Capítulo III. MATERIAIS E MÉTODOS
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- Malu Domingos Faro
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1 Capítulo III. MATERIAIS E MÉTODOS III.1 INTRODUÇÃO As metodologias seguidas nesta Tese estão resumidas na forma de um fluxograma (Fig. III.1), onde estão descritas, sucintamente, as conexões entre os estudos de escritório, de campo, de laboratório e de tratamento dos dados. Estas várias fases estão descritas em maior detalhe no texto que segue. III.2 CRITÉRIOS DE ESCOLHA DOS PERFIS ESTUDADOS A seleção dos perfis estudados baseiou-se na organização dos elementos naturais na paisagem, levando em consideração a geologia, a compartimentação geomorfológica e a distribuição de solos. Dessa forma, foram escolhidas áreas representativas dos grandes compartimentos geomorfológicos definidos nos capítulo II, sobre diferentes tipos de rochas metapsamo-pelíticas do Grupo Paranoá e do Grupo Canastra, estudadas por Faria (1995) e Freitas-Silva & Campos (1998), e sobre os diferentes tipos de solos integrantes dos rególitos lateríticos da região. A existência de cortes desenvolvidos por obras de engenharia nos diversos contextos geológicos, geomorfológicos e pedológicos também foram fundamentais na escolha dos perfis. O Grupo Araxá e o Grupo Bambuí, compostos por litofácies clásticas, recentemente descritos no DF (Freitas-Silva & Campos 1998), que ocorrem nas porções SW e E, respectivamente, não foram representados. Na época da seleção das áreas de estudo, essas porções eram consideradas como pertencentes ao Grupo Paranoá, sendo que, onde ocorre o Grupo Bambuí, era considerado como parte da unidade Pelitocarbonatada (PC) (Faria 1995). Rególitos lateríticos ocorrem nessas porções, distintos dos estudados nesta Tese e devem constituir temas de futuras pesquisas. Dentro dos compartimentos geomorfológicos representados, os perfis estudados localizam-se nos topos da Chapada da Contagem e da Chapada de Brasília, nos divisores de drenagem da Depressão do Paranoá, nas superfícies residuais da bacia do São Bartolomeu e no Divisor São Bartolomeu-Preto. Os perfis estudados representam litosseqüências, seqüências verticais e toposseqüência. As litosseqüências constituem perfis que representam variações faciológicas do rególito em função das variações composicionais do material de origem (Curi 1983). As litosseqüências estudadas ocorrem sobre rochas metapsamo-pelíticas do Grupo Paranoá.
2 FLUXOGRAMA METODOLÓGICO Seleção de Perfis Estudos de Campo Amostras SOLOS SAPRÓLITOS COURAÇAS TFSA Micromonólitos Separação Granulométrica Impregnação Areia Silte 2-50 µm Argila < 2 µm Lâminas Delgadas e Seções Polidas Microscopia Ótica (<400x) Lupa Binocular (<40x) MEV (<20000x) Microssonda Análise Química Total Análise Mineralógica Extração com Oxalato ICP-EAS DRX VCD ATG Formas amorfas de de Fe, Fe, Al Al e Si e Si Identificação e quantificação mineralógica; índice de cristalinidade; Substituição de Al nos oxi-hidróxidos de Fe Figura III.1 Fluxograma metodológico mostrando todos os passos da pesquisa. Abreviações: TFSA (terra fina seca ao ar, <2mm); MEV (microscopia eletrônica de varredura); ICP-EAS (espectrometria de emissão atômica com plasma de acoplamento indutivo); DRX (difratometria de raios-x); VCD (varredura calorimétrica diferencial); ATG (análise termogravimétrica).
3 As seqüências verticais constituem variações faciológicas verticais do rególito, típicas de perfis lateríticos convencionais e sobre um mesmo tipo de material de origem (Tardy 1993). As seqüências verticais estudadas ocorrem sobre filitos do Grupo Canastra. As toposseqüências representam perfis desenvolvidos sobre o mesmo tipo de material de origem, mas apresentando variações faciológicas laterais, segundo uma linha entre as superfícies de topo e o eixo de drenagem (Leprun, 1979). A toposseqüência estudada ocorre sobre sedimentos na região de Águas Claras. III.3 CONTEXTO DOS PERFIS ESTUDADOS A litosseqüência São Sebastião, apresentada no capítulo IV, localiza-se a oeste da cidade homônima, representando a Chapada de Brasília e porções dissecadas pertencentes à bacia do São Bartolomeu (Fig. III.2). Partindo do Plano Piloto, o acesso é feito através da DF-001 (Estrada Parque Contorno) e DF-135. Os estudos foram realizados em cortes de estrada da DF-135 e em cascalheiras. A geologia, de oeste para leste, é representada por rochas das unidades Q 3 (Quartzito Médio) e R 4 (Metarritmito Argiloso) do Grupo Paranoá e pela litofácies Filito do Grupo Canastra, que apresentam acamamentos com direção geral NS, mergulhando para leste. Nesta área ocorrem os compartimentos geomorfológicos Chapadas Elevadas, Rebordos, Escarpas e Planos Intermediários, associados às unidades Q 3 e R 4 do Grupo Paranoá e litofácies Filito do Grupo Canastra, respectivamente. As classes de solo LE, LV, AQ e Cb ocorrem na área estudada. A seqüência vertical Capão da Onça, apresentada no capítulo V, localiza-se na cabeceira da bacia do córrego Capão da Onça, sub-bacia do rio São Bartolomeu, representante de Chapadas Baixas do Divisor São Bartolomeu-Preto (Fig. III.2). Partindo do Plano Piloto, o acesso à área é feito pela DF-015 (Estrada Parque Tamanduá) e DF-250, sentido leste, tomando-se, a partir desta última, a DF-130 à direita. O acesso aos perfis é feito por estrada vicinal à direita da DF-130, 8 km após a entrada nessa via, em direção à borda da chapada. Os estudos foram realizados em cascalheira, na borda da chapada, e em cortes de estrada, no centro do Divisor e adentrando as porções mais dissecadas. Filitos do Grupo Canastra ocorrem em toda a área estudada. O compartimento Planos Intermediários é representado em toda a área. A litosseqüência Águas Claras, apresentada no capítulo VI, localiza-se na futura cidade de Águas Claras, limitando com as cidades de Taguatinga e Guará (Fig. III.2). Partindo do Plano Piloto, o acesso é feito através da DF-003 (Estrada Parque Indústria e Abastecimento) e DF-085 (Estrada Parque Taguatinga), à esquerda da entrada de Taguatinga. Os estudos foram realizados em perfis abertos pelos cortes do Metrô - DF, e em cascalheiras adjacentes. Nesta área, de oeste para leste, ocorrem rochas apresentando acamamentos com atitude geral NS, mergulhando para oeste, e dobras suaves mesoscópicas com eixo NS, representantes das unidades R 3 (Metarritmito Arenoso) e A (Ardósia). Em termos geomorfológicos, a área é representada pelos compartimentos Chapadas Elevadas, Rebordos e Planos Intermediários. A unidade R 3 ocorre nos compartimentos Chapadas Elevadas e Rebordos, sendo que a unidade A em Planos Intermediários e no limite deste compartimento com Rebordos. As classes de solo LE, LV e Cb estão presentes na área estudada. O perfil representa interflúvio dos Córregos Águas Claras, a norte, e Olho D Água da Cruz, a sul, adentrando a Depressão do Paranoá. A toposseqüência Águas Claras, apresentada no capítulo VII, localiza-se na futura cidade de Águas Claras, adjacente à linha do metrô e perpendicular à litosseqüência Águas Claras (Fig. II.2). Os estudos foram realizados em corte contínuo, destinado à rede pluvial da cidade, entre a linha do metrô e o eixo de drenagem do córrego Águas Claras. O perfil ocorre sobre sedimentos espessos desenvolvidos em calha. As classes de solos LE, LV e Hi ocorrem no perfil estudado.
4 Figura III.2 Localização das áreas estudadas. 1. Litosseqüência São Sebatião; 2. Seqüência Vertical Capão da Onça; 3. Seqüência Vertical Proflora; 4. Litosseqüência Granja do Ipê; 5. Litosseqüência e Toposseqüência Águas Claras.
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