Segurança no circuito do medicamento
|
|
|
- Samuel Barreto Canto
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Segurança no circuito do medicamento ESTRATÉGIAS IMPLEMENTADAS Caso Prático ULS Matosinhos, EPE Hospital Pedro Hispano Unidade Local de Saúde de Matosinhos, EPE Pedro Campos / Ana Ribeiro Farmacêuticos Hospitalares
2 Estratégias Implementadas Dupla verificação nos processos: Preparação de citotóxicos; preparação de misturas intravenosas estéreis; preparações não estéreis; Verificação (aleatória) da medicação enviada pelo sistema de distribuição de medicamentos individual diária em dose unitária (DIDDU); Verificação da medicação enviada em sistema de distribuição Kaizen; Rastreabilidade por lote de determinados grupos farmacoterapêuticos (ex: citotóxicos; hemoderivados; estupefacientes) e medicação cedida em regime de ambulatório; Sistema de distribuição de medicamentos semi-automatizado (Omnicell); Análise do perfil farmacoterapêutico gerado pela prescrição de medicamentos em DIDDU. Deteção de erros; registo e quantificação; Farmacovigilância; Equipas multidisciplinares (comissões técnicas; grupos de trabalho; visita clínica); Circuito do medicamento LASA (Look-alike, Sound-alike).
3 Erros de Medicação Erros de medicação atribuídos à confusão gerada pela semelhança entre nomes de medicamentos são responsáveis por 15-25% de todos os erros de medicação; Medicamentos LASA são responsáveis por 29% dos erros de dispensa de medicação. Chadwick M. Look-alike Sound-alike health product names. Health Canada workshop, 2003, October 20.
4 Estratégias implementadas 1.Utilização de etiquetas de identificação de cor diferente de acordo com dosagem (branca, verde, azul) 2. Coloração dos rótulos das soluções injetáveis com menor consumo ou as potencialmente mais perigosas
5 Estratégias implementadas Alertas visuais
6 Estratégias implementadas Identificado o problema LASA Bisacodil retirado da ordem alfabética (colocado na 1ª gaveta do stock da dose unitária (DU)
7 Necessidade de criar grupo de trabalho multidisciplinar Grupo criado em abril de 2015 Grupo de Trabalho para a Segurança do Circuito de Medicamento (GTSCM); Divulgação na instituição em maio 2015; Procedimento, área reservada na intranet; possibilidade de notificar possíveis LASA abril Por onde nos orientamos? Normas da Direção Geral de Saúde - Norma nº 020/2014 de 30/12/2014, emitida pela Direção Geral de Saúde (DGS) e atualizada em 14/12/2015; Plano Nacional para a Segurança dos Doentes , emitido em Diário da República, 2ª série Nº28 10 de fevereiro de 2015; Institute for Safe Medication Practices (ISMP) e respetivos homólogos reconhecidos pelo ISMP (Espanha, Brasil, Canadá).
8 Equipa multidisciplinar Divulgada constituição em Boletim Informativo (BI) a 4 de maio de 2015 GTSCM 3 Farmacêuticos; 1 Técnico de Diagnóstico e Terapêutica; 1 Enfermeira; 1 Médica (Anestesiologista); 2 Médicos de MGF do ACES; 1 elemento do Serviço de Compras e Logística; Gestora de Risco Clínico da ULSM.
9 Fluxograma NOTIFICAÇÃO DE POTENCIAL LASA, CLASSIFICAÇÃO DO RISCO PELO GTSCM E CRIAÇÃO/DIVULGAÇÃO DE ALERTA SE MEDICAMENTO LASA
10 Criação do canal de comunicação/informação Página do GTSCM na intranet da ULSM (criada em 4 de Fevereiro 2016)
11 Divulgação Lista de medicamentos LASA
12 Lista de medicamento LASA
13 Possibilidade de notificar
14 Implementação da sinalética LASA
15 Plano de auditoria Norma DGS nº 020/2014 de 30/12/2014, atualizada em 14/12/2015
16 Grupo de Trabalho para a Segurança do Medicamento Não obstante os objetivos estratégicos deste grupo de trabalho, a responsabilidade da prescrição, dispensa e administração é sempre dos profissionais de saúde responsáveis por estas funções. ULSM, EPE - PROCEDIMENTO - MEDICAMENTOS LOOK-ALIKE, SOUND-ALIKE (LASA)
17 Estratégias Futuras Medicamentos LASA - Continuar com implementação da sinalética LASA em toda a Instituição; - Implementação do método de Tall Man Lettering no sistema informático; - Implementar auditoria ao procedimento dos medicamentos LASA, junto dos Serviços Clínicos. Medicamentos de ALTO RISCO - Criar/Implementar procedimento para os medicamentos Alto Risco (High Alert Medication). Reconciliação Terapêutica - Apresentada proposta de implementação para a Instituição.
A experiência dos Serviços Farmacêuticos da ARSC
A experiência dos Serviços Farmacêuticos da ARSC O que fazemos na gestão da medicação nos cuidados de saúde primários (e não só!) Catarina de Oliveira Coelho Serviços Farmacêuticos ARS Centro 19 de abril
Comissões da Qualidade e Segurança 6ª Reunião novembro/dezembro de 2015
Comissões da Qualidade e Segurança 6ª Reunião novembro/dezembro de 2015 Alexandre Diniz Anabela Coelho Maria João Gaspar AGENDA 1. Enquadramento 2. Ponto de situação sobre a implementação dos projectos
Estágio em Farmácia Hospitalar e Farmácia Comunitária FORMULÁRIO DE ACTIVIDADES. Nome:
Nome: RELATIVAMENTE AOS SEGUINTES TÓPICOS, ASSINALE QUAL O SEU GRAU DE PARTICIPAÇÃO (podendo assinalar mais do que um, quando aplicável). FARMÁCIA HOSPITALAR Gestão e Organização dos Serviços Farmacêuticos
Dimensão Segurança do Doente Check-list Procedimentos de Segurança
Check-list Procedimentos de Segurança 1. 1.1 1.2 Cultura de Segurança Existe um elemento(s) definido(s) com responsabilidade atribuída para a segurança do doente Promove o trabalho em equipa multidisciplinar
Farmácia Circuito do Medicamento integrado no SGICM
Farmácia Circuito do Medicamento integrado no SGICM 1 2 Sistema de Gestão Integrado do Circuito do Medicamento - SGICM O SGICM como parte integrante do circuito do medicamento apresenta como vantagens:
Gestão da Medicação nas Estruturas Residenciais para Pessoas Idosas (ERPI)
RECOMENDAÇÃO DA COMISSÃO SETORIAL PARA A SAÚDE DO SISTEMA PORTUGUÊS DA QUALIDADE CS/09 (REC CS09/01/2014) Gestão da Medicação nas Estruturas Residenciais para Pessoas Idosas (ERPI) Contexto O número de
Dimensão Segurança do Doente Check-list Procedimentos de Segurança
1. 1.1 1.2 Cultura de Segurança Existe um elemento(s) definido(s) com responsabilidade atribuída para a segurança do doente Promove o trabalho em equipa multidisciplinar na implementação de processos relativos
Monitorização da Qualidade e Segurança. ANABELA COELHO Chefe de Divisão de Gestão da Qualidade Departamento da Qualidade na Saúde
Monitorização da Qualidade e Segurança ANABELA COELHO Chefe de Divisão de Gestão da Qualidade Departamento da Qualidade na Saúde Enquadramento Legal ESTRATÉGIA NACIONAL PARA A QUALIDADE NA SAÚDE 2020 Despacho
Armazenagem de Medicamentos em Ambiente hospitalar
Armazenagem de Medicamentos em Ambiente hospitalar António Melo Gouveia IPOLFG-EPE Serviço Farmacêutico Salão Nobre da Ordem dos Farmacêuticos, 1 Lisboa Boas Práticas de Distribuição Farmácia Hospitalar
Rastrear Medicamentos em Ambiente Hospitalar
Rastrear Medicamentos em Ambiente Hospitalar Como melhorar as operações logísticas e garantir a segurança do paciente no circuito da Farmácia Hospitalar? Sofia Valongo Vasco Antunes Pereira 25 Junho 2015
DECLARAÇÕES EUROPEIAS DA FARMÁCIA HOSPITALAR. SECÇÃO 1: Declaração de Princípios Introdutórios e Gestão
DECLARAÇÕES EUROPEIAS DA FARMÁCIA HOSPITALAR As páginas que se seguem constituem as Declarações Europeias da Farmácia Hospitalar. As declarações expressam os objetivos comuns definidos para cada sistema
5 de maio. Experiências de Implementação da Campanha das Precauções Básicas de Controlo de Infeção CHL CENTRO HOSPITALAR DE LEIRIA
CHL CENTRO HOSPITALAR DE LEIRIA Experiências de Implementação da Campanha das Precauções Básicas de Controlo de Infeção Dia Mundial da Higienização das Mãos A NOSSA HISTÓRIA INICIO DA CAMPANHA 2009 TAXA
Internamento. Circuito do Medicamento. Prescrição. Validação Farmácia. Alertas. Administração. Monitorizações. Mais que ideias... Criamos Soluções...
Alertas Administração Monitorizações Dose Unitária Validação Farmácia A ST+I tem como missão Ser uma referência Internacional de elevado valor, nos domínios da, garantindo a sustentabilidade das empresas
Valorização da Implementação de Standards no Circuito do Medicamento
Valorização da Implementação de Standards no Circuito do Medicamento III Seminário Internacional de Saúde: Standards ao Serviço da Segurança do Doente Nelson Martins 23 Junho 2016 TÍTULO XPTO 2 Subtítulo
PROCEDIMENTO DE VALIDAÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO CLÁSSICA NO CENTRO HOSPITALAR DE SÃO JOÃO, EPE
PROCEDIMENTO DE VALIDAÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO CLÁSSICA NO CENTRO HOSPITALAR DE SÃO JOÃO, EPE Ana Santos 1, Cláudia Galvão 2, Sónia Ferreira 2, António Carvalho 1,2, Paulo Horta Carinha 2 1 Escola Superior
Apresentação: Rui Costa Francisco Sil. Soluções Hospitalar. CDM Circuito do Medicamento. Maternidade Augusto N'Gangula Exma Dra.
Apresentação: Rui Costa Francisco Sil Soluções Hospitalar CDM Circuito do Medicamento Maternidade Augusto N'Gangula Exma Dra. Luisa Mendes Conceito Base CDM Colocar os três principais intervenientes no
Informação de segurança muito importante para os profissionais de saúde que prescrevem, dispensam e administram
( ) Informação de segurança muito importante para os profissionais de saúde que prescrevem, dispensam e administram Este medicamento está sujeito a monitorização adicional. Isto irá permitir a rápida identificação
Relatório de Estágio em Farmácia Hospitalar
Ângela Mónica Pinto Carreira Guedes Relatório de Estágio em Farmácia Hospitalar Relatório de Estágio realizado no âmbito do Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas, orientado pela Dr.ª Ana Vinagre
Implementação das Precauções Básicas Experiência da ULS Matosinhos (Hospital Pedro Hispano)
Experiência da ULS Matosinhos (Hospital Pedro Hispano) Dra. Isabel Neves Coordenadora do Grupo Coordenador Local do PPCIRA Unidade Local de Saúde de Matosinhos Lisboa, 5 de maio de 2014 Experiência do
DISPENSA DE MEDICAÇÃO EM DOSE UNITÁRIA: A REALIDADE NO SISTEMA SEMIAUTOMÁTICO KARDEX DOS SERVIÇOS FARMACÊUTICOS DO CENTRO HOSPITALAR DE SÃO JOÃO, EPE.
DISPENSA DE MEDICAÇÃO EM DOSE UNITÁRIA: A REALIDADE NO SISTEMA SEMIAUTOMÁTICO KARDEX DOS SERVIÇOS FARMACÊUTICOS DO CENTRO HOSPITALAR DE SÃO JOÃO, EPE. Alex S. Pereira 1; Sónia Ferreira 2; António Carvalho
Disciplina: Específica
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO Concurso Público para provimento de vagas de cargos Técnico-Administrativos Edital nº 293/2016 Resultado do julgamento dos recursos interpostos contra as questões
Beneficios do Circuito Fechado da Administração de Medicamentos (CLMA) Hospital Unimed Recife III
Beneficios do Circuito Fechado da Administração de Medicamentos (CLMA) Hospital Unimed Recife III Brasil 2016 Erros de medicações Na Inglaterra, um levantamento em 19 hospitais apontou que uma em cada
Consentimento Informado livre e esclarecido para procedimentos cirúrgicos e procedimentos invasivos
Consentimento Informado livre e esclarecido para procedimentos cirúrgicos e procedimentos invasivos Direção da Qualidade /Gabinete de Gestão do Risco Dr.ª Adelaide Serra Enf.ª Filomena Reis Fernandes Garantir
Ambulatório. Circuito do Medicamento. Prescrição. Farmácia. Comunitária. Farmácia. Hospitalar. Validação Farmacêutica. Cirurgia de.
Prescrição Farmácia Comunitária Farmácia Hospitalar Validação Farmacêutica Cirurgia de Monitorizações Saúde A ST+I tem como missão Ser uma referência Internacional de elevado valor, nos domínios da Saúde,
Estratégias da Implantação para a Conquista da Certificação ONA no Hospital Municipal de Mogi das Cruzes
Estratégias da Implantação para a Conquista da Certificação ONA no Hospital Municipal de Mogi das Cruzes Nossa história Cenário Cenário Nossa história Setores Previsão segundo o Plano de Trabalho Quando
Identificação Visual x Segurança do Paciente. Farm. Me. Mariana Martins Gonzaga do Nascimento Membro do Conselho Científico do ISMP Brasil
Identificação Visual x Segurança do Paciente Farm. Me. Mariana Martins Gonzaga do Nascimento Membro do Conselho Científico do ISMP Brasil O ISMP BRASIL O ISMP NO MUNDO USA Canadá Espanha Brasil O ISMP
Sistema de Gestão da Qualidade PROTOCOLO: Segurança no uso de Medicamentos de Alta Vigilância (MAV)
PROCESSO ESPECÍFICO: Unidades de Internação, Unidades de, Atendimento Página: 1/7 1. INTRODUÇÃO Os medicamentos de Alta Vigilância são aqueles que possuem risco aumentado de provocar danos significativos
PROJECTO DE LEI N.º /X PRESCRIÇÃO POR DENOMINAÇÃO COMUM INTERNACIONAL E DISPENSA DO MEDICAMENTO GENÉRICO DE PREÇO MAIS BAIXO. Exposição de motivos
Grupo Parlamentar PROJECTO DE LEI N.º /X PRESCRIÇÃO POR DENOMINAÇÃO COMUM INTERNACIONAL E DISPENSA DO MEDICAMENTO GENÉRICO DE PREÇO MAIS BAIXO Exposição de motivos O uso racional do medicamento implica
Comissões da Qualidade e Segurança 4ª Reunião outubro/novembro de Alexandre Diniz Anabela Coelho Maria João Gaspar
Comissões da Qualidade e Segurança 4ª Reunião outubro/novembro de 2014 Alexandre Diniz Anabela Coelho Maria João Gaspar AGENDA 1. Implementação da Tabela Nacional de Funcionalidade 2. Implementação do
Plataforma de Dados da Saúde
Plataforma de Dados da Saúde Manual do utilizador - Portal do Profissional Os direitos de autor deste trabalho pertencem à SPMS e a informação nele contida é confidencial. Este trabalho não pode ser reproduzido
nidade Local de Saúde de Matosinhos, E.P.E.
nidade Local de Saúde de Matosinhos, E.P.E. 4º CONGRESSO INTERNACIONAL DOS HOSPITAIS: Da Integração dos Cuidados à Intervenção Comunitária O Papel do Hospital na Comunidade Agenda 1 Enquadramento Hospital
Diagnóstico de Situação em 2015. Diagnóstico de Situação em 2015 Prioridade II: Reforço da Segurança dos Doentes. Entidade: *
Página 1 de 9 Entidade: * Centro Hospitalar da Póvoa do Varzim/Vila do Conde, EPE Morada: Código Postal - N.º de camas: ARS: Tipologia: * ACES Hospital/Centro Hospitalar Unidade Local de Saúde PLANO DE
Glintt. Sistemas e Tecnologias de Informação e Comunicação. Escola Nacional de Saúde Pública, 9 de Maio de 2015
Glintt Sistemas e Tecnologias de Informação e Comunicação Escola Nacional de Saúde Pública, 9 de Maio de 2015 1. Glintt Enquadramento Numerologia Principais números associados à operação da Glintt: + 1.300
PROVA ESCRITA DE CONHECIMENTOS PARTE ESPECIFICA (REF G10)
PROVA ESCRITA DE CONHECIMENTOS PARTE ESPECIFICA (REF G10) A duração desta prova é de 30 minutos MATERIAL O material desta prova é constituído por este caderno de questões e pela folha de respostas para
RELATÓRIO DE ESTÁGIO PROFISSIONAL II
Escola Superior de Saúde Instituto Politécnico da Guarda RELATÓRIO DE ESTÁGIO PROFISSIONAL II PATRÍCIA LOPES FERREIRA CURSO FARMÁCIA 1ºCICLO JUNHO/ 2013 Escola Superior de Saúde Instituto Politécnico da
Los farmacéuticos cuidado de la salud y el bienestar de las personas
Los farmacéuticos cuidado de la salud y el bienestar de las personas Representar os serviços hospitalares e de saúde farmacêutica, buscando reconhecimento social através da promoção da formação conjunta
Serviço de Auditoria. Síntese do Relatório de Atividades do Serviço de Auditoria Interna 2015
Serviço de Auditoria Síntese do Relatório de Atividades do Serviço de Auditoria Interna 2015 Março 2016 Índice I. Introdução... 3 II. Factos Relevantes... 4 III. Avaliação dos objetivos propostos... 5
RECONSTITUIÇÃO, DOSAGEM E ADMINISTRAÇÃO
Informação importante relacionada com a RECONSTITUIÇÃO, DOSAGEM E ADMINISTRAÇÃO de VELCADE (bortezomib) 3,5 mg frasco para injetáveis para utilização subcutânea (SC) e intravenosa (IV) INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA
O CIRCUITO DO MEDICAMENTO CITOTÓXICO INJETÁVEL
Serviços Farmacêuticos O CIRCUITO DO MEDICAMENTO CITOTÓXICO INJETÁVEL A VISÃO FARMACÊUTICA Cecília Mimoso 24 de Junho 2014 FLUXOGRAMA DO CIRCUITO DO MEDICAMENTO CITOTÓXICO INJETÁVEL NO HPH 1763.5 _Fluxograma
Assunto: Relatório de Gestão de Riscos de Corrupção e Infrações Conexas
Exmo. Conselho de Administração do Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa Assunto: Relatório de Gestão de Riscos de Corrupção e Infrações Conexas O Conselho de Prevenção da Corrupção (CPC) deliberou
TPG RELATÓRIO DE ESTÁGIO. folité. enico daquarda. Licenciatura em Farmácia. Relatório Profissional 1. øfl. Sylvia Alves Portela.
enico daquarda Polylechnic of Guarda TPG folité RELATÓRIO DE ESTÁGIO Licenciatura em Farmácia Relatório Profissional 1 Sylvia Alves Portela junhol 2015 øfl Escola Superior de Saúde Instituto Politécnico
MEDICINA PÓS OPERATÓRIA UNIDADE DE DOR AGUDA
MEDICINA PÓS OPERATÓRIA UNIDADE DE DOR AGUDA Sessão Clínica Hospitalar Hospital Fernando Fonseca Departamento de Anestesiologia, Reanimação e Terapêutica da Dor Director : Dr. Lucindo Ormonde Coordenadora
Nestes termos, de harmonia com o disposto no artigo 10.º do Decreto-Lei n.º 118/92 de 25 de Junho:
Aprova o modelo de receita médica destinado à prescrição de medicamentos incluindo a de medicamentos manipulados A lei actual consagra a obrigatoriedade da prescrição por denominação comum internacional
RELATÓRIO DE EXECUÇÃO 2016 PLANO DE GESTÃO DE RISCOS DE CORRUPÇÃO E INFRAÇÕES CONEXAS
RELATÓRIO DE EXECUÇÃO 2016 PLANO DE GESTÃO DE RISCOS DE CORRUPÇÃO E INFRAÇÕES CONEXAS Elaborado: Serviço de Auditoria Interna Data: 20.01.2017 Aprovado: Conselho de Administração Aprovado na reunião n.º
Circuito Fechado do Medicamento no Sírio-Libanês
Circuito Fechado do Medicamento no Sírio-Libanês Débora C M F de Carvalho Gerente de Farmácia Regina M Y Conishi Gerente Administrativa de Enfermagem Assistência farmacêutica Debora C M F de Carvalho Gerente
F - ÁREA PROFISSIONAL FARMÁCIA. F 17 - FARMÁCIA HOSPITALAR E CLÍNICA - InCor. Titulação: Aprimoramento
F - ÁREA PROFISSIONAL FARMÁCIA F 17 - FARMÁCIA HOSPITALAR E CLÍNICA - InCor Titulação: Aprimoramento Supervisor: Dra Ana Carolina Colmanetti Nogueira Garcia Características: (duração 12 meses) Dirigido
ADITAMENTO AO ACORDO ENTRE OS MINISTÉRIOS DAS FINANÇAS, DA ECONOMIA E DA SAÚDE E A INDÚSTRIA FARMACÊUTICA
ADITAMENTO AO ACORDO ENTRE OS MINISTÉRIOS DAS FINANÇAS, DA ECONOMIA E DA SAÚDE E A INDÚSTRIA FARMACÊUTICA Os Ministérios das Finanças, da Economia e da Saúde, e a Indústria Farmacêutica, por intermédio
Agendamento. QuimioProcess. Prescrição. Validação. Segurança. Manipulação. Administração. Mais que ideias... Criamos Soluções...
Agendamento Validação Segurança Manipulação Administração Saúde A ST+I tem como missão Ser uma referência Internacional de elevado valor, nos domínios da Saúde, garantindo a sustentabilidade das empresas
Quadro de Avaliação e Responsabilização (QUAR) - SIADAP 1 Ministério da Saúde
MISSÃO DO ORGANISMO: regulamentar, orientar e coordenar as atividades de promoção da saúde e prevenção da doença, definir as condições técnicas para adequada prestação de cuidados de saúde, planear e programar
Farmácia Clínica e uso racional de antimicrobianos
Farmácia Clínica e uso racional de antimicrobianos Portaria MS 2.616 / 98 regulamenta as ações de controle de infecção hospitalar no país Estabelece o serviço de farmácia como membro consultor da Comissão
Relatório de Estágio em Farmácia Hospitalar
Sofia Raquel Madalena Catarino Relatório de Estágio em Farmácia Hospitalar Relatório de Estágio realizado no âmbito do Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas, orientado pela Dra. Teresa Pereira e
Data Versão/Revisões Descrição Autor 16/11/ Proposta inicial CESC, FA, LAS, RFC. 14/01/ Atualização CESC, LAS, MBJ, CAMS, LR
1 de 5 Histórico de Revisão / Versões Data Versão/Revisões Descrição Autor 16/11/2012 1.00 Proposta inicial CESC, FA, LAS, RFC. 2.00 Atualização CESC, LAS, MBJ, CAMS, LR 1 Objetivo Promover assistência
Revisão da implementação do novo sistema nacional das GDP nos medicamentos, substâncias ativas e perspetivas futuras
CURSO Boas Práticas de Distribuição de Medicamentos de uso Humano: Revisão da implementação do novo sistema nacional das GDP nos medicamentos, substâncias ativas e perspetivas futuras A sua Formadora:
PROJECTO: O Hospital sem DOR
PROJECTO: O Hospital sem DOR OBJECTIVO Implementar a avaliação e registo da DOR, como o 5º Sinal Vital, de forma sistémica e sistemática a todos os clientes internados no Hospital Pulido Valente EPE. A
Monitorização de justificações técnicas e direito de opção - registo de casos
Monitorização de justificações técnicas e direito de opção - registo de casos Comissão de Farmácia e Terapêutica - ARS Norte Porto,10 novembro de 2014 Índice 1. Introdução.... 4 2. Metodologia.... 5 2.1
R E L A T Ó R I O D E E S T Á G I O P R O F I S S I O N A L I
Escola Superior de Saúde Instituto Politécnico da Guarda R E L A T Ó R I O D E E S T Á G I O P R O F I S S I O N A L I ANDREIA FILIPA LOPES NOGUEIRA LICENCIATURA EM FARMÁCIA - 1º CICLO janeiro 2014 0 Escola
3ª Edição ESCOLA DE INVERNO DE FARMÁCIA A Farmácia Clínica Centrada na Segurança do Paciente
7 de Março (quarta-feira) Faculdade de Farmácia da Universidade do Porto 13:30 14:00 Receção e Credenciação 14:00 14:40 Cerimónia de Abertura 14:45 16:15 16:15 16:30 Intervalo 16:30 18:00 Conferência a
Boas Práticas de Distribuição de Medicamentos de uso Humano
7 ª Edição do Curso Lisboa. 26 e 27 de março de 2018 Bem estruturado e organizado, conciso e direccionado à realidade diária da actividade de distribuição Pharmakern portugal. Assistente da 4ª Edição Boas
Define-se Acreditação como um sistema de avaliação e certificação da qualidade de serviços de saúde, voluntário, periódico e reservado.
Define-se Acreditação como um sistema de avaliação e certificação da qualidade de serviços de saúde, voluntário, periódico e reservado. Uma maneira diferente de focar a avaliação. Processo interativo,
PLANO ESTRATÉGICO CAIC NOVO MODELO DE AÇÃO (Versão reduzida)
PLANO ESTRATÉGICO CAIC NOVO MODELO DE AÇÃO 2015-2016 (Versão reduzida) Página 1 Índice ENQUADRAMENTO... 2 Competências da CAIC... 2 Composição da CAIC... 2 Núcleo Técnico de Apoio... 3 Grupos Técnicos
EXPERIÊNCIA DE CERTIFICAÇÃO E ACREDITAÇÃO
EXPERIÊNCIA DE CERTIFICAÇÃO E ACREDITAÇÃO 18 de Novembro 2016 ENQUADRAMENTO Hospital gerido em regime de Parceria Público-Privada, prestador de cuidados de saúde diferenciados, integrado na rede do SNS
P R O T O C O L O M U L T I D I S C I P L I N A R
Controle Nome/Cargo Assinatura Daniela Alencar Moreira Liciana Leticia de Maraes Diego Antonio de S. Fidelis Coordenador de Farmácia Dr. Jorge Lafeta Coordenador CTI Dr. Fábio Liberalli Coordenador Pronto
O papel do farmacêutico na segurança do paciente
O papel do farmacêutico na segurança do paciente Vanusa Barbosa Pinto Diretora da Divisão de Farmácia ICHC Coordenadora do Núcleo de Assistência Farmacêutica HCFMUSP Cenário Assistência Farmacêutica Hospitalar
Relatório de Estágio em Farmácia Hospitalar
Cátia Soares Ferreira de Carvalho Relatório de Estágio em Farmácia Hospitalar Relatório de Estágio realizado no âmbito do Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas, orientado pela Drª. Florbela Braga
Erro de Prescrição e Dispensação de Medicamentos Oncológicos. Simone Mahmud
Erro de Prescrição e Dispensação de Medicamentos Oncológicos Simone Mahmud Cenário Hospital universitário 845 leitos Mais de 300 médicos residentes Na oportunidade em preparação para Acreditação Internacional
Curriculum Vitae RUBEN JOAQUIM PINTO LOUREIRO
2015 Curriculum Vitae RUBEN JOAQUIM PINTO LOUREIRO 1 Elementos de identificação Nome: Ruben Joaquim Pinto Loureiro Nacionalidade: Portuguesa Contacto Institucional: Centro Hospitalar Médio Tejo, EPE Serviço
A Farmácia no Sistema de Saúde
A Farmácia no Sistema de Saúde João Silveira 24 de Abril de 2008 A Farmácia O Farmacêutico O Medicamento O Doente Farmacêuticos - Competências 1. I&D, fabrico, qualidade, registo, distribuição e dispensa
Campanha PBCI. Hospital de Braga. Isabel Veloso
Campanha PBCI Hospital de Braga Isabel Veloso 5 Maio, 2016 Campanha de Higiene das Mãos 2008 a 2010 Hospital São Marcos - Braga Campanha de Higiene das mãos Campanha de Higiene das Mãos Campanha de Higiene
Fórum de Gestão de Pessoas
Fórum de Gestão de Pessoas O Papel da liderança para segurança das Organizações de Saúde Christian Hart Diretor de Projeto e Novos Negócios IBES Instituto Brasileiro para Excelência em Saúde 600 Instituições
REVISÃO DA DECLARAÇÃO DA BASILEIA SOBRE O FUTURO DA FARMÁCIA HOSPITALAR
REVISÃO DA DECLARAÇÃO DA BASILEIA SOBRE O FUTURO DA FARMÁCIA HOSPITALAR Desde que a Declaração da Basileia original, em 2008, que trata sobre o Futuro da Farmácia Hospitalar no mundo, suas diretrizes são
Melhoria Contínua da Qualidade no ACES Lisboa Norte
Melhoria Contínua da Qualidade no ACES Lisboa Norte Dos registos clínicos: médicos e de enfermagem Qualidade e segurança do doente Lucília Martinho médica, presidente da CQSD Maria Teresa Antunes enfermeira
Instruções para a elaboração de Manual de Procedimentos para locais de venda de medicamentos não sujeitos a receita médica
Instruções para a elaboração de Manual de Procedimentos para locais de venda de medicamentos não sujeitos a receita médica Este documento deve ser um instrumento de trabalho, elaborado por qualquer pessoa
INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS DA SAÚDE EGAS MONIZ
INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS DA SAÚDE EGAS MONIZ MESTRADO INTEGRADO EM CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS DISTRIBUIÇÃO EM AMBIENTE HOSPITALAR - DA DISTRIBUIÇÃO CLÁSSICA AOS NOVOS SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO MECÂNICOS
R E L A T Ó R I O D E E S T Á G I O P R O F I S S I O N A L I I
Escola Superior de Saúde Instituto Politécnico da Guarda R E L A T Ó R I O D E E S T Á G I O P R O F I S S I O N A L I I SANDRA PEREIRA MATIA S RELATÓRIO PARA A OBTENÇÃO DO GRAU DE LICENCIADO EM FARMÁCIA
RELATÓRIO DE ESTÁGIO EM FARMÁCIA HOSPITALAR Centro Hospitalar Tondela-Viseu
Ana Rita Pessoa Marques RELATÓRIO DE ESTÁGIO EM FARMÁCIA HOSPITALAR Centro Hospitalar Tondela-Viseu Relatório de estágio realizado no âmbito do Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas, orientado pela
CENTRO DE INVESTIGAÇÃO DO CHL MAPA DE REVISÕES REGULAMENTO. Destinatários. Data Palavras-Chave: REGULAMENTO; INVESTIGAÇÃO
Palavras-Chave: REGULAMENTO; INVESTIGAÇÃO Destinatários Todos Profissionais do CHL Elaboração Centro de Investigação do CHL Aprovação Conselho de Administração Assinatura (s) Responsável (eis) pela Aprovação
PROGRAMA DE DISCIPLINA VERSÃO CURRICULAR: 2014/2 PERÍODO: - DEPARTAMENTO: ENB
PROGRAMA DE DISCIPLINA DISCIPLINA: Tópicos em Enfermagem IV: Segurança do Paciente CÓDIGO: EFM068 COORDENADOR: CARGA HORÁRIA CARGA HORÁRIA CRÉDITOS INÍCIO TÉRMINO TEÓRICA PRÁTICA 30 15 3 VERSÃO CURRICULAR:
R E L A T Ó R I O D E E S T Á G I O P R O F I S S I O N A L I
Escola Superior de Saúde Instituto Politécnico da Guarda R E L A T Ó R I O D E E S T Á G I O P R O F I S S I O N A L I CENTRO HOSPITALAR SÃO JOÃO, E.P.E ANDREIA DOMINGOS SOARES RELATÓRIO PARA A OBTENÇÃO
Revisão Anual de Preços
Revisão Anual de Preços Impacto 2012 2013 2014 GABINETE DE INFORMAÇÃO E PLANEAMENTO ESTRATÉGICO 2015 Revisão Anual de Preços Impacto 2012, 2013 e 2014 Relatório final Autores: Ana Correia Cláudia Santos
QUESTIONÁRIO SOBRE TRATAMENTO DA DOR AGUDA PÓS-OPERATÓRIA
Comissão Nacional para o Controlo da Dor 1 Identificação da Unidade Hospitalar. 1.1 Designação da Unidade Hospitalar 1.2 Designação do Centro Hospitalar (se aplicável) 1.3 Localização da Unidade Hospitalar
Plataforma / SIARS / 30 de Maio de 2015 Isabel Barbosa
Plataforma SIM@SNS SIM@SNS / SIARS / MIM@UF 30 de Maio de 2015 Isabel Barbosa 1 Agenda Agenda Enquadramento Caraterização (SIM@SNS / SIARS / MIM@UF) Evolução da plataforma SIM@SNS 2 Enquadramento Plataforma
COMISSÃO DE FARMÁCIA E TERAPÊUTICA
Os Cuidados de Saúde Primários (CSP), os Hospitais Públicos, Hospitais e Outros locais privados, representam na MONITORIZAÇÃO DAS PRESCRIÇÕES COM RECURSO A JUSTIFICAÇÃO TÉCNICA NO AMBULATÓRIO DA ARSN 2015
Relatório de Estágio em Farmácia Hospitalar
Rita Alexandra Silva Moreira Relatório de Estágio em Farmácia Hospitalar Relatório de Estágio realizado no âmbito do Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas, orientado pela Dr.ª Susana Carvalho e
NORMAS DE INFECÇÕES DO TRATO URINÁRIO
NORMAS DE INFECÇÕES DO TRATO URINÁRIO Um Exemplo Pratico de Implementação VI CONGRESSO CIENTIFICO ANL IV JORNADAS CIENTIFICAS JIQLAC Lisboa 21 de Maio de 2016 Dulce Pascoalinho Coordenadora do Grupo Coordenador
MEDICAMENTO DE USO PRÓPRIO - DOMICILIAR
1 de 5 PROTOCOLO Data de Emissão: Histórico de Revisão / Versões Data Versão/Revisões Descrição Autor 1.00 Proposta CESC, FA, LAS, RFC. 1 Objetivo Validar Estabelecer processo de segurança para o paciente
Proposta de Estágio Opcional. em Dor Crónica
Serviço de Anestesiologia do Centro Hospitalar Lisboa Norte 1 Proposta de Estágio Opcional em Dor Crónica Preparado para: Colégio de Anestesiologia da Ordem dos Médicos Preparado por: Prof. Dr. Lucindo
RECONSTITUIÇÃO, DOSAGEM E ADMINISTRAÇÃO
PHPT/VEL/0317/0002 Informação importante relacionada com a RECONSTITUIÇÃO, DOSAGEM E ADMINISTRAÇÃO de VELCADE (bortezomib) 3,5 mg frasco para injetáveis para utilização subcutânea (SC) e intravenosa (IV)
Nelson Mota Gaspar USF Dafundo ACES Lisboa Ocidental e Oeiras
Melhoria da Segurança com o Programa da Acreditação na USF Dafundo Nelson Mota Gaspar USF Dafundo ACES Lisboa Ocidental e Oeiras Segurança Postura de análise crítica guiada pelos requisitos propostos Reconhecimento
