Professor Wisley Aula 11
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- Jorge Aranha Antunes
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1 <<DIREITO PROCESSUAL PENAL>> - <<Polícia Rodoviária Federal>> Professor Wisley Página 1 de 9
2 <<DIREITO PROCESSUAL PENAL>> - <<Polícia Rodoviária Federal>> Professor Wisley Aula 12 Página 2 de 9
3 PROVA 1. CONCEITO Tudo aquilo que será utilizado para influenciar na contribuição do convencimento do órgão julgador É tudo aquilo que contribui para a formação do convencimento do magistrado, demonstrando os fatos, atos, ou até mesmo o próprio direito discutido no litígio. (Nestor Tavora e Rosmar Alencar. Curso de Direito Processual Penal. 7 ed. JusPodivm. Salvador, 2012, p. 376). É o processo pelo qual se verifica a exatidão ou a verdade do fato alegado pela parte do processo (Nucci, 2007, p. 351) 2. FINALIDADE DA PROVA Convencimento do juiz acerca dos fatos 3. CARACTERÍSTICA DAS PROVAS Prova é elemento de convicção produzido, em regra, durante o processo judicial, com participação dialética das partes, sob o manto do contraditório e da ampla defesa e mediante uma supervisão do órgão julgador. Art O juiz formará sua convicção pela livre apreciação da prova produzida em contraditório judicial, não podendo fundamentar sua decisão exclusivamente nos elementos informativos colhidos na investigação, ressalvadas as provas cautelares, não repetíveis e antecipadas. Parágrafo único. Somente quanto ao estado das pessoas serão observadas as restrições estabelecidas na lei civil. 1. Via de regra, é produzida na fase judicial 2. É obrigatória a observância do contraditório e da ampla defesa, com participação da defesa técnica; 3. A prova deve ser produzida na presença do juiz (Princípio da Identidade Física) 4. A finalidade da prova é auxiliar na formação da convicção judicial Página 3 de 9
4 Observação: Os elementos informativos, isoladamente considerados, não podem fundamentar uma sentença penal condenatória. Porém, tais elementos não devem ser desprezados durante a fase judicial, podendo se somar a prova produzida em juízo para auxiliar na formação do convencimento do magistrado. 4. PROVAS CAUTELAR, NÃO REPETÍVEL E ANTECIPADA Não são expressões sinônimas PROVA CAUTELAR: São aquelas em que há um risco de desaparecimento do objeto da prova em razão do lapso temporal. Podem ser produzidas tanto na fase investigativa como na fase judicial, e para sua produção dependem de autorização judicial. O contraditório é postergado (diferido) Ex. Intercepção telefônica PROVA NÃO REPETÍVEL: É aquela que uma vez produzida não tem como ser novamente coletada, em virtude do desaparecimento da fonte probatória. Podem ser produzidas na fase investigatória e na fase judicial, e não dependem de autorização judicial. O contraditório é postergado (diferido). Ex.: Exame pericial em relação as infrações que cujos vestígios possam desaparecer, como exame de corpo de delito no crime de lesão corporal. PROVA ANTECIPADA: É aquela produzida com observância do contraditório e da ampla defesa real, em momento processual distinto daquele previsto processualmente, ou até mesmo antes do início do processo, em virtude da urgência e relevância. Dependem de autorização judicial sendo que o contraditório será real Página 4 de 9
5 Art. 225 Depoimento Ad Perpetuam Rei Remorium Art Se qualquer testemunha houver de ausentar-se, ou, por enfermidade ou por velhice, inspirar receio de que ao tempo da instrução criminal já não exista, o juiz poderá, de ofício ou a requerimento de qualquer das partes, tomar-lhe antecipadamente o depoimento. 5. CLASSIFICAÇÃO DAS PROVAS PROVA NOMINADA x INOMINADA NOMINADA: é aquela prova em que há previsão do nomen juris no CPP ou na legislação extravagante. Ex: prova testemunhal, documental, reconhecimento de pessoas INOMINADA: é aquela prova em que o nomen juris não está previsto em lei. PROVA TÍPICA x ATÍPICA TÍPICA: é aquele meio cujo procedimento probatório está previsto em lei. Ex: art. 226 (reconhecimento de pessoas e coisas) ATÍPICA: o procedimento de produção dessa prova não está disciplinado na lei. Ex: Reconstituição de fatos (art. 7º, está previsto em lei mas não foi disciplinado) 6. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DA PROVA Persuasão Racional ou Convencimento Racional ou Livre Convencimento motivado: o juiz tem ampla liberdade na valoração das provas, as quais possuem todas o mesmo valor. Assim, o juiz deve fundamentar sua decisão. Art O juiz formará sua convicção pela livre apreciação da prova produzida em contraditório judicial, não podendo fundamentar sua decisão exclusivamente nos Página 5 de 9
6 elementos informativos colhidos na investigação, ressalvadas as provas cautelares, não repetíveis e antecipadas. Parágrafo único. Somente quanto ao estado das pessoas serão observadas as restrições estabelecidas na lei civil CONSEQUÊNCIAS: - Não há prova de valor absoluto: todas as provas têm valor relativo - Deve o magistrado valorar todas as provas produzidas no processo - Somente são consideradas válidas as provas produzidas no processo PROVAS QUANTO AO ESTADO DAS PESSOAS: parágrafo único do art. 155 No processo penal vigora a ampla liberdade probatória, podendo as partes valerem-se das provas inominadas e nominadas; Quanto ao Estado das Pessoas, a prova está submetida as restrições estabelecidas na lei civil. Prova da Morte do acusado: certidão de óbito Art. 62. No caso de morte do acusado, o juiz somente à vista da certidão de óbito, e depois de ouvido o Ministério Público, declarará extinta a punibilidade. STJ Súmula nº 74: Para efeitos penais, o reconhecimento da menoridade do réu requer prova por documento hábil. Página 6 de 9
7 7. DISPOSIÇÃO FINAL Art A prova da alegação incumbirá a quem a fizer, sendo, porém, facultado ao juiz de ofício: I ordenar, mesmo antes de iniciada a ação penal, a produção antecipada de provas consideradas urgentes e relevantes, observando a necessidade, adequação e proporcionalidade da medida; II determinar, no curso da instrução, ou antes de proferir sentença, a realização de diligências para dirimir dúvida sobre ponto relevante; 8. PRINCÍPIOS RELACIONADOS À PROVA a) PRINCÍPIO DA PRESUNÇÃO DE INOCÊNCIA Art. 5º, LVII, CF: Ninguém será considerado culpado até o transito em julgado da sentença penal condenatória; Três Regras: - Regra Probatória: ônus da prova recai a acusação - Regra de Tratamento: Excepcionalidade das Prisões O acusado deve ser tratado como inocento, sendo excepcional as medidas restritivas de direitos B) PRINCÍPIO DO NEMU TENETUR SE DETEGERE Ninguém é obrigado a produzir (fazer/comportamento ativo) provas contra si mesmo. É o princípio da não auto-incriminação. Art. 5º, LXIII, CF: O preso será informado de seus direitos, entre os quais o de permanecer calado, sendo-lhe assegurada a assistência da família e de advogados. Página 7 de 9
8 Embora a CF fale em preso, a interpretação desse dispositivo é no sentido de que esse direito pode ser exercido pelo suspeito (alguém abordado na rua), pelo investigado (no inquérito), e pelo acusado (processo penal). Também pode ser exercido pelos investigados em CPI s. DESDOBRAMENTOS: 1. Advertência quanto ao direito de não produzir provas contra si mesmo; - O preso deve receber nota de ciência das garantias constitucionais 2. Direito ao Silêncio ou de Ficar Calado Art Depois de devidamente qualificado e cientificado do inteiro teor da acusação, o acusado será informado pelo juiz, antes de iniciar o interrogatório, do seu direito de permanecer calado e de não responder perguntas que lhe forem formuladas. Parágrafo único. O silêncio, que não importará em confissão, não poderá ser interpretado em prejuízo da defesa. 3. Direito de Não ser Constrangido a Confessar a prática de um ilícito criminal 4. Inexigibilidade do sujeito dizer a verdade 5. Direito de Não Praticar Qualquer Comportamento Ativo que possa Incriminá-lo Ex: Participação na Reconstituição de fato delituoso, Reprodução Simulada dos Fatos, Fornecer material para Exame Grafotécnico; Exame de sangue Obs. I: Renato Brasileiro entende que o Reconhecimento do Acusado é obrigatório; Obs. II: Não se enquadraria essa garantia no caso de Provas Não Invasivas, em que não há penetração do corpo humano ou extração de parte dele, como no exame do lixo de alguém, exame de matérias fecais, fio de cabelo. Página 8 de 9
9 COMO ESSE ASSUNTO VEM SENDO COBRADO PELOS CONCURSOS 1. DELEGADO DE POLÍCIA-PR/UEL/2013. O juiz formará sua convicção pela apreciação da prova judicial, estando impedido de fundamentar sua decisão nos elementos informativos colhidos na investigação. 2. DELEGADO DE POLÍCIA RJ/FUNCAB/2012. Todos os elementos de convicção (meios de prova) produzidos ou obtidos em sede policial através de inquérito policial são valoráveis na sentença, sem a necessidade de serem reproduzidos na fase de instrução criminal. 3. PROMOTOR DE JUSTIÇA/MPE/RR/CESPE. No sistema processual brasileiro, é adotada a regra da liberdade probatória, admitindo-se todos os meios de prova legais e moralmente legítimos, ainda que não especificados no CPP, sendo a única restrição probatória o estado das pessoas. 4. POLÍCIA FEDERAL/CESPE/2009. Com base no direito processual penal, julgue os itens que se seguem: Como o sistema processual penal brasileiro assegura ao investigado o direito de não produzir provas contra si mesmo, a ele é conferida a faculdade de não participar de alguns atos investigativos, como, por exemplo, da reprodução simulada dos fatos e do procedimento de identificação datiloscópica e de reconhecimento, além do direito de não fornecer material para comparação em exame pericial. 1. Incorreto 2. Incorreto 3. Correto 4. Incorreto Página 9 de 9
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