Produto IV: How To (Como Fazer)
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- Diego Costa Meneses
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1 Produto IV: How To (Como Fazer) Rafahela Garcia Bazzanella Termo de Referência Contrato Número 2007/ Brasília, 30 de maio de
2 Sumário 1) Introdução ) How To (Como Fazer) ) Como Instalar o Sistema Operacional ) Iniciando a instalação ) Como Instalar o SAAP ) Instalação automática do Sistema SAAP ) Instalação Manual do Sistema SAAP ) Instalação de Dependências do SistemaOperacional ) Instalação de Dependências do Python ) Instalação do Zope e suas Dependências ) Instalação do Plone e suas Dependências ) Como Instalar mais de um Produto do Interlegis em uma Máquina ) Como Deixar o Sistema Pronto para Uso ) Como Fazer VirtualHost ) Como Configurar o Sistema ) Configuração da Ferramenta do SAAP ) Configuração do Sistema de Controle de Processos/Pleitos ) Configuração da Agenda
3 1) Introdução O presente relatório tem como objetivo apresentar capítulos com descrições de passos necessários para a realização de tarefas relacionadas a instalação e configuração do Sistema SAAP, instalações e configurações necessárias para se ter um servidor pronto para uso. 2) How To (Como Fazer) Um How To compreende uma descrição dos passos necessários para execução de tarefas específicas. Geralmente é desenvolvido para ajudar pessoas que não tem muita experiência, abordando descrições de passos simplificados e direcionados. 2.1) Como Instalar o Sistema Operacional Notas: 1) A distribuição que o Interlegis adotou como plataforma, tanto de desenvolvimento quanto para seus servidores é a Ubuntu GNU/Linux Dapper versão Todos os passos que seguem neste relatório são referentes à esta distribuição. 2) Para baixar a versão do releases.ubuntu.com/releases/dapper Ubuntu, acessar o link de referência 3) Para verificar a integridade dos arquivos que foram baixados na Internet, em comparação com os arquivos do servidor, certificando-se que a instalação ocorrerá sem problemas, utiliza-se o MD5. Para baixá-lo acessar o seguinte link de referência 4) Certificar-se que haja conexão com a Internet para que a instalação ocorra seguindo todos os passos descritos abaixo. 5) É recomendado que seja feito backup dos dados do servidor, para que não sejam perdidos na hora da reinstalação. 6) Certificar-se de obter um CD com o Ubuntu, ou gravá-lo ) Iniciando a instalação Após o download e gravação da imagem do Ubuntu em um CD, deve-se configurar o 3
4 computador para que ele inicie pelo mesmo. Ao iniciar o processo de instalação aparecerá a tela mostrada na Figura 1, com as seguintes opções: F1 (Ajuda): O usuário iniciante pode utilizar-se desta opção para decidir qual o melhor caminho à tomar para o início da instalação; F2 (Linguagem): Opção para a alteração da linguagem do sistema; F3 (Mapa de teclas): Opção para alteração do mapa de teclados do sistema, ajustando-o ao existente no computador. No Brasil, normalmente encontramos a opção ABNT2, pela existência da tecla Ç; F4 (VGA): Placas de vídeo mais novas normalmente suportam resoluções de vídeo com até 1024x768 e 32bpp de cores. Caso seja necessário, esta opção pode ser alterada, para maior ou menor grau de resolução; F5 (Acessibilidade): O projeto do Ubuntu GNU/Linux preocupou-se em oferecer opções de acessibilidade para deficientes, tanto visuais como auditivos. Com a escolha desta opção, a instalação torna-se mais amigável para portadores de alguma deficiência; F6 (Outras opções): Estão à mostra nesta opção, escolhas como instalação via texto ou parametrização do kernel, se necessário. A opção a ser escolhida é Install to the hard disk. Figura 1 Início da instalação. A partir da escolha desta opção, é apresentada uma tela para que seja alterada a linguagem do sistema. Deve-se escolher Portuguese (Brazil) - Português do Brasil para facilitar o entendimento dos passos. 4
5 Figura 2 Escolha da linguagem. A tela seguinte permite a escolha do modelo do teclado. No Brasil utiliza-se o padrão ABNT2 que vem pré-selecionado quando escolhe-se Português do Brasil na tela anterior. Figura 3 Escolha do teclado. Para saber se o teclado é o padrão ABNT2 verificar se o mesmo possui uma tecla "Ç". Caso não possua, provavelmente será padrão americano. Neste caso deve-se selecionar o modelo, conforme exemplificado nas Figuras abaixo. 5
6 Figura 4 Escolha do teclado que não seja ABNT2. Figura 5 Escolha do teclado br-latin1. Após a escolha do modelo de teclado, prossegue-se da tela mostrada na Figura 3, com a opção selecionada (ABNT2 ou br-latin1). O próximo passo desta configuração é a detecção do hardware da máquina. 6
7 Figura 6 Detecção de leitores de CD-ROM. Figura 7 Detecção da rede. Logo após a detecção da placa de rede é solicitado um nome para a máquina. É apresentada uma sugestão, porém deve-se inserir um nome que seja significativo à rede pois este nome identificará o computador na rede. É bom lembrar que o nome segue algumas convenções e deve ser todo em minúsculo e constituído de uma palavra única. 7
8 Figura 8 Configuração do nome da máquina. Após a tela acima, o sistema continua realizando a detecção de outros dispositivos de hardware, como mostra a Figura 9. Figura 9 Detecção dos discos e restante do hardware. O passo seguinte ao reconhecimento do HD, é a inicialização do particionador, como mostra a Figura 10. 8
9 Figura 10 Iniciando o particionador. Na Figura 11 é apresentado o HD que foi detectado, com seu tamanho e tipo, além de serem dadas algumas opções para realização do particionamento. Figura 11 Particionar discos. A opção a ser escolhida é a Editar manualmente a tabela de partições. No momento da instalação o sistema já indica um modelo de particionamento, mas este não será utilizado, pois as configurações serão realizadas de acordo com a máquina que está-se instalando (servidor ou estação). Depois de serem apagadas todas as partições existentes, será apresentada uma única tabela mostrando o disco inteiro, não particionado. Para seguir no processo deve-se dar um Enter nesta opção, conforme a Figura 12. 9
10 Figura 12 Visão das partições. Quando isto ocorrer, será mostrada a tela, conforme a Figura 13, informando que foi selecionado o disco inteiro para ser particionado. A pergunta que segue é Criar nova tabela de partições vazia nesse dispositivo? Responde-se Sim. Figura 13 Iniciando particionamento. Após iniciado particionamento deve-se configurar os pontos de montagem nestas partições, para isto clica-se na partição do disco inteiro, como mostra a Figura
11 Figura 14 Iniciando configuração dos pontos de montagem. Será apresentada a tela da Figura 15, que pede para criar uma nova partição. Figura 15 Criando nova partição. Antes de iniciar o particionamento, observar que para configurações dos pontos de montagem em servidores, temos o seguinte: Primeira partição: swap, com 1GB. Segunda partição: raiz (/), com 10 a 20% do espaço, dependendo do tamanho do HD. 11
12 Terceira partição: restante do disco será destinado para o /var. E para estações: Primeira partição: swap, com 1GB. Segunda partição: raiz (/), com 10 a 20%de espaço, dependendo do tamanho do HD. Terceira partição: restante do disco será destinado para o /home. Independente da máquina ser utilizada para servidor, como para estação, deverá ter sua primeira partição a área de troca, ou seja, swap. E esta deve ter o tamanho de 1GB. Como mostra a Figura 16. Figura 16 Swap. Após clicar na opção Finalizar a configuração da partição, será apresentada a tela da Figura 17, que mostra a partição de swap já criada e a quantidade de disco livre que ainda não foi particionado. Dar um Enter na opção que mostra o espaço em disco ainda não configurado para criar a partição da raiz, que também independe se for servidor ou estação, as duas devem possuir. O mais importante aqui é a identificação dos "Pontos de montagem", que diz ao instalador o que fazer com a partição. Dizer que o ponto de montagem é "/", ou seja, raiz, explica a ele que esta é a partição onde o sistema será instalado. 12
13 Figura 17 Nova partição. No momento da criação, deve-se configurar a partição raiz como do tipo Primária. E conforme a Figura 18, as opções devem ser preenchidas com os seguintes parâmetros: Usar como: escolha do sistema de arquivos no qual a partição será formatada. No caso, ext3. Formatar partição: sim, formatar, para que a mesma seja formatada antes do sistema ser instalado. Ponto de montagem: / que significa raiz. Lembrar que esta partição deve ter de 10 a 20% do disco, dependendo do seu tamanho. Ao terminar, selecionar a opção Finalizar a configuração da partição. 13
14 Figura 18 Partição raiz. Esta ação leva à tela da Figura 19 que mostra, até o momento, como está a tabela de partições. Temos a partição de troca (swap), e raiz, faltando configurar a /home, no caso da máquina ser uma estação e a /var para o caso de servidores. Figura 19 Partições configuradas. Para configurar estas duas partições, deve-se seguir os mesmos passos descritos acima. Clicar na opção que possui Espaço Livre e adaptar a tela da Figura 20 para a necessidade, sendo que para o servidor o ponto de montagem será /var e para a estação será /home. 14
15 O tamanho de disco tanto para o /home quanto para o /var, será configurado com o que resta do mesmo. Figura 20 Partição home/var. Após clicar em Finalizar a configuração da partição, volta-se à tela da Figura 21, clica-se na opção Finalizar o particionamento e gravar as mudanças no disco, pois não se tem outras partições a serem configuradas. Figura 21 Finalização do particionamento. A próxima tela mostra como o disco fica particionado, exibindo os pontos de montagem. À pergunta Gravar essas mudanças nos discos?, responde-se Sim, pois somente agora as partições 15
16 serão realmente criadas, formatadas, conforme configuração. Figura 22 Tabelas de partição. A tela a seguir mostra o andamento do processo de criação e formatação das partições. Figura 23 Criação e formatação das partições. Passado o procedimento acima, o sistema inicia processo de configuração. A Figura 24 mostra a configuração do Fuso Horário. 16
17 Figura 24 Configuração do fuso horário. As telas de Configuração de usuário e senha são representadas pelas Figuras 25 a 26. Nelas devem ser informados o nome completo do usuário da máquina, nome de usuário para acesso, senha e confirmação da senha, respectivamente. Figura 25 Informe do nome completo do usuário. 17
18 Figura 26 Informe do nome de usuário para autenticação. Figura 27 Informe da senha. 18
19 Figura 28 Confirmação da senha. A seguir é iniciada a cópia dos dados para o disco, iniciando a instalação. Figura 29 Iniciando a instalação. 19
20 Figura 30 Iniciando a instalação. Como não cabem todos os pacotes referentes a todas as línguas que o Ubuntu suporta é necessário realizar o download destas informações a partir da Internet. Para que isto seja realizado basta escolher Sim na tela acima, quando a mesma aparecer, e então o processo continuará, como mostram as Figuras 31 e 32. Figura 31 Instalação dos pacotes de linguagem. 20
21 Figura 32 Instalação dos pacotes. Caso a resolução do monitor não possa ser detectada, esta informação será solicitada. Basta escolher as opções que desejar com a barra de espaço. O Ubuntu utilizará a de maior resolução como a padrão. Figura 33 Configuração do xserver-xorg. O processo de instalação continuará. 21
22 Figura 34 Continuação da instalação. Com o término da instalação, basta acessar a opção Continuar, para que a máquina reinicie com o sistema Ubuntu. Deve-se lembrar de retirar o CD do drive para que não ocorra o boot novamente via CD. Atenção!!! O sistema irá pedir ao usuário na seqüência de reboot para retirar o CD e teclar Enter. Se não for feito este procedimento, o usuário poderá imaginar que a instalação travou. Figura 35 Finalizando a instalação. 22
23 Figura 36 Finalizando a instalação. Figura 37 Reiniciando o sistema. 23
24 Figura 38 Reiniciando o sistema com Ubuntu. Após ser iniciado, o sistema apresentará a tela de autenticação. Para autenticar-se deve-se inserir o usuário e senha configurados no momento da instalação do Ubuntu. Figura 39 Tela de autenticação do Ubuntu 2.2) Como Instalar o SAAP O SAAP pode ser instalado de duas maneiras, manualmente ou automaticamente. Fazer a 24
25 instalação manualmente significa que o administrador terá que baixar o produto ILSAAP do repositório do Interlegis, todas suas dependências e instalá-las, incluindo Zope e Plone. A instalação automática é feita através do pacote.deb que tem como procedimento instalar todas as dependências, incluindo Zope, se não estiver instalado, e Plone, e configurar um portal com um Sistema SAAP básico, onde a Casa deve, após a instalação, configurá-lo para adequá-lo às suas necessidades e realidade ) Instalação automática do Sistema SAAP Todos os sistemas desenvolvidos pelo Interlegis são distribuídos livremente e publicados sob a Licença GPL[1]. Como qualquer sistema, o SAAP pode ser instalado automaticamente, através do instalador{2] para o Ubuntu GNU/Linux, versão 6.06, Dapper[3]. Para instalar o SAAP é necessário substituir o arquivo /etc/apt/sources.list da instalação original, pelo arquivo abaixo, executando o seguinte comando: sudo mv /etc/apt/sources.list /etc/apt/sources.list-orig sudo vi /etc/apt/sources.list No editor de arquivos vi[4]executar digitar i copiar o arquivo abaixo relacionado, e colar no arquivo recém criado digitar :wq Sources.list Ubuntu 6.06 que deve ser copiado ## SAPL, SAAP, Portal Modelo deb interlegis/ ## Mirror Interlegis #deb dapper main restricted universe #deb-src dapper main restricted universe #deb dapper-updates main restricted universe #deb-src dapper-updates main restricted universe #deb dapper-security main restricted universe #deb-src dapper-security main restricted universe ## Mirror Ubuntu 25
26 deb dapper main restricted universe #deb-src dapper main restricted universe deb dapper-updates main restricted universe #deb-src dapper-updates main restricted universe deb dapper-security main restricted universe #deb-src dapper-security main restricted universe Depois da realização desta ação, é necessário atualizar a lista de softwares do Ubuntu com o comando: sudo apt-get update Neste momento será possível executar o comando para instalação do SAAP: sudo apt-get install saap Conteúdo Relacionado: [1] Referência sobre Licença GPL [2] Para maiores informações sobre o ambiente homologado para os sistema, ver o item 2.2 deste relatório. [3] Para baixar a versão do Ubuntu, acessar o link de referência [5] Referência para utilização do editor vi ) Instalação Manual do Sistema SAAP Os Sistemas do Interlegis também podem ser instalados manualmente, isso se faz necessário se for utilizado algum Sistema Operacional que não o homologado pelo Interlegis, portanto não havendo instalador automático. Para tanto deve-se seguir os passos abaixo. Notas: 1) O Python não será instalado, pois a versão que acompanha o Ubuntu 6.06 já é a utilizada pelo Zope ) As versões do Zope e Plone são, respectivamente e ) Instalação de Dependências do Sistema Operacional As dependências referentes ao Sistema Operacional, podem ser instaladas através do comando sudo apt-get install <pacote>. A lista de pacotes é referenciada a seguir. build-essential: Lista de pacotes essenciais para o Sistema Operacional. Através deste pacote 26
27 são instalados: libc6-dev gcc >=4:4.1.1 g++ >+4:4.1.1 zlib1g-dev: Biblioteca de compressão, necessária para instalação do Zope. libjpeg62-dev: Desenvolvimento de arquivos para a biblioteca IJG JPEG, necessária para instalação da PIL e Zope ) Instalação de Dependências do Python A versão do Python utilizada para a instalação é a 2.4.4, que já vem por padrão instalada no Sistema Operacional, portanto não é necessária sua instalação. O Python está instalado no diretório /usr/lib/python2.4. Já os módulos Python necessários para instalação do Zope e dependências de produtos do Plone podem ser instalados através do comando sudo apt-get install <pacote>. A lista de pacotes está listada a seguir: python2.4-dev: Cabeçalhos de arquivos e biblioteca estática para o Python (v2.4). python-imaging: Python Imaging Library Biblioteca de Imagens do Python. python-xml: Ferramentas XML para Python. python-reportlab: Biblioteca ReportLab para criar documentos PDF usando Python. htmldoc (htmldoc-common, libfltk): Processa HTML que gera HTML, PS, e PDF. graphviz: Configuração de ferramentas para desenho gráfico. Alguns módulos de dependência não serão instalados com o comando acima e devem seguir as instruções referentes a cada produto. renderpm: Renderiza documentos PDF. Dependência do ReportLab, que por sua vez é dependência do produto PloneCollectorNG. Deve ser baixado com o seguinte comando: svn renderpm Para instalar o renderpm executar os seguintes passos: cd renderpm sudo python setup.py install cd.. rm -rf renderpm 27 co
28 Mantém o pacote de do Python. Deve ser baixado da seguinte referência: Descompactar o arquivo tgz e instalá-lo com os seguintes comandos: tar -zxvf tgz cd sudo python setup.py install cd.. rm -rf PyCrypto: Módulo de criptografia do Python. Dependência do produto ReportLab, que por sua vez é dependência do produto PloneCollectorNG. Baixar o módulo da seguinte referência: Descompactar e instalar com os seguintes comandos: tar -zxvf pycrypto tar-gz cd pycrypto sudo python setup.py build sudo python setup.py install cd.. rm -rf pycrypto ) Instalação do Zope e suas Dependências Para instalar o Zope e suas dependências utiliza-se o seguinte comando sudo apt-get install <pacote>. A lista de pacotes está listada a seguir. zope2.9: Pacote do Servidor de Aplicações Zope. Executando esta instalação os seguintes pacotes serão instalados juntamente: debconf debconf-2.0: Configuração do gerenciamento do sistema Debian. zope-common python-unit lsb-base libc6 zope-stripogram: Biblioteca para converter HTML para Texto Puro e retirar tags do HTML. zope-textindexng2: É um produto para indexação de textos completos para o Zope. Através deste pacote serão instalados os seguintes: zope-textindexng2-lib xpdf-utils gs-common wv catdoc 28
29 ppthtml Por padrão o Zope será instalado no diretório /usr/lib/zope2.9. Dentro deste diretório há a seguinte estrutura: bin: Scripts de backup, criação de instância Zope e instância ZEO, troca de senha, pack, dump. lib: Diretório onde podem ser instaladas as dependências dopython para cada instância Zope. skel: Esqueleto de uma instância Zope. Quando uma nova instância é criada, este diretório é copiado. Os arquivos de configuração sofrem alterações em seus parâmetros ) Instalação do Plone e suas Dependências Antes de iniciar a instalação do Plone e suas dependências deve-se criar uma instância Zope. Para isto deve-se executar o seguinte comando: dzhandle -z2.9 make-instance --service-user=zope:zope --service-port=<porta> -u<usuario>:<senha> <nome_instancia> -m manual Onde: <nome_instancia>: saap <usuario>: Usuários administrador do Zope. ex.: admin <senha>: Senha do usuário administrador. ex.: P4av.y.3aA2 (maiúsculas e minúsculas fazem diferença) <porta>: Porta tcp do servidor. ex.: 8280, 22001, 22002, 22003, etc... Lembrar que Portal Modelo e SAPL rodam, respectivamente, nas portas 8180 e Preenchendo o comando com os exemplos das variáveis, temos: dzhandle -z2.9 make-instance --service-user=zope:zope -u<admin>: P4av.y.3aA2 saap -m manual --service-port=8280 A instância será criada por padrão no diretório /var/lib/zope2.9/instance/saap. Neste diretório encontra-se toda a estrutura da instância Zope, como os diretórios: bin: Scripts de inicialização do serviço do Zope. runzope: Executando-o é possível levantar o serviço do Zope. zopectl: Comando para iniciar o serviço. zopectl start: É possível levantar o serviço do Zope, zopectl sotp: Para o serviço. zopectl fg: Levanta o serviço em modo debug, que não é recomendado em um site em produção. zopeservice.py: Utilizado em ambientes windows para rodar o serviço do Zope. etc: configurações do Zope. 29
30 zope.conf: Configuração de porta http, para acesso ao Portal, configuração de webdav, ftp, locales, mount point, zeo... Extensions: Métodos externos que serão executados no Zope são acrescentados neste diretório. import: Arquivos.zexp que forem importados para um portal devem estar neste diretório. lib: Bibliotecas Python podem ser instaladas por instância Zope, log: Diretório que armazena os arquivos de log do Zope. Products: Diretório onde devem ser instalados ou linkados os produtos de dependência do Portal, incluindo o Plone. var: Diretório que contém o Banco de Dados (Data.fs). Para testar se a instalação funcionou cd /var/lib/zope2.9/instance/saap sudo./bin/zopectl fg No navegador digitar Inserir o usuário e senha configurados na execução do comando dzhandle. Após a criação da instância já é possível baixar e instalar o Plone. Par isto deve-se acessar a seguinte referência Devem ser executados os seguintes comandos: tar -zxvf Plone final.tar.gz cd Plone final sudo mv * /var/lib/zope2.9/instance/saap/products cd.. rm -rf Plone final As instalações do restante dos Produtos que são dependências do SAAP ocorrerão da mesma maneira procedida com o Plone. ILSAAP: Produto com todo o código do Sistema SAAP. No repositório do Interlegis baixar a versão do trunk, na seguinte referência para isto, executar o comando: svn co ILSAAP Este diretório deve estar dentro do diretório Products da instância Zope. mv ILSAAP /var/lib/zope2.9/instance/saap/products Plone2Pdf: Exporta os documentos e contatos para um documento.pdf. Para instalar, deve-se primeiramente 30 baixar o produto da referência
31 Depois executar os comandos: tar -zxvf Plone2Pdf tar.gz mv Plone2Pdf /var/lib/zope2.9/instance/saap/products TextIndexNG2: Indexa o conteúdo no catálogo. Para instalar o produto é necessário executar os seguintes comandos, depois de baixá-lo da referência tar -zxvf TextIndexNG-2.2.0b2.tar.gz mv TextIndexNG2 /var/lib/zope2.9/instance/saap/products PloneCollectorNG: Coletor de tarefas a serem realizadas, controle de Processos/Pleitos. Para instalar o produto é necessário executar os seguintes comandos: svn co PloneCollectorNG mv PloneCollectorNG /var/lib/zope2.9/instance/saap/products mxmcalendar: Produto para gerenciamento de tarefas e eventos da agenda e apresentação em Calendário. Para instalar o produto é necessário executar os seguintes comandos: svn co mxmcalendar mv mxmcalendar /var/lib/zope2.9/instance/saap/products mxmcalendartypes: Tipos a serem adicionados na agenda (eventos, tarefas). Para instalar o produto é necessário executar os seguintes comandos: svn co mxmcalendartypes mv mxmcalendartypes /var/lib/zope2.9/instance/saap/products DataGridField: Widget que formata campos como Endereço, Telefone no formulário de inserção de contatos. Para instalar o produto é necessário executar os seguintes comandos, depois de baixá-lo da referência 31
32 tar -zxvf DataGridField tar.gz mv DataGridField /var/lib/zope2.9/instance/saap/products Para certificar-se que a instalação do Plone funcionou, deve-se parar o serviço do Zope com um CTRL+C, porque rodou-se o serviço em modo debug para verificação de possíveis erros. Executar novamente o comando para iniciar o serviço do Zope em modo debug. sudo./bin/zopectl fg A mensagem que deve ser exibida no terminal deve ser: INFO Zope Ready to handle requests No navegador, na caixa de seleção da ZMI (Zope Management Interface), adicionar um Plone Site. Ver Figura 40. Figura 40 Criação de um Plone Site. A aparição deste objeto já indica que o Plone está corretamente instalado. Ao adicionar este objeto aparece uma tela pedindo para inserir informações de: Id: identificador do Portal do Sistema. Pode ser nomeado como portal_saap, saap. Título: Não é necessário preenchimento pois pode ser configurado na Ferramenta de Configuração do Sistema. Descrição: Também não é necessário preencher. Somente se quiser detalhar sobre a definição do Site. Base Profile: Não é necessário modificar a configuração, pois será adicionado um Plone Site. Extension Profiles: Escolhe-se ILSAAP para que ao adicionar o Plone Site o produto já será instalado e configurará o ambiente. 32
33 Figura 41 Criação de um Plone Site. Após a criação pode-se acessar no navegador Aparecerá a tela do Sistema SAAP. 2.3) Como Instalar mais de um Produto do Interlegis em uma Máquina Os produtos do Interlegis estão em fase de migração tanto de pacotes, diga-se instaladores automáticos, como de suas versões. No momento tem-se oficialmente, como dependência de Sistema Operacional para o SAAP a versão do Ubuntu Dapper e a versão 5.10 do Ubuntu Breezy para Portal Modelo e SAPL. A escolha da versão do Ubuntu deve-se ao fato desta ser LTS (Long Term Support), ou seja, é oferecido suporte de 5 anos, com correções críticas e de segurança. Com estas diferenças de Sistema Operacional que ainda há, é recomendado que o SAAP seja instalado em um servidor que possa depois abrigar os outros sistemas do Interlegis, SAPL e Portal 33
34 Modelo. As máquinas enviadas pelo PPM (Projeto Piloto de Modernização) oferecem a seguinte estrutura: Máquina 1 corresponde a atender às demandas internas, ou seja, ser um servidor de arquivos, etc; Máquina 2 destina-se a atender às demandas externas, ou seja, instalação dos sistemas do Interlegis. Sendo assim, para todos os sistemas estarem sob uma mesma máquina, deve-se proceder da seguinte forma, depois da unificação das versões dos pacotes para o mesmo Sistema Operacional (6.0.6). Quando na instalação dos sistemas deve-se observar que cada um foi configurado para atender em uma porta http diferente. Sendo assim, SAPL roda na porta 8080, Portal Modelo na 8180 e SAAP corresponde à portal Se o desejo for modificar estas configurações, deve-se ter o cuidado para que não seja colocado um mesmo serviço rodando em uma mesma porta para não dar conflito. Estas configurações serão feitas no arquivo /var/lib/zope2.9/instance/instancia_zope/etc/zope.conf de cada instância, de cada sistema. Na instância Zope do Portal Modelo (/var/lib/zope2.9/instance/portalcasas) podem ser criados vários Plone Sites na raiz de sua Interface de Gerenciamento, dependendo de quanto o hardware agüentar. O mesmo ocorre com o SAAP, podendo ser adicionados vários Plone Sites para abrigar várias instâncias do Sistema. Já o sistema SAPL, somente a versão 2.2 possibilita este comportamento. 2.4) Como Deixar o Sistema Pronto para Uso Neste capítulo são abordados os passos que devem ser seguidos para, depois da instalação do servidor, visto no capítulo 2.1 Como Instalar o Sistema Operacional; e da instalação do SAAP, visto nos capítulos 2.2 Como Instalar o SAAP; se consiga configurar Virtual Host e Apache ) Como Fazer VirtualHost Para deixar o SAAP com uma URL correta e bonita, algo como é preciso instalar o Apache2 e configurar um VirtualHost. Para instalar o Apache2, no Ubuntu é necessário executar o seguinte comando: sudo apt-get install apache2 Se a rede já sabe resolver o nome (URL) do SAAP, ou seja, o DNS já está configurado, podese criar um arquivo: 34
35 sudo vi /etc/apache2/sites-available/saap E configurar o VirtualHost: NameVirtualHost :80 <VirtualHost :80> ServerName saap.interlegis.gov.br ServerAlias saap ServerAdmin _DO_ADMINISTRADOR CustomLog /var/log/apache2/access_saap.log combined ErrorLog /var/log/apache2/error_saap.log RewriteEngine On RewriteCond %{HTTP_HOST} ^([^:]+)(: ) RewriteRule ^(.*) [P,L] </VirtualHost> Considerando que o Apache esteja no mesmo servidor que o SAAP, esse VirtualHost passará todas as requisições que receber no domínio configurado para o Zope, com a URL reescrita em conjunto com o Virtual Host Monster que deve estar habilitado na raiz do Zope. Antes de habilitar o VirtualHost criado, precisa-se habilitar os módulos rewrite e proxy do Apache, fazendo um link simbólico dos arquivos /etc/apache2/mods-available/rewrite.load e /etc/apache2/mods-available/proxy.load no respectivo diretório de módulos habilitados, o /etc/apache2/mods-enabled. Para isso, utilizando o terminal, digitar: cd /etc/apache2/mods-enabled Para criar o link do módulo proxy, digita no terminal: sudo ln -s /etc/apache2/mods-available/proxy.load Para criar o link do módulo rewrite, digita no terminal: sudo ln -s /etc/apache2/mods-available/rewrite.load Considerando que você instalou o Apache2, e esse VirtualHost foi criado no diretório /etc/apache/sites-available basta habilitá-lo criando um link simbólico para o arquivo/etc/apache/sites-avaliable/saap no diretório /etc/apache/sites-enabled. Para isso abra o terminal e digite: cd /etc/apache2/sites-enabled Para criar o link do VirtualHost, digite o seguinte no terminal: sudo ln -s /etc/apache2/sites-available/saap Após feitas as configurações, reinicie o Apache e estará tudo funcionando. Para isso abra o terminal e digite: 35
36 sudo /etc/init.d/apache2 restart Se a rede não conhece o nome (URL) do SAAP pode-se fazer de duas maneiras, através do arquivo /etc/hosts ou através do DNS mesmo, que é o ideal. Para testar se está funcionando, na estação de trabalho local edite o arquivo /etc/hosts e insira no final a linha: Salve, abra o navegador, nessa mesma estação, e tentar acessar o endereço Se responder com o Sistema, a configuração está ok. Não se deve esquecer de remover esta linha do /etc/hosts após os testes. Após isso, basta fazer com que o DNS resolva o nome apontando para o IP do seu servidor Então o portal estará publicado. Notas 1) Certificar-se de alterar os dados da URL para atender ao da Casa. 2.5) Como Configurar o Sistema Para utilizar o Sistema SAAP é necessário realizar algumas configurações para que estas identifiquem a Casa onde o sistema está rodando e que as funcionalidades adicionadas reflitam a necessidade da mesma, pois ao ser instalado, o SAAP possui algumas informações genéricas précadastradas e configurações superficiais dos serviços implantados ) Configuração da Ferramenta do SAAP O Sistema foi construído para dar maior autonomia aos usuários e administradores, fazendo com que eles não precisem alimentar muitos cadastros e consigam trabalhar com a informação de uma maneira mais direta e fácil. O SAAP possui uma ferramenta na qual o Administrador pode configurar, em uma única tela, o rodapé com informações da Casa, modificar o logo, título, configurar o e nome do administrador que dará suporte ao sistema. Também pode manipular a lista de partidos políticos referenciada no sistema. A Figura 42, mostra a tela com os campos do formulário a serem editados para que as informações sejam corretamente inseridas. É interessante ressaltar que todos os campos possuem 36
37 breves descrições para que o usuário saiba o que está sendo pedido e sob que formatação. Para acessar esta tela é necessário clicar no link Preferências, que encontra-se na barra do usuário, acima da logomarca; e clicar no link Configurações do ILSAAP. Figura 42 Ferramenta de Configuração do Sistema ) Configuração do Sistema de Controle de Processos/Pleitos Uma das funcionalidades re-implementadas no SAAP é o Sistema de Controle de Processos/Pleitos. Esta funcionalidade cria um banco de dados de ocorrências onde o Parlamentar pode recuperar informações sobre o andamento de um Processo, etc... Para configurar o Sistema é necessário ser usuário com perfil de Administrador, acessar o item de menu Processos e clicar na aba Configuração, como mostra a Figura
38 Figura 43 Configuração de Processos. Através da tela apresentada acima é possível fazer configurações dos seguintes itens do primeiro tópico: Principal Título: Nome do Sistema de Controle de Processos. Descrição: Breve descrição sobre o Sistema de Controle de Processos. Data Limite: Número de dias limite para que seja enviada resposta sobre a ocorrência cadastrada. Workflow: Configuração da regra de tramitação que deve ser respeitada. Pode-se deixar o padrão já selecionado. Referências entre Ocorrências: Selecionando a opção Ativado faz com que as Ocorrências cadastradas possam ser referenciadas. Interessante para se houver necessidade de referências cruzadas entre as informações. Envio de Arquivo/Imagem: Se a opção selecionada for Ativado, faz com que seja possível anexar imagens ou arquivos à Ocorrência. Diretriz: Texto que informa as regras que devem ser seguidas quando uma nova ocorrência for adicionada. Nome do Servidor ou Endereço IP: Configuração do nome do servidor de . Endereço de Endereço de da pessoa responsável pelo Sistema. Este vai ser enviado como o endereço de origem. Abreviação: Se necessário pode-se acrescentar uma abreviação para melhor identificação 38
39 do quando aparecer na caixa postal do usuário que o receberá. Submissão de Ocorrências Através do Configura para que ninguém possa enviar ocorrência, ou comente os membros da equipe, ou qualquer usuário autenticado ou qualquer um mesmo não autenticado. Verifica Ocorrências Enviadas pelo Selecionando a opção Ativado, as ocorrências podem ser verificadas quando enviadas por . Política de Notificações: Permite que sejam enviadas notificações, e escolhe para quem, como emissor, desenvolvedor envolvido ou não e administradores. Linguagem da Notificação: Escolher em que língua será enviado o . Lista de Observação: Se ativado, usuários fora da equipe do coletor podem se inscrever nas ocorrências para receber notificações por . As configurações do item Aparência, não são cruciais para a utilização do sistema, mas interessantes pelo ponto de vista da visualização e apresentação do mesmo ao usuário que o utilizará. Aparência Uso da Caixa: Permite que as configurações do Sistema de sobressaia às do Gerenciador de Conteúdo. Posição das Caixas de Ação: Configura em que coluna as caixas de ações serão visualizadas. Caixa de Ocorrências: Configura onde as ocorrências serão visualizadas. Caixas que podem ser Usadas: Opções de caixas que podem ser visualizadas pelo sistema. Mostrar Diretriz: Se selecionada a opção, o texto que está no item Principal/Diretriz será mostrado em todos os formulários. Mostrar Endereço de Se selecionada o será mostrado nos formulários. Mostrar Copyright: Se selecionada a opção o copyright do produto aparecerá no sistema. O item de Permissões deve ser configurado para que se tenha um controle do cadastro e visualização das informações dos Processos. Também limita o tamanho dos arquivos que podem ser anexados aos mesmos. Permissões Modo de Participação (podem adicionar ocorrências): Permite ou não que qualquer usuário mesmo não autenticado possa adicionar ocorrências, ou somente os membros da equipe. Modo de Exibição (podem ver ocorrências): Permite a visualização da ocorrência por qualquer usuário, mesmo não estando autenticado. Tamanho Máximo em Bytes para Arquivos que serão Enviados: Especificação do tamanho dos arquivos que podem ser enviados. Equipe Permite que sejam configurados os usuários que trabalham com o coletor de solicitações de processos. Pode-se escolher qual o papel do usuário no Sistema de Controle de Processos. O item de Edição do Esquema não se faz necessário a um primeiro momento, só se a Casa 39
40 estiver insatisfeita com o formulário de entrada de dados, querendo incrementá-lo. Editor do Esquema No editor do esquema é possível acrescentar mais campos ao formulário de envio de ocorrências, ou mesmo ordená-los no formulário. Para acrescentar um atributo, deve-se, na caixa Grupos, escolher em qual tela de formulário será acrescentado o mesmo. Escolhido Dados da Ocorrência, deve-se, na caixa Campos, inserir o nome do mesmo e clicar no botão '+'. Abrirá uma janela de formatação onde escolhe-se seu tipo, componente que define o tipo, o tamanho do campo, padrão, rótulo ou nome do campo, se ele será obrigatório e terá índice para busca no catálogo. Depois de adicioná-lo é possível removêlo, clicando no botão em forma de 'x'. O novo atributo será adicionado ao esquema da ocorrência após ser clicado no link Atualizar esquema de todas as ocorrências, na caixa Manutenção. Também é possível recatalogar e reindexar o catálogo que possui todas as ocorrências já cadastradas. Se o grupo escolhido for o Progresso, o campo será adicionado na tela do formulário referente ao Progresso, ou no grupo Contatos o mesmo processo. Configuração do Grupo de Tópicos Neste item configura-se para que usuários do Sistema de Controle de Processo receberão que categorias de ocorrências. Notificações Este formulário permite que sejam especificados endereços de adicionais para cada estado, a serem notificados quando houver mudança nas ocorrências. Os endereços de precisam ser colocados um por linha. O item Manutenção só será requisitado quando o sistema estiver em plena utilização, ou quando um esquema for alterado. Manutenção Exibe a quantidade de ocorrências cadastradas no sistema. Reindexar todas as ocorrências: É necessário reindexar todas as ocorrências após renomear ou mover o Sistema de Controle de Processos. Atualizar esquema de todas as ocorrências: Depois que é atualizado o esquema, é necessário atualizá-lo. Atualizar esquema do coletor: Se o Sistema de Controle de Processos for atualizado, é necessário executar esta ação. Recriar a ferramenta de catálogo: É útil quando o Sistema de Controle de Processos for atualizado, ou as configurações do catálogo forem alteradas ou ainda um novo índice for adicionado. Recriar a ferramenta de workflow: Algumas vezes é necessário depois de atualizar o Sistema de Controle de Processos. AVISO: ISTO FAZ COM QUE TODAS AS CUSTOMIZAÇÕES DO WORKFLOW SEJAM DESFEITAS. USE COM CAUTELA. Exibir ocorrências incompletas: Exibe as ocorrências incompletas e oferece uma forma rápida para rejeitá-las, usando um estado e comentário predefinidos. Recriar UIDs do Archetypes UIDs para as ocorrências importadas: Utilizar com cuidado e apenas caso tenha sido importada uma instância de um coletor usando tanto o mecanismo de cortar/colar ou a interface de import/export do Zope. 40
41 Enviar para todos os membros da equipe: Um formulário simples de envio de para todos os membros da equipe ) Configuração da Agenda Antes de começar o cadastro de itens na Agenda é necessário configurar este mecanismo. Para acessar a tela mostrada na Figura 44, é preciso clicar no link Configurar Calendário na caixa Calendário. Os campos que podem ser configurados são: Fontes: Onde devem ser buscados os eventos para serem mostrados no calendário daagenda. Divisão da Hora: Quanto tempo deve ser particionada a hora para ser mostrada. Hora de Início: Em que hora deve ser iniciado o calendário. Hora de Término: Em que hora deve terminar o calendário. Figura 44 Configuração da Agenda. 41
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