Introdução a Sistemas Inteligentes
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- Matilde de Santarém Graça
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1 Introdução a Sistemas Inteligentes Conceituação Prof. Ricardo J. G. B. Campello ICMC / USP Créditos Parte do material a seguir consiste de adaptações e extensões dos originais gentilmente cedidos pelo Prof. André C. P. L. F. de Carvalho
2 Aula de Hoje Motivação e Definições Básicas da Ementa Sistemas Inteligentes Sistemas Baseados em Conhecimento Raciocínio Aproximado Aprendizado de Máquina Raciocínio Baseado em Casos Análise Inteligente / Mineração de Dados 3 O que são Sistemas Inteligentes? Sistemas que exibem algum comportamento que se possa caracterizar como inteligente Problema é a interpretação de inteligente... Muitas definições... Muita controvérsia... No contexto da disciplina / área de pesquisa: capacidade de aprendizado, generalização, aproximação, adaptação, cooperação, evolução, dedução, indução, etc. 4 2
3 O que são Sistemas Baseados em Conhecimento (SBCs)? SBCs Classe de Sistemas Inteligentes (SIs) que tornam explícito o domínio do conhecimento, além de separá-lo do sistema. Exemplo: Sistemas Especialistas (SEs) SEs SBCs que resolvem problemas ordinariamente resolvidos por especialistas humanos, utilizando conhecimento fornecido por um ou mais especialistas 5 Relação entre SIs e SBCs 6 3
4 Conhecimento Compreensão ou Modelo de um determinado Domínio ou Área Dados Informação Conhecimento Dados: quantificações de um determinado evento Informação: dados contextualizados Conhecimento: (modelo das) relações existentes entre as informações contidas nos dados e do seu significado 7 Exemplo (Dados Informação Conhecimento) Dados Informação Conhecimento Números Granularização Regras Se - Então 8 4
5 Sistemas Convencionais SBCs (Características Típicas) S. Convencionais SBCs Estruturas de Dados Dados e Relações entre Dados Conhecimento Embutido no Código Explicação do Raciocínio é Difícil Representação do Conhecimento Conceitos e Relações entre Conceitos Conhecimento Representado Explicitamente e Separado do Código que o Manipula Podem e Devem explicar o Raciocínio 9 Estrutura Básica de um SBC Núcleo do Sistema (Processamento, Inferência,...) Base de Conhecimento Base de Dados 10 5
6 Base de Conhecimento Alguns Tipos de Representação da BC: 1. Lógica (Simbólica): - Proposicional e Predicados 2. Regras: - Sistemas de Produção - Sistemas Fuzzy 3. Frames e Redes Semânticas Disciplina de IA 11 Sistemas Fuzzy e Raciocínio Aproximado Modus Ponens Clássico e Condicional Exata: A A B B Chuva Chuva implica Estrada Perigosa Estrada Perigosa x = 10 If x = 10 Then y = y + 15 y = y + 15 Modus Ponens e Condicional Aproximados: A * A B B * Chuva Pesada Chuva implica Estrada Perigosa Estrada Muito Perigosa x = If x 10 Then y = y + ( 15) y =
7 SIs / SBCs podem Aprender? Desde que os computadores foram inventados, é perguntado se eles poderiam aprender Se fosse possível entender como programá-los para aprender, o impacto seria enorme Poderiam melhorar automaticamente seu desempenho com a experiência 13 Definição de Aprendizado Sócrates: Aprender é Recordar (Diálogos de Platão) 14 7
8 Aprendizado de Máquina (AM) Algumas definições: Uma máquina de aprendizado, definida de maneira ampla, é qualquer dispositivo cujas ações são influenciadas por experiências anteriores (Nilsson 1965) Qualquer mudança em um sistema que o permita ter um melhor desempenho na segunda vez em que ele repita uma mesma tarefa ou outra retirada da mesma população (Simon 1983) Modificação de uma tendência comportamental por meio de experiência (Webster 1984) Uma melhoria na capacidade de processar informação a partir da atividade de processar informação (Tanimoto 1990) 15 Aprendizado de Máquina Definição formal (Mitchell, 1997): Um programa de computador é dito aprender a partir de uma experiência E com respeito a alguma classe de tarefas T e medida de desempenho P, se seu desempenho em tarefas de T, medido por P, melhora com a experiência E 16 8
9 Exemplo Problema de Filtrar SPAMs: Tarefa T: categorizar mensagens de como spam ou legítima Medida de desempenho P: porcentagem de mensagens de corretamente classificadas Experiência de treinamento E: conjunto de s rotulados por seres humanos 17 Por que AM é importante? Algumas tarefas não podem ser bem executadas sem que seja por meio de exemplos Ex.: Reconhecer pessoas Ser humano não é capaz de explicar (e portanto de programar) sua habilidade para executar alguns tipos de tarefas Ex.: Andar de bicicleta Quantidade de conhecimento disponível pode ser muito grande para ser descrito (e portanto programado) por humanos Ex.: Diagnóstico médico 18 9
10 Por que AM é importante? Ser humano não é capaz de executar algumas tarefas que demandam quantidades grandes de cálculos complexos, passíveis apenas de execução em computador: P. ex., detectar inter-relacionamentos / correlações escondidas em grandes quantidades de dados Ambientes (e perfis dos problemas) podem mudar com o tempo Capacidade de adaptação automática é fundamental 19 Aprendizado de Máquina Na medida que os computadores se tornam mais sofisticados, parece inevitável que AM exercerá um papel central em Ciência da Computação e tecnologia de computadores Tom Mitchell 20 10
11 Paradigmas de Treinamento em AM Principais paradigmas de treinamento Supervisionado Não supervisionado Reforço 21 Treinamento Supervisionado Guiado por um professor externo Professor possui conhecimento sobre o ambiente Representado por conjunto de pares (x, d) Exemplo: x = conjunto de sintomas, d = diagnóstico Parâmetros do modelo são ajustados por apresentações sucessivas de pares (x, d) Modelo procura reproduzir comportamento do professor 22 11
12 Treinamento por Reforço Guiado por um crítico externo Processo de tentativa e erro Procura maximizar sinal de reforço Se ação tomada por sistema é seguida por estado satisfatório, sistema é fortalecido, caso contrário, sistema é enfraquecido Tipos de reforço Positivo (recompensa), Negativo (punição), Nulo 23 Treinamento Não Supervisionado Não tem crítico ou professor externo Extração de propriedades estatisticamente relevantes Exemplo: Descobrir grupos de indivíduos com perfis de compra diferenciados em grandes bases de dados de consumidores, utilizando apenas os próprios dados 24 12
13 Modelos de Representação do Conhecimento Aprendido Modelos Simbólicos (paradigma simbólico de AM) Linguagem lógica proposicional ou de 1ª ordem, Regras, Árvores de decisão, Redes semânticas,... Modelos Matemáticos Regressão linear, Redes neurais (paradigma conexionista de AM), Máquinas de vetores de suporte,... Disciplina de IA 25 Modelos de Representação do Conhecimento Aprendido Modelos Baseados em Instâncias (paradigma baseado em casos) K-NN, Raciocínio Baseado em Casos (CBR),... Modelos Probabilísticos (paradigma probabilístico) Naive Bayes, Redes Bayesianas, Misturas de Gaussianas, Modelos de Markov Escondidos (HMMs),... Disciplina de IA 26 13
14 Exemplo de Modelo: Sistema Baseado em Casos 27 Técnicas de Aprendizado em AM Dado um tipo de modelo, um conceito / tarefa a ser aprendido e um conjunto de dados / exemplos, é preciso algum mecanismo para obter, a partir dos dados, um modelo específico que represente o conceito / tarefa Esse mecanismo, denominado mecanismo de aprendizado, consiste fundamentalmente de uma técnica de busca Busca-se no espaço dos modelos plausíveis por aquele modelo específico que melhor represente o conceito ou realize a tarefa Exemplo: melhor conjunto de parâmetros de uma rede neural para que ela guie da melhor forma possível um veículo autônomo 28 14
15 Técnicas de Aprendizado Algoritmos Baseados em Otimização Matemática Regressão Linear Redes Neurais Algoritmos de Agrupamento... Computação Evolutiva (paradigma evolucionário) Aplicável a vários modelos Técnicas de Aprendizado Dividir para Conquistar Indução de regras e árvores de decisão Estimação de Probabilidades (paradigma probabilístico)... Naive Bayes, Redes Bayesianas,
16 Aplicações de AM Algoritmos de AM têm sido bem sucedidos, p. ex., para: Identificar genes associados a determinadas doenças Discriminar tecidos (saudáveis e doentes), objetos celestiais,... Identificar nichos de mercado Prever a vazão de rios e nível de represas Detectar uso fraudulento de cartões de crédito Otimizar ações de controle em processos de produção Reconhecimento de faces, de voz, de assinaturas... e tantas outras AM, KDD e DM Uma das áreas de aplicação mais importantes de AM têm sido a Descoberta de Conhecimento em Bases de Dados (KDD) Extração de conhecimento a partir de: Registros de compras em grandes supermercados Registros de empréstimos financeiros Registros de transações financeiras Registros médicos Sequências de expressão-gênica... Engloba a Mineração de Dados (Data Mining DM) 32 16
17 AM, KDD e DM KDD é usualmente definido como um ciclo que envolve DM: Formalmente, é o processo não trivial de identificar padrões válidos, novos, potencialmente úteis e compreensíveis em dados (Tan et al., 2006) 33 AM, KDD e DM Muitos utilizam os termos Aprendizado de Máquina e Data Mining de maneira indiscriminada, mas tais termos se referem a conceitos bem diferentes: Data Mining e KDD Computação Paralela e Distribuída Aprendizado de Máquina Estatística Banco de Dados Data Warehouse Information Retrieval Visualização de Dados DM é usualmente feito utilizando AM, mas nem sempre Muitas vezes refere-se a DM via AM por Análise Inteligente de Dados 34 17
18 Referências Mitchell, T. M., Machine Learning, McGraw-Hill, 1997 P.-N. Tan, Steinbach, M., and Kumar, V., Introduction to Data Mining, Addison-Wesley, 2006 Rezende, S. O. (Ed.), Sistemas Inteligentes: Fundamentos e Aplicações, Editora Manole,
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