AGRUPAMENTO DE ESCOLAS MIGUEL TORGA
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- Alana Canedo Pedroso
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1 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS MIGUEL TORGA SABROSA PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICA PROGRAMA NACIONAL DE PROMOÇÃO DO SUCESSO ESCOLAR Junho 2016 Ana Teresa Correia Maria Helena Neves Maria Irene Ermida Rua das Eiras Sabrosa Tel Fax [email protected]
2 ÍNDICE MENSAGEM... 3 MISSÃO... 3 VISÃO... 4 PRINCÍPIOS ORIENTADORES... 4 DIAGNÓSTICO ESTRATÉGICO... 5 MEDIDA MEDIDA MEDIDA MEDIDA MEDIDA
3 MENSAGEM 3 No âmbito do Programa Nacional de Promoção do Sucesso Escolar, criado pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 23/2016 de 11 de abril, «com a finalidade de promover um ensino de qualidade para todos, combater o insucesso escolar, num quadro de valorização da igualdade de oportunidades e do aumento da eficiência e qualidade da escola pública», foi elaborado o presente plano de acção estratégica para o Agrupamento de Escolas Miguel Torga, Sabrosa. Na senda dos princípios que têm norteado a acção do agrupamento, cujos resultados das s implementadas têm sido amplamente satisfatórios, de acordo com os registos de monitorização realizados e patentes no Projeto Educativo recentemente reformulado, pretende-se restringir o campo de intervenção às fragilidades detetadas e ainda por colmatar, a fim de alcançar um patamar onde o ideal é a erradicação em pleno do insucesso escolar. Conscientes da exigência desta meta, eventualmente utópica, delinearam-se as s que entendemos ajustadas à realidade do nosso agrupamento, inserido num contexto em que vários são os constrangimentos, tendo implicado os departamentos curriculares na sua análise e conceção. Esperamos, por isso, que a acção estratégica agora concebida para o horizonte temporal de dois anos letivos, venha a consumar-se em proventos reais no âmbito de uma melhoria de resultados escolares. MISSÃO O propósito do agrupamento reside na prestação de um serviço público de educação de qualidade, orientado para a promoção do sucesso educativo e para a valorização da educação para a cidadania.
4 VISÃO Considerando o contexto atual, pretende-se que sejam consolidados os alicerces para a construção e implementação de um plano de ação que visa alcançar um melhor desempenho escolar dos alunos e persistir 4 na vertente da sua formação pessoal, tornando-os responsáveis, autónomos, solidários, que conhecem e exercem os seus direitos e deveres, em diálogo e no respeito pelos outros, com espírito democrático, pluralista, crítico e criativo, preparados para uma futura ação e intervenção na sociedade nas suas diferentes dimensões. PRINCÍPIOS ORIENTADORES Tendo como referência a Lei de Bases do Sistema Educativo, os princípios que deverão orientar a dinâmica do Agrupamento de Escolas Miguel Torga, Sabrosa, deverão ser: - Liberdade, pluralismo e abertura ao diálogo; - Aquisição de competências transversais com vista à formação integral do indivíduo; - Desenvolvimento pleno e harmonioso da sua personalidade; - Cidadania autónoma e responsável dos agentes educativos; - Competência e exigência no trabalho. Esta é a matriz axiológica que confere intencionalidade a todas as opções e intervenções propostas e que constitui o contexto formativo deste agrupamento onde se combinam os seguintes pilares da educação: aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a interagir, aprender a ser, e nos dias de hoje, de uma sociedade global cada vez mais em permanente mudança, aprender a adaptar-se.
5 AMBIENTE INTERNO AMBIENTE EXTERNO DIAGNÓSTICO ESTRATÉGICO ANÁLISE SWOT PONTOS FORTES PONTOS FRACOS Estabilidade e experiência pedagógica do Recursos humanos insuficientes no âmbito corpo docente. da Educação Especial. Trabalho colaborativo entre docentes. Recursos humanos insuficientes a nível de Práticas de supervisão pedagógica. pessoal não docente. Articulação pedagógica entre ciclos. Taxas de insucesso em algumas áreas Recursos informáticos e tecnológicos disciplinares. Realização de atividades e Fraco envolvimento dos encarregados de desenvolvimento de projetos. educação no processo de aprendizagem Evolução positiva dos resultados escolares dos seus educandos. internos. Discrepância entre os resultados da Taxa reduzida de abandono escolar. avaliação interna e avaliação externa. Medidas de apoio à aprendizagem. Aproximação dos resultados escolares às Reconhecimento do desempenho escolar médias nacionais em algumas áreas Serviço do SPO. disciplinares. Espaços específicos de apoio à Reduzido impacto das s de apoio aprendizagem. nos resultados escolares. Organização dos horários. Resistência à mudança de práticas Valorização da imagem do agrupamento. inovadoras no âmbito didático e Parcerias com entidades externas. pedagógico. Bolsa de formadores internos. Constrangimentos de natureza física das Pertinência e frequência de acções no instalações, nomeadamente, a falta de um âmbito de formação do pessoal docente e espaço coberto para a prática de não docente. atividades desportivas e recreativas da EB Oferta educativa diversificada. Fernão Magalhães. 5 OPORTUNIDADES AMEAÇAS Existência de equipamentos culturais e desportivos. Diminuição da população escolar. Dimensão do Agrupamento. Dispersão geográfica dos jardins-deinfância. Proposta de participação em projetos, iniciativas e atividades por entidades Deterioração dos edifícios da escola sede. externas ao agrupamento, com especial Situação socioeconómica das famílias. relevo, da Câmara Municipal. Ausência de uma rede de transportes Localização do concelho no Douro, públicos adequada às necessidades da património mundial. população e que condiciona as Existência de uma rede de parcerias com deslocações dos encarregados de entidades locais e regionais. educação à escola.
6 Com base nos dados estatísticos recolhidos e analisados no período entre os anos letivos de 2012/13 e 2014/2015, que podem ser consultados em anexo, pode inferir-se alguns aspetos relevantes para complementar a análise SWOT, e sustentar a tomada de decisões, tais como: Decréscimo do número de docentes de 90 para 75 (17%); Diminuição do número de alunos, verificando-se uma redução de 74 no período em análise, (de 706 para 632), constatando-se, contudo, uma ligeira recuperação no início do ano letivo de (643); As transferências de alunos motivadas, na sua maioria, pela mobilidade das famílias, exprimem a captação de crianças e jovens, dado que em saíram 32 alunos e entraram 6, e em , saíram 33 mas entraram 26; A aplicação de s disciplinares sancionatórias, registou um decréscimo de 24 para 8, enquanto que, o número de s corretivas aplicadas, aumentou, refletindo uma atenuação da gravidade do incumprimento dos deveres; Ligeiro aumento do número de assistentes operacionais do quadro de Agrupamento de 18 para 21, sendo, no entanto, ainda francamente insuficiente para as necessidades do Agrupamento; A percentagem de alunos beneficiários da ação social escolar subiu de 63,7% para 68,1%, contabilizando apenas os 2º e 3º ciclos e ensino secundário regular; A taxa de aprovação global sofreu uma melhoria significativa, passando de 88,83% para 94,18% o que traduz uma diminuição da taxa de insucesso para um valor superior a 50%; A taxa de retenção no ensino básico situou-se no último ano em análise entre 0,00% (2º ciclo) e 4,50% (1º ciclo); A taxa de retenção no ensino secundário baixou de 28,6% para 17,9%; A taxa de conclusão dos cursos profissionais tem descido ao longo dos 3 anos em análise (100%, 80% e 72,7%, respetivamente), considerando o reduzido universo de alunos a frequentar este percurso formativo (9, 25 e 11, respetivamente); Os resultados do concurso nacional de acesso ao ensino superior situaram-se acima dos 90%, com valores de 100% em 2013 e em 2014; O número de alunos abrangidos pela Educação Especial diminuiu de 35 para 33, no entanto, diminuiu o apoio direto e o apoio no âmbito do projeto CRIDOURO; A discrepância entre as médias da classificação interna final e a classificação de exame nacional; A discrepância entre as médias da classificação interna final do Agrupamento e a nacional; A discrepância entre as médias das classificações de exame do agrupamento e a nacional. 6
7 MEDIDA 1 1. Fragilidade/problema a resolver e respetiva (s) fonte (s) de identificação 2. Ano (s) de escolaridade a abranger 3. Designação da 4. Objetivos a atingir com a 5. Metas a alcançar com a 6. Atividade (s) a desenvolver no âmbito da 7. Calendarização das atividades 8. Responsáveis pela execução da 9. Recursos (crédito horário utilizado ou recursos necessários à implementação da. 10. Indicadores de monitorização e meios de verificação da execução e eficácia da 11. Necessidades de formação (*) Pouco envolvimento dos Encarregados de Educação no processo de aprendizagem dos seus educandos. Fonte: Projeto Educativo ponto 6 do diagnóstico estratégico. 5º e 7º anos de escolaridade. E 3 - Envolvimento dos Encarregados de Educação. Melhorar os resultados académicos e disciplinares dos alunos dentro e fora da sala de aula. Aumentar a taxa de comparência dos encarregados de educação na escola em 10%. Diminuir o número de s disciplinares em 10 %. Realização de assembleias de alunos e/ou pais e encarregados de educação. Premiar a turma com os melhores resultados e menos número de participações disciplinares com uma atividade lúdico-pedagógica no final do ano. Ao longo de dois anos escolares. Diretor de turma. 4 horas para cada diretor de turma. Registo de atendimento dos encarregados de educação, ata da reunião de avaliação, atas das assembleias
8 1. Fragilidade/problema a resolver e respetiva (s) fonte (s) de identificação 2. Ano (s) de escolaridade a abranger 3. Designação da 4. Objetivos a atingir com a 5. Metas a alcançar com a 6. Atividade (s) a desenvolver no âmbito da 7. Calendarização das atividades 8. Responsáveis pela execução da 9. Recursos (crédito horário utilizado ou recursos necessários à implementação da. 10. Indicadores de monitorização e meios de verificação da execução e eficácia da 11. Necessidades de formação (*) MEDIDA 2 Pouca articulação pedagógica entre ciclos no âmbito da dinamização do ensino experimental das Ciências. Fontes: relatório de avaliação externa de 2013 e relatório de autoavaliação interna Grupo de 5 anos da educação pré-escolar e 1º ano de escolaridade. 4º e 5º anos de escolaridade. PEQUENOS CIENTISTAS Contribuir para a valorização das ciências, promovendo a literacia científica; Desenvolver nos alunos competências científicas; Proporcionar aos alunos experiências diversificadas de aprendizagem; Contribuir para o aprofundamento da partilha de conhecimento científico e técnico entre os docentes. Aumentar a qualidade das aprendizagens com incidência na obtenção de uma percentagem de menções de «Bom» a Estudo do Meio superior a 82%, no 1º ciclo. Aumentar a taxa de sucesso a Ciências Naturais do 2º ciclo em 2%. Atividades no âmbito da área Conhecimento do Mundo da Educação préescolar, do programa de estudo do meio do 1º ciclo e Ciências Naturais do 2º ciclo, sendo valorizadas metodologias de ensino baseadas na manipulação, experimentação, investigação e concretização. O projeto de articulação entre ciclos será dinamizado por um professor da área das ciências em articulação com os professores titulares de turma, na dinamização de atividades experimentais, a realizar em sala de aula ou em laboratório. Ao longo do ano letivo, mensalmente (educação pré-escolar e 1º ciclo) e uma vez por período entre os 4º e 5º anos de escolaridade. Professor afeto ao projeto. 22 horas letivas 10 Kits materiais e reagentes Avaliação, feita pelos alunos, através de registos de atividades; Pautas. Atas de reuniões de avaliação periódicas. 8
9 MEDIDA 3 1. Fragilidade/problema a resolver e respetiva (s) fonte (s) de identificação 2. Ano (s) de escolaridade a abranger 3. Designação da 4. Objetivos a atingir com a 5. Metas a alcançar com a 6. Atividade (s) a desenvolver no âmbito da 7. Calendarização das atividades 8. Responsáveis pela execução da 9. Recursos (crédito horário utilizado ou recursos necessários à implementação da. 10. Indicadores de monitorização e meios de verificação da execução e eficácia da 11. Necessidades de formação (*) Taxas de insucesso nas áreas disciplinares de Português e de Matemática. Fonte: Projeto Educativo, ponto 3 do diagnóstico estratégico; ata de conselho de docentes e relatórios de avaliação interna. 1º e 2º anos. SABER MAIS Português e Matemática Diminuir a taxa de retenção no 2º ano; Melhorar as competências de leitura e escrita; Melhorar a fluência de cálculo e destreza na aplicação dos algoritmos próprios do sistema decimal, associados a estas operações; Melhorar a interpretação de enunciados escritos para a resolução de situações problemáticas. Redução da taxa de retenção no 2º ano em 3,3%. Organização de grupos até 6 alunos com dificuldades diagnosticadas nas áreas de Português e de Matemática. Apoio por um professor, na biblioteca, a fim de realizarem um trabalho específico no sentido de superar as suas lacunas, durante um período de 6 a 7 horas semanais. Nas restantes horas letivas, realizam as suas aprendizagens no grupo turma. Trabalho colaborativo entre os docentes envolvidos assegurando a articulação pedagógica. Esta tem uma duração temporária, por período letivo, embora se possa prolongar para alguns alunos. Coordenador do departamento. 50 horas letivas. Software atualizado para os quadros interativos. 13 tablets e e-books atuais. Jogos didáticos. Grelhas de registos de avaliação, atas e relatórios de avaliação sumativa interna. Pedagogia diferenciada e avaliação formativa. 9
10 MEDIDA 4 1. Fragilidade/problema a resolver e respetiva (s) fonte (s) de identificação 2. Ano (s) de escolaridade a abranger 5º e 7º anos de escolaridade. 3. Designação da «Falar mais, falar melhor.» 4. Objetivos a atingir com a 5. Metas a alcançar com a 6. Atividade (s) a desenvolver no âmbito da Taxas de insucesso em algumas áreas disciplinares, nomeadamente nas línguas na competência da oralidade (Português, Francês e Inglês). Fonte: Projeto Educativo - ponto 3 do diagnóstico estratégico Aumentar o sucesso académico; Maximizar as capacidades de linguagem nos domínios do ouvir e falar; Reforçar os dispositivos de diferenciação pedagógica em função das necessidades, perfis e ritmos de aprendizagem. Aumentar o sucesso para níveis acima dos 90%. 7. Calendarização das atividades Ao longo de dois anos letivos. 8. Responsáveis pela execução da 9. Recursos (crédito horário utilizado ou recursos necessários à implementação da. 10. Indicadores de monitorização e meios de verificação da execução e eficácia da 11. Necessidades de formação (*) Criação de grupos temporários de apoio educativo até 10 alunos. Coadjuvação na sala de aula. Implementação de atividades com recursos a materiais multimédia e software específico da área das línguas como apoio às situações de comunicação verbal. Coordenador de departamento. 45 minutos da Oferta Complementar x turmas em funcionamento dos 2º e 3º ciclos. 22 horas letivas (grupo 200 ou 300) 22 horas letivas (grupo 220 ou 330) Software educativo 26 Auscultadores 13 Tablets Ata dos conselhos de turma e do departamento curricular, pautas, Plano de Trabalho da Turma, relatórios estatísticos de análise dos resultados escolares Formação na área da didática das línguas comunicação verbal na aula de línguas. 10
11 MEDIDA 5 1. Fragilidade/problema a resolver e respetiva (s) fonte (s) de identificação 2. Ano (s) de escolaridade a abranger 3. Designação da 4. Objetivos a atingir com a 5. Metas a alcançar com a 6. Atividade (s) a desenvolver no âmbito da 7. Calendarização das atividades 8. Responsáveis pela execução da 9. Recursos (crédito horário utilizado ou recursos necessários à implementação da. 10. Indicadores de monitorização e meios de verificação da execução e eficácia da 11. Necessidades de formação (*) Baixos níveis de sucesso nas áreas de matemática e ciências experimentais (Ciências Naturais e Físico-química) nos 2º e 3º ciclos do ensino básico. Fonte: Projeto Educativo. 2º e 3º ciclos «Experimenta mais» Propiciar situações de ensino individualizado nas aulas de matemática; Fomentar a aquisição de competências em ciências; Promover a cultura científica dos alunos; Proporcionar o contacto direto a experimentação; Desenvolver a capacidade de observação; Desenvolver a curiosidade e o gosto por aprender; Proporcionar momentos de reflexão nas aprendizagens. 1º ano de aplicação da - Aumento do sucesso em 5%. 2º ano de aplicação da Aumento do sucesso em 2%. Uma aula de matemática de 45 por semana com dois professores em sala de aula para a promoção de um ensino mais individualizado. Nas aulas de Ciências Naturais do 2º e 3º ciclos e Físico-química de 3º ciclo, 45 por semana com dois professores em sala de aula para que possam ser efetuadas atividades práticas de caráter experimental. Desenvolvimento das metodologias centradas no reforço de conteúdos mais complexos pelos docentes de matemática, cuja articulação se fará nas reuniões semanais de trabalho colaborativo. Preparação das atividades experimentais pelos docentes de CN e FQ nas referidas reuniões semanais garantindo a articulação curricular. Ao longo dos anos letivos. Coordenador de Departamento. 12 horas Matemática (grupo 500) 21 horas para Ciências Experimentais (Grupo de recrutamento 510 ou 520) Resultados da avaliação diagnóstica realizada no início do ano letivo, em todos os Níveis de Ensino. Resultados da avaliação formativa e sumativa. Análise periódica dos resultados da avaliação dos alunos
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