Indústrias do Fósforo
|
|
|
- Lúcia Brandt Alves
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Indústrias do Fósforo Figura 1 Ciclo do fósforo na natureza Durante as décadas recentes, as diversas indústrias de fosfatos conseguiram rápidos progressos na redução dos custos da produção e da distribuição e possibilitaram assim que o fósforo, o ácido fosfórico e seus sais fossem usados em setores mais amplos e, ao mesmo tempo, que se introduzissem novos derivados. O uso de materiais fosfáticos como fertilizantes foi praticado durante longo período anterior a isolamento e à descoberta do fósforo pelo alquimista Brand, em Já em 200 a.c., os cartagineses recomendavam e usavam o excremento de aves para elevar o Química Inorgânica Industrial aula 2 Página 1
2 rendimento das colheitas. Os incas do Peru valorizavam de tal forma o guano e o esterco de aves que era considerado um crime de morte matar os pássaros. Os ossos e o guano foram, até o final do século XIX, as principais fontes de fósforo e de ácido fosfórico, mas essas fontes são limitadas. Para a obtenção desse elemento, de início, utilizava-se diretamente os minerais fosfáticos finamente moídos, e aplicados de maneira direta ao solo. Logo, porém, se percebeu que o tratamento destes minerais com o ácido sulfúrico aumentava a disponibilidade e a eficiência do fosfato para fins agrícolas. Na atualidade, a acidulação com ácido nítrico ou com ácido fosfórico concentrado leva a um maior efeito fertilizante. A mineração de rochas fosfáticas é realizada em grande escala. Os minerais variam tanto em pureza como em composição. A indústria calcula a produção de fosfatos em termos do conteúdo de P 2 O 5. As principais aplicações comerciais dos fosfatos são as seguintes: 85% para fertilizantes, tais como superfosfatos, superfosfato triplo e fosfato de amônio. Eles não precisam ser muito puros. 5% aditivos de detergentes ( cargas ), principalmente o tripolifosfato de sódio, utilizado na preparação de detergentes em pó, e pirofosfato de sódio, em detergentes líquidos. 3% na indústria de alimentos para dar o gosto ácido (ph = 2) a bebidas, tais como refrigerantes e certas cervejas, e como emulsificante de queijos industrializados, leite em pó, etc. 2,5% no tratamento de metais: a) para protegê-los da corrosão; mergulhando-se o metal quente em ácido fosfórico, ou aquecendo-se o ácido a 90-95ºC (às vezes com Zn 2+, Mn 2+, Cu 2+ ou outros íons presentes), em processos tais como a parkerização (fosfatização de metais) e a bonderização (plastificação). Pequenas peças metálicas, como rebites, parafusos e porcas são tratadas dessa maneira, e também os blocos de motores, refrigeradores, etc, antes da pintura. Química Inorgânica Industrial aula 2 Página 2
3 b) na limpeza de metais, isto é, na remoção de pequenas imperfeições (lascas) e óxidos da superfície do ferro e aço, mergulhando-os em um banho ácido. c) polimento por imersão de peças de alumínio: as peças são conectadas ao ânodo e eletrolisadas num banho de H 3 PO 4 contendo pequenas quantidades de HNO 3 e quantidades ainda menores de Cu(NO 3 ) 2. Consegue-se dessa forma uma superfície de alumínio altamente polida e brilhante, protegida por uma camada transparente de Al 2 O 3. 1% para usos industriais, como tratamento de águas duras, soluções tampão, removedores de tinta e na remoção de H 2 S de gases, principalmente na indústria de petróleo. 1% na fabricação de sulfetos de fósforo (para fósforos de segurança). 1% na obtenção de compostos organofosforados: plastificantes, inseticidas e aditivos de gasolina. 1% é empregado em produtos farmacêuticos, como cremes dentais contendo flúor e em certos fermentos químicos. 0,5% em tecidos á prova de fogo. O uso excessivo de fosfatos no tratamento de águas duras é criticado pelos ambientalistas, pois contribui para a poluição das águas. Os fosfatos contidos nos esgotos domésticos passam pelos sistemas de tratamento dessas águas e desembocam nos rios e lagos. Ali servem de alimento para as bactérias que se multiplicam desmesuradamente, consumindo o oxigênio dissolvido e matando a fauna aquática. Os fosfatos também podem provocar o crescimento anormal das plantas aquáticas. Quando estas morrem, haverá uma enorme quantidade de matéria orgânica em decomposição, que também comprometerá a fauna aquática. O quadro 1 a seguir apresenta um resumo dos tratamentos dados às rochas fosfáticas. Química Inorgânica Industrial aula 2 Página 3
4 Quadro 1 Processamento, produtos e subprodutos da rocha fosfática Processo Matéria-prima e reagentes Produtos principais e derivados Subprodutos Acidulação Redução no forno elétrico Metafosfato de cálcio Calcinação ou desfluoração Rocha fosfática, ácido sulfúrico, ácido nítrico, ácido fosfórico, ácido clorídrico, amônia, cloreto de potássio. Rocha fosfática, fluxo silicoso, coque (para a redução), energia elétrica, água para condensação. Rocha fosfática, fósforo, ar ou oxigênio, combustível. Rocha fosfática silicosa, água ou vapor de água, combustível. Superfosfato, ácido fosfórico (via úmida), superfosfato triplo, fosfato de monoamônio, fosfato de diamônio, fosfato de monopotássio. Fósforo, ácido fosfórico, superfosfato triplo, diversos sais de Na, K, NH 4 e Ca, pentóxido de fósforo e haletos de fósforo. Metafosfato cálcio. de Compostos de flúor, vanádio, urânio (limitado). Compostos de flúor, monóxido de carbono, escória (para uso em estradas, com carga, etc.), ferro fosforoso, vanádio (às vezes). Compostos de flúor. Fosfato desfluorado. Compostos de flúor. A rocha fosfática, finamente pulverizada, tem uso limitado como fertilizante, sobretudo por ser relativamente baixa a disponibilidade de P 2 O 5. Seu principal consumo é na forma de matéria prima para a manufatura de ácido fosfórico, de superfosfato, de fósforo e de compostos de fósforo. A principal rocha fosfática é a fluorapatita, CaF 2.3Ca 3 (PO 4 ) 2. Esse composto é muito insolúvel. Os diversos processos para tornar o teor de P 2 O 5 mais solúvel, não necessariamente em água, mas nos sucos vegetais (o que é medido pela solubilidade ao citrato), são a fabricação dos superfosfatos, a desfluoração da fluorapatita pela calcinação à temperatura de fusão incipiente entre 1.399ºC e 1,510ºC com sílica ou ácido fosfórico. Química Inorgânica Industrial aula 2 Página 4
5 O emprego dos compostos fosfáticos como fertilizante depende, em grande parte, das solubilidades ou da disponibilidade par as plantas. Os produtos podem ser classificados assim: A) Produtos insolúveis em água: rocha fosfática ou fluorapatita. A solubilização pode ser conseguida pelo ácido sulfúrico, pelo ácido fosfórico ou pelo ácido nítrico do processo do superfosfato, ou então pela lenta ação dissolvente dos sucos vegetais. B) Produtos solúveis em citrato: fosfato dicálcico (CaHPO 4 ), comumente denominado fosfato precipitado ou precipitado de osso; escória básica, metafosfatos de cálcio e de potássio, fosfatos desfluorizados (fosfatos calcinados). Parte do fosfato tricálcico da farinha de ossos é solúvel em citrato. Estes produtos são solúveis em solução de citrato de amônio e consideram-se disponíveis para a alimentação dos vegetais. C) Produtos solúveis em água: o principal membro dessa classe, e o constituinte mais importante do superfosfato, é o fosfato monocálcico (CaH 4 (PO 4 ) 2.H 2 O). São também solúveis em água diversos fosfatos de sódio, fosfatos de monoamônio e de diamônio, fosfatos de potássio e alguns fosfatos orgânicos. SUPERFOSFATOS Durante quase um século, o método mais importante de tornar os fosfatos utilizáveis como fertilizantes foi o da acidulação da rocha fosfática para produzir o superfosfato: Ca 3 (PO 4 ) H 2 SO H 2 O CaH 4 (PO 4 ) CaSO 4.2H 2 O fosfato gesso monocálcico CaF 2 + H 2 SO H 2 O CaSO 4.2H 2 O + 2 HF 4 HF + SiO 2 SiF H 2 O Em água: 3 SiF H 2 O SiO H 2 SiF 6 Química Inorgânica Industrial aula 2 Página 5
6 O ácido fluorídrico reage formando ácido fluorssilícico, sendo, porém, incompleta a remoção de flúor. Há um excesso de consumo do ácido sulfúrico, provocado, provocado por impurezas da rocha, como CaCO 3, Fe 2 O 3, Al 2 O 3 e CaF 2. O peso do produto pode aumentar até 70% em relação à rocha fosfática a 70-75% de fosfato tricálcico, formando um superfosfato com 16 a 20% de P 2 O 5 solúvel. A fabricação do superfosfato envolve 4 etapas: 1) preparação da rocha fosfática; 2) misturação com o ácido; 3) cura e secagem da lama inicial graças ao término das reações; 4) desmonte, moagem e ensacamento do produto acabado. Em todas as instalações, a etapa inicial é a pulverização da rocha, que é cominuída a uma granulometria com 70 a 80% passando pela malha 200, conseguindo as seguintes vantagens: a) a reação é mais rápida; b) utiliza-se o ácido sulfúrico com mais eficiência e, por isso, necessita-se menos ácido; c) obtém-se um produto de teor mais elevado em melhores condições. Fabricação de superfosfato simples mediante um processo contínuo O fluxograma está ilustrado na figura 2. A rocha fosfática moída (com 90% a menos da malha 100) é pesada num alimentador-dosador e entra num misturador a duplo cone, onde é misturada com quantidades corretas de ácido sulfúrico. O ácido sulfúrico é diluído com água no cone, a uma concentração equivalente a 51º Bé; o calor de diluição serve para aquecer o ácido sulfúrico até a temperatura apropriada à reação; o calor em excesso é dissipado pela evaporação da água extra que se adiciona. Para controlar a umidade do produto, ajusta-se a taxa de adição da água e a concentração do ácido. O ácido e a água são injetados tangencialmente no misturador cônico, para favorecer a misturação com a rocha fosfática. O superfosfato fresco é descarregado no misturador para uma amassadeira, onde ainda ocorre uma misturação adicional e principia a reação. Da amassadeira, o Química Inorgânica Industrial aula 2 Página 6
7 superfosfato cai numa câmara com esteira transportadora, cuja velocidade de avanço é muito pequena, de modo que a massa dispõe de 1h para solidificar-se, antes de chegar na cortadeira. A cortadeira separa fatias do produto bruto, para serem transportadas e empilhadas durante um período de cura, ou de término da reação, o que leva de uns 10 a 20 dias, até se atingir um teor de P 2 O 5 solúvel satisfatório para a alimentação vegetal. A câmara com a esteira está completamente isolada, de modo que não há escapamento de fumos para a área de trabalho. Os fumos são lavados com jatos de água, para remover o ácido e o fluoreto, antes de serem descarregados na atmosfera. A água de lavagem é descarregada num leito de calcário para neutralizar o ácido. Figura 2 Fluxograma da fabricação do superfosfato pelo processo de câmara contínua. Superfosfato triplo Este material é um fertilizante mais concentrado que o superfosfato simples, e contém de 44 a 51% de P 2 O 5 solúvel, ou seja, três vezes a quantidade no superfosfato simples. O superfosfato triplo é feito pela ação do ácido fosfórico sobre a rocha fosfática, não havendo, portanto, formação de sulfato de cálcio diluente. Química Inorgânica Industrial aula 2 Página 7
8 CaF 2.2Ca 3 (PO 4 ) H 3 PO 4 10 Ca(H 2 PO 4 ) HF O processo de produção contínua do superfosfato triplo granulado está ilustrado na figura 3. Neste caso, a rocha fosfática moída (75% menor que a malha 200) e o ácido fosfórico a 62% são introduzidos em quantidades medidas continuamente no granulador, onde ocorrem a reação e a granulação. Os finos que passam pela peneira dos produtos são reciclados, e a umidade e a temperatura necessárias para a granulação apropriada são mantidas pela adição de água e/ou vapor d água. O granulador é um vaso cilíndrico, que gira em torno de um eixo horizontal, com descarga por transbordamento numa extremidade. O ácido fosfórico é injetado uniformemente sob o leito de material através de um tubo perfurado. Quando se usa o ácido fosfórico do processo por via úmida, é também necessário ter um pré-aquecedor do ácido. Os grânulos do produto extravasam pelo vertedor e entram num resfriador rotatório, onde são arrefecidos e ligeiramente secados por um fluxo de ar em contracorrente. Os gases de resfriamento do resfriador passam por um ciclone, onde se coleta a poeira, que é reconduzida ao granulador ao modo de reciclo. O produto resfriado é peneirado, sendo o material grosseiro moído e conduzido, juntamente com os finos, para o granulador. O produto é, então, levado para um depósito a granel, onde sofre uma cura de 1 a 2 semanas, durante as quais avança a reação do ácido e da rocha, aumentando a disponibilidade de P 2 O 5 assimilável pelas plantas. Os gases de descarga do granulador e do resfriador são lavados com água, para remover os silicofluoretos. O custo deste concentrado, na base de unidade de P 2 O 5, é mais elevado que o do superfosfato simples, em virtude do maior investimento de capital e da mão-de-obra e processamento extras. Entretanto, essa desvantagem é contrabalançada, em grande parte, pela possibilidade de se usar rocha fosfática de qualidade inferior, mais barata, para fazer o ácido fosfórico, que reage então com a rocha de melhor qualidade. Conseguem-se também economias substanciais no manuseio, no ensacamento, no transporte e na distribuição. Química Inorgânica Industrial aula 2 Página 8
9 Figura 3 Fluxograma ilustrando o processo de superfosfato triplo. Fabricação do ácido fosfórico por via úmida para fertilizantes e sais O ácido (orto)fosfórico apresenta fórmula H 3 PO 4, e sua representação espacial está representada na figura 4 ao lado. Esse ácido contém três átomos de H ionizáveis, sendo classificado como triácido. Sua dissociação ocorre em etapas: H 3 PO 4 H H 2 PO 4 K a1 = 7, H 2 PO 4 H HPO 4 K a2 = 6, HPO 4 2- H PO 4 K a3 = 1, Grandes quantidades de ácido Figura 4 Representações espaciais do ácido fosfórico, H 3 PO 4. (orto)fosfórico de baixa pureza são preparados, tratando-se rochas fosfáticas com H 2 SO 4. Esse é o processo por via úmida. O CaSO 4 é hidratado formando gesso (CaSO 4.2H 2 O), que é separado por filtração, e o F - é transformado em Na 2 (SiF 6 ) e removido. O H 3 PO 4 obtido é Química Inorgânica Industrial aula 2 Página 9
10 concentrado por evaporação. A maior parte do ácido obtido dessa maneira é utilizada na fabricação de fertilizantes, conforme citado anteriormente. Ca 3 (PO 4 ) H 2 SO 4 2 H 3 PO CaSO 4 3 Ca 3 (PO 4 ) 2.CaF H 2 SO 4 6 H 3 PO CaSO HF Ácido fosfórico a partir do fósforo Uma quantidade crescente de ácido fosfórico puro e concentrado está sendo fabricada a partir do fósforo elementar, mediante oxidação e hidratação. A torre, ou câmara, de oxidação é construída em tijolos resistentes ao aço ou em aço inoxidável. O ácido fosfórico corre pelas paredes abaixo e absorve cerca de 75% do P 2 O 5 e também o calor. Esse ácido é resfriado, uma parte é retirada e uma outra é recirculada. Os 25% restantes passam, como névoa, por um eliminador de névoa onde são coletados. Fermentos em pó A indústria dos fermentos em pó é uma consumidora importante, embora indireta, de rocha fosfática. O emprego de agentes fermentantes para provocar a aeração e tornar leve a massa de pães e de bolos é conhecido desde os tempos dos egípcios e nos foi transmitido pelos gregos e romanos. Os principais ácidos de fermento são o fosfato de monocálcio monoidratado, o fosfato de monocálcio anidro, o pirofosfato ácido de sódio, o sulfato de sódio e alumínio, o ácido tartárico e os tartaratos ácidos. Aos ingredientes ativos adiciona-se uma carga ou agente secativo, por exemplo, amido ou farinha, para que a distribuição na massa seja melhor e para agir como diluente, impedindo a reação até que o material seja sujeito à ação da água e do calor. As equações a seguir representam as ações dos vários fermentos em pó: 3 CaH 4 (PO 4 ) 2 H 2 O + 8 NaHCO 3 8 CO 2 + Ca 3 (PO 4 ) Na 2 HPO H 2 O KH 2 PO 4 + NaHCO 3 CO 2 + KNaHPO 4 + H 2 O NaH 2 PO 4 + NaHCO 3 CO 2 + Na 2 HPO 4 + H 2 O Na 2 H 2 P 2 O NaHCO 3 2 CO Na 2 HPO 4 + H 2 O Química Inorgânica Industrial aula 2 Página 10
FÓSFORO PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I
HISTÓRICO PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I E ÁCIDO FOSFÓRICO é o primeiro elemento objeto de descoberta de que háh registo histórico. Em 1669, um comerciante alemão de Hamburgo, chamado Henning Brand,,
PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I
PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I E ÁCIDO FOSFÓRICO HISTÓRICO O fósforo é o primeiro elemento objeto de descoberta de que há registo histórico. Em 1669, um comerciante alemão de Hamburgo, chamado Henning
PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I. UD 05: Indústrias do fósforo
PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I UD 05: Indústrias do fósforo Prof. Lucrécio Fábio Atenção: Estas notas de aula destinam-se exclusivamente a servir como roteiro de estudo. Figuras e tabelas de outras fontes
PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I APRESENTAÇÃO DA DISCIPLINA
PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I APRESENTAÇÃO DA DISCIPLINA UNIDADES DIDÁTICAS 1. Introdução ao estudo dos Processos Químicos Industriais. Relacionamento com a Indústria Química. 2. Derivados inorgânicos
01/08/2010. química).
UNIDADES DIDÁTICAS PROCESSOS QUÍMICOS I APRESENTAÇÃO DA DISCIPLINA 1. Introdução ao estudo dos Processos Químicos Industriais. Relacionamento com a Indústria Química. 2. Derivados inorgânicos do nitrogênio.
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Campus Experimental de Dracena Curso de Zootecnia Disciplina: Fertilidade do solo e fertilizantes
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Campus Experimental de Dracena Curso de Zootecnia Disciplina: Fertilidade do solo e fertilizantes FERTILIZANTES E CORRETIVOS: CONCEITOS BÁSICOS E CLASSIFICAÇÃO Prof. Dr.
Metalurgia de Metais Não-Ferrosos
Metalurgia de Metais Não-Ferrosos Metalurgia de Sulfetos Principais metais que ocorrem na forma de sulfetos: Zn, Pb, Cu Problema: extrair o metal do sulfeto: altemativa1 redução por C ou H 2 ; alternativa
PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I
PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I INDÚSTRIAS DE CLORO-ÁLCALIS INTRODUÇÃO INDÚSTRIAS DE CLORO-ÁLCALIS: Na 2 CO 3 SODA CÁUSTICA NaOH CLORO Essas substâncias estão entre as mais importantes das indústrias
PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I
PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I Fertilizantes ou adubos são compostos químicos que visam suprir as deficiências em substâncias vitais à sobrevivência dos vegetais. São aplicados na agricultura com o intuito
1ª Série Ensino Médio. 16. O sistema a seguir mostra a ocorrência de reação química entre um ácido e um metal, com liberação do gás X:
1ª Série Ensino Médio 16. O sistema a seguir mostra a ocorrência de reação química entre um ácido e um metal, com liberação do gás X: O gás X, liberado neste sistema, é o: (A) O 2 ; (B) Cl 2 ; (C) O 3
UNIDADES DIDÁTICAS PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I 05/03/2015 APRESENTAÇÃO DA DISCIPLINA
UNIDADES DIDÁTICAS PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I APRESENTAÇÃO DA DISCIPLINA 1. Introdução ao estudo dos Processos Químicos Industriais. Relacionamento com a Indústria Química. 2. Derivados inorgânicos
PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I
PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I INDÚSTRIAS DE CLORO-ÁLCALIS LCALIS INTRODUÇÃO INDÚSTRIAS DE CLORO-ÁLCALIS: LCALIS: Na 2 CO 3 SODA CÁUSTICA C NaOH CLORO Essas substâncias estão entre as mais importantes
Processos Pré-Extrativos
Universidade Federal do Pará Instituto de Tecnologia Tecnologia Metalúrgica Prof. Dr. Jorge Teófilo de Barros Lopes Campus de Belém Curso de Engenharia Mecânica 24/05/2018 08:16 TECNOLOGIA METALÚRGICA
Processos Pré-Extrativos
Universidade Federal do Pará Instituto de Tecnologia Tecnologia Metalúrgica Prof. Dr. Jorge Teófilo de Barros Lopes Campus de Belém Curso de Engenharia Mecânica 12:03 TECNOLOGIA METALÚRGICA Processos Pré-Extrativos
Balanceamento de equações
Balanceamento de equações Iniciação à Química II Prof. Edson Nossol Uberlândia, 15/09/2017 Equações químicas Lavoisier: a massa é conservada em uma reação química. Equações químicas: descrições de reações
Programa de Pós-Graduação em Engenharia Urbana. Universidade Estadual de Maringá Centro de Tecnologia Departamento de Engenharia Civil.
Programa de Pós-Graduação em Engenharia Urbana Universidade Estadual de Maringá Centro de Tecnologia Departamento de Engenharia Civil Aglomerantes Referência desta aula Mehta & Monteiro (1994), Capítulo
3ª Série / Vestibular. As equações (I) e (II), acima, representam reações que podem ocorrer na formação do H 2SO 4. É correto afirmar que, na reação:
3ª Série / Vestibular 01. I _ 2SO 2(g) + O 2(g) 2SO 3(g) II _ SO 3(g) + H 2O(l) H 2SO 4(ag) As equações (I) e (II), acima, representam reações que podem ocorrer na formação do H 2SO 4. É correto afirmar
GRUPO TCHÊ QUÍMICA. Carbonato de sódio soda barrilha, Na 2 CO 3. Porto Alegre, RS Grupo Tchê Química. Versão 1.
GRUPO TCHÊ QUÍMICA Carbonato de sódio soda barrilha, Na 2 CO 3. Porto Alegre, RS www.tchequimica.com Versão 1.1 Grupo Tchê Química SUMÁRIO Introdução 03 - Propriedades do carbonato de sódio 04 - Propriedades
Gesso de Construção FATEC SP. Aglomerante Aéreo
(http://www.tallestskyscrapers.info/images/tallest-buildings.jpg) MCC I - AGLOMERANTES MCC I Aglomerantes Aglomerante Aéreo Gesso de Construção O gesso de construção é produzido por calcinação do minério
Em meio aquoso sofrem dissociação liberando íons na água, o que torna o meio condutor de corrente elétrica.
Aula 7 Funções Inorgânicas (sais e óxidos) Sal Os sais são compostos que possuem um cátion qualquer (só não pode ser exclusivamente o H +, senão será um ácido) e um ânion qualquer(só não pode ser exclusivamente
Manejo de Solos. Curso de Zootecnia Prof. Etiane Skrebsky Quadros
Manejo de Solos Curso de Zootecnia Prof. Etiane Skrebsky Quadros Aula 6: Acidez e calagem Acidez Acidez Acidez Faixa de acidez e alcalinidade encontradas na maioria dos solos agrícolas Acidez Acidez Amplitude
QUÍMICA LIGAÇÕES QUÍMICAS PROF. SAUL SANTANA
QUÍMICA LIGAÇÕES QUÍMICAS PROF. SAUL SANTANA Ligação Química O conceito de configuração eletrônica e o desenvolvimento da Tabela Periódica permitiu aos químicos uma base lógica para explicar a formação
PROJETO DE RECUPERAÇÃO PARALELA 1º Trimestre
PROJETO DE RECUPERAÇÃO PARALELA 1º Trimestre - 2018 Disciplina: Química Série: 2ª série do Ensino Médio Professor(a): Paola Araújo Objetivo: Recuperar o conteúdo referente ao 1º trimestre, mesclando conteúdos
A nomenclatura dos sais é feita escrevendo-se o nome do ânion, a palavra de e o nome do cátion: (nome do ânion) de (nome do cátion)
QUÍMICA GERAL - AULA 6 - SAIS E ÓXIDOS DATA: 18/09/2015 PROF. ANA - SAIS NEUTRALIZAÇÃO TOTAL Quando misturamos uma solução aquosa de HCl e uma solução aquosa de NaOH ocorre uma reação entre os íons H +
Balanceamento de equações
Balanceamento de equações Química Geral Prof. Edson Nossol Uberlândia, 26/08/2016 Equações químicas Lavoisier: a massa é conservada em uma reação química. Equações químicas: descrições de reações químicas.
TRATAMENTO DA ÁGUA PARA GERADORES DE VAPOR
Universidade Federal do Paraná Curso de Engenharia Industrial Madeireira MÁQUINAS TÉRMICAS AT-056 M.Sc. Alan Sulato de Andrade [email protected] 1 INTRODUÇÃO: A água nunca está em estado puro, livre de
Funções Inorgânicas - Ácidos e Sais
Funções Inorgânicas - Ácidos e Sais Material de Apoio para Monitoria 1. (ITA) A respeito das espécies químicas HNO3, HCN, CH3COOH, HCO3 -, HClO4, HPO4 2-, cada uma em solução aquosa e à temperatura ambiente,
Qui. Allan Rodrigues Xandão (Gabriel Pereira)
Semana 15 Allan Rodrigues Xandão (Gabriel Pereira) Este conteúdo pertence ao Descomplica. Está vedada a cópia ou a reprodução não autorizada previamente e por escrito. Todos os direitos reservados. 23
MCC I Cal na Construção Civil
MCC I - AGLOMERANTES MCC I Aglomerantes Aglomerante Aéreo Cal na Construção Civil Definição: A cal é um aglomerante inorgânico, produzido a partir de rochas calcárias, composto basicamente de cálcio e
O SOLO COMO F0RNECEDOR DE NUTRIENTES
O SOLO COMO F0RNECEDOR DE NUTRIENTES LIQUIDA (SOLUÇÃO DO SOLO) ÍONS INORGÂNICOS E ORGÂNICOS/MICROPOROS SÓLIDA - RESERVATORIO DE NUTRIENTES - SUPERFÍCIE QUE REGULA A CONCENTRAÇÃO DOS ELEMENTOS NA SOLUÇÃO
29/03/ TRANSFORMAÇÕES QUÍMICAS PROVA 1 GABARITO - prova tipo A
29/03/2016 - TRANSFORMAÇÕES QUÍMICAS PROVA 1 GABARITO - prova tipo A Texto para as questões 1 a 10: O permanganato de potássio (KMnO 4 ) é um forte agente oxidante. Em laboratório, pode ser empregado para
Caderno e calculadora: indispensáveis!
Caderno e calculadora: indispensáveis! Tabela periódica Computador e celular desligados Lista de exercícios: importantíssimo fazer e não copiar! Presença: 75% Sem prova substitutiva Prova Final: 45 < X
REAÇÕES DE NEUTRALIZAÇÃO PARCIAL
REAÇÕES DE NEUTRALIZAÇÃO PARCIAL Reação de salificação com neutralização parcial do ácido Nessa reação, forma-se um hidrogênio sal (sal ácido), cujo ânion contém H ionizável. Reação de salificação com
QUÍMICA PROFº JAISON MATTEI
QUÍMICA PROFº JAISON MATTEI 1. A água da chuva é naturalmente ácida devido à presença do gás carbônico encontrado na atmosfera. Esse efeito pode ser agravado com a emissão de gases contendo enxofre, sendo
Alumínio Dados Gerais Produção de Alumina - Processo Bayer Eletrólise da Alumina Processo Hall- Heroult
Dados Gerais Produção de Alumina - Processo Bayer Eletrólise da Alumina Processo Hall- Heroult Etapas da metalurgia extrativa do alumínio : Custos de produção de cada processo da metalurgia extrativa do
METALURGIA EXTRATIVA DOS NÃO FERROSOS
METALURGIA EXTRATIVA DOS NÃO FERROSOS PMT 2509 PMT 3409 Flávio Beneduce PRODUÇÃO DE Ni USOS DO NÍQUEL Aços inoxidáveis e aços ligados: 70% Ligas não ferrosas Superligas: ligas resistentes à oxidação e
1. A fermentação é um processo químico complexo do fabrico de vinho no qual a glucose é convertida em etanol e dióxido de carbono:
EB: QUÍMICA GERAL/ EQB: QUÍMICA GERAL I Capítulo 4. Reacções químicas II Ficha de exercícios 1. A fermentação é um processo químico complexo do fabrico de vinho no qual a glucose é convertida em etanol
PQI 3211 LISTA DE EXERCÍCIOS BALANÇOS MATERIAIS COM REAÇÕES QUÍMICAS
PQI 3211 LISTA DE EXERCÍCIOS BALANÇOS MATERIAIS COM REAÇÕES QUÍMICAS Para problemas com múltiplas unidades de processamento, realize a análise do número de graus de liberdade para cada unidade, para o
Recomendação da quantidade de fósforo
ADUBAÇÃO FOSFATADA FÓSFORO -Aula passada Fósforo na planta Fósforo no solo Avaliação da disponibilidade de fósforo Recomendação da quantidade de fósforo FÓSFORO -Aula hoje Avaliação da disponibilidade
COMPOSTOS INORGÂNICOS Profº Jaison Mattei
COMPOSTOS INORGÂNICOS Profº Jaison Mattei Ácidos (teoria de Arrhenius) Ácidos são substâncias moleculares que, ao serem dissolvidas em água se dissociam, originando o íon hidrônio (H 3 O + ). Exemplos:
ENCONTRO TÉCNICO 4ª REUNIÃO DO GT-CONAMA
ENCONTRO TÉCNICO 4ª REUNIÃO DO GT-CONAMA MATERIAIS SECUNDÁRIOS COM POTENCIAL DE UTILIZAÇÃO NA PRODUÇÃO DE FERTILIZANTES MICRONUTRIENTES ABRIL 2009 MICRONUTRIENTES FINALIDADE: (MODO DE USO) VIA FOLIAR,
Processos Metalúrgicos
Processos Metalúrgicos AULA 4 PRODUÇÃO DE MATERIAIS NÃO FERROSOS PROF.: KAIO DUTRA Cobre Os minérios de cobre podem ser sulfetados ou óxidos, além, mais raramente, do próprio cobre nativo. Geralmente,
Funções Inorgânicas. Funções Inorgânicas. Ácidos. Teoria da dissociação iônica de Arrhenius 10/11/17. Prof. Mayanderson
Funções Inorgânicas n Função química é um conjunto de substâncias com propriedades químicas semelhantes, denominadas propriedades funcionais. Funções Inorgânicas Prof. Mayanderson n Ácidos; n Bases; n
INTRODUÇÃO AOS PROCESSOS METALÚRGICOS. Prof. Carlos Falcão Jr.
INTRODUÇÃO AOS PROCESSOS METALÚRGICOS Prof. Carlos Falcão Jr. 2. PROCESSOS HIDROMETALÚRGICOS Ocorrem na interface entre as fases sólida e líquida Temperaturas entre 10 e 300ºC São divididos em diferentes
Processos Metalúrgicos AULA 2 PRODUÇÃO DO FERRO GUSA: ALTO -FORNO
Processos Metalúrgicos AULA 2 PRODUÇÃO DO FERRO GUSA: ALTO -FORNO PROF.: KAIO DUTRA O alto-fomo constitui o principal aparelho utilizado na metalurgia do ferro. A partir dos primeiros fomos, dos tipos
I - 4 Au (s) + O 2(g) + 2 H 2 O (l) + 8 CN - -
QUESTÕES OBJETIVAS Questão 9: O processo do cianeto pode ser utilizado para extrair ouro de rochas. Esse processo consiste em, inicialmente, tratar as rochas trituradas com cianeto, havendo formação do
Ocorrência de reações
Ocorrência de reações Dados: Força de ácidos e bases Classificação dos hidrácidos mais conhecidos: Regra prática para a classificação dos oxiácidos Determine a diferença (D) entre a quantidade de átomos
Funções inorgânicas : Sais e Óxidos
Funções inorgânicas : Sais e Óxidos Sais Bicarbonato de sódio (NaHCO 3 ) Utilizado em antiácidos Carbonato de cálcio (CaCO 3 ) Encontrado no mármore, no calcário, nas cascas de ovos etc Sulfato de cálcio
Química. Questão 17 A gasolina é uma mistura de hidrocarbonetos diversos que apresenta, dentre outros, os seguintes componentes:
Questão 16 Uma molécula de água, isolada, não apresenta certas propriedades físicas - como ponto de fusão e de ebulição - que dependem de interações entre moléculas. Em 1998, um grupo de pesquisadores
Capítulo 5 Chuva Ácida
Capítulo 5 Chuva Ácida Conceito Chuva ácida forma-se quando óxidos de enxofre e nitrogênio se combinam com o vapor d água da atmosfera gerando os ácidos sulfúrico e nítrico, que podem ser conduzidos pelas
Determinação de cinzas em alimentos
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS DEPARTAMENTO DE ALIMENTOS E NUTRIÇÃO EXPERIMENTAL DISCIPLINA: BROMATOLOGIA BÁSICA (FBA-201) Determinação de cinzas em alimentos Elizabete W
INSTRUÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA LEIA COM MUITA ATENÇÃO
1º EM Química B Natália Av. Dissertativa 19/10/16 INSTRUÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA LEIA COM MUITA ATENÇÃO 1. Verifique, no cabeçalho desta prova, se seu nome, número e turma estão corretos. 2. Esta
Tecnol. Mecânica: Produção do Ferro
A história do homem é a história do domínio da tecnologia dos materiais. Não é à toa que alguns de seus períodos se confundem com os materiais mais usados neles: Idade da Pedra, Idade do Bronze, Idade
RECUPERAÇÃO DE INSUMOS E SUBPRODUTOS DA PRODUÇÃO DE BIODIESEL. Processo de recuperação do Metanol e da Glicerina.
RECUPERAÇÃO DE INSUMOS E SUBPRODUTOS DA PRODUÇÃO DE BIODIESEL Processo de recuperação do Metanol e da Glicerina. O processo completo de produção de biodiesel partindo-se do óleo degomado é constituído
OPERAÇÕES UNITÁRIAS II
COLÉGIO META OPERAÇÕES UNITÁRIAS II Prof. ABEL SCUPELITI ARTILHEIRO SÃO PAULO 2012 1 OPERAÇÕES UNITÁRIAS II BALANÇO MATERIAL O Balanço Material é utilizado para projetos e análises de equipamentos de novas
Química Oxi-Redução Balanceamento de Equações Fácil [20 Questões]
Química Oxi-Redução Balanceamento de Equações Fácil [20 Questões] 01 - (UFPR) Das equações abaixo, qual(quais) está(estão) balanceada(s) corretamente? I. NH 3 + HCl NH 4 Cl II. BaCl 2 + H 2 SO 4 HCl +
O b) SO 2. CaSO 3 + CO 2
31 c QUÍMICA petróleo pode conter alto teor de enxofre, que deve ser removido nas refinarias de petróleo. Mesmo assim, na queima de combustíveis fósseis, forma-se dióxido de enxofre. Esse óxido liberado
AGLOMERANTES. Definição: 22/2/2011
AGLOMERANTES Definição: Aglomerantes são materiais ativos, geralmente pulverulentos, que entram na composição das pastas, argamassas e concretos. 1 Nomenclatura Aglomerantes = materiais ativos (pulverulentos)
8/2/2011 AGLOMERANTES. Definição: Exemplos: Aglomerantes. Nomenclatura. Relação Pega x Endurecimento. Propriedades. Argila Gesso Cal Cimento Betume
Definição: AGLOMERANTES Aglomerantes são materiais ativos, geralmente pulverulentos, que entram na composição das pastas, argamassas e concretos. Nomenclatura Exemplos: Aglomerantes Aglomerantes = materiais
CHUVA ÁCIDA. - Causas e consequências; - Controlar e corrigir as chuvas ácidas; - Impacto da chuva ácida em alguns. materiais.
CHUVA ÁCIDA - Causas e consequências; - Controlar e corrigir as chuvas ácidas; - Impacto da chuva ácida em alguns materiais. FORMAÇÃO DE CHUVA ÁCIDA A chuva torna-se ácida porque dissolve o dióxido de
Professor Marcus Ennes. -Estequiometria
Professor Marcus Ennes -Estequiometria - RELAÇÕES FUNDAMENTAIS RAZÃO E PROPORÇÃO 1) Um formigueiro é composto por 2.000 formigas. Cada formiga consome por dia, 1.500 moléculas de glicose (C 6 H 12 O 6
Estudo Estudo da Química
Estudo Estudo da Química Prof. Railander Borges Fale com o Professor: Email: [email protected] Instagram: @rayllanderborges Facebook: Raylander Borges Aula 13 INTRODUÇÃO A ESTEQUIOMETRIA
PROVA DE QUÍMICA. Tendo em vista as propriedades coligativas dessas soluções, é CORRETO afirmar
17 PROVA DE QUÍMICA Q U E S T Ã O 2 6 Z e X são elementos químicos que apresentam respectivamente 2 e 6 elétrons no nível de valência. A fórmula química resultante da combinação entre átomos dos elementos
c) NH4OH. d) H2SO4. 4) Qual a classificação correta das moléculas NaOH, NaCl e HCl? a) Ácido, base e sal b) Sal, base e ácido
Funções e reações inorgânicas - Exercícios 1) (UFPA) Considerando a equação química: Cl2O7 + 2 NaOH 2 NaClO4 + H2O os reagentes e produtos pertencem, respectivamente, às funções: a) óxido, base, sal e
E-books PCNA. Vol. 1 QUÍMICA ELEMENTAR CAPÍTULO 3 REAÇÕES INORGÂNICAS
E-books PCNA Vol. 1 QUÍMICA ELEMENTAR CAPÍTULO 3 REAÇÕES INORGÂNICAS 1 QUÍMICA ELEMENTAR CAPÍTULO 3 SUMÁRIO Apresentação -------------------------------------------- 3 Capítulo 3 ------------------------------------------------
Cimento Portland Fabricação Composição química Propriedades
Cimento Portland Fabricação Composição química Propriedades É um aglomerante hidráulico obtido pela moagem do clínquer Portland com adições de gesso e, eventualmente, escória básica de alto-forno, pozolana
12 GAB. 1 1 o DIA PASES 2 a ETAPA TRIÊNIO QUÍMICA QUESTÕES DE 21 A 30
12 GAB. 1 1 o DIA PASES 2 a ETAPA TRIÊNIO 2004-2006 QUÍMICA QUESTÕES DE 21 A 30 21. Os solos brasileiros são na sua maioria ácidos, de modo que para cultiválos muitas vezes é necessária a aplicação de
PREPARO DE SOLUÇÕES NUTRITIVAS. Prof. Dr. Osmar Souza dos Santos UFSM
PREPARO DE SOLUÇÕES NUTRITIVAS Prof. Dr. Osmar Souza dos Santos UFSM DEFINIÇÃO DA QUANTIDADE Quantidade de litros por planta Método de cultivo NFT: 0,5 a 8,0; DWC: 30 a 50. Espécie vegetal Alface: 0,5
Todos os elementos desse grupo são sólidos com exceção do nitrogênio que é um gás nas condições ambientais (25 C e 1 atm)
O GRUPO DO NITROGÊNIO GRUPO 15 OU V Todos os elementos desse grupo são sólidos com exceção do nitrogênio que é um gás nas condições ambientais (25 C e 1 atm) Todos os elementos desse grupo apresentam
ADUBOS FLUÍDOS (líquidos)
Universidade Federal do Paraná Departamento de Solos e Engenharia Agrícola Volnei Pauletti ADUBOS FLUÍDOS (líquidos) Conceitos Uso Vantagens Matérias primas Fabricação 1 Adubos líquidos ou fluídos: CONCEITOS
FABRICAÇÃO DO AÇO. Introdução
FABRICAÇÃO DO AÇO Introdução Mesmo quando os métodos de fabricação eram bastante rudimentares os artesãos da Antigüidade, na Ásia e, mais tarde, na Europa medieval, conseguiam fabricar o aço. O aço daquela
HIDROMETALURGIA E ELETROMETALURGIA. Prof. Carlos Falcão Jr.
HIDROMETALURGIA E ELETROMETALURGIA Prof. Carlos Falcão Jr. Definição de HIDROMETALURGIA parte da metalurgia que engloba os processos de extração de metais, nos quais a principal etapa de separação metal-ganga
MANEJO DO SOLO PARA O CULTIVO DE HORTALIÇAS
MANEJO DO SOLO PARA O CULTIVO DE HORTALIÇAS Vinícius Macedo Msc. em Agroecologia SOLO Ao longo da história da humanidade, o homem sempre conviveu com o solo. No começo, ele apenas colhia os produtos da
Cálcio Magnésio Enxofre
Cálcio Magnésio Enxofre Absorção Intemperismo Cálcio e Magnésio Ciclos do Ca e Mg no sistema solo-planta Ca, Mg (calcários e adubos) Ca, Mg (material de origem) Ca, Mg fixados Troca Ca, Mg na solução do
RESPOSTAS ESPERADAS QUÍMICA
Questão 1 Sim, a analogia está correta. Por se tratar de mudança de estado físico, a temperatura do sistema água permanece constante durante o processo de solidificação, assim como ocorre para o caso das
HIDROMETALURGIA E ELETROMETALURGIA
A escolha do método a ser utilizado depende: do teor do minério (% do mineral de interesse) da facilidade com que o mineral de interesse pode ser dissolvido por um reagente bons resultados aplicada em
Corretivos Adubos e Adubações. Prof. ELOIR MISSIO
Corretivos Adubos e Adubações Prof. ELOIR MISSIO FORMULAÇÃO DE FERTILIZANTES Fertilidade dos solos e manejo da adubação de culturas. Carlos A. Bissani; Clesio Gianello; Marino J. Tedesco; Flávio A. O.
P R O V A D E Q UÍMICA I. O quadro abaixo relaciona algumas substâncias químicas e aplicações muito comuns no nosso cotidiano.
1 P R O V A D E Q UÍMIA I QUESTÃO 46 O quadro abaixo relaciona algumas substâncias químicas e aplicações muito comuns no nosso cotidiano. SUBSTÂNIAS idróxido de amônio Ácido fosfórico Sulfato de alumínio
VII Olimpíada Catarinense de Química Etapa I - Colégios
VII Olimpíada Catarinense de Química 2011 Etapa I - Colégios Fonte: Chemistryland Segunda Série 1 01 200 ml de uma solução de hidróxido de alumínio são diluídos em água destilada até a sua concentração
LIGANTES HIDRÓFILOS. Hidráulicos. Aplicações argamassas e betões. resistem à água. - cal hidráulica - cimento. aéreos. não resistem à água
Aplicações argamassas e betões aéreos Hidráulicos não resistem à água resistem à água - cal hidráulica - cimento - cal aérea - gesso 1 CIMENTO Classificação Constituição Propriedades no desempenho Cimentos
Química Analítica IV QUI semestre 2012 Profa. Maria Auxiliadora Costa Matos ANÁLISE GRAVIMÉTRICA
Química Analítica IV QUI070 1 semestre 2012 Profa. Maria Auxiliadora Costa Matos ANÁLISE GRAVIMÉTRICA 1 GRAVIMETRIA OU ANÁLISE GRAVIMETRICA Processo de isolar ou de pesar um composto definido de um elemento
Química Geral I. Química - Licenciatura Prof. Udo Eckard Sinks
Química Geral I Química - Licenciatura Prof. Udo Eckard Sinks Conteúdo 04/04/2017 Rendimento Determinar Fórmulas Moleculares Reações em Solução aquosa Propriedades dos Compostos em Solução Aquosa, Reações
Qui. Semana. Allan Rodrigues Gabriel Pereira (Renan Micha)
Semana 4 Allan Rodrigues Gabriel Pereira (Renan Micha) Este conteúdo pertence ao Descomplica. Está vedada a cópia ou a reprodução não autorizada previamente e por escrito. Todos os direitos reservados.
12 GAB. 1 1 o DIA PASES 1 a ETAPA TRIÊNIO QUÍMICA QUESTÕES DE 21 A 30
12 GAB. 1 1 o DIA PASES 1 a ETAPA TRIÊNIO 2005-2007 QUÍMICA QUESTÕES DE 21 A 30 21. A hemoglobina das células vermelhas do sangue contém o complexo de ferro com uma porfirina. Sabendo que um indivíduo
ESCOLA SECUNDÁRIA DE CASQUILHOS 8º Teste sumativo de FQA 20. maio Versão 1 11º Ano Turma A Professor: Maria do Anjo Albuquerque
ESCOLA SECUNDÁRIA DE CASQUILHOS 8º Teste sumativo de FQA 20. maio. 2015 Versão 1 11º Ano Turma A Professor: Maria do Anjo Albuquerque Duração da prova: 90 minutos. Este teste é constituído por 9 páginas
Estequiometria. Priscila Milani
Estequiometria Priscila Milani Cálculo de massa para amostras impuras: Reagentes impuros, principalmente em reações industriais, ou porque eles são mais baratos ou porque eles já são encontrados na Natureza
PROMOVE PROCESSOS DE CONVERSÃO
1.1.Definição: 1. ALQUILAÇÃO CATALÍTICA Molécula Leve Energia Térmica ou catalisadores Molécula com massa molar pesada Catalisadores HF, H 2 SO 4 e AlCl 3. Catalisador HF: usado como referência no processo.
1ª Série do Ensino Médio
1ª Série do Ensino Médio 16. Considere as equações abaixo: I. H 2 + Cl 2 2 HCl II. Zn + H 2 SO 4 ZnSO 4 + H 2 III. HNO 3 + KOH KNO 3 + H 2 O IV. KClO 3 KCl + O 2 As quatro equações representam, nesta ordem,
ProIn I. Cap 2a Beneficiamento do Aço. Prof. Henrique Cezar Pavanati, Dr. Eng
Instituto Federal de Santa Catarina Campus de Florianópolis Departamento Acadêmico de Metal-Mecânica Curso Técnico de Mecânica Industrial ProIn II Cap 2a ProIn I Prof. Henrique Cezar Pavanati, Dr. Eng
ÁGUA Fundamentos Caracterização Impurezas Classificações Legislação aplicada Tratamentos
Disciplina: Água e Efluentes Industriais Prof.: Sávio Pereira ÁGUA Fundamentos Caracterização Impurezas Classificações Legislação aplicada Tratamentos FUNDAMENTOS SOBRE ÁGUA FUNDAMENTOS SOBRE ÁGUA Dados
PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I
PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I BALANÇOS MATERIAIS Mol, Peso molar, Densidade, Vazão mol = 6,023. 10 23 (Constante) Peso (massa) molar = g/mol de molécula (ou átomo) Densidade : ρ = m/v Vazão : Q = V/t
LL-SAL DE SELAGEM NF
Patentes: Italiana, Européia, USA, Canadá e México. DESCRIÇÃO O produto permite a selagem da camada anódica do Alumínio Anodizado e suas ligas, operando num intervalo de temperatura de 26 ºC a 30 ºC. A
QUI109 QUÍMICA GERAL (Ciências Biológicas) 4ª aula /
QUI109 QUÍMICA GERAL (Ciências Biológicas) 4ª aula / 2016-2 Prof. Mauricio X. Coutrim (disponível em: http://professor.ufop.br/mcoutrim) REAÇÃO EM SOLUÇÃO AQUOSA São reações envolvendo compostos iônicos
Gabarito de Química Frente 2
Gabarito de Química Frente 2 Módulo 05 01. E Calculo do nox: 1) HNO 3 1 + X + 3 x (- 2) = 0 X= + 5 +1 2 X 2) HNO 2 1 + Y + 2 x (- 2) = 0 Y= + 3 +1 Y 2 3) NH 3 Z + 3 x (+1) = 0 Z = - 3 Z 02.A +1 Para calcular
CHUVA ÁCIDA. Castelo (construido em 1702) em Westphalia, Alemanha
CHUVA ÁCIDA 1970 1908 1968 Castelo (construido em 1702) em Westphalia, Alemanha 1983 Fotografia de uma floresta alemã tirada em 1970 e depois em 1983, após a ação da chuva ácida na região. Em 1989 cientistas
OLIMPIADA BRASILEIRA DE QUÍMICA 2004 FASE III MODALIDADE A PARTE I QUESTÕES MÚLTIPLA ESCOLHA
OLIMPIADA BRASILEIRA DE QUÍMICA 2004 FASE III MODALIDADE A PARTE I QUESTÕES MÚLTIPLA ESCOLHA Se três cubas eletrolíticas contendo, respectivamente, soluções aquosas de ácido acético, ácido sulfúrico e
3º Tri TB Recuperação de Química Data: 14/12/17 Ensino Médio 2º ano classe: A_B_C Profª Danusa Nome: nº
3º Tri TB Recuperação de Química Data: 14/12/17 Ensino Médio 2º ano classe: A_B_C Profª Danusa Nome: nº Conteúdo: Nox, pilha e eletrólise Questão 01 - (UFRR/2015) Nas substâncias Na2SO4, HPO3 2, KMnO4
DISCIPLINA DE QUÍMICA INORGÂNICA MATERIAL DE ESTEQUIOMETRIA
1 PUREZA E RENDIMENTO Na prática, quando realizamos uma reação química, mesmo utilizando quantidades estequiométricas dos reagentes, nem sempre conseguimos obter a quantidade máxima possível dos produtos.
