Indústrias do Fósforo

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Indústrias do Fósforo"

Transcrição

1 Indústrias do Fósforo Figura 1 Ciclo do fósforo na natureza Durante as décadas recentes, as diversas indústrias de fosfatos conseguiram rápidos progressos na redução dos custos da produção e da distribuição e possibilitaram assim que o fósforo, o ácido fosfórico e seus sais fossem usados em setores mais amplos e, ao mesmo tempo, que se introduzissem novos derivados. O uso de materiais fosfáticos como fertilizantes foi praticado durante longo período anterior a isolamento e à descoberta do fósforo pelo alquimista Brand, em Já em 200 a.c., os cartagineses recomendavam e usavam o excremento de aves para elevar o Química Inorgânica Industrial aula 2 Página 1

2 rendimento das colheitas. Os incas do Peru valorizavam de tal forma o guano e o esterco de aves que era considerado um crime de morte matar os pássaros. Os ossos e o guano foram, até o final do século XIX, as principais fontes de fósforo e de ácido fosfórico, mas essas fontes são limitadas. Para a obtenção desse elemento, de início, utilizava-se diretamente os minerais fosfáticos finamente moídos, e aplicados de maneira direta ao solo. Logo, porém, se percebeu que o tratamento destes minerais com o ácido sulfúrico aumentava a disponibilidade e a eficiência do fosfato para fins agrícolas. Na atualidade, a acidulação com ácido nítrico ou com ácido fosfórico concentrado leva a um maior efeito fertilizante. A mineração de rochas fosfáticas é realizada em grande escala. Os minerais variam tanto em pureza como em composição. A indústria calcula a produção de fosfatos em termos do conteúdo de P 2 O 5. As principais aplicações comerciais dos fosfatos são as seguintes: 85% para fertilizantes, tais como superfosfatos, superfosfato triplo e fosfato de amônio. Eles não precisam ser muito puros. 5% aditivos de detergentes ( cargas ), principalmente o tripolifosfato de sódio, utilizado na preparação de detergentes em pó, e pirofosfato de sódio, em detergentes líquidos. 3% na indústria de alimentos para dar o gosto ácido (ph = 2) a bebidas, tais como refrigerantes e certas cervejas, e como emulsificante de queijos industrializados, leite em pó, etc. 2,5% no tratamento de metais: a) para protegê-los da corrosão; mergulhando-se o metal quente em ácido fosfórico, ou aquecendo-se o ácido a 90-95ºC (às vezes com Zn 2+, Mn 2+, Cu 2+ ou outros íons presentes), em processos tais como a parkerização (fosfatização de metais) e a bonderização (plastificação). Pequenas peças metálicas, como rebites, parafusos e porcas são tratadas dessa maneira, e também os blocos de motores, refrigeradores, etc, antes da pintura. Química Inorgânica Industrial aula 2 Página 2

3 b) na limpeza de metais, isto é, na remoção de pequenas imperfeições (lascas) e óxidos da superfície do ferro e aço, mergulhando-os em um banho ácido. c) polimento por imersão de peças de alumínio: as peças são conectadas ao ânodo e eletrolisadas num banho de H 3 PO 4 contendo pequenas quantidades de HNO 3 e quantidades ainda menores de Cu(NO 3 ) 2. Consegue-se dessa forma uma superfície de alumínio altamente polida e brilhante, protegida por uma camada transparente de Al 2 O 3. 1% para usos industriais, como tratamento de águas duras, soluções tampão, removedores de tinta e na remoção de H 2 S de gases, principalmente na indústria de petróleo. 1% na fabricação de sulfetos de fósforo (para fósforos de segurança). 1% na obtenção de compostos organofosforados: plastificantes, inseticidas e aditivos de gasolina. 1% é empregado em produtos farmacêuticos, como cremes dentais contendo flúor e em certos fermentos químicos. 0,5% em tecidos á prova de fogo. O uso excessivo de fosfatos no tratamento de águas duras é criticado pelos ambientalistas, pois contribui para a poluição das águas. Os fosfatos contidos nos esgotos domésticos passam pelos sistemas de tratamento dessas águas e desembocam nos rios e lagos. Ali servem de alimento para as bactérias que se multiplicam desmesuradamente, consumindo o oxigênio dissolvido e matando a fauna aquática. Os fosfatos também podem provocar o crescimento anormal das plantas aquáticas. Quando estas morrem, haverá uma enorme quantidade de matéria orgânica em decomposição, que também comprometerá a fauna aquática. O quadro 1 a seguir apresenta um resumo dos tratamentos dados às rochas fosfáticas. Química Inorgânica Industrial aula 2 Página 3

4 Quadro 1 Processamento, produtos e subprodutos da rocha fosfática Processo Matéria-prima e reagentes Produtos principais e derivados Subprodutos Acidulação Redução no forno elétrico Metafosfato de cálcio Calcinação ou desfluoração Rocha fosfática, ácido sulfúrico, ácido nítrico, ácido fosfórico, ácido clorídrico, amônia, cloreto de potássio. Rocha fosfática, fluxo silicoso, coque (para a redução), energia elétrica, água para condensação. Rocha fosfática, fósforo, ar ou oxigênio, combustível. Rocha fosfática silicosa, água ou vapor de água, combustível. Superfosfato, ácido fosfórico (via úmida), superfosfato triplo, fosfato de monoamônio, fosfato de diamônio, fosfato de monopotássio. Fósforo, ácido fosfórico, superfosfato triplo, diversos sais de Na, K, NH 4 e Ca, pentóxido de fósforo e haletos de fósforo. Metafosfato cálcio. de Compostos de flúor, vanádio, urânio (limitado). Compostos de flúor, monóxido de carbono, escória (para uso em estradas, com carga, etc.), ferro fosforoso, vanádio (às vezes). Compostos de flúor. Fosfato desfluorado. Compostos de flúor. A rocha fosfática, finamente pulverizada, tem uso limitado como fertilizante, sobretudo por ser relativamente baixa a disponibilidade de P 2 O 5. Seu principal consumo é na forma de matéria prima para a manufatura de ácido fosfórico, de superfosfato, de fósforo e de compostos de fósforo. A principal rocha fosfática é a fluorapatita, CaF 2.3Ca 3 (PO 4 ) 2. Esse composto é muito insolúvel. Os diversos processos para tornar o teor de P 2 O 5 mais solúvel, não necessariamente em água, mas nos sucos vegetais (o que é medido pela solubilidade ao citrato), são a fabricação dos superfosfatos, a desfluoração da fluorapatita pela calcinação à temperatura de fusão incipiente entre 1.399ºC e 1,510ºC com sílica ou ácido fosfórico. Química Inorgânica Industrial aula 2 Página 4

5 O emprego dos compostos fosfáticos como fertilizante depende, em grande parte, das solubilidades ou da disponibilidade par as plantas. Os produtos podem ser classificados assim: A) Produtos insolúveis em água: rocha fosfática ou fluorapatita. A solubilização pode ser conseguida pelo ácido sulfúrico, pelo ácido fosfórico ou pelo ácido nítrico do processo do superfosfato, ou então pela lenta ação dissolvente dos sucos vegetais. B) Produtos solúveis em citrato: fosfato dicálcico (CaHPO 4 ), comumente denominado fosfato precipitado ou precipitado de osso; escória básica, metafosfatos de cálcio e de potássio, fosfatos desfluorizados (fosfatos calcinados). Parte do fosfato tricálcico da farinha de ossos é solúvel em citrato. Estes produtos são solúveis em solução de citrato de amônio e consideram-se disponíveis para a alimentação dos vegetais. C) Produtos solúveis em água: o principal membro dessa classe, e o constituinte mais importante do superfosfato, é o fosfato monocálcico (CaH 4 (PO 4 ) 2.H 2 O). São também solúveis em água diversos fosfatos de sódio, fosfatos de monoamônio e de diamônio, fosfatos de potássio e alguns fosfatos orgânicos. SUPERFOSFATOS Durante quase um século, o método mais importante de tornar os fosfatos utilizáveis como fertilizantes foi o da acidulação da rocha fosfática para produzir o superfosfato: Ca 3 (PO 4 ) H 2 SO H 2 O CaH 4 (PO 4 ) CaSO 4.2H 2 O fosfato gesso monocálcico CaF 2 + H 2 SO H 2 O CaSO 4.2H 2 O + 2 HF 4 HF + SiO 2 SiF H 2 O Em água: 3 SiF H 2 O SiO H 2 SiF 6 Química Inorgânica Industrial aula 2 Página 5

6 O ácido fluorídrico reage formando ácido fluorssilícico, sendo, porém, incompleta a remoção de flúor. Há um excesso de consumo do ácido sulfúrico, provocado, provocado por impurezas da rocha, como CaCO 3, Fe 2 O 3, Al 2 O 3 e CaF 2. O peso do produto pode aumentar até 70% em relação à rocha fosfática a 70-75% de fosfato tricálcico, formando um superfosfato com 16 a 20% de P 2 O 5 solúvel. A fabricação do superfosfato envolve 4 etapas: 1) preparação da rocha fosfática; 2) misturação com o ácido; 3) cura e secagem da lama inicial graças ao término das reações; 4) desmonte, moagem e ensacamento do produto acabado. Em todas as instalações, a etapa inicial é a pulverização da rocha, que é cominuída a uma granulometria com 70 a 80% passando pela malha 200, conseguindo as seguintes vantagens: a) a reação é mais rápida; b) utiliza-se o ácido sulfúrico com mais eficiência e, por isso, necessita-se menos ácido; c) obtém-se um produto de teor mais elevado em melhores condições. Fabricação de superfosfato simples mediante um processo contínuo O fluxograma está ilustrado na figura 2. A rocha fosfática moída (com 90% a menos da malha 100) é pesada num alimentador-dosador e entra num misturador a duplo cone, onde é misturada com quantidades corretas de ácido sulfúrico. O ácido sulfúrico é diluído com água no cone, a uma concentração equivalente a 51º Bé; o calor de diluição serve para aquecer o ácido sulfúrico até a temperatura apropriada à reação; o calor em excesso é dissipado pela evaporação da água extra que se adiciona. Para controlar a umidade do produto, ajusta-se a taxa de adição da água e a concentração do ácido. O ácido e a água são injetados tangencialmente no misturador cônico, para favorecer a misturação com a rocha fosfática. O superfosfato fresco é descarregado no misturador para uma amassadeira, onde ainda ocorre uma misturação adicional e principia a reação. Da amassadeira, o Química Inorgânica Industrial aula 2 Página 6

7 superfosfato cai numa câmara com esteira transportadora, cuja velocidade de avanço é muito pequena, de modo que a massa dispõe de 1h para solidificar-se, antes de chegar na cortadeira. A cortadeira separa fatias do produto bruto, para serem transportadas e empilhadas durante um período de cura, ou de término da reação, o que leva de uns 10 a 20 dias, até se atingir um teor de P 2 O 5 solúvel satisfatório para a alimentação vegetal. A câmara com a esteira está completamente isolada, de modo que não há escapamento de fumos para a área de trabalho. Os fumos são lavados com jatos de água, para remover o ácido e o fluoreto, antes de serem descarregados na atmosfera. A água de lavagem é descarregada num leito de calcário para neutralizar o ácido. Figura 2 Fluxograma da fabricação do superfosfato pelo processo de câmara contínua. Superfosfato triplo Este material é um fertilizante mais concentrado que o superfosfato simples, e contém de 44 a 51% de P 2 O 5 solúvel, ou seja, três vezes a quantidade no superfosfato simples. O superfosfato triplo é feito pela ação do ácido fosfórico sobre a rocha fosfática, não havendo, portanto, formação de sulfato de cálcio diluente. Química Inorgânica Industrial aula 2 Página 7

8 CaF 2.2Ca 3 (PO 4 ) H 3 PO 4 10 Ca(H 2 PO 4 ) HF O processo de produção contínua do superfosfato triplo granulado está ilustrado na figura 3. Neste caso, a rocha fosfática moída (75% menor que a malha 200) e o ácido fosfórico a 62% são introduzidos em quantidades medidas continuamente no granulador, onde ocorrem a reação e a granulação. Os finos que passam pela peneira dos produtos são reciclados, e a umidade e a temperatura necessárias para a granulação apropriada são mantidas pela adição de água e/ou vapor d água. O granulador é um vaso cilíndrico, que gira em torno de um eixo horizontal, com descarga por transbordamento numa extremidade. O ácido fosfórico é injetado uniformemente sob o leito de material através de um tubo perfurado. Quando se usa o ácido fosfórico do processo por via úmida, é também necessário ter um pré-aquecedor do ácido. Os grânulos do produto extravasam pelo vertedor e entram num resfriador rotatório, onde são arrefecidos e ligeiramente secados por um fluxo de ar em contracorrente. Os gases de resfriamento do resfriador passam por um ciclone, onde se coleta a poeira, que é reconduzida ao granulador ao modo de reciclo. O produto resfriado é peneirado, sendo o material grosseiro moído e conduzido, juntamente com os finos, para o granulador. O produto é, então, levado para um depósito a granel, onde sofre uma cura de 1 a 2 semanas, durante as quais avança a reação do ácido e da rocha, aumentando a disponibilidade de P 2 O 5 assimilável pelas plantas. Os gases de descarga do granulador e do resfriador são lavados com água, para remover os silicofluoretos. O custo deste concentrado, na base de unidade de P 2 O 5, é mais elevado que o do superfosfato simples, em virtude do maior investimento de capital e da mão-de-obra e processamento extras. Entretanto, essa desvantagem é contrabalançada, em grande parte, pela possibilidade de se usar rocha fosfática de qualidade inferior, mais barata, para fazer o ácido fosfórico, que reage então com a rocha de melhor qualidade. Conseguem-se também economias substanciais no manuseio, no ensacamento, no transporte e na distribuição. Química Inorgânica Industrial aula 2 Página 8

9 Figura 3 Fluxograma ilustrando o processo de superfosfato triplo. Fabricação do ácido fosfórico por via úmida para fertilizantes e sais O ácido (orto)fosfórico apresenta fórmula H 3 PO 4, e sua representação espacial está representada na figura 4 ao lado. Esse ácido contém três átomos de H ionizáveis, sendo classificado como triácido. Sua dissociação ocorre em etapas: H 3 PO 4 H H 2 PO 4 K a1 = 7, H 2 PO 4 H HPO 4 K a2 = 6, HPO 4 2- H PO 4 K a3 = 1, Grandes quantidades de ácido Figura 4 Representações espaciais do ácido fosfórico, H 3 PO 4. (orto)fosfórico de baixa pureza são preparados, tratando-se rochas fosfáticas com H 2 SO 4. Esse é o processo por via úmida. O CaSO 4 é hidratado formando gesso (CaSO 4.2H 2 O), que é separado por filtração, e o F - é transformado em Na 2 (SiF 6 ) e removido. O H 3 PO 4 obtido é Química Inorgânica Industrial aula 2 Página 9

10 concentrado por evaporação. A maior parte do ácido obtido dessa maneira é utilizada na fabricação de fertilizantes, conforme citado anteriormente. Ca 3 (PO 4 ) H 2 SO 4 2 H 3 PO CaSO 4 3 Ca 3 (PO 4 ) 2.CaF H 2 SO 4 6 H 3 PO CaSO HF Ácido fosfórico a partir do fósforo Uma quantidade crescente de ácido fosfórico puro e concentrado está sendo fabricada a partir do fósforo elementar, mediante oxidação e hidratação. A torre, ou câmara, de oxidação é construída em tijolos resistentes ao aço ou em aço inoxidável. O ácido fosfórico corre pelas paredes abaixo e absorve cerca de 75% do P 2 O 5 e também o calor. Esse ácido é resfriado, uma parte é retirada e uma outra é recirculada. Os 25% restantes passam, como névoa, por um eliminador de névoa onde são coletados. Fermentos em pó A indústria dos fermentos em pó é uma consumidora importante, embora indireta, de rocha fosfática. O emprego de agentes fermentantes para provocar a aeração e tornar leve a massa de pães e de bolos é conhecido desde os tempos dos egípcios e nos foi transmitido pelos gregos e romanos. Os principais ácidos de fermento são o fosfato de monocálcio monoidratado, o fosfato de monocálcio anidro, o pirofosfato ácido de sódio, o sulfato de sódio e alumínio, o ácido tartárico e os tartaratos ácidos. Aos ingredientes ativos adiciona-se uma carga ou agente secativo, por exemplo, amido ou farinha, para que a distribuição na massa seja melhor e para agir como diluente, impedindo a reação até que o material seja sujeito à ação da água e do calor. As equações a seguir representam as ações dos vários fermentos em pó: 3 CaH 4 (PO 4 ) 2 H 2 O + 8 NaHCO 3 8 CO 2 + Ca 3 (PO 4 ) Na 2 HPO H 2 O KH 2 PO 4 + NaHCO 3 CO 2 + KNaHPO 4 + H 2 O NaH 2 PO 4 + NaHCO 3 CO 2 + Na 2 HPO 4 + H 2 O Na 2 H 2 P 2 O NaHCO 3 2 CO Na 2 HPO 4 + H 2 O Química Inorgânica Industrial aula 2 Página 10

FÓSFORO PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I

FÓSFORO PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I HISTÓRICO PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I E ÁCIDO FOSFÓRICO é o primeiro elemento objeto de descoberta de que háh registo histórico. Em 1669, um comerciante alemão de Hamburgo, chamado Henning Brand,,

Leia mais

PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I

PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I E ÁCIDO FOSFÓRICO HISTÓRICO O fósforo é o primeiro elemento objeto de descoberta de que há registo histórico. Em 1669, um comerciante alemão de Hamburgo, chamado Henning

Leia mais

PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I. UD 05: Indústrias do fósforo

PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I. UD 05: Indústrias do fósforo PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I UD 05: Indústrias do fósforo Prof. Lucrécio Fábio Atenção: Estas notas de aula destinam-se exclusivamente a servir como roteiro de estudo. Figuras e tabelas de outras fontes

Leia mais

PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I APRESENTAÇÃO DA DISCIPLINA

PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I APRESENTAÇÃO DA DISCIPLINA PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I APRESENTAÇÃO DA DISCIPLINA UNIDADES DIDÁTICAS 1. Introdução ao estudo dos Processos Químicos Industriais. Relacionamento com a Indústria Química. 2. Derivados inorgânicos

Leia mais

01/08/2010. química).

01/08/2010. química). UNIDADES DIDÁTICAS PROCESSOS QUÍMICOS I APRESENTAÇÃO DA DISCIPLINA 1. Introdução ao estudo dos Processos Químicos Industriais. Relacionamento com a Indústria Química. 2. Derivados inorgânicos do nitrogênio.

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Campus Experimental de Dracena Curso de Zootecnia Disciplina: Fertilidade do solo e fertilizantes

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Campus Experimental de Dracena Curso de Zootecnia Disciplina: Fertilidade do solo e fertilizantes UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Campus Experimental de Dracena Curso de Zootecnia Disciplina: Fertilidade do solo e fertilizantes FERTILIZANTES E CORRETIVOS: CONCEITOS BÁSICOS E CLASSIFICAÇÃO Prof. Dr.

Leia mais

Metalurgia de Metais Não-Ferrosos

Metalurgia de Metais Não-Ferrosos Metalurgia de Metais Não-Ferrosos Metalurgia de Sulfetos Principais metais que ocorrem na forma de sulfetos: Zn, Pb, Cu Problema: extrair o metal do sulfeto: altemativa1 redução por C ou H 2 ; alternativa

Leia mais

PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I

PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I INDÚSTRIAS DE CLORO-ÁLCALIS INTRODUÇÃO INDÚSTRIAS DE CLORO-ÁLCALIS: Na 2 CO 3 SODA CÁUSTICA NaOH CLORO Essas substâncias estão entre as mais importantes das indústrias

Leia mais

PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I

PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I Fertilizantes ou adubos são compostos químicos que visam suprir as deficiências em substâncias vitais à sobrevivência dos vegetais. São aplicados na agricultura com o intuito

Leia mais

1ª Série Ensino Médio. 16. O sistema a seguir mostra a ocorrência de reação química entre um ácido e um metal, com liberação do gás X:

1ª Série Ensino Médio. 16. O sistema a seguir mostra a ocorrência de reação química entre um ácido e um metal, com liberação do gás X: 1ª Série Ensino Médio 16. O sistema a seguir mostra a ocorrência de reação química entre um ácido e um metal, com liberação do gás X: O gás X, liberado neste sistema, é o: (A) O 2 ; (B) Cl 2 ; (C) O 3

Leia mais

UNIDADES DIDÁTICAS PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I 05/03/2015 APRESENTAÇÃO DA DISCIPLINA

UNIDADES DIDÁTICAS PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I 05/03/2015 APRESENTAÇÃO DA DISCIPLINA UNIDADES DIDÁTICAS PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I APRESENTAÇÃO DA DISCIPLINA 1. Introdução ao estudo dos Processos Químicos Industriais. Relacionamento com a Indústria Química. 2. Derivados inorgânicos

Leia mais

PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I

PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I INDÚSTRIAS DE CLORO-ÁLCALIS LCALIS INTRODUÇÃO INDÚSTRIAS DE CLORO-ÁLCALIS: LCALIS: Na 2 CO 3 SODA CÁUSTICA C NaOH CLORO Essas substâncias estão entre as mais importantes

Leia mais

Processos Pré-Extrativos

Processos Pré-Extrativos Universidade Federal do Pará Instituto de Tecnologia Tecnologia Metalúrgica Prof. Dr. Jorge Teófilo de Barros Lopes Campus de Belém Curso de Engenharia Mecânica 24/05/2018 08:16 TECNOLOGIA METALÚRGICA

Leia mais

Processos Pré-Extrativos

Processos Pré-Extrativos Universidade Federal do Pará Instituto de Tecnologia Tecnologia Metalúrgica Prof. Dr. Jorge Teófilo de Barros Lopes Campus de Belém Curso de Engenharia Mecânica 12:03 TECNOLOGIA METALÚRGICA Processos Pré-Extrativos

Leia mais

Balanceamento de equações

Balanceamento de equações Balanceamento de equações Iniciação à Química II Prof. Edson Nossol Uberlândia, 15/09/2017 Equações químicas Lavoisier: a massa é conservada em uma reação química. Equações químicas: descrições de reações

Leia mais

Programa de Pós-Graduação em Engenharia Urbana. Universidade Estadual de Maringá Centro de Tecnologia Departamento de Engenharia Civil.

Programa de Pós-Graduação em Engenharia Urbana. Universidade Estadual de Maringá Centro de Tecnologia Departamento de Engenharia Civil. Programa de Pós-Graduação em Engenharia Urbana Universidade Estadual de Maringá Centro de Tecnologia Departamento de Engenharia Civil Aglomerantes Referência desta aula Mehta & Monteiro (1994), Capítulo

Leia mais

3ª Série / Vestibular. As equações (I) e (II), acima, representam reações que podem ocorrer na formação do H 2SO 4. É correto afirmar que, na reação:

3ª Série / Vestibular. As equações (I) e (II), acima, representam reações que podem ocorrer na formação do H 2SO 4. É correto afirmar que, na reação: 3ª Série / Vestibular 01. I _ 2SO 2(g) + O 2(g) 2SO 3(g) II _ SO 3(g) + H 2O(l) H 2SO 4(ag) As equações (I) e (II), acima, representam reações que podem ocorrer na formação do H 2SO 4. É correto afirmar

Leia mais

GRUPO TCHÊ QUÍMICA. Carbonato de sódio soda barrilha, Na 2 CO 3. Porto Alegre, RS Grupo Tchê Química. Versão 1.

GRUPO TCHÊ QUÍMICA. Carbonato de sódio soda barrilha, Na 2 CO 3. Porto Alegre, RS  Grupo Tchê Química. Versão 1. GRUPO TCHÊ QUÍMICA Carbonato de sódio soda barrilha, Na 2 CO 3. Porto Alegre, RS www.tchequimica.com Versão 1.1 Grupo Tchê Química SUMÁRIO Introdução 03 - Propriedades do carbonato de sódio 04 - Propriedades

Leia mais

Gesso de Construção FATEC SP. Aglomerante Aéreo

Gesso de Construção FATEC SP. Aglomerante Aéreo (http://www.tallestskyscrapers.info/images/tallest-buildings.jpg) MCC I - AGLOMERANTES MCC I Aglomerantes Aglomerante Aéreo Gesso de Construção O gesso de construção é produzido por calcinação do minério

Leia mais

Em meio aquoso sofrem dissociação liberando íons na água, o que torna o meio condutor de corrente elétrica.

Em meio aquoso sofrem dissociação liberando íons na água, o que torna o meio condutor de corrente elétrica. Aula 7 Funções Inorgânicas (sais e óxidos) Sal Os sais são compostos que possuem um cátion qualquer (só não pode ser exclusivamente o H +, senão será um ácido) e um ânion qualquer(só não pode ser exclusivamente

Leia mais

Manejo de Solos. Curso de Zootecnia Prof. Etiane Skrebsky Quadros

Manejo de Solos. Curso de Zootecnia Prof. Etiane Skrebsky Quadros Manejo de Solos Curso de Zootecnia Prof. Etiane Skrebsky Quadros Aula 6: Acidez e calagem Acidez Acidez Acidez Faixa de acidez e alcalinidade encontradas na maioria dos solos agrícolas Acidez Acidez Amplitude

Leia mais

QUÍMICA LIGAÇÕES QUÍMICAS PROF. SAUL SANTANA

QUÍMICA LIGAÇÕES QUÍMICAS PROF. SAUL SANTANA QUÍMICA LIGAÇÕES QUÍMICAS PROF. SAUL SANTANA Ligação Química O conceito de configuração eletrônica e o desenvolvimento da Tabela Periódica permitiu aos químicos uma base lógica para explicar a formação

Leia mais

PROJETO DE RECUPERAÇÃO PARALELA 1º Trimestre

PROJETO DE RECUPERAÇÃO PARALELA 1º Trimestre PROJETO DE RECUPERAÇÃO PARALELA 1º Trimestre - 2018 Disciplina: Química Série: 2ª série do Ensino Médio Professor(a): Paola Araújo Objetivo: Recuperar o conteúdo referente ao 1º trimestre, mesclando conteúdos

Leia mais

A nomenclatura dos sais é feita escrevendo-se o nome do ânion, a palavra de e o nome do cátion: (nome do ânion) de (nome do cátion)

A nomenclatura dos sais é feita escrevendo-se o nome do ânion, a palavra de e o nome do cátion: (nome do ânion) de (nome do cátion) QUÍMICA GERAL - AULA 6 - SAIS E ÓXIDOS DATA: 18/09/2015 PROF. ANA - SAIS NEUTRALIZAÇÃO TOTAL Quando misturamos uma solução aquosa de HCl e uma solução aquosa de NaOH ocorre uma reação entre os íons H +

Leia mais

Balanceamento de equações

Balanceamento de equações Balanceamento de equações Química Geral Prof. Edson Nossol Uberlândia, 26/08/2016 Equações químicas Lavoisier: a massa é conservada em uma reação química. Equações químicas: descrições de reações químicas.

Leia mais

TRATAMENTO DA ÁGUA PARA GERADORES DE VAPOR

TRATAMENTO DA ÁGUA PARA GERADORES DE VAPOR Universidade Federal do Paraná Curso de Engenharia Industrial Madeireira MÁQUINAS TÉRMICAS AT-056 M.Sc. Alan Sulato de Andrade [email protected] 1 INTRODUÇÃO: A água nunca está em estado puro, livre de

Leia mais

Funções Inorgânicas - Ácidos e Sais

Funções Inorgânicas - Ácidos e Sais Funções Inorgânicas - Ácidos e Sais Material de Apoio para Monitoria 1. (ITA) A respeito das espécies químicas HNO3, HCN, CH3COOH, HCO3 -, HClO4, HPO4 2-, cada uma em solução aquosa e à temperatura ambiente,

Leia mais

Qui. Allan Rodrigues Xandão (Gabriel Pereira)

Qui. Allan Rodrigues Xandão (Gabriel Pereira) Semana 15 Allan Rodrigues Xandão (Gabriel Pereira) Este conteúdo pertence ao Descomplica. Está vedada a cópia ou a reprodução não autorizada previamente e por escrito. Todos os direitos reservados. 23

Leia mais

MCC I Cal na Construção Civil

MCC I Cal na Construção Civil MCC I - AGLOMERANTES MCC I Aglomerantes Aglomerante Aéreo Cal na Construção Civil Definição: A cal é um aglomerante inorgânico, produzido a partir de rochas calcárias, composto basicamente de cálcio e

Leia mais

O SOLO COMO F0RNECEDOR DE NUTRIENTES

O SOLO COMO F0RNECEDOR DE NUTRIENTES O SOLO COMO F0RNECEDOR DE NUTRIENTES LIQUIDA (SOLUÇÃO DO SOLO) ÍONS INORGÂNICOS E ORGÂNICOS/MICROPOROS SÓLIDA - RESERVATORIO DE NUTRIENTES - SUPERFÍCIE QUE REGULA A CONCENTRAÇÃO DOS ELEMENTOS NA SOLUÇÃO

Leia mais

29/03/ TRANSFORMAÇÕES QUÍMICAS PROVA 1 GABARITO - prova tipo A

29/03/ TRANSFORMAÇÕES QUÍMICAS PROVA 1 GABARITO - prova tipo A 29/03/2016 - TRANSFORMAÇÕES QUÍMICAS PROVA 1 GABARITO - prova tipo A Texto para as questões 1 a 10: O permanganato de potássio (KMnO 4 ) é um forte agente oxidante. Em laboratório, pode ser empregado para

Leia mais

Caderno e calculadora: indispensáveis!

Caderno e calculadora: indispensáveis! Caderno e calculadora: indispensáveis! Tabela periódica Computador e celular desligados Lista de exercícios: importantíssimo fazer e não copiar! Presença: 75% Sem prova substitutiva Prova Final: 45 < X

Leia mais

REAÇÕES DE NEUTRALIZAÇÃO PARCIAL

REAÇÕES DE NEUTRALIZAÇÃO PARCIAL REAÇÕES DE NEUTRALIZAÇÃO PARCIAL Reação de salificação com neutralização parcial do ácido Nessa reação, forma-se um hidrogênio sal (sal ácido), cujo ânion contém H ionizável. Reação de salificação com

Leia mais

QUÍMICA PROFº JAISON MATTEI

QUÍMICA PROFº JAISON MATTEI QUÍMICA PROFº JAISON MATTEI 1. A água da chuva é naturalmente ácida devido à presença do gás carbônico encontrado na atmosfera. Esse efeito pode ser agravado com a emissão de gases contendo enxofre, sendo

Leia mais

Alumínio Dados Gerais Produção de Alumina - Processo Bayer Eletrólise da Alumina Processo Hall- Heroult

Alumínio Dados Gerais Produção de Alumina - Processo Bayer Eletrólise da Alumina Processo Hall- Heroult Dados Gerais Produção de Alumina - Processo Bayer Eletrólise da Alumina Processo Hall- Heroult Etapas da metalurgia extrativa do alumínio : Custos de produção de cada processo da metalurgia extrativa do

Leia mais

METALURGIA EXTRATIVA DOS NÃO FERROSOS

METALURGIA EXTRATIVA DOS NÃO FERROSOS METALURGIA EXTRATIVA DOS NÃO FERROSOS PMT 2509 PMT 3409 Flávio Beneduce PRODUÇÃO DE Ni USOS DO NÍQUEL Aços inoxidáveis e aços ligados: 70% Ligas não ferrosas Superligas: ligas resistentes à oxidação e

Leia mais

1. A fermentação é um processo químico complexo do fabrico de vinho no qual a glucose é convertida em etanol e dióxido de carbono:

1. A fermentação é um processo químico complexo do fabrico de vinho no qual a glucose é convertida em etanol e dióxido de carbono: EB: QUÍMICA GERAL/ EQB: QUÍMICA GERAL I Capítulo 4. Reacções químicas II Ficha de exercícios 1. A fermentação é um processo químico complexo do fabrico de vinho no qual a glucose é convertida em etanol

Leia mais

PQI 3211 LISTA DE EXERCÍCIOS BALANÇOS MATERIAIS COM REAÇÕES QUÍMICAS

PQI 3211 LISTA DE EXERCÍCIOS BALANÇOS MATERIAIS COM REAÇÕES QUÍMICAS PQI 3211 LISTA DE EXERCÍCIOS BALANÇOS MATERIAIS COM REAÇÕES QUÍMICAS Para problemas com múltiplas unidades de processamento, realize a análise do número de graus de liberdade para cada unidade, para o

Leia mais

Recomendação da quantidade de fósforo

Recomendação da quantidade de fósforo ADUBAÇÃO FOSFATADA FÓSFORO -Aula passada Fósforo na planta Fósforo no solo Avaliação da disponibilidade de fósforo Recomendação da quantidade de fósforo FÓSFORO -Aula hoje Avaliação da disponibilidade

Leia mais

COMPOSTOS INORGÂNICOS Profº Jaison Mattei

COMPOSTOS INORGÂNICOS Profº Jaison Mattei COMPOSTOS INORGÂNICOS Profº Jaison Mattei Ácidos (teoria de Arrhenius) Ácidos são substâncias moleculares que, ao serem dissolvidas em água se dissociam, originando o íon hidrônio (H 3 O + ). Exemplos:

Leia mais

ENCONTRO TÉCNICO 4ª REUNIÃO DO GT-CONAMA

ENCONTRO TÉCNICO 4ª REUNIÃO DO GT-CONAMA ENCONTRO TÉCNICO 4ª REUNIÃO DO GT-CONAMA MATERIAIS SECUNDÁRIOS COM POTENCIAL DE UTILIZAÇÃO NA PRODUÇÃO DE FERTILIZANTES MICRONUTRIENTES ABRIL 2009 MICRONUTRIENTES FINALIDADE: (MODO DE USO) VIA FOLIAR,

Leia mais

Processos Metalúrgicos

Processos Metalúrgicos Processos Metalúrgicos AULA 4 PRODUÇÃO DE MATERIAIS NÃO FERROSOS PROF.: KAIO DUTRA Cobre Os minérios de cobre podem ser sulfetados ou óxidos, além, mais raramente, do próprio cobre nativo. Geralmente,

Leia mais

Funções Inorgânicas. Funções Inorgânicas. Ácidos. Teoria da dissociação iônica de Arrhenius 10/11/17. Prof. Mayanderson

Funções Inorgânicas. Funções Inorgânicas. Ácidos. Teoria da dissociação iônica de Arrhenius 10/11/17. Prof. Mayanderson Funções Inorgânicas n Função química é um conjunto de substâncias com propriedades químicas semelhantes, denominadas propriedades funcionais. Funções Inorgânicas Prof. Mayanderson n Ácidos; n Bases; n

Leia mais

INTRODUÇÃO AOS PROCESSOS METALÚRGICOS. Prof. Carlos Falcão Jr.

INTRODUÇÃO AOS PROCESSOS METALÚRGICOS. Prof. Carlos Falcão Jr. INTRODUÇÃO AOS PROCESSOS METALÚRGICOS Prof. Carlos Falcão Jr. 2. PROCESSOS HIDROMETALÚRGICOS Ocorrem na interface entre as fases sólida e líquida Temperaturas entre 10 e 300ºC São divididos em diferentes

Leia mais

Processos Metalúrgicos AULA 2 PRODUÇÃO DO FERRO GUSA: ALTO -FORNO

Processos Metalúrgicos AULA 2 PRODUÇÃO DO FERRO GUSA: ALTO -FORNO Processos Metalúrgicos AULA 2 PRODUÇÃO DO FERRO GUSA: ALTO -FORNO PROF.: KAIO DUTRA O alto-fomo constitui o principal aparelho utilizado na metalurgia do ferro. A partir dos primeiros fomos, dos tipos

Leia mais

I - 4 Au (s) + O 2(g) + 2 H 2 O (l) + 8 CN - -

I - 4 Au (s) + O 2(g) + 2 H 2 O (l) + 8 CN - - QUESTÕES OBJETIVAS Questão 9: O processo do cianeto pode ser utilizado para extrair ouro de rochas. Esse processo consiste em, inicialmente, tratar as rochas trituradas com cianeto, havendo formação do

Leia mais

Ocorrência de reações

Ocorrência de reações Ocorrência de reações Dados: Força de ácidos e bases Classificação dos hidrácidos mais conhecidos: Regra prática para a classificação dos oxiácidos Determine a diferença (D) entre a quantidade de átomos

Leia mais

Funções inorgânicas : Sais e Óxidos

Funções inorgânicas : Sais e Óxidos Funções inorgânicas : Sais e Óxidos Sais Bicarbonato de sódio (NaHCO 3 ) Utilizado em antiácidos Carbonato de cálcio (CaCO 3 ) Encontrado no mármore, no calcário, nas cascas de ovos etc Sulfato de cálcio

Leia mais

Química. Questão 17 A gasolina é uma mistura de hidrocarbonetos diversos que apresenta, dentre outros, os seguintes componentes:

Química. Questão 17 A gasolina é uma mistura de hidrocarbonetos diversos que apresenta, dentre outros, os seguintes componentes: Questão 16 Uma molécula de água, isolada, não apresenta certas propriedades físicas - como ponto de fusão e de ebulição - que dependem de interações entre moléculas. Em 1998, um grupo de pesquisadores

Leia mais

Capítulo 5 Chuva Ácida

Capítulo 5 Chuva Ácida Capítulo 5 Chuva Ácida Conceito Chuva ácida forma-se quando óxidos de enxofre e nitrogênio se combinam com o vapor d água da atmosfera gerando os ácidos sulfúrico e nítrico, que podem ser conduzidos pelas

Leia mais

Determinação de cinzas em alimentos

Determinação de cinzas em alimentos UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS DEPARTAMENTO DE ALIMENTOS E NUTRIÇÃO EXPERIMENTAL DISCIPLINA: BROMATOLOGIA BÁSICA (FBA-201) Determinação de cinzas em alimentos Elizabete W

Leia mais

INSTRUÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA LEIA COM MUITA ATENÇÃO

INSTRUÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA LEIA COM MUITA ATENÇÃO 1º EM Química B Natália Av. Dissertativa 19/10/16 INSTRUÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA LEIA COM MUITA ATENÇÃO 1. Verifique, no cabeçalho desta prova, se seu nome, número e turma estão corretos. 2. Esta

Leia mais

Tecnol. Mecânica: Produção do Ferro

Tecnol. Mecânica: Produção do Ferro A história do homem é a história do domínio da tecnologia dos materiais. Não é à toa que alguns de seus períodos se confundem com os materiais mais usados neles: Idade da Pedra, Idade do Bronze, Idade

Leia mais

RECUPERAÇÃO DE INSUMOS E SUBPRODUTOS DA PRODUÇÃO DE BIODIESEL. Processo de recuperação do Metanol e da Glicerina.

RECUPERAÇÃO DE INSUMOS E SUBPRODUTOS DA PRODUÇÃO DE BIODIESEL. Processo de recuperação do Metanol e da Glicerina. RECUPERAÇÃO DE INSUMOS E SUBPRODUTOS DA PRODUÇÃO DE BIODIESEL Processo de recuperação do Metanol e da Glicerina. O processo completo de produção de biodiesel partindo-se do óleo degomado é constituído

Leia mais

OPERAÇÕES UNITÁRIAS II

OPERAÇÕES UNITÁRIAS II COLÉGIO META OPERAÇÕES UNITÁRIAS II Prof. ABEL SCUPELITI ARTILHEIRO SÃO PAULO 2012 1 OPERAÇÕES UNITÁRIAS II BALANÇO MATERIAL O Balanço Material é utilizado para projetos e análises de equipamentos de novas

Leia mais

Química Oxi-Redução Balanceamento de Equações Fácil [20 Questões]

Química Oxi-Redução Balanceamento de Equações Fácil [20 Questões] Química Oxi-Redução Balanceamento de Equações Fácil [20 Questões] 01 - (UFPR) Das equações abaixo, qual(quais) está(estão) balanceada(s) corretamente? I. NH 3 + HCl NH 4 Cl II. BaCl 2 + H 2 SO 4 HCl +

Leia mais

O b) SO 2. CaSO 3 + CO 2

O b) SO 2. CaSO 3 + CO 2 31 c QUÍMICA petróleo pode conter alto teor de enxofre, que deve ser removido nas refinarias de petróleo. Mesmo assim, na queima de combustíveis fósseis, forma-se dióxido de enxofre. Esse óxido liberado

Leia mais

AGLOMERANTES. Definição: 22/2/2011

AGLOMERANTES. Definição: 22/2/2011 AGLOMERANTES Definição: Aglomerantes são materiais ativos, geralmente pulverulentos, que entram na composição das pastas, argamassas e concretos. 1 Nomenclatura Aglomerantes = materiais ativos (pulverulentos)

Leia mais

8/2/2011 AGLOMERANTES. Definição: Exemplos: Aglomerantes. Nomenclatura. Relação Pega x Endurecimento. Propriedades. Argila Gesso Cal Cimento Betume

8/2/2011 AGLOMERANTES. Definição: Exemplos: Aglomerantes. Nomenclatura. Relação Pega x Endurecimento. Propriedades. Argila Gesso Cal Cimento Betume Definição: AGLOMERANTES Aglomerantes são materiais ativos, geralmente pulverulentos, que entram na composição das pastas, argamassas e concretos. Nomenclatura Exemplos: Aglomerantes Aglomerantes = materiais

Leia mais

CHUVA ÁCIDA. - Causas e consequências; - Controlar e corrigir as chuvas ácidas; - Impacto da chuva ácida em alguns. materiais.

CHUVA ÁCIDA. - Causas e consequências; - Controlar e corrigir as chuvas ácidas; - Impacto da chuva ácida em alguns. materiais. CHUVA ÁCIDA - Causas e consequências; - Controlar e corrigir as chuvas ácidas; - Impacto da chuva ácida em alguns materiais. FORMAÇÃO DE CHUVA ÁCIDA A chuva torna-se ácida porque dissolve o dióxido de

Leia mais

Professor Marcus Ennes. -Estequiometria

Professor Marcus Ennes. -Estequiometria Professor Marcus Ennes -Estequiometria - RELAÇÕES FUNDAMENTAIS RAZÃO E PROPORÇÃO 1) Um formigueiro é composto por 2.000 formigas. Cada formiga consome por dia, 1.500 moléculas de glicose (C 6 H 12 O 6

Leia mais

Estudo Estudo da Química

Estudo Estudo da Química Estudo Estudo da Química Prof. Railander Borges Fale com o Professor: Email: [email protected] Instagram: @rayllanderborges Facebook: Raylander Borges Aula 13 INTRODUÇÃO A ESTEQUIOMETRIA

Leia mais

PROVA DE QUÍMICA. Tendo em vista as propriedades coligativas dessas soluções, é CORRETO afirmar

PROVA DE QUÍMICA. Tendo em vista as propriedades coligativas dessas soluções, é CORRETO afirmar 17 PROVA DE QUÍMICA Q U E S T Ã O 2 6 Z e X são elementos químicos que apresentam respectivamente 2 e 6 elétrons no nível de valência. A fórmula química resultante da combinação entre átomos dos elementos

Leia mais

c) NH4OH. d) H2SO4. 4) Qual a classificação correta das moléculas NaOH, NaCl e HCl? a) Ácido, base e sal b) Sal, base e ácido

c) NH4OH. d) H2SO4. 4) Qual a classificação correta das moléculas NaOH, NaCl e HCl? a) Ácido, base e sal b) Sal, base e ácido Funções e reações inorgânicas - Exercícios 1) (UFPA) Considerando a equação química: Cl2O7 + 2 NaOH 2 NaClO4 + H2O os reagentes e produtos pertencem, respectivamente, às funções: a) óxido, base, sal e

Leia mais

E-books PCNA. Vol. 1 QUÍMICA ELEMENTAR CAPÍTULO 3 REAÇÕES INORGÂNICAS

E-books PCNA. Vol. 1 QUÍMICA ELEMENTAR CAPÍTULO 3 REAÇÕES INORGÂNICAS E-books PCNA Vol. 1 QUÍMICA ELEMENTAR CAPÍTULO 3 REAÇÕES INORGÂNICAS 1 QUÍMICA ELEMENTAR CAPÍTULO 3 SUMÁRIO Apresentação -------------------------------------------- 3 Capítulo 3 ------------------------------------------------

Leia mais

Cimento Portland Fabricação Composição química Propriedades

Cimento Portland Fabricação Composição química Propriedades Cimento Portland Fabricação Composição química Propriedades É um aglomerante hidráulico obtido pela moagem do clínquer Portland com adições de gesso e, eventualmente, escória básica de alto-forno, pozolana

Leia mais

12 GAB. 1 1 o DIA PASES 2 a ETAPA TRIÊNIO QUÍMICA QUESTÕES DE 21 A 30

12 GAB. 1 1 o DIA PASES 2 a ETAPA TRIÊNIO QUÍMICA QUESTÕES DE 21 A 30 12 GAB. 1 1 o DIA PASES 2 a ETAPA TRIÊNIO 2004-2006 QUÍMICA QUESTÕES DE 21 A 30 21. Os solos brasileiros são na sua maioria ácidos, de modo que para cultiválos muitas vezes é necessária a aplicação de

Leia mais

PREPARO DE SOLUÇÕES NUTRITIVAS. Prof. Dr. Osmar Souza dos Santos UFSM

PREPARO DE SOLUÇÕES NUTRITIVAS. Prof. Dr. Osmar Souza dos Santos UFSM PREPARO DE SOLUÇÕES NUTRITIVAS Prof. Dr. Osmar Souza dos Santos UFSM DEFINIÇÃO DA QUANTIDADE Quantidade de litros por planta Método de cultivo NFT: 0,5 a 8,0; DWC: 30 a 50. Espécie vegetal Alface: 0,5

Leia mais

Todos os elementos desse grupo são sólidos com exceção do nitrogênio que é um gás nas condições ambientais (25 C e 1 atm)

Todos os elementos desse grupo são sólidos com exceção do nitrogênio que é um gás nas condições ambientais (25 C e 1 atm) O GRUPO DO NITROGÊNIO GRUPO 15 OU V Todos os elementos desse grupo são sólidos com exceção do nitrogênio que é um gás nas condições ambientais (25 C e 1 atm) Todos os elementos desse grupo apresentam

Leia mais

ADUBOS FLUÍDOS (líquidos)

ADUBOS FLUÍDOS (líquidos) Universidade Federal do Paraná Departamento de Solos e Engenharia Agrícola Volnei Pauletti ADUBOS FLUÍDOS (líquidos) Conceitos Uso Vantagens Matérias primas Fabricação 1 Adubos líquidos ou fluídos: CONCEITOS

Leia mais

FABRICAÇÃO DO AÇO. Introdução

FABRICAÇÃO DO AÇO. Introdução FABRICAÇÃO DO AÇO Introdução Mesmo quando os métodos de fabricação eram bastante rudimentares os artesãos da Antigüidade, na Ásia e, mais tarde, na Europa medieval, conseguiam fabricar o aço. O aço daquela

Leia mais

HIDROMETALURGIA E ELETROMETALURGIA. Prof. Carlos Falcão Jr.

HIDROMETALURGIA E ELETROMETALURGIA. Prof. Carlos Falcão Jr. HIDROMETALURGIA E ELETROMETALURGIA Prof. Carlos Falcão Jr. Definição de HIDROMETALURGIA parte da metalurgia que engloba os processos de extração de metais, nos quais a principal etapa de separação metal-ganga

Leia mais

MANEJO DO SOLO PARA O CULTIVO DE HORTALIÇAS

MANEJO DO SOLO PARA O CULTIVO DE HORTALIÇAS MANEJO DO SOLO PARA O CULTIVO DE HORTALIÇAS Vinícius Macedo Msc. em Agroecologia SOLO Ao longo da história da humanidade, o homem sempre conviveu com o solo. No começo, ele apenas colhia os produtos da

Leia mais

Cálcio Magnésio Enxofre

Cálcio Magnésio Enxofre Cálcio Magnésio Enxofre Absorção Intemperismo Cálcio e Magnésio Ciclos do Ca e Mg no sistema solo-planta Ca, Mg (calcários e adubos) Ca, Mg (material de origem) Ca, Mg fixados Troca Ca, Mg na solução do

Leia mais

RESPOSTAS ESPERADAS QUÍMICA

RESPOSTAS ESPERADAS QUÍMICA Questão 1 Sim, a analogia está correta. Por se tratar de mudança de estado físico, a temperatura do sistema água permanece constante durante o processo de solidificação, assim como ocorre para o caso das

Leia mais

HIDROMETALURGIA E ELETROMETALURGIA

HIDROMETALURGIA E ELETROMETALURGIA A escolha do método a ser utilizado depende: do teor do minério (% do mineral de interesse) da facilidade com que o mineral de interesse pode ser dissolvido por um reagente bons resultados aplicada em

Leia mais

Corretivos Adubos e Adubações. Prof. ELOIR MISSIO

Corretivos Adubos e Adubações. Prof. ELOIR MISSIO Corretivos Adubos e Adubações Prof. ELOIR MISSIO FORMULAÇÃO DE FERTILIZANTES Fertilidade dos solos e manejo da adubação de culturas. Carlos A. Bissani; Clesio Gianello; Marino J. Tedesco; Flávio A. O.

Leia mais

P R O V A D E Q UÍMICA I. O quadro abaixo relaciona algumas substâncias químicas e aplicações muito comuns no nosso cotidiano.

P R O V A D E Q UÍMICA I. O quadro abaixo relaciona algumas substâncias químicas e aplicações muito comuns no nosso cotidiano. 1 P R O V A D E Q UÍMIA I QUESTÃO 46 O quadro abaixo relaciona algumas substâncias químicas e aplicações muito comuns no nosso cotidiano. SUBSTÂNIAS idróxido de amônio Ácido fosfórico Sulfato de alumínio

Leia mais

VII Olimpíada Catarinense de Química Etapa I - Colégios

VII Olimpíada Catarinense de Química Etapa I - Colégios VII Olimpíada Catarinense de Química 2011 Etapa I - Colégios Fonte: Chemistryland Segunda Série 1 01 200 ml de uma solução de hidróxido de alumínio são diluídos em água destilada até a sua concentração

Leia mais

LIGANTES HIDRÓFILOS. Hidráulicos. Aplicações argamassas e betões. resistem à água. - cal hidráulica - cimento. aéreos. não resistem à água

LIGANTES HIDRÓFILOS. Hidráulicos. Aplicações argamassas e betões. resistem à água. - cal hidráulica - cimento. aéreos. não resistem à água Aplicações argamassas e betões aéreos Hidráulicos não resistem à água resistem à água - cal hidráulica - cimento - cal aérea - gesso 1 CIMENTO Classificação Constituição Propriedades no desempenho Cimentos

Leia mais

Química Analítica IV QUI semestre 2012 Profa. Maria Auxiliadora Costa Matos ANÁLISE GRAVIMÉTRICA

Química Analítica IV QUI semestre 2012 Profa. Maria Auxiliadora Costa Matos ANÁLISE GRAVIMÉTRICA Química Analítica IV QUI070 1 semestre 2012 Profa. Maria Auxiliadora Costa Matos ANÁLISE GRAVIMÉTRICA 1 GRAVIMETRIA OU ANÁLISE GRAVIMETRICA Processo de isolar ou de pesar um composto definido de um elemento

Leia mais

Química Geral I. Química - Licenciatura Prof. Udo Eckard Sinks

Química Geral I. Química - Licenciatura Prof. Udo Eckard Sinks Química Geral I Química - Licenciatura Prof. Udo Eckard Sinks Conteúdo 04/04/2017 Rendimento Determinar Fórmulas Moleculares Reações em Solução aquosa Propriedades dos Compostos em Solução Aquosa, Reações

Leia mais

Qui. Semana. Allan Rodrigues Gabriel Pereira (Renan Micha)

Qui. Semana. Allan Rodrigues Gabriel Pereira (Renan Micha) Semana 4 Allan Rodrigues Gabriel Pereira (Renan Micha) Este conteúdo pertence ao Descomplica. Está vedada a cópia ou a reprodução não autorizada previamente e por escrito. Todos os direitos reservados.

Leia mais

12 GAB. 1 1 o DIA PASES 1 a ETAPA TRIÊNIO QUÍMICA QUESTÕES DE 21 A 30

12 GAB. 1 1 o DIA PASES 1 a ETAPA TRIÊNIO QUÍMICA QUESTÕES DE 21 A 30 12 GAB. 1 1 o DIA PASES 1 a ETAPA TRIÊNIO 2005-2007 QUÍMICA QUESTÕES DE 21 A 30 21. A hemoglobina das células vermelhas do sangue contém o complexo de ferro com uma porfirina. Sabendo que um indivíduo

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DE CASQUILHOS 8º Teste sumativo de FQA 20. maio Versão 1 11º Ano Turma A Professor: Maria do Anjo Albuquerque

ESCOLA SECUNDÁRIA DE CASQUILHOS 8º Teste sumativo de FQA 20. maio Versão 1 11º Ano Turma A Professor: Maria do Anjo Albuquerque ESCOLA SECUNDÁRIA DE CASQUILHOS 8º Teste sumativo de FQA 20. maio. 2015 Versão 1 11º Ano Turma A Professor: Maria do Anjo Albuquerque Duração da prova: 90 minutos. Este teste é constituído por 9 páginas

Leia mais

Estequiometria. Priscila Milani

Estequiometria. Priscila Milani Estequiometria Priscila Milani Cálculo de massa para amostras impuras: Reagentes impuros, principalmente em reações industriais, ou porque eles são mais baratos ou porque eles já são encontrados na Natureza

Leia mais

PROMOVE PROCESSOS DE CONVERSÃO

PROMOVE PROCESSOS DE CONVERSÃO 1.1.Definição: 1. ALQUILAÇÃO CATALÍTICA Molécula Leve Energia Térmica ou catalisadores Molécula com massa molar pesada Catalisadores HF, H 2 SO 4 e AlCl 3. Catalisador HF: usado como referência no processo.

Leia mais

1ª Série do Ensino Médio

1ª Série do Ensino Médio 1ª Série do Ensino Médio 16. Considere as equações abaixo: I. H 2 + Cl 2 2 HCl II. Zn + H 2 SO 4 ZnSO 4 + H 2 III. HNO 3 + KOH KNO 3 + H 2 O IV. KClO 3 KCl + O 2 As quatro equações representam, nesta ordem,

Leia mais

ProIn I. Cap 2a Beneficiamento do Aço. Prof. Henrique Cezar Pavanati, Dr. Eng

ProIn I. Cap 2a Beneficiamento do Aço. Prof. Henrique Cezar Pavanati, Dr. Eng Instituto Federal de Santa Catarina Campus de Florianópolis Departamento Acadêmico de Metal-Mecânica Curso Técnico de Mecânica Industrial ProIn II Cap 2a ProIn I Prof. Henrique Cezar Pavanati, Dr. Eng

Leia mais

ÁGUA Fundamentos Caracterização Impurezas Classificações Legislação aplicada Tratamentos

ÁGUA Fundamentos Caracterização Impurezas Classificações Legislação aplicada Tratamentos Disciplina: Água e Efluentes Industriais Prof.: Sávio Pereira ÁGUA Fundamentos Caracterização Impurezas Classificações Legislação aplicada Tratamentos FUNDAMENTOS SOBRE ÁGUA FUNDAMENTOS SOBRE ÁGUA Dados

Leia mais

PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I

PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I BALANÇOS MATERIAIS Mol, Peso molar, Densidade, Vazão mol = 6,023. 10 23 (Constante) Peso (massa) molar = g/mol de molécula (ou átomo) Densidade : ρ = m/v Vazão : Q = V/t

Leia mais

LL-SAL DE SELAGEM NF

LL-SAL DE SELAGEM NF Patentes: Italiana, Européia, USA, Canadá e México. DESCRIÇÃO O produto permite a selagem da camada anódica do Alumínio Anodizado e suas ligas, operando num intervalo de temperatura de 26 ºC a 30 ºC. A

Leia mais

QUI109 QUÍMICA GERAL (Ciências Biológicas) 4ª aula /

QUI109 QUÍMICA GERAL (Ciências Biológicas) 4ª aula / QUI109 QUÍMICA GERAL (Ciências Biológicas) 4ª aula / 2016-2 Prof. Mauricio X. Coutrim (disponível em: http://professor.ufop.br/mcoutrim) REAÇÃO EM SOLUÇÃO AQUOSA São reações envolvendo compostos iônicos

Leia mais

Gabarito de Química Frente 2

Gabarito de Química Frente 2 Gabarito de Química Frente 2 Módulo 05 01. E Calculo do nox: 1) HNO 3 1 + X + 3 x (- 2) = 0 X= + 5 +1 2 X 2) HNO 2 1 + Y + 2 x (- 2) = 0 Y= + 3 +1 Y 2 3) NH 3 Z + 3 x (+1) = 0 Z = - 3 Z 02.A +1 Para calcular

Leia mais

CHUVA ÁCIDA. Castelo (construido em 1702) em Westphalia, Alemanha

CHUVA ÁCIDA. Castelo (construido em 1702) em Westphalia, Alemanha CHUVA ÁCIDA 1970 1908 1968 Castelo (construido em 1702) em Westphalia, Alemanha 1983 Fotografia de uma floresta alemã tirada em 1970 e depois em 1983, após a ação da chuva ácida na região. Em 1989 cientistas

Leia mais

OLIMPIADA BRASILEIRA DE QUÍMICA 2004 FASE III MODALIDADE A PARTE I QUESTÕES MÚLTIPLA ESCOLHA

OLIMPIADA BRASILEIRA DE QUÍMICA 2004 FASE III MODALIDADE A PARTE I QUESTÕES MÚLTIPLA ESCOLHA OLIMPIADA BRASILEIRA DE QUÍMICA 2004 FASE III MODALIDADE A PARTE I QUESTÕES MÚLTIPLA ESCOLHA Se três cubas eletrolíticas contendo, respectivamente, soluções aquosas de ácido acético, ácido sulfúrico e

Leia mais

3º Tri TB Recuperação de Química Data: 14/12/17 Ensino Médio 2º ano classe: A_B_C Profª Danusa Nome: nº

3º Tri TB Recuperação de Química Data: 14/12/17 Ensino Médio 2º ano classe: A_B_C Profª Danusa Nome: nº 3º Tri TB Recuperação de Química Data: 14/12/17 Ensino Médio 2º ano classe: A_B_C Profª Danusa Nome: nº Conteúdo: Nox, pilha e eletrólise Questão 01 - (UFRR/2015) Nas substâncias Na2SO4, HPO3 2, KMnO4

Leia mais

DISCIPLINA DE QUÍMICA INORGÂNICA MATERIAL DE ESTEQUIOMETRIA

DISCIPLINA DE QUÍMICA INORGÂNICA MATERIAL DE ESTEQUIOMETRIA 1 PUREZA E RENDIMENTO Na prática, quando realizamos uma reação química, mesmo utilizando quantidades estequiométricas dos reagentes, nem sempre conseguimos obter a quantidade máxima possível dos produtos.

Leia mais