Modelo prático da ANAC
|
|
|
- Regina Imperial Carreiro
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Auditoria com base no COSO 2013 e orientada pelo Risco Modelo prático da ANAC Cosme Leandro do Patrocínio ANAC
2 ESTRUTURA DESTA APRESENTAÇÃO Título: Órgão: Auditoria orientada pelo COSO e com orientada pelo Risco Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC Sumário da Apresentação CONTEXTO PARA A CONSTRUÇÃO DO MODELO UM MODELO PRÁTICO EM TESTE
3 CONTEXTO
4
5 VAMOS FALAR UM POUCO DO COSO 2013!
6 COSO 2013 O sistema de controle interno consiste em cinco componentes integrados, com dezessete princípios associados. Os cinco componentes são: AMBIENTE DE CONTROLE AVALIAÇÃO DE RISCOS ATIVDADES DE CONTROLE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ATIVIDADES DE MONITORAMENTO
7 E OS 17 PRINCÍPIOS COSO 2013?
8 2 - A estrutura de governança demonstra independência em relação aos seus executivos e supervisiona o desenvolvimento e o desempenho do controle interno. 6 - A organização especifica os objetivos com clareza suficiente, a fim de permitir a identificação e a avaliação dos riscos associados aos objetivos. 7 - A organização identifica os riscos à realização de seus objetivos por toda a entidade e analisa os riscos como uma base para determinar a forma como devem ser gerenciados. 9 - A organização identifica e avalia as mudanças que poderiam afetar, de forma significativa, o sistema de controle interno.
9 1 - A organização demonstra ter comprometimento com a integridade e os valores éticos. 3 - A administração estabelece, com a supervisão da estrutura de governança, as estruturas, os níveis de subordinação e as autoridades e responsabilidades adequadas na busca dos objetivos. 4 - A organização demonstra comprometimento para atrair, desenvolver e reter talentos competentes, em linha com seus objetivos.
10 5 - A organização faz com que as pessoas assumam responsabilidade por suas funções de controle interno na busca pelos objetivos. 8 - A organização considera o potencial para fraude na avaliação dos riscos à realização dos objetivos A organização avalia e comunica deficiências no controle interno em tempo hábil aos responsáveis por tomar ações corretivas, inclusive a estrutura de governança e alta administração, conforme aplicável.
11 6 - A organização especifica os objetivos com clareza suficiente, a fim de permitir a identificação e a avaliação dos riscos associados aos objetivos.
12 10 - A organização seleciona e desenvolve atividades de controle que contribuem para a redução, a níveis aceitáveis, dos riscos à realização dos objetivos A organização estabelece atividades de controle por meio de políticas que estabelecem o que é esperado e os procedimentos que colocam em prática essas políticas A organização obtém ou gera e utiliza informações significativas e de qualidade para apoiar o funcionamento do controle interno.
13 14 - A organização transmite internamente as informações necessárias para apoiar o funcionamento do controle interno, inclusive os objetivos e responsabilidades pelo controle A organização comunica-se com os públicos externos sobre assuntos que afetam o funcionamento do controle interno A organização seleciona, desenvolve e realiza avaliações contínuas e/ou independentes para se certificar da presença e do funcionamento dos componentes do controle interno.
14 11 - A organização seleciona e desenvolve atividades gerais de controle sobre a tecnologia para apoiar a realização dos objetivos.
15 Definição de Auditoria Interna IIA Brasil A auditoria interna é uma atividade independente e objetiva de avaliação (assurance) e de consultoria, desenhada para adicionar valor e melhorar as operações de uma organização. Ela auxilia uma organização a realizar seus objetivos a partir da aplicação de uma abordagem sistemática e disciplinada para avaliar e melhorar a eficácia dos processos de gerenciamento de riscos, controle e governança.
16 Definição de Auditoria Interna IIA Brasil Independência = Isenção para a avaliação (Auditoria) Objetividade = Imparcialidade no julgamento (Auditor)
17 Missão da Auditoria Interna IIA Brasil Aumentar e proteger o valor organizacional, fornecendo avaliação (assurance), assessoria (advisory) e percepção (insight) baseadas em risco.
18 Princípios Fundamentais para a Prática Profissional de Auditoria Interna IIA Brasil Os Princípios Fundamentais, vistos como um todo, articulam a eficácia da auditoria interna. Todos os princípios devem estar presentes e atuantes com eficácia. Caso não estejam, significa que a atividade de auditoria interna não é tão eficaz quanto poderia ser no alcance de sua missão.
19 Princípios Fundamentais para a Prática Profissional de Auditoria Interna IIA Brasil Princípios Fundamentais: Demonstrar integridade (retidão e imparcialidade).
20 Princípios Fundamentais para a Prática Profissional de Auditoria Interna IIA Brasil Princípios Fundamentais: Demonstrar competência e zelo profissional devido.
21 Princípios Fundamentais para a Prática Profissional de Auditoria Interna IIA Brasil Princípios Fundamentais: Ser objetivo e livre de influências indevidas (independente).
22 Princípios Fundamentais para a Prática Profissional de Auditoria Interna IIA Brasil Princípios Fundamentais: Estar alinhado com as estratégias, objetivos e riscos da organização.
23 Princípios Fundamentais para a Prática Profissional de Auditoria Interna IIA Brasil Princípios Fundamentais: Estar apropriadamente posicionado e adequadamente equipado.
24 Princípios Fundamentais para a Prática Profissional de Auditoria Interna IIA Brasil Princípios Fundamentais: Demonstrar qualidade e melhoria contínua.
25 Princípios Fundamentais para a Prática Profissional de Auditoria Interna IIA Brasil Princípios Fundamentais: Comunicar-se com eficácia.
26 Princípios Fundamentais para a Prática Profissional de Auditoria Interna IIA Brasil Princípios Fundamentais: Prestar avaliações com base em riscos.
27 Princípios Fundamentais para a Prática Profissional de Auditoria Interna IIA Brasil Princípios Fundamentais: Ser perspicaz, proativo e focado no futuro.
28 Princípios Fundamentais para a Prática Profissional de Auditoria Interna IIA Brasil Princípios Fundamentais: Promover a melhoria organizacional.
29 Definição de Controle Interno COSO 2013 Controle Interno é um processo conduzido pela estrutura de governança, pela administração e por outros profissionais da entidade, e desenvolvido para proporcionar segurança razoável com respeito à realização dos objetivos relacionados a operações, divulgação e conformidade!
30 Controle Interno COSO 2013 CONTROLE INTERNO Entrada Processo Segurança Razoável ESTRUTURA DE GOVERNANÇA ADMINISTRAÇÃO OUTROS PROFISSIONAIS DA ENTIDADE
31 Requisitos para um Controle Interno Eficaz COSO 2013 Cada um dos cinco componentes de controle interno e dos princípios relevantes deve estar presente e funcionando A Estrutura COSO estabelece que os componentes e princípios relevantes são requisitos para um sistema de controle interno eficaz. Porém, não estabelece a forma como a administração avalia a sua eficácia.
32 Requisitos para um Controle Interno Eficaz COSO 2013 Ao verificar se um componente está presente e funcionando, a estrutura de governança precisa determinar até que ponto os princípios relevantes estão presentes e funcionando.
33 Requisitos para um Controle Interno Eficaz COSO 2013 O fato de um princípio estar presente e funcionando não implica que a organização busque o mais alto nível de desempenho na sua aplicação.
34 Requisitos para um Controle Interno Eficaz COSO 2013 A administração exerce julgamento ao ponderar o custo e o benefício de desenhar, implementar e aplicar o controle interno.
35 Requisitos para um Controle Interno Eficaz COSO 2013 A Estrutura COSO requer que todos os componentes operem em conjunto e de forma integrada. Operar em conjunto significa determinar que todos os cinco componentes coletivamente reduzem a nível aceitável o risco de não se realizar um objetivo.
36 Requisitos para um Controle Interno Eficaz COSO 2013 Exemplos de operação conjunta de componentes: Normas de conduta esperada (Ambiente de controle) reduzindo o risco de fraude (Avaliação de risco).
37 Requisitos para um Controle Interno Eficaz COSO 2013 Exemplos de operação conjunta de componentes: Processamento de informações relevantes e de qualidade (Comunicação e informação) apoiando os controles de transações e processos corporativos (Atividades de controle).
38 Requisitos para um Controle Interno Eficaz COSO 2013 Exemplos de operação conjunta de componentes: Identificação e monitoramento de deficiências do controle interno (Atividades de monitoramento), exigindo a compreensão das estruturas, das linhas de subordinação, das autoridades e responsabilidades da entidade (Ambiente de controle) e dos meios de comunicação (Informação e comunicação).
39 Requisitos para um Controle Interno Eficaz COSO 2013 Deficiências de controle interno Refere-se a uma insuficiência em um ou mais componentes e princípios relevantes que reduz a probabilidade de uma entidade realizar seus objetivos.
40 Requisitos para um Controle Interno Eficaz COSO 2013 Deficiências de controle interno Avaliações independentes da auditoria interna é uma das fontes para a identificação de deficiências de controle interno.
41 Requisitos para um Controle Interno Eficaz COSO 2013 Deficiências de controle interno Para avaliar se os componentes e princípios estão presentes e funcionando, deve-se levar em conta os controles que põem em prática os princípios. Cabe ressaltar que os controles são interrelacionados e podem apoiar múltiplos objetivos e princípios.
42 Requisitos para um Controle Interno Eficaz COSO 2013 Deficiências de controle interno A Estrutura COSO requer julgamento no desenho, na implementação e na aplicação do controle interno e também na avaliação de sua eficácia.
43 Controle Interno Estrutura Integrada COSO 2013 Operacionais Divulgação Conformidade Objetivos Risco Inerente Eventos
44 Controle Interno Estrutura Integrada COSO 2013 Probabilidade Impacto Risco Inerente Controle Resposta ao Risco Tratamento
45 Controle Interno Estrutura Integrada COSO 2013 Segurança razoável Controle Resposta ao Risco Objetivos Realização dos objetivos
46 Controle Interno Estrutura Integrada COSO 2013 Entidade Divisão Unidade Operacional Função Objetivos
47 Controle Interno Estrutura Integrada COSO 2013 Função Objetivos
48 Controle Interno Estrutura Integrada COSO 2013 Pessoas Normas Estrutura Organizacional Tecnologia Recursos Estabelecidos Fixados Especificados Processo Objetivos Informações internas e externas Avaliações contínuas ou independentes
49 Controle Interno Estrutura Integrada COSO 2013 Ambiente de Controle Avaliação de Riscos Atividades de Controle Objetivos Comunicação e Informação Atividades de Monitoramento
50 MODELO PRÁTICO
51 Metodologia para execução de trabalhos auditoria interna Questões basilares para a construção do modelo
52 Metodologia para execução de trabalhos auditoria interna Questões basilares para a construção do modelo Como evidenciar a objetividade do auditor?
53 Metodologia para execução de trabalhos auditoria interna Questões basilares para a construção do modelo Como o processo deve levar o auditor a observar os princípios fundamentais da auditoria interna?
54 Metodologia para execução de trabalhos auditoria interna Questões basilares para a construção do modelo Como assegurar que todos os requisitos de um controle interno eficaz serão avaliados de forma suficiente?
55 Metodologia para execução de trabalhos auditoria interna Questões basilares para a construção do modelo Como estruturar as informações obtidas e produzidas no processo de execução de auditoria e transformá-las em conhecimento organizacional?
56 Metodologia para execução de trabalhos auditoria interna Como fazer?
57 Definimos que o objetivo e o escopo dos trabalhos são limitados pelo Processo de Negócio
58 Fases da execução do trabalho de Auditoria Planeja- mento Programa de Auditoria Execução Evidências Achados Conclusões Relatório Relatório de Auditoria
59 Planejamento dos trabalhos da auditoria Planejamento Programa de Auditoria
60 Planejamento dos trabalhos da auditoria Fases do planejamento do trabalho da auditoria Levantamento inicial de informações do processo
61 Planejamento dos trabalhos da auditoria Levantamento inicial de informações do processo Conceituação do processo Legislação, normativos e referências técnicas aplicáveis Objetivos do processo
62 Planejamento dos trabalhos da auditoria Levantamento inicial de informações do processo Objetivos do processo Operacional Divulgação Conformidade
63 Planejamento dos trabalhos da auditoria Levantamento inicial de informações do processo Conceituação do processo Legislação, normativos e referências técnicas aplicáveis Objetivos do processo Projetos relacionados Auditorias interna e externas realizadas no processo Estrutura organizacional
64 Planejamento dos trabalhos da auditoria Levantamento inicial de informações do processo Estrutura Organizacional Unidades Titulares e Substitutos Atribuições e Competências definidas
65 Planejamento dos trabalhos da auditoria Levantamento inicial de informações do processo Conceituação do processo Legislação, normativos e referências técnicas aplicáveis Objetivos do processo Projetos relacionados Auditorias interna e externas realizadas no processo Estrutura organizacional Suporte da TI ao processo Análise das informações da ouvidoria
66 Planejamento dos trabalhos da auditoria Fases do planejamento do trabalho da auditoria Levantamento inicial de informações do processo Estudo do fluxograma e elaboração do Mapa de Riscos e Controle do processo (MRC)
67 Planejamento dos trabalhos da auditoria Estudo do fluxograma e elaboração do Mapa de Riscos e Controle do processo (MRC) Processo Objetivos
68 Planejamento dos trabalhos da auditoria Estudo do fluxograma e elaboração do Mapa de Riscos e Controle do processo (MRC) Validação do fluxograma do processo com o gestor Identificação das Atividades Relevantes e de seus Objetivos-Chave Identificação dos Riscos de cada Objetivo-Chave Atividades de controle implementadas
69 Impacto Probabilidade Resultado Nível de Eficácia Risco Residual Planejamento dos trabalhos da auditoria Estudo do fluxograma e elaboração do Mapa de Riscos e Controle do processo (MRC) Risco Inerente Importância do Risco Avaliação do Controle Atividade de Execução Relevante Objetivo-Chave da Atividade Evento (Risco) Atividade de Controle Comentário R a 5 1 a 5 1 a 5 R10.2 R a 5 1 a 5 1 a 5 1 a 5 1 a 5 1 a 5 R10.n 1 a 5 1 a 5 1 a 5
70 Planejamento dos trabalhos da auditoria Fases do planejamento do trabalho da auditoria Levantamento inicial de informações do processo Estudo do fluxograma e elaboração do Mapa de Riscos e Controle do processo (MRC) Modelo de Governança do processo
71 Modelo de governança do processo Principal Estrutura de Governança: - [Unidade de governança do processo] Diretrizes e Incentivos Diretrizes Indicadores instituídos Definição de metas Avaliação de desempenho Ética Recursos Estrutura Supervisão Prestação de contas Indicadores resultantes Avaliações Independentes Estrutura de Gestão: [Unidade gestora do processo] Agente
72 Planejamento dos trabalhos da auditoria Fases do planejamento do trabalho da auditoria Levantamento inicial de informações do processo Estudo do fluxograma e elaboração do Mapa de Riscos e Controle do processo (MRC) Modelo de Governança do processo Preenchimento do Mapa de Objetivos, Riscos e Controle (MORC)
73 Planejamento dos trabalhos da auditoria Objetivos Controles Resposta ao risco Probabilidade Impacto Riscos Inerente
74 Planejamento dos trabalhos da auditoria Pessoas Normas Estrutura Organizacional Tecnologia Recursos Objetivos Estabelecidos Fixados Especificados Processo Objetivos Informações internas e externas Avaliações contínuas e independentes
75 Planejamento dos trabalhos da auditoria Ambiente de Controle Avaliação de Riscos Atividades de Controle Objetivos Comunicação e Informação Atividades de Monitoramento
76 Planejamento dos trabalhos da auditoria Preenchimento do Mapa de Objetivos, Riscos e Controle (MORC) IMPORTANTE Para ter segurança razoável que os objetivos do processo serão alcançados, o COSO define que os seus 5 componentes de controle e 17 princípios devem estar presentes e funcionando. (Controle interno eficaz)
77 Planejamento dos trabalhos da auditoria Preenchimento do Mapa de Objetivos, Riscos e Controle (MORC) Então, como assegurar que nos trabalhos de auditoria interna a presença e o funcionamento dos 5 componentes de controle e dos 17 princípios serão avaliados, e de forma objetiva?
78 Planejamento dos trabalhos da auditoria Preenchimento do Mapa de Objetivos, Riscos e Controle (MORC) O caminho tomado foi identificar os 17 riscos que os princípios do COSO buscam mitigar e transformá-los em riscos inerentes aos processos, pois entendemos que na perspectiva do risco a objetividade das avaliações aumenta. A profundidade dos testes de auditoria também irá depender dos resultados das avaliações dos riscos inerentes ao processo e dos controles.
79 Planejamento dos trabalhos da auditoria Preenchimento do Mapa de Objetivos, Riscos e Controle (MORC) Princípio 1 A organização demonstra ter comprometimento com a integridade e os valores ético Risco 1 Conduta antiética de agentes executores do processo. (normas de conduta - corregedoria - comissão de ética)
80 Planejamento dos trabalhos da auditoria Preenchimento do Mapa de Objetivos, Riscos e Controle (MORC) Princípio 2 A estrutura de governança demonstra independência em relação aos seus executivos e supervisiona o desenvolvimento e o desempenho do controle interno. Risco 2 Sobreposição dos interesses do executivo sobre os da estrutura de governança do processo. (objetividade; independência; segregação de funções; supervisão pela estrutura de governança).
81 Planejamento dos trabalhos da auditoria Preenchimento do Mapa de Objetivos, Riscos e Controle (MORC) Princípio 3 A administração estabelece, com a supervisão da estrutura de governança, as estruturas, os níveis de subordinação, e as autoridades e responsabilidades adequadas na busca dos objetivos Risco 3 Tomada de decisão por agente executor do processo sem competência institucional. (regimento Interno; delegações de competências e de atribuições)
82 Planejamento dos trabalhos da auditoria Preenchimento do Mapa de Objetivos, Riscos e Controle (MORC) Princípio 4 A organização demonstra comprometimento para atrair, desenvolver e reter talentos competentes, em linha com seus objetivos Risco 4 Indisponibilidade de pessoal competente para a execução do processo. (conhecimento, habilidade e atitude; lotação ideal; etc)
83 Planejamento dos trabalhos da auditoria Preenchimento do Mapa de Objetivos, Riscos e Controle (MORC) Princípio 5 A organização faz com que as pessoas assumam responsabilidade por suas funções de controle interno na busca pelos objetivos Risco 5 Incapacidade de acompanhar o desempenho do processo. (prestação de contas - indicadores - estabelecimento de metas pela estrutura de governança e de gestão)
84 Planejamento dos trabalhos da auditoria Preenchimento do Mapa de Objetivos, Riscos e Controle (MORC) Princípio 10 A organização seleciona e desenvolve atividades de controle que contribuem para a redução, a níveis aceitáveis, dos riscos à realização dos objetivos Risco 10 Exposição do processo a níveis inaceitáveis de risco.
85 Impacto Probabilidade Nota do Controle Risco Residual Planejamento dos trabalhos da auditoria Preenchimento do Mapa de Objetivos, Riscos e Controle (MORC) Risco Controle Avaliação do Controle Questão Direcionadora 01-1 a 5 1 a 5 1 a 5? 02-1 a 5 1 a 5 1 a 5? a 5 1 a 5 1 a 5? 10-1 a 5 1 a 5 1 a 5? a 5 1 a 5 1 a 5? 17-1 a 5 1 a 5 1 a 5?
86 Planejamento dos trabalhos da auditoria Preenchimento do Mapa de Objetivos, Riscos e Controle (MORC) Para elevar a objetividade na avaliação do impacto e da probabilidade de ocorrência de evento de risco e da avaliação do controle interno, foram estabelecidas réguas.
87 Planejamento dos trabalhos da auditoria Preenchimento do Mapa de Objetivos, Riscos e Controle (MORC) Régua para avaliação do Impacto Escala de impacto Descritor Descrição Nível Muito Baixo Baixo Médio Impacto insignificante nos objetivos - Degradação na operação do processo em avaliação, porém causando impactos mínimos para a Agência (em termos financeiros, danos à imagem, afetação da qualidade de produtos e serviços). Impacto mínimo nos objetivos - Degradação na operação do processo em avaliação, causando pequenos impactos para a Agência. Impacto mediano nos objetivos - Degradação na operação do processo em avaliação, causando impactos para a Agência, com possibilidade de recuperação Alto Impacto significante nos objetivos, com possibilidade remota de recuperação - Interrupção do processo em avaliação, causando impactos significativos para a Agência, porém passíveis de recuperação. 4 Muito Alto Impacto máximo nos objetivos, sem possibilidade de recuperação - Interrupção do processo em avaliação, causando impactos irreversíveis para a Agência. 5
88 Planejamento dos trabalhos da auditoria Preenchimento do Mapa de Objetivos, Riscos e Controle (MORC) Régua para avaliação da Probabilidade Escala de probabilidade Descritor Descrição Ocorrências Nível Muito Baixa Evento extraordinário para os padrões conhecidos da gestão e operação do processo. Sem histórico de ocorrência. Até 5 1 Baixa Evento casual, inesperado. Muito embora raro, há histórico de ocorrência conhecido por parte dos principais gestores e operadores do processo. > 5 até 10 2 Média Evento esperado, de frequência reduzida. Com histórico de ocorrência parcialmente conhecido pela maioria dos gestores e operadores do processo. >10 até 15 3 Alta Evento usual, corriqueiro. Devido à sua ocorrência habitual, seu histórico é amplamente conhecido por parte dos gestores e operadores do processo. > 15 até 20 4 Muito Alta Evento repetitivo e constante. Se repete seguidamente, de maneira assídua, numerosa e não raro de modo acelerado. Interfere de modo claro no ritmo das atividades, sendo evidente para os que conhecem o processo. > 20 5
89 Planejamento dos trabalhos da auditoria Preenchimento do Mapa de Objetivos, Riscos e Controle (MORC) Régua para avaliação do controle NACI Nível de eficácia 0 1 Inexistente Ausência completa de controle. Descrição 1 2 Fraco Controle depositado na esfera de conhecimento pessoal dos operadores do processo, em geral realizado individualmente e de maneira manual. Há um elevado grau de confiança no conhecimento das pessoas e, consequentemente, maior probabilidade de erros. 2 3 Mediano 3 4 Satisfatório 4 5 Forte Controle pode falhar por não contemplar todos os aspectos relevantes do risco, pois embora a atividade de controle implementada mitigue nuances do risco associado, não o faz apropriadamente, seja por não contemplar todos os seus aspectos relevantes ou por ser ineficiente em seu desenho técnico ou nas ferramentas utilizadas. Controle normatizado e embora passível de aperfeiçoamento, está sustentado por ferramentas adequadas e mitiga o risco razoavelmente. Controle mitiga o risco associado em todos os aspectos relevantes, podendo ser enquadrado num nível de melhor prática..
90 Planejamento dos trabalhos da auditoria Matriz de Risco Impacto x Probabilidade P R O B A B I L I D A D E Nivel de Risco Muito Baixa Baixa Média Alta Muito Alta Muito Alto 5 Alto Alto Muito Alto Muito Alto Muito Alto I M P A C T O Alto 4 Médio Médio Alto Alto Muito Alto Médio 3 Baixo Médio Médio Alto Alto Baixo 2 Muito Baixo Baixo Baixo Médio Médio Muito Baixo 1 Muito Baixo Muito Baixo Muito Baixo Muito Baixo Muito Baixo Impacto & Probabilidade = Risco Inerente R I S C O I N E R E N T E Muito Baixo Baixo Médio Alto Muito Alto Apuração - Ordem de Grandeza
91 Planejamento dos trabalhos da auditoria Matriz de Risco Risco Inerente x Controle Risco Residual C O N T R O L E Forte Satisfatório Mediano Fraco Inexistente R I S C O I N E R E N T E Muito Alto Baixo Médio Alto Muito Alto Muito Alto Alto 4 Muito Baixo Baixo Médio Alto Alto Médio 3 Muito Baixo Muito Baixo Baixo Médio Médio Baixo 2 Muito Baixo Muito Baixo Muito Baixo Baixo Baixo Muito Baixo 1 Muito Baixo Muito Baixo Muito Baixo Muito Baixo Muito Baixo R Inerente & Controles = Risco Residual R I S C O R E S I D U A L Muito Baixo Baixo Médio Alto Muito Alto Apuração - Ordem de Grandeza
92 Planejamento dos trabalhos da auditoria Fases do planejamento do trabalho da auditoria Levantamento inicial de informações do processo Estudo do fluxograma e elaboração do Mapa de Riscos e Controle do processo (MRC) Modelo de Governança do processo Preenchimento do Mapa de Objetivos, Riscos e Controle (MORC) Definição dos objetivos e do escopo do trabalho
93 Planejamento dos trabalhos da auditoria Definição dos objetivos e do escopo do trabalho Concluídos: a Parte Inicial do Programa de Auditoria; o MRC; e o MORC, o auditor tem informações suficientes e objetivas para identificar e propor os OBJETIVOS e o ESCOPO do trabalho de auditoria, alinhados com os componentes e princípios do COSO.
94 Planejamento dos trabalhos da auditoria Fases do planejamento do trabalho da auditoria Levantamento inicial de informações do processo Estudo do fluxograma e elaboração do Mapa de Riscos e Controle do processo (MRC) Modelo de Governança do processo Preenchimento do Mapa de Objetivos, Riscos e Controle (MORC) Definição dos objetivos e do escopo do trabalho Elaboração dos procedimentos de auditoria a serem aplicados
95 Planejamento dos trabalhos da Auditoria Elaboração dos procedimentos de auditoria a serem aplicados Os processos desenhados podem ser alterados durante o tempo sem o conhecimento das pessoas que o descreveram e essas alterações, geralmente, não são incluídas na documentação disponível. Dessa forma, para determinar o funcionamento real dos controles é preciso: Conversar com quem executa os controles ou é afetado por eles Examinar os registros de execução
96 Planejamento dos trabalhos da Auditoria Elaboração dos procedimentos de auditoria a serem aplicados REF. RISCOS PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO PT - QUESTÃO 1 Existem processos administrativos disciplinares relacionados com servidores que atuam na área auditada? Se sim, os problemas identificados ainda representam riscos ao alcance do objetivo do processo auditado? R1 - PROCEDIMENTOS DE TESTE (Q1) T1 Verificar, por meio de [Entrevista] à Corregedoria, se existem processos administrativos disciplinares relacionados com servidores que atuam na unidade auditada. T2 Verificar, por meio de [Documento] fornecido pela Corregedoria se as falhas exploradas pelos servidores, identificadas nos processos administrativos disciplinares ainda representam riscos ao alcance do objetivo do processo auditado. Caso afirmativo, verificar por meio de [Entrevista] com o gestor do processo quais providências foram adotadas para minimizar os riscos relacionados com ocorrência. Entrevista Documento PT-1
97 Planejamento dos trabalhos da auditoria Fases do planejamento do trabalho da auditoria Após a conclusão de todas as etapas do Planejamento dos trabalhos da auditoria, o Programa de Auditoria é aprovado pelo supervisor dos trabalhos e a equipe está apta para iniciar a etapa de Execução dos trabalhos de campo.
98 FIM Cosme Leandro do Patrocínio ANAC Contatos: Tel.:
IPPF - International Professional Practices Framework
IPPF - International Professional Practices Framework 1 IPPF - International Professional Practices Framework Estrutura (Framework) As ORIENTAÇÕES MANDATÓRIAS consistem em Princípios Fundamentais, Definição
GESTÃO DE RISCO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA: QUEBRANDO PARADIGMAS ATORES E
GESTÃO DE RISCO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA: QUEBRANDO PARADIGMAS ATORES E COMPETÊNCIAS. UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS JEFERSON ALVES DOS SANTOS Auditor Chefe da UNIFAL-MG Presidente da Associação FONAIMEC
REGULAMENTO DA AUDITORIA INTERNA CORPORATIVA
REGULAMENTO DA AUDITORIA INTERNA CORPORATIVA 15/05/2018 1. Definição da atividade de auditoria A Auditoria Interna da TOTVS é uma atividade independente e objetiva que presta serviços de avaliação e de
POLÍTICA DE GESTÃO, INTEGRIDADE, RISCOS E CONTROLES INTERNOS MGI MINAS GERAIS PARTICIPAÇÕES S.A.
POLÍTICA DE GESTÃO, INTEGRIDADE, RISCOS E CONTROLES INTERNOS MGI MINAS GERAIS PARTICIPAÇÕES S.A. 1 SUMÁRIO 1. OBJETIVO... 3 2. ABRANGÊNCIA... 4 3. DEFINIÇÕES... 4 4. FUNDAMENTAÇÃO... 5 5. REVISÃO DESTA
Gestão de Controles Internos COSO e as 3 Linhas de Defesa
Gestão de Controles Internos COSO e as 3 Linhas de Defesa Liane Angoti Controladoria-Geral do Distrito Federal Sumário Cenário COSO evolução e abordagens Modelo 3 Linhas de Defesa Experiência da CGDF Reflexão
I Congresso Brasileiro de Auditoria e Controle Internos COBACI 2018 Auditoria Interna em Sistemas de Governança, de riscos e de controles.
I Congresso Brasileiro de Auditoria e Controle Internos COBACI 2018 Auditoria Interna em Sistemas de Governança, de riscos e de controles. Agosto 2018 1 Eduardo Person Pardini CICP Palestrante, Consultor
A RELEVÂNCIA DA AUDITORIA INTERNA PARA O GESTOR
A RELEVÂNCIA DA AUDITORIA INTERNA PARA O GESTOR Rodrigo Stigger Dutra CGE TOP A DIFÍCIL VIDA DE UM GESTOR A DIFÍCIL VIDA DE UM GESTOR Todo dia é dia de gestão de crise! A DIFÍCIL VIDA DE UM GESTOR Não
Política de Compliance
Política de Compliance Capítulo 1 Objetivo do documento A Política de Conformidade (Compliance) da cooperativa estabelece princípios e diretrizes de conduta corporativa, para que todos os dirigentes, empregados
POLÍTICA PCT 007 GERENCIAMENTO DE RISCOS E CONTROLES INTERNOS
POLÍTICA PCT 007 GERENCIAMENTO DE RISCOS E CONTROLES INTERNOS Data: 29/10/2018 Página 1 de 6 1. OBJETIVO Disseminar a cultura de gestão de riscos e o ambiente de controle em todos níveis da organização,
Coordenação-Geral de Auditoria
Coordenação-Geral de Auditoria Equipe da Auditoria Interna Estrutura da Auditoria Interna do IF Goiano: Reitoria: 1 Coordenador-Geral e 2 Auditores Internos Antigos Campi: 1 Auditor Interno em cada; Novos
Norma 2110 Governança
Norma 2110 Governança A atividade de auditoria interna deve avaliar e propor recomendações apropriadas para a melhoria do processo de governança no seu cumprimento dos seguintes objetivos: Promover a ética
GESTÃO DE RISCOS NA CONTRATAÇÃO PÚBLICA GABRIELA PÉRCIO
GESTÃO DE RISCOS NA CONTRATAÇÃO PÚBLICA GABRIELA PÉRCIO RISCO RISCO EVENTO RISCO EVENTO OBJETIVOS RISCO RISCO EVENTO RISCO RISCO ESTRATÉGI A APETITE A RISCO RISCO EVENTO RISCO RISCO EVENTO ORGANIZAÇÃO
POLÍTICA DE RISCO OPERACIONAL
Informação Pública 13/5/2016 ÍNDICE 1 OBJETIVO... 3 2 ABRANGÊNCIA... 3 3 REFERÊNCIA... 3 4 CONCEITOS... 3 5 DIRETRIZES... 4 6 RESPONSABILIDADES... 7 7 INFORMAÇÕES DE CONTROLE... 10 13/5/2016 Informação
Os processos de segurança da informação devem assegurar a integridade, a disponibilidade e a confidencialidade dos ativos de informação da Apex.
1 POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO Disposições Gerais Os sistemas de informação, a infraestrutura tecnológica, os arquivos de dados e as informações internas ou externas, são considerados importantes
A importância da Gestão de Riscos. Marcelo de Sousa Monteiro
A importância da Gestão de Riscos Marcelo de Sousa Monteiro Agenda Alguns comentários sobre Administração O que é risco? A importância da Gestão de Riscos Alguns comentários sobre Administração Administração
CHECK-LIST ISO 14001:
Data da Auditoria: Nome da empresa Auditada: Auditores: Auditados: Como usar este documento: Não é obrigatório o uso de um check-list para o Sistema de Gestão. O Check-list é um guia que pode ser usado
Gestão da Tecnologia da Informação
TLCne-051027-P0 Gestão da Tecnologia da Informação Disciplina: Governança de TI São Paulo, Agosto de 2012 0 Sumário TLCne-051027-P1 Conteúdo desta Aula Continuação do Domínio de Processos PO (PO4, PO5
Interpretação da norma NBR ISO/IEC 27001:2006
Curso e Learning Sistema de Gestão de Segurança da Informação Interpretação da norma NBR ISO/IEC 27001:2006 Todos os direitos de cópia reservados. Não é permitida a distribuição física ou eletrônica deste
REGULAMENTO DE AUDITORIA INTERNA. Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo Dos Empregados do Banrisul
REGULAMENTO DE AUDITORIA INTERNA Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo Dos Empregados do Banrisul Sumário APRESENTAÇÃO...1 Objetivo da Auditoria Interna...2 Da Atividade da Auditoria Interna...2 Das
LISTA DE VERIFICAÇÃO
LISTA DE VERIFICAÇÃO Tipo de Auditoria: AUDITORIA DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE Auditados Data Realização: Responsável: Norma de Referência: NBR ISO 9001:2008 Auditores: 4 SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE
ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL
ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL I. INTRODUÇÃO: O Risco Operacional pode ser entendido como a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes de falhas, deficiência ou inadequação de processos
[ RAS Declaração de Apetite de Risco ] Revisado por: Márcio Placedino Data: 05/01/2018
Olá. [ RAS Declaração de Apetite de Risco ] Versão 01 Aprovado Emissão: por: Reunião -31/10/2017 de Diretoria 2 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO... ERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO. 2. MAPA DE RISCOS... 4 3. PRAZO DE
DOCUMENTO DE USO INTERNO 1
Política Data da última atualização Controles Internos 30.11.2017 Área Responsável Versão Compliance 07 1. Objetivo Estabelecer as diretrizes relacionadas aos controles internos, bem como a estrutura de
19 de Setembro de 2013 Hotel Tivoli São Paulo Mofarrej
19 de Setembro de 2013 Hotel Tivoli São Paulo Mofarrej A AUDITORIA INTERNA E SUA RELAÇÃO COM A GESTÃO DE RISCOS OPERACIONAIS Assizio Oliveira LR Assessoria e Consultoria Definição de Auditoria Interna
CHECKLIST DE AUDITORIA INTERNA ISO 9001:2008
4 Sistema de gestão da qualidade 4.1 Requisitos gerais A CICON CONSTRUTORA E INCORPORADORA: Determina, documenta, implementa e mantêm um sistema de gestão da qualidade para melhorar continuamente a sua
Auditoria de Sistemas de Informação
Auditoria de Sistemas de Informação CEA463 SEGURANÇA E AUDITORIA DE SISTEMAS Universidade Federal de Ouro Preto DECEA / João Monlevade Profa. Msc. Helen de Cássia S. da Costa Lima Universidade
SANTOS & FARIA CONSULTORIA EMPRESARIAL
NOVO COSO 2013 14/08/15 Nilton dos Santos SANTOS & FARIA CONSULTORIA EMPRESARIAL 1. Visão Geral do projeto Novo COSO 2013 2. Atualização Novo COSO 2013 : Pontos-chave, melhorias e esclarecimentos 3. Documentos
Governança. Corporativa e. Gestão de Riscos
Governança Corporativa e Gestão de Riscos Século XX Linha do tempo 1992 1999 2018 Criado pelo Banco da Inglaterra o 1º código de boas práticas de Governança Corporativa. No mesmo ano foi elaborado o 1º
Por Carolina de Moura 1
O desenvolvimento sistemático para a gestão de risco na empresa envolve um processo evolutivo. Nos últimos anos tenho testemunhado um forte interesse entre organizações, e as suas partes interessadas,
Campus Capivari Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) Prof. André Luís Belini /
Campus Capivari Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) Prof. André Luís Belini E-mail: [email protected] / [email protected] MATÉRIA: SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO Aula N : 11 Tema:
Política de Risco Operacional BM&FBOVESPA. Página 1
BM&FBOVESPA Página 1 Última revisão: abril de 2014 Índice 1. OBJETIVO... 3 2. ABRANGÊNCIA... 3 3. REFERÊNCIA... 3 4. CONCEITOS... 3 5. DIRETRIZES... 3 5.1. Seção A Comunicação e Consulta... 4 5.2. Seção
Institui a Política de Gestão de Riscos - PGR do Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União - CGU.
CONTEÚDO CAPÍTULO I - DISPOSIÇÕES GERAIS CAPÍTULO II - DOS PRINCÍPIOS CAPÍTULO III - DOS OBJETIVOS CAPÍTULO IV - DA OPERACIONALIZAÇÃO CAPÍTULO V - DAS COMPETÊNCIAS CAPÍTULO VI - DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
POLÍTICA GESTÃO DE RISCOS
POLÍTICA GESTÃO DE RISCOS 07/03/2017 1 1. OBJETIVO Estabelecer as diretrizes, estratégias e responsabilidades na Gestão de Riscos das Empresas Randon, assim como a conceituação, identificação e análise
Gestão de Controles Internos COSO e as 3 Linhas de Defesa
Gestão de Controles Internos COSO e as 3 Linhas de Defesa Rodrigo Fontenelle, CGAP,CCSA,CRMA CGE TOP Agenda Base Normativa. Por quê precisamos falar sobre isso? COSO O Modelo das 3 Linhas de Defesa Enfoque
RESOLUÇÃO N 123, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2015
RESOLUÇÃO N 123, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2015 O CONSELHO UNIVERSITÁRIO da Universidade Federal do Pampa, em sua 69ª Reunião Ordinária, realizada no dia 26 de novembro de 2015, no uso das atribuições que lhe
GERENCIAMENTO INTEGRADO DE RISCOS CORPORATIVOS, CONTROLES INTERNOS E COMPLIANCE. Histórico de Revisões. Elaboração do Documento.
Histórico de Revisões Versão: 01 Data de Revisão: Histórico: Elaboração do Documento. Índice I. Objetivo... 1 II. Abrangência... 1 III. Documentação Complementar... 1 IV. Conceitos e Siglas... 2 V. Responsabilidades...
WORKSHOP SOBRE CONTROLOS INTERNOS Abril/2016
WORKSHOP SOBRE CONTROLOS INTERNOS Abril/2016 Organizações de todos os tipos e tamanhos enfrentam influências e fatores internos e externos que tornam incerto se e quando elas atingirão seus objetivos.
RESOLUÇÃO Nº 4.588, DE 29 DE JUNHO DE 2017 CAPÍTULO I DO OBJETO E DO ÂMBITO DE APLICAÇÃO
RESOLUÇÃO Nº 4.588, DE 29 DE JUNHO DE 2017 Dispõe sobre a atividade de auditoria interna nas instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. O Banco
A gestão de riscos e a operacionalização de controles internos da gestão: o papel da auditoria interna como 3a linha de defesa
A gestão de riscos e a operacionalização de controles internos da gestão: o papel da auditoria interna como 3a linha de defesa Referencial estratégico da CGU Disseminar as doutrinas de governança, controle,
POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS CONTAX PARTICIPAÇÕES S.A CAPÍTULO I OBJETIVO E ABRANGÊNCIA
POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS CONTAX PARTICIPAÇÕES S.A CAPÍTULO I OBJETIVO E ABRANGÊNCIA 1.1 Definir os processos de identificação, avaliação, tratamento, monitoramento e comunicação dos riscos inerentes
Conteúdo Programático Completo
Conteúdo Programático Completo 1. PAPÉIS ESTRATÉGICOS E OPERACIONAIS DA AUDITORIA INTERNA 1.1 Gestão de Mudanças 1.1.1 Visão Geral 1.1.2 Habilidades Interpessoais 1.1.3 Tipos de Mudança 1.1.4 Resistência
POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO PÚBLICA
POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO PÚBLICA ÍNDICE 1. OBJETIVO... 3 2. ABRANGÊNCIA... 3 3. DIRETRIZES... 3 3.1. TREINAMENTO E CONSCIENTIZAÇÃO... 3 3.2. COOPERAÇÃO ENTRE ORGANIZAÇÕES... 3 3.3. CONDUTAS
INDEPENDÊNCIA & OBJETIVIDADE EM AUDITORIA INTERNA
INDEPENDÊNCIA & OBJETIVIDADE EM AUDITORIA INTERNA Renato Trisciuzzi, CIA, CCSA, CRMA, Contador, MSC. Presidente do Conselho de Administração IIA BRASIL Independência e Objetividade Independência: A liberdade
POLÍTICA DE CONFORMIDADE
Sumário 1. OBJETIVO... 1 2. ABRANGÊNCIA... 1 3. DEFINIÇÕES... 1 3.1 Conformidade... 1 3.2 Estrutura Normativa Interna... 1 3.3 Programa de Integridade... 1 4. PRINCÍPIOS E DIRETRIZES... 1 4.1 Princípios
Poder Judiciário Federal Justiça Eleitoral do Ceará. Planejamento Estratégico Plano de Gestão de Riscos
Poder Judiciário Federal Justiça Eleitoral do Ceará Planejamento Estratégico 2015-2020 Plano de Gestão de Riscos Versão 1.0 Aprovado pelo COE na 7ª RAE, 27/08/2015 Justiça Eleitoral do Ceará Plano de Gestão
Correlações: Artigo 4 e Anexo II alterados pela Resolução CONAMA nº 381/06
RESOLUÇÃO CONAMA nº 306, de 5 de julho de 2002 Publicada no DOU n o 138, de 19 de julho de 2002, Seção 1, páginas 75-76 Correlações: Artigo 4 e Anexo II alterados pela Resolução CONAMA nº 381/06 Estabelece
Portaria nº 966 de 26 de março de O Vice-Reitor da Universidade Federal de São Paulo, no uso de suas atribuições legais e regimentais,
Portaria nº 966 de 26 de março de 2018. Dispõe sobre a Política de Gestão de Riscos da Universidade Federal de são Paulo - Unifesp O Vice-Reitor da, no uso de suas atribuições legais e regimentais, Considerando
POLÍTICA DE CONTROLES INTERNOS
POLÍTICA DE CONTROLES INTERNOS Informação Pública 13/5/2016 ÍNDICE 1 OBJETIVO... 3 2 ABRANGÊNCIA... 3 3 PRINCÍPIOS... 3 4 REFERÊNCIAS... 4 5 CONCEITOS... 4 6 PRERROGATIVAS... 4 7 DIRETRIZES... 5 8 RESPONSABILIDADES...
Modelo de Gestão de Riscos em Instituições Federais de Ensino Superior (IFES) Bruno Silva Auditor Interno
Modelo de Gestão de Riscos em Instituições Federais de Ensino Superior (IFES) Bruno Silva Auditor Interno Estrutura da Apresentação I. Introdução Objetivos Definições II. Por que propor um modelo de gestão
Política de Gestão Estratégica de Riscos e Controles Internos CELESC
Política de Gestão Estratégica de Riscos e Controles Internos CELESC Política de Gestão Estratégica de Riscos e Controles Internos CELESC SUMÁRIO SUMÁRIO... 1 INTRODUÇÃO... 2 OBJETIVOS... 3 CONCEITOS...
POLÍTICA DE RISCO OPERACIONAL DOS FUNDOS E CARTEIRAS GERIDOS PELO SICREDI
POLÍTICA DE RISCO OPERACIONAL DOS FUNDOS E CARTEIRAS GERIDOS PELO SICREDI Versão: outubro/2016 1. OBJETIVO Em concordância com as diretrizes da Política de Gerenciamento de Riscos dos Fundos e Carteiras
POLÍTICA GESTÃO DE RISCOS CORPORATIVOS
POLÍTICA GESTÃO DE RISCOS CORPORATIVOS Página 1 / 7 Revisão 00 Elaborado em: 14/03/2017 Válido até: 14/03/2018 1. OBJETIVO O processo de Gestão de Riscos Corporativos tem como objetivo garantir a identificação
Instrumento Organizacional. Política Institucional GESTÃO DE RISCOS CORPORATIVOS PI0028 V.2
Instrumento Organizacional Tipo: Política Institucional Fase: Vigente Título: Número e Versão: GESTÃO DE RISCOS CORPORATIVOS PI0028 V.2 Área Emitente: Aprovador: Vigência da 1ª versão: Vigência desta versão:
Auditoria Interna em Sistema de Integridade. Rodrigo Fontenelle, CGAP, CRMA, CCSA
Auditoria Interna em Sistema de Integridade Rodrigo Fontenelle, CGAP, CRMA, CCSA Agenda Governança Integridade (Compliance) Papel da Auditoria Interna 2 Interação entre Instrumentos Governança Gestão de
Conteúdo Programático Completo
Conteúdo Programático Completo 1. ORIENTAÇÕES MANDATÓRIAS 1.1 Padrões Aplicáveis 1.1.1 Orientações Mandatórias 1.1.2 Orientações Fortemente Recomendadas 1.1.3 Representação Gráfica da Hierarquia das Normas
PLATAFORMA GLOBAL DE DEFESA DA PROFISSÃO
PLATAFORMA GLOBAL DE DEFESA DA PROFISSÃO SOBRE O INSTITUTO DE AUDITORES INTERNOS The Institute of Internal Auditors (IIA) é a voz global da profissão de auditoria interna, autoridade reconhecida e principal
Auditoria Contínua Uma visão do IIA Global. Oswaldo Basile, CIA, CCSA, QAR. CEO Trusty Consultores Presidente IIA Brasil
Auditoria Contínua Uma visão do IIA Global Oswaldo Basile, CIA, CCSA, QAR. CEO Trusty Consultores Presidente IIA Brasil Normas Internacionais para a Prática Profissional - NIPP Elementos - NIPP Definição
Campus Capivari Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) Prof. André Luís Belini /
Campus Capivari Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) Prof. André Luís Belini E-mail: [email protected] / [email protected] MATÉRIA: SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO Aula N : 11 Tema:
Políticas Corporativas
1 IDENTIFICAÇÃO Título: Restrições para Uso: POLÍTICA DE CONTROLES INTERNOS Acesso Controle Livre Reservado Confidencial Controlada Não Controlada Em Revisão 2 - RESPONSÁVEIS Etapa Área Responsável Cargo
CONTROLES INTERNOS, GESTÃO DE RISCOS E GOVERNANÇA NO ÂMBITO DO PODER EXECUTIVO FEDERAL
Ministério Ministério da Planejamento Transparência Fiscalização Ministério da e Controle Fiscalização, Transparência e Controle CONTROLES INTERNOS, GESTÃO DE RISCOS E GOVERNANÇA NO ÂMBITO DO PODER EXECUTIVO
DE GESTÃO DE RISCOS DO IFMS
DE GESTÃO DE RISCOS DO IFMS MAIO / 2017 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO DO SUL IFMS Endereço: Rua Ceará, 972 - Campo Grande - MS CEP: 79.021-000 CNPJ: 10.673.078/0001-20
OHSAS 18001:2007 SAÚDE E SEGURANÇA OCUPACIONAL
OHSAS 18001:2007 SAÚDE E SEGURANÇA OCUPACIONAL Requisitos gerais, política para SSO, identificação de perigos, análise de riscos, determinação de controles. CICLO DE PDCA (OHSAS 18001:2007) 4.6 ANÁLISE
Módulo Contexto da organização 5. Liderança 6. Planejamento do sistema de gestão da qualidade 7. Suporte
Módulo 3 4. Contexto da organização 5. Liderança 6. Planejamento do sistema de gestão da qualidade 7. Suporte Sistemas de gestão da qualidade Requisitos 4 Contexto da organização 4.1 Entendendo a organização
Linhas de defesa - papéis das áreas de gestão de riscos, controles internos e auditoria interna
Linhas de defesa - papéis das áreas de gestão de riscos, controles internos e auditoria interna Riscos e Controles Controles internos (da gestão) Processo conduzido para atingir objetivos Meio para um
GESTÃO DE RISCOS NO SETOR PÚBLICO
GESTÃO DE RISCOS NO SETOR PÚBLICO Tiago Alencar Coordenador de Transparência, Governança e Gestão de Riscos Pró-Reitor Adjunto de Planejamento e Orçamento Universidade Federal do Cariri Objetivos Os objetivos
Reflexões sobre governança, riscos e controles internos na administração pública
Reflexões sobre governança, riscos e controles internos na administração pública Referencial estratégico da CGU Disseminar as doutrinas de governança, controle, integridade e gestão de riscos e fortalecer
MANUAL DE COMPLIANCE ASK GESTORA DE RECURSOS LTDA. Brasil Portugal - Angola
MANUAL DE COMPLIANCE DA ASK GESTORA DE RECURSOS LTDA. JUNHO DE 2016 ÍNDICE GERAL 1. INTRODUÇÃO... 3 2. AMPLITUDE... 3 3. COMPLIANCE... 3 4. ESTRUTURA DE COMPLIANCE DA GESTORA... 5 5. DISPOSIÇÕES GERAIS...
GERÊNCIA DE AUDITORIA INTERNA PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO
GERÊNCIA DE AUDITORIA INTERNA PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 2017-2018 MARÇO/2017 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO METODOLOGIA MISSÃO VISÃO VALORES ANÁLISE DE CONTEXTO ESTRATÉGIAS APRESENTAÇÃO Este é o primeiro Planejamento
Política de Controles Internos e Gestão de Riscos
Política de Controles Internos e Gestão de Riscos SUMÁRIO 1- INTRODUÇÃO... 3 2- ABRANGÊNCIA... 3 3- TERMOS E DEFINIÇÕES... 4 4- OBJETIVO... 6 5- DIRETRIZES PARA O CONTROLE INTERNO E GESTÃO DE RISCOS...
Módulo 7 Estrutura da norma ISO 9001:2008 Sistemas de Gestão da Qualidade - Requisitos Requisitos 8.1, 8.2 e 8.3
Módulo 7 Estrutura da norma ISO 9001:2008 Sistemas de Gestão da Qualidade - Requisitos Requisitos 8.1, 8.2 e 8.3 Estrutura da norma Sistema de Gestão da Qualidade 4 C L I E N R E Q U I S 5 Responsabilidade
O Futuro da Auditoria Interna: Tendências e requisitos fundamentais do Chief Audit Executive
1 O Futuro da Auditoria Interna: Tendências e requisitos fundamentais do Chief Audit Executive DEFINIÇÃO DE AUDITORIA INTERNA "A auditoria interna é uma atividade independente, de garantia objetiva e consultiva,
Política de Conformidade (Compliance) do Sistema CECRED
Aprovado por: Conselho de Administração Data aprovação reunião: 23/ SUMÁRIO Capítulo 1 Objetivo do documento... 2 Capítulo 2 Responsabilidades... 3 Capítulo 3 Glossário / Definições... 8 Capítulo 4 Regras...
GESTÃO DE RISCOS CORPORATIVOS E CONTROLES INTERNOS BELÉM (PA) MAIO DE 2018
GESTÃO DE RISCOS CORPORATIVOS E CONTROLES INTERNOS BELÉM (PA) MAIO DE 2018 1 Você faz gestão de riscos? (Vídeo 1) 2 Espera-se que o participante seja capaz de agregar valor às práticas de gestão da UFRA,
REGULAMENTO INTERNO DA AUDITORIA DA ELETROBRAS
REGULAMENTO INTERNO DA AUDITORIA DA ELETROBRAS Sumário Capítulo I - Da Finalidade... 3 Capítulo II - Das Competências da Auditoria da Eletrobras... 3 Capítulo III - Da Organização da Auditoria da Eletrobras...
Modelo de Estatuto para a Atividade de Auditoria Interna
Modelo de Estatuto para a Atividade de Auditoria Interna O Modelo de Estatuto para a Atividade de Auditoria Interna foi desenvolvido para ilustrar práticas comuns, tipicamente delineadas em um estatuto
