Introdução à Inteligência Artificial
|
|
|
- Eduarda Chaves Valente
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 O que é Inteligência rtificial (I)? Introdução à Inteligência rtificial Disciplina de Inteligência rtificial Profa. Huei Diana ee Podem ser usados para: Explicar o passado; Predizer o futuro; Entender o problema; ontrolar o mundo. Modelos Baseados em Modelos Baseados em 3 4 Não é suficiente! Modelos Baseados em Modelos Baseados em 5 6 1
2 O que é Representação? Representação que Provê Suporte a Modelos Baseados em Representação que Provê Suporte a Modelos Baseados em 7 8 Exemplo do Problema de Travessia do Rio: Era uma vez um fazendeiro () que foi ao mercado e comprou um lobo (), um carneiro () e uma alface (). No caminho para casa, o fazendeiro chegou à margem de um rio e arrendou um barco. Mas, na travessia do rio por barco, o agricultor poderia levar apenas a si mesmo e uma única de suas compras - o lobo, o carneiro, ou a alface. Se fossem deixados sozinhos em uma mesma margem, o lobo comeria o carneiro e o carneiro comeria a alface. O desafio do fazendeiro é atravessar a si mesmo e as suas compras para a margem oposta do rio, deixando cada compra intacta. omo ele fará isso? Exemplo do Problema de Travessia do Rio: Ilustração do livro "Problem Solving Through Recreational Mathematics", Exemplo do Problema de Travessia do Rio: Exemplo do Problema de Travessia do Rio:
3 Exemplo do Problema de Travessia do Rio: Exemplo do Problema de Travessia do Rio: Exemplo do Problema de Travessia do Rio: Exemplo do Problema de Travessia do Rio: São fundamentais nas representações. Restrições Expostas por Representação que Provê Suporte a Modelos Baseados em Restrições Expostas por Representação que Provê Suporte a Modelos Baseados em
4 Mas nós somos ientistas da omputação! Restrições Expostas por Representação que Provê Suporte a Modelos Baseados em Restrições Expostas por Representação que Provê Suporte a Modelos Baseados em O que é I... Mais um exemplo... lgoritmos apacitados por Restrições Expostas por Representação que Provê Suporte a Modelos Baseados em Gerar e Testar O Gerador Não deve ser redundante; Deve ser capaz de receber informação. Gerar Testar alhas
5 Voltando ao Gerar e Testar 25 Princípio de Rumpelstiltskin: Uma vez que possamos nomear algo, temos o poder sobre isso. Outro exemplo: a ponta do cadarço. Ideia simples, mas não trivial; uidado com a palavra trivial; Trivial Simples; Simples pode ser poderoso; Trivial é simples, mas de pouca importância, insignificante; Ideias complicadas x ideias importantes. 26 Occam s Razor! O que é I... lgoritmos apacitados por Restrições Expostas por Representação que Provê Suporte a Modelos Baseados em 27 William of Ockham (also Occam; c ) 28 Inteligência Sala hinesa O que é inteligência??! 29 Nossas mentes contêm processos que nos capacitam a solucionar problemas que consideramos difíceis. Inteligência é o nome que damos a qualquer um destes processos que ainda não compreendemos Marvin Minsky 30 ` John Searle
6 É Inteligente? Teste de Turing lan Turing 1950? omputing Machinery and Intelligence! 31 ` 32 Teste de Turing Teste de Turing Inteligência Habilidade de aprender e lidar com situações esperadas e inesperadas; Habilidade de contemplar, pensar e raciocinar; Sinônimos: érebro; Mente; Senso. Relacionados: Discernimento; Julgamento; Perspicácia; Sabedoria. 36 Inteligência De aorcdo com uma pqsieusa de uma uinrvesriddae ignlsea, não ipomtra em qaul odrem as lrteas de uma plravaa etãso, a úncia csioa iprotmatne é que a piremria e útmlia lrteas etejasm no lgaur crteo; O rseto pdoe ser uma ttaol bçguana que vcoê pdoe anida ler sem pobrlmea; Itso é poqrue nós não lmeos cdaa lrtea isladoa, mas a plravaa cmoo um tdoo. 6
7 Deep Blue x Kasparov (omputador x Homem) Velocidade x Inteligência Deep Blue: sistema desenvolvido pela IBM para jogar xadrez, que venceu um campeão humano, Kasparov; Questão: Kasparov é inteligente? Deep Blue é inteligente? Deep Blue utiliza uma grande árvore de busca; Deep Blue examina 2 bilhões de movimentos por segundo; ssumindo que Kasparov examine 2 movimentos por segundo: Kasparov é um bilhão de vezes mais inteligente que Deep Blue; Deep Blue venceu Kasparov essencialmente por força bruta. 38 Velocidade x Inteligência O que é I? Um algoritmo não-inteligente requer um aumento exponencial na sua velocidade para um aumento linear em inteligência ; O que diferencia inteligência artificial da inteligência natural? o invés de melhorias na velocidade, precisamos melhorar o projeto do algoritmo Natural x rtificial Inteligência Natural x rtificial rtificial: palavra ambígua = fabricado; Sentidos: uz artificial X lor artificial? lor rtificial: parece ser; mas realmente não é o que parece ser (artificial = imitação, só aparência. uz rtificial: é luz e ilumina; é o que parece ser. dquire grande qtde de informação externa Usa Sensores (visão, audição, tato, olfato) É riativa ou tem Imaginação prende por Experiência Retém Dados Detalhados az cálculos complexos É adaptável Usa uma variedade de fontes de informação Natural rtificial
8 Inteligência Natural x rtificial Inteligência Natural x rtificial Natural rtificial dquire grande qtde de informação externa lto Baixo Usa Sensores (visão, audição, tato, olfato) É riativa ou tem Imaginação prende por Experiência Retém Dados Detalhados az cálculos complexos É adaptável Usa uma variedade de fontes de informação Natural rtificial dquire grande qtde de informação externa lto Baixo Usa Sensores (visão, audição, tato, olfato) lto Baixo É riativa ou tem Imaginação prende por Experiência Retém Dados Detalhados az cálculos complexos É adaptável Usa uma variedade de fontes de informação Inteligência Natural x rtificial Inteligência Natural x rtificial Natural rtificial dquire grande qtde de informação externa lto Baixo Usa Sensores (visão, audição, tato, olfato) lto Baixo É riativa ou tem Imaginação lto Baixo prende por Experiência Retém Dados Detalhados az cálculos complexos É adaptável Usa uma variedade de fontes de informação Natural rtificial dquire grande qtde de informação externa lto Baixo Usa Sensores (visão, audição, tato, olfato) lto Baixo É riativa ou tem Imaginação lto Baixo prende por Experiência lto Baixo Retém Dados Detalhados az cálculos complexos É adaptável Usa uma variedade de fontes de informação Inteligência Natural x rtificial Inteligência Natural x rtificial Natural rtificial dquire grande qtde de informação externa lto Baixo Usa Sensores (visão, audição, tato, olfato) lto Baixo É riativa ou tem Imaginação lto Baixo prende por Experiência lto Baixo Retém Dados Detalhados Baixo lto az cálculos complexos É adaptável Usa uma variedade de fontes de informação Natural rtificial dquire grande qtde de informação externa lto Baixo Usa Sensores (visão, audição, tato, olfato) lto Baixo É riativa ou tem Imaginação lto Baixo prende por Experiência lto Baixo Retém Dados Detalhados Baixo lto az cálculos complexos Baixo lto É adaptável Usa uma variedade de fontes de informação
9 Inteligência Natural x rtificial Inteligência Natural x rtificial Natural rtificial dquire grande qtde de informação externa lto Baixo Usa Sensores (visão, audição, tato, olfato) lto Baixo É riativa ou tem Imaginação lto Baixo prende por Experiência lto Baixo Retém Dados Detalhados Baixo lto az cálculos complexos Baixo lto É adaptável lto Baixo Usa uma variedade de fontes de informação Natural rtificial dquire grande qtde de informação externa lto Baixo Usa Sensores (visão, audição, tato, olfato) lto Baixo É riativa ou tem Imaginação lto Baixo prende por Experiência lto Baixo Retém Dados Detalhados Baixo lto az cálculos complexos Baixo lto É adaptável lto Baixo Usa uma variedade de fontes de informação lto Baixo Baixo lto Sistema Inteligente O que é I? prende por experiência; Utiliza conhecimento adquirido (por experiência); Soluciona problemas na ausência de alguma informação; Reage rapidamente perante uma nova situação ; Determina o que é importante; Raciocina e pensa; Entende imagens visuais; Processa e manipula símbolos; É criativo e imaginativo; Utiliza heurísticas. Uma área de pesquisa que investiga formas de habilitar o computador a realizar tarefas nas quais, até o momento, o ser humano tem um melhor desempenho. - Elaine Rich Definições dicionais Inteligência rtificial onjunto de técnicas para a construção de máquinas inteligentes, capazes de resolver problemas que requerem inteligência humana (Nilsson); Ramo da iência da omputação dedicado à automação de comportamento inteligente (uger & Stubble); Tecnologia de processamento de informação que envolve processos de raciocínio, aprendizado e percepção (Winston). I tem como objetivo entender e construir sistemas inteligentes; Motivação prender mais sobre nós mesmos; Sistemas de I são interessantes e úteis; omo é possível para um cérebro lento e pequeno (biológico ou eletrônico) perceber, entender, predizer e manipular um mundo muito maior e mais complicado que ele mesmo?
10 Definições de I: 4 categorias Definições de I: 4 ategorias Raciocínio pensam como humanos atuam como humanos pensam racionalmente atuam racionalmente pensam como humanos atuam como humanos pensam racionalmente atuam racionalmente omportamento Definições de I: 4 ategorias Sucesso é avaliado em termos de desempenho humano pensam como humanos atuam como humanos pensam racionalmente atuam racionalmente Sucesso é avaliado em termos de um conceito ideal de inteligência (racionalidade) História da Inteligência rtificial História da Inteligência rtificial Era pré-inteligência rtificial gestação de I ( ); O entusiasmo dos primeiros anos de I, grandes expectativas ( ); Uma dose de realidade ( ); Sistemas Baseados em onhecimento: have para o Poder? ( ); I se torna comercial ( ); O retorno das Redes Neurais ( presente); Eventos Recentes. Por volta de , trabalho conjunto com harles Babbage na Máquina de Diferenças 2 (Máquina nalítica)
11 Gestação de I ( ) Gestação de I ( ) Dendritos 61 Soma (corpo da célula) xiônio Terminações do xiônio Primeiro trabalho de I foi um modelo de neurônios artificiais (Mculloch e Pitts, 1943) e foi o precursor das tradições lógica e conexionista de I. igura adaptada. onte: Material didático Prof. Zhao iang 62 Donald Hebb (1949) propôs algoritmo de aprendizado baseado no reforço de ligações sinápticas (variação de pesos de entrada); omeço dos anos 1950: laude Shannon e lan Turing escreveram programas de xadrez para máquinas von Neumann; o mesmo tempo, Marvin Minsky e Dean Edmonds construíram o primeiro computador baseado em redes neurais (1951); Workshop em Dartmouth em 1956: pesquisadores de Princeton, IBM, MIT e MU se reuniram a convite de John Mcarthy: Os 20 anos seguintes foram dominados por pesquisadores participantes do Workshop e seus estudantes; oi neste Workshop que o nome Inteligência rtificial surgiu para denominar o novo campo de estudo (cunhado por Mcarthy). 63 O Entusiasmo dos Primeiros nos de I ( ) llen Newell, John Shaw e Herbert Simon desenvolveram o General Problem Solver GPS, programa que foi projetado com o intuito de imitar protocolos humanos de resolução de problemas; ssim, GPS foi o primeiro programa a incorporar a abordagem Pensar como humanos. combinação de I e iência ognitiva continua até hoje: Simon:... não é meu objetivo surpreendê-los ou chocálos, mas o modo mais simples de resumir tudo isso é dizer que agora existe no mundo máquinas que pensam, aprendem e criam... rthur Samuel (1952) escreveu uma série de programas para jogar damas e provou o contrário do que era senso comum na época: a ideia de que computadores podiam fazer somente o que era dito para eles. Seus programas aprendiam rapidamente a jogar melhor que seu criador. 64 O Entusiasmo dos Primeiros nos de I ( ) John Mcarthy sai do MIT (1958): Mcarthy (1958) desenvolveu ISP, que se tornou a linguagem dominante de I na época. John lan Robinson (1963) descobriu o método da resolução: Um algoritmo completo de provas de teoremas para a ógica de 1a Ordem; PROOG estava a caminho. Marvin Minsky supervisionou uma série de estudantes que escolheram problemas limitados que pareciam requerer inteligência para serem resolvidos micromundos: O mais famoso micromundo foi o mundo dos blocos; Trabalhos de redes neurais começaram a florescer. Uma Dose de Realidade ( ) 1960 Bernard Widrow e Ted Hoff propuseram a Regra Delta (usada até hoje!); 1969 Marvin Minsky e Seymor Papert: O perceptron não resolve problemas linearmente separáveis; evam à descrença de redes neurais durante os anos Uma Dose de Realidade ( ) barreira que muitos projetos de I encontraram foi que métodos, que eram suficientes para demonstrações de um ou dois exemplos simples, falham terrivelmente quando foram aplicados a uma seleção maior de problemas ou problemas mais difíceis; O primeiro tipo de dificuldade: os primeiros programas continham pouco ou nenhum conhecimento do assunto que eles tratavam e tinham sucesso através de manipulações sintáticas muito simples EIZ (65)
12 67 Uma Dose de Realidade ( ) O segundo tipo de dificuldade: a intratabilidade de muitos problemas que I estava tentando resolver: Os primeiros programas funcionavam somente porque os micromundos continham poucos objetos; ntes que a teoria de problemas NP-completos fosse desenvolvida, se acreditava que o problema de se escalar para problemas maiores era simplesmente um problema de se ter hardware mais rápido. O terceiro tipo de dificuldade: limitações sobre as estruturas básicas usadas para gerar comportamento inteligente. ógica Proposicional Processo de substituição de frases em linguagem natural para letras proposicionais e conectivos lógicos 1. Ex: Se chove então Maria ngélica estuda o problema e se não faz frio na aura está nadando p: Maria ngélica estuda o problema q: na aura está nadando r: chove s: faz frio Encontrar conectivos: (Se chove então Maria ngélica estuda o problema) e (se (não faz frio) então na aura está nadando) 1. Substituir frases e conectivos: (r p) ( s q) ógica Proposicional x Relacional ógica Proposicional x Relacional Dado o domínio dos filósofos: Todos os homens são mortais Platão é um homem 1. X homem(x) mortal (X) 2. homem(platão) Deseja-se provar que mortal(platão) Provar que Platão é mortal usando resolução por meio de refutação (negação da conclusão) Passando para a forma clausal e aplicando o método da resolução por refutação: 1. homem(x) mortal (X) Premissa 1 2. homem(platão) Premissa 2 3. mortal(platão) Neg. onclusão 4. mortal(platão) de 1,2 θ= {X/platão} 5. [] de 3,4 71 SBs: have para o Poder? ( ) O método de resolução de problemas usado na primeira década de I: Mecanismo de busca de propósito geral; hamados de métodos fracos porque usam pouca informação sobre o domínio; Para domínios complexos, o desempenho é pobre. significância do programa Dendral (69): Inferia a estrutura molecular de informações fornecidas por um espectrômetro de massa; oi o primeiro sistema a trabalhar com conhecimento intensivo: sua especialidade era derivada de um grande número de regras específicas. 72 SBs: have para o Poder? ( ) Edward eigenbaum e outros em Stanford começam a investigar a nova metodologia de sistemas especialistas; importância do conhecimento do domínio foi também aparente na área de processamento de linguagem natural; O crescimento das aplicações no mundo real aumentou a demanda por esquemas de representação de conhecimento alternativos: ógica; rames; Redes Semânticas. 12
13 73 I se Torna omercial ( ) O primeiro sistema especialista de sucesso comercial, R1, que ajudava a configurar ordens para novos computadores; Em 1981, os japoneses anunciaram a Quinta Geração, um projeto de 10 anos para construção de computadores inteligentes que executavam PROOG. 74 O retorno das Redes Neurais e o surgimento de outros paradigmas ( ) Embora a iência da omputação tenha negligenciado o campo das redes neurais, o trabalho continuou em outros campos, particularmente na ísica (1982); Árvores de Decisão (1987); Naive Bayes (1994 Estudo comparativo com Redes Neurais e Árvores de Decisão); o mesmo tempo, algumas desilusões sobre a aplicabilidade de sistemas especialistas começaram a surgir; Muitos pesquisadores defendiam que uma nova abordagem a I deveria ser baseada em Robótica. 75 Por trás da cena ( ) om quase meio século de vida, a I atingiu alguns de seus resultados mais antigos; Houve sucesso em áreas de tecnologia industrial; lguns dos progressos foram devidos ao avanços de hardware e foco em problemas específicos; 1997: Deep blue; erramentas matemáticas sofisticadas; Probabilidade e Teoria da Decisão: Bayesian Networks, Hidden Markov Models, Teoria da Informação, otimização clássica entre outros; Descrições matemáticas precisas foram desenvolvidas para pardigmas como Redes Neurais e lgoritmos Evolucionários. 76 Deep learning, big data e outros (2000 presente) cesso a grandes quantidades de dados (big data); omputadores mais rápidos; Métodos de prendizado de Máquina avançados; Em 2016, o mercado de produtos contendo I alcançou mais de 8 bilhões de dólares 1 ; Watson: Sequenciamento de genoma; Oncologia; loud service; Em 2020, 60% das aplicações de I estarão sendo executadas sob plataformas de mazon, Google, Microsoft e IBM. 1 ID Research Inc. O que a I pode fazer por nós? O que é I? O que a I pode fazer por nós? S221: rtificial Intelligence - Percy iang 13
14 O que a I pode fazer por nós? O que a I pode fazer por nós? S221: rtificial Intelligence - Percy iang S221: rtificial Intelligence - Percy iang O que a I pode fazer por nós? O que a I pode fazer por nós? S221: rtificial Intelligence - Percy iang S221: rtificial Intelligence - Percy iang O que a I pode fazer por nós? O que a I pode fazer por nós? S221: rtificial Intelligence - Percy iang S221: rtificial Intelligence - Percy iang 14
15 O que a I pode fazer por nós? Muitas outras aplicações 85 Busca na Web; Reconhecimento de fala; Extração de informação; Sumarização de documentos; orreção ortográfica; Reconhecimento de imagens; Reconstrução 3D de cenários; Reconhecimento de atividade humana; Recuperação de informação (por exemplo, música); nálise de redes sociais; Recomendação de produtos; Marketing; Otimização de energia em Smart Grids; Robótica: Doméstica; irurgia; Exploração. iltragem de spam; Detecção de fraudes; Diagnóstico de falhas; Diagnóstico Médico; Tratamento de imagens médicas;... S221: rtificial Intelligence - Percy iang aracterísticas da I Áreas Relacionadas a I lto impacto social; Multi e transdisciplinar; omplexa onsiderações inais Inteligência Se o cérebro [humano] fosse tão simples que pudéssemos compreendê-lo, nós seríamos tão simples que não o conseguiríamos. yall Watson, biólogo 90 15
16 Referências Material didático do Prof. José ugusto Baranauskas, Inteligência rtificial, Departamento de ísica e Matemática RP-USP. Material didático do Prof. Zhao iang, Inteligência rtificial, Instituto de iências Matemáticas e de omputação IM-USP. Material didático do Prof. Patrick H. Winston, rtificial Intelligence, Massachusetts Institute of Technology MIT. Material didático do Prof. Percy iang, rtificial Intelligence: Principles and Techniques, Stanford &_r=0 (cesso em 10/04/2017)
IAC - Inteligência Artificial Aplicada a Controle
Introdução IAC - Inteligência Artificial Aplicada a Controle Prof. Dr. Alexandre da Silva Simões Homo sapiens: capacidades mentais de grande importância Como um punhado de matéria pode perceber, compreender,
Inteligência Computacional
Inteligência Computacional INTRODUÇÃO ÀS REDES NEURAIS ARTIFICIAIS Renato Dourado Maia Faculdade de Ciência e Tecnologia de Montes Claros Fundação Educacional Montes Claros Motivação Básica A mente humana,
Introdução à Inteligência Artificial
Introdução à Inteligência Artificial O que é Inteligência? 1. Capacidade mental de raciocinar, planejar, resolver problemas, abstrair e compreender ideias e linguagens e aprender. 2. Manifestação de alta
É a parte da Física que estuda os fenômenos relacionados com a luz e sua interação com meios materiais quando as dimensões destes meios é muito maior
É a parte da Física que estuda os fenômenos relacionados com a luz e sua interação com meios materiais quando as dimensões destes meios é muito maior que o comprimento de onda da luz. LUZ Onda eletromagnética,
Introdução à Inteligência Artificial (Capítulo 1 - Russell) Inteligência Artificial. Professor: Rosalvo Ferreira de Oliveira Neto
Introdução à Inteligência Artificial (Capítulo 1 - Russell) Inteligência Artificial Professor: Rosalvo Ferreira de Oliveira Neto Estrutura 1. Definições 2. Áreas de Apoio para IA 3. Sub-Áreas da IA 4.
INF 1771 Inteligência Artificial
Edirlei Soares de Lima INF 1771 Inteligência Artificial Aula 01 - Introdução O Que é Inteligência Artificial? [Winston, 1984]: "Inteligência artificial é o estudo das ideias que
Introdução à Inteligência Artificial
Tópicos do curso Introdução à Inteligência Artificial André de Carvalho Marcílio Souto Renato Tinós PAE Sílvia Modonese Fundamentos 1 Fundamentos Busca Jogos Lógica Aprendizado de Máquina Redes Neurais
Histórico e Aplicações de Inteligência Artificial. Inteligência. Inteligência. Inteligência. É Inteligente? É Inteligente?
Inteligência Artificial Histórico e Aplicações de Inteligência Artificial Esta fornece um breve relato histórico sobre Inteligência Artificial e sua evolução ao longo dos anos bem como uma visão geral
18/09/2016 TIPOGRAFIA. Professora: Teresa Poças
TIPOGRAFIA Professora: Teresa Poças e-mail: [email protected] 1 Houve vários modos de se escrever ao longo da história. Por exemplo, antes da invenção da imprensa, era preciso um escriba por livro, escrito
Inteligência Artificial. Josiane M. Pinheiro Ferreira Maio/2009
Inteligência Artificial Josiane M. Pinheiro Ferreira Maio/2009 Inteligência Artificial (IA) Estuda e tenta construir entidades inteligentes Durante milhares de anos procuramos entender como pensamos: Como
Introdução à IA. Ronaldo C. Pra3 CMCC [email protected]
Introdução à IA Ronaldo C. Pra3 CMCC [email protected] IA Inteligência Inteligência Muito dibcil! O que é inteligência? Inteligência O que é inteligência? Nossas mentes contêm processos que nos
INTELIGÊNCIA COMPUTACIONAL
Rafael D. Ribeiro, M.Sc. [email protected] http://www.rafaeldiasribeiro.com.br A Inteligência Computacional (IC), denominada originalmente de Inteligência Artificial (IA), é uma das ciências
Inteligência Artificial Introdução
Inteligência Artificial Introdução Professora Sheila Cáceres Introdução Que é Inteligência? Faculdade de entender, pensar, raciocinar e interpretar Teológica: dom divino que nos torna semelhantes ao Criador;
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
Figura: Capa do Livro Russell, S., Norvig, P. Artificial Intelligence A Modern Approach, Pearson, 2009. Universidade Federal de Campina Grande Unidade Acadêmica de Sistemas e Computação Curso de Pós-Graduação
Interação Humano-Computador. Percepção Humana
nteração umano-omputador Percepção umana Percepção Perceber a informação apresentada na interface Através dos sinais e que a constituem nteração umano-omputador 2 Percepção ores Volume Perspectivas/profundidade
Inteligência Artificial
Inteligência Artificial Professor: Jerônimo Pellegrini ([email protected]) Horário α: 2a (8 10), 4a (10 12) Sala: S 501 (bloco B) URL deste curso: http://aleph0.info/cursos/ia 2008 t2/ Formato
INF 1771 Inteligência Artificial
INF 1771 Inteligência Artificial Aula 01 - Introdução Edirlei Soares de Lima O que é Inteligência Artificial? O que é Inteligência Artificial? Área de pesquisa que tem como objetivo
Inteligência Artificial
Inteligência Artificial Aula 01 - Introdução Tiago Alves de Oliveira 1 O que é Inteligência Artificial? Tiago Alves de Oliveira 2 O que é Inteligência Artificial? Área de pesquisa que tem como objetivo
Inteligência Artificial
Inteligência Artificial Apresentação da disciplina Conceitos básicos Objetivos Apresentar uma visão geral da Inteligência Artificial, com ênfase na utilidade e aplicação das diferentes abordagens de solução
Inteligência Artificial. Prof. Ilaim Costa Jr.
Inteligência Artificial Prof. Ilaim Costa Jr. 4) Ciência da Computação 4) Ciência da Computação Exemplos de Aplicação da IA Matemática: demonstração
Definições básicas e histórico Inteligência Artificial Análise e Desenvolvimento de Sistemas INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL PROFESSOR FLÁVIO MURILO
Definições básicas e histórico Inteligência Artificial Análise e Desenvolvimento de Sistemas 1 Definição de inteligência in te li gên ci a (latim intelligentia, -ae, plural neutro de intelligens, -entis,
Inteligência Artificial
Inteligência Artificial Prof. Kléber de Oliveira Andrade [email protected] O professor Kléber de Oliveira Andrade Doutorando em Engenharia Mecânica (EESC/USP) Mestrado em Engenharia Mecânica (EESC/USP)
Introdução às Redes Neurais Artificiais
Universidade Federal do Rio Grande do Norte Departamento de Engenharia de Computação e Automação Introdução às Redes Neurais Artificiais DCA0121 Inteligência Artificial Aplicada Heitor Medeiros 1 Tópicos
DEFINIÇÃO DE LUZ ONDA PARTÍCULA PROPAGAÇÃO EFEITO FOTOÉLETRICO
DEFINIÇÃO DE LUZ ONDA PROPAGAÇÃO PARTÍCULA EFEITO FOTOÉLETRICO FONTES DE LUZ Primária Corpo luminoso Secundária Corpo iluminado Incandescente Quente Luminescente Fria Fluorescente c / agente Fosforescente
Inteligência Artificial. Conceitos Gerais
Inteligência Artificial Conceitos Gerais Inteligência Artificial - IA IA é um campo de estudo multidisciplinar e interdisciplinar, que se apóia no conhecimento e evolução de outras áreas do conhecimento.
Introdução a Sistemas Inteligentes
Introdução a Sistemas Inteligentes Conceituação Prof. Ricardo J. G. B. Campello ICMC / USP Créditos Parte do material a seguir consiste de adaptações e extensões dos originais gentilmente cedidos pelo
Principais correntes psicológicas do Século XX. Profª Bianca Werner Psicologia
Principais correntes psicológicas do Século XX Profª Bianca Werner Gestalt A da Forma Representantes: Ernest Mach (1888-1916) Cristian Von Ehrenfels (1859 1932) Desenvolveram a psicofísica estudando as
Inteligência Artificial
Inteligência Artificial Aula 1 Introdução a Inteligência Artificial M.e Guylerme Velasco Definição Ciência que estuda o fenômeno da Inteligência Estudo da inteligência em computadores e através deles,
Inailson Reis Brito¹; Diego Sousa de Lima²; Antonio Leonardo de Sousa Silva³
GESTALT E ÓPTICA NO ENSINO DE FÍSICA: UMA RELAÇÃO ATRAVÉS DE EXPERIMENTOS NA TEORIA DA FORMA E NA ILUSÃO DE ÓPTICA, REALIZADOS EM UMA ESCOLA ESTADUAL DE BRAGANÇA-PA, AMAZÔNIA, BRASIL Inailson Reis Brito¹;
6. QUADRIMESTRE IDEAL 7. NÍVEL Graduação 8. Nº. MÁXIMO DE ALUNOS POR TURMA TEORIA: 60 LABORATÓRIO: 30
Universidade Federal do ABC Rua Santa Adélia, 166 - Bairro Bangu - Santo André - SP - Brasil CEP 09.210-170 - Telefone/Fax: +55 11 4996-3166 1. CÓDIGO E NOME DA DISCIPLINA MC5001 - SISTEMAS MULTIAGENTES
Inteligência Computacional
Inteligência Computacional INTRODUÇÃO À INTELIGÊNCIA COMPUTACIONAL (ARTIFICIAL) Renato Dourado Maia Faculdade de Ciência e Tecnologia de Montes Claros Fundação Educacional Montes Claros Lembrando da Primeira
INSTITUTO DE PÓS GRADUAÇÃO ICPG GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
INSTITUTO DE PÓS GRADUAÇÃO ICPG GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Prof. Msc. Saulo Popov Zambiasi ([email protected]) Informação - ICPG - Criciuma - SC 1 Conceitos de Inteligência e Inteligência Artificial.
INF 1771 Inteligência Artificial
INF 1771 Inteligência Artificial Apresentação da Disciplina Edirlei Soares de Lima O que é Inteligência Artificial? Área de pesquisa que tem como objetivo buscar métodos ou dispositivos
Inteligência Artificial - IA. Agentes Inteligentes
Agentes Inteligentes 1 O que é pensar racionalmente? Segundo Aristóteles: pensar racionalmente é um processo de raciocínio irrefutável. Argumentos que resultam em conclusões corretas ao receberem premissas
Inteligência Artificial Passado, Presente e Futuro
Inteligência Artificial Passado, Presente e Futuro? Prof. Humberto César Brandão de Oliveira [email protected] Laboratório de Inteligência Computacional http://bcc.unifal-mg.edu.br/linc/ Universidade
serotonina (humor) dopamina (Parkinson) serotonina (humor) dopamina (Parkinson) Prozac inibe a recaptação da serotonina
Redes Neurais O modelo biológico O cérebro humano possui cerca 100 bilhões de neurônios O neurônio é composto por um corpo celular chamado soma, ramificações chamadas dendritos (que recebem as entradas)
Introdução à Inteligência Artificial. Procura em contextos competitivos jogos (cont.)
Introdução à Inteligência Artificial Procura em contextos competitivos jogos (cont.) Sumário n Vimos Jogos de 2 jogadores n Determinísticos, soma nula, informação perfeita Estratégia óptima minimax Algoritmos
Geração de Vantagens Competitivas pela Transformação de Informações em Ações. Turn Information into Knowledge... Turn Knowledge into Action...
Geração de Vantagens Competitivas pela Transformação de Informações em Ações Rio de Janeiro, 04 de Abril de 2007. 0 A MKM Consulting Competitiveness Global Strategies Turn Information into Knowledge...
Sistemas Especialistas. Prof. Msc. Jacson Rodrigues
Sistemas Especialistas Prof. Msc. Jacson Rodrigues Sistemas Especialistas Características: Sistema computacional; Destinado a representar o conhecimento de um ou mais especialistas humanos sobre um domínio
Sumário. 5 - Gestalt. Gestalt. Organização. As linhas são paralelas? Os círculos centrais são iguais? Gestalt
Sumário 5 - Gestalt Estágio Curricular Supervisionado em Física I Gestalt Conceitos Fundadores da Gestalt e suas idéias O Fenômeno Fi Piaget e a Gestalt Vygotsky e a Gestalt Bibliografia 14-mar-2009 www.fisica-interessante.com
A Matemática como Serviço a Ciência da Computação. Prof. Dr. Carlos Eduardo de Barros Paes Coordenador do Curso de Ciência da Computação
A Matemática como Serviço a Ciência da Computação Prof. Dr. Carlos Eduardo de Barros Paes Coordenador do Curso de Ciência da Computação A Matemática e Ciência da Computação A Matemática faz parte do DNA
AMBIENTAÇÃO. SABENDO QUE ÉRA POSSÍVEL, ELE FOI LÁ E FEZ! Edio Schrader
AMBIENTAÇÃO SABENDO QUE ÉRA POSSÍVEL, ELE FOI LÁ E FEZ! Edio Schrader Como o empreendedorismo e a inovação podem mudar a sua vida! SORTE NÃO, SUCESSO SIM! UMA HISTÓRIA DE SUCESSO O JEITO SIMPLES DE SER
Inteligência Artificial
Inteligência Artificial Uma Visão Geral Profa. Dra. Flavia Cristina Bernardini PURO UFF Tópicos O que é IA História da IA Inteligência e Aprendizado O que constitui inteligência? Exercício: O que vocês
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO CURSO: CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO. Prof.ª Danielle Casillo
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO CURSO: CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO TEORIA DA COMPUTAÇÃO Aula 01 Apresentação da Disciplina Prof.ª Danielle Casillo PLANO DE ENSINO Nome: Teoria da Computação Créditos:
Luis Otavio Alvares Filipo Perotto. Quais os limites da IA? Inteligência no homem e na máquina. Por quê? X
Questões sobre a entrevista de Marvin Minsky Discussão sobre IA Na sua opinião, o que caracteriza uma máquina inteligente? O que você entende por conhecimento de senso comum? Luis Otavio Alvares Filipo
Inteligência Artificial. Prof. Tiago A. E. Ferreira Aula 2 Introdução a I.A.
Inteligência Artificial Prof. Tiago A. E. Ferreira Aula 2 Introdução a I.A. 1 Ciências do Artificial Ciências naturais objetivo: analisar e descrever a natureza (observação) mostrar que a complexidade
Fundamentos de Otimização e Inteligência Artificial
Capítulo 4 Fundamentos de Otimização e Inteligência Artificial Luiz Biondi Neto José Carlos Becceneri José Demisio Simões da Silva Eduardo Fávero Pacheco da Luz AntônioJosédaSilvaNeto 4.1 Conceitos Básicos
AT1-3 Aula sobre leitura Prof. Camila Höfling Inglês Instrumental SI
Olá a todos! AT1-3 Aula sobre leitura Prof. Camila Höfling Inglês Instrumental SI Neste primeiro contato, gostaria que você, aluno, se concentrasse nas propostas de atividades a seguir. Não pule nenhuma
IBM1088 Linguagens Formais e Teoria da Computação
IBM1088 Linguagens Formais e Teoria da Computação Apresentação da disciplina Evandro Eduardo Seron Ruiz [email protected] Universidade de São Paulo E.E.S. Ruiz (USP) LFA 1 / 16 IBM1088 Objetivos Fornecer
Inteligência Artificial Prof. Cláudio Luís Vieira Oliveira
Prof. Cláudio Luís Vieira Oliveira [email protected] Dave Bowman: Open the pod bay doors, HAL. HAL: I m sorry Dave, I m afraid I can t do that. (2001: Uma Odisséia no Espaço) 1 Área de pesquisa
Introdução. Prof. Dr. Silvio do Lago Pereira. Departamento de Tecnologia da Informação Faculdade de Tecnologia de São Paulo
Introdução Prof. Dr. Silvio do Lago Pereira Departamento de Tecnologia da Informação Faculdade de Tecnologia de São Paulo O que é inteligência artificial? Para responder a esta questão, antes temos de
Introdução a Ciência da Computação. Prof. Andréa Iabrudi. 2012/1
Introdução a Ciência da Computação Prof. Andréa Iabrudi 2012/1 [email protected] 2 3 Quem sou eu no DECOM? Ensino: Disciplinas Inteligência Artificial (6º. Período) Atual: Projeto e Análise de
ORATÓRIA A ARTE DE FALAR EM PÚBLICO
ORATÓRIA A ARTE DE FALAR EM PÚBLICO Daniel Garcia Formação GESTÃO EM MARKETING MBA em Recursos Humanos Atuação Consultoria e desenvolvimento de equipe Desenvolvimento de competências do relacionamento
Sistemas Baseados em Conhecimento
Sistemas Baseados em Conhecimento Profa. Josiane M. P. Ferreira Baseado no capítulo 2 do livro Sistemas Inteligentes Fundamentos de Aplicações, organizadção: Solange Oliveira Rezende, ed. Manole, 2005.
IA: Introdução. Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI [email protected]
IA: Introdução Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI [email protected] Sumário O que é Inteligência Artificial? IA forte e IA fraca Métodos fortes e Métodos fracos De Aristóteles a Babbage Alan Turing e
Inteligência Artificial
Inteligência Artificial Fabrício Enembreck PPGIA Programa de Pós-Graduação em Informática Aplicada 1 Definições de Inteligência Artificial estudo de como fazer os computadores realizarem coisas que, atualmente,
Capítulo 1 Informática Biomédica: Ciência e Prática. Edward H. Shortliffe e Marsden S. Blois. Apresentado por: Carmem Hara
Capítulo 1 Informática Biomédica: Ciência e Prática Edward H. Shortliffe e Marsden S. Blois Apresentado por: Carmem Hara Sumário 1) Registro eletrônico de pacientes 2) Impacto da Internet nos tratamentos
Inteligência Computacional para Jogos Eletrônicos
Inteligência Computacional para Jogos Eletrônicos Papéis da IA em Jogos Adversários Aliados Personagens de apoio NPC s (Non-player Character) Comentaristas Controle de câmera Geração de fases Nivelamento
Agentes Inteligentes. Inteligência Artificial
Agentes Inteligentes (Capítulo 2 - Russell) Inteligência Artificial Professor: Rosalvo Ferreira de Oliveira Neto Estrutura 1. Definições 2. Ambiente de Tarefas 3. Exemplos de ambiente de Tarefas 4. Propriedades
3. Linguagem de Programação C
Introdução à Computação I IBM1006 3. Linguagem de Programação C Prof. Renato Tinós Departamento de Computação e Matemática (FFCLRP/USP) 1 Principais Tópicos 3. Linguagem de programação C 3.1. Conceitos
Inteligência Artificial
Universidade Federal de Campina Grande Departamento de Sistemas e Computação Pós-Graduação em Ciência da Computação Inteligência Artificial Aprendizagem Outras Técnicas Prof. a Joseana Macêdo Fechine Régis
Neste curso, vamos estudar algumas maneiras em que a matemática é usada para modelar processos dinâmicos em biologia.
Introdução à Modelagem Matemática em Biologia Os sistemas biológicos são caracterizados por mudança e adaptação. Mesmo quando eles parecem ser constantes e estáveis, isso é o pelo resultado de um balanceamento
LEITURA E PREDIÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ DEPARTAMENTO DE LETRAS CCHL INGLÊS TÉCNICO E CIENTÍFICO PROF. WELLINGTON BORGES
LEITURA E PREDIÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ DEPARTAMENTO DE LETRAS CCHL INGLÊS TÉCNICO E CIENTÍFICO PROF. WELLINGTON BORGES Vimos na aula anterior que as informações não verbais nos textos nos ajudam
Classificação Linear. André Tavares da Silva.
Classificação Linear André Tavares da Silva [email protected] Roteiro Introduzir os o conceito de classificação linear. LDA (Linear Discriminant Analysis) Funções Discriminantes Lineares Perceptron
Sistemas de Informações Gerenciais. Unidade Didática 9: INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NOS NEGÓCIOS
Sistemas de Informações Gerenciais Unidade Didática 9: INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NOS NEGÓCIOS 1 Objetivos do Capítulo 9 Identificar como as redes neurais, lógica difusa, algoritmos genéticos, realidade virtual
Sistemas de Informação e Decisão. Douglas Farias Cordeiro
Sistemas de Informação e Decisão Douglas Farias Cordeiro Decisão Tomamos decisões a todo momento! O que é uma decisão? Uma decisão consiste na escolha de um modo de agir, entre diversas alternativas possíveis,
Mecanismos de Interrupção e de Exceção, Barramento, Redes e Sistemas Distribuídos. Sistemas Operacionais, Sistemas
Arquitetura de Computadores, Arquitetura de Computadores Organização de Computadores, Conjunto de Instruções, Sistemas Operacionais, Sistemas Operacionais, Sistemas Mecanismos de Interrupção e de Exceção,
Algoritmos de Aprendizado. CONTEÚDO Introdução Motivação, Objetivo, Definição, Características Básicas e Histórico. Regra de HEBB.
CONTEÚDO Introdução Motivação, Objetivo, Definição, Características Básicas e Histórico Conceitos Básicos Neurônio Artificial, Modos de Interconexão Processamento Neural Recall e Learning Regras de Aprendizado
Introdução. Estrutura de Dados II Prof Jairo Francisco de Souza
Introdução Estrutura de Dados II Prof Jairo Francisco de Souza Conteúdo Programático Parte 1 Manipulação de arquivos Ordenação, arquivos em série e sequências, classificação externa, arquivos de acesso
Redes Neurais: MLP. Universidade Federal do Rio Grande do Norte Departamento de Engenharia de Computação e Automação
Universidade Federal do Rio Grande do Norte Departamento de Engenharia de Computação e Automação Redes Neurais: MLP DCA0121 Inteligência Artificial Aplicada Heitor Medeiros 1 Tópicos Redes diretas de múltiplas
Inteligência Artificial
Programa Inteligência Artificial Noel de Jesus Mendonça Lopes Introdução à inteligência artificial Introdução Agentes inteligentes Resolução de problemas Resolução de problemas através da procura Métodos
Classificação de Padrões. Abordagem prática com Redes Neurais Artificiais
Classificação de Padrões Abordagem prática com Redes Neurais Artificiais Agenda Parte I - Introdução ao aprendizado de máquina Parte II - Teoria RNA Parte III - Prática RNA Parte IV - Lições aprendidas
Sistemas Multi-agentes
Sistemas Multi-agentes! Projeto dos agentes «O problema é resolvido por um conjunto de agentes, fisicamente distribuídos em diversas máquinas conectadas. «Os agentes são concebidos para solucionar um problema
Inteligência Artificial e Mercado de Trabalho
Inteligência Artificial e Mercado de Trabalho Prof. Dr. Cesar Alexandre de Souza DA/FEA/USP [email protected] Escritório de Desenvolvimento de Carreiras 19/10/16 Agenda Inteligência Artificial (IA), Tecnologia
Visão computacional. Juliana Patrícia Detroz Orientador: André Tavares Silva
Visão computacional Juliana Patrícia Detroz Orientador: André Tavares Silva Visão computacional Tentativa de replicar a habilidade humana da visão através da percepção e entendimento de uma imagem; Fazer
COMUNICACÃO E INOVAÇÃO EM TEMPO DE CRISE
COMUNICACÃO E INOVAÇÃO EM TEMPO DE CRISE I9 ou DE sa PARE ça Potência não é nada sem controle O que é PERCEPÇÃO? Percepção é única, ou seja, cada cliente tem uma. A percepção é um ponto de vista pessoal;
Introdução à Inteligência Artificial INF01048 INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL. Sumário. O que é Inteligência Artificial?
I STITUTO DE I FORMÁTICA - UFRGS Bacharelado em Ciência da Computação INF01048 INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL Prof. Luis Otavio Alvares Introdução à Inteligência Artificial Enfoque: técnicas e não aspectos mais
Lógica Proposicional. Prof. Dr. Silvio do Lago Pereira. Departamento de Tecnologia da Informação Faculdade de Tecnologia de São Paulo
Lógica Proposicional Prof. Dr. Silvio do Lago Pereira Departamento de Tecnologia da Informação aculdade de Tecnologia de São Paulo Motivação IA IA estuda estuda como como simular simular comportamento
Tomada de Decisão Estratégica
EXERCÍCIO N N Tópico Tópico 1 2 Sistemas Tomada de de Informação Decisão Estratégica nos negócios DCC133 Introdução a Sistemas de Informação TÓPICO 2 Tomada de Decisão Estratégica Prof. Tarcísio de Souza
Inteligência Computacional
Inteligência Computacional INTRODUÇÃO ÀS REDES NEURAIS ARTIFICIAIS Renato Dourado Maia Faculdade de Ciência e Tecnologia de Montes Claros Fundação Educacional Montes Claros Na Aula Passada... O que é uma
Árvore de Jogos Minimax e Poda Alfa-Beta
Universidade Federal do Espírito Santo Centro de Ciências Agrárias CCA UFES Departamento de Computação Árvore de Jogos Minimax e Poda Alfa-Beta Inteligência Artificial Site: http://jeiks.net E-mail: [email protected]
Aplicações de Inteligência Artificial: Uma Visão Geral
Aplicações de Inteligência Artificial: Uma Visão Geral Maria Carolina Monard/ILTC José Augusto Baranauskas Laboratório de Inteligência Computacional Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação de
mini-enciclopédia de variedades: para puro entretenimento outubro 2003 Cocalisa e o Yellowphante zen + nonsense em quadrinhos + monstros + beijos
mini-enciclopédia de variedades: para puro entretenimento Cocalisa e o Yellowphante outubro 2003 zen + nonsense em quadrinhos + monstros + beijos Fanzine editada pela ideias bizarras EDITORA: CHRISTINA
A TERRA. Como Euclides ajudou os aliados na Segunda Guerra
A TERRA Como Euclides ajudou os aliados na Segunda Guerra Mitos da criação Catolicismo Gaia Da Mitologia à Geometria A Geometria dos povos antigos Egípcios, babilônios e os gregos. Euclides e o método
Marcelo Henrique dos Santos
Marcelo Henrique dos Santos Mestrado em Educação (em andamento) MBA em Marketing e Vendas (em andamento) Especialista em games Bacharel em Sistema de Informação Email: [email protected] TECNOLOGIA
Inteligência Artificial. Prof. Tiago A. E. Ferreira Aula 4 Tipos de Agentes Inteligentes Racionais e Ambientes
Inteligência Artificial Prof. Tiago A. E. Ferreira Aula 4 Tipos de Agentes Inteligentes Racionais e Ambientes 1 Um programa de IA pode ser visto como um Agente Racional Plano da aula Ambientes e arquiteturas
DIREITO DA SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO
DIREITO DA SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO Prof. Fabiano Taguchi http://fabianotaguchi.wordpress.com [email protected] As mudanças tecnológicas pós-sociedade industrial Formação da sociedade da informação
Inteligência Artificial
Inteligência Artificial Prof. Dr. Sérgio Silva Profª. Josiane M. Pinheiro Baseado no Cap. 2 do livro de Stuart Russel e Peter Norving - Inteligência Artificial, 2 a ed. 1 O que é Inteligência Artificial?
Aprendizado de Máquina (Machine Learning)
Ciência da Computação Aprendizado de Máquina (Machine Learning) Aula 03 Aprendizado Supervisionado / : Modelo MCP e Perceptron Max Pereira Neurônio Booleano de McCulloch- Pitts (Modelo MCP) Proposto em
Inteligência Artificial. Inteligência Artificial Faculdade de Ciencias 4º ano 1
Inteligência Artificial Inteligência Artificial Faculdade de Ciencias 4º ano 1 Objetivos Apresentar os conceitos básicos e fundamentais da AI; Estudar e compreender seus métodos, técnicas e aplicações;
Inteligência Artificial
Inteligência Artificial História da Ciência e Tecnologia Prof. Kléber André Kenji Michael Keiji Richard Alexandre Willian de Paula Wellyngton Weller História Como surgiu? Surgiu 400 a.c pelos filósofos,
