Redes Neurais (Inteligência Artificial)
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- Edite Caminha Santos
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1 Redes Neurais (Inteligência Artificial) Aula 16 Aprendizado Não-Supervisionado Edirlei Soares de Lima
2 Formas de Aprendizado Aprendizado Supervisionado Árvores de Decisão. K-Nearest Neighbor (KNN). Support Vector Machines (SVM). Redes Neurais. Aprendizado Não-Supervisionado Aprendizado Por Reforço
3 Introdução No aprendizado supervisionado, todas os exemplos de treinamento eram rotulados Vetor de Atributos Classe Estes exemplos são ditos supervisionados, pois, contém tanto a entrada (atributos), quanto a saída (classe).
4 Introdução Porém, muitas vezes temos que lidar com exemplos não supervisionados, isto é, exemplos não rotulados. Por que? Coletar e rotular um grande conjunto de exemplos pode custar muito tempo, esforço, dinheiro...
5 Introdução Entretanto, podemos utilizar grandes quantidades de dados não rotulados para encontrar padrões existentes nestes dados. E somente depois supervisionar a rotulação dos agrupamentos encontrados. Esta abordagem é bastante utilizada em aplicações de mineração de dados (datamining), onde o conteúdo de grandes bases de dados não é conhecido antecipadamente.
6 Introdução O principal interesse do aprendizado nãosupervisionado é desvendar a organização dos padrões existentes nos dados através de clusters (agrupamentos) consistentes. Com isso, é possível descobrir similaridades e diferenças entre os padrões existentes, assim como derivar conclusões úteis a respeito deles.
7 Introdução Exemplos de agrupamentos (clusters): Passaro Gato Cachorro Lagarto Ovelha Sapo Tubarão Peixe Passaro Lagarto Gato Ovelha Cachorro Tubarão Peixe Sapo Existencia de pulmões Ambiente onde vivem
8 Clusterização A clusterização é o processo de agrupar um conjunto de objetos físicos ou abstratos em classes de objetos similares. Um cluster é uma coleção de objetos que são similares uns aos outros (de acordo com algum critério de similaridade pré-definido) e dissimilares a objetos pertencentes a outros clusters.
9 Critério de Similaridade A similaridade é difícil de ser definida...
10 Processo de Aprendizado Não-Supervisionado As etapas do processo de aprendizagem não supervisionada são: (1) Seleção de atributos (2) Medida de proximidade (3) Critério de agrupamento (4) Algoritmo de agrupamento (5) Verificação dos resultados (6) Interpretação dos resultados
11 Processo de Aprendizado Não-Supervisionado (1) Seleção de Atributos: Atributos devem ser adequadamente selecionados de forma a codificar a maior quantidade possível de informações relacionada a tarefa de interesse. Os atributos devem ter também uma redundância mínima entre eles.
12 Processo de Aprendizado Não-Supervisionado (2) Medida de Proximidade: Medida para quantificar quão similar ou dissimilar são dois vetores de atributos. É ideal que todos os atributos contribuam de maneira igual no cálculo da medida de proximidade. Um atributo não pode ser dominante sobre o outro, ou seja, é importante normalizar os dados.
13 Medidas de Proximidade Medidas de Dissimilaridade: Métrica l p ponderada; Métrica Norma l ponderada; Métrica l 2 ponderada (Mahalanobis); Métrica l p especial (Manhattan); Distância de Hamming; Medidas de Similaridade: Produto interno (inner); Medida de Tanimoto;
14 Processo de Aprendizado Não-Supervisionado (3) Critério de Agrupamento: Depende da interpretação que o especialista dá ao termo sensível com base no tipo de cluster que são esperados. Por exemplo, um cluster compacto de vetores de atributos pode ser sensível de acordo com um critério enquanto outro cluster alongado, pode ser sensível de acordo com outro critério.
15 Processo de Aprendizado Não-Supervisionado (4) Algoritmo de Agrupamento: Tendo adotado uma medida de proximidade e um critério de agrupamento devemos escolher um algoritmo de clusterização que revele a estrutura agrupada do conjunto de dados.
16 Processo de Aprendizado Não-Supervisionado (5) Validação dos Resultados: Uma vez obtidos os resultados do algoritmo de agrupamento, devemos verificar se o resultado esta correto. Isto geralmente é feito através de testes apropriados.
17 Processo de Aprendizado Não-Supervisionado (6) Interpretação dos Resultados: Em geral, os resultados da clusterização devem ser integrados com outras evidências experimentais e análises para chegar as conclusões corretas.
18 Clusterização Dado um conjunto de dados X: X = {x 1, x 2,..., x n } Definimos como um m agrupamento de X a partição de X em m conjuntos (clusters ou grupos) C 1, C 2,..., C m tal que as três condições seguintes sejam satisfeitas: Nenhum cluster pode ser vazio (C i Ø). A união de todos os cluster deve ser igual ao conjunto de dados que gerou os clusters, ou seja, X. A interseção de dois clusters deve ser vazio, ou seja, dois cluster não podem conter vetores em comum (C i C j = Ø).
19 Clusterização Os vetores contidos em um cluster C i devem ser mais similares uns aos outros e menos similares aos vetores presentes nos outros clusters. Tipos de Clusters: Clusters compactos Clusters alongados Clusters esféricos e ellipsoidals
20 Algoritmos de Clustering Os algoritmos de clusterização buscam identificar padrões existentes em conjuntos de dados. Os algoritmos de clusterização podem ser divididos em varias categorias: Sequenciais; Hierárquicos; Baseados na otimização de funções custo; Outros: Fuzzy, SOM, LVQ...
21 Algoritmos Sequenciais São algoritmos diretos e rápidos. Geralmente, todos os vetores de características são apresentados ao algoritmo uma ou várias vezes. O resultado final geralmente depende da ordem de apresentação dos vetores de características.
22 Algoritmos Sequenciais Basic Sequential Algorithmic Scheme (BSAS) Todos os vetores são apresentados uma única vez ao algoritmo. Número de clusters não é conhecido inicialmente. Novos clusters são criados enquanto o algoritmo evolui.
23 Basic Sequential Algorithmic Scheme (BSAS) Parâmetros do BSAS: d(x, C): métrica de distância entre um vetor de características x e um cluster C. Θ: limiar de dissimilaridade. q: número máximo de clusters. Ideia Geral do Algoritmo: Para um dado vetor de características, designá lo para um cluster existente ou criar um novo cluster (depende da distância entre o vetor e os clusters já formados).
24 Basic Sequential Algorithmic Scheme (BSAS) Exemplo 1:
25 Basic Sequential Algorithmic Scheme (BSAS) Exemplo 1: 1 1 a iteração
26 Basic Sequential Algorithmic Scheme (BSAS) Exemplo 1: 1 2 a iteração
27 Basic Sequential Algorithmic Scheme (BSAS) Exemplo 1: 1 3 a iteração
28 Basic Sequential Algorithmic Scheme (BSAS) Exemplo 1: 1 2 d(x 4, C 1 ) > Θ 4 a iteração
29 Basic Sequential Algorithmic Scheme (BSAS) Exemplo 1: a iteração
30 Basic Sequential Algorithmic Scheme (BSAS) Exemplo 1: n a iteração
31 Clusterização Hierárquica Os algoritmos de clusterização hierárquica pode ser divididos em 2 subcategorias: Aglomerativos: Produzem uma sequência de agrupamentos com um número decrescente de clusters a cada passo. Os agrupamentos produzidos em cada passo resultam da fusão de dois clusters em um. Divisivos: Atuam na direção oposta, isto é, eles produzem uma sequência de agrupamentos com um número crescente de clusters a cada passo. Os agrupamentos produzidos em cada passo resultam da partição de um único cluster em dois.
32 Clusterização Hierárquica Exemplo 1 Aglomerativo:
33 Clusterização Hierárquica Exemplo 1 Aglomerativo: 1 1 a iteração
34 Clusterização Hierárquica Exemplo 1 Aglomerativo: a iteração
35 Clusterização Hierárquica Exemplo 1 Aglomerativo: a iteração
36 Clusterização Hierárquica Exemplo 1 Aglomerativo: a iteração
37 Clusterização Hierárquica Exemplo 1 Aglomerativo: a iteração
38 Clusterização Hierárquica Exemplo 1 Aglomerativo: n a iteração
39 Clusterização Hierárquica Exemplo 2 Divisivo: Processo inverso.
40 K-Means É a técnica mais simples de aprendizagem não supervisionada. Consiste em fixar k centróides (de maneira aleatória), um para cada grupo (clusters). Associar cada indivíduo ao seu centróide mais próximo. Recalcular os centróides com base nos indivíduos classificados.
41 Algoritmo K-Means (1) Selecione k centróides iniciais. (2) Forme k clusters associando cada exemplo ao seu centróide mais próximo. (3) Recalcule a posição dos centróides com base no centro de gravidade do cluster. (4) Repita os passos 2 e 3 até que os centróides não sejam mais movimentados.
42 Exemplo: Algoritmo K-Means
43 Algoritmo K-Means Exemplo: k = 3 Seleciona-se k centróides iniciais.
44 Algoritmo K-Means Exemplo: k = 3 1 a iteração
45 Algoritmo K-Means Exemplo: k = 3 2 a iteração
46 Algoritmo K-Means Exemplo: k = 3 3 a iteração
47 Algoritmo K-Means Exemplo: k = 3 4 a iteração
48 Algoritmo K-Means Exemplo: k = 3 5 a iteração
49 Algoritmo K-Means Exemplo: k = 3 n a iteração
50 Algoritmo K-Means Exemplo: k = 3 Repite-se os passos anteriores até que os centróides não se movam mais.
51 Algoritmo K-Means Exemplo: k = 3 1 a iteração
52 Algoritmo K-Means Exemplo: k = 3 2 a iteração
53 Algoritmo K-Means Exemplo: k = 3 3 a iteração
54 Problemas do K-Means O principal problema do K-Means é a dependência de uma boa inicialização.
55 Problemas do K-Means O principal problema do K-Means é a dependência de uma boa inicialização.
56 Problemas do K-Means O principal problema do K-Means é a dependência de uma boa inicialização.
57 Processo de Aprendizado Não-Supervisionado Diferentes escolhas de atributos, medidas de proximidade, critérios de agrupamento e algoritmos de clusterização levam a resultados totalmente diferentes. Qual resultado é o correto?
58 Aprendizado Não-Supervisionado O aprendizado não-supervisionado ou clusterização (agrupamento) busca extrair informação relevante de dados não rotulados. Existem vários algoritmos agrupamento de dados. Diferentes escolhas de atributos, medidas de proximidade, critérios de agrupamento e algoritmos de clusterização levam a resultados totalmente diferentes.
59 Leitura Complementar Mitchell, T. Machine Learning, McGraw Hill Science/Engineering/Math, Duda, R., Hart, P., Stork, D., Pattern Classification, John Wiley & Sons, 2000
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