Variações de Máquinas de Turing
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- Benedicto Natal Tuschinski
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1 Linguagens Formais e Autômatos Variações de Máquinas de Turing Andrei Rimsa Álvares Material extraído do livro e slides do Prof. Newton Vieira (hdp://dcc.ufmg.br/~nvieira)
2 Sumário Variações de Máquinas de Turing Máquina com cabeçote imóvel Máquina com múl?plas trilhas Máquina com fita ilimitada em ambas as direções Máquina com múl?plas fitas Máquinas não determinís?cas
3 VARIAÇÕES DE MÁQUINAS DE TURING Linguagens Formais e Autômatos
4 Variações de MT's Algumas variações de Máquinas de Turing com um incremento à MT padrão (sempre com reconhecimento por estado final e por parada) com cabeçote imóvel com múl?plas trilhas com fita ilimitada em ambas as direções Podem exis?r outras variações? com múl?plas fitas não determinís?cas Essas variações não aumentam o poder de reconhecimento das máquinas, mas podem ser mais cômodas em determinados contextos Mesmo se combinados ou usando outros critérios de reconhecimento (por estado final ou por parada)
5 MT com Cabeçote Imóvel Permite que o cabeçote fique imóvel em uma transição, onde a máquina é uma óctupla M = (E, Σ, Γ,,, δ, i, F), sendo que: δ é uma função de E Γ para E Γ {D, E, I} todas as outras são como em uma MT padrão A única diferença é que pode haver transição do?po δ(e, a) = [e, b, I], onde I indica que o cabeçote deve ficar imóvel e a/b I e' essa transição pode ser simulada, sendo d um novo estado: δ(e, a) = [d, b, D] δ(d, c) = [e', c, E] para cada c Γ {<}
6 MT com Cabeçote Imóvel Exemplo usando duas técnicas para simular o cabeçote imóvel: Trecho de MT com imobilidade Simulação com movimentação à esquerda Simulação com movimentação à direita
7 MT com Múl?plas Trilhas A fita é composta de múl?plas trilhas, isto é, cada célula da fita, ao invés de receber um símbolo, recebe uma k-tupla de símbolos Assume-se que no início a trilha 1 contém na primeira posição, a palavra de entrada está na trilha 1 a par?r da segunda posição, e o restante da trilha 1 e todas as outras trilhas contêm
8 MT com Múl?plas Trilhas MT com k trilhas é uma óctupla M = (E, Σ, Γ,,, δ, i, F), sendo que: δ é uma função de E Γ k para E Γ k {D, E} todas as outras são como em uma MT padrão Uma transição tem a forma δ(e, a 1, a 2,..., a k ) = [e', b 1, b 2,..., b k, d], indicando que cada a i deve ser subs?tuído por b i, para i = 1, 2,..., k e a 1, a 2,, a k /b 1, b 2,, b k d e' note que, se a 1 =, d E apesar do símbolo não poder ser manipulado nas posições restantes na primeira trilha, ele pode ser manipulado sem restrições nas outras trilhas
9 MT com Múl?plas Trilhas Uma configuração instantânea de uma MT com k trilhas tem a forma [e, x 1 a 1 y 1, x 2 a 2 y 2,, x k a k y k ] onde x i = x j para i j O conteúdo da trilha i é x i a i y i A linguagem aceita por uma MT de k trilhas, M = (E, Σ, Γ,,, δ, i, F ), é o conjunto de toda palavra w Σ * tal que [i, w,,..., ] [e, x 1 a 1 y 1, x 2 a 2 y 2,, x k a k y k ] onde e F e δ(e, a 1, a 2,..., a k ) é indefinido *
10 MT com Múl?plas Trilhas MT padrão MT com k trilhas Uma MT padrão (E, Σ, Γ,,, δ, i, F) pode ser simulada por uma MT com k trilhas (E, Σ, Γ,,, δ, i, F), onde se δ(e, a) = [e', b, d], tem-se que δ'(e, a,,..., ) = [e', b,,...,, d] MT com k trilhas MT padrão Dada uma MT M = (E, Σ, Γ,,, δ, i, F) com k trilhas, obtém-se uma MT padrão equivalente M' = (E, Σ { } k 1, Γ (Γ { }) k 1, { } x { } k 1, { } k, δ', i, F), de tal forma que se δ(e, a 1, a 2,..., a k ) = [e', b 1, b 2,..., b k, d], então M' tem a transição δ'(e, [a 1, a 2,..., a k ]) = [e', [b 1, b 2,..., b k ], d] O alfabeto de fita, ao invés de ser um conjunto Γ de símbolos "indivisíveis", é o produto cartesiano Γ k
11 MT com Fita Ilimitada Em Ambas as Direções Uma MT com fita ilimitada em ambas as direções difere de uma MT padrão apenas no fato de que a fita não é limitada à esquerda No início o cabeçote de leitura/escrita está posicionado no primeiro símbolo da palavra de entrada, se esta não for λ Como a fita é ilimitada à esquerda, não há necessidade do símbolo
12 MT com Fita Ilimitada Em Ambas as Direções MT padrão MT com fita ilimitada em ambas as direções Seja M = (E, Σ, Γ,,, δ, i, F) uma MT padrão e sejam i',j E; Uma MT com fita ilimitada em ambas as direções, equivalente a M, seria M' = (E {i', j}, Σ, Γ,, δ, i, F), onde: δ' inclui todas as transições de M δ'(i', a) = [j, a, E] para cada a Γ δ'(j, ) = [i,, D]
13 MT com Fita Ilimitada Em Ambas as Direções MT com fita ilimitada em ambas as direções MT com 2 trilhas Primeira trilha: além do símbolo Γ, o conteúdo da fita bidirecional que começa na posição inicial do cabeçote e se estende para a direita Segunda trilha: o conteúdo da fita bidirecional que começa na posição anterior à posição inicial do cabeçote e se estende para a esquerda
14 MT com Fita Ilimitada Em Ambas as Direções MT com fita ilimitada em ambas as direções MT com 2 trilhas Seja M = (E, Σ, Γ,, δ, i, F) uma máquina com fita ilimitada em ambas as direções; pode-se obter uma máquina de duas trilhas, M' = (E', Σ, Γ',,, δ', i', F'), que simula M, onde: E' = E {1, 2} i' = [i, 1] F' = F {1, 2} Γ' = Γ { }, Γ [e, k] E', onde e é o estado a?ngido por M e k a trilha processada por M' E como são as transições?
15 MT com Fita Ilimitada Em Ambas as Direções MT com fita ilimitada em ambas as direções MT com 2 trilhas Para cada transição δ(e, a) = [e', b, D]: δ'([e, 1], a, c) = [[e', 1], b, c, D] para cada c Γ δ'([e, 2], c, a) = [[e', 2], c, b, E] para cada c Γ δ'([e, 1],, a) = δ'([e, 2],, a) = [[e', 1],, b, D] Para cada transição δ(e, a) = [e', b, E]: δ'([e, 1], a, c) = [[e', 1], b, c, E] para cada c Γ δ'([e, 2], c, a) = [[e', 2], c, b, D] para cada c Γ δ'([e, 1],, a) = δ'([e, 2],, a) = [[e', 2],, b, D]
16 MT com Múl?plas Fitas Em uma máquina com múl?plas fitas, cada fita tem seu cabeçote de leitura/escrita Em cada transição os cabeçotes são operados independentemente; nesse caso é ú?l adicionar a capacidade do cabeçote ficar imóvel Cada fita tem na sua primeira posição para evitar movimento de seu cabeçote para a esquerda, e da segunda posição adiante Na primeira fita a palavra de entrada seguida de Nas outras fitas somente Todos os cabeçotes começam na segunda posição da fita respec?va
17 MT com Múl?plas Fitas Uma máquina de k fitas é uma óctupla (E, Σ, Γ,,, δ, i, F), onde: E, Σ, Γ, i e F são como em MT's padrão δ é uma função de E Γ k para E (Γ {D, E, I}) k Uma configuração instantânea de uma MT com k fitas tem a forma [e, x 1 a 1 y 1, x 2 a 2 y 2,..., x k a k y k ] nesse caso, não há a restrição de que x i = x j para i j A linguagem aceita por uma MT de k fitas, M = (E, Σ, Γ,,, δ, i, F), é o conjunto das palavras w Σ * tais que [i, w,,..., ] [e, x 1 a 1 y 1, x 2 a 2 y 2,..., x k a k y k ] onde e F e δ(e, a 1, a 2,..., a k ) é indefinido *
18 MT com Múl?plas Fitas Por exemplo: o diagrama de estados de uma MT de duas fitas que reconhece a linguagem L = {ww R w w {0, 1} } Para simplificar o diagrama usou-se para denotar "qualquer símbolo do alfabeto de entrada" Dica: o uso de várias fitas pode simplificar bastante a obtenção de uma MT
19 MT com Múl?plas Fitas MT padrão MT com múl?plas fitas Uma MT padrão nada mais é do que uma máquina mul?fita com apenas uma fita Uma MT padrão pode ser simulada por uma MT mul?fita em que todas as transições desprezam todas as fitas, com exceção da fita 1 E o inverso?
20 MT com Múl?plas Fitas MT com k fitas MT com 2k trilhas Uma máquina de k fitas pode ser simulada por meio de uma máquina de 2k trilhas Por exemplo: uma MT com 2 fitas pode ser simulada por uma MT de 4 trilhas A trilha 1 terá o conteúdo da fita 1 A trilha 2 o marcador da posição do cabeçote da fita 1 A trilha 3 terá o conteúdo da fita 2 a trilha 4 o marcador da posição do cabeçote da fita 2 Detalhes do algoritmo no livro-texto
21 MT Não Determinís?cas Uma MT não determinís?ca é uma MT que admite mais de uma transição par?ndo de um certo estado sob um certo símbolo Podem exis?r várias computações possíveis para o processamento de uma palavra Uma palavra é aceita quando existe uma computação para a qual a máquina pára em um estado final
22 MT Não Determinís?cas Uma MT não determinís?ca é uma óctupla (E, Σ, Γ,,, δ, i, F), onde: E, Σ, Γ,,, i e F são como em MT padrão δ é uma função total de E Γ para P(E Γ {D, E}) No caso em que δ(e, a) = para e E e a Σ, não há transição do estado e sob a; corresponde ao caso em que, em uma MT padrão, δ(e, a) é indefinido A linguagem aceita pela máquina é: { w Σ * * [i, w] [e, xay], δ(e, a) = e e F }
23 MT Não Determinís?cas Por exemplo: diagrama de estados de uma MT não determinís?ca que aceita a linguagem L = b ab + c ac
24 MT Não Determinís?cas MT padrão MT não determinís?ca Uma MT padrão M é um caso par?cular de MT não determinís?ca M', portanto basta simular M em M'
25 MT Não Determinís?cas MT não determinís?ca MT de 3 fitas Simular uma máquina de Turing não determinís?ca M = (E, Σ, Γ,,, δ, i, F) por meio de uma MT determinís?ca M' de 3 fitas; a ideia é simular, de forma sistemá?ca, as computações possíveis Fita 1: a palavra de entrada Fita 2: fita na qual a máquina irá operar Fita 3: uma computação possível (sequência de transições) Detalhes do algoritmo no livro-texto
26 MT Não Determinís?cas Outro exemplo: máquina de Turing de duas fitas não determinís?ca para L = {ww R w w {0, 1} }
27 Conclusão Máquinas de Turing podem ser estendidas para u?lizar: os incrementos isolados ou uns compostos com outros outro critério de reconhecimento, por parada e/ou estado final Todas as variações de Máquinas de Turing reconhecem exatamente a mesma classe de linguagens: a classe das LRE's
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