Efetividade de Gestão
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- Alfredo Laranjeira Lagos
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1 Efetividade de Gestão
2 Sumário Estrutura do Rappam 4 Categorias de UCs contempladas no Arpa 6 UCs apoiadas pelo Arpa e avaliadas pelo Rappam 8 Unidades de conservação proteção integral 9 Unidades de conservação de uso sustentável 15 Síntese da efetividade de unidades de conservação da Amazônia apoiadas pelo Arpa e avaliadas pelo método Rappam 21 Conclusões finais 24 Comparação com demais ferramentas de avaliação da efetividade 24 Referências bibliográficas 26 Anexo I 27 Anexo II 29
3 República Federativa do Brasil Presidente Luiz Inácio Lula da Silva Vice-Presidente José Alencar Gomes da Silva Ministra do Meio Ambiente Izabella Teixeira Secretaria Executiva José Machado Secretaria de Biodiversidade e Florestas Bráulio Dias Diretoria do Programa Nacional de Área Protegidas Fábio França de Araújo Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa) Trajano Quinhões Ficha técnica da publicação Arpa um novo caminho para a conservação da Amazônia Realização Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa): Ministério do Meio Ambiente ICMBio Governos estaduais da Amazônia Brasileira: Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Rondônia, Pará e Tocantins WWF-Brasil Funbio Cooperação Alemã KfW Banco de Desenvolvimento & GTZ Banco Mundial / GEF Organização e Produção WWF-Brasil: Secretaria-Geral Denise Hamú Superintendência de Conservação, Programas Regionais Cláudio C. Maretti Coordenação do Programa Áreas Protegidas da Amazônia e Apoio ao Arpa Francisco Oliveira Jr. Coordenação de Comunicação Denise Oliveira Revisão Técnica Cláudio C. Maretti superintendente de Conservação, WWF-Brasil Carlos Rittl coordenador do Programa de Mudanças Climáticas do WWF-Brasil Fábio França de Araújo MMA-SBF-DAP Fabio Leite Gestor da unidade de programa do Funbio Francisco Barbosa Oliveira Jr. coordenador do Programa de Áreas protegidas e apoio ao Arpa do WWF-Brasil Magaly Oliveira especialista em geoprocessamento do WWF-Brasil Márcia Soares Assessora de Comunicação do Funbio Mariana Napolitano Ferreira analista de conservação do WWF-Brasil Mario Barroso especialista em geoprocessamento do WWF-Brasil Marisete Catapan especialista em áreas protegidas do WWF-Brasil Colaboradores Capítulo Biodiversidade Mariana Ferreira, Mario Barroso e Gabriel Costa Capítulo Efetividade Mariana Ferreira, Marisete Catapan, Maria Auxiliadora Drummond e Cristina Onaga. Capítulo Desmatamento e Mudanças Climáticas Mônica Takako Shimabukuro, Regina Vasquez, Mario Barroso, Cláudio Maretti. Capítulo Gestão Financeira e Operacional do Arpa Fábio França, Marcos Araújo e Daniela Leite Texto e edição Regina Vasquez e Marco Gonçalves Tradução Regina Vasquez & Martin Charles Nicholl Produção, edição e revisão final Ligia Paes de Barros analista de comunicação do WWF-Brasil Projeto Gráfico e Diagramação Márcio Duarte M10 Design Fotos Arquivo WWF-Brasil Agradecimentos ICMBio, Sedam-RO, Sema-AC, Sema-MT, SDS-AM * Parte dos estudos apresentados nesta publicação contam com financiamento do Ministério Federal do Meio Ambiente, Proteção da Natureza e Segurança Nuclear da República Federal da Alemanha.
4 3 Efetividade Efetividade Avaliação das unidades de conservação do Programa Arpa pelo método Rappam A avaliação das unidades de conservação que integram o Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa) revela seu impacto positivo na gestão dessas áreas protegidas, contribuindo de forma importante para a conservação das florestas e da biodiversidade da Amazônia brasileira. Por meio da metodologia Rappam, da Rede WWF, foi feita uma análise dos vários aspectos que atestam a efetividade das unidades, em dois momentos diferentes. O resultado mostra que a gestão das unidades de conservação melhorou após alguns anos de implementação do Arpa. O impacto Utilizado em cerca de 40 países e em mais de foi bastante significativo nos mil áreas protegidas itens relacionados a recursos humanos, comunicação, de vários continentes, no Brasil o Rappam foi informação e planejamento. Os benefícios do Arpa foram aplicado pela primeira ainda mais acentuados nas vez em 2004 para avaliar unidades de conservação de a gestão de 32 unidades uso sustentável. de conservação de O Programa Áreas proteção integral no Protegidas da Amazônia estado de São Paulo (Arpa) e a avaliação da efetividade da gestão de unidades de conservação estão entre as iniciativas brasileiras diretamente relacionadas à implementação do Programa de Trabalho de Áreas Protegidas, adotado em 2004 pela Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB). Esse programa estabelece metas de criação e consolidação de unidades de conservação a serem desenvolvidas pelos países signatários até A avaliação da efetividade de unidades de conservação pode ser feita por diferentes métodos. Sua finalidade é medir como essas áreas protegem os recursos naturais e a eficiência com que suas metas e objetivos são alcançados. Essa avaliação é reconhecida como um componente vital da gestão responsável e pró-ativa (Hockings et al., 2006). Entre 1999 e 2002, a Rede WWF desenvolveu o método Rappam (sigla em inglês para Rapid Assessment and Prioritization of Protected Area Management ou Avaliação Rápida e Priorização da Gestão das Áreas Protegidas) que segue os princípios recomendados pela UICN para avaliações desse tipo (Hockings et al., 2006). Esse método é uma ferramenta simples e permite que os tomadores de decisão e formuladores de políticas para as unidades de conservação identifiquem as maiores tendências e aspectos que devem ser considerados para alcançar uma melhor efetividade em um sistema ou grupo de áreas protegidas. Utilizado em cerca de 40 países e em mais de mil áreas protegidas de vários continentes, no Brasil o Rappam foi aplicado pela primeira vez em 2004 para avaliar a gestão de 32 unidades de conservação de proteção integral no estado de São Paulo. Desde então, tem sido adotado por diferentes órgãos gestores como ferramenta de análise de gestão de unidades de conservação em diferentes contextos e áreas geográficas do país. A avaliação das unidades de conservação do Programa Arpa constitui um marco inicial para o monitoramento de melhorias na efetividade de unidades de conservação integrantes do Arpa. Para isso, as UCs nas quais o
5 método foi aplicado foram organizadas em dois grupos. O grupo I é constituído por 32 UCs nas quais a aplicação do Rappam ocorreu entre 2005 e 2006, ou seja, no período da fase inicial de implementação do Arpa. O grupo II compreende 54 UCs em que a aplicação do Rappam foi feita entre os anos 2008 e Estrutura do Rappam A estrutura do método Rappam baseia-se em cinco elementos do ciclo e avaliação: contexto, planejamento, insumos, processos e resultados, proposto pela UICN, conforme a figura 1. Figura 1 Ciclo e avaliação proposto pela Comissão Mundial de Áreas Protegidas da UICN. Fonte: Hockings et al., Efetividade Onde se encontram os pontos fracos do ciclo Visão, metas e objetivos O que buscamos alcançar? Reflexão e avaliação Contexto e situação Os objetivos foram alcançados? Os produtos são adequados para se alcançar os objetivos? Resultados Produtos Processo iterativo de avaliação Insumos Como os fatores externos afetam os objetivos Planejamento e desenho Até que ponto os objetivos são alcançados pelo planejamento Os processos são coerentes com os objetivos Processos Os insumos são suficientes para alcançar os objetivos
6 Cada elemento é composto por temas específicos, abordados em diferentes módulos. A tabela 1 apresenta a estrutura geral do questionário que compõe o método, assim como o número de questões e a pontuação máxima possível para cada elemento de avaliação e respectivos módulos. Tabela 1 Questionário Rappam, elementos avaliados, módulos, número de questões de cada módulo e valor da pontuação máxima possível para cada elemento e módulo 5 Efetividade Elemento Módulo Nº de questões Pontuação máxima 1 Perfil 15 2 Pressões e ameaças Variável1 642 Contexto Importância biológica Importância socioeconômica Vulnerabilidade 9 45 Planejamento Objetivos Amparo legal Desenho e planejamento da área 6 30 Insumos Recursos humanos Comunicação e informação Infraestrutura Recursos financeiros 6 30 Processosos Planejamento Processo de tomada de decisão Pesquisa, avaliação e monitoramento 6 30 Resultados 16 Resultados Sistema de unidades de conservação 17 Desenho do sistema de unidades de conservação Políticas de unidades de conservação Ambiente político Nesse item são analisadas 16 atividades impactantes, sendo que a ocorrência varia em cada unidade de conservação. 2 Pontuação máxima para cada pressão e cada ameaça. Considerando a criticidade total da atividade impactante (pressão + ameaça), a pontuação é 128.
7 6 Efetividade A descrição dos elementos é a seguinte: Contexto: avalia a importância biológica e socioeconômica, as vulnerabilidades, pressões e ameaças da unidade de conservação. Planejamento: analisa os objetivos da unidade de conservação, seu amparo legal e o desenho e planejamento da área. Insumos: analisa os recursos humanos, meios de comunicação e informação, infraestrutura e recursos financeiros disponíveis. Processos: avalia o planejamento da gestão, a tomada de decisões e o desenvolvimento de pesquisas, avaliações e monitoramento. Resultados: avalia as ações desenvolvidas pelas unidades nos últimos dois anos. A valoração da efetividade é obtida pela soma das respostas dadas pelos gestores aos módulos que compõem os elementos Planejamento, Insumos, Processos e Resultados. Para cada questão do questionário Rappam existem quatro alternativas de resposta: sim (s), não (n), predominantemente sim (p/s) e predominantemente não (p/n). A pontuação para análise dos módulos é apresentada na tabela 2. Tabela 2 Pontuação utilizada para análise do questionário Rappam. Alternativa Sim (s) 5 Predominantemente sim (p/s) 3 Predominantemente não (p/n) 1 Não (n) 0 Pontuação A soma da pontuação de cada questão constitui o total da pontuação de cada módulo e elemento do questionário. Os valores expostos graficamente representam o percentual da pontuação máxima de cada módulo ou elemento, de modo a facilitar a visualização do desempenho obtido em cada um e permitir a comparação entre módulos/elementos com valores absolutos diferentes. Os resultados obtidos são classificados em relação à pontuação máxima possível. É considerado alto o resultado acima de 60%; médio, de 40 a 60% (incluindo os dois limites); e baixo o resultado inferior a 40%. A análise da efetividade das unidades de conservação (UCs) do Arpa se restringe apenas às informações dos módulos 6 a 16 (tabela 1). Categorias de UCs contempladas no Arpa As unidades de conservação (UCs) apoiadas pelo Programa Arpa abrangem três categorias de proteção integral e duas categorias de uso sustentável (tabela 3). Juan Pratginestos / WWF-Canon
8 Tabela 3 Grupos, categorias de manejo e finalidades das UCs apoiadas pelo Programa Arpa 7 Efetividade Grupo de manejo Categoria de manejo Proteção integral Uso sustentável Parque Nacional, Estadual ou Municipal (categoria II da UICN) Reserva Biológica (categoria I da UICN) Estação Ecológica (categoria I da UICN) Reserva Extrativista (categoria VI da UICN) Reserva de Desenvolvimento Sustentável (categoria VI da UICN) Descrição das finalidades Preservar ecossistemas naturais de relevância ecológica e beleza cênica, pesquisas científicas, atividades de educação e interpretação ambiental, recreação e turismo ecológico. Preservar a biota e os demais atributos naturais existentes em seus limites. Preservar a natureza e realizar pesquisas científicas. Proteger os meios de vida e a cultura das populações extrativistas tradicionais e assegurar o uso sustentável dos recursos naturais. Área natural que abriga populações tradicionais, cuja existência se baseia em sistemas sustentáveis de exploração dos recursos naturais, adaptados às condições ecológicas locais e que desempenhem papel fundamental na proteção da natureza e na manutenção da diversidade biológica. Fonte: Adaptado do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (Snuc). Os critérios que orientam a inclusão de UCs no Programa Arpa são: Classificação em uma das categorias de manejo elegíveis. Realização prévia de consulta pública, reuniões públicas ou outros meios de ouvir a população local e outras partes interessadas para subsidiar a definição da localização, dimensão e limites mais adequados para aquela unidade. Localização em um dos polígonos prioritários para a conservação da biodiversidade, conforme definidos no Mapa de Áreas Prioritárias para a Conservação, Uso Sustentável e Repartição de Benefícios da Biodiversidade Brasileira, do Ministério do Meio Ambiente. Localização predominante dentro do bioma Amazônia, conforme definido pelo mapa de 2004 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Recomendação da Estratégia de Conservação e Investimento (ECI) 3. Quando a unidade de conservação estiver envolvida em conflitos com terras indígenas, territórios remanescentes de quilombos ou outros povos e comunidades tradicionais, devem ser estruturados grupos de trabalho com o propósito de identificar soluções e formas que possibilitem a inclusão daquela UC no Programa Arpa, com o devido respeito aos direitos constitucionais e legais dessas populações. 3 Ferramenta de priorização para o investimento em consolidação e criação de UCs do Arpa, visando o atendimento das prioridades levantadas pelo Mapa de Áreas Prioritárias para a Biodiversidade (MMA, 2007) e a identificação da melhor combinação de avanços a serem apoiados pelo programa para maximizar sua efetividade.
9 UCs apoiadas pelo Arpa e avaliadas pelo Rappam A análise apresentada neste documento contempla 86 unidades de conservação, 32 delas pertencentes ao grupo I e 54 pertencentes ao grupo II (tabela 4 e Anexo I). Considerando que 31 UCs federais foram analisadas pelo Rappam em dois momentos (grupos I e II), 55 diferentes UCs compõem o universo aqui considerado. Juan Pratginestos / WWF-Canon 8 Efetividade Tabela 4 Número de unidades de conservação estaduais e federais da Amazônia avaliadas pelo método Rappam nos anos (grupo I) e 2008 a 2010 (grupo II) Grupo de análise Instância Nº de UCs PI US Total Federal Federal Estadual Total PI= Proteção integral; US= Uso sustentável As unidades de conservação federais apoiadas pelo Arpa são geridas pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). As UCs estaduais são geridas pelas Secretarias de Meio Ambiente dos Estados do Acre e Mato Grosso (Sema-AC e Sema-MT), pela Secretaria de Desenvolvimento Sustentável do Estado do Amazonas (SDS-AM) e pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental de Rondônia (Sedam-RO). Veja na tabela 5 o número de UCs avaliadas pelo método Rappam e respectivas instituições gestoras. Tabela 5 Unidades de conservação de proteção integral (PI) e uso sustentável (US) apoiadas pelo Arpa avaliadas pelo Rappam, segundo a instituição gestora Instituição gestora Instância Apoiadas pelo Arpa PI US Total ICMBio Federal AC-Sema Estadual 1 1 AM-SDS Estadual MT-Sema Estadual 4 RO-Sedam Estadual 4 Total A lista completa das unidades de conservação analisadas nos dois grupos encontra-se no anexo I.
10 Efetividade das UCs apoiadas pelo Arpa Unidades de conservação proteção integral Gráfico 2 Efetividade das UCs apoiadas Arpa por módulos de cada elemento e grupos de análise A média de efetividade das UCs de proteção integral pertencentes ao grupo I foi avaliada em 46%, enquanto nas do grupo II a média foi um pouco mais elevada, 55% (gráfico 1). Gráfico 1 Efetividade das UCs apoiadas pelo Arpa por elemento e grupos de análise Efeitividade por módulo Proteção integral (%) Efetividade Efetividade por elemento Proteção integral (%) Efetividade Efetividade Objetivos Amparo legal Desenho e planejamento da área Recursos humanos Comunicação e informação Infra-estrutura Planejamento Insumos Processos Resultados Recursos financeiros Planejamento da gestão Tomada da decisão Pesquisa, avaliação e monitoramento Resultados Planejamento Insumos Processos Resultados Os valores percentuais médios dos quatro elementos de gestão foram maiores para as UC do grupo II, como pode ser verificado no gráfico 1. Planejamento foi o elemento que mais contribuiu para a efetividade nos dois grupos de UC analisados. No entanto, a maior diferença entre os valores alcançados pelos dois grupos de análise refere-se aos resultados e processos, sendo o grupo II mais efetivo nesses dois elementos, com pontuação de 8% e 7%, respectivamente. A avaliação dos diferentes módulos dos elementos de gestão revelou, de forma geral, maior efetividade no grupo II, com exceção de aspectos relacionados ao amparo legal dessas unidades e de recursos financeiros (gráfico 2). Planejamento Objetivos De forma geral, UCs do grupo II apresentaram melhor desempenho nos indicadores relacionados aos objetivos das unidades de conservação (gráfico 3). Os objetivos específicos estiveram mais claramente expressos nos planos de manejo, o que pode ser conseqüência da elaboração desses planos durante a implementação do Programa Arpa. Também foi observada maior coerência entre as políticas, planos de ação e os objetivos das UCs, bem como maior compreensão dos objetivos pelos funcionários e maior apoio da comunidade. O item 6f do gráfico 3 (compreensão dos objetivos da UC pelos conselheiros) é um indicador acrescentado na revisão do Rappam para sua segunda aplicação em unidades de conservação federais, de forma que não foi avaliado nas UCs do grupo I.
11 Gráfico 3 Avaliação do módulo objetivos para UCs de proteção integral apoiadas pelo Arpa, por grupo de análise Gráfico 4 Avaliação do módulo amparo legal para UCs de proteção integral apoiadas pelo Arpa, por grupo de análise Objetivos Proteção integral (%) Objetivos Amparo legal Proteção integral (%) Amparo legal Efetividade 06a objetivos gerais 06b objetivos específicos 06c coerência 06d compreensão pelos funcionários 06e apoio da comunidade 06a objetivos gerais 06b objetivos específicos 06c coerência 06d compreensão pelos funcionários 06e apoio da comunidade 06f compreensão pelos conselheiros 07a proteção legal 07b situação fundiária 07c demarcação dos limites 07d aplicação das leis 07e gestão de conflitos 07a proteção legal 07b situação fundiária 07c demarcação dos limites 07d aplicação das leis 07e gestão de conflitos Amparo legal Ao contrário do módulo anterior, observa-se menor desempenho da maioria dos indicadores relacionados ao amparo legal nas unidades de proteção integral do grupo II especialmente quanto à situação fundiária, cuja diferença entre os dois grupos é de 32% (gráfico 4). Isso provavelmente reflete a necessidade de regularização fundiária das UCs criadas recentemente e incluídas no segundo grupo de análise. Embora o Arpa invista em estudos fundiários, o Programa não financia a aquisição de terras. Um aspecto preocupante em ambos os grupos é a insuficiência de recursos humanos e financeiros para a aplicação das leis. Desenho e planejamento O módulo desenho e planejamento trata de aspectos relacionados à localização e desenho das UCs ou ao uso da terra na região onde as UCs se inserem. Dessa forma, ele está diretamente relacionado ao processo de seleção e criação das UCs avaliadas. O melhor desempenho de alguns indicadores no grupo II tais como desenho, usos no entorno e conectividade (gráfico 5) reflete o processo de seleção de novas áreas criadas ou incorporadas ao Arpa, já que um dos critérios para inclusão no Programa é estar situada nos polígonos de áreas prioritárias estabelecidos pelo Ministério do Meio Ambiente. O incremento no item
12 processo participativo também deve estar relacionado a um dos critérios do Arpa, que exige participação social no processo de criação da UC. O melhor desempenho das UCs do grupo II no indicador zoneamento também deve ser conseqüência do apoio do Arpa à elaboração de planos de manejo. UC, as condições de trabalho da equipe e a avaliação de desempenho dos funcionários também apresentaram melhor avaliação no grupo II. Os investimentos do Arpa em capacitação e o monitoramento das metas das UCs e, conseqüentemente, de suas equipes, refletem a melhor avaliação do módulo recursos humanos nas unidades do grupo II. 11 Efetividade Gráfico 5 Avaliação do módulo desenho e planejamento da área para UCs de proteção integral apoiadas pelo Arpa, por grupo de análise Desenho e planejamento da área Proteção integral 85 08a Localização 65 08b Desenho Insumos 45 08c Zoneamento d Usos do entorno 80 08e Conectividade 13 08f Processo participativo a Localização Recursos humanos A falta de disponibilidade de recursos humanos é bastante crítica nas duas situações avaliadas. No entanto, as unidades de proteção integral do grupo II apresentaram pessoal mais capacitado e com maiores habilidades (gráfico 6). Embora não sejam satisfatórias para a gestão efetiva das 08b Desenho Desenho e planejamento da área 08c Zoneamento 08d Usos do entorno 90 08e Conectividade 26 08f Processo participativo 64 08g Adequação da categoria Gráfico 6 Avaliação do módulo recursos humanos para UCs de proteção integral apoiadas pelo Arpa, por grupo de análise Recursos humanos Proteção integral 14 09a Recursos humanos 34 09b Habilidades 48 09c Capacitação d Avalaição de desempenho e Condiações de trabalho Recursos humanos Comunicação e informação Todos os indicadores de comunicação e informação foram mais bem avaliados no grupo II (gráfico 7), sendo que os valores médios deste módulo são 13% maiores do que no grupo I. As maiores diferenças de desempenho referem-se à adequação da estrutura de comunicação e à disponibilização de dados ecológicos e socioeconômicos para a gestão das UCs. Os meios de coleta e processamento de informações, assim como a comunicação da equipe com a comunidade e das comunidades entre si, também são melhores no grupo II a Recursos humanos 09b Habilidades 09c Capacitação 39 09d Avalaição de desempenho 26 09e Condiações de trabalho
13 12 Efetividade Gráfico 7 Avaliação do módulo comunicação e informação para UCs de proteção integral apoiadas pelo Arpa, por grupo de análise Comunicação e informação Proteção integral (%) 28 10a estrutura de comunicação b Disponibilidade de informação 10c Meios de coleta 10d Meios de processamento e Comunicação com comunidade 10f Comunicação entre comunidade Infraestrutura Os meios de transporte e os equipamentos de trabalho são substancialmente melhores no grupo II, ao contrário da manutenção e cuidado com os equipamentos e instalações existentes (gráfico 8). Meios de transporte e equipamentos melhores influenciam a média percentual do grupo II, mas observa-se a necessidade de mais investimento nos demais aspectos para que a infraestrutura das unidades de proteção integral seja satisfatória. 10a estrutura de comunicação 10b Disponibilidade de informação Comunicação e informação 10c Meios de coleta 10d Meios de processamento 50 10e Comunicação com comunidade 44 10f Comunicação entre comunidade Gráfico 8 Avaliação do módulo infraestrutura para UCs de proteção integral apoiadas pelo Arpa, por grupo de análise Infra-estrutura Proteção integral (%) 23 11a Transporte 33 11b Equipamento de trabalho 38 11c Instalaçõe s para equipes d nstalaçõe s para visitantes 65 11e Manutenção Recursos financeiros Os indicadores de insumos financeiros retratam, pelo menos em parte, o histórico dos investimentos do Programa Arpa nos últimos anos. O histórico dos recursos é mais bem avaliado no grupo II, o que significa que os recursos financeiros dos últimos cinco anos foram considerados adequados para a realização das ações críticas de manejo. Já no grupo I esse indicador foi baixo, o que coincide com o fato de que os recursos do Arpa ainda não haviam sido disponibilizados de forma consistentes paras as UCs entre 2003 e Os demais indicadores aqui apontados refletem aspectos da gestão dos recursos do Programa nos últimos anos. O ápice dos investimentos ocorreu nos Planos Operativos Anuais (POA) de 2005 a 2007, seguido de uma redução gradual entre 2008 e Isso impactou a percepção dos gestores no segundo momento de avaliação sobre a previsão de recursos para os próximos cinco anos e a perspectiva financeira no longo prazo (veja texto sobre gestão operacional e financeira dos recursos) a Transporte Infra-estrutura 55 11b Equipamento de trabalho 36 11c Instalaçõe s para equipes d nstalaçõe s para visitantes 46 11e Manutenção
14 Gráfico 9 Avaliação do módulo recursos financeiros para UCs de proteção integral apoiadas pelo Arpa, por grupo de análise Gráfico 10 Avaliação do módulo planejamento da gestão para UCs de proteção integral apoiadas pelo Arpa, por grupo de análise Recursos financeiros Proteção integral (%) Recursos financeiros Planejamento da gestão Proteção integral Planejamento da gestão Efetividade 12a histórico de recursos 12b previsão de recursos 12c prátlcas de administração 12d alocação de recursos 12e perspectiva financeira 12f capacidade de captação 12a histórico de recursos 12b previsão de recursos 12c prátlcas de administração 12d alocação de recursos 12e perspectiva financeira 12f capacidade de captação 13a planode manejo 13b inventário 13c estratégia para pressões e ameaças 13d instrumento de planejamento operacional 13e aprendizado 13a planode manejo 13b inventário 13c estratégia para pressões e ameaças 13d instrumento de planejamento operacional 13e aprendizado Processos Planejamento da gestão Os indicadores de planejamento da gestão das UCs do grupo II apresentaram maior desempenho quando comparados ao grupo I, com diferenças percentuais bem nítidas em todos eles (gráfico 10). As UCs de proteção integral apoiadas pelo Arpa e avaliadas pelo Rappam entre os anos de 2008 e 2010 apresentaram, percentualmente, mais planos de manejo atualizados, maior número de inventários sobre recursos naturais e socioeconômicos e mais estratégias para minimização de impactos. Além disso, desenvolveram mais planos operacionais. O aprendizado advindo das pesquisas e do conhecimento local também foi melhor incorporado ao planejamento. Tomada de decisão A maioria dos indicadores de tomada de decisão foi mais bem avaliada no grupo II. A exceção foi a eficiência no fluxo de informação, que apresenta valores pouco maiores no grupo I (gráfico 11). O grupo II apresenta dois indicadores não utilizados na avaliação do Rappam de eles se referem à articulação institucional, educação e informação relacionadas à tomada de decisão. A existência de um conselho efetivo é o aspecto que mais se distingue na avaliação dos dois grupos, o que reflete a atuação do Programa Arpa na formação e capacitação de conselhos gestores.
15 Gráfico 11 Avaliação do módulo tomada de decisão para UCs de proteção integral apoiadas pelo Arpa, por grupo de análise Gráfico 12 Avaliação do módulo pesquisa, avaliação e monitoramento para UCs de proteção integral apoiadas pelo Arpa, por grupo de análise Tomada de decisão Proteção integral Tomada de decisão Pesquisa, avaliação e monitoramento Proteção integral Pesquisa e monitoramento Efetividade 14a organização interna 14b transparência 14c parcerias 14d partlcipação comunitária 14e fluxo de comunicação 14f conselho efetivo 14a organização interna 14b transparência 14c parcerias 14d partlcipação comunitária 14e fluxo de comunicação 14f conselho efetivo 14g articulação interinstitucional 14h educação ambiental 15a impactos legais 15b impactos ilegais 15c pesquisa ecológica 15d pesquisa socioeconômica 15e acesso a resultados de pesquisas cientificas 15f identificação de necessidades 15a impactos legais 15b impactos ilegais 15c pesquisa ecológica 15d pesquisa socioeconômica 15e acesso a resultados de pesquisas cientificas 15f identificação de necessidades 15g acesso ao conhecimento cientifico Pesquisa, avaliação e monitoramento Dentre os indicadores de pesquisa, avaliação e monitoramento, o grupo II destaca-se com a melhor avaliação no item existência de pesquisas ecológicas e socioeconômicas voltadas às necessidades das UCs. De forma geral, os demais indicadores também foram mais bem avaliados nesse grupo (gráfico 12). Visando a aplicação do Rappam em unidades de conservação federais em 2010, foi adicionado o item acesso dos funcionários ao conhecimento científico, que foi bem avaliado. Maior conhecimento ecológico e socioeconômico reflete, além de outros fatores, o desenvolvimento de levantamentos e diagnósticos realizados para a elaboração dos planos de manejo apoiados pelo Arpa. Resultados No geral, as UCs do grupo II alcançaram melhores resultados do que as UCs do grupo I (gráfico 13). Nos dois anos anteriores à aplicação do Rappam, poucas ações de recuperação, manejo de vida silvestre e outros recursos naturais, acompanhamento e supervisão de funcionários e monitoramento de resultados foram desenvolvidas nas UCs do grupo I. Esse quadro muda visivelmente nas UCs do grupo II, embora ações de recuperação e manejo continuem com desempenho mais baixo se comparados a outros itens. O único item avaliado no grupo I com valores maiores do que 60% foi o planejamento da gestão. Já nas UCs avaliadas entre 2008 e 2010, sete dos 13 itens apresentaram resultados maiores do que 60% planejamento da gestão, divulgação, prevenção de ameaças, relações com as comunidades, desenvolvimento de pesquisas, monitoramento de resultados e capacitação.
16 15 Efetividade Gráfico 13 Avaliação do elemento resultados para UCs de proteção integral apoiadas pelo Arpa, por grupo de análise Resultados Proteção integral a planejamento da gestão 16b recuperação 16c manejo de vida silvestre/recursos 16d divulgação 16e controle de visitantes 16f infra-estrutura 16g prevenção de ameaças 16h gestão de pessoal i relação com comunidades locais 16j desenvolvimento de pesquisas 20 16k monitoramento de resultados 40 16i capacitação 16a planejamento da gestão 16b recuperação 16c manejo de vida silvestre/recursos 16d divulgação Resultados e controle de visitantes 16f infra-estrutura 16g prevenção de ameaças 16h gestão de pessoal 16i relação com comunidades locais j desenvolvimento de pesquisas 16k monitoramento de resultados 16i capacitação 16j educação ambiental Gráfico 14 Efetividade das UCs de uso sustentável apoiadas pelo Arpa por elemento e por grupo de análise Efetividade por elemento Uso sustentável Efetividade Efetividade Planejamento Insumos Processos Resultados Unidades de conservação de uso sustentável As unidades de conservação do grupo de uso sustentável, analisadas entre 2008 e 2010, apresentaram maior desempenho em todos os elementos (gráfico 14) e todos os módulos (gráfico 15). De forma geral, passaram de um valor médio baixo (32%) em (grupo I) para um valor mediano (55%) em (grupo II). Recursos humanos, infraestrutura, planejamento da gestão e pesquisa, avaliação e monitoramento revelaram valores muito baixos na aplicação do Rappam em , mas em os valores aumentaram significativamente, chegando a valores medianos (entre 40% e 60%). Os resultados alcançados também foram substancialmente maiores no grupo II, assim como os insumos associados à comunicação e informação e, também, aos processos de tomada de decisão (gráfico 15). Gráfico 15 Efetividade das UCs de uso sustentável apoiadas pelo Arpa por elemento, módulos e por grupo de análise Efetividade por módulo Uso sustentável Objetivos Amparo legal Area design and Planejamento 12 Recursos humanos Comunicação e informação Infra-estrutura Recursos financeiros Planejamento da gestão Tomada de decisão Research, assessment and monitoring Planejamento Insumos Processos Resultados Resultados
17 16 Efetividade Planejamento Objetivos A maioria dos indicadores relacionados aos objetivos das unidades de conservação de uso sustentável apoiadas pelo Arpa foi mais bem avaliada no grupo II (gráfico 16). Os objetivos específicos são mais claramente expressos nos planos de manejo, o que provavelmente é reflexo da elaboração desses planos. Também se observa maior coerência entre as políticas, planos de ação e os objetivos das UCs, além de total compreensão dos objetivos das UCs pelos funcionários. No entanto, o apoio da comunidade teve desempenho inferior no grupo II. O item 6f do gráfico 16 (compreensão dos objetivos da UC pelos conselheiros) foi acrescentado na revisão do Rappam para sua segunda aplicação em unidades de conservação federais (2010) e, portanto, não foi avaliado para as UCs do grupo I. Gráfico 16 Avaliação do módulo objetivos para UCs de uso sustentável apoiadas pelo Arpa, por grupo de análise Amparo legal Os grupos I e II são bastante semelhantes em relação aos indicadores de amparo legal das UCs (gráfico 17). A situação fundiária e a insuficiência de recursos humanos e financeiros para a aplicação das leis são os aspectos mais frágeis, sendo o último item ainda mais fraco no grupo I. Embora o Arpa invista em estudos fundiários, o Programa não financia aquisição de terras, o que não contribui de forma significativa para o indicador de situação fundiária. Os conflitos com a comunidade local são parcialmente resolvidos de forma justa e efetiva em ambos os grupos e a demarcação dos limites encontra-se também em níveis similares de avaliação. Em ambos os casos, a proteção legal das UCs se destaca dentre os demais itens. Gráfico 17 Avaliação do módulo amparo legal para UCs de uso sustentável apoiadas pelo Arpa, por grupo de análise Amparo legal Uso sustentável (%) Objetivos Uso sustentável (%) Objetivos Amparo legal a objetivos gerais 5 06b objetivos específicos 06c coerência 06d compreensão pelos funcionários 06e apoio da comunidade 06a objetivos gerais 06b objetivos específicos 06c coerência 06d compreensão pelos funcionários 06e apoio da comunidade 06d compreensão pelos conselheiros 07a proteção legal 07b situação fundiária 07c demarcação dos limites 07d aplicação das leis 07e gestão de conflitos 07a proteção legal 07b situação fundiária 07c demarcação dos limites 07d aplicação das leis 07e gestão de conflitos
18 17 Efetividade Desenho e planejamento O módulo desenho e planejamento trata de aspectos relacionados à localização e ao desenho das UCs ou ao uso da terra na região onde as UCs se localizam. Dessa forma, ele está diretamente relacionado ao processo de seleção e criação das UCs avaliadas. Apesar de o grupo II apresentar um melhor desempenho geral do que o grupo I, nas UCs de uso sustentável os únicos indicadores que sofreram incremento significativo nos últimos cinco anos foram conectividade e zoneamento. A diferença de desempenho em zoneamento entre os grupos é de 38% (gráfico 18), o que reflete o apoio à elaboração de planos de manejo viabilizada pelo programa Arpa. Gráfico 18 Avaliação do módulo desenho e planejamento da área para UCs de uso sustentável apoiadas pelo Arpa, por grupo de análise Insumos Recursos humanos As unidades de conservação de uso sustentável do grupo II apresentaram maior quantidade de recursos humanos, pessoal mais capacitado, com mais habilidades e com melhor avaliação de desempenho no que concerne ao alcance das metas das UCs (gráfico 19). O grupo II também apresenta melhores condições de trabalho, mas este indicador, assim como a quantidade de pessoas disponíveis para a gestão das UCs, é menos satisfatório do que os demais. Os investimentos do Arpa resultam na melhoria da qualidade dos recursos humanos relacionados a esse grupo. Gráfico 19 Avaliação do módulo recursos humanos para UCs de uso sustentável apoiadas pelo Arpa, por grupo de análise Recursos humanos Uso sustentável Recursos humanos Desenho e planejamento de área Uso sustentável Desenho e planejamento da área a Recursos humanos 09b Habilidades 09c Capacitação 09d Avalaição de desempenho 09e Condiações de trabalho 09a Recursos humanos 09b Habilidades 09c Capacitação 09d Avalaição de desempenho 09e Condiações de trabalho 08a Localização 08b Desenho 08c Zoneamento 08d Usos do entorno 08e Conectividade 08f Processo participativo 08a Localização 08b Desenho 08c Zoneamento 08d Usos do entorno 08e Conectividade 08f Processo participativo 08g Adequação da categoria Comunicação e informação Todos os indicadores de comunicação e informação foram mais bem avaliados para o conjunto das unidades componentes do grupo II, o que se expressa na diferença percen-
19 18 Efetividade tual média de 25% entre os dois grupos (gráfico 20). Isso eleva o desempenho do conjunto de UCs de uma situação baixa em para uma situação média em A estrutura de comunicação e os meios de coleta e de processamento de informações, que foram indicadores mais críticos na avaliação do Rappam em , apresentaram desempenho substancialmente maior na análise de 2008 a Além disso, a comunicação com a comunidade, no grupo II, foi bem mais efetiva. Gráfico 20 Avaliação do módulo comunicação e informação para UCs de uso sustentável apoiadas pelo Arpa, por grupo de análise Comunicação e informação Uso sustentável (%) 8 10a estrutura de comunicação 34 10b Disponibilidade de informação c Meios de coleta 6 10d Meios de processamento 46 10e Comunicação com comunidade 76 10f Comunicação entre comunidade Infraestrutura Diferença substancial entre os grupos I e II é observada nos valores médios (de 30%) para a infraestrutura e em cada indicador desse módulo de análise (gráfico 21). Todos os indicadores foram críticos na avaliação e grandes diferenças são notadas no grupo II. Os indicadores 10a estrutura de comunicação 10b Disponibilidade de informação Comunicação e informação 62 10c Meios de coleta d Meios de processamento 71 10e Comunicação com comunidade 75 10f Comunicação entre comunidade relacionados à transporte e equipamentos apresentaram os maiores avanços entre os dois momentos de avaliação. Gráfico 21 Avaliação do módulo infraestrutura para UCs de uso sustentável apoiadas pelo Arpa, por grupo de análise Infra-estrutura Uso sustentável (%) a Transporte 11b Equipamento de trabalho 11c Instalaçõe s para equipes d nstalaçõe s para visitantes 8 11e Manutenção Recursos financeiros Os valores médios dos recursos financeiros do grupo II são bem maiores do que os do grupo I (gráfico 22). No grupo I, a perspectiva financeira em longo prazo e o histórico dos recursos receberam as piores avaliações, embora naquele momento a previsão de recursos para os próximos cinco anos (até ) e a capacidade de captação de fundos fossem consideradas altas. No grupo II, a perspectiva financeira no longo prazo foi menor do que todos os demais indicadores e a previsão de recursos foi medianamente satisfatória. Por outro lado, o histórico dos recursos foi bem avaliado, o que pode refletir, para esse conjunto de UCs, os investimentos do Arpa durante o período de 2005 a a Transporte Infra-estrutura 57 11b Equipamento de trabalho c Instalaçõe s para equipes 11d nstalaçõe s para visitantes 41 11e Manutenção
20 Gráfico 22 Avaliação do módulo recursos financeiros para UCs de uso sustentável apoiadas pelo Arpa, por grupo de análise Gráfico 23 Avaliação do módulo planejamento da gestão para UCs de uso sustentável apoiadas pelo Arpa, por grupo de análise Recursos financeiros Uso sustentável (%) Recursos financeiros Planejamento da gestão Uso sustentável (%) Planejamento da gestão Efetividade 12a histórico de recursos 12b previsão de recursos 12c prátlcas de administração 12d alocação de recursos 12e perspectiva financeira 12f capacidade de captação 12a histórico de recursos 12b previsão de recursos 12c prátlcas de administração 12d alocação de recursos 12e perspectiva financeira 12f capacidade de captação 13a planode manejo 13b inventário 13c estratégia para pressões e ameaças 13d instrumento de planejamento operacional 13e aprendizado 13a planode manejo 13b inventário 13c estratégia para pressões e ameaças 13d instrumento de planejamento operacional 13e aprendizado Processos Planejamento da gestão Os indicadores de planejamento da gestão das UCs obtiveram desempenho bem maior no grupo II do que no grupo I (gráfico 23). No momento da aplicação do Rappam em não havia UCs com planos de manejo, os inventários eram insuficientes, assim como eram insuficientes o planejamento operacional e as estratégias para minimizar pressões e ameaças. Somente a incorporação do aprendizado advindo das pesquisas e do conhecimento local no planejamento foi melhor avaliada, mas ainda assim apresentou valores baixos. Analisando o grupo II, pode-se considerar que houve um avanço considerável no planejamento da gestão das UCs de uso sustentável apoiadas pelo Arpa, o que pode ser exemplificado de forma bastante significativa pelo aumento nos valores relacionados ao indicador plano de manejo, de 0 para 42%. Tomada de decisão Todos os indicadores de tomada de decisão foram mais bem avaliados no grupo II (gráfico 24), sendo que a média desse módulo passou de mediana (42%), em , para alta (70%), em Em especial, o fluxo de comunicação e a existência de conselhos gestores foram aspectos muito melhor avaliados nos anos 2008 a A participação comunitária na tomada de decisão, que já era bem avaliada em , manteve-se praticamente com a mesma avaliação no momento seguinte. As parcerias foram substancialmente melhores no grupo II, assim como a transparência no processo decisório e a organização interna. Os itens articulação institucional e processos educativos na tomada de decisão foram incorporados na segunda avaliação feita pelo Rappam em unidades de conservação federais esses itens, portanto, não foram avaliados no grupo I.
21 Gráfico 24 Avaliação do módulo tomada de decisão para UCs de uso sustentável apoiadas pelo Arpa, por grupo de análise Gráfico 25 Avaliação do módulo pesquisa, avaliação e monitoramento, para UCs de uso sustentável da Amazônia apoiadas pelo Arpa, por grupo de análise 20 Efetividade Tomada de decisão Uso sustentável (%) a organização interna 14b transparência 14c parcerias 71 14d partlcipação comunitária e fluxo de comunicação 8 14f conselho efetivo a organização interna 14b transparência 14c parcerias Tomada de decisão d partlcipação comunitária 14e fluxo de comunicação 14f conselho efetivo 79 14g articulação interinstitucional h educação ambiental Pesquisa, avaliação e monitoramento Uso sustentável (%) a impactos legais 15b impactos ilegais c pesquisa ecológica 15d pesquisa socioeconômica 18 15e acesso a resultados de pesquisas cientificas 15 15f identificação de necessidades a impactos legais 15b impactos ilegais Pesquisa e monitoramento 15c pesquisa ecológica 58 15d pesquisa socioeconômica 29 15e acesso a resultados de pesquisas cientificas 38 15f identificação de necessidades 46 15g acesso ao conhecimento cientifico Pesquisa, avaliação e monitoramento Os indicadores de pesquisa, avaliação e monitoramento do grupo II também foram mais bem avaliados do que no grupo I, que apresentou valores críticos para todos eles. Nota-se que a existência de pesquisa socioeconômica foi substancialmente superior em , assim com a identificação das prioridades de pesquisa e conhecimento das UCs. Os demais itens exigem maior incremento para que possam contribuir para a efetiva gestão das UCs de uso sustentável apoiadas pelo Arpa. Resultados As UCs do grupo II alcançaram resultados melhores do que as UCs do grupo I (gráfico 26) no módulo resultados, passando de uma situação baixa (21%) para mediana (49%). O grupo I foi marcado por poucas ações desenvolvidas nos dois anos anteriores para a maioria dos aspectos como recuperação, monitoramento de resultados, acompanhamento do desempenho de funcionários, capacitação, controle de visitantes, planejamento da gestão, manejo de vida silvestre, implementação e manutenção de infraestrutura, e desenvolvimento de pesquisas.
22 Ações de prevenção de ameaças e de relações com comunidades locais foram as mais desenvolvidas nesse grupo, com valores medianos. Em , todos os aspectos tiveram avaliação bem mais positiva, com destaque para as ações de planejamento da gestão e relações com as comunidades locais, que atingiram valores de efetividade altos. Todos os demais indicadores apresentaram desempenho mediano. Os itens relacionados ao manejo da vida silvestre ou de recursos naturais, assim como à gestão de pessoal, foram os únicos avaliados com valores baixos em , embora tenham sido superiores aos valores no período Gráfico 26 Avaliação do elemento resultados para UCs de uso sustentável apoiadas pelo Arpa, por grupo de análise Resultados Uso sustentável (%) Resultados Efetividade a planejamento da gestão 16b recuperação 16c manejo de vida silvestre/recursos 16d divulgação 16e controle de visitantes 16f infra-estrutura 16g prevenção de ameaças 16h gestão de pessoal 16i relação com comunidades locais 16j desenvolvimento de pesquisas 16k monitoramento de resultados 16i capacitação 16a planejamento da gestão 16b recuperação 16c manejo de vida silvestre/recursos 16d divulgação 16e controle de visitantes 16f infra-estrutura 16g prevenção de ameaças 16h gestão de pessoal 16i relação com comunidades locais 16j desenvolvimento de pesquisas 16k monitoramento de resultados 16i capacitação 16j educação ambiental Síntese da efetividade de unidades de conservação da Amazônia apoiadas pelo Arpa e avaliadas pelo método Rappam O gráfico 27 apresenta uma síntese da avaliação das questões do Rappam para as unidades de conservação de proteção integral nos dois momentos de avaliação, aqui considerados nos grupos I ( ) e II ( ). Observa-se que a maioria dos indicadores foi mais bem avaliada no segundo momento de aplicação do Rappam, que coincide com maior período de atuação e implementação do Programa Arpa. Em alguns módulos essa diferença é bem expressiva como, por exemplo, em recursos humanos e comunicação e informação (insumos), planejamento da gestão (processos) e, ainda, resultados.
23 Gráfico 27 Desempenho dos diferentes indicadores de efetividade do método Rappam em UCs de proteção integral apoiadas pelo Arpa, por grupo de análise Proteção integral % Efetividade 06a objetivos gerais 06b objetivos específicos 06c coerência 06d compreensão pelos funcionários 06e apoio da comunidade 06f compreensão pelos conselheiros 07a proteção legal 07b situação fundiária 07c demarcação dos limites 07d aplicação das leis 07e gestão de conflitos 08a Localização 08b Desenho 08c Zoneamento 08d Usos do entorno 08e Conectividade 08f Processo participativo 08g Adequação da categoria 09a Recursos humanos 09b Habilidades 09c Capacitação 09d Avalaição de desempenho 09e Condiações de trabalho 10a estrutura de comunicação 10b Disponibilidade de informação 10c Meios de coleta 10d Meios de processamento 10e Comunicação com comunidade 10f Comunicação entre comunidade 11a Transporte 11b Equipamento de trabalho 11c Instalaçõe s para equipes 11d nstalaçõe s para visitantes 11e Manutenção 12a histórico de recursos 12b previsão de recursos 12c prátlcas de administração 12d alocação de recursos 12e perspectiva financeira 12f capacidade de captação 13a planode manejo 13b inventário 13c estratégia para pressões e ameaças 13d instrumento de planejamento operacional 13e aprendizado 14a organização interna 14b transparência 14c parcerias 14d partlcipação comunitária 14e fluxo de comunicação 14f conselho efetivo 14g articulação interinstitucional 14h educação ambiental 15a impactos legais 15b impactos ilegais 15c pesquisa ecológica 15d pesquisa socioeconômica 15e acesso a resultados de pesquisas cientificas 15f identificação de necessidades 15g acesso ao conhecimento cientifico 16a planejamento da gestão 16b recuperação 16c manejo de vida silvestre/recursos 16d divulgação 16e controle de visitantes 16f infra-estrutura 16g prevenção de ameaças 16h gestão de pessoal 16i relação com comunidades locais 16j desenvolvimento de pesquisas 16k monitoramento de resultados 16i capacitação 16j educação ambiental Objetivos Amparo legal Site design and Planejamento Recursos humanos Comunicação e informação Infra-estrutura Recursos financeiros Planejamento da gestão Tomada de decisão Research, assessment and monitoring Resultados O gráfico 28 apresenta a síntese de avaliação das questões Rappam em unidades de conservação de uso sustentável. De forma geral, a diferença entre as avaliações dos diferentes indicadores de efetividade é ainda mais perceptível nas UCs de uso sustentável. Muitos indicadores apresentavam em um desempenho bastante fraco, o que foi claramente superado no segundo momento de avaliação ( ). Assim como nas UCs de proteção integral, os maiores destaques se dão nos elementos insumos (recursos humanos, comunicação e informação, infraestrutura), processos (planejamento da gestão, tomada de decisão, pesquisa, avaliação e monitoramento) e resultados.
24 A influência do Arpa é ainda mais significativa se considerarmos que 18 UCs de uso sustentável atualmente apoiadas pelo Programa foram criadas após 2005 e, dessa forma, saíram de um patamar bastante baixo (comum em áreas recém-criadas) para integrar um grupo com valores de efetividade ao menos intermediários em Gráfico 28 Desempenho dos diferentes indicadores de efetividade do método Rappam em unidades de conservação de uso sustentável apoiadas pelo Programa Arpa, por grupo de análise Uso sustentável % 23 Efetividade a objetivos gerais 06b objetivos específicos 06c coerência 06d compreensão pelos funcionários 06e apoio da comunidade 06f compreensão pelos conselheiros 07a proteção legal 07b situação fundiária 07c demarcação dos limites 07d aplicação das leis 07e gestão de conflitos 08a Localização 08b Desenho 08c Zoneamento 08d Usos do entorno 08e Conectividade 08f Processo participativo 08g Adequação da categoria 09a Recursos humanos 09b Habilidades 09c Capacitação 09d Avalaição de desempenho 09e Condiações de trabalho 10a estrutura de comunicação 10b Disponibilidade de informação 10c Meios de coleta 10d Meios de processamento 10e Comunicação com comunidade 10f Comunicação entre comunidade 11a Transporte 11b Equipamento de trabalho 11c Instalaçõe s para equipes 11d nstalaçõe s para visitantes 11e Manutenção 12a histórico de recursos 12b previsão de recursos 12c prátlcas de administração 12d alocação de recursos 12e perspectiva financeira 12f capacidade de captação 13a planode manejo 13b inventário 13c estratégia para pressões e ameaças 13d instrumento de planejamento operacional 13e aprendizado 14a organização interna 14b transparência 14c parcerias 14d partlcipação comunitária 14e fluxo de comunicação 14f conselho efetivo 14g articulação interinstitucional 14h educação ambiental 15a impactos legais 15b impactos ilegais 15c pesquisa ecológica 15d pesquisa socioeconômica 15e acesso a resultados de pesquisas cientificas 15f identificação de necessidades 15g acesso ao conhecimento cientifico 16a planejamento da gestão 16b recuperação 16c manejo de vida silvestre/recursos 16d divulgação 16e controle de visitantes 16f infra-estrutura 16g prevenção de ameaças 16h gestão de pessoal 16i relação com comunidades locais 16j desenvolvimento de pesquisas 16k monitoramento de resultados 16i capacitação 16j educação ambiental Objetivos Amparo legal Site design and Planejamento Recursos humanos Comunicação e informação Infra-estrutura Recursos financeiros Planejamento da gestão Tomada de decisão Research, assessment and monitoring Resultados
25 24 Efetividade Conclusões finais No geral, verifica-se uma diferença de 16 pontos percentuais na média de efetividade dos grupos I e II, com os maiores avanços tendo sido observados nos elementos Insumos, Processos e Resultados, com valores de diferença entre os dois grupos de 15, 20 e 21%, respectivamente (Gráfico 29). Gráfico 29 Efetividade das unidades de conservação da Amazônia, apoiadas pelo Arpa, por elemento e grupos de análise Efetividade por grupo Isso nos permite concluir que os investimentos realizados nas UCs apoiadas pelo Programa Arpa geraram resultados bastante positivos na efetividade desse grupo de unidades, que atualmente saiu de um patamar considerado baixo para um patamar mediano. Mais Planejamento Insumos Processos Resultados 53 interessante ainda é constatar que os principais avanços se deram no elemento resultados, ou seja, nas ações desenvolvidas pelas unidades nos últimos dois anos. Isso indica que o Arpa investiu para estruturar melhor as unidades e melhorar seus processos. E também aponta que esses investimentos têm gerado resultados práticos os quais, em última instância, se consolidam no alcance dos objetivos dessas unidades, relacionados principalmente à conservação da biodiversidade da Amazônia. Comparação com demais ferramentas de avaliação da efetividade Além do Rappam, outras ferramentas têm sido aplicadas nas UCs do Arpa para avaliar sua efetividade. O Tracking Tool (World Bank & WWF, 2003), uma metodologia desenvolvida pelo Banco Mundial e Rede WWF em 2003, foi aplicado nas UCs do Arpa em 2005 e O Tracking Tool foi concebido para localizar e monitorar os progressos no alcance dos objetivos da Aliança Florestal formada pelo Banco Mundial e WWF com relação à efetividade de áreas protegidas. Essa ferramenta de acompanhamento possui algumas limitações em relação à comparação entre as unidades, uma vez que é mais utilizada para o monitoramento de uma única unidade de conservação ou de um conjunto de unidades de conservação muito vinculadas (Aliança, 2005). Em 2007, a Coordenação do Arpa realizou alguns ajustes no Tracking Tool, principalmente em relação ao formato de pontuação dos cenários de cada indicador. O novo instrumento de avaliação da gestão passou a ser denominado Fauc Ferramenta de Avaliação de Unidades de Conservação. Nesse formato, a Fauc foi aplicada nos anos de 2008 e 2009.
26 25 Efetividade Ao final de 2009, a partir de uma pesquisa realizada para avaliar a percepção dos gestores de UCs sobre a Fauc, os mesmos apontaram uma série de oportunidades de melhorias na ferramenta. Com base nessa pesquisa e na necessidade de adequar a Fauc aos marcos referenciais da segunda fase do Programa Arpa, a ferramenta foi novamente revisada, com o objetivo de adaptá-la à nova estrutura organizacional estabelecida e de alinhar os seus indicadores aos de referenciais de excelência preconizados pelo Programa Nacional da Gestão Pública e Desburocratização GesPública (GesPública, 2008) aplicados em 15 UCs do Arpa que participaram ou participam do Programa de Gestão para Resultados (PGR). Em 2010, essa nova versão da Fauc foi aplicada, mas apenas os marcos referenciais (20 indicadores) foram pontuados de acordo com os critérios para definição dos tetos financeiros e repasse de recursos às UCs. Considerando que essas ferramentas apresentam diferentes objetivos, indicadores e critérios de pontuação e foram aplicadas em conjuntos de UCs similares, mas não idênticos, ao longo dos anos, apresentamos abaixo uma análise simplificada dos resultados obtidos em (com base no Tracking Tool de 2005 e no Rappam) e em (com base no Rappam e na Fauc, de 2010). É interessante notar como os valores de efetividade média das UCs apoiadas pelo Arpa e avaliadas em cada momento são semelhantes, tanto em (38% segundo o Tracking Tool e 39% segundo o Rappam), como em (58% segundo a Fauc e 55% segundo o Rappam) (Gráfico 30). Além disso, a porcentagem de UCs com efetividade considerada baixa, média e alta, em cada momento de análise, também é bastante similar e ressalta uma expressiva mudança no panorama de efetividade das UCs apoiadas pelo Programa nos últimos cinco anos. Em a maioria das UCs avaliadas apresentava efetividade baixa, com uma pequena porcentagem de UCs com valores altos. Já em , a maioria das UCs apresenta efetividade média e cerca de 40% delas, apresenta valores altos. Gráfico 30 de efetividade e percentual de UCs em cada faixa de efetividade, com base em diferentes ferramentas e momentos de avaliação TT2005 % UCs alta % UCs média % UCs baixa RAPPAM FAUC 2010 RAPPAM Essa análise, ainda que simplificada, reforça o resultado bastante positivo na evolução da efetividade das UCs após alguns anos de implementação do Arpa e ainda, demonstra a coerência entre as ferramentas de aplicação anual adotadas pelo Programa e o Rappam.
27 26 Efetividade Referências bibliográficas Aliança Pró Florestal Banco Mundial & WWF. Como relatar avanços nas unidades de conservação: Uma ferramenta simples para o monitoramento de unidades de conservação, desenvolvida pelo Banco Mundial e o WWF. Brasília: ARPA/ WWF/ GTZ. Versão traduzida e adaptada para o programa Arpa Ervin, J. Metodologia do WWF para avaliação rápida e a priorização do manejo de unidades de conservação (Rappam). São Paulo, SP, WWF- -Brasil. 70 p. 2003a. (Tradução WWF-Brasil). Ervin, J. WWF rapid assessment and prioritization of protected area management (Rappam) methodology. Gland, Suíça, WWF. 70 p. 2003b. GesPública Programa Nacional de Gestão Pública e Desburocratização Planilha para Autoavaliação pontos. Disponível em: < Acesso em: Dez Hockings, M.; Stolton, S.; Dudley, N. Evaluating Effectiveness A Framework for Assessing Management Effectiveness of Protected Areas. Best Practice Protected Areas Guidelines Series (6). Universidade de Cardiff e UICN, Suíça. 121 p Hockings, M.; Stolton, S.; Leverington, F.; Dudley, N.; Courrau, J. Evaluating Effectiveness A Framework for Assessing Management Effectiveness of Protected Areas. 2ª. edição (Valentine, P., ed.). Best Practice Protected Areas Guidelines Series (14). UICN, Gland, Suíça e Cambridge, Reino Unido. 105 p Ibama e WWF-Brasil. Efetividade de Gestão das Unidades de Conservação Federais do Brasil. Implementação do Método Rappam Avaliação Rápida e Priorização da Gestão de Unidades de Conservação. Brasília, DF. 96 p Leverington, F.; Hockings, M.; Pavese, H.; Costa, K.L.; Courrau, J. Management effectiveness evaluation in protected areas. Supplementary report n 1: Overview of approaches and methodologies. The University of Queensland, Gaton. TNC, WWF, UICN-WCPA. Austrália. 188p MMA, Programa de Áreas Protegidas da Amazônia Arpa. Fase II. Documento de Programa de Governo Brasileiro. Ministério do Meio Ambiente. Secretaria de Biodiversidade e Florestas. Brasília. 79p WWF-Brasil, IEF-AP, Sema-AP & ICMBio. Efetividade de Gestão das Unidades de Conservação no Estado do Amapá. Brasília, DF. 57p WWF-Brasil, Sema-AC, SEF-AC & ICMBio. Efetividade de Gestão das Unidades de Conservação no Estado do Acre. Brasília, DF. 62p WWF-Brasil, Sema-MT & ICMBio. Efetividade de Gestão das Unidades de Conservação no Estado do Mato Grosso. Brasília. DF. 68p WWF-Brasil; Programa de Conservação da Mata Atlântica; Fundação Florestal; Instituto Florestal. Rappam [Rapid Assessment and Prioritization of Protected Area Management]: implementação da avaliação rápida e priorização do manejo de unidades de conservação do Instituto Florestal e da Fundação Florestal de São Paulo. WWF, Programa de Conservação da Mata Atlântica, Instituto Florestal de São Paulo, Fundação Florestal, Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo. São Paulo. 42p
28 Anexo I Unidades de conservação apoiadas pelo Arpa e avaliadas pelo Rappam, com indicação de sua inserção nos grupos de análise I e II. EE EE Estação Ecológica, PE Parque Estadual, PN Parque Nacional, RDS Reserva de Desenvolvimento Sustentável, Resex Reserva Extrativista. 27 Efetividade UF Instituição gestora Unidade de Conservação Data de criação PA ICMBio EE da Terra Do Meio 17/02/2005 X X RR ICMBio EE de Maracá 01/06/1981 X X AM ICMBio EE Juami-Japurá 03/06/1985 X X AM ICMBio PN Campos Amazônicos 21/06/ X RO ICMBio PN da Serra Da Cutia 01/08/2001 X X AC ICMBio PN da Serra do Divisor 16/06/1989 X X PA ICMBio PN da Serra do Pardo 17/02/2005 X X AM ICMBio PN de Anavilhanas 02/06/1981 X X AP ICMBio PN do Cabo Orange 15/07/1980 X X AM ICMBio PN do Jaú 24/09/1980 X X MT e AM ICMBio PN Juruena 05/06/ X AP ICMBio PN Montanhas do Tumucumaque 22/08/2002 X X RR ICMBio PN Viruá 01/04/1998 X X RO ICMBio RB do Jarú 11/07/1979 X X AP ICMBio RB do Lago Piratuba 16/07/1980 X X PA ICMBio RB do Rio Trombetas 21/09/1979 X X PA ICMBio RB do Tapirapé 05/05/1989 X X AM ICMBio RB do Uatumã 06/06/1990 X X PA ICMBio RDS de Itatupã-Baquiá 14/06/2005 X X AC ICMBio Resex Alto Tarauacá 08/11/2000 X X AM ICMBio Resex Arapixi 21/06/ X PA ICMBio Resex Arióca-Pruanã 16/11/2005 X - AM ICMBio Resex Auatí-Paraná 07/08/2001 X X AM ICMBio Resex Baixo Juruá 01/08/2001 X X RO ICMBio Resex Barreiro das Antas 07/08/2001 X X
29 28 Efetividade UF Instituição gestora Unidade de Conservação Data de criação AC ICMBio Resex do Cazumbá-Iracema 19/09/2002 X X AM ICMBio Resex do Lago Do Capanã Grande 03/06/2004 X X AM ICMBio Resex do Médio Purus 08/05/ X RO ICMBio Resex do Rio Do Cautário 07/08/2001 X X AM ICMBio Resex do Rio Jutaí 16/07/2002 X X PA ICMBio Resex Ipaú-Anilzinho 14/06/2005 X X PA ICMBio Resex Mapuá 20/05/2005 X X PA ICMBio Resex Maracanã 13/12/2002 X X PA ICMBio Resex Rio Iriri 05/06/ X AM ICMBio Resex Rio Unini 21/06/ X PA ICMBio Resex Rio Xingu 05/06/ X AC ICMBio Resex Riozinho da Liberdade 17/02/2002 X X PA ICMBio Resex Riozinho do Anfrísio 09/11/2004 X X AP ICMBio Resex Terra Grande-Pracuúba 05/06/ X PA ICMBio Resex Verde para Sempre 09/11/2004 X X AC AC-Sema PE Chandless 02/09/ X MT MT- Sema EE do Rio Ronuro 23/04/ X MT MT- Sema PE Cristalino I e II 09/06/ X MT MT- Sema PE do Xingu 29/12/ X MT MT- Sema PE Igarapés do Juruena 12/11/ X AM AM-Ceuc RDS Piagaçú-Purus 05/09/ X AM AM- Ceuc RDS Rio Amapá 01/06/ X AM AM- Ceuc RDS Uacari 01/06/ X AM AM- Ceuc Resex Catuá-Ipixuna 05/09/ X AM AM- Ceuc Resex do Rio Gregório 25/04/ X AM AM- Ceuc PE Rio Negro Setor Norte 02/04/ X RO RO-Sedam PE Corumbiara 23/03/ X RO RO- Sedam PE Guajará Mirim 23/03/ X RO RO- Sedam EE Antônio Mojica Nava 07/11/ X RO RO- Sedam EE Serra Três Irmãos 28/03/ X
30 Anexo II Questionário adaptado à aplicação do Rapam junto a unidades de conservação brasileiras (versão 2010) 1. Perfil Observações: 1a. Nome da unidade de conservação: 1b. Data de criação da UC: 1c. Área da UC: 29 Efetividade 1d. Nome completo do responsável pela informação: 1e. Função do responsável pela informação: 1f. Tempo de atuação do responsável pela informação na UC: 1g. Data de preenchimento do questionário: 1h. Execução financeira no último ano Institutional funds Funds from external sources Total amount available to the PA Total amount used by PA 1i. Objetivo geral da UC: 1j. Objetivos específicos da UC: 1k. Prioridades de/para gestão da UC: 1l. Recursos humanos Servidores Cargos comissionados Terceirizados Estagiários Parcerias Analista Técnico Auxiliar administrativo Vigilante Motorista Serviços gerais
31 2. Pressões e Ameaças Lista de atividades que impactam a unidade de conservação: 30 Efetividade Pressão ou ameaça Orientação Considerar relação e formulários para análise das pressões e ameaças existentes na área circundante e zona de entorno. Preenchimentos separados. Extração de madeira Agricultura e silvicultura Pastagem Ocupação humana Extração mineral Construção e operação de infraestruturas Caça Pesca Coleta de produtos não-madeireiros Turismo e recreação Disposição de resíduos (poluição) Refere-se à extração legal e ilegal de madeira, de qualquer porte, inclusive para uso como lenha, que ocorre dentro da área. Conversão do uso do solo nas unidades de conservação em áreas de agricultura e reflorestamento. O uso do fogo para a conversão será tratado separadamente. Conversão do uso do solo para o estabelecimento de pastagem, pastoreio de espécie nativa e coleta de forragem dentro da UC. Transformação de áreas da UC em moradia, assentamentos, urbanização ou chacreamento. Escavação e exploração de recursos minerais, licenciados ou não, que ocorrem na UC. Devese também considerar o impacto dos resíduos produzidos por tais atividades. Barragens, estradas, linhas de transmissão e distribuição, portos, gasodutos, hidrelétricas e PCHs, hidrovias, etc. no interior da UC. Se a infraestrutura foi construída há mais de 5 anos, considerar o impacto da sua operação para avaliação da pressão. Construções de infraestruturas da UC, caso sejam impactantes, devem ser consideradas. Práticas de caça de subsistência que podem ameaçar os recursos da UC onde essa prática é permitida e caça e coleta ilegais realizadas dentro da UC. Exemplos: captura de animais terrestres, jacarés, quelônios, ovos, aves, invertebrados, serpentes, etc. Práticas de pesca de subsistência, amadora, esportiva e comercial, legais ou ilegais que impactam negativamente os recursos da UC. Impactos de pesque e pague devem ser considerados em construção de infraestrutura e introdução de espécies exóticas, quando for o caso. Coleta de produtos não-madeireiros no interior da UC para comercialização ou subsistência, tais como frutos, plantas medicinais, resinas, orquídeas, bromélias, cipós, musgos, sementes e flores. Refere-se ao impacto causado pela visitação em trilhas, acampamentos, passeios a cavalo, passeios de barco e uso de outros veículos motorizados e outros tipos de recreação, autorizadas ou não. Não inclui os impactos causados pela construção de infraestruturas e pela disposição de resíduos gerados pela visitação, que são avaliados em outros itens. Abrange qualquer forma inadequada de disposição de resíduos e efluentes, sólidos ou líquidos (ex: lixo, efluentes domésticos e industriais e materiais tóxicos). Abrange vazamentos e emissões de substâncias poluidoras. Os resíduos provenientes de mineração e garimpo não são considerados nesse item.
32 31 Efetividade Processos seminaturais Espécies exóticas invasoras Uso dos recursos por populações residentes Influências externas Incêndios de origem antrópica São processos naturais que foram intensificados pela intervenção antrópica, tais como o fenômeno da maré vermelha (crescimento exagerado de algas marinhas tóxicas, superalimentados pelo material orgânico, geralmente vindo do esgoto), incêndios de causas naturais e assoreamento acelerado de cursos d água pela supressão da vegetação, dentre outros. Abrangem as plantas e os animais exóticos introduzidos intencional ou inadvertidamente por humanos e que passaram a ter comportamento invasor. Pode ser citados como exemplo: tilápia (Tilapia sp.), camarãoda Malásia (Macrobrachium rosenbergii), caramujo-gigante-africano (Achatina fulica), mexilhão dourado (Limnoperna fortunei), capim braquiária (Brachiaria sp), tigre-d água (Trachemis scripta) e animais considerados domésticos, mas que adquiriram natureza selvagem (búfalos, porcos, cães e gatos). O estabelecimento de pastagens sem invasão de outras áreas de vegetação nativa é considerado em outro item. Abrange as pressões sobre os recursos naturais e culturais da UC exercidas por populações humanas residentes no interior da UC. É o caso de uso de recursos em áreas e categorias de manejo nas quais os usos não são permitidos, ou o uso inadequado ou excessivo de recursos naturais em UC de uso sustentável. Incorpora impactos do aumento demográfico das populações residentes, alterações no padrão de consumo e formas de utilização dos recursos. Considera os impactos na UC que são decorrentes de atividades realizadas nas áreas do entorno, imediato ou não. Exemplos: poluição, aumento ou diminuição do escoamento de águas, resíduos, perda de conectividade, mudanças climáticas globais. São incêndios intencionais ou acidentais originados dentro da UC ou que invadem seus limites. Os impactos negativos de incêndios provenientes de causas naturais devem ser tratados em processos seminaturais. Atividade que impacta a UC: Pressões e ameaças às unidades de conservação são avaliadas a partir dos parâmetros existentes no quadro abaixo e de acordo com a descrição que se segue. Devem ser preenchidos formulários (planilhas) diferentes para: a) todas as pressões e ameaças que ocorrem dentro dos limites da UC; e b) fatores existentes na área circundante ou do entorno e que afetam a UC. Pressão: ( ) Sim ( ) Não houve pressão nos últimos 5 anos A pressão nos últimos 5 anos tendeu a: ( ) Aumentar drasticamente ( ) Aumentar ligeiramente ( ) Permanecer constante ( ) Diminuir ligeiramente ( ) Diminuir drasticamente O nível de pressão nos últimos 5 anos tem sido: Abrangência ( ) Total (>50%) ( ) Generalizada (15 50%) ( ) Espalhada (5 15%) ( ) Localizada (<5%) Impacto ( ) Severo ( ) Alto ( ) Moderado ( ) Suave Resiliência (Tempo de Recuperação da Área) ( ) Permanente (>100 anos) ( ) Em longo prazo ( anos) ( ) Em médio prazo (5 20 anos) ( ) Em curto prazo (<5 anos)
33 Ameaça: ( ) Sim ( ) Não será uma ameaça nos próximos 5 anos A probabilidade dessa ameaça se concretizar nos próximos 5 anos é: ( ) Muito alta ( ) Alta ( ) ( ) Baixa ( ) Muito baixa A severidade desta ameaça nos próximos 5 anos será provavelmente: Abrangência ( ) Total (>50%) ( ) Generalizada (15 50%) ( ) Espalhada (5 15%) ( ) Localizada (<5%) Impacto ( ) Severo ( ) Alto ( ) Moderado ( ) Suave Resiliência ( ) Permanente (>100 anos) ( ) Em longo prazo ( anos) ( ) Em médio prazo (5 20 anos) ( ) Em curto prazo (<5 anos) 32 Efetividade Contexto 3. Importância Biológica Evidências s p/s p/n n A UC contém um número significativo de espécies que constam da lista brasileira e/ou das listas estaduais de espécies ameaçadas de extinção. A UC contém um número significativo de espécies cujas populações estão sobreexploradas, ameaçadas de sobreexploração e/ou reduzidas por pressões diversas. A UC tem níveis significativos de biodiversidade. A UC possui níveis significativos de endemismo. A UC exerce uma função crítica na paisagem. A UC contribui significativamente para a representatividade do sistema de UCs. A UC sustenta populações mínimas viáveis de espécies-chave. A UC mantém os padrões históricos de diversidade estrutural. A UC protege ecossistemas cuja abrangência tem diminuído significativamente.
34 4. Importância Socioeconômica Evidências s p/s p/n n A UC é uma fonte importante de emprego para as comunidades locais. As comunidades locais subsistem do uso dos recursos da UC. A UC oferece oportunidades de desenvolvimento da comunidade mediante o uso sustentável de recursos. A UC tem importância religiosa ou espiritual. A UC possui atributos de relevante importância estética, histórica e/ou cultural. A UC possui espécies de plantas e animais de alta importância social, cultural ou econômica. 33 Efetividade A UC possui um alto valor recreativo. A UC contribui significativamente com serviços e benefícios ambientais. A UC possui um alto valor educacional e/ou científico. 5. Vulnerabilidade Evidências s p/s p/n n As atividades ilegais na UC são difíceis de monitorar. A aplicação dos instrumentos legais é baixa na região. A UC está sofrendo distúrbios civis e/ou instabilidade política. As práticas culturais, as crenças e os usos tradicionais estão em conflito com a categoria e os objetivos da UC. O valor de mercado de recursos da UC é alto. A UC é de fácil acesso para atividades ilegais. Existe uma grande demanda por recursos naturais da UC. A gestão da UC sofre pressão para desenvolver ações em desacordo com os objetivos da UC. A contratação de funcionários é difícil. A permanência da equipe na UC é difícil.
35 Planejamento 6. Objetivos Evidências s p/s p/n n Os objetivos da UC incluem a proteção e a conservação da biodiversidade. Os objetivos específicos relacionados à biodiversidade são claramente expressos nos instrumentos de planejamento da UC. Os planos e projetos são coerentes com os objetivos da UC. Os funcionários e gestores da UC entendem os objetivos e as políticas da UC. As comunidades locais apóiam os objetivos da UC. 34 Efetividade Os membros do conselho gestor da UC entendem os objetivos e as políticas da UC. 7. Amparo Legal Evidências s p/s p/n n A UC e seus recursos naturais possuem amparo legal. A situação fundiária está regularizada. A demarcação e sinalização dos limites da UC são adequadas. Os recursos humanos e financeiros são adequados para realizar as ações críticas de proteção. Há amparo legal para a gestão de conflitos. 8. Desenho e Planejamento da Área Evidências s p/s p/n n A localização da UC é coerente com os seus objetivos. O desenho da UC favorece a conservação da biodiversidade e/ ou aspectos socioculturais e econômicos. O zoneamento da UC é adequado para alcançar seus objetivos. Os usos no entorno propiciam a gestão efetiva da UC. A UC é ligada a outra unidade de conservação ou a outra área protegida. A definição do desenho e da categoria da UC foi decorrente de um processo participativo. A categoria da UC é adequada às características naturais e de uso da área.
36 Insumos 9. Recursos Humanos Evidências s p/s p/n n Há recursos humanos em número suficiente para a gestão efetiva da UC. Os funcionários possuem habilidades adequadas para realizar as ações. Há oportunidades de capacitação e desenvolvimento da equipe, apropriadas às necessidades da UC. Há avaliação periódica do desempenho e do progresso dos funcionários. As condições de trabalho são suficientes para manter uma equipe adequada aos objetivos da UC. 35 Efetividade 10. Comunicação e Informação Evidências s p/s p/n n Há estrutura de comunicação adequada entre a UC e outras instâncias administrativas. As informações ecológicas e socioeconômicas existentes são adequadas ao planejamento da gestão. Há meios adequados para a coleta de dados. Há sistemas adequados para o armazenamento, processamento e análise de dados. Existe comunicação efetiva da UC com as comunidades locais. Existe comunicação efetiva entre as comunidades locais. 11. Infra-estrutura Evidências s p/s p/n n A infraestrutura de transporte é adequada para o atendimento dos objetivos da UC. O equipamento de trabalho é adequado para o atendimento dos objetivos da UC. As instalações da UC são adequadas para o atendimento dos seus objetivos. A infraestrutura para visitantes é apropriada para o nível de uso. A manutenção e cuidados com os equipamentos e instalações são adequados para garantir seu uso em longo prazo.
37 12. Recursos Financeiros Evidências s p/s p/n n Os recursos financeiros dos últimos 5 anos foram adequados para atendimento dos objetivos da UC. Estão previstos recursos financeiros para os próximos 5 anos para atendimento dos objetivos da UC. As práticas de administração financeira propiciam a gestão eficiente da UC. A alocação de recursos está de acordo com as prioridades e os objetivos da UC. A previsão financeira em longo prazo para a UC é estável. A UC possui capacidade para a captação de recursos externos. Processos 36 Efetividade 13. Planejamento da Gestão Evidências s p/s p/n n Existe um plano de manejo adequado à gestão. Existe um inventário dos recursos naturais e culturais adequados à gestão da UC. Existe uma análise e também uma estratégia para enfrentar as ameaças e as pressões na UC. Existe um instrumento de planejamento operacional que identifica as atividades para alcançar as metas e os objetivos da UC. Os resultados de pesquisa e monitoramento, assim como do conhecimento tradicional, são incluídos rotineiramente no planejamento. 14. Processoso de Tomada de Decisão Evidências s p/s p/n n Existe uma organização interna nítida da UC. A tomada de decisões na gestão é transparente. A UC colabora regularmente com os parceiros, comunidades locais e outras organizações. As comunidades locais participam efetivamente da gestão da UC, contribuindo para a tomada de decisão. Existe a comunicação efetiva entre os funcionários da UC e Administração. Existe conselho implementado e efetivo. Existe articulação efetiva da UC com órgãos e entidades relacionadas. Há implementação de ações educativas contínuas e consistentes, que contribuem com a gestão e alcance dos objetivos da UC.
38 15. Pesquisa, Avaliação e Monitoramento Evidências s p/s p/n n O impacto das atividades legais na UC é monitorado e registrado de forma precisa. O impacto das atividades ilegais na UC é monitorado e registrado de forma precisa. As pesquisas sobre questões ecológicas são coerentes com as necessidades da UC. As pesquisas sobre questões socioeconômicas são coerentes com as necessidades da UC. A equipe da UC e as comunidades locais têm acesso regular às informações geradas pelas pesquisas realizadas na UC. As necessidades críticas de pesquisa e monitoramento são identificadas e priorizadas. 37 Efetividade 16. Resultados A equipe da UC tem acesso aos conhecimentos científicos recentes. 16. Resultados. Nos últimos dois anos, as seguintes ações foram coerentes com a minimização de ameaças e de pressões, os objetivos da UC e o plano de trabalho anual: s p/s p/n n A UC realizou o planejamento da gestão nos últimos dois anos. A UC realizou a recuperação de áreas e ações mitigatórias adequadas às suas necessidades nos últimos dois anos. A UC realizou o manejo da vida silvestre, de habitat ou de recursos naturais adequado às suas necessidades nos últimos dois anos. A UC realizou ações de divulgação e informação à sociedade nos últimos dois anos. A UC realizou o controle de visitantes adequado às suas necessidades nos últimos dois anos. A UC realizou a implantação e manutenção da infraestrutura nos últimos dois anos. A UC realizou a prevenção, detecção de ameaças e aplicação da lei nos últimos dois anos. A UC realizou a supervisão e avaliação de desempenho de funcionários nos últimos dois anos. A UC realizou capacitação e desenvolvimento de recursos humanos nos últimos dois anos. A UC apoiou a organização, capacitação e desenvolvimento das comunidades locais e do Conselho nos últimos dois anos. Houve o desenvolvimento de pesquisas na UC nos últimos dois anos, e as pesquisas eram alinhadas aos objetivos da UC. Os resultados da gestão foram monitorados nos últimos dois anos. A UC desenvolveu ações de educação ambiental nos últimos dois anos. Evidências
39 Sistema de Unidades de Conservação 17. Desenho do Sistema de Unidades de Conservação Evidências s p/s p/n n O sistema de UCs representa adequadamente a diversidade dos ecossistemas. O sistema de UCs protege adequadamente contra a extinção ou redução populacional das espécies. O sistema de UCs consiste majoritariamente de ecossistemas íntegros. Áreas de alto valor para a conservação de espécies chaves são protegidas adequadamente. Áreas de alto valor para o uso sustentável dos recursos naturais são protegidas adequadamente. 38 Efetividade O sistema de UCs mantém os processos naturais em nível da paisagem. O sistema de UCs inclui a proteção das áreas de transição (ecótonos) entre os ecossistemas. O sistema de UCs abrange todos os estágios sucessionais. Áreas de alta biodiversidade são protegidas sistematicamente. Áreas de alto endemismo são protegidas sistematicamente. O desenho e a configuração do sistema de UCs favorecem a conservação da biodiversidade. O Sistema possibilita a proteção e manutenção da cultura e dos recursos naturais necessários ao desenvolvimento sustentável de populações tradicionais. 18. Políticas de Unidades de Conservação Evidências s p/s p/n n Os objetivos do sistema estão claramente refletidos e amparados pela política nacional de biodiversidade. A área abrangida pelo sistema é adequada para manter os processos naturais ao nível da paisagem. Existe um claro comprometimento do governo com a implementação do sistema de UCs. Há um inventário amplo da diversidade biológica da área abrangida pelo sistema. Existe uma avaliação da evolução histórica da variabilidade dos ecossistemas na área abrangida pelo sistema. Há metas de recuperação para os ecossistemas sub-representados e/ou muito reduzidos. Há pesquisas contínuas sobre as questões críticas relativas às UCs. O sistema de UCs é revisto periodicamente para identificar lacunas ou pontos fracos.
40 18. Políticas de Unidades de Conservação Evidências Existe um programa efetivo de treinamento e capacitação para os funcionários das UCs. Existe um programa efetivo de capacitação dos atores envolvidos no processo. A efetividade do sistema de UCs é avaliada periodicamente. Existem diretrizes, metas e estratégias voltadas para a sustentabilidade do uso dos recursos naturais, no interior e/ou na área do entorno e zona de amortecimento da UC. Existem diretrizes, metas e estratégias comprometidas com o desenvolvimento das populações tradicionais, tanto dentro como na área do entorno e zona de amortecimento da UC. A estrutura organizacional para o sistema de UCs propicia a efetividade. 39 Efetividade Práticas de governança são adotadas e contribuem com a efetividade do sistema. 19. Contexto Político Evidências s p/s p/n n A legislação relacionada às UCs favorece o alcance dos objetivos e da efetividade das mesmas. Existe uma estratégia de sustentabilidade financeira para o sistema de UCs. As metas de proteção ambiental estão incluídas em todos os aspectos da política de desenvolvimento. Existe um alto nível de comunicação interinstitucional e intersetorial. Existe a aplicação efetiva das leis e dos regulamentos relacionados às UCs em todos os níveis. As políticas governamentais estabelecem a ampla implementação da educação ambiental em todos os níveis. As políticas governamentais fomentam o manejo sustentável dos recursos naturais. As políticas governamentais fomentam um conjunto de mecanismos de conservação dos recursos naturais. Existe o treinamento adequado sobre a temática ambiental em todos os setores governamentais. Políticas governamentais favorecem o diálogo e a participação da sociedade civil.
41 40 Efetividade
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