Curso: Projeto Mecânico de Dutos

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Curso: Projeto Mecânico de Dutos"

Transcrição

1 Curso: Projeto Mecânico de Dutos Ricardo Dias de Souza Eng. de Petróleo Tel:

2 Início da Industria do Petróleo Há mais de anos Oriente Médio óleo aflorava na superfície Utilizado em: Pintura rupestre Iluminação em substituição ao óleo de baleia Impermeabilização de embarcações e cestas Liga para construções Embalsamento de mortos ilustres Dardos incendiados para guerra Medicamentos (uso interno e externo)

3 Início da Industria do Petróleo Poço do Coronel Edwin L. Drake Titusville, Pensilvânia USA Profundidade - 18 m Produção - 20 bbl/dia Sonda à percussão

4 Corrida do Ouro Negro

5 Corrida do Ouro Negro

6 Início da Industria do Petróleo 28/08/1859 Início da indústria moderna do petróleo

7 Início da Industria do Petróleo 1 a Refinaria em Oil City a 11 km dos poços(oil creek) Cidade de Pitttsburgh centro de refino e transporte

8 DESAFIO Poços Refinaria TRANSPORTE

9 Transporte de Óleo Poços -Refinaria 1 a Opção Barris de uísque Transporte Balsas (ferrovias a 20 milhas) 1BBL = 18 gal = 159 litros

10 Grande n o de acidentes Perda de óleo embarcações Transporte por Balsas

11 Transporte de Óleo até Refinaria 2 a Opção Transporte ferroviário 2 tanques de madeira Cap. de 40 bbl/cada

12 Transporte Ferroviário tanques de madeira

13 Transporte Ferroviário Tanques de madeira

14 Transporte Ferroviário

15 Transporte Ferroviário Tanques de ferro a partir de 1869

16 Transporte Poços x Pontos de embarque Como transportar o óleo dos poços até às ferrovias e aos pontos de embarque por balsas?

17 Transporte por carroças 2 cavalos transportavam de 5 a 7 barris

18 Transporte por carroças Mais de 2000 carroças circulavam pela lama em Titusville

19 Os riscos de acidentes Congestionamentos Alto preço transporte Novo tipo de transporte OLEODUTOS

20 Primeiros Oleodutos

21 Primeiros Oleodutos 1860 Coronel Karnes propôs a construção do 1 o oleoduto, mas foi interrompido pela guerra civil Projeto de um oleoduto de madeira de Herman James foi desaprovado pelo poder legislativo, pressionado pelos carroceiros. James Hutchings construiu o 1 o oleoduto com 300 m, operado por gravidade, do poço até a refinaria.

22 Primeiros Oleodutos 1863 Oleoduto de 2, 4 km, ferro fundido, 3 bombas para elevar a 122 m. Bombas impróprias e vazamentos Oleoduto com 4,8 km do poço até estação ferroviária. Problemas com as bombas, vazamentos e sabotagem pelos carroceiros o oleoduto, 2, 9,75 km,4,6 m de tubo, lap-welded, testado com 900 psi, parcialmente enterrado com arado, 3 bombas ao longo do duto, 81 bbl/hora. (sabotagem dos carroceiros e auxílio de guarda armada)

23 Primeiros Oleodutos Os problemas de vazamento nos tubos de ferro fundido resolvidos com o uso de tubos de ferro forjado Preço do transporte: US$ 1.00/bbl (carroça - US$ 2.50/bbl ) Em 1866, empresas fornecem armazenamento em tanques de madeira(1200 bbl), logo substituído por tanques de ferro forjado de bbl.

24 Estação de Bombeamento

25 Dutos de Transporte x Transporte Ferroviário Inicialmente usado para alimentar tanques nas estações. Ferrovias compravam e construiam dutos ou se uniam a proprietários de dutos, formando um monopólio. As ferrovias não permitiam que dutos de transporte fossem construídos atravessando a estrada de ferro. Com a entrada dos dutos de transporte, a ferrovias tiveram que reduzir o preço do transporte.

26 Duto de Transporte x Transporte Ferroviário

27 O Boom dos oleodutos Inicialmente, os tubos eram roscados. Problemas com vazamentos e dificuldade para trabalhar com comprimentos grandes de tubos A partir de 1920, uso de juntas soldadas, permitiu a construção de dutos de grandes diâmetros e alta pressão

28 O Boom dos oleodutos Os polidutos começaram a ser construídos a partir A depressão americana exigiu a redução de custo do transporte até os novos centros consumidores Em 1940, transporte marítimo na costa leste reduzido por necessidade de fornecer combustível para as forças aliadas da 2 a Guerra Mundial. Em quatro meses do ano 1942, 48 navios-tanque foram afundados na costa leste dos USA pelas tropas do eixo.

29 O Boom dos oleodutos Demanda de combustível para a guerra exige a construção de diversos oleodutos, principalmente: USA, China, Itália, norte da África, França, Alemanha, Inglaterra e Rússia. Aprovada lei que, em tempo de guerra, o presidente decidia sobre as questões de aquisição de terras e faixas de domínio para a construção de oleodutos. O governo americano patrocinou a construção de 45% dos oleodutos.

30 O Boom dos oleodutos Após a guerra, redução brusca na demanda de derivados Realinhamento dos modais de transporte e do sistema de transporte por dutos. Aparecimento de dutos de transporte de grande diâmetro depois 40 Transalasca (zig zag) milhas Previsto US$1 Bilhão Gasto US$ 9 Bilhões

31 Por que dutos? Menos danos ao meio ambiente Menos suscetível a roubo Mais econômico, seguro, conveniente e confiável que os demais modais de transporte. $1 transporta 1 ton de produto petroquímico Aéreo 5 milhas Caminhão 19 milhas Ferrovia 45 milhas Marítimo 200 milhas Duto 238 milhas

32 Dutos não são perigosos ou inseguros, mas o seu projeto, manutenção e gerenciamento podem torná-los. Dutos são: 40 VEZES mais seguros que transporte ferroviário 100 VEZES mais seguros que transporte rodoviário

33 CAUSAS DE ACIDENTES CAUSA CORROSÃO TERRESTRE (%) 20,4 MARÍTIMO (%) 40,9 TERCEIROS 40,4 35,5 CONSTRUÇÃO 4,1 5,5 MATERIAL 8,6 8,2 OUTROS 26,4 10 Fonte:AGA( )

34 MALHA DUTOVIÁRIA Brasil : km Argentina: km USA: km km

INTRODUÇÃO À INDÚSTRIA DO PETRÓLEO UNIDADE V TRANSFERÊNCIA E ESTOCAGEM

INTRODUÇÃO À INDÚSTRIA DO PETRÓLEO UNIDADE V TRANSFERÊNCIA E ESTOCAGEM INTRODUÇÃO À INDÚSTRIA DO PETRÓLEO UNIDADE V TRANSFERÊNCIA E ESTOCAGEM Transferência e estocagem Ao lado das atividades de exploração e produção estão, em igualdade de importância, as operações de transferências

Leia mais

INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES

INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES REVISÃO 01 SETEMBRO/2011 INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES - TNC Informações operacionais do Terminal Aquaviário Norte Capixaba - Espírito Santo ELABORADO PELA Gerência de Comercialização de Serviços de Terminais

Leia mais

INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES

INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES REVISÃO 04 SETEMBRO/2011 INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES Informações operacionais do Terminal Aquaviário de Niterói Rio Grande do Sul ELABORADO PELA Gerência de Comercialização de Serviços de Terminais e Oleodutos

Leia mais

Transportes. Prof. Márcio Padovani

Transportes. Prof. Márcio Padovani Transportes Índice Definição de transporte Origem e evolução dos transportes Rodoviário Ferroviário Marítimo Aéreo Oleoduto Evolução dos transportes no Porto Classificação dos transportes Quanto à modalidade

Leia mais

Tratador Primário de Petróleo e Gás da Texas do Brasil.

Tratador Primário de Petróleo e Gás da Texas do Brasil. Tratador Primário de Petróleo e Gás da Texas do Brasil www.texasdobrasil.com.br A EMPRESA: TEXAS DO BRASIL OIL & GAS É uma empresa de base tecnológica com atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação

Leia mais

GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS TRANSPORTE NA CADEIA DE SUPRIMENTOS: OS MODAIS DE TRANSPORTE

GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS TRANSPORTE NA CADEIA DE SUPRIMENTOS: OS MODAIS DE TRANSPORTE GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS TRANSPORTE NA CADEIA DE SUPRIMENTOS: OS MODAIS DE TRANSPORTE Prof. Dr. Daniel Caetano 2016-1 Objetivos Conhecer os principais modos de transporte usados na Gestão da Cadeia

Leia mais

3 Apresentação do problema

3 Apresentação do problema 3 Apresentação do problema 3.1 A cadeia de suprimentos da indústria petrolífera Conforme se definiu no início do capítulo anterior, a cadeia de suprimentos é um processo em que fornecedores, fabricantes,

Leia mais

Energia: visão geral e petróleo

Energia: visão geral e petróleo PEA 3496 Energia e Meio Ambiente: Sistemas Energéticos e seus Efeitos Ambientais Prof. Marco Saidel Energia: visão geral e petróleo RECURSOS NATURAIS CLASSIFICAÇÃO DOS RECURSOS Não Renováveis Renováveis

Leia mais

Planejamento de Transportes: Introdução à Logística

Planejamento de Transportes: Introdução à Logística UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ Planejamento de Transportes: Introdução à Logística ESTRATÉGIAS DE LOCALIZAÇÃO Profª. Daniane F. Vicentini Atividades com a maior parcela do custo total de logística: Transportes:

Leia mais

MECÂNICAS DOS FLUIDOS PROFESSOR: WAGNER A. S. CONCEIÇÃO 3º BIMESTRE LISTA 1

MECÂNICAS DOS FLUIDOS PROFESSOR: WAGNER A. S. CONCEIÇÃO 3º BIMESTRE LISTA 1 MECÂNICAS DOS FLUIDOS PROFESSOR: WAGNER A. S. CONCEIÇÃO 3º BIMESTRE LISTA 1 1- Um fluido a 20ºC escoa a 850cm 3 /s por um tubo de 8 cm de diâmetro. Verifique se o escoamento é laminar ou turbulento, determine

Leia mais

Lista de Exercícios Perda de Carga Localizada e Perda de Carga Singular

Lista de Exercícios Perda de Carga Localizada e Perda de Carga Singular Lista de Exercícios Perda de Carga Localizada e Perda de Carga Singular 1. (Petrobrás/2010) Um oleoduto com 6 km de comprimento e diâmetro uniforme opera com um gradiente de pressão de 40 Pa/m transportando

Leia mais

Gestão de Riscos Transporte e Armazenamento de Petróleo, Derivados e Gás Natural

Gestão de Riscos Transporte e Armazenamento de Petróleo, Derivados e Gás Natural Aon Risk Solutions Gestão de Riscos Transporte e Armazenamento de Petróleo, Derivados e Gás Natural Risk. Reinsurance. Human Resources. Integração de riscos de processo, projetos, governança e seguros

Leia mais

Modal Ferroviário. Equipe: Docemar M. Borges Felipe Cordova Leonardo F. Heinz Wivian Neckel

Modal Ferroviário. Equipe: Docemar M. Borges Felipe Cordova Leonardo F. Heinz Wivian Neckel Modal Ferroviário Equipe: Docemar M. Borges Felipe Cordova Leonardo F. Heinz Wivian Neckel O que é modal? O modal ferroviário caracteriza-se, especialmente, por sua capacidade de transportar grandes volumes,

Leia mais

Química Tecnológica II Professora Valéria Costa. Nome: Turma: Data: 1. Faça um resumo com aproximadamente 200 palavras sobre o texto abaixo:

Química Tecnológica II Professora Valéria Costa. Nome: Turma: Data: 1. Faça um resumo com aproximadamente 200 palavras sobre o texto abaixo: Química Tecnológica II Professora Valéria Costa Nome: Turma: Data: 1. Faça um resumo com aproximadamente 200 palavras sobre o texto abaixo: Petróleo: um tema para o ensino de química, Química Nova na Escola,

Leia mais

4 Logística da Indústria do Petróleo

4 Logística da Indústria do Petróleo 4 Logística da Indústria do Petróleo Este capítulo vai apresentar as características da logística do petróleo no Brasil, sua distribuição, transporte e localização geográfica das refinarias e bases de

Leia mais

Desafios para a Infraestrutura Logística Brasileira. Abril 2011 Paulo Fleury

Desafios para a Infraestrutura Logística Brasileira. Abril 2011 Paulo Fleury Desafios para a Infraestrutura Logística Brasileira Abril 2011 Paulo Fleury Agenda Panorama da Infraestrutura Brasileira Avaliação do PAC pelos Pontenciais Usuários Investimentos Necessários O Brasil Hoje

Leia mais

Escopo do Sistema e Modais de Transporte. Identificar os principais benefícios e modos de transporte

Escopo do Sistema e Modais de Transporte. Identificar os principais benefícios e modos de transporte Escopo do Sistema e Modais de Transporte Me. Edvin Kalil Freitas Granville julho de 2010 OBJETIVOS Identificar os principais benefícios e modos de transporte Conhecer os critérios mais utilizados para

Leia mais

A REGULAÇÃO DO SETOR DE ENERGIA NO BRASIL AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS

A REGULAÇÃO DO SETOR DE ENERGIA NO BRASIL AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS A REGULAÇÃO DO SETOR DE ENERGIA NO BRASIL AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS Montevideo, 12 de novembro de 2009. Cenário do Brasil o Área - 8.5 milhões de km 2 o 2007: População

Leia mais

Aula Transporte Brasil. Prof. Diogo Máximo

Aula Transporte Brasil. Prof. Diogo Máximo Aula Transporte Brasil Prof. Diogo Máximo TRANSPORTE BRASIL O sistema de transportes brasileiro define-se basicamente por uma extensa matriz rodoviária, sendo também servido por um sistema limitado de

Leia mais

Diagnóstico da rede de distribuição de derivados de petróleo no Brasil e sua representação em um SIG

Diagnóstico da rede de distribuição de derivados de petróleo no Brasil e sua representação em um SIG Diagnóstico da rede de distribuição de derivados de petróleo no Brasil e sua representação em um SIG Adriana Costa Soares (PUC-Rio) [email protected] Jose Eugenio Leal (PUC-Rio) [email protected]

Leia mais

PROMOVE NOÇÕES DA CADEIA DE PETRÓLEO

PROMOVE NOÇÕES DA CADEIA DE PETRÓLEO 3.c EXTRAÇÃO: 3 EXPLORAÇÃO DO PETRÓLEO Classificam-se em dois tipos: Extrações Onshore Extrações Offshore 3.c EXTRAÇÃO: Extrações Onshore 3 EXPLORAÇÃO DO PETRÓLEO 3.c EXTRAÇÃO: Extrações Offshore 3 EXPLORAÇÃO

Leia mais

Química Professora: Raquel Malta 3ª série Ensino Médio FONTE DE HIDROCARBONETOS

Química Professora: Raquel Malta 3ª série Ensino Médio FONTE DE HIDROCARBONETOS Química Professora: Raquel Malta 3ª série Ensino Médio FONTE DE HIDROCARBONETOS PETRÓLEO: ECONOMIA E POLÍTICA Energia petróleo fonte de combustível e matéria-prima. Distribuição das reservas de petróleo

Leia mais

A Competitividade da Indústria Química no contexto da Logística

A Competitividade da Indústria Química no contexto da Logística Brasil: uma vocação natural para a indústria química A Competitividade da Indústria Química no contexto da Logística USUPORT Bahia 29 de Novembro de 2016 País rico em petróleo, gás, biodiversidade, minerais

Leia mais

Conceitos Básicos. Capacidade do Modo Ferroviário

Conceitos Básicos. Capacidade do Modo Ferroviário CAPACIDADE DOS MODOS DE TRANSPORTE Conceitos Básicos 1-Origem do termo "capacidade" >> Origem da palavra latina "capacitas" que na sua acepção básica significa o volume interior de um corpo vazio. 2-Capacidade

Leia mais

ENG-ENGENHEIRO DE AUTOMAÇÃO

ENG-ENGENHEIRO DE AUTOMAÇÃO ENG-ENGENHEIRO DE AUTOMAÇÃO SISTEMAS DE PRODUÇÃO, REFINO E TRANSPORTE DE PETRÓLEO SENAI-RJ HISTORICO DO PETROLEO Prof. Dr. Ricardo N. AYUP ZOUAIN [email protected] 02 de dezembro de 2011 1.1. HISTÓRICO

Leia mais

A EGD Engenharia. Natural

A EGD Engenharia. Natural Proteção Catódica Manutenção de Dutos e Faixas Instalações Elétricas Industriais A EGD Engenharia A EGD ENGENHARIA é uma empresa brasileira, fundada em Abril de 1995, no município de São José dos Campos,

Leia mais

GST1119 TECNOLOGIAS DO TRANSPORTE DE CARGA. Aula 02

GST1119 TECNOLOGIAS DO TRANSPORTE DE CARGA. Aula 02 GST1119 TECNOLOGIAS DO TRANSPORTE DE CARGA Aula 02 1 2 O sistema de transporte doméstico se refere ao conjunto de trabalho, facilidades e recursos que compõem a capacidade de movimentação na economia.

Leia mais

Engenharia do Petróleo POLI/COPPE/UFRJ

Engenharia do Petróleo POLI/COPPE/UFRJ Hidráulica da Perfuração e Controle de Poço Prof. Paulo Couto Engenharia do Petróleo POLI/COPPE/UFRJ Parte 1 Introdução e Histórico i Agosto / 2011 1 Onde está o petróleo? 2 Onde está o petróleo? 3 Onde

Leia mais

1 INTRODUÇÃO 1.1 Definição do Problema

1 INTRODUÇÃO 1.1 Definição do Problema 1 INTRODUÇÃO 1.1 Definição do Problema Dutos enterrados de longas extensões são largamente empregados no transporte de óleo, gás natural, entre outros produtos. Ao contrário dos dutos aéreos, a análise

Leia mais

Administração do Transporte 2008

Administração do Transporte 2008 Administração do Transporte 2008 A cadeia de suprimento começa com o cliente e sua necessidade de obter o produto. O próximo estágio dessa cadeia de suprimento é uma loja que o cliente procura. Por exemplo:

Leia mais

Workshop - Transpetro Serviços para a Região Nordeste

Workshop - Transpetro Serviços para a Região Nordeste Workshop - Transpetro Serviços para a Região Nordeste OBJETIVOS 1. PETROBRAS TRANSPORTE S.A - TRANSPETRO 2. ÁREAS DE NEGÓCIO SUMÁRIO Objetivos Aproximação do mercado fornecedor através do Workshop Captação

Leia mais

O TRANSPORTE DO ETANOL PELA HIDROVIA TIETÊ-PARANÁ

O TRANSPORTE DO ETANOL PELA HIDROVIA TIETÊ-PARANÁ O TRANSPORTE DO ETANOL PELA HIDROVIA TIETÊ-PARANÁ Câmara dos Deputados 2º Seminário de Portos e Vias Navegáveis 22/09/2011 Agenor Junqueira Diretor de Transporte Marítimo Projeção do Aumento da FROTA ANO

Leia mais

GERAÇÃO, TRANSMISSÃO E DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA DE ELÉTRICA

GERAÇÃO, TRANSMISSÃO E DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA DE ELÉTRICA Universidade do Estado de Mato Grosso Campus Sinop Faculdade de Ciências Exatas e Tecnológicas GERAÇÃO, TRANSMISSÃO E DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA DE ELÉTRICA ROGÉRIO LÚCIO LIMA Sinop Outubro de 2016 Recursos

Leia mais

Mineração e Agronegócio:

Mineração e Agronegócio: Mineração e Agronegócio: Superando Obstáculos para o Escoamento da Produção 8º Encontro de Logística e Transportes - FIESP Produção e Exportação Soja e Milho Produção de soja e milho > 5 mil toneladas

Leia mais

MEIOS DE LIGAÇÃO DE TUBULAÇÕES INDUSTRIAIS

MEIOS DE LIGAÇÃO DE TUBULAÇÕES INDUSTRIAIS MEIOS DE LIGAÇÃO DE TUBULAÇÕES INDUSTRIAIS Instalações em Sistemas Industriais Profa. Roberta Leone Aula 04 MEIOS DE LIGAÇÃO Para que serve? Ligação tubo a tubo, ou a dispositivos, equipamentos tanques

Leia mais

A CADEIA PRODUTIVA DO PETRÓLEO

A CADEIA PRODUTIVA DO PETRÓLEO Escola Politécnica da Universidade de São Paulo Departamento de Engenharia de Minas e de Petróleo A CADEIA PRODUTIVA DO PETRÓLEO PMI 3101 - Introdução à Engenharia para a Indústria Mineral Prof. Eduardo

Leia mais

UFPR DEPARTAMENTO DE TRANSPORTES SISTEMAS DE TRANSPORTES TT 046

UFPR DEPARTAMENTO DE TRANSPORTES SISTEMAS DE TRANSPORTES TT 046 UFPR DEPARTAMENTO DE TRANSPORTES SISTEMAS DE TRANSPORTES TT 046 Prof. Djalma Pereira Prof. Eduardo Ratton Profa. Gilza Fernandes Blasi Profa. Márcia de Andrade Pereira Aula 13 Transporte Dutoviário Aula

Leia mais

REFINO E TRANSPORTE DE HIDROCARBONETOS. José Wellington de Paiva Gerente da Operação de Processamento de Fluidos dezembro/2005

REFINO E TRANSPORTE DE HIDROCARBONETOS. José Wellington de Paiva Gerente da Operação de Processamento de Fluidos dezembro/2005 REFINO E TRANSPORTE DE HIDROCARBONETOS José Wellington de Paiva Gerente da Operação de Processamento de Fluidos dezembro/2005 UN-RNCE - UNIDADE DE NEGÓCIO DO RN E CEARÁ LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA PRODUÇÃO-MAR

Leia mais

Aula 03. Dimensionamento da Tubulação de Distribuição de Ar Comprimido

Aula 03. Dimensionamento da Tubulação de Distribuição de Ar Comprimido Aula 03 Dimensionamento da Tubulação de Distribuição de Ar Comprimido 1 - Introdução A rede de distribuição de ar comprimido compreende todas as tubulações que saem do reservatório, passando pelo secador

Leia mais

Mecânica dos Fluidos. Aula 18 Exercícios Complementares. Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues

Mecânica dos Fluidos. Aula 18 Exercícios Complementares. Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues Aula 18 Exercícios Complementares Tópicos Abordados Nesta Aula. Exercícios Complementares. 1) A massa específica de uma determinada substância é igual a 900kg/m³, determine o volume ocupado por uma massa

Leia mais

AVISO DE INTENÇÃO PRIMEIRO AVISO

AVISO DE INTENÇÃO PRIMEIRO AVISO AVISO DE INTENÇÃO PRIMEIRO AVISO A CCX Colômbia S.A. (doravante CCX ) informa à opinião pública que, de acordo com a Lei 1ª de 1991 e demais normas regulamentares, solicitará à Agência Nacional de Infraestrutura

Leia mais

Fundamentos do Transporte

Fundamentos do Transporte Fundamentos do Transporte RAD1503-Administração de Logística e da Cadeia de Suprimentos Prof. André Lucirton Costa Profa. Marcia Mazzeo Grande 1 Importância O transporte é a área mais significativa para

Leia mais

Turbinas a gás industriais

Turbinas a gás industriais Industrial Power Turbinas a gás industriais A abrangente linha de produtos, de 5 a 50 megawatts Scan the QR code with the QR code reader in your mobile! siemens.com / energy / gasturbines Satisfazendo

Leia mais

VLI e a Logística Integrada

VLI e a Logística Integrada VLI e a Logística Integrada José Osvaldo Cruz 22ª Semana de Tecnologia Metroferroviária Modelo de Negócio: Sistema Logístico Integrado A VLI é uma operadora logística de base ferroviária que movimenta

Leia mais

ANÁLISE DE RISCO DE ORIGEM TECNOLÓGICA NO ESTADO DE SÃO PAULO. Sandro Roberto Tomaz Setor de Riscos Tecnológicos

ANÁLISE DE RISCO DE ORIGEM TECNOLÓGICA NO ESTADO DE SÃO PAULO. Sandro Roberto Tomaz Setor de Riscos Tecnológicos ANÁLISE DE RISCO DE ORIGEM TECNOLÓGICA NO ESTADO DE SÃO PAULO Sandro Roberto Tomaz [email protected] Setor de Riscos Tecnológicos CONTEÚDO Papel da CETESB Norma CETESB P4.261 Estudo de Análise de Risco

Leia mais

Programa Temático 2022 Combustíveis

Programa Temático 2022 Combustíveis Programa Temático 2022 Combustíveis Objetivo 0054 Suprir o mercado interno de combustíveis, por meio da expansão e modernização do parque nacional de refino e possibilitar o comércio de petróleo e derivados

Leia mais

Cenário Atual do Setor de Petróleo & Gás e suas Perspectivas

Cenário Atual do Setor de Petróleo & Gás e suas Perspectivas Cenário Atual do Setor de Petróleo & Gás e suas Perspectivas Setembro 2014 07/10/2014 1 A Dinamus Somos uma empresa de consultoria e inteligência de mercado especializada no desenvolvimento de negócios

Leia mais

A NAVEGAÇÃO DE CABOTAGEM COMO SOLUÇÃO DE LOGÍSTICA COSTEIRA PARA O BRASIL Thiago Gonçalves Maio de 2014

A NAVEGAÇÃO DE CABOTAGEM COMO SOLUÇÃO DE LOGÍSTICA COSTEIRA PARA O BRASIL Thiago Gonçalves Maio de 2014 A NAVEGAÇÃO DE CABOTAGEM COMO SOLUÇÃO DE LOGÍSTICA COSTEIRA PARA O BRASIL Thiago Gonçalves Maio de 2014 SOBRE LOG-IN QUEM SOMOS? Quem Somos Números 96% 96% DE REDUÇÃO EM EMISSÕES DE CO 2 EM RELAÇÃO AO

Leia mais

Transpetro. Sistema logísticopara escoamento de etanol. Modal hidroviário e a Tietê Paraná

Transpetro. Sistema logísticopara escoamento de etanol. Modal hidroviário e a Tietê Paraná LOGÍSTICA, INFRA ESTRUTURA E AGRONEGÓCIO Campo Grande MS 20/07/2012 FABIANO TOLFO Gerente de Desenvolvimento de Negócios Email: [email protected] LOGÍSTICA, INFRA ESTRUTURA E AGRONEGÓCIO AGENDA:

Leia mais

Disciplina: Logística Empresarial Professor: Guillermo Asper Alunos: Alexandre Helou Manoella Alves Marisa Nepomuceno Grupo Roxo A PETROBRAS

Disciplina: Logística Empresarial Professor: Guillermo Asper Alunos: Alexandre Helou Manoella Alves Marisa Nepomuceno Grupo Roxo A PETROBRAS Universidade de Brasília UnB Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação FACE Departamento de Administração ADM Disciplina: Logística Empresarial Professor:

Leia mais

Perspectivas Mundiais dos Biocombustíveis

Perspectivas Mundiais dos Biocombustíveis Perspectivas Mundiais dos Biocombustíveis Sillas Oliva Filho Maio, 2007 Petrobras e os Biocombustíveis Uso dos Biocombustíveis no Mundo Motivação para os Biocombustíveis Atividades da Petrobras nos Biocombustíveis

Leia mais

A DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DAS REDES DE TRANSPORTE

A DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DAS REDES DE TRANSPORTE A DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DAS REDES DE TRANSPORTE Rodoviária Ferroviária De Aeroportos De Portos De Energia Uma distribuição desigual Uma rede melhorada Segura e sustentável Coesão nacional MELHORAMENTOS

Leia mais

Bomba Vertical Padrão Tipo Turbina JTS

Bomba Vertical Padrão Tipo Turbina JTS Bomba Vertical Padrão Tipo Turbina JTS Principais Aplicações A bomba vertical padrão tipo turbina JTS integra nossa tradição de oferecer bombas engenheiradas altamente confiáveis com materiais e configurações

Leia mais

INTERMODAL SOUTH AMERICA CONFERÊNCIA INFRAPORTOS PAINEL PALESTRA VIABILIDADE DAS EXPORTAÇÕES DEPENDE DOS PORTOS

INTERMODAL SOUTH AMERICA CONFERÊNCIA INFRAPORTOS PAINEL PALESTRA VIABILIDADE DAS EXPORTAÇÕES DEPENDE DOS PORTOS INTERMODAL SOUTH AMERICA CONFERÊNCIA INFRAPORTOS PAINEL PERSPECTIVAS E INVESTIMENTOS NO SETOR PALESTRA VIABILIDADE DAS EXPORTAÇÕES DEPENDE DOS PORTOS JOSÉ AUGUSTO DE CASTRO São Paulo, 02 de abril de 2013

Leia mais

3. Estudo de caso na empresa de combustíveis XYZ

3. Estudo de caso na empresa de combustíveis XYZ 3. Estudo de caso na empresa de combustíveis XYZ 3.1. A Empresa de Combustíveis XYZ A área de Distribuição tem papel fundamental na entrega de resultados para a Empresa XYZ. Este área tem como missão ser

Leia mais

PORTO DO AÇU Soluções de Infraestrutura e Energia para o Brasil

PORTO DO AÇU Soluções de Infraestrutura e Energia para o Brasil PORTO DO AÇU Soluções de Infraestrutura e Energia para o Brasil BACIA DE CAMPOS AÇU (km) MACAÉ (km) DISTÂNCIA MÉDIA* 123 km 191 km TEMPO MÉDIO* 5,7h 8,5h * Usando como referência o centro de massa da Bacia

Leia mais

Compreender as DIFERENÇAS e SEMELHANÇAS O que nos afasta? O que nos aproxima?

Compreender as DIFERENÇAS e SEMELHANÇAS O que nos afasta? O que nos aproxima? Maio 2014 Apresentar a Indústria de MT Compreender as DIFERENÇAS e SEMELHANÇAS O que nos afasta? O que nos aproxima? Diagnosticar as NECESSIDADES MÚTUAS Do que precisamos? Do que podemos fornecer mutuamente?

Leia mais

REVISÃO DA BALANÇA COMERCIAL PARA 2012

REVISÃO DA BALANÇA COMERCIAL PARA 2012 REVISÃO DA BALANÇA COMERCIAL PARA 2012 EXPORTAÇÃO BÁSICOS 108,050 122,457-11,8 INDUSTRIALIZADOS 123,620 128,317-3,7 - Semimanufaturados 32,800 36,026-8,9 - Manufaturados 90,820 92,291-1,6 OPERAÇÕES ESPECIAIS

Leia mais

PLATAFORMAS MARÍTIMAS. Aula 13. Logística de transferência de petróleo

PLATAFORMAS MARÍTIMAS. Aula 13. Logística de transferência de petróleo PLATAFORMAS MARÍTIMAS Aula 13 Logística de transferência de petróleo INTRODUÇÃO Logística Colocar-se o produto certo, no local correto, no momento adequado e ao menor preço possível, desde as fontes de

Leia mais

Balança Comercial do Rio Grande do Sul Agosto Unidade de Estudos Econômicos UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS

Balança Comercial do Rio Grande do Sul Agosto Unidade de Estudos Econômicos UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS Balança Comercial do Rio Grande do Sul Agosto 2015 Unidade de Estudos Econômicos O COMÉRCIO EXTERIOR DO RS EM AGOSTO Exportações As exportações da indústria registraram o nível mais baixo para o mês desde

Leia mais

Este documento está de acordo com: -Regulamento Técnico de Dutos Terrestres para Movimentação de Petróleo, Derivados e Gás Natural nº 2/2011 da ANP

Este documento está de acordo com: -Regulamento Técnico de Dutos Terrestres para Movimentação de Petróleo, Derivados e Gás Natural nº 2/2011 da ANP Este documento está de acordo com: -Regulamento Técnico de Dutos Terrestres para Movimentação de Petróleo, Derivados e Gás Natural nº 2/2011 da ANP Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis;

Leia mais

Desafios da Cabotagem em 2015 ILOS

Desafios da Cabotagem em 2015 ILOS Desafios da Cabotagem em 2015 ILOS Clique para editar o título mestre Agenda Contexto Atual Razões para maior competitividade da Cabotagem Evolução da Movimentação de Cabotagem Visão das Empresas sobre

Leia mais

O Papel Estratégico das Ferrovias para a Implementação da Intermodalidade no Brasil. Jose Luis Demeterco Neto

O Papel Estratégico das Ferrovias para a Implementação da Intermodalidade no Brasil. Jose Luis Demeterco Neto O Papel Estratégico das Ferrovias para a Implementação da Intermodalidade no Brasil Jose Luis Demeterco Neto [email protected] Brasília, 05 de Setembro de 2012 O INÍCIO Duas empresas pioneiras que

Leia mais

FENASAN São Paulo, 11 de agosto de 2010

FENASAN São Paulo, 11 de agosto de 2010 FENASAN São Paulo, 11 de agosto de 2010 MEXICHEM Empresa Química e Petroquímica Atuamos em dois Canais integrados: Produção de Cloro Vinil e Fluor Produção e Comercialização de Tubos e Conexões PVC Cloro

Leia mais

MUNICÍPIO: CAMPOS DOS GOYTACAZES INSCRIÇÃO ESTADUAL: PROCESSO INEA:

MUNICÍPIO: CAMPOS DOS GOYTACAZES INSCRIÇÃO ESTADUAL: PROCESSO INEA: DATA / HORA DA OCORRÊNCIA: 27 / 03 / 2013 às 11h50 DATA / HORA ACIONAMENTO: DIRETORIA DE INFORMAÇÃO, MONITORAMENTO E FISCALIZAÇÃO - DIMFIS CENTRO DE INFORMAÇÃO DE EMERGÊNCIAS AMBIENTAIS - CIEM SERVIÇO

Leia mais

Programa Temático 2022 Combustíveis

Programa Temático 2022 Combustíveis Programa Temático 2022 Combustíveis Objetivo 0054 Expandir e modernizar o parque nacional de refino e adequar a infraestrutura industrial no exterior, de modo a buscar atender integralmente o mercado interno

Leia mais

Tudo que você precisa saber sobre a instalação da sua bomba. Requisitos sobre instalações de bombas

Tudo que você precisa saber sobre a instalação da sua bomba. Requisitos sobre instalações de bombas Requisitos sobre instalações de bombas Tudo que você precisa saber sobre a instalação da sua bomba. Wayne.com Austin, Texas, EUA Malmö, Suécia Rio de Janeiro, Brasil Xangai, China 2017. Wayne, a logomarca

Leia mais

INTRODUÇÃO ÀENGENHARIA DE PETRÓLEO

INTRODUÇÃO ÀENGENHARIA DE PETRÓLEO Escola Politécnica da Universidade de São Paulo Departamento de Engenharia de Minas e de Petróleo INTRODUÇÃO ÀENGENHARIA DE PETRÓLEO PMI 1563 -Introdução àengenharia de Petróleo e àgeomecânica Prof. Eduardo

Leia mais

COMÉRCIO EXTERIOR MAIO

COMÉRCIO EXTERIOR MAIO MAIO EXPORTAÇÕES No mês de maio de 2017, as exportações catarinenses somaram US$ 802,8 milhões, o que representou um avanço de 15,8% frente a maio de 2016. Esse crescimento é o melhor para o mês desde

Leia mais

O aqueduto da Califórnia

O aqueduto da Califórnia O aqueduto da Califórnia Banca de água, transferência e armazenamento Aqueduto de Los Angeles Aqueduto de Califórnia Aqueduto do Rio Colorado Água subterrânea e Reciclagem 1. De onde vem a água da Califórnia?

Leia mais

Brasileira de Perfuratrizes - atua no mercado brasileiro de bens capital

Brasileira de Perfuratrizes - atua no mercado brasileiro de bens capital A COBRASPER - Indústria Brasileira de Perfuratrizes - atua no mercado brasileiro de bens capital desde a década de 80, no s e g m e n t o d e m á q u i n a s perfuratrizes (sondas) para poços de água,

Leia mais