Introdução VHDL Parte 4 - Testbench

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Introdução VHDL Parte 4 - Testbench"

Transcrição

1 Introdução VHDL Parte 4 - Testbench Prof. Mário Luiz Rodrigues [email protected] Prof. Otávio Gomes [email protected] 1

2 library IEEE; use IEEE.std_logic_1164.all; entity portae is port( a: in STD_LOGIC; b: in STD_LOGIC; s: out STD_LOGIC); end portae; architecture portae_arch of portae is begin s <= a and b; end portae_arch; 2

3 3

4 library IEEE; use IEEE.std_logic_1164.all; entity portaou is port ( a: in STD_LOGIC; b: in STD_LOGIC; s: out STD_LOGIC ); end portaou; architecture portaou_arch of portaou is begin s <= a or b; end portaou_arch; 4

5 5

6 library IEEE; use IEEE.std_logic_1164.all; entity inversor is port ( a: in STD_LOGIC; s: out STD_LOGIC ); end inversor; architecture inversor_arch of inversor is begin s <= not a; end inversor_arch; 6

7 7

8 library IEEE; use IEEE.STD_LOGIC_1164.all; use IEEE.STD_LOGIC_arith.all; entity somador4bits is port ( dadoa : in unsigned (3 downto 0); dadob : in unsigned (3 downto 0); result: out unsigned (4 downto 0) ); end somador4bits; architecture arch_soma of somador4bits is begin result(4 downto 0) <= ('0' & dadoa(3 downto 0)) + ('0' & dadob(3 downto 0)); end arch_soma ; 8

9 9

10 library IEEE; use IEEE.std_logic_1164.all; entity mux21_conc is port ( a: in bit; b: in bit; s: in bit; z: out bit ); end mux21_conc ; architecture mux21_arch of mux21_conc is signal aok, bok, ns : bit; begin aok <= a and s; bok <= b and ns; ns <= not(s); z <= aok or bok; end mux21_arch; 10

11 11

12 library IEEE; use IEEE.std_logic_1164.all; entity mux21_estrut is port ( a: in STD_LOGIC; sel: in STD_LOGIC; ); end mux21_estrut; b: in STD_LOGIC; saida: out STD_LOGIC architecture mux21_arch of mux21_estrut is signal aok,bok,ns : STD_LOGIC; component portae port(a, b : in STD_LOGIC; s : out STD_LOGIC); end component; component portaou port(a,b : in STD_LOGIC; s : out STD_LOGIC); end component; component inversor port(a : in STD_LOGIC; s : out STD_LOGIC); end component; begin u1: portae port map (a,sel,aok); u2: inversor port map(sel,ns); u3: portae port map (ns,b,bok); u4: portaou port map (aok,bok,saida); end mux21_arch; 12

13 Descrição de Circuitos com VHDL Testbench 13

14 Teste de código VHDL O código VHDL permite utilizar vários comandos e construções, porém nem todos estes comando ou construções são suportadas pelas ferramentas de síntese. Por exemplo, software Quartus da ALTERA é uma ferramenta utilizada para sintetizar o código VHDL e programar dispositivos PLD s e FPGA s, mas não suporta algumas opções de utilização dos comandos WAIT e AFTER. 14

15 Teste de código VHDL Comando WAIT O comando Wait possui várias opções de utilização como: wait until, wait on e wait for. As duas primeiras necessitam de uma lista de sensibilidade assim como um processo. Não suportadas por algumas ferramentas de síntese. WAIT ON lista de sensibilidade; WAIT UNTIL expressão booleana; WAIT ON lista de sensibilidade UNTIL condição booleana; 15

16 Teste de código VHDL Onde é utilizada esta construção? Softwares como Modelsim são programas que testam códigos VHDL sem se preocupar se o código é sintetizável ou não. Portanto todos os comandos utilizados na descrição do código VHDL são aceitos por este software. 16

17 Testbench Testbench: recurso em VHDL que permite que um circuito sob teste (Unit Under Test UUT) seja submetido a sinais de estímulo e tenha a sua funcionalidade verificada. 17

18 Testbench Um projeto fica incompleto se não for verificado. Uma das formas de se testar a descrição VHDL é pelo uso de testbench. Testbench é um ambiente onde o projeto, chamado de design ou Unit Under Test (UUT) é verificada através da aplicação de sinais ou estímulos, e da monitoração de suas respostas. Em outras palavras, um testbench substitui o ambiente de projeto, de forma que o comportamento do projeto possa ser observado e analisado. 18

19 Testbench Uma forma de testar o projeto: Na sua forma mais simples, contém um processo gerador de teste e uma instância do projeto O testbench não contém portas de entrada/saída, é um sistema fechado 19

20 Consiste de: Uma chamada do componente sob teste (UUT Unit Under Test) ; Geradores de estímulos; Os estímulos são um conjunto de sinais declarados internamente na arquitetura do testbench e passada aos ports da UUT por sua chamada. Os estímulos são definidos como formas de onda em um ou mais processos comportamentais. Ferramentas para monitoramento das respostas do circuito aos estímulos aplicados. TESTBENCH Y Gerador A de Estimulos Z B Unidade A sob Teste Y B Z 20

21 Testbench Os comandos que descrevem os estímulos não são sintetizáveis. Ex: 21

22 Formato de um Testbench O test bench é como outra especificação VHDL. Consiste de uma entity e de uma architecture. Uma importante diferença é que a entity de uma descrição de testbench não tem ports. Isto se deve ao fato que a descrição testbench não representa circuito real que precisa se comunicar com o ambiente e, portanto não tem entradas ou saídas. Todos os valores para os ports de entrada da UUT são especificados no testbench como estímulo. 22

23 Formato de um Testbench As saídas são observadas pelo simulador e podem ser armazenadas em um arquivo. O arquivo a ser testado não precisa de modificações ou comandos adicionais. Assim, qualquer especificação VHDL pode ser testada. A UUT deve ser chamada na arquitetura da test bench. Isto pode ser feito da mesma forma que qualquer especificação estrutural, através de componente. Aos ports da UUT devem ser atribuídos os estímulos. 23

24 Formato de um Testbench Como os processos e a chamada de componentes são concorrentes, não faz diferença se a UUT ou o estímulo for definido primeiro. A parte principal de um testbench é o conjunto de estímulos. Como o testbench não se comunica com o ambiente por sinais, todos os estímulos devem ser declarados como sinais no cabeçalho da architecture do testbench. Os estímulos podem ser especificados tanto como declarações concorrentes (mudanças nos sinais especificados como formas de onda), ou como processo que contenha declarações de sinais separados por comandos wait e for, introduzindo atrasos entre declarações subseqüentes. 24

25 Formato de um Testbench 25

26 Formato de um Testbench 26

27 Formato de um Testbench 27

28 Formato de um Testbench Uso de Constantes 28

29 Formato de um Testbench Uso de Constantes 29

30 Formato de um Testbench Uso de Constantes 30

31 Formato de um Testbench Uso de Constantes Exemplo de teste para um flip-flop D utilizando constantes Objetivo: Descrição de sinais que podem ser adaptados para simulações em várias freqüências, alterando apenas o valor de uma constante Periodo de clock alterado para 500 ns

32 Testbench Ao final de uma verificação tem-se o resultado da simulação e/ou uma listagem de resultados na forma de relatório. Isto é obtido de várias formas; usando aplicativos dos simuladores, como nos exemplos anteriores(listagem das variações dos sinais ao longo do tempo ou telas gráficas), Ou usando o comando report que apresenta na tela do software de simulação ou em um arquivo os resultados de toda a simulação. Esta ultima forma é fácil de usar, e é empregada para mostrar uma mensagem quando há erros. Se esta opção é usada e não há mensagem durante a simulação, então se presume que o UUT tenha funcionado como esperado. 32

33 Testbench Em conjunto com o comando report utiliza-se a declaração assert que verifica uma condição Booleana, que define uma mensagem a ser apresentada quando a condição é falsa O comando assert é por natureza seqüencial e portando usado em um processo. Deve-se usar o par assert-report para cada novo valor esperado do UUT e deve haver uma respectiva condição no conjunto. 33

34 Testbench É esperado na mensagem que seja especificado no que ocorreu, quando ocorreu e os valores das entradas. Lembre-se que os novos valores só são atribuídos quando o processo é suspenso. Não se deve esperar valores nas saídas imediatamente após a sua atribuição. O comando report consiste da declaração assert que verifica uma condição Booleana, da declaração report que define uma mensagem a ser apresentada quando a condição é falsa, e da declaração severity que informa ao simulador quão severa foi a condição de erro encontrada, variando desde um alerta até uma falha geral no sistema. 34

35 Testbench Esta ultima forma é fácil de usar, e é empregada para mostrar uma mensagem quando há erros. Se esta opção é usada e não há mensagem durante a simulação, então se presume que a UUT tenha funcionado como esperado. 35

36 Modelsim - Altera 36

37 Quartus - Modelsim Instruções para rodar inserindo Formas de Onda a partir do software Quartus 37

38 Após feito a descrição no Quartus e salvado corretamente, abra o programa Modelsim Altera. 38

39 Na barra de ferramentas clique em COMPILE e em seguida em COMPILE OPTIONS Nesta janela você vai configurar como deseja que o Modelsim compile sua descrição. 39

40 Depois de configurado a simulação clique novamente em COMPILE e em seguida em COMPILE... Nesta janela você vai selecionar a descrição que deseja simular. No campo EXAMINAR selecione a pasta e escolha o arquivo (.vhdl) e clique em COMPILE. 40

41 Observe que na janela TRANSCRIP vai aparecer mensagens mostrando que a entidade e a arquitetura foi carregada e compilada. Ex.: # -- Loading package standard # -- Compiling entity wait_a # -- Compiling architecture teste of wait_a Após isso clique em DONE. 41

42 Na janela WORKSPACE clique em WORK. Veja que o arquivo está foi compilado para a pasta WORK do modelsim. Clicando no sinal + ao lado da entidade a que irá ser submetida a simulação verá que dentro da entidade wait_a existe uma arquitetura chamada teste onde está estruturado nosso código. Dê duplo clique sobre a entidade wait_a. 42

43 Veja que na janela WORKSPACE foi listado os processos que existem na entidade e na janela OBJECTS foi listada as entradas e saídas da entidade wait_a. 43

44 Na barra de ferramentas no menu View habilite a janela Wave para fazermos a simulação por forma de onda. 44

45 Selecione e arraste as entradas e saídas da janela OBJECTS para a janela WAVE. 45

46 Na barra de ferramentas no menu Simulate escolha a opção Runtime Options... Aqui você pode definir como quer que os sinais sejam exibidos, tempo padrão de simulação, número de iterações... 46

47 Na barra de ferramentas no menu Simulate e submenu Run existem seis opções de simulação. Simula até 1us (tempo definido em Runtime Opitions) Simula até completar as 5000 iterações (definido em Runtime Opitions) 47

48 48

49 49

50 50

51 Para alterar a forma de visualizar o sinal, clique com o botão direito do mouse sobre o sinal, selecione propriedades. Em Radix selecione como deseja ver o sinal. Altere as saídas xa e xb para unsigned. 51

52 Este software simula o código VHDL sem se importar se ele é sintetizavel ou não. Então é feito no Quartus uma descrição para testar outra descrição. Como assim? As vezes é muito demorado ficar gerando formas de onda para testar uma descrição, ou então um mesmo conjunto de forma de onda é utilizado para testar algumas variações da descrição que possui as mesmas entradas e saídas. Então para isso é utilizado uma descrição para fazer o teste de outra descrição. 52

53 Quartus - Modelsim Instruções para rodar um TestBench a partir do software Quartus 53

54 library IEEE; use IEEE.std_logic_1164.all; entity ffdr is port ( d: in STD_LOGIC; clk: in STD_LOGIC; rst: in STD_LOGIC; saida: out STD_LOGIC ); end ffdr; architecture ffdr_arch of ffdr is signal q : STD_LOGIC; begin ffdr: process (d,clk,rst) begin if rst='1' then q <= '0'; elsif rising_edge(clk) then q <= d; end if; end process ffdr; saida <= q; end ffdr_arch; 54

55 Ferramenta Altera Quartus Criando um projeto novo 55

56 Ferramenta Altera Quartus Criando um projeto novo 56

57 Ferramenta Altera Quartus Criando um projeto novo

58 Ferramenta Altera Quartus Criando um projeto novo Carregando um arquivo existente 58

59 Ferramenta Altera Quartus Criando um projeto novo Carregando um arquivo existente 59

60 Ferramenta Altera Quartus Criando um projeto novo Carregando um arquivo existente 60

61 Ferramenta Altera Quartus Criando um projeto novo Carregando um arquivo existente 61

62 Ferramenta Altera Quartus Criando um projeto novo - Escolha da família (Cyclone II) e do modelo (EP2C20F484C7) da FPGA

63 Ferramenta Altera Quartus Criando um projeto novo 63

64 Ferramenta Altera Quartus Criando um projeto novo 64

65 Ferramenta Altera Quartus Projeto novo criado com sucesso 65

66 66

67 67

68 Test bench Verificar o arquivo fornecido Test bench. OBS: Não adicionar o arquivo ao projeto. O software QUARTUS não sintetiza as descrições deste arquivo. Será utilizado o software MODELSIM (Mentor Graphics) para simulação e analise. 68

69 LIBRARY IEEE; USE IEEE.STD_LOGIC_1164.ALL; ENTITY vetor_teste IS END vetor_teste; ARCHITECTURE sinais OF vetor_teste IS SIGNAL dado SIGNAL clk SIGNAL rst SIGNAL sinal_saida : STD_LOGIC; : STD_LOGIC; : STD_LOGIC; : STD_LOGIC; COMPONENT ffdr port ( d: in STD_LOGIC; clk: in STD_LOGIC; rst: in STD_LOGIC; saida: out STD_LOGIC); END COMPONENT; (...) 69

70 BEGIN UUT: ffdr PORT MAP( d clk rst saida => dado, => clk, => rst, => sinal_saida); signal_clk: PROCESS BEGIN clk<= '0'; WAIT FOR 50 ns; clk<= '1'; WAIT FOR 50 ns; END PROCESS; signal_rst: PROCESS BEGIN rst<= '1'; WAIT FOR 100 ns; rst<= '0'; WAIT FOR ns; END PROCESS; signal_dado: PROCESS BEGIN dado<= '0'; WAIT FOR 200 ns; dado<= '1'; WAIT FOR 200 ns; END PROCESS; END sinais; 70

71 Ir no menu Assignments / Settings e editar o campo Simulation, clicando sobre o botão TestBenches e em seguida clicar em New. 71

72 Ir no menu Assignments / Settings e editar o campo Simulation, clicando sobre o botão TestBenches e em seguida clicar em New. 72

73 Ir no menu Assignments / Settings e editar o campo Simulation, clicando sobre o botão TestBenches e em seguida clicar em New. 73

74 Preencher os campos Test bench Name, Top level module in test bench, e o nome da instância criada no arquivo de test bench, a seguir, selecionar o arquivo de testbench e clicar em add. 74

75 75

76 76

77 No Menu Tools / Run Simulation Tool / RTL Simulation, e a seguir o ModelSim irá abrir e executar a simulação. Simulação Funcional Simulação considerando atrasos das células e roteamento Inicio da simulação 77

78 Abaixo são mostrados os resultados obtidos apresentados no ModelSim. Simulação Funcional por este test bench 78

79 Abaixo são mostrados os resultados obtidos apresentados no ModelSim. Simulação Funcional por este test bench 79

VHDL é uma linguagem bastante complexa!

VHDL é uma linguagem bastante complexa! arquitetura de computadores UTFPR DAELN Engenharia de Computação prof. Juliano µprocessador 1 Tutorial de Introdução ao VHDL Uma HDL é uma Hardware Definition Language, ou seja, não é uma linguagem de

Leia mais

low): Descreve o que o sistema deve fazer utilizando expressões lógicas.

low): Descreve o que o sistema deve fazer utilizando expressões lógicas. Descrição por fluxo de dados (Data Data-Flow low): Descreve o que o sistema deve fazer utilizando expressões lógicas. Descrição estrutural: Descreve como é o hardware em termos de interconexão de componentes.

Leia mais

VHDL é uma linguagem bastante complexa!

VHDL é uma linguagem bastante complexa! arquitetura de computadores UTFPR DAELN Engenharia de Computação prof. Juliano µprocessador 1 Tutorial de Introdução ao VHDL Uma HDL é uma Hardware Definition Language, ou seja, não é uma linguagem de

Leia mais

Introdução ao VHDL. Circuitos Lógicos. DCC-IM/UFRJ Prof. Gabriel P. Silva. Original por Ayman Wahba

Introdução ao VHDL. Circuitos Lógicos. DCC-IM/UFRJ Prof. Gabriel P. Silva. Original por Ayman Wahba Introdução ao VHDL Circuitos Lógicos DCC-IM/UFRJ Prof. Gabriel P. Silva Original por Ayman Wahba VHDL É uma linguaguem de descrição de hardware, ou seja, uma forma estruturada para a descrição de circuitos

Leia mais

Primeiro Trabalho de Sistemas Digitais

Primeiro Trabalho de Sistemas Digitais Primeiro Trabalho de Sistemas Digitais 1 Introdução O objetivo deste trabalho é criar um divisor de frequência simples em linguagem VHDL comportamental e simular o projeto no software ISE. 2 Planejamento

Leia mais

Circuitos/Sistemas Integrados Digitais (CID/SID)

Circuitos/Sistemas Integrados Digitais (CID/SID) Circuitos/Sistemas Integrados Digitais (CID/SID) Ano Lectivo 2002/03 1 a Trabalho de Laboratório Paulo Flores, Horácio Neto 1 Objectivos Pretende-se com este trabalho de laboratório introduzir e familiarizar

Leia mais

DISPOSITIVOS LÓGICOS PROGRAMÁVEIS - DLP. 18/04/2016 Prof. Alexandre - ELP1DLP1 / DEE

DISPOSITIVOS LÓGICOS PROGRAMÁVEIS - DLP. 18/04/2016 Prof. Alexandre - ELP1DLP1 / DEE DISPOSITIVOS LÓGICOS PROGRAMÁVEIS - DLP 1 Objetivos da Aula: Introdução à Linguagem VHDL Plano de Ensino Conteúdo Programático 3. Ferramentas de Desenvolvimento 3.4. Editor de texto (programação VHDL ou

Leia mais

DISPOSITIVOS LÓGICOS PROGRAMÁVEIS - DLP. 10/03/2017 Prof. Alexandre - ELP1DLP1 / DEE

DISPOSITIVOS LÓGICOS PROGRAMÁVEIS - DLP. 10/03/2017 Prof. Alexandre - ELP1DLP1 / DEE DISPOSITIVOS LÓGICOS PROGRAMÁVEIS - DLP 1 Objetivos da Aula: Introdução à Linguagem VHDL Plano de Ensino Conteúdo Programático 3. Ferramentas de Desenvolvimento 3.4. Editor de texto (programação VHDL ou

Leia mais

Laboratório sobre Implementação de Sistemas Digitais com VHDL Multiplicação por somas sucessivas

Laboratório sobre Implementação de Sistemas Digitais com VHDL Multiplicação por somas sucessivas Laboratório sobre Implementação de Sistemas Digitais com VHDL - Multiplicação por somas sucessivas 1 Laboratório sobre Implementação de Sistemas Digitais com VHDL Multiplicação por somas sucessivas Prática:

Leia mais

Introdução à Linguagem VHDL

Introdução à Linguagem VHDL Sistemas Digitais EEL 480 Introdução à Linguagem VHDL Luís Henrique M. K. Costa [email protected] UFRJ DEL/Poli e PEE/COPPE P.O. Box 68504 - CEP 21941-972 - Rio de Janeiro - RJ Brasil - http://www.gta.ufrj.br

Leia mais

PRÁTICAS PARA DESENVOLVIMENTO DE PROTÓTIPOS DE CIRCUITOS DIGITAIS COM O KIT EDUCACIONAL DE2

PRÁTICAS PARA DESENVOLVIMENTO DE PROTÓTIPOS DE CIRCUITOS DIGITAIS COM O KIT EDUCACIONAL DE2 UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO PRÁTICAS PARA DESENVOLVIMENTO DE PROTÓTIPOS DE CIRCUITOS DIGITAIS COM O KIT EDUCACIONAL DE2 P R O F. S Í L V I O F E R N A N D E S CRONOGRAMA DO CURSO ATIVIDADE

Leia mais

FPGA & VHDL. Tutorial

FPGA & VHDL. Tutorial FPGA & VHDL Tutorial 2009-2 FPGA FieldProgrammableGateArray Dispositivo lógico contendo uma matriz de: Células lógicas genéricas Configuráveis ( programadas ) para desempenhar uma função simples Chaves

Leia mais

Introdução à Linguagem VHDL

Introdução à Linguagem VHDL Fundamentos de Sistemas Digitais Introdução à Linguagem VHDL prof. Dr. Alexandre M. Amory Referências Sugiro estudarem nesta ordem de preferência: Vahid, Cap 9 Ignorar verilog e SystemC Bem didático! um

Leia mais

Tutorial Xilinx Somador e Subtrator Ciência da Computação 5º Período. Universidade Federal de Alagoas Campus Arapiraca Disciplina: Sistemas Digitais

Tutorial Xilinx Somador e Subtrator Ciência da Computação 5º Período. Universidade Federal de Alagoas Campus Arapiraca Disciplina: Sistemas Digitais Tutorial Xilinx Somador e Subtrator Ciência da Computação 5º Período Universidade Federal de Alagoas Campus Arapiraca Disciplina: Sistemas Digitais Matheus D Eça Torquato de Melo 13/04/2010 13 de abr.

Leia mais

LABORG. Parte 1 Introdução à Simulação em VHDL. Fernando Moraes e Ney Laert Vilar Calazans

LABORG. Parte 1 Introdução à Simulação em VHDL. Fernando Moraes e Ney Laert Vilar Calazans LABORG Parte 1 Introdução à Simulação em VHDL Fernando Moraes e Ney Laert Vilar Calazans atualização - 05/agosto/2013 Mais informações sobre VHDL Web sites sobre VHDL e assuntos relacionados http://www.asic-world.com/vhdl/links.html

Leia mais

12/11/13. Obje%vos do laboratório. SST20707 Síntese de Sistemas de Telecomunicações. Síntese de máquinas de estado (FSM) Finite State Machine (FSM)

12/11/13. Obje%vos do laboratório. SST20707 Síntese de Sistemas de Telecomunicações. Síntese de máquinas de estado (FSM) Finite State Machine (FSM) Instituto Federal de Santa Catarina Área de Telecomunicações SST20707 Síntese de Sistemas de Telecomunicações Prof. Roberto de Matos Aviso de direitos Autorais: Transparências baseadas no trabalho do Prof.

Leia mais

LABORG. Parte 3 - VHDL: Processos, Paralelismo e o Comando process. Fernando Gehm Moraes Ney Laert Vilar Calazans

LABORG. Parte 3 - VHDL: Processos, Paralelismo e o Comando process. Fernando Gehm Moraes Ney Laert Vilar Calazans LABORG Parte 3 - VHDL: Processos, Paralelismo e o Comando process Fernando Gehm Moraes Ney Laert Vilar Calazans 31/março/2014 Sumário Ø Introdução Ø Processos em VHDL Ø TRABALHO A FAZER Ø A ENTREGAR 2

Leia mais

SIMULAÇÃO DE CIRCUITOS

SIMULAÇÃO DE CIRCUITOS SIMULAÇÃO E CIRCUITOS Versão 2012 RESUMO Nesta experiência será discutido o procedimento de simulação de circuitos digitais, em particular sua importância dentro de uma metodologia para projeto de sistemas

Leia mais

Descrição e Projeto de Circuitos Utilizando VHDL

Descrição e Projeto de Circuitos Utilizando VHDL Descrição e Projeto de Circuitos Utilizando VHDL O projeto de circuitos digitais de forma automatizada se tornou prática industrial comum. As principais vantagens são : Portabilidade de tecnologia Melhor

Leia mais

Gustavo G. Parma. Objetivos: O aluno deverá ser capaz de compreender os conceitos básicos de VHDL.

Gustavo G. Parma. Objetivos: O aluno deverá ser capaz de compreender os conceitos básicos de VHDL. Introdução à VHDL Gustavo G. Parma Assunto: Introdução à VHDL. Objetivos: O aluno deverá ser capaz de compreender os conceitos básicos de VHDL. 1 Introdução Teórica VHDL, VHSIC (Very High Speed Integrated

Leia mais

Livro texto: VHDL- Descrição e Síntese de Circuitos Digitais Roberto D Amore Editora LTC

Livro texto: VHDL- Descrição e Síntese de Circuitos Digitais Roberto D Amore Editora LTC Livro texto: VHDL- Descrição e Síntese de Circuitos Digitais Roberto D Amore Editora LTC Linguagem para descrever o funcionamento de um sistema (o que e como o sistema faz). O sistema descrito em HDL

Leia mais

Passos Iniciais para simulação de um projeto utilizando portas lógicas

Passos Iniciais para simulação de um projeto utilizando portas lógicas Nome Hallan William Veiga Orientador: Joselito Anastácio Heerdt Passos Iniciais para simulação de um projeto utilizando portas lógicas Inicialmente deve ser executado o software Quartus II 10.1.Na tela

Leia mais

4.a Aula Prática Projeto de um Somador de 16 bits com a Linguagem VHDL

4.a Aula Prática Projeto de um Somador de 16 bits com a Linguagem VHDL 4.a Aula Prática Projeto de um Somador de 16 bits com a Linguagem VHDL Prof. Cesar da Costa VHDL é uma linguagem para descrever sistemas digitais utilizada universalmente. VHDL é proveniente de VHSIC Hardware

Leia mais

ROTEIRO 1 INTRODUÇÃO AO QUARTUS II

ROTEIRO 1 INTRODUÇÃO AO QUARTUS II ROTEIRO 1 INTRODUÇÃO AO QUARTUS II Prof. Dr. Amauri Amorin Assef *Departamento Acadêmico de Eletrotécnica/DAELT - UTFPR, Curitiba [email protected] 1. Introdução Cada circuito lógico projetado com

Leia mais

Eletrônica Digital para Instrumentação

Eletrônica Digital para Instrumentação G4 Eletrônica Digital para Instrumentação Prof. Márcio Portes de Albuquerque ([email protected]) Prof. Herman P. Lima Jr ([email protected]) Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas Ministério da Ciência e Tecnologia

Leia mais

Projeto de Circuito Combinacional

Projeto de Circuito Combinacional ORGANIZAÇÃO E ARQUITETURA DE COMPUTADORES I Projeto de Circuito Combinacional Unidade Lógica e Aritmética (ULA) prof. Dr. César Augusto M. Marcon prof. Dr. Edson Ifarraguirre Moreno 2 / 12 ULA Unidade

Leia mais

ALTERA Quartus II. Manual

ALTERA Quartus II. Manual ALTERA Quartus II Manual 2014 O Quartus II é um ambiente de desenvolvimento integrado (IDE Integrated Development Environment), utilizado para o desenvolvimento de sistemas digitais utilizando FPGAs (Field

Leia mais

Introdução. VHDL: VHSIC Hardware Description Language. Origem: VHSIC: Very High Speed Integrated Circuits. Departamento de Defesa EUA

Introdução. VHDL: VHSIC Hardware Description Language. Origem: VHSIC: Very High Speed Integrated Circuits. Departamento de Defesa EUA Introdução VHDL: VHSIC Hardware Description Language VHSIC: Very High Speed Integrated Circuits Origem: Departamento de Defesa EUA desenvolvida entre anos 70 e 80 descrever e modelar circuitos complexos

Leia mais

O diagrama ASM contém dois elementos básicos: o bloco de estado e o bloco de decisão.

O diagrama ASM contém dois elementos básicos: o bloco de estado e o bloco de decisão. 14 3.2 Projeto da Unidade de Controle (VHDL) 3.2.1 Diagrama ASM (Algorithmic State Machine) ASM é um fluxograma através do qual se representa a seqüência de ações que a unidade de controle de um sistema

Leia mais

Organização e Arquitetura de Computadores II

Organização e Arquitetura de Computadores II Organização e Arquitetura de Computadores II Rômulo Calado Pantaleão Camara [email protected] www.univasf.edu.br/~romulo.camara 60h/02h Disciplinas Correlacionadas Programação Org. e Arq. de

Leia mais

Tópicos Especiais 2 Capítulo 3 Introdução ao VHDL, sintaxe básica, tipo de dados e atribuições

Tópicos Especiais 2 Capítulo 3 Introdução ao VHDL, sintaxe básica, tipo de dados e atribuições Tópicos Especiais 2 Capítulo 3 Introdução ao VHDL, sintaxe básica, tipo de dados e atribuições Prof. Alan Petrônio Pinheiro - 2011 Introdução VHDL é uma linguagem de descrição de hardware Hardware Description

Leia mais

Fundamentos de Sistemas Digitais. Lógica Sequencial. Prof. Dr. Alexandre M. Amory Prof. Dr Edson I. Moreno

Fundamentos de Sistemas Digitais. Lógica Sequencial. Prof. Dr. Alexandre M. Amory Prof. Dr Edson I. Moreno Fundamentos de Sistemas Digitais Lógica Sequencial Prof. Dr. Alexandre M. Amory Prof. Dr Edson I. Moreno 2 Referências Sugiro estudarem nesta ordem de preferência: Floyd, Cap 7 até 7.4, 9, 10. Não tem

Leia mais

Registradores. Circuitos Lógicos. DCC-IM/UFRJ Prof. Gabriel P. Silva

Registradores. Circuitos Lógicos. DCC-IM/UFRJ Prof. Gabriel P. Silva Registradores Circuitos Lógicos DCC-IM/UFRJ Prof. Gabriel P. Silva 2 Registradores Conjunto de elementos de memória (flip-flops ou latches) utilizados para armazenar n bits. Utilizam um único sinal de

Leia mais

1 Objetivos. 2 Material utilizado. 3 Normas de segurança e conduta no laboratório. 4 Contextualização. Pág 1/6

1 Objetivos. 2 Material utilizado. 3 Normas de segurança e conduta no laboratório. 4 Contextualização. Pág 1/6 Curso de Graduação em Ciência da Computação Disciplina: Laboratório de Eletrônica Digital Professor: Otávio Gomes ([email protected]) Atividade: Contadores síncronos em FPGA utilizando esquemáticos

Leia mais

FPGA & VHDL. Tutorial Aula 1. Computação Digital

FPGA & VHDL. Tutorial Aula 1. Computação Digital FPGA & VHDL Tutorial Aula 1 Computação Digital FPGA Field Programmable Gate Array Dispositivo lógico contendo uma matriz de: Células lógicas genéricas Configuráveis ( programáveis ) para desempenhar uma

Leia mais

Eletrônica Digital para Instrumentação. Herman Lima Jr.

Eletrônica Digital para Instrumentação. Herman Lima Jr. G03 Eletrônica Digital para Instrumentação Prof: [email protected] Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) Parâmetros de circuitos integrados lógicos Dispositivos

Leia mais

Projeto de Somador com e sem Sinal. Qualificadores

Projeto de Somador com e sem Sinal. Qualificadores ORGANIZAÇÃO E ARQUITETURA DE COMPUTADORES I Projeto de Somador com e sem Sinal Qualificadores César A. M. Marcon Planejando a Descrição de um Somador 2 Como descrever uma soma? S

Leia mais

Prof. Leonardo Augusto Casillo

Prof. Leonardo Augusto Casillo UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO CURSO: CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Aula 3 Introdução ao VHDL Prof. Leonardo Augusto Casillo O que significa VHDL? Very High Speed Integrated Circuit Hardware Description

Leia mais

PASSO A PASSO COMO CRIAR UM NOVO PROJETO EM SCHEMATIC NO SOFTWARE QUARTUS II CYCLONE IV

PASSO A PASSO COMO CRIAR UM NOVO PROJETO EM SCHEMATIC NO SOFTWARE QUARTUS II CYCLONE IV PASSO A PASSO COMO CRIAR UM NOVO PROJETO EM SCHEMATIC NO SOFTWARE QUARTUS II CYCLONE IV 1) Após abrir o quartus II, clique em CREATE A NEW PROJECT (tela a seguir). 2) CLIQUE EM NEXT (tela a seguir) EMERSON

Leia mais

Descreva em VHDL, simule no simulador logico e sintetize usando uma ferramenta de CAD para FPGA :

Descreva em VHDL, simule no simulador logico e sintetize usando uma ferramenta de CAD para FPGA : UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE INFORMATICA LISTA DE EXERCÍCIOS DE SISTEMAS DIGITAIS Prof. Fernanda Gusmão de Lima Kastensmidt E Marcelo Porto (aluno mestrado PPGC) Descreva em VHDL,

Leia mais

Como verificar um projeto ou construindo testbenches em VHDL

Como verificar um projeto ou construindo testbenches em VHDL Como verificar um projeto ou construindo testbenches em VHDL Hans Jorg Schneebeli ([email protected]) Departamento de Engenharia Elétrica Universidade Federal do Espirito Santo (www.ufes.br) Uma vez descrito

Leia mais

LABORG. Parte 5 Projeto de um circuito digital de média complexidade Parte 2. Fernando Gehm Moraes Matheus Trevisan

LABORG. Parte 5 Projeto de um circuito digital de média complexidade Parte 2. Fernando Gehm Moraes Matheus Trevisan LABORG Parte 5 Projeto de um circuito digital de média complexidade Parte 2 Fernando Gehm Moraes Matheus Trevisan 0/maio/2015 Relógio de Xadrez 1. Em campeonatos, o xadrez é jogado usando um relógio. A

Leia mais

Laboratório Configuração do Backup e da Restauração de Dados no Windows 7 e no Vista

Laboratório Configuração do Backup e da Restauração de Dados no Windows 7 e no Vista Laboratório Configuração do Backup e da Restauração de Dados no Windows 7 e no Vista Introdução Neste laboratório, você fará backup de dados. E também realizará uma restauração dos dados. Equipamentos

Leia mais

TUTORIAL DE INSTALAÇÃO E USO DO OWL-S COMPOSER utilizando o Eclipse Galileo Modelling Tools

TUTORIAL DE INSTALAÇÃO E USO DO OWL-S COMPOSER utilizando o Eclipse Galileo Modelling Tools TUTORIAL DE INSTALAÇÃO E USO DO OWL-S COMPOSER utilizando o Eclipse Galileo Modelling Tools Desenvolvido por: Manuele Ferreira e Daniela Claro Requisitos do ambiente Seguem abaixo os requisitos do ambiente.

Leia mais

Exercícios de Laboratório 1

Exercícios de Laboratório 1 Tradução do Laboratory Exercise 1 disponível em Exercícios de Laboratório 1 Switches (chaves), Luzes (LEDs) e Multiplexadores

Leia mais

Departamento de Engenharia Electrotécnica e de Computadores Instituto Superior Técnico Universidade Técnica de Lisboa Sistemas Digitais

Departamento de Engenharia Electrotécnica e de Computadores Instituto Superior Técnico Universidade Técnica de Lisboa Sistemas Digitais Departamento de Engenharia Electrotécnica e de Computadores Instituto Superior Técnico Universidade Técnica de Lisboa Sistemas Digitais Introdução ao Ambiente de Projecto da Xilinx Abílio Parreira, Horácio

Leia mais

Como usar o P-touch Transfer Manager

Como usar o P-touch Transfer Manager Como usar o P-touch Transfer Manager Versão 0 BRA-POR Introdução Aviso importante O conteúdo deste documento e as especificações deste produto estão sujeitos a alterações sem aviso prévio. A Brother se

Leia mais

Prototipação em PLDs

Prototipação em PLDs Universidade do Vale do Rio dos Sinos - UNISINOS Prototipação em PLDs Introdução ao VHDL Autor: Prof. Rodrigo Marques de Figueiredo Agenda Introdução; - Histórico; - Características do VHDL; - Aplicações

Leia mais

Curso Superior de Sistemas de Telecomunicações Unidade São José. Disciplina: Síntese de Sistemas de Telecomunicações 7º Fase

Curso Superior de Sistemas de Telecomunicações Unidade São José. Disciplina: Síntese de Sistemas de Telecomunicações 7º Fase Curso Superior de Sistemas de Telecomunicações Unidade São José Disciplina: Síntese de Sistemas de Telecomunicações 7º Fase Bases tecnológicas Dispositivos Lógicos Programáveis. Introdução à Tecnologia

Leia mais

Solicitação de Serviço

Solicitação de Serviço Solicitação de Serviço Agenda Acesso ao módulo Cadastro de solicitação de serviço Tipos de serviços Pesquisa e edição de solicitação Visualização de relatório de solicitação de serviço Acesso ao Módulo

Leia mais

Funções de Lógica Combinacional

Funções de Lógica Combinacional Fundamentos de Sistemas Digitais Funções de Lógica Combinacional prof. Dr. Alexandre M. Amory prof. Dr. Edson I. Moreno Referências Sugiro estudarem nesta ordem de preferência: Floyd, Cap 6. ppt segue

Leia mais

MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO MÓDULO IMPRESSÃO DE ETIQUETAS

MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO MÓDULO IMPRESSÃO DE ETIQUETAS MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO MÓDULO IMPRESSÃO DE ETIQUETAS Digisat Tecnologia Ltda Rua Marechal Deodoro, 772 Edifício Mirage 1º Andar Sala 5 e 6 Centro Concórdia/SC CEP: 89700-000 Fone/Fax: (49) 3441-1600 [email protected]

Leia mais

Sistemas Digitais (SD) Lógica Programável

Sistemas Digitais (SD) Lógica Programável Sistemas Digitais (SD) Lógica Programável Aula Anterior n Na aula anterior: u Circuitos de controlo, transferência e processamento de dados u Exemplo de uma arquitectura simples de um processador 2 Planeamento

Leia mais

Tutorial do 2º Experimento: Programação do CLP Siemens S7-1200

Tutorial do 2º Experimento: Programação do CLP Siemens S7-1200 Tutorial do 2º Experimento: Programação do CLP Siemens S7-1200 Ambiente do software TIA Portal V11 da Siemens Criando um novo projeto 1 Abrir o software TIA Portal V11. Iniciar - > Programas - > TIA Portal

Leia mais

Como abrir arquivo XML no Excel

Como abrir arquivo XML no Excel Um arquivo no formato XML é um documento com dados organizados de forma hierárquica. Como você pode ver na imagem acima, ele já vem todo organizado e é muito útil para armazenar dados de forma simples,

Leia mais

Requisitos Mínimos. 1GB de espaço em disco 2GB de memória (recomendável 4GB) Versão mais recente do Java Acesso a Internet

Requisitos Mínimos. 1GB de espaço em disco 2GB de memória (recomendável 4GB) Versão mais recente do Java Acesso a Internet MANUAL DO USUÁRIO Requisitos Mínimos 1GB de espaço em disco 2GB de memória (recomendável 4GB) Versão mais recente do Java Acesso a Internet 2 Sumário Introdução: 1.0 Instalação 2.0 Login 3.0 Criação de

Leia mais

Delphi 7 Aula 03 Progressão Geométrica

Delphi 7 Aula 03 Progressão Geométrica Delphi 7 Aula 03 Progressão Geométrica Prof. Gilbert Azevedo da Silva I. Objetivos Desenvolver aplicativos com várias janelas, Manipular lista de strings, Utilizar os componentes: MainMenu, ToolBar, ImageList,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ. Grupo de Microeletrônica TUTORIAL VHDL

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ. Grupo de Microeletrônica TUTORIAL VHDL UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ Grupo de Microeletrônica TUTORIAL VHDL TUTORIAL VHDL I INTRODUÇÃO Não é possível projetar sistemas digitais sem entender alguns blocos básicos, tais como portas lógicas

Leia mais

MANUAL DO USUÁRIO. Figura 1: Tela de Apresentação do FaçaCalc.

MANUAL DO USUÁRIO. Figura 1: Tela de Apresentação do FaçaCalc. Apresentação MANUAL DO USUÁRIO O FAÇACALC é um software que realiza cálculos hidráulicos, tais como: Motor Hidráulico, Trocador de Calor, Acumulador Hidráulico e Cilindro Hidráulico. Na sessão Funcionalidades

Leia mais

1 Objetivos. 2 Material utilizado. 3 Normas de segurança e conduta no laboratório. 4 Contextualização. Pág 1/18

1 Objetivos. 2 Material utilizado. 3 Normas de segurança e conduta no laboratório. 4 Contextualização. Pág 1/18 Curso de Graduação em Ciência da Computação Disciplina: Laboratório de Eletrônica Digital Professor: Otávio Gomes ([email protected]) Atividade: Projeto e simulação utilizando esquemáticos em FPGA

Leia mais

Bloco G - Registros 0500 e Janeiro/ 2011

Bloco G - Registros 0500 e Janeiro/ 2011 Bloco G - Registros 0500 e 0600 Janeiro/ 2011 2 Bloco G Plano de Contas e Centros de Custos A partir da referência Janeiro de 2011 será incluído ao layout do arquivo EFD o Bloco G (Controle de Crédito

Leia mais

Comunicação IHMs Beijer Electronics com CLPs Altus

Comunicação IHMs Beijer Electronics com CLPs Altus Nota de Aplicação Comunicação IHMs Beijer Electronics com CLPs Altus Altus Sistemas de Informática S.A. Página: 1 Sumário 1 Descrição... 3 2 Introdução... 3 3 Definição da Arquitetura de Referência...

Leia mais

Excel Tabela Dinâmica - Incrementando seus conhecimentos e Aperfeiçoando a sua prática Excel 2010 Uso inteligente da Tabela Dinâmica

Excel Tabela Dinâmica - Incrementando seus conhecimentos e Aperfeiçoando a sua prática Excel 2010 Uso inteligente da Tabela Dinâmica Excel Tabela Dinâmica - Incrementando seus conhecimentos e Aperfeiçoando a sua prática Excel 2010 Uso inteligente da Tabela Dinâmica Incrementando Seus conhecimentos Aperfeiçoando A sua prática Página

Leia mais

LABORG. VHDL Máquina de estados finitos

LABORG. VHDL Máquina de estados finitos LABORG VHDL Máquina de estados finitos Sumário Introdução TRABALHO A FAZER A ENTREGAR 2 Na aula anterior vimos: Introdução VHDL pode ser vista não como uma, mas como várias linguagens modelagem/simulação/síntese

Leia mais

Roteiro para experiências de laboratório. AULA 3: Simuladores de eletrônica. Alunos: 2-3-

Roteiro para experiências de laboratório. AULA 3: Simuladores de eletrônica. Alunos: 2-3- Campus SERRA COORDENADORIA DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL Disciplinas: Circuitos em Corrente Contínua Turma: AN1 Professor: Vinícius Secchin de Melo Roteiro para experiências de laboratório AULA 3: Simuladores

Leia mais

Microsoft PowerPoint 2003

Microsoft PowerPoint 2003 Página 1 de 32 Índice Conteúdo Nº de página Introdução 3 Área de Trabalho 5 Criando uma nova apresentação 7 Guardar Apresentação 8 Inserir Diapositivos 10 Fechar Apresentação 12 Abrindo Documentos 13 Configurar

Leia mais

Implementação de um Sistema Digital em VHDL Cronômetro para Jogos de Basquete

Implementação de um Sistema Digital em VHDL Cronômetro para Jogos de Basquete - 1 - V 1.0 - De: 02/maio/2012 por Ney Calazans Laboratório de Organização de Computadores-EC V 3.2 - De: 21/abril/2013 por Fernando Gehm Moraes e Ney Calazans Implementação de um Sistema Digital em VHDL

Leia mais

Tutorial - Xilinx ISE

Tutorial - Xilinx ISE Tutorial - Xilinx ISE Universidade Federal do Rio de Janeiro Escola Politécnica Departamento de Eletrônica e Computação Autores: Artur Lemos Ioav Lichtenstein Thiago Lobo Orientador: Mário Vaz Índice:

Leia mais

FUNCIONALIDADE TIME ACTION GOT1000 (GT14) No. DAP-GOT-02. rev. 0

FUNCIONALIDADE TIME ACTION GOT1000 (GT14) No. DAP-GOT-02. rev. 0 FUNCIONALIDADE TIME ACTION GOT1000 (GT14) No. DAP-GOT-02 rev. 0 Revisões Data da Nome do Arquivo Revisão Revisão Ago/2013 DAP-GOT-02 2008_TimeAction Primeira edição 1. OBJETIVO O objetivo deste documento

Leia mais

Uma pasta é pouco mais que um contêiner no qual é possível armazenar arquivos. Se

Uma pasta é pouco mais que um contêiner no qual é possível armazenar arquivos. Se 9. ARQUIVOS E PASTAS 9.1 O QUE SÃO ARQUIVOS E PASTAS? Um arquivo é muito parecido com um documento digitado que você poderia encontrar na mesa de alguém ou em um arquivo convencional. É um item que contém

Leia mais

Objetivo. Coletor de Dados Cadastro de Layout no Sismoura. Importar arquivo de coletor para o Sismoura.

Objetivo. Coletor de Dados Cadastro de Layout no Sismoura. Importar arquivo de coletor para o Sismoura. Coletor de Dados Objetivo Coletor de Dados Cadastro de Layout no Sismoura. Importar arquivo de coletor para o Sismoura. Pré - Requisito O software do Coletor de Dados deve estar instalado no computador

Leia mais

Concessão - Aposentadoria

Concessão - Aposentadoria Concessão - Aposentadoria 1. Módulo Cadastro 1.1. Cadastro de Pessoa Acesse o menu Cadastro/Pessoa/Informações Gerais. A seguinte janela se abrirá. Para incluir uma nova pessoa, vá paraa a primeira aba,

Leia mais

IDES E PROGRAMAÇÃO. Prof. Dr. Cláudio Fabiano Motta Toledo PAE: Maurício A Dias

IDES E PROGRAMAÇÃO. Prof. Dr. Cláudio Fabiano Motta Toledo PAE: Maurício A Dias 1 IDES E PROGRAMAÇÃO Prof. Dr. Cláudio Fabiano Motta Toledo PAE: Maurício A Dias {claudio,macdias}@icmc.usp.br 2 Agenda Conceitos Instalação e Configuração Compilação e Execução de Código IDEs Exemplo

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ Instituto de Engenharia Elétrica Engenharia da Computação

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ Instituto de Engenharia Elétrica Engenharia da Computação UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ Instituto de Engenharia Elétrica Engenharia da Computação Software Altera Linguagem VHDL Compilando VHDL com o ALTERA MAX PLUS II - 1 - Compilando VHDL com o ALTERA MAX

Leia mais

Saiba mais Scribd Carregar um documento Pesquisar Documentos Explorar. gersonjpl

Saiba mais Scribd Carregar um documento Pesquisar Documentos Explorar. gersonjpl Saiba mais Scribd Carregar um documento Pesquisar Documentos Explorar gersonjpl / 0 Baixar este documento gratuitamente Para Adicionar um Form ao Projeto Execute os seguintes passos para adicionar um form

Leia mais

DSP Builder - Altera. MO801 - Tópicos em Arquitetura e Hardware. Michele Tamberlini 05/2006

DSP Builder - Altera. MO801 - Tópicos em Arquitetura e Hardware. Michele Tamberlini 05/2006 DSP Builder - Altera MO801 - Tópicos em Arquitetura e Hardware Michele Tamberlini 05/2006 DSP Builder Roteiro Introdução Funcionalidades MegaCore MATLAB / SIMULINK SOPC Builder Bibliotecas Introdução Algoritmos

Leia mais

Tutorial: Programação do CLP Siemens S Ambiente do software TIA Portal V11 da Siemens

Tutorial: Programação do CLP Siemens S Ambiente do software TIA Portal V11 da Siemens Tutorial: Programação do CLP Siemens S7-1200 Ambiente do software TIA Portal V11 da Siemens Criando um novo projeto 1 Abrir o software TIA Portal V11. Iniciar - > Programas - > TIA Portal V11 2 Clique

Leia mais

Unimed de Araraquara Coop. De Trabalho Médico Manual XML TISS Unimedara

Unimed de Araraquara Coop. De Trabalho Médico Manual XML TISS Unimedara 1. Acesso ao Sistema Em seu navegador web digite: http://www.unimedara.com.br e clique no ícone do portal TISS como segue a imagem abaixo ou acesse http://tiss.unimedara.com.br:28081/htz/pages/welcome/welcome.jsf.

Leia mais

A instalação será feita através do link Setup Magni 2, situado no CD do Rasther.

A instalação será feita através do link Setup Magni 2, situado no CD do Rasther. Requisitos básicos do sistema - Windows 98, Millenium, XP ou 2000. - Pentium III 500 MHz (no mínimo). - 64 MB RAM. - Porta serial disponível. - 15 MB de espaço livre no HD. - Resolução de vídeo de 800X600

Leia mais

1 Criptografando arquivos em um arquivo zip com o menu de contexto

1 Criptografando arquivos em um arquivo zip com o menu de contexto 1 Criptografando arquivos em um arquivo zip com o menu de contexto Selecione o(s) documento(s) que deseja adicionar ao arquivo.zip clicando com o botão direito sobre eles: no menu de contexto, selecione

Leia mais

Sumário 1. Inicializando o Sistema Arquitetura do Sistema Consulta Rápida de Veículos Informações Gerais...

Sumário 1. Inicializando o Sistema Arquitetura do Sistema Consulta Rápida de Veículos Informações Gerais... 1 Sumário 1. Inicializando o Sistema... 3 2. Arquitetura do Sistema... 5 2.1. Menu... 5 2.1.1. Detalhamento do Menu e Submenu... 5 2.2. Barra de Ferramentas... 6 2.2.1. Ações... 6 2.2.2. Crédito Disponível...

Leia mais

PRATICANDO VHDL. Delfim Luis Torok Ewerton Artur Cappelatti

PRATICANDO VHDL. Delfim Luis Torok Ewerton Artur Cappelatti PRATICANDO VHDL Delfim Luis Torok Ewerton Artur Cappelatti Associação Pró-ensino Superior em Novo Hamburgo - ASPEUR Universidade Feevale PRATICANDO VHDL Delfim Luis Torok Ewerton Artur Cappelatti Novo

Leia mais

Questionário de revisão para AV1 de Informática Aplicada Valor 1,0 ponto - Deverá ser entregue no dia da prova.

Questionário de revisão para AV1 de Informática Aplicada Valor 1,0 ponto - Deverá ser entregue no dia da prova. Questionário de revisão para AV1 de Informática Aplicada Valor 1,0 ponto - Deverá ser entregue no dia da prova. 1) Observe os seguintes procedimentos para copiar um arquivo de uma pasta para outra pasta

Leia mais

O Camguard permite detectar e gravar vídeos facilmente com uma webcam.

O Camguard permite detectar e gravar vídeos facilmente com uma webcam. CamGuard O Camguard permite detectar e gravar vídeos facilmente com uma webcam. Para ativar o CamGuard, clique em no console do aplicativo da webcam da Kworld. A interface do CamGuard é exibida e apresenta

Leia mais

Projecto de Sistemas Digitais. Trabalho Prático 1

Projecto de Sistemas Digitais. Trabalho Prático 1 Licenciatura em Engenharia Electrotécnica e de Computadores 2004/05 1 o semestre Projecto de Sistemas Digitais Trabalho Prático 1 Modelação, síntese e implementação de circuitos sequenciais síncronos Objectivos

Leia mais

Instalando o Eclipse e o Android

Instalando o Eclipse e o Android Instalando o Eclipse e o Android Para a elaboração desse material, eu fiz o uso do Eclipse Galileo (Eclipse 3.5.1 para Windows) e o SDK do Android Revisão 5 e o plugin do Android para o Eclipse ADT-0.9.6.

Leia mais

EPUSP PCS 2355 Laboratório Digital. Contadores em VHDL

EPUSP PCS 2355 Laboratório Digital. Contadores em VHDL Contadores em VHDL Versão 2012 RESUMO Esta experiência consiste no projeto e implementação de circuitos contadores com o uso da linguagem de descrição de hardware VHDL. São apresentados aspectos básicos

Leia mais

PROJETO DE SISTEMAS. DIGITAIS UTILIZANDO FPGAs. Parte 1

PROJETO DE SISTEMAS. DIGITAIS UTILIZANDO FPGAs. Parte 1 Pontifícia Universidade Católica de São Paulo Centro das Ciências Exatas e Tecnologia Engenharia Elétrica PROJETO DE SISTEMAS DIGITAIS UTILIZANDO FPGAs Parte 1 Prof Edson Lemos Horta Profª Edith Ranzini

Leia mais

MANUAL. Localizador: Página: MN 016 SGI-INFRA- . Informação)

MANUAL. Localizador: Página: MN 016 SGI-INFRA- . Informação) 1/24 1. Objetivo Este documento tem por objetivo indicar e informar o conjunto de ações para o procedimento de uso do novo correio eletrônico do CEFET-MG. O novo sistema de correio eletrônico tem uma interface

Leia mais

Laboratório Multiusuário de Estudos em Biologia I Universidade Federal de Santa Catarina Centro de Ciências Biológicas

Laboratório Multiusuário de Estudos em Biologia I Universidade Federal de Santa Catarina Centro de Ciências Biológicas Tutorial de Análises Básicas de Dados de Citometria de Fluxo através do Abrir o Software. Software Livre Flowing Abrir as caixas nas quais aparecerão os gráficos (Create/ Visualization Tools/ Dot Plot,

Leia mais

SmartOrder 2 Guia do Usuário

SmartOrder 2 Guia do Usuário SmartOrder 2 Guia do Usuário (Junho 2012) ActivTrades PLC 1 Contents 1. Informações Gerais... 3 2. Instalação... 3 3. Iniciando o Aplicativo... 3 4. Atualizando o Aplicativo... 4 5. Função Multi-Línguas...

Leia mais

Manual de Utilização do software Colacril Office para criação e impressão de etiquetas. Manual de Utilização

Manual de Utilização do software Colacril Office para criação e impressão de etiquetas. Manual de Utilização Manual de Utilização do software Colacril Office para criação e impressão de etiquetas. Manual de Utilização Conteúdo Colacril Office... 3 Instalação do Colacril... 3 Inicialização do Colacril Office...

Leia mais

Departamento de Engenharia Electrotécnica e de Computadores Instituto Superior Técnico Universidade Técnica de Lisboa Sistemas Digitais

Departamento de Engenharia Electrotécnica e de Computadores Instituto Superior Técnico Universidade Técnica de Lisboa Sistemas Digitais Departamento de Engenharia Electrotécnica e de Computadores Instituto Superior Técnico Universidade Técnica de Lisboa Sistemas Digitais Introdução ao Ambiente de Projecto da Xilinx Paulo Lopes, Horácio

Leia mais

PROJETO INFORMÁTICA NA ESCOLA

PROJETO INFORMÁTICA NA ESCOLA EE Odilon Leite Ferraz PROJETO INFORMÁTICA NA ESCOLA AULA 2 WINDOWS MOVIE MAKER WINDOWS MOVIE MAKER O que é? Interface do Windows Movie Maker Editando vídeos O QUE É? O Windows Movie Maker é um software

Leia mais