control Medium Connected
29 alpha diversity abundance beta diversity w COMMUNITY RESPONSE TO FRAGMENT SIZE AND CORRIDORS Abundance Alpha diversity C L M S -6 C L M S Beta diversity C L M S connected patches isolated patches Only 5 out of 915 records are from non forest species
30 N. of species Sapos SAPOS trap days indivíduos Sample days 18 espécies de sapos indivíduos/ amostra/sítio 4-11 espécies/amostra/ sítio Number of species Riqueza 4 3 PI PC MI MC G C
31 Conclusão: Projeto de Caucaia Efeito de corredor: Efeito de corredor é muito diferente de um grupo taxonômico para o outro; Parece haver limiares de ação; Há ainda um efeito na variação temporal: redução das variações anuais e na diversidade beta.
32 A importância da conectividade funcional 1. O que é conectividade? 2. Exemplos de importância da conectividade funcional Corredores em Caucaia Percepção de corredores Capacidade de deslocamento na matriz Translocações
33 Structural vs functional connectivity The use of corridors by birds (Uezu et al. 2005)
34 Fragment selection
35 Bird Sampling Play-back Around isolated fragments Along corridors
36 Birds functional connectivity
37 P. leucoptera Effect of structural conexions (t6= -2,06 ; p= 0,085) 0,6 0,5 0,4 IPA 0,3 0,2 0,1 0,0 F.M.I. Áreas de estudo F.M.C.
38 P. leucoptera Effects of functional conexions (t6= -2,76 ; p= 0,016) 0,65 0,55 0,45 IPA 0,35 0,25 0,15 0,05 F.M.I. Áreas de estudo F.M.C. (Uezu et el. 2005, Biological Conservation) Structural connectivity Functional connectivity
39 A importância da conectividade funcional 1. O que é conectividade? 2. Exemplos de importância da conectividade funcional Corredores em Caucaia Percepção de corredores Capacidade de deslocamento na matriz Translocações
40 Structural vs functional connectivity Gap-Crossing effect (Awade et al. 2008; Austral Ecology)
41 Quantification functional connectivity Graph Theory (Keitt et al. 1997)
42
43 1500 m 1250 m 1000 m 750 m Urban & Keitt 2001
44 Playback technique 38 pairs of fragments d = m Playback: 4 seq. of vocalization (1 min) + 30 s of silence total 5.5 min Negative Response: No movement (5.5 min + 5 min of silence) Slide: Marcelo Awade
45 SPECIES D. mentalis T. caerulescens B. culicivorus
46 Gap crossing probability Gap-Crossing Probabilities 1,0 B. culicivorus 0,9 0,8 0,7 0,6 0,5 0,4 0,3 0,2 0,1 0, Distance (m) 1,0 p < 0,0001 0,9
47 Functional connectivity 40 m
48 Functional connectivity: gap-crossing capacity Fragment area (structural) Graph area (functional) Log ( β 1 R 2 p β 1 R 2 p β 1 Basileuterus culicivorus -0,71 0,176 0,041-0,740 0,41 0,0007-0,720 Dysithamnus mentalis 0,070 0,002 0,843-0,378 0,12 0,104-0,318 Thamnophilus caerulescens 0,245 0,018 0,533-0,633 0,26 0,01-1,173 Structural connectivity Functional connectivity
49 31% of forest cover Distance threshold: 100 m
50 31% of forest cover Connexion by young secondary forests
51 MAIN CONCLUSION It is necessary to consider functional connectivity for the understanding of the fragmentation effects
52 A importância da conectividade funcional 1. O que é conectividade? 2. Exemplos de importância da conectividade funcional Corredores em Caucaia Percepção de corredores Capacidade de deslocamento na matriz Translocações
53 Influência de uma matriz não-florestal na capacidade dispersiva de duas espécies de aves da Mata Atlântica Marcelo Awade Modelar os efeitos da distância entre os fragmentos florestais e do sexo para dispersão desta espécie em paisagens fragmentadas Padrões de movimentação de Pyriglena leucoptera em paisagens fragmentadas
54 ESPÉCIE ESTUDADA Endêmica da Mata Atlântica Insetívora de subosque Dimorfismo sexual (Sick, 1997) Pesa cerca de 30 g Sensibilidade mediana (Stotz et al., 1995) Território 2 ha (Duca et al.,2006) Área de uso = 15.4 ha (Hansbauer et al., 2008) Responde muito bem à técnica de playback (Boscolo et al., 2006) Padrões de movimentação de Pyriglena leucoptera em paisagens fragmentadas
55 TRANSLOCAÇÕES PONTOS DE CAPTURA SOLTURA mínimo 2.5 km da borda das áreas contínuas mínimo 10 km de distância dos locais de soltura CAPTURA Padrões de movimentação de Pyriglena leucoptera em paisagens fragmentadas
56 CAPTURA Entre o nascer do sol e as 14:00 Evitou-se dias chuvosos PLAYBACK PARA AUMENTAR EFICIÊNCIA Fonte: José Roberto S. Mello Padrões de movimentação de Pyriglena leucoptera em paisagens fragmentadas
57 FIXAÇÃO DOS TRANSMISSORES BASEADO EM RAIM (1978) Padrões de movimentação de Pyriglena leucoptera em paisagens fragmentadas
58 PAISAGENS EXPERIMENTAIS 25 m 14 paisagens experimentais (10 em CB e 4 em PI) Área dos fragmentos de soltura 0.16 a 3.15 ha ( = 1.15 ha) Ausência de um co-específico residente Distâncias variaram entre 25 e 340 m Matriz Áreas abertas Padrões de movimentação de Pyriglena leucoptera em paisagens fragmentadas
59 TELEMETRIA MÉTODO DE TRIANGULAÇÃO Padrões de movimentação de Pyriglena leucoptera em paisagens fragmentadas
60 MONITORAMENTO ACOMPANHAMENTO 5 dias consecutivos ou até sair do fragmento de soltura DELINEAMENTO PAREADO Total = 27 indivíduos 14 machos e 13 fêmeas PERÍODO JAN AGO de 2008 e FEV de 2009 Padrões de movimentação de Pyriglena leucoptera em paisagens fragmentadas
61 VARIÁVEIS RESPOSTA Ímpeto emigratório (EM) Binária Saiu ou não do fragmento de soltura Primeira etapa Tempo de permanência no fragmento de soltura (TP) Contínua Tempo, em dias, de permanência no fragmento de soltura Primeira etapa Ocorrência de movimento entre fragmentos florestais (MOV) Binária Eficiência do movimento dispersivo Resume as duas primeiras etapas Informação sobre a primeira fase da imigração Padrões de movimentação de Pyriglena leucoptera em paisagens fragmentadas
62 RESULTADOS ÍMPETO EMIGRATÓRIO 22 dos 27 animais monitorados (81.5%) emigraram 12 / / 14 Modelo - LL k AICc AICc ω i DVP + SEXO DVP nulo DVP SEXO SEXO parâmetros ponderados Modelo ω i b 0 ' b 1 ' b 2 ' DVP + SEXO DVP Padrões de movimentação de Pyriglena leucoptera em paisagens fragmentadas
63 RESULTADOS TEMPO DE PERMANÊNCIA 5 dias de monitoramento foram suficientes Alguns indivíduos saíram muito rápido (menos de 1 h) permaneceu por 4.39 dias Machos Fêmeas Total Padrões de movimentação de Pyriglena leucoptera em paisagens fragmentadas
64 RESULTADOS TEMPO DE PERMANÊNCIA parâmetros ponderados Modelo Distribuição ω i b 0 ' b 1 ' b 2 ' DVP Weibull DVP + SEXO Weibull DVP SEXO Weibull nulo Weibull SEXO Weibull Padrões de movimentação de Pyriglena leucoptera em paisagens fragmentadas
65 RESULTADOS MOV (PREDAÇÃO) R. magnirostris A. cunicularia Bothrops sp. Padrões de movimentação de Pyriglena leucoptera em paisagens fragmentadas
66 RESULTADOS - MOV Modelo k AICc AICc ω i DDS + SEXO DDS DDS SEXO parâmetros 2.7 ponderados Modelo SEXO ω i b 0 ' 4.4 b 1 ' 0.065b 2 ' DDS nulo + SEXO DDS Padrões de movimentação de Pyriglena leucoptera em paisagens fragmentadas
67 DISCUSSÃO EFEITOS DA DISTÂNCIA Distância muito importante em todos os modelos selecionados DISTÂNCIA RELUTÂNCIA À DISPERSÃO Scelorchilus rubecula Evita se deslocar por mais que 80 m em área aberta, podendo permanecer por mais de 30 dias em fragmentos menores que 1 ha (CASTELLÓN & SIEVING, 2006) DISTÂNCIA GASTO ENERGÉTICO PERCEPÇÃO DA PAISAGEM ÍMPETO EMIGRATÓRIO Padrões de movimentação de Pyriglena leucoptera em paisagens fragmentadas
68 DISCUSSÃO EFEITOS DO SEXO MOVIMENTOS DISPERSIVOS ENTRE FRAGMENTOS Fortemente enviesado para fêmeas maior propensão à emigração maior eficiência durante movimentação pela matriz Padrões de movimentação de Pyriglena leucoptera em paisagens fragmentadas
69 DISCUSSÃO - RISCO DE PREDAÇÃO RISCO DE PREDAÇÃO NA MATRIZ É ENVIESADO PARA MACHOS TEMPO DE EXPOSIÇÃO NA MATRIZ (movimentos desorientados) RISCO DE PREDAÇÃO (apenas para machos) Freqüente em vertebrados e insetos predados por aves de rapina e por morcegos HIPÓTESE: Diferenças sexuais na coloração machos mais conspícuos A predação na matriz é, no mínimo, um fator tão importante quanto o ímpeto dispersivo para explicar o menor êxito de machos na efetivação de movimentos entre fragmentos florestais Padrões de movimentação de Pyriglena leucoptera em paisagens fragmentadas
70 CONCLUSÃO A dispersão é motivada por causas diversas (e.g. natal vs condicional) Afetada pelas características espaciais da paisagem (e.g. isolamento entre os fragmentos) A habilidade dispersiva não é um atributo fixo da espécie O comportamento dispersivo também pode variar conforme a idade (i.e. jovem vs adulto) e/ou a origem (i.e. área de habitat contínuo vs área fragmentada) do animal, dentre muitos outros fatores Padrões de movimentação de Pyriglena leucoptera em paisagens fragmentadas
71 CONCLUSÃO GERAL É necessário considerar a conectividade funcional para o entedimento do efeito da fragmentação
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