João Luiz Coelho Ribas
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- Gabriela Palmeira Faro
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1 Tema 3 Monitoramento Ambiental e Biológico Projeto Curso Disciplina Tema Professor Pós-graduação Enfermagem do trabalho Toxicologia Monitoramento Ambiental e Biológico João Luiz Coelho Ribas Introdução É essencial a utilização de ferramentas como a monitorização ambiental e biológica para determinar medidas de controle e prevenção de intoxicação no trabalho. Este tema discutirá como devem ser realizadas essas monitorações e sua importância para a prevenção do surgimento e de agravo de ações toxicológicas. Note no vídeo no material on-line como esses assuntos serão abordados nesta aula. Problematização Um ambiente insalubre para o trabalho traz muitos danos à saúde do trabalhador. Nesse aspecto, as monitorações ambientais e biológicas são essenciais para diagnosticar e evitar ações toxicológicas. Veja um exemplo da importância dessas ferramentas no vídeo no material on-line. Problemas na Fase de Reconhecimento É necessário que a equipe envolvida na manutenção da saúde do trabalhador, e em especial a enfermagem do trabalho, conheça os fatores de riscos presentes no ambiente de trabalho. No entanto, nem sempre é fácil identificar os agentes causadores da ação toxicológica. 1
2 Conheça, no material on-line, os problemas encontrados na fase de reconhecimento de fatores toxicológicos. Quando falamos de risco toxicológico, estamos falando na capacidade de uma substância sair de onde se encontra e atingir uma concentração efetiva no sítio de ação. Infelizmente, aí que começa de fato o nosso problema, pois para termos uma medida de intervenção acertada, necessitamos de uma fase eficaz de reconhecimento do fator de risco. Porém, essa intervenção é independente da boa intenção e da perspicácia do profissional envolvido com essa questão. Nessa fase, já alguns problemas podem surgir, levando a uma dificuldade aumentada na correta identificação do risco. Entre esses problemas que podem surgir, podemos citar: Para rompermos muitas dessas dificuldades, a pesquisa bibliográfica e o estudo frequente são essenciais para que possamos reconhecer as substâncias a que o trabalhador está exposto. 2
3 Reconhecimento do Risco Superadas todas as dificuldades, devemos estimar o risco presente, para que possamos, de acordo com o grau do risco estabelecido, tomar as devidas precauções para a não contaminação ocupacional do trabalhador e o surgimento futuro de doenças devido a essa exposição. Perceba no vídeo no material on-line como reconhecer os riscos toxicológicos no ambiente de trabalho. Essas precauções muitas vezes podem ser simples: a organização e limpeza dos ambientes de trabalho, evitando, por exemplo, recipientes abertos, derramamentos, contaminação por evaporação; uso de rotulagem adequada e armazenamento correto. Podem ser também mais elaboradas: como a diminuição da quantidade utilizada no ambiente; manter recipientes selados; fazer pipetagem mecânica e reduzir as concentrações de substâncias utilizadas no dia a dia. Temos também que pensar que as medidas a serem tomadas precisam surtir efeitos em curto prazo. É essencial e necessário que esse controle também seja estabelecido para evitar a exposição a agentes toxicológicos em longo prazo, sendo muitas vezes necessário quantificá-los. Limites de Tolerância Legais A quantidade de substância com potencial toxicológico presente no ambiente de trabalho é regulada por lei. Note no vídeo a seguir quais normas regem esse tipo de situação. Para essa quantificação dos agentes toxicológicos é necessário ter 3
4 conhecimentos adicionais tais como: a intensidade da exposição (em termos gerais literalmente a dose), os efeitos que tal exposição possa produzir e ainda, a relação dose x resposta para o agente químico em questão. A partir desse momento, as informações e dados obtidos, especifica-se o risco aceitável, ou seja, a exposição admissível para aquele determinado agente químico. Utiliza-se geralmente os limites de tolerância legais constante na NR-15 da Portaria 3214/78. Não havendo parâmetros claros nessa norma, deve-se seguir os limites internacionais, como os da ACGIH americana (American Conference of Governmental Industrial Hygienists). Aqui no Brasil, também, a Norma Regulamentada n.º 7 (NR-7) e a Portaria n.º 24 de 29 de dezembro de 1994, que estabelecem os parâmetros biológicos para controle da exposição a agentes químicos. Conforme essa Portaria, todos os empregados e instituições que admitam trabalhadores como empregados são obrigados a elaborar e implementar o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO). Monitorização Ambiental X Monitorização Biológica Os métodos de coleta e análise de produtos químicos são procedimentos delicados e sujeitos a erros. Cabe ao profissional redobrar seus cuidados e aprofundar seus conhecimentos para que não se perca a validade dos resultados obtidos. Feito isso, podemos confiar em nossas medidas de controle adotadas. Mas, não deve-se esquecer que a exposição deverá ser sempre monitorizada para identificar os possíveis efeitos tóxicos que possam danificar a saúde dos trabalhadores. Essa análise constante é realizada em duas linhas de ação: a monitorização ambiental e a monitorização biológica. 4
5 Conheça a diferença entre os dois tipos de monitoração no vídeo no material on-line. Monitorização Ambiental A monitorização ambiental é uma metodologia bastante importante para avaliar os elementos tóxicos presentes no ambiente do trabalho. Ela pode ser entendida na prática como uma forma de avaliação contínua para podermos determinar a concentração de agentes reais ou potencialmente nocivos à saúde do trabalhador. De uma forma comparativa, estimar o risco que esses trabalhadores estão expostos por meio da comparação de suas medições com referências apropriadas da legislação ou literatura especializada. De forma geral, as principais finalidades da monitorização ambiental são: Em teoria, para uma gama extensa de elementos químicos presentes no ambiente de trabalho existiria uma concentração máxima na qual nenhum efeito tóxico deveria ocorrer. No entanto, sabemos que muitos de nossos trabalhadores podem apresentar susceptibilidade reduzida a certas substâncias; e mesmo expostos a uma concentração que em teoria não causaria nenhum problema, podem desenvolver alterações em sua saúde e qualidade de vida e trabalho. Importante nesse contexto é lembrarmos que os limites de tolerância 5
6 expressos na legislação brasileira (NR-15, Portaria 3214/78) são de uma realidade de 1978, com os conhecimentos que se dispunha nessa época e, que não foram renovados desde então. Sendo assim, muito provavelmente estamos negligenciando a presença de agentes que não são englobados pela legislação, porque talvez apenas foram identificados posteriormente. Com as tecnologias incorporadas atualmente e as pesquisas sobre interação de substâncias tóxicas e seu efeito no organismo humano, provavelmente a concentração máxima de determinados elementos químicos utilizados hoje em dia mudaria. De forma geral, a monitorização ambiental envolve a medição instrumental ou laboratorial do agente químico a ser avaliado. Apesar de toda tecnologia implantada, esses procedimentos são ainda sujeitos a muitos erros e variações. Monitorização Biológica A monitorização biológica é caracterizada como a medição e avaliação periódica e sistemática de agentes químicos, ou especialmente de seus produtos biotransformados (secreções, excreções, ar exalado). Ela tem o objetivo de avaliar a exposição ou o risco à saúde. Assim como a monitorização ambiental, ela é realizada por comparação com referências apropriadas e legais, como a NR-7, que define o Índice Biológico Máximo Permitido (IBMP), valor definido como o maior indicador biológico para qual se supõe que a maioria dos trabalhadores não corre riscos à saúde. Na NR-7 existe também há o que podemos chamar de Valor de Referência da Normalidade, que é o valor do Indicador Biológico a ser encontrado em populações não expostas ocupacionalmente a um determinado agente químico. Mas o que de fato é um Indicador biológico? O Indicador Biológico, também chamado de Marcador Biológico ou 6
7 Biomarcador, é definido como sendo um parâmetro que indique um evento que está ocorrendo em um sistema ou uma amostra biológica. Por exemplo, um trabalhador está exposto ocupacionalmente ao benzeno. Essa substância está presente no ambiente de trabalho, entrou em contato com o trabalhador e foi absorvida. Ela foi biotransformada pelo fígado em vários metabólitos, entre os quais o ácido trans-mucônico. Esse ácido foi excretado via renal e analisado laboratorialmente e a sua quantidade encontrada na urina. Essa dosagem se correlaciona muito bem à quantidade de benzeno que o trabalhador está exposto. Nesse caso, o ácido transmucônico é considerado o Indicador Biológico, pois a partir dele conseguimos determinar a quantidade de benzeno a que o trabalhador está exposto naquele momento. Interpretação dos Resultados e Variabilidade Ambiental Em termos gerais, tanto a monitorização ambiental quanto a monitorização biológica têm o objetivo de detectar as quantidades dos elementos tóxicos presentes no ambiente de trabalho, para prevenir o aparecimento de doenças e a perda da qualidade de vida e de trabalho do indivíduo exposto. No vídeo no material on-line, note como esses dados obtidos por monitoração são analisados. Tanto na monitorização ambiental quanto na monitorização biológica, os valores isolados encontrados em apenas um trabalhador são importantes para o indivíduo. Mas, do ponto de vista preventivo, devemos sempre considerar os dados obtidos de uma amostragem ao longo de um tempo. Uma dosagem não vai determinar que rumo vamos pegar, somente dosagens sequenciais e ininterruptas vão nos auxiliar na tomada de decisão. Cabe aqui lembrar que ela sempre deve estar abaixo dos limites toleráveis e, caso isso não seja verificado com a monitorização ambiental e 7
8 com a biológica, medidas corretivas são necessárias e de grande importância. A monitorização biológica permite que façamos uma estimativa real da exposição dos trabalhadores. Ela nos fornece os parâmetros do que de fato entrou em contato com o trabalhador e o que foi por este absorvido, e não somente a quantidade existente no ambiente, que talvez possa não ser suficiente para a absorção. Em termos gerais, podemos afirmar que a monitorização biológica complementa o monitoramento ambiental e a vigilância à saúde, considerando se que determina a exposição global diretamente no indivíduo e detecta efeitos precoces e reversíveis, proporcionando uma melhor estimativa de risco. A legislação de segurança do trabalho prevê tanto a monitorização ambiental quanto a monitorização biológica, com a obrigação de adoção de medidas de controle coletivas e individuais. Trabalhar com prevenção nesse nível gera uma situação de segurança muito maior do que quando já ultrapassamos os limites de tolerância ambiental e a exposição dos trabalhadores já provoca grandes riscos de lesões e intoxicações. Indicadores Biológicos de Exposição Qualquer elemento químico ou seu produto metabolizado, bem como qualquer alteração bioquímica precoce que possa ser determinada nos tecidos e fluidos biológicos, além do ar expirado poderão servir como um indicador biológico de exposição. Uma grande vantagem é que devido aos avanços tecnológicos, cada vez mais se tem permitido a utilização de indicadores biológicos mais sensíveis e mais confiáveis. Assim, os limiares de sensibilidade são cada vez menores, o que nos dá a chance de detectá-los, mesmo que em pequenas exposições e por um pequeno período de tempo. De forma geral, os indicadores biológicos de exposição podem ser divididos basicamente em: indicadores de dose interna e indicadores de efeito 8
9 sobre o organismo. Os indicadores de dose interna são aqueles que permitem conhecer a concentração real do agente tóxico no organismo do trabalhador. Esse indicador nos permite ainda estimarmos de forma indireta, mas extremamente importante, a intensidade da exposição, desde que o teor do agente tóxico no material biológico possa se correlacionar com a concentração ambiental. De forma geral, isso só faz sentido quando pressupomos o conhecimento do agente presente e especialmente a sua toxicocinética no organismo humano. Os indicadores de efeitos são aqueles que revelam alterações no organismo resultantes da ação de um agente tóxico presente no ambiente de trabalho em um tecido, em um órgão ou em um sistema específico. Esses indicadores representam de fato alterações muitas vezes precoces e indicam o diagnóstico de doenças relativas à exposição. Obviamente esse trabalhador tem que ser tratado, e se necessário afastado. Revendo a Problematização Assista novamente ao vídeo da problematização no material on-line, e escolha uma das seguintes alternativas: a. Sim, seus problemas de saúde podem estar relacionados com o trabalho, especialmente com o estresse e uma alternativa é a monitorização ambiental. b. Sim, seus problemas de saúde são devido a exposição do elemento tóxico no ambiente de trabalho e, uma alternativa é a monitorização biológica. c. Sim, seus problemas de saúde tem relação direta com o trabalho de Márcia e, uma boa alternativa de monitorização seria a biológica. 9
10 Feedback a. De fato, podemos estar frente a uma situação de estresse ocupacional, que com certeza está embutido nesse caso. Isso pelo menos explicaria a insônia e a cefaleia, mas não a surdez, que provavelmente é devida à exposição de Márcia à cola de sapateiro. Como alternativa de monitoramento, poderíamos utilizar o monitoramento ambiental. Ele é extremamente válido e pode nos dar uma noção sobre a concentração de tolueno no ambiente de trabalho dela, no entanto não necessariamente esses índices entram de fato em contato direto (absorção) com o organismo de Márcia. b. Claro que insônia e dores de cabeça podem ser devidas ao estresse, mas nesse caso o que pode estar influenciando decisivamente esses processos, inclusive a perda de acuidade auditiva, é o tolueno contido na cola que ela utiliza diariamente para a colagem das solas nos sapatos. Nesse caso, a monitorização biológica nos daria uma quantificação exata da quantidade de tolueno presente no ambiente de trabalho disponível para absorção, a partir da determinação de ácido hipúrico na urina. c. Com certeza os problemas de saúde apresentados por Márcia, são sim relacionados ao trabalho que ela exerce. Temos que lembrar que ela trabalha com cola de sapateiro e que um dos constituintes dessa cola é o tolueno. Sendo assim os sintomas de surdez, insônia e dores de cabeça estão associadas à exposição de Márcia ao tolueno. Uma forma de monitorarmos isso é através da monitorização biológica, onde podemos averiguar a quantidade exata de tolueno que Márcia está absorvendo através da medida de ácido hipúrico em sua urina, após orientação necessária. 10
11 Síntese Neste tema você notou como a monitoração biológica e a ambiental são fundamentais para identificar, reduzir e até mesmo eliminar as ações dos agentes toxicológicos. Para encerrar, assista ao vídeo no material on-line, no qual o professor João fará uma síntese dos assuntos abordados neste tema. 11
12 Referências KLAASSEN, C. D.; Watkins III, J. B. Fundamentos em Toxicologia de Casarett e Doull. 2 ed. São Paulo: Artmed, LARINI, L. Toxicologia. São Paulo: Manole Ltda. OGA, S. Fundamentos de Toxicologia. 3 ed. São Paulo: Atheneu, 2008 MICHEL, O. da R. Toxicologia Ocupacional. São Paulo: Revinter Sites Consultados Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) < Biblioteca Virtual em Saúde Toxicologia Brasil < Centro de Controle de Doenças (CDC) < LIBBS Farmacêutica < Manual Merck < Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). < Organização Internacional do Trabalho < Sistema Nacional de informações Tóxico-Farmacológicas (SINITOX) < 12
13 Atividades 1. Risco em toxicologia pode ser definido como: a. A capacidade de uma substância chegar ao organismo. b. A capacidade de uma substância sair de onde se encontra e atingir uma concentração efetiva no sítio de ação, dentro do organismo. c. A capacidade de alguma substância provocar uma intoxicação efetiva, levando o trabalhador à morte. d. A capacidade de uma substância sair de onde se encontra e chegar ao organismo. 2. Uma dificuldade importante na identificação do risco em toxicologia ocupacional é: a. As impurezas químicas contidas nos produtos não interferem na identificação do risco. b. A existência de poucas substâncias no ambiente de trabalho. c. A presença de veículos e coformulantes dificulta a identificação do risco. d. O excesso de conhecimento de todas as substâncias químicas presentes no ambiente de trabalho e suas propriedades toxicológicas. 3. Dentre as principais finalidades da monitorização ambiental temos: a. Conhecer e determinar as principais fontes de exposição dos trabalhadores. b. Preocupar-se com a variabilidade individual na avaliação de 13
14 biomarcadores. c. Avaliar os biomarcadores relativos a uma dada substância química. d. Conhecer os efeitos de uma dada substância no organismo do trabalhador. 4. Para avaliarmos corretamente os resultados de uma monitorização ambiental, necessitamos conhecer: a. A variabilidade individual. b. As principais características dos biomarcadores utilizados. c. A biotransformação das substâncias tóxicas absorvidas no organismo do trabalhador. d. As condições de ventilação e principalmente possíveis modificações feitas entre os períodos das análises. 5. Os indicadores de dose interna são aqueles que nos permitem: a. Revelar alterações no organismo resultantes da ação de um agente tóxico presente no ambiente de trabalho. b. Estimar de forma direta a intensidade da exposição. c. Conhecer a concentração real dos agentes tóxicos no organismo do trabalhador. d. Observar alterações, muitas vezes precoces, que dão o diagnóstico de doenças relativas à exposição. 14
15 Feeedbacks 1. a. Esta não é a alternativa correta. Lembre-se que além da substância chegar ao organismo, em toxicologia, ela tem que ter basicamente a capacidade de sair de onde se encontra e atingir uma concentração efetiva no sítio de ação dentro do organismo. b. Correto. De fato, risco em toxicologia ocupacional é definido como a capacidade que uma substância tem de sair de onde se encontra e atingir uma concentração efetiva no sírio de ação, dentro do organismo, ou seja, resumidamente é a probabilidade da ocorrência de efeito. c. Esta não é a alternativa correta.. O risco é definido como a capacidade que uma substância tem de sair de onde se encontra e atingir uma concentração efetiva no sírio de ação, dentro do organismo, e não necessariamente provocando uma intoxicação que leve a morte do trabalhador. d. Esta não é a alternativa correta.. Além de sair de onde se encontra e chegar ao organismo, para caracterizar risco em toxicologia ocupacional, ela deve chegar a concentrações efetivas no sítio de ação, claro, dentro do organismo. 2. a. Esta não é a alternativa correta. A presença de impurezas químicas nos produtos interfere na identificação do risco, pois se não soubermos o que são essas impurezas e as capacidades tóxicas de cada uma delas, com certeza não conseguiremos identificar o risco desse produto corretamente. 15
16 b. Esta não é a alternativa correta. Infelizmente nós temos uma quantidade extremamente alta de substâncias no ambiente de trabalho, o que dificulta na identificação do risco. c. Correto. De fato a presença de veículos ou coformulantes pode prejudicar a correta identificação do risco de uma substância, até mesmo porque nem sempre conseguimos saber a sua quantidade exata. d. Esta não é a alternativa correta. Infelizmente não conhecemos nem a metade das substâncias presentes no ambiente de tralhado. E das conhecidas, muito pouco sabemos suas propriedades toxicológicas exatas. 3. a. Correto. De fato, conhecer e determinar as principais fontes de exposição dos trabalhadores é uma das principais finalidades da monitorização ambiental. b. Esta não é a alternativa correta. Essa é uma finalidade da monitorização biológica. c. Esta não é a alternativa correta. Essa é uma finalidade da monitorização biológica. d. Esta não é a alternativa correta. Essa é uma finalidade da monitorização biológica. 4. a. Esta não é a alternativa correta. Esse é um conhecimento essencial para a avaliação dos resultados da monitorização biológica. 16
17 b. Esta não é a alternativa correta. Esse é um conhecimento essencial para a avaliação dos resultados da monitorização biológica. c. Esta não é a alternativa correta. Esse é um conhecimento essencial para a avaliação dos resultados da monitorização biológica. d. Correto. De fato, a avaliação das condições de ventilação e possíveis modificações realizadas entre os períodos das análises faz com que consigamos avaliar corretamente os resultados da monitorização ambiental. 5. a. Esta não é a alternativa correta. Esses são os indicadores de efeito. b. Esta não é a alternativa correta. Permite estimar, mas de forma INDIRETA, a intensidade da exposição. c. Correto. De fato, os indicadores de dose interna são aqueles que permitem conhecermos a concentração real dos agentes tóxicos no organismo do trabalhador. d. Esta não é a alternativa correta. Esses são os indicadores de efeito. 17
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