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- Rebeca Beltrão Bardini
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1 BuscaLegis.ccj.ufsc.br Teoria do Inadimplemento Daniel Victor * As obrigações se extinguem naturalmente pelo seu pagamento, porém pode acontecer a inexecução, ou seja, a não satisfação do direito de crédito originado no contrato pactuado, sendo atribuído a este fato o nome de inadimplemento. Em ocorrendo o inadimplemento, para que alguém se torne responsável pelo pagamento dos possíveis danos causados é preciso que exista um nexo de causalidade entre a ação contratualmente ilícita e os respectivos danos que porventura foram causados. O art. 956 do Código Civil exprime bem essa idéia. Assim, não basta tão somente o ato ilícito e o prejuízo, sendo indispensável que o primeiro tenha extrema ligação com o segundo. Desta forma, pode-se classificar o ato ilícito como sendo culposo (doloso ou não) ou não culposo (caso fortuito ou força maior). Em sendo culposo, independentemente do dolo, o devedor terá a incumbência de ressarcir o dano causado a outrem, geralmente o contratante, em virtude da inexecução de um dever jurídico para com este, podendo sua responsabilidade, dentro deste parâmetro, ser contratual ou civil, neste último caso, em sua maioria, quando causado a terceiros. Assim é que, a responsabilidade que detém o agente causador do inadimplemento é a de que responda pelos danos patrimoniais ou morais causados, através de ação de perdas e danos, devendo a indenização ser completa, abrangendo até mesmo o dano emergente e o lucro cessante, dado ao fato que o credor tem o direito de receber o que efetivamente perdeu e o que deixou de ganhar. Pode ainda, na compensação da indenização, serem 1
2 acrescidos a esta os juros, que equivalerão ao rendimento do capital empregado na obrigação, perdido por força da ação do contratante inadimplente. A essa inexecução, chamada também de atraso ou retardamento, dá-se o nome de mora. O art. 955 do Código Civil estabelece que a mora existe quando o devedor não paga ou o credor não recebe, por culpa exclusivamente sua, o objeto da prestação jurídica, no tempo, lugar e pelo modo convencionado. Este instituto apresenta como pressupostos a inexecução da obrigação, o vencimento da dívida, a culpa do devedor e a viabilidade da prestação. A mora pode ser ocasionada por qualquer uma das duas partes da relação jurídica, tanto o credor como o devedor e seus efeitos são o surgimento do dever de indenizar e a perpetuação da obrigação. Para que ocorra a extinção da mora é preciso que seja purgada ou que não seja mais possível a realização do dever de prestar. Sobre a purgação o art. 959 do Código Civil estabelece três situações: a primeira, figura por parte do devedor; a segunda pelo credor; e a terceira por ambos. Neste último modo de extinção, vale salientar que nos casos de ser a mora conseqüente de inexecução culposa, o credor ou devedor, quando esta for atribuída a um fato inevitável, imprevisível ou irresistível, não concorrem para sua configuração, pois esses feitos tornaram impossível a execução da obrigação. - TRANSAÇÃO: Meio possível para resolução de imbróglios decorrentes do inadimplemento, consiste no negócio jurídico bilateral pelo qual os transigentes, mediante concessões de ambas as partes, encerram um litígio decorrente do inadimplemento contratual, ou impedem que ele surja. Apresenta a transação natureza contratual, tendo como elementos de sua formação: a) um litígio já existente ou a existir futuramente, b) intenção das partes em resolvê-lo; e, c) 2
3 concessões bilaterais. Os tipos de transação são basicamente dois: a transação judicial e a transação extrajudicial, a primeira recaindo sobre os direitos contestados em juízo e a segunda nascendo para evitar o processo. A transação tem por objeto, principalmente, bens materiais, não sendo possível recair sobre bens imateriais da pessoa contratante, assim, não pode haver transação sobre o estado da pessoa e o direito de família, nada impedindo, porém, que ela ocorra sobre os bens patrimoniais resultantes da liquidação daqueles extrapatrimoniais. A transação pode produzir entre as partes envolvidas efeito de coisa julgada e será nula quando já existir sentença que pôs fim a lide processual, se iniciada, bem como quando acontecer erro essencial quanto a pessoa e quanto ao objeto. - GARANTIAS DE CRÉDITO É o modo pelo qual o devedor fornece ao seu credor uma garantia para evitar que, em caso de inadimplência, incorra em prejuízo. Divide-se em quatro formas, quais sejam: 1- Cláusula Penal, que é o pacto acessório pelo qual as partes de um contrato fixam, de antemão, o valor das perdas e danos, que por acaso se verifiquem em conseqüência da mora ou da inexecução culposa da obrigação, e também, em caso de contrato preliminar, da não concretização do pacto principal em decorrência da desistência voluntária de qualquer das partes, sem motivo justificado. Apresenta como pressupostos a inexecução do negócio, a inexecução da cláusula específica e a mora. As cláusulas penais podem ser moratória ou compensatória; a primeira ocorre quando o devedor incide em mora e sem prejuízo da prestação principal, enquanto que a segunda surge quando da infração do contrato, podendo então substituir as perdas e danos. Com relação ao seu limite, há uma pequena divergência, pois enquanto a Lei de Usura determina que seu valor não seja superior a 10% (dez por 3
4 cento), o Código Civil estabelece que este não seja superior ao atribuído à obrigação principal, enquanto que o Código de Defesa do Consumidor, em seu art. 52, 1º, define o percentual de 2% (dois por cento) para as relações consumidor-fornecedor. 2- Direito de retenção, é a possibilidade que o credor, detentor de um bem do devedor, tem de retê-lo, até que seja efetuado o pagamento do débito, nos casos previstos em lei ou por convenção entre as partes. São requisitos para a sua ocorrência: o credor estar em poder da coisa de forma legítima, o crédito ser certo e exigível e a existência de nexo de causalidade entre o objeto e a obrigação. 3- Privilégios creditícios, é a preferência que tem um crédito sobre o outro, tendo como idéia básica a intenção de evitar o enriquecimento sem causa concedendo uma garantia ao credor, caracterizando-se pelo seu aspecto acessório passivo. Classificam-se na seguinte ordem: 1º - Crédito trabalhista e alimentares; 2º - créditos fiscais; 3º - encargos da massa; 4º - credores reais; 5º - créditos de privilégios especial; 6º - crédito com privilégio geral; 7º - créditos quirografários. 4- Revogação de atos em fraude contra credores, referente aos atos em que o devedor por mera arbitrariedade dolosa tenta prejudicar aos seus credores, podendo estes atos serem anulados. A ação responsável pela coibição deste ato é chamada de ação pauliana e é intentada contra o terceiro adquirente, para que ele devolva a coisa, com seus acessórios e frutos ao patrimônio do devedor. - CESSÃO DE CRÉDITO 4
5 É o ato pelo qual um credor transmite seu crédito a outrem, abrindo mão de um direito seu, de maneira gratuita ou onerosa. Pode a cessão apresentar-se de diversas maneiras: ativa ou passiva, entre pessoas vivas ou em virtude de falecimento, podendo ainda ser a título universal (vários créditos) ou título singular (um único crédito). No que se refere a forma, esta pode ser convencional (entre as partes) legal (em virtude de lei) e judicial (advinda de sentença) e ainda pro soluto (quando garantido o débito, não se obriga pela sua boa ou má liquidação e pro solvendo (quando do não pagamento o cessionário poderá exigi-lo do cedente. São intransmissíveis os bens que envolvem os direito de conteúdo não patrimonial e os de direito intuito persone. Conclui-se que, o contrato, em sua concepção original, é criado para ser cumprido, mas, em não o sendo, ocorrendo inadimplemento contratual, a legislação estabelece algumas diretrizes a serem seguidas, de forma a resolver as conseqüências desse não-pagamento, transacionando ou cedendo-o, ou evita-lo, garantindo previamente a relação contratual. * Estudante de Direito. Disponível em: Acesso em: 07 de outubro de
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