CIEB NOTAS TÉCNICAS #8
|
|
|
- Andreia Diegues Sales
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 CIEB CIEB NOTAS TÉCNICAS #8 COMPETÊNCIAS DE PROFESSORES E MULTIPLICADORES PARA USO DE TICs NA EDUCAÇÃO #8 NOV/2017 1
2 CIEB NOTAS TÉCNICAS O CIEB Notas Técnicas é uma série que contém análises sobre temas atuais relacionados à inovação na educação pública brasileira. São reflexões e conceitos gerados pela equipe do CIEB no desenvolvimento de nossos projetos e que compartilhamos para contribuir com o debate público sobre o tema. SOBRE O CIEB O Centro de Inovação para Educação Brasileira- CIEB é uma organização sem fins lucrativos cuja missão é promover a cultura de inovação na educação pública, estimulando um ecossistema gerador de soluções para que cada estudante alcance seu pleno potencial de aprendizagem. Atua integrando múltiplos atores e diferentes ideias e em torno de uma causa comum: inovar para impulsionar a qualidade, a equidade e a contemporaneidade de educação pública brasileira. 2 #8 NOV/2017
3 ÍNDICE INTRODUÇÃO 04 BENCHMARK INTERNACIONAL 06 CONSTRUÇÃO DA MATRIZ DE COMPETÊNCIAS CIEB 10 MATRIZ DE COMPETÊNCIAS CIEB 12 PRÓXIMOS PASSOS 14 #8 NOV/2017 3
4 INTRODUÇÃO A formação de professores para o uso de tecnologia na educação constitui um desafio para as redes públicas de ensino no Brasil, apresentando-se como um elemento essencial para que se pensem as prioridades de uma política de inovação e tecnologias educacionais. No processo de ensino e aprendizagem, os professores devem ser capazes de integrar a tecnologia de forma transversal e, para tanto, é fundamental que estejam preparados para adaptar sua práticas docentes ao dia a dia da sala de aula. As próprias redes estaduais e municipais devem coordenar profissionais que auxiliem os professores e as escolas de forma constante no uso de tecnologia educacional. Estes profissionais - os chamados multiplicadores - prestam apoio pedagógico aos professores e traçam planos estratégicos para adoção de recursos junto aos gestores escolares. Mais ainda, são parte essencial de políticas públicas efetivas para o uso das tecnologias da informação e comunicação (TIC) na educação, por serem capazes de transpor a visão inovadora da rede de ensino ao cotidiano das escolas, agindo como a ponte que confere permeabilidade às políticas. Historicamente, as políticas públicas brasileiras de fomento às TIC na educação como o ProInfo deram maior destaque para a implantação de infraestrutura tecnológica nas escolas 3, enquanto a capacitação do professor como agente mediador permaneceu como um desafio a ser enfrentado. Hoje, porém, apesar da formação para o uso de tecnologia na educação estar prevista na Política Nacional de Formação dos Profissionais da Educação Básica 2, e possuir destaque dentro das metas 5 e 7 do Plano Nacional de Educação , ainda há um longo caminho a ser percorrido nesse sentido. Por estes motivos, é essencial a discussão acerca das compe- 1 Segundo a pesquisa TIC Educação (2015) 2 Art 3º, IX do Decreto nº 8.752, de 9 de maio de Lei nº , de 25 de junho de #8 NOV/2017
5 tências esperadas dos professores e dos multiplicadores com relação às tecnologias educacionais. Uma sistematização sólida das habilidades que se almejam para estes atores é etapa primordial para se pensar modelos de formação que tragam uma transformação sistêmica no ensino público. Quais competências estes profissionais devem ter para trabalhar com as tecnologias digitais a serviço da aprendizagem dos alunos, com qualidade? Para responder a esta pergunta o CIEB apresenta, nesta Nota Técnica, o processo que percorreu no desenvolvimento da Matriz de Competências. A primeira elenca as habilidades necessárias para que os professores façam uso efetivo da tecnologia, tanto dentro da sala de aula quanto em seu processo de desenvolvimento profissional e atualização. Já a segunda trata das competências esperadas para que os multiplicadores promovam a adoção das TICs nas redes de ensino. Estes marcos conceituais foram construídos a partir das principais referências internacionais, debatidas durante encontros presenciais de co-criação com especialistas brasileiros em tecnologia e educação. Com esta publicação, o CIEB reitera seu compromisso com a melhoria de qualidade do ensino público brasileiro por meio da inovação, reconhecendo a importância dos professores como catalisadores desse processo. #8 NOV/2017 5
6 BENCHMARK INTERNACIONAL A fim de orientar a escolha de conhecimentos, habilidades e atitudes que devem ser contemplados em programas de formação de professores e de multiplicadores para o uso pedagógico das TICs, o CIEB analisou competências desenvolvidas por três organizações de referência: Rede Enlaces (Chile), ISTE (EUA) e UNESCO. REDE ENLACES Qual a relevância dos padrões de competência em TICs para a Rede Enlaces? O sistema de padrões desenvolvido pela Rede Enlaces, no Chile, visa contemplar as possibilidades de o docente usar TICs para facilitar tomadas de decisão, em todas as áreas de conhecimento. Assim, rejeita a ideia de avaliar competências específicas e isoladas das áreas curriculares. Qual é a forma de avaliação da Rede Enlaces? Os critérios de avaliação são centrados em três eixos: Pedagógico, Gestão e Cultura Informática. A partir desses critérios, foram desenvolvidas cinco dimensões, que compõem a matriz de competências para professores e para orientadores pedagógicos (o mais próximo da ideia de multiplicadores), trabalhadas pela Rede Enlaces. Tabela 1: Dimensões englobadas na matriz de competências para professores e orientadores pedagógicos da Rede Enlaces. Dimensões que compõem as competências em TICs para professores Pedagógica: Melhorar as experiências de aprendizado dos estudantes, ao adquirir e aplicar as TICs ao currículo escolar vigente. Técnica: Dominar o uso das TICs para apoiar as funções de professor. Gestão: Usar as TICs para apoiar o trabalho administrativo, tanto na gestão do docente, quanto na gestão do estabelecimento escolar. Social, ética e legal: Apresentar aos alunos o uso social das TICs, podendo ser um meio de inclusão social, de atenção à diversidade e à sustentabilidade. Desenvolvimento e responsabilidade profissional: Usar as TICs para melhorar seu desempenho profissional, acessar novas práticas pedagógicas e garantir que os alunos tenham um aprendizado cada vez mais eficiente e atual, através das TICs. 6 #8 NOV/2017
7 Dimensões que compõem as competências em TICs para orientadores pedagógicos Pedagógica: Apoiar a integração das TICs nos processos de ensino e aprendizagem e a renovação e a atualização pedagógica dos estabelecimentos de ensino. Técnica: Dominar o uso das TICs para apoiar as funções no âmbito de sua gestão. Gestão: Usar as TICs para apoiar a gestão curricular, de recursos ou do clima organizacional. Social, ética e legal: Usar as TICs como meio de inclusão social, de atenção à diversidade, à saúde e ao ambiente Desenvolvimento e responsabilidade profissional: Reconhecer a importância de melhorar seu trabalho, e assumir a responsabilidade de atualizar-se constantemente e desenvolver-se profissionalmente, aproveitando o potencial que as TICs oferecem. Fonte: Chile, 2011 ISTE Qual a relevância dos padrões de competência em TIC para o ISTE? O International Society for Technology in Education (ISTE) define competências para uso de TICs dirigidos à formação inicial do docente. O objetivo do ISTE é oferecer ao docente referências para que possam ser criados ambientes de aprendizagem mais interativos. Essa acaba sendo sua maior vantagem: explicitar um itinerário para a aquisição de habilidades e destrezas na formação inicial dos docentes (Bastos, 2010). Qual é a forma de avaliação do ISTE? As cinco macro competências estabelecidas pelo ISTE, em 2008, para professores e para administradores (o mais próximo da ideia de multiplicadores) estão sistematizadas na tabela abaixo. #8 NOV/2017 7
8 Tabela 2: Cinco macro competências estabelecidas pelo ISTE para professores e administradores. Professores Facilitar e inspirar a aprendizagem e a criatividade dos alunos Conceber e desenvolver experiências e avaliações de aprendizagem da era digital Utilizar métodos de trabalho e aprendizado da era digital Promover e incorporar a cidadania digital e a responsabilidade Envolver-se em processos de crescimento profissional e liderança Administradores Liderança visionária Cultura de aprendizagem na era digital Excelência na prática profissional Melhoras sistêmicas Cidadania digital Fonte: ISTE, 2008 Usar conhecimentos sobre disciplinas e sobre tecnologias para promover o aprendizado, a criatividade e a inovação dos alunos em ambientes virtuais e presenciais. Desenvolver avaliações e experiências de aprendizagem autênticas, incorporando recursos digitais e ferramentas contemporâneas no processo de ensino. Deter conhecimentos e habilidades representativos de um profissional inovador em uma sociedade global e digital. Entender os problemas e as responsabilidade locais e globais de uma sociedade com uma cultura digital em expansão. Melhorar práticas profissionais continuamente, adequar modelos de ensino ao longo do tempo e demonstrar liderança perante a comunidade escolar, promovendo o uso efetivo de ferramentas digitais. Inspirar e promover o desenvolvimento e a implementação de uma visão compartilhada para a integração da tecnologia, de modo a apoiar transformações em toda a organização escolar. Criar, promover e sustentar uma cultura de aprendizagem dinâmica e digital, que oferece uma educação estimulante para os alunos. Promover ecossistema de aprendizagem profissional e inovação, habilitando educadores a estimular os estudantes a aprender, por meio de tecnologias contemporâneas e recursos digitais. Ser a liderança da era digital, gerindo a organização escolar e aprimorando-a pelo uso efetivo de informações e de recursos tecnológicos. Modelar e facilitar o entendimento de questões e responsabilidades sociais, éticas e legais relacionadas com a cultura digital em expansão. UNESCO Qual a relevância dos padrões de competência em TICs para a UNESCO? É essencial que os professores tenham competências mínimas para assegurar novas oportunidades de aprendizagem para seus alunos, além de garantir a autonomia de seus alunos por meio do uso de tecnologias. 8 #8 NOV/2017
9 Qual é a forma de avaliação dos padrões de competência em TICs da UNESCO? O marco curricular para o Projeto Competências em TICs para Professores (ICT-CST) da UNESCO é composto pelos seis componentes do sistema educacional (política, currículo, pedagogia, TICs, organização e treinamento de docentes), os quais são cruzados com as três abordagens para a reforma da educação, com base no desenvolvimento da capacidade humana (alfabetização em tecnologia, aprofundamento do conhecimento e criação de conhecimentos). A imagem a seguir ilustra essa ideia. Imagem 1: Marco curricular para o Projeto Padrões de Competência em TICs para Professores. Fonte: UNESCO, 2009 Para cada um dos componentes do sistema educacional, portanto, associou-se uma das três abordagens para a reforma da educação. 1. ALFABETIZAÇÃO EM TECNOLOGIA: os professores devem dominar as habilidades básicas em alfabetização digital, de modo a usar as TICs para lidar com dados em sala de aula e para o seu desenvolvimento profissional. 2. APROFUNDAMENTO DO CONHECIMENTO: necessidade de os professores entenderem metas políticas e prioridades sociais, a fim de propor atividades que dialoguem com a realidade, em sala de aula. A função do professor é orientar os alunos sobre determinados conceitos (utilizando ferramentas abertas de tecnologia), estimulando-os a trabalhar de modo colaborativo para solucionar os desafios propostos. 3. CRIAÇÃO DE CONHECIMENTO: os estudantes devem estar permanentemente envolvidos nos seus processos de aprendizagem, de modo a avaliar suas próprias competências e defasagens, bem como a de seus pares. A função dos professores é estruturar situações para que o aluno aplique essas habilidades, apoiando-se, portanto, nas TICs. #8 NOV/2017 9
10 CONSTRUÇÃO DA MATRIZ DE COMPETÊNCIAS CIEB Percebe-se que apesar de cada organização - Rede Enlaces, ISTE e UNESCO - desenvolver diferentes matrizes de competências em TICs, elas têm pontos fortes em comum, os quais constituíram uma base consistente para a construção da matriz de competências CIEB. Pode-se citar os seguintes: TICs como um meio de ampliar possibilidades de aprendizado dos alunos e garantir seu protagonismo (dimensão pedagógica); Importância de fazer um uso social das TICs educacionais (dimensão social, ética e legal); Uso das TICs como meio de desenvolver habilidades profissionais do professor e multiplicador (dimensão profissional); A gestão do ambiente escolar é facilitada pelas TICs (dimensão gestão). Para a construção da matriz de competências do CIEB, utilizou-se como referencial o entendimento de que competências são um conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes. A partir dessa premissa e do estudo das três matrizes de competência explicadas acima, foi realizada uma co-criação entre e o CIEB e especialistas 4, com o objetivo de elaborar estratégias para o desenvolvimento de competências para o uso de tecnologia nas redes de ensino. Imagem 2: Definição de competência Conhecimento (saber o que fazer) Habilidades (saber como fazer) Atitudes (querer fazer) 4 Germano Guimarães (Instituto Telos), Graziella Matarazzo (Instituto Telos), Marcia Padilha (Programa Criamundi), Maria Slemenson (Instituto Natura) e Priscila Gonsales (Educadigital). 10 #8 NOV/2017
11 O trabalho iniciou-se com a identificação das atribuições e responsabilidades dos professores e dos multiplicadores em suas redes de ensino, as quais foram agrupadas em 3 dimensões para cada um dos perfis, tendo como base as referências internacionais analisadas. A cada dimensão, estão associados 4 elementos. Destaca-se que a matriz de competências CIEB resultante foi então analisada e estruturada adequando as competências de professores e multiplicadores às realidades e às necessidades das redes educacionais brasileiras. AS DIMENSÕES DA MATRIZ DE COMPETÊNCIAS CIEB PARA PROFESSORES E MULTIPLICADORES: PROFESSORES: Pedagógica: Efetivar o uso das tecnologias educacionais para apoiar as práticas pedagógicas do professor. Social, ética, legal e cidadã: Usar as tecnologias para discutir a vida em sociedade, e debater modos de usar a tecnologia de modo responsável e ético. Desenvolvimento e responsabilidade profissional: Usar as tecnologias para garantir a atualização permanente do professor, e o seu crescimento profissional. MULTIPLICADORES: Apoio pedagógico: Multiplicar o conhecimento técnico e prático do uso das tecnologias, bem como orientar usos pedagógicos das tecnologias educacionais para agentes da comunidade escolar. Planejamento e gestão: Usar tecnologias para realizar seu trabalho de forma estruturada e sustentável, promovendo ampla transformação na rede de ensino. Desenvolvimento e responsabilidade profissional: Manter o uso contínuo, atualizado e responsável das tecnologias educacionais para aprimorar suas práticas profissionais. #8 NOV/
12 MATRIZ DE COMPETÊNCIAS CIEB As competências necessárias para que professores façam uso de tecnologias de informação da educação de forma efetiva estão sistematizadas na tabela abaixo: COMPETÊNCIAS DE PROFESSORES PARA O USO DE TICs DIMENSÕES ELEMENTO 1 ELEMENTO 2 ELEMENTO 3 ELEMENTO 4 PEDAGÓGICA PRÁTICA PEDAGÓGICA Ser capaz de incorporar tecnologia às experiências de aprendizagem dos alunos e às suas estratégias de ensino. AVALIAÇÃO Ser capaz de usar tecnologias digitais para acompanhar e orientar o processo de aprendizagem e avaliar o desempenho dos alunos. PERSONALIZAÇÃO Ser capaz de utilizar a tecnologia para criar experiências de aprendizagem que atendam as necessidades de cada estudante. CURADORIA E CRIAÇÃO Ser capaz de selecionar e criar recursos digitais que contribuam para os processos de ensinoaprendizagem e gestão de sala de aula. SOCIAL, ÉTICA, LEGAL, CIDADÃ CIDADANIA Ser capaz de utilizar TICs para incentivar a participação social e cívica, promovendo a cidadania digital. USO RESPONSÁVEL Ser capaz de fazer e promover o uso responsável da tecnologia (privacidade, rastro digital e implicações legais). USO CRÍTICO Ser capaz de fazer e promover a interpretação crítica das informações disponíveis em mídias digitais. INCLUSÃO Ser capaz de utilizar recursos tecnológicos para promover a inclusão e a equidade educativa. DESENVOLVIMENTO E RESPONSABILIDADE PROFISSIONAL AUTODESENVOL- VIMENTO Ser capaz de usar TICs nas atividades de formação continuada e de desenvolvimento profissional. AUTOAVALIAÇÃO Ser capaz de utilizar as TICs para avaliar a sua prática docente e implementar ações para melhorias. COMPARTILHA- MENTO Ser capaz de usar a tecnologia para participar e promover a participação em comunidades de aprendizagem e trocas entre pares. COMUNICAÇÃO Ser capaz de utilizar tecnologias para manter comunicação ativa, sistemática e eficiente com os atores da comunidade educativa. 12 #8 NOV/2017
13 As competências necessária para que os multiplicadores façam uso de tecnologias de informação da educação de forma efetiva e sejam capazes de disseminar suas experiências e seus conhecimentos para os professores e demais profissionais das redes de ensino estão sistematizadas na tabela abaixo: COMPETÊNCIAS DE MULTIPLICADORES PARA USO DE TICs DIMENSÕES ELEMENTO 1 ELEMENTO 2 ELEMENTO 3 ELEMENTO 4 APOIO PEDAGÓGICO ORIENTAÇÃO Ser capaz de orientar, acompanhar e monitorar a integração das TICs nas práticas pedagógicas. CAPACITAÇÃO Ser capaz de viabilizar oportunidades de capacitação e desenvolvimento para as equipes escolares. RECURSOS E INFRAESTRUTURA Ser capaz de promover e viabilizar ambientes equipados com tecnologia e recursos de aprendizagem. INCLUSÃO Ser capaz de garantir que os recursos tecnológicos sejam utilizados para promover a inclusão e a equidade educativa. PLANEJAMENTO E GESTÃO DIAGNÓSTICO E PLANEJAMENTO Ser capaz de elaborar e implementar um plano estratégico sobre o uso de tecnologia, envolvendo os diferentes atores da comunidade educativa. ACOMPANHA- MENTO E AVALIAÇÃO Ser capaz de fomentar a cultura de acompanhamento e avaliação junto às escolas, desenvolvendo mecanismos para tanto. GESTÃO DE REDES Ser capaz de usar a tecnologia para criar e fomentar redes de colaboração e aprendizado entre os diferentes atores da comunidade educativa. GESTÃO DE PARCERIAS Ser capaz de estabelecer alianças com parceiros estratégicos para promover o uso de tecnologia nas escolas. DESENVOLVIMENTO E RESPONSABILIDADE PROFISSIONAL FORMAÇÃO Ser capaz de usar a tecnologia para participar em programas de formação continuada para a sua função. GESTÃO DE INFORMAÇÃO Ser capaz de coletar, analisar e incorporar dados como base de sua rotina profissional. COMUNICAÇÃO Ser capaz de utilizar tecnologias para manter comunicação ativa, sistemática e eficiente com as equipes escolares, outros NTEs e a Secretaria de Educação. COMPARTILHA- MENTO Ser capaz de participar e promover a participação em comunidades de aprendizagem e trocas entre pares (locais, estaduais e nacionais). #8 NOV/
14 PRÓXIMOS PASSOS É importante destacar que a matriz de competências CIEB é apenas um ponto de partida para subsidiar o desenvolvimento das competências de professores e multiplicadores na realidade brasileira, a partir do planejamento de formações voltadas para o uso de tecnologias educacionais. Os Espaços de Formação e Experimentação em Tecnologias para Professores (EfeX), desenvolvidos pelo CIEB, podem ser um bom ponto de partida para testar a efetividade dos componentes presentes na matriz. Ressalta-se que a matriz está sempre sujeita a modificações, podendo ser aprimorada a partir das experiências concretas a serem observadas com o tempo. Além disso é importante desenvolver rubricas que gerem evidências qualitativas e quantitativas sobre o desenvolvimento de cada uma das competências especificadas na matriz, tanto para professores quanto para multiplicadores. Dessa forma, entende-se que o desenvolvimento das referidas competências nesses profissionais da rede pública de ensino é essencial para promover a qualidade e a equidade na educação pública brasileira. REFERÊNCIAS BASTOS, Maria Inês (2010). O impacto das TICs na educação. Brasília, Brasil. Disponível em: Acesso em: 12/09/2017. COMITÊ GESTOR DA INTERNET NO BRASIL (2016). TIC Educação 2015: Pesquisa sobre o uso das tecnologias de informação e comunicação nas escolas brasileiras. São Paulo, Brasil. Disponível em: Acesso em: 12/09/2017. ENLACES (2011). Competencias y estándares TIC para la profesión docente. Chile. INTERNATIONAL SOCIETY in TECHNOLOGY FOR EDUCATION (2008). ISTE Standards for teachers. Disponível em: Acesso em: 20/09/2017. INTERNATIONAL SOCIETY in TECHNOLOGY FOR EDUCATION (2008). ISTE Stardards Administrators. Disponível em: Acesso em: 20/09/2017. UNESCO (2009). Padrões de competência em TICs para professores. Tradução: Cláudia Bentes David. Disponível em: Acesso em: 12/09/ #8 NOV/2017
15
16
CIEB NOTAS TÉCNICAS #8
CIEB CIEB NOTAS TÉCNICAS #8 COMPETÊNCIAS DE PROFESSORES E MULTIPLICADORES PARA USO DE TICs NA EDUCAÇÃO #8 JAN/2019 1 CIEB NOTAS TÉCNICAS O CIEB Notas Técnicas é uma série que contém análises sobre temas
ESPAÇO DE FORMAÇÃO E EXPERIMENTAÇÃO EM TECNOLOGIAS PARA PROFESSORES - EfeX
ESPAÇO DE FORMAÇÃO E EXPERIMENTAÇÃO EM TECNOLOGIAS PARA PROFESSORES - EfeX 1 Tecnologias nas mãos do professor IMPORTÂNCIA DE FORMAR PROFESSORES PARA USO DE TECNOLOGIAS McKinsey (2017) Fatores que influenciam
INOVAÇÃO E TECNOLOGIA PARA EDUCAÇÃO. 17 de março de 2017
INOVAÇÃO E TECNOLOGIA PARA EDUCAÇÃO 17 de março de 2017 O CIEB é uma associação sem fins lucrativos que visa promover a cultura de inovação na educação pública brasileira. MECANISMOS E POLÍTICAS EIXOS
MATRIZ DE COMPETÊNCIAS
MATRIZ DE COMPETÊNCIAS SOBRE O PVE Saiba no que acreditamos e como vamos trabalhar as competências O programa Parceria Votorantim pela Educação (PVE) é uma iniciativa do Instituto Votorantim e das empresas
MATRIZ DE COMPETÊNCIAS
MATRIZ DE COMPETÊNCIAS SOBRE O PVE Saiba no que acreditamos e como vamos trabalhar as competências O programa Parceria Votorantim pela Educação (PVE) é uma iniciativa do Instituto Votorantim e das empresas
Objetivo: propor recomendações para o trabalho efetivo dos NDE
PROIAC Estudo sobre Núcleo Docente Estruturante (NDE) Objetivo: propor recomendações para o trabalho efetivo dos NDE Claudia Marcia Borges Barreto [email protected] O que é NDE? Comissão de acompanhamento
Sistema CFQ/CRQ Planejamento Estratégico INOVAÇÃO & INTEGRAÇÃO
Sistema CFQ/CRQ Planejamento Estratégico 2018-2028 INOVAÇÃO & INTEGRAÇÃO A importância do pensar e agir estrategicamente nos dias atuais 1. Ter uma unica gestão estratégica 2. Ter um direcionamento estratégico
PLANO LOCAL DE INOVAÇÃO
PLANO LOCAL DE INOVAÇÃO Gabriela Gambi Gerente Executiva do CIEB Seminário Nacional de Articuladores Fortaleza 7 de junho de 2018 AGENDA 8:00 8:10 Boas-vindas 8:10 8:40 Plano Local de Inovação: articuladores,
Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Política de Capacitação dos Servidores da UTFPR PREÂMBULO
Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Política de Capacitação dos Servidores da UTFPR PREÂMBULO 1ª - A Administração Federal, atenta à necessidade de capacitação e qualificação
PLANO DE DESENVOLVIMENTO EUROPEU AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ARRIFANA, SANTA MARIA DA FEIRA
PLANO DE DESENVOLVIMENTO EUROPEU 2018-2020 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ARRIFANA, SANTA MARIA DA FEIRA ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO 2. METAS 3.PRIORIDADES 4. OBJETIVOS 5. OPERACIONALIZAÇÃO 5.1. PROCESSO DE INTERNACIONALIZAÇÃO
PLANO ESTRATÉGICO OUI Aprovado pala Assembleia geral da OUI
PLANO ESTRATÉGICO OUI 2017 2022 Aprovado pala Assembleia geral da OUI 25 de novembro de 2016 INSPIRAÇÃO OUI "Desejo estabelecer, além e livre de toda fronteira, seja esta política, geográfica, econômica,
Observatório da Responsabilidade Social e Instituições de Ensino Superior
ORSIES Observatório da Responsabilidade Social e Instituições de Ensino Superior O ORSIES é uma rede colaborativa que pretende fomentar a responsabilidade social das Instituições de Ensino Superior e promover
INOVAÇÃO EDUCATIVA_. Esse é o nosso jeito de fazer, nossa missão e razão de existir
INOVAÇÃO EDUCATIVA_ Escolhemos inventar o futuro por meio da Inovação Educativa Acreditamos na educação disruptiva, personalizada e em linha com os avanços tecnológicos Movidos por um sentimento voluntário,
Formação de Professores: Novos Desafios. Maria Helena Guimarães de Castro
Formação de Professores: Novos Desafios Maria Helena Guimarães de Castro SUMÁRIO übreve DIAGNÓSTICO üpropostas do MEC ütendências na formação de professores ünovos DESAFIOS PREMISSA A QUALIDADE DAS APRENDIZAGENS
PLANO DE DESENVOLVIMENTO EUROPEU
PLANO DE DESENVOLVIMENTO EUROPEU 2015-2017 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ARRIFANA, SANTA MARIA DA FEIRA PLANO DE DESENVOLVIMENTO EUROPEU AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ARRIFANA, SANTA MARIA DA FEIRA 2015-2017 Aprovado
Curso de Especialização em Gestão Pública MATRIZ CURRICULAR. Módulo 1/Semestre 1 Carga horária total: 30h. 30h -
Curso de Especialização em Gestão Pública CÂMPUS Florianópolis MATRIZ CURRICULAR Módulo 1/Semestre 1 Carga horária total: 30h Introdução a Informática e Ambiente Virtual de Ensino- Aprendizagem (AVEA)
Formação de Professores para BNCC e novos currículos. O desafio da gestão municipal e oportunidades de colaboração
Formação de Professores para BNCC e novos currículos O desafio da gestão municipal e oportunidades de colaboração Pela primeira vez, o Brasil determinou o que toda criança tem o direito de aprender, a
INOVAÇÃO MEDIADA POR TECNOLOGIA: caminhos para uma educação do séc. XXI. Lúcia Dellagnelo, Ed.D.
INOVAÇÃO MEDIADA POR TECNOLOGIA: caminhos para uma educação do séc. XXI Lúcia Dellagnelo, Ed.D. O mundo está conectado! Conexão. co ne xão. (cs). sf. 1 Ato ou efeito de conectar, de ligar ou de unir; ligação,
Para isto, a estrutura formativa proposta se organiza em três blocos: básica, específica e acompanhamento formativo.
Para garantir sua implementação e gestão, é fundamental que a Política de Educação Integral conte com um Plano de Formação que contemple todos os envolvidos cada qual em sua especificidade, garantindo
CURRICULAR À LUZ DA LEI DO ENSINO
PERSPECTIVAS PARA O EM: TRAJETÓRIA CURRICULAR À LUZ DA LEI DO ENSINO MÉDIO MÉDIO PERSPECTIVAS PARA O EM: TRAJETÓRIA CURRICULAR À LUZ DA LEI DO ENSINO GT Nacional de Ensino Médio da ANEC REFORMA EM CONTEXTO
RESOLUÇÃO CoAd nº 013, de 18 de março de 2011.
RESOLUÇÃO CoAd nº 013, de 18 de março de 2011. Dispõe sobre a Estrutura Organizacional da Secretaria Geral de Educação à Distância da Universidade Federal de São Carlos. O Conselho de Administração da
REGULAMENTO INSTITUCIONAL ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS. (cursos presenciais e à distância)
FACULDADE DE CIÊNCIAS BIOMÉDICAS DE CACOAL REGULAMENTO INSTITUCIONAL DE ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS (cursos presenciais e à distância) CACOAL 2018 CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS Art. 1º Este regulamento
Maria Helena Guimarães de Castro Outubro Política Nacional de Formação de Professores
Maria Helena Guimarães de Castro Outubro 2017 Política Nacional de Formação de Professores PREMISSAS A QUALIDADE DAS APRENDIZAGENS DEPENDE DA QUALIDADE DO TRABALHO DO PROFESSOR Evidências mostram que,
ESCOLAS PUCRS PRINCÍPIOS ORIENTADORES E PROPÓSITOS
ESCOLAS PUCRS PRINCÍPIOS ORIENTADORES E PROPÓSITOS I. ESCOLAS PUCRS PRINCÍPIOS ORIENTADORES E PROPÓSITOS Porto Alegre, 2018 ESCOLAS PUCRS PRINCÍPIOS ORIENTADORES E PROPÓSITOS Reitor: Ir. Evilázio Teixeira
Perfil do Professor em Tecnologias de Informação e Comunicação
Perfil do Professor em Tecnologias de Informação e Comunicação ATITUDES Inovação tecnológica Abertura à tecnologia Aceitação da tecnologia Capacidade de adaptação/mudança do papel do professor O professor
Pesquisa TIC Educação e os desafios para o uso das tecnologias nas escolas de ensino fundamental e médio no Brasil
Pesquisa TIC Educação e os desafios para o uso das tecnologias nas escolas de ensino fundamental e médio no Brasil ICT Education Research and challenges for the use of technology in elementary and secondary
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE GAVIÃO. Ano letivo 2014/2015 PLANO DE FORMAÇÃO. Não há saber mais ou saber menos. Há saberes diferentes.
Ano letivo 2014/2015 PLANO DE FORMAÇÃO Não há saber mais ou saber menos. Há saberes diferentes. (Paulo Freire) Índice Introdução... 2 Objetivos... 3 Destinatários do Plano de Formação... 4 Etapas de Concretização
Gestão para a Aprendizagem Edital de Seleção
Gestão para a Aprendizagem Edital de Seleção Programa para o apoio a secretarias de educação na gestão pedagógica e formação de educadores. I. Contexto A Fundação Lemann acredita que alcançar a excelência
INOVAÇÃO NA EDUCAÇÃO: DESENVOLVENDO E AVALIANDO CRIATIVIDADE E O PENSAMENTO CRÍTICO CHAPECÓ/SC
INOVAÇÃO NA EDUCAÇÃO: DESENVOLVENDO E AVALIANDO CRIATIVIDADE E O PENSAMENTO CRÍTICO CHAPECÓ/SC Chapecó ONDE ESTAMOS SITUADOS... Habilidades para o século XXI são importantes Por que este projeto? Criatividade
São Paulo, Marcelo Feres
Discussão IItinerários Formativos na Educação Profissional: Articulação entre Ensino Médio e Educação Profissional e Tecnológica São Paulo, 14-06-16 Marcelo Feres Agenda Ensino Médio (EM) Articulação Ensino
Computação e Sociedade A Sociedade da Informação PROFESSORA CINTIA CAETANO
Computação e Sociedade A Sociedade da Informação PROFESSORA CINTIA CAETANO Introdução Sociedade da Informação - Nova era em que a informação flui a velocidades e em quantidades. 2 Introdução Como essa
Apoio ao Transporte Escolar para a Educação Básica - Caminho da Escola. Concessão de Bolsa de Iniciação à Docência - PIBID
Programa 1448 Qualidade na Escola Ações Orçamentárias Número de Ações 16 0E530000 Apoio ao Transporte Escolar para a Educação Básica - Caminho da Escola Veículo adquirido Unidade de Medida: unidade UO:
O PAPEL DO TUTOR NO CURSO DE LICENCIATURA EM COMPUTAÇÃO NA UFPB VIRTUAL
O PAPEL DO TUTOR NO CURSO DE LICENCIATURA EM COMPUTAÇÃO NA UFPB VIRTUAL Ana Klyvia Ferreira Rodrigues (1); (2) Orientadora: Carolina Soares Ramos Universidade Estadual da Paraíba; [email protected],
António de Jesus Seixas Recondução de Diretor
António de Jesus Seixas Recondução de Diretor QUERER MAIS E MELHOR, CAMINHANDO JUNTOS, POR UMA ESCOLA DE QUALIDADE RUMO À EXCELÊNCIA. A minha filosofia de gestão participada assenta numa liderança partilhada
Profa. Dra. Maria Inês Fini
Profa. Dra. Maria Inês Fini 1 Um dos maiores desafios a serem enfrentados pelas escolas de educação básica na última década é o estabelecimento de uma política para a educação básica formal no Brasil para
ANIGER FRANCISCO DE M MELILLO DOM
i ANIGER FRANCISCO DE M MELILLO DOM Índice 1. Protagonismo Juvenil 1.1 Oferecer amplo leque oportunidades para o desenvolvimento das competências acadêmicas requeridas para a série/ano. 1.2 Introduzir
Figura 11 - Mapa Estratégico: temas estratégicos para o Plano de Metas MISSÃO VISÃO VALORES
Figura 11 - Mapa Estratégico: temas estratégicos para o Plano de Metas MISSÃO VISÃO VALORES Promover a educação de excelência por meio do ensino, pesquisa e extensão nas diversas áreas do conhecimento
Terceiro Ciclo da Avaliação Externa das Escolas. Campos de análise Referentes Indicadores
Quadro de referência Domínios, campos de análise, referentes e indicadores O quadro de referência do terceiro ciclo da Avaliação Externa das Escolas estrutura-se em quatro domínios Autoavaliação, Liderança
FICHA ENS. FUND. II - 01 DIRETRIZ ESTRATÉGIAS
FICHA ENS. FUND. II - 01 Fomentar a qualidade da educação básica, com melhoria do fluxo escolar e da aprendizagem. 1.1 Planejamento coletivo integrando o trabalho docente via oficinas pedagógicas; 1.2
Marco de Ação de Belém Aproveitando o poder e o potencial da aprendizagem e educação de adultos para um futuro viável
Marco de Ação de Belém Aproveitando o poder e o potencial da aprendizagem e educação de adultos para um futuro viável Resumo Executivo Brasília, agosto de 2010 Apresentação Este Resumo Executivo tem por
República Federativa do Brasil Governo Federal. Educação a Distância. e as novas tecnologias
República Federativa do Brasil Governo Federal Ministério da Educação Educação a Distância e as novas tecnologias Educação Personalizada Vencendo as Barreiras Geográficas e Temporais EAD NO ENSINO PRESENCIAL
Curso do Superior de Tecnologia em Marketing
Curso do Superior de Tecnologia em Objetivos do curso 1.5.1 Objetivo Geral O Curso Superior de Tecnologia em na modalidade EaD da universidade Unigranrio, tem por objetivos gerais capacitar o profissional
O que é EAD? Quais as competências necessárias ao professor e tutor para a EAD?
O que é EAD? Quais as competências necessárias ao professor e tutor para a EAD? Educação à distância A educação a distância (EaD) é definida como [...] o aprendizado planejado que ocorre normalmente em
INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA
Página 1 de 9 INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA PORTARIA Nº 249, DE 2 DE JUNHO DE 2014 O Presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio
PROGRAMAS ESTRUTURANTES E OBJETIVOS ESTRATÉGICOS
PROGRAMAS ESTRUTURANTES E OBJETIVOS ESTRATÉGICOS AGENDA 1. Reflexão participação da comunidade 2. Redefinição dos Programas Estruturantes 3. Reorganização dos 4. Redefinição dos 5. Novo Calendário de Entregas
Educação integral no Ensino Médio. Uma proposta para promover a escola do jovem do século 21
Educação integral no Ensino Médio Uma proposta para promover a escola do jovem do século 21 Educação integral no Ensino Médio Uma proposta para promover a escola do jovem do século 21 O mundo passa por
RESOLUÇÃO/SED n , de 8 de dezembro de 2011.
RESOLUÇÃO/SED n. 2.491, de 8 de dezembro de 2011. Dispõe sobre o Projeto de Implementação das Salas de Tecnologias Educacionais - STEs e a utilização das diversas tecnologias midiáticas nas unidades escola
BNCC e a CULTURA DIGITAL
BNCC e a CULTURA DIGITAL Lidiana Osmundo Instituto Singularidades out/18 QUEM SOMOS? O CIEB Centro de Inovação para a Educação Brasileira é uma organização sem fins lucrativos criada para promover a cultura
ARTICULAÇÃO CURRICULAR E PROJETOS EMPREENDEDORES : UMA PRÁTICA INOVADORA NA REDE PÚBLICA ESTADUAL DA PARAÍBA
ARTICULAÇÃO CURRICULAR E PROJETOS EMPREENDEDORES : UMA PRÁTICA INOVADORA NA REDE PÚBLICA ESTADUAL DA PARAÍBA Evolução da Educação Integral 2016-2017-2018 120 67 100 80 60 26 33 40 20 5 3 7 0 INTEGRAIS
EDITAL PARA SELEÇÃO DE PROFESSOR COORDENADOR
GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO DA REGIÃO DE SANTOS E.E. Prof. Adelino Chuba Guímaro Rua Aracajú, nº 35-40, Jardim Real Presidente Epitácio, São Paulo
INDICADORES DE AVALIAÇÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS PARA EAD. Kátia Cilene da Silva Ana Beatriz G. P. de Carvalho Querte T. C. Mehlecke
INDICADORES DE AVALIAÇÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS PARA EAD Kátia Cilene da Silva Ana Beatriz G. P. de Carvalho Querte T. C. Mehlecke DIMENSÃO CARACTERIZAÇÃO DO SISTEMA UAB: categorias de análise (1/2) Contribuição
PROF. ESP. JAYRON VIANA ATRIBUIÇÕES E COMPETÊNCIAS DO BIBLIOTECÁRIO ESCOLAR 13/02/2019
PROF. ESP. JAYRON VIANA ATRIBUIÇÕES E COMPETÊNCIAS DO BIBLIOTECÁRIO ESCOLAR 13/02/2019 BIBLIOTECA E BIBLIOTECÁRIO ESCOLAR 1 BIBLIOTECA ESCOLAR: DEFINIÇÃO, MISSÃO E FINALIDADE 2 PERFIL E COMPETÊNCIAS DO
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE PREVENÇÃO E REABILITAÇÃO EM FISIOTERAPIA PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 2016-2018 CURITIBA 2016 Página 2 de 7 DEPARTAMENTO DE PREVENÇÃO
A EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE. Profª Fabiana
A EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE Profª Fabiana Principais Legislações que regem a Educação Permanente em Saúde : 8ª Conferência Nacional de Saúde - 1986 Constituição Brasileira de 1988 Lei 8080, de 19 de
Descrição do Perfil de Aprendizagem
Critérios de Avaliação das Disciplinas de Tecnologias de Informação e Comunicação e de Oficinas de Multimédia 3º ciclo do Ensino Básico Departamento de Matemática e Informática Grupo 550-Informática Descrição
FACULDADE EDUCAMAIS COORDENAÇÃO DE PESQUISA E EXTENSÃO PROGRAMA DE PESQUISA - INICIAÇÃO CIENTÍFICA EDITAL Nº 02/2018
FACULDADE EDUCAMAIS COORDENAÇÃO DE PESQUISA E EXTENSÃO PROGRAMA DE PESQUISA - INICIAÇÃO CIENTÍFICA EDITAL Nº 02/2018 A Coordenação de Pesquisa e Extensão da Faculdade Educamais torna público o presente
FACULDADES INTEGRADAS SÃO JUDAS TADEU PROJETO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA
FACULDADES INTEGRADAS SÃO JUDAS TADEU PROJETO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA Curso de Pedagogia Linha de Pesquisa: Educação a Distância Professora Proponente: Daiane Grassi - [email protected]. 1. IDENTIFICAÇÃO
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SUPERINTENDÊNCIA DA EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO BÁSICA DISCIPLINA DE SOCIOLOGIA. Abril/2016
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SUPERINTENDÊNCIA DA EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO BÁSICA DISCIPLINA DE SOCIOLOGIA Abril/2016 SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SUPERINTENDÊNCIA DA EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO
RESOLUÇÃO N 23, DE 16 DE DEZEMBRO DE 2010
RESOLUÇÃO N 23, DE 16 DE DEZEMBRO DE 2010 O CONSELHO UNIVERSITÁRIO da Universidade Federal do Pampa, em sessão de 16 de dezembro de 2010, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo artigo 19 do
Flexibilização curricular no Chile VERÓNICA SALGADO. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. CHILE
Flexibilização curricular no Chile VERÓNICA SALGADO. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. CHILE Contexto Prescrição curricular centralizada As definições curriculares são desenvolvidas de forma centralizada. Existe
Av. Princesa Isabel, Fone (51) CEP Porto Alegre - RS - Brasil.
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DO - 2016/2018 Apresentação da Técnica de Planejamento Estratégico Adotada O Cremers estará em 2016 dando segmento na implantação de seu Planejamento Estratégico segundo a filosofia
Conheça nossos cursos que incentivam práticas para inovar na educação.
Conheça nossos cursos que incentivam práticas para inovar na educação. VAMOS TRANSFORMAR A EDUCAÇÃO? Se você, assim como nós, está em busca de transformações que melhorem a qualidade da educação oferecida
PLANO DE ENSINO Projeto Pedagógico: 2017
PLANO DE ENSINO Projeto Pedagógico: 2017 Curso: Pedagogia Disciplina: Projeto Político Pedagógico (Pedagogia de Projetos) Carga horária: 40 Aulas/Semana: 02 Termo Letivo: 6º 1. Ementa (sumário, resumo)
RELATÓRIO ANUAL DE ATIVIDADES 2017
RELATÓRIO ANUAL DE ATIVIDADES 2017 POR UMA ESCOLA CONECTADA Com apenas dois anos de atuação em favor de uma educação de qualidade, que contemple a equidade e a contemporaneidade no ensino público, o contabiliza
Índice. 1. Professor-Coordenador e suas Atividades no Processo Educacional Os Saberes dos Professores...4
GRUPO 5.3 MÓDULO 4 Índice 1. Professor-Coordenador e suas Atividades no Processo Educacional...3 2. Os Saberes dos Professores...4 2.1. O Papel do Coordenador Pedagógico... 5 2 1. PROFESSOR-COORDENADOR
PROJETO UCA - Um Computador por Aluno Encontro entre Escolas de São Paulo orientadas pela PUC/SP 04/05/2012
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo Programa de Pós-Graduação em educação: Currículo PROJETO UCA - Um Computador por Aluno Encontro entre Escolas de São Paulo orientadas pela PUC/SP 04/05/2012
EDITAL N.º 17/2016 ANEXO I TRILHAS DE APRENDIZAGEM DO PFGC. Competência: Visão Estratégica
1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA PARAÍBA DIREÇÃO GERAL DO CAMPUS JOÃO PESSOA PROGRAMA DE FORMAÇÃO DE GESTORES
Didática e Formação de Professores: provocações. Bernardete A. Gatti Fundação Carlos Chagas
Didática e Formação de Professores: provocações Bernardete A. Gatti Fundação Carlos Chagas Vivemos tensões nas propostas e concretizações da formação inicial de professores, com padrões culturais formativos
O Currículo Paulista e a revisão do PPP: compreender para intervir. Prof.ª Maria Regina dos Passos Pereira
O Currículo Paulista e a revisão do PPP: compreender para intervir Prof.ª Maria Regina dos Passos Pereira Tudo muda Mercedes Sosa Muda o superficial Muda também o profundo Muda o modo de pensar Muda tudo
Serviço Público Federal Ministério da Educação Universidade Federal Fluminense
PROPOSTA DE RESOLUÇÃO Dispõe sobre a Política Institucional de Acessibilidade e Inclusão da Universidade Federal Fluminense e o Plano de Acessibilidade e Inclusão UFF Acessível. O CONSELHO UNIVERSITÁRIO
Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Política de Capacitação dos Servidores da UTFPR *
Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Política de Capacitação dos Servidores da UTFPR * 1 - Introdução: A Política Institucional de Capacitação dos Servidores da UTFPR fundamentará
PLANO DE ACÇÃO DA BIBLIOTECA ESCOLAR DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS MOSTEIRO E CÁVADO 2009/2013
PLANO DE ACÇÃO DA BIBLIOTECA ESCOLAR DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS MOSTEIRO E CÁVADO 2009/2013 O plano da acção que se apresenta pretende ser um documento orientador das acções a desenvolver pela Biblioteca
A Undime e o novo cenário educacional após a homologação da BNCC. Rosa Maria Melo dos Santos Coordenadora Estadual de Currículo em Alagoas
A Undime e o novo cenário educacional após a homologação da BNCC Rosa Maria Melo dos Santos Coordenadora Estadual de Currículo em Alagoas A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) define o conjunto progressivo
CAPACITAÇÃO DA PLATAFORMA DE ENSINO ADAPTATIVO GEEKIE LAB PARCERIA SESI DN E GEEKIE
CAPACITAÇÃO DA PLATAFORMA DE ENSINO ADAPTATIVO GEEKIE LAB PARCERIA SESI DN E GEEKIE Objetivos a serem cumpridos: Capacitar responsáveis pedagógicos e técnicos dos Departamentos Regionais, bem como os responsáveis
LETRAMENTO DIGITAL DOCENTE: UMA PROPOSTA METODOLÓGICA DO CURSO A DISTÂNCIA DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA. SALVADOR BA SETEMBRO de 2013
1 LETRAMENTO DIGITAL DOCENTE: UMA PROPOSTA METODOLÓGICA DO CURSO A DISTÂNCIA DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA SALVADOR BA SETEMBRO de 2013 Fabio Maia AVM Faculdade Integrada [email protected] Métodos
PLANO DE TRABALHO 2015
PLANO DE TRABALHO 2015 1 A ASSESSORIA PEDAGÓGICA DA FADBA A (ASPED) da Faculdade Adventista da Bahia (FADBA) se configura como uma área comprometida prioritariamente com a execução do Projeto Pedagógico
10º Fórum Extraordinário da UNDIME-SC
10º Fórum Extraordinário da UNDIME-SC CONTEXTO NACIONAL HISTÓRICO NACIONAL Primeiras experiências com uso de computador na educação Programa de Ação Imediata em Informática na Educação de 1º e 2º Graus
PNAIC Uma síntese Nilcéa Lemos Pelandré Coordenadora da Formação PNAIC/UFSC/2017
PNAIC Uma síntese Nilcéa Lemos Pelandré Coordenadora da Formação PNAIC/UFSC/2017 Objetivo: Fazer um resgate do PNAIC em nosso Estado, apresentar o novo modelo e refletir sobre os desafios que se apresentam.
