INDÍCE LDB - Lei de Diretrizes e Bases da Educação

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2 INDÍCE LDB - Lei de Diretrizes e Bases da Educação LDB - Lei de Diretrizes e Bases da Educação nº Da educação... 4 Dos princípios e fins da educação naciona... 4 Do direito à educação e do dever de educar... 6 Da organização da educação naciona... 8 Dos níveis e das modaidades de educação e ensino Seção I - Das Disposições Gerais Seção II - Da Educação Infanti Seção III - Do Ensino Fundamenta Seção IV - Do Ensino Médio Seção V - Da Educação de Jovens e Adutos Dos profissionais da educação Dos recursos financeiros Das disposições gerais Das disposições transitórias... 35

3 3 LDB - Lei de Diretrizes e Bases da Educação nº Desde sua promugação, a LDB vem abrangendo os mais diversos tipos de educação. A LDB - Lei de Diretrizes e Bases nº foi promugada em 20 de dezembro de Desde então, ea vem abrangendo os mais diversos tipos de educação: educação infanti (agora sendo obrigatória para crianças a partir de quatro anos); ensino fundamenta; ensino médio (estendendo-se para os jovens até os 17 anos). Aém de outras modaidades do ensino, como a educação especia, indígena, no campo e ensino a distância. Cabe a nós, brasieiros, segui-a, tornando a educação muito mais humana e formativa. Mesmo porque o sistema educaciona envove a famíia, as reações humanas, sociais e cuturais. É por meio da LDB que encontramos os princípios gerais da educação, bem como as finaidades, os recursos financeiros, a formação e diretrizes para a carreira dos profissionais da educação. Aém disso, essa é uma ei que se renova a cada período, cabendo à Câmara dos Deputados atuaizá-a conforme o contexto em que se encontra a nossa sociedade. Como exempo, antes o período para terminar o ensino fundamenta era de 8 anos. Após a atuaização da LDB, o período se estendeu para 9 anos, com idade inicia de 6 anos. Outras atuaizações foram feitas, como a revogação dos parágrafos 2º e 4º do Artigo 36, da seção IV, que trata do ensino médio. Daí a importância de sua pubicação, visando nortear o povo brasieiro, assegurando-he seus direitos e mostrando os seus deveres. Desde sua promugação, ocorreram inúmeras atuaizações na LDB. A útima atuaização ocorreu este ano, por meio da ei , de 4 de abri de Essas aterações visam buscar mehorias para a nossa educação, sempre primando peo direito universa à educação para todos. Uma das mudanças atera a LDB - Educação Infanti. A partir de agora, crianças com 4 anos na escoa não serão mais uma opção dos pais. Está na ei. E a partir de 2016, os pais que desobedecerem aos novos parâmetros da LDB, poderão ser punidos com muta ou detenção de 15 dias. Outra mudança bastante significativa é quanto ao currícuo da educação infanti. Este deve seguir a mesma base em todo o país, respeitando a diversidade cutura de cada região. Aém disso, o educador deverá acompanhar e avaiar o desenvovimento das crianças, mas sem o objetivo de aprová-as ou reprová-as. Para a União Naciona dos Consehos Municipais de Educação, tais mudanças representam a democratização do ensino no Brasi.

4 4 Da educação A educação escoar deverá vincuar-se ao mundo do trabaho e à prática socia Art. 1º A educação abrange os processos formativos que se desenvovem na vida famiiar, na convivência humana, no trabaho, nas instituições de ensino e pesquisa, nos movimentos sociais e organizações da sociedade civi e nas manifestações cuturais. 1º Esta ei discipina a educação escoar, que se desenvove, predominantemente, por meio do ensino, em instituições próprias. 2º A educação escoar deverá vincuar-se ao mundo do trabaho e à prática socia. Dos princípios e fins da educação naciona A educação é dever da famíia e do Estado, inspirada nos princípios de iberdade, entre outros Art. 2º A educação, dever da famíia e do Estado, inspirada nos princípios de iberdade e nos ideais de soidariedade humana, tem por finaidade o peno desenvovimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua quaificação para o trabaho.

5 5 Art. 3º O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios: Iguadade de condições para o acesso e permanência na escoa; Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divugar a cutura, o pensamento, a arte e o saber; Puraismo de ideias e de concepções pedagógicas; V Respeito à iberdade e apreço à toerância; V Coexistência de instituições púbicas e privadas de ensino; V Gratuidade do ensino púbico em estabeecimentos oficiais; V Vaorização do profissiona da educação escoar; V Gestão democrática do ensino púbico, na forma desta ei e da egisação dos sistemas de ensino; X Garantia de padrão de quaidade; X Vaorização da experiência extraescoar; X X Vincuação entre a educação escoar, o trabaho e as práticas sociais. Consideração com a diversidade étnico-racia. (Incuído pea Lei nº , de 2013)

6 6 Do direito à educação e do dever de educar O ensino fundamenta é obrigatório e gratuito segundo as normas da LDB Art. 4º O dever do Estado com educação escoar púbica será efetivado mediante a garantia de: Educação básica obrigatória e gratuita dos 4 (quatro) aos 17 (dezessete) anos de idade, organizada da seguinte forma: (Redação dada pea Lei nº , de 2013) a) pré-escoa; (Incuído pea Lei nº , de 2013) b) ensino fundamenta; (Incuído pea Lei nº , de 2013) c) ensino médio; (Incuído pea Lei nº , de 2013) V V V V V Educação infanti gratuita às crianças de até 5 (cinco) anos de idade; (Redação dada pea Lei nº , de 2013); Atendimento educaciona especiaizado gratuito aos educandos com deficiência, transtornos gobais do desenvovimento e atas habiidades ou superdotação, transversa a todos os níveis, etapas e modaidades, preferenciamente na rede reguar de ensino; (Redação dada pea Lei nº , de 2013) Acesso púbico e gratuito aos ensinos fundamenta e médio para todos os que não os concuíram na idade própria; (Redação dada pea Lei nº , de 2013); Acesso aos níveis mais eevados do ensino, da pesquisa e da criação artística, segundo a capacidade de cada um; Oferta de ensino noturno reguar, adequado às condições do educando; Oferta de educação escoar reguar para jovens e adutos, com características e modaidades adequadas às suas necessidades e disponibiidades, garantindo-se aos que forem trabahadores as condições de acesso e permanência na escoa; Atendimento ao educando, em todas as etapas da educação básica, por meio de programas supementares de materia didático-escoar, transporte, aimentação e assistência à saúde; (Redação dada pea Lei nº , de 2013);

7 7 X X Padrões mínimos de quaidade de ensino, definidos como a variedade e quantidade mínimas, por auno, de insumos indispensáveis ao desenvovimento do processo de ensino-aprendizagem; Vaga na escoa púbica de educação infanti ou de ensino fundamenta mais próxima de sua residência a toda criança a partir do dia em que competar 4 (quatro) anos de idade. (Incuído pea Lei nº , de 2008). Art. 5º O acesso à educação básica obrigatória é direito púbico subjetivo, podendo quaquer cidadão, grupo de cidadãos, associação comunitária, organização sindica, entidade de casse ou outra egamente constituída e, ainda, o Ministério Púbico, acionar o poder púbico para exigi-o. (Redação dada pea Lei nº , de 2013) 1º O poder púbico, na esfera de sua competência federativa, deverá: (Redação dada pea Lei nº , de 2013) Recensear anuamente as crianças e adoescentes em idade escoar, bem como os jovens e adutos que não concuíram a educação básica; (Redação dada pea Lei nº , de 2013) Fazer-hes a chamada púbica; Zear, junto aos pais ou responsáveis, pea frequência à escoa. 2º Em todas as esferas administrativas, o poder púbico assegurará em primeiro ugar o acesso ao ensino obrigatório, nos termos deste artigo, contempando em seguida os demais níveis e modaidades de ensino, conforme as prioridades constitucionais e egais. 3º Quaquer das partes mencionadas no caput deste artigo tem egitimidade para peticionar no Poder Judiciário, na hipótese do 2º do art. 208 da Constituição Federa, sendo gratuita e de rito sumário a ação judicia correspondente. 4º Comprovada a negigência da autoridade competente para garantir o oferecimento do ensino obrigatório, poderá ea ser imputada por crime de responsabiidade. 5º Para garantir o cumprimento da obrigatoriedade de ensino, o poder púbico criará formas aternativas de acesso aos diferentes níveis de ensino, independentemente da escoarização anterior. Art. 6º É dever dos pais ou responsáveis efetuar a matrícua das crianças na educação básica a partir dos 4 (quatro) anos de idade. (Redação dada pea Lei nº , de 2013). Art. 7º O ensino é ivre à iniciativa privada, atendidas as seguintes condições: Cumprimento das normas gerais da educação naciona e do respectivo sistema de ensino; Autorização de funcionamento e avaiação de quaidade peo poder púbico; Capacidade de autofinanciamento, ressavado o previsto no art. 213 da Constituição Federa.

8 8 Da organização da educação naciona Segundo as normas da LDB, os estabeecimentos de ensino devem eaborar e executar sua proposta pedagógica Art. 8º A União, os estados, o Distrito Federa e os municípios organizarão, em regime de coaboração, os respectivos sistemas de ensino. 5 1º Caberá à União a coordenação da poítica naciona de educação, articuando os diferentes níveis e sistemas e exercendo função normativa, redistributiva e supetiva em reação às demais instâncias educacionais. 2º Os sistemas de ensino terão iberdade de organização nos termos desta ei. Art. 9º A União incumbir-se-á de: V Eaborar o Pano Naciona de Educação, em coaboração com os estados, o Distrito Federa e os municípios; Organizar, manter e desenvover os órgãos e instituições oficiais do sistema federa de ensino e o dos territórios; Prestar assistência técnica e financeira aos estados, ao Distrito Federa e aos municípios para o desenvovimento de seus sistemas de ensino e o atendimento prioritário à escoaridade obrigatória, exercendo sua função redistributiva e supetiva; Estabeecer, em coaboração com os estados, o Distrito Federa e os municípios, competências e diretrizes para a educação infanti, o ensino fundamenta e o ensino médio, que nortearão os currícuos e seus conteúdos mínimos, de modo a assegurar formação básica comum;

9 9 V V V V X Coetar, anaisar e disseminar informações sobre a educação; Assegurar processo naciona de avaiação do rendimento escoar no ensino fundamenta, médio e superior, em coaboração com os sistemas de ensino, objetivando a definição de prioridades e a mehoria da quaidade do ensino; Baixar normas gerais sobre cursos de graduação e pós-graduação; Assegurar processo naciona de avaiação das instituições de educação superior, com a cooperação dos sistemas que tiverem responsabiidade sobre este níve de ensino; Autorizar, reconhecer, credenciar, supervisionar e avaiar, respectivamente, os cursos das instituições de educação superior e os estabeecimentos do seu sistema de ensino. 1º Na estrutura educaciona, haverá um Conseho Naciona de Educação, com funções normativas e de supervisão e atividade permanente, criado por ei. 2º Para o cumprimento do disposto nos incisos V a IX, a União terá acesso a todos os dados e informações necessários de todos os estabeecimentos e órgãos educacionais. 3º As atribuições constantes do inciso IX poderão ser deegadas aos estados e ao Distrito Federa, desde que mantenham instituições de educação superior. Art. 10º. Os estados incumbir-se-ão de: V V V V Organizar, manter e desenvover os órgãos e instituições oficiais dos seus sistemas de ensino; Definir, com os municípios, formas de coaboração na oferta do ensino fundamenta, as quais devem assegurar a distribuição proporciona das responsabiidades, de acordo com a popuação a ser atendida e os recursos financeiros disponíveis em cada uma dessas esferas do poder púbico; Eaborar e executar poíticas e panos educacionais, em consonância com as diretrizes e panos nacionais de educação, integrando e coordenando as suas ações e as dos seus municípios; Autorizar, reconhecer, credenciar, supervisionar e avaiar, respectivamente, os cursos das instituições de educação superior e os estabeecimentos do seu sistema de ensino; Baixar normas compementares para o seu sistema de ensino; Assegurar o ensino fundamenta e oferecer, com prioridade, o ensino médio a todos que o demandarem, respeitado o disposto no art. 38 desta ei; Assumir o transporte escoar dos aunos da rede estadua.

10 10 Parágrafo único. Ao Distrito Federa apicar-se-ão as competências referentes aos estados e aos municípios. Art. 11º. Os municípios incumbir-se-ão de: V V V V VV V Organizar, manter e desenvover os órgãos e instituições oficiais dos seus sistemas de ensino, integrando-os às poíticas e panos educacionais da União e dos estados; Exercer ação redistributiva em reação às suas escoas; Baixar normas compementares para o seu sistema de ensino; Autorizar, credenciar e supervisionar os estabeecimentos do seu sistema de ensino; Oferecer a educação infanti em creches e pré-escoas, e, com prioridade, o ensino fundamenta, permitida a atuação em outros níveis de ensino somente quando estiverem atendidas penamente as necessidades de sua área de competência e com recursos acima dos percentuais mínimos vincuados pea Constituição Federa à manutenção e desenvovimento do ensino; Assumir o transporte escoar dos aunos da rede municipa. Parágrafo único. Os municípios poderão optar, ainda, por se integrar ao sistema estadua de ensino ou compor com ee um sistema único de educação básica. Art. 12º. Os estabeecimentos de ensino, respeitadas as normas comuns e as do seu sistema de ensino, terão a incumbência de: V V V V V Eaborar e executar sua proposta pedagógica; Administrar seu pessoa e seus recursos materiais e financeiros; Assegurar o cumprimento dos dias etivos e horas-aua estabeecidas; Vear peo cumprimento do pano de trabaho de cada docente; Prover meios para a recuperação dos aunos de menor rendimen Articuar-se com as famíias e a comunidade, criando processos de integração da sociedade com a escoa; Informar pai e mãe, conviventes ou não com seus fihos, e, se for o caso, os responsáveis egais, sobre a frequência e rendimento dos aunos, bem como sobre a execução da proposta pedagógica da escoa; Notificar ao conseho tutear do município, ao juiz competente da comarca e ao respectivo representante do Ministério Púbico a reação dos aunos que apresentem quantidade de fatas acima de cinquenta por cento do percentua permitido em ei.

11 11 Art. 13º. Os docentes incumbir-se-ão de: V V V Participar da eaboração da proposta pedagógica do estabeecimento de ensino; Eaborar e cumprir pano de trabaho, segundo a proposta pedagógica do estabeecimento de ensino; Zear pea aprendizagem dos aunos; Estabeecer estratégias de recuperação para os aunos de menor rendimento; Ministrar os dias etivos e horas-aua estabeecidos, aém de participar integramente dos períodos dedicados ao panejamento, à avaiação e ao desenvovimento profissiona; Coaborar com as atividades de articuação da escoa com as famíias e a comunidade. Art. 14º. Os sistemas de ensino definirão as normas da gestão democrática do ensino púbico na educação básica, de acordo com as suas pecuiaridades e conforme os seguintes princípios: articipação dos profissionais da educação na eaboração do projeto pedagógico da escoa; Participação das comunidades escoar e oca em consehos escoares ou equivaentes. Art. 15º. Os sistemas de ensino assegurarão às unidades escoares púbicas de educação básica que os integram progressivos graus de autonomia pedagógica e administrativa e de gestão financeira, observadas as normas gerais de direito financeiro púbico. Art. 16º. O sistema federa de ensino compreende: As instituições de ensino mantidas pea União; As instituições de educação superior criadas e mantidas pea iniciativa privada; Os órgãos federais de educação. Art. 17º. Os sistemas de ensino dos estados e do Distrito Federa compreendem: V As instituições de ensino mantidas, respectivamente, peo poder púbico estadua e peo Distrito Federa; As instituições de educação superior mantidas peo poder púbico municipa; As instituições de ensino fundamenta e médio criadas e mantidas pea iniciativa privada; Os órgãos de educação estaduais e do Distrito Federa, respectivamente.

12 12 Parágrafo único. No Distrito Federa, as instituições de educação infanti, criadas e mantidas pea iniciativa privada, integram seu sistema de ensino. Art. 18º. Os sistemas municipais de ensino compreendem: As instituições do ensino fundamenta, médio e de educação infanti mantidas peo poder púbico municipa; As instituições de educação infanti criadas e mantidas pea iniciativa privada; Os órgãos municipais de educação. Art. 19º. As instituições de ensino dos diferentes níveis cassificam-se nas seguintes categorias administrativas: Púbicas, assim entendidas as criadas ou incorporadas, mantidas e administradas peo poder púbico; Privadas, assim entendidas as mantidas e administradas por pessoas físicas ou jurídicas de direito privado. Art. 20º. As instituições privadas de ensino se enquadrarão nas seguintes categorias: V Particuares em sentido estrito, assim entendidas as que são instituídas e mantidas por uma ou mais pessoas físicas ou jurídicas de direito privado que não apresentem as características dos incisos abaixo; Comunitárias, assim entendidas as que são instituídas por grupos de pessoas físicas ou por uma ou mais pessoas jurídicas, incusive cooperativas educacionais, sem fins ucrativos, que incuam na sua entidade mantenedora representantes da comunidade; (Redação dada pea Lei nº , de 2009) Confessionais, assim entendidas as que são instituídas por grupos de pessoas físicas ou por uma ou mais pessoas jurídicas que atendem a orientação confessiona e ideoogia específicas e ao disposto no inciso anterior; Fiantrópicas, na forma da ei.

13 13 Dos níveis e das modaidades de educação e ensino CAPÍTULO I - Da Composição dos Níveis Escoares Art. 21º. A educação escoar compõe-se de: Educação básica, formada pea educação infanti, ensino fundamenta e ensino médio; Educação superior. CAPÍTULO II - Da Educação Básica Seção I - Das Disposições Gerais A educação escoar compõe-se de: educação básica e educação superior Art. 22º. A educação básica tem por finaidades desenvover o educando, assegurar-he a formação comum indispensáve para o exercício da cidadania e fornecer-he meios para progredir no trabaho e em estudos posteriores. Art. 23º. A educação básica poderá organizar-se em séries anuais, períodos semestrais, cicos, aternância reguar de períodos de estudos, grupos não seriados, com base na idade, na competência e em outros critérios, ou por forma diversa de organização, sempre que o interesse do processo de aprendizagem assim o recomendar. 1º A escoa poderá recassificar os aunos, incusive quando se tratar de transferências entre estabeecimentos situados no país e no exterior, tendo como base as normas curricuares gerais. 2º O caendário escoar deverá adequar-se às pecuiaridades ocais, incusive cimáticas e econômicas, a critério do respectivo sistema de ensino, sem com isso reduzir o número de horas etivas previsto nesta ei. Art. 24º. A educação básica, nos níveis fundamenta e médio, será organizada de acordo com as seguintes regras comuns: A carga horária mínima anua será de oitocentas horas, distribuídas por um mínimo de duzentos dias de efetivo trabaho escoar, excuído o tempo reservado aos exames finais, quando houver; A cassificação em quaquer série ou etapa, exceto a primeira do ensino fundamenta, pode ser feita: a) por promoção, para aunos que cursaram, com aproveitamento, a série ou fase anterior, na própria escoa; b) por transferência, para candidatos procedentes de outras escoas;

14 14 c) independentemente de escoarização anterior, mediante avaiação feita pea escoa, que defina o grau de desenvovimento e experiência do candidato e permita sua inscrição na série ou etapa adequada, conforme reguamentação do respectivo sistema de ensino; V V Nos estabeecimentos que adotam a progressão reguar por série, o regimento escoar pode admitir formas de progressão parcia, desde que preservada a sequência do currícuo, observadas as normas do respectivo sistema de ensino; Poderão organizar-se casses, ou turmas, com aunos de séries distintas, com níveis equivaentes de adiantamento na matéria, para o ensino de ínguas estrangeiras, artes, ou outros componentes curricuares; A verificação do rendimento escoar observará os seguintes critérios: a) avaiação contínua e cumuativa do desempenho do auno, com prevaência dos aspectos quaitativos sobre os quantitativos e dos resutados ao ongo do período sobre os de eventuais provas finais; b) possibiidade de aceeração de estudos para aunos com atraso escoar; c) possibiidade de avanço nos cursos e nas séries mediante verificação do aprendizado; d) aproveitamento de estudos concuídos com êxito; e) obrigatoriedade de estudos de recuperação, de preferência paraeos ao período etivo, para os casos de baixo rendimento escoar, a serem discipinados peas instituições de ensino em seus regimentos; V V O controe de frequência fica a cargo da escoa, conforme o disposto no seu regimento e nas normas do respectivo sistema de ensino, exigida a frequência mínima de setenta e cinco por cento do tota de horas etivas para aprovação; Cabe a cada instituição de ensino expedir históricos escoares, decarações de concusão de série e dipomas ou certificados de concusão de cursos, com as especificações cabíveis. Art. 25º. Será objetivo permanente das autoridades responsáveis acançar reação adequada entre o número de aunos e o professor, a carga horária e as condições materiais do estabeecimento. Parágrafo único. Cabe ao respectivo sistema de ensino, à vista das condições disponíveis e das características regionais e ocais, estabeecer parâmetro para atendimento do disposto neste artigo. Art. 26º. Os currícuos da educação infanti, do ensino fundamenta e do ensino médio devem ter base naciona comum, a ser compementada, em cada sistema de ensino e em cada estabeecimento escoar, por uma parte diversificada, exigida peas características regionais e ocais da sociedade, da cutura, da economia e dos educandos. (Redação dada pea Lei nº , de 2013)

15 15 1º Os currícuos a que se refere o caput devem abranger, obrigatoriamente, o estudo da íngua portuguesa e da matemática, o conhecimento do mundo físico e natura e da reaidade socia e poítica, especiamente do Brasi. 2º O ensino da arte, especiamente em suas expressões regionais, constituirá componente curricuar obrigatório nos diversos níveis da educação básica, de forma a promover o desenvovimento cutura dos aunos. (Redação dada pea Lei nº , de 2010) 3º A educação física, integrada à proposta pedagógica da escoa, é componente curricuar obrigatório da educação básica, sendo sua prática facutativa ao auno: (Redação dada pea Lei nº , de 1º ) V V V Que cumpra jornada de trabaho igua ou superior a seis horas; (Incuído pea Lei nº , de 1º ) Maior de trinta anos de idade; (Incuído pea Lei nº , de 1º ) Que estiver prestando serviço miitar inicia ou que, em situação simiar, estiver obrigado à prática da educação física; (Incuído pea Lei nº , de 1º ) Amparado peo Decreto-Lei no 1.044, de 21 de outubro de 1969; (Incuído pea Lei nº , de 1º ) (VETADO) (Incuído pea Lei nº , de 1º ) Que tenha proe. (Incuído pea Lei nº , de 1º ) 4º O ensino da história do Brasi evará em conta as contribuições das diferentes cuturas e etnias para a formação do povo brasieiro, especiamente das matrizes indígena, africana e europeia. 5º Na parte diversificada do currícuo será incuído, obrigatoriamente, a partir da quinta série, o ensino de peo menos uma íngua estrangeira moderna, cuja escoha ficará a cargo da comunidade escoar, dentro das possibiidades da instituição. 6º A música deverá ser conteúdo obrigatório, mas não excusivo, do componente curricuar de que trata o 2o deste artigo. (Incuído pea Lei nº , de 2008) 7º Os currícuos do ensino fundamenta e médio devem incuir os princípios da proteção e defesa civi e a educação ambienta de forma integrada aos conteúdos obrigatórios. (Incuído pea Lei nº , de 2012) 8º A exibição de fimes de produção naciona constituirá componente curricuar compementar integrado à proposta pedagógica da escoa, sendo a sua exibição obrigatória por, no mínimo, 2 (duas) horas mensais. (Incuído pea Lei nº , de 2014) 9º Conteúdos reativos aos direitos humanos e à prevenção de todas as formas de vioência contra a criança e o adoescente serão incuídos, como temas transversais, nos currícuos escoares de que trata o caput deste artigo, tendo como diretriz a Lei no 8.069, de 13 de juho de 1990 (Estatuto da Criança e do Adoescente), observada a produção e distribuição de materia didático adequado. (Incuído pea Lei nº , de 2014)

16 16 Art. 26º- A. Nos estabeecimentos de ensino fundamenta e de ensino médio, púbicos e privados, torna-se obrigatório o estudo da história e cutura afro-brasieira e indígena. (Redação dada pea Lei nº , de 2008). 1º O conteúdo programático a que se refere este artigo incuirá diversos aspectos da história e da cutura que caracterizam a formação da popuação brasieira, a partir desses dois grupos étnicos, tais como o estudo da história da África e dos africanos, a uta dos negros e dos povos indígenas no Brasi, a cutura negra e indígena brasieira e o negro e o índio na formação da sociedade naciona, resgatando as suas contribuições nas áreas socia, econômica e poítica, pertinentes à história do Brasi. (Redação dada pea Lei nº , de 2008). 2º Os conteúdos referentes à história e cutura afro-brasieira e dos povos indígenas brasieiros serão ministrados no âmbito de todo o currícuo escoar, em especia nas áreas de educação artística e de iteratura e história brasieiras. (Redação dada pea Lei nº , de 2008). Art. 27º. Os conteúdos curricuares da educação básica observarão, ainda, as seguintes diretrizes: V A difusão de vaores fundamentais ao interesse socia, aos direitos e deveres dos cidadãos, de respeito ao bem comum e à ordem democrática; Consideração das condições de escoaridade dos aunos em cada estabeecimento; Orientação para o trabaho; Promoção do desporto educaciona e apoio às práticas desportivas não formais. Art. 28º. Na oferta de educação básica para a popuação rura, os sistemas de ensino promoverão as adaptações necessárias à sua adequação às pecuiaridades da vida rura e de cada região, especiamente: Conteúdos curricuares e metodoogias apropriadas às reais necessidades e interesses dos aunos da zona rura; Organização escoar própria, incuindo adequação do caendário escoar às fases do cico agrícoa e às condições cimáticas; Adequação à natureza do trabaho na zona rura. Parágrafo único. O fechamento de escoas do campo, indígenas e quiomboas será precedido de manifestação do órgão normativo do respectivo sistema de ensino, que considerará a justificativa apresentada pea Secretaria de Educação, a anáise do diagnóstico do impacto da ação e a manifestação da comunidade escoar. (Incuído pea Lei nº , de 2014)

17 17 Seção II - Da Educação Infanti Art. 29º. A educação infanti, primeira etapa da educação básica, tem como finaidade o desenvovimento integra da criança de até 5 (cinco) anos, em seus aspectos físico, psicoógico, inteectua e socia, compementando a ação da famíia e da comunidade. (Redação dada pea Lei nº , de 2013) Art. 30º. A educação infanti será oferecida em: Creches, ou entidades equivaentes, para crianças de até três anos de idade; Pré-escoas, para as crianças de 4 (quatro) a 5 (cinco) anos de idade. (Redação dada pea Lei nº , de 2013) Art. 31º. A educação infanti será organizada de acordo com as seguintes regras comuns: (Redação dada pea Lei nº , de 2013) V V Avaiação mediante acompanhamento e registro do desenvovimento das crianças, sem o objetivo de promoção, mesmo para o acesso ao ensino fundamenta; (Incuído pea Lei nº , de 2013) Carga horária mínima anua de 800 (oitocentas) horas, distribuída por um mínimo de 200 (duzentos) dias de trabaho educaciona; (Incuído pea Lei nº , de 2013) Atendimento à criança de, no mínimo, 4 (quatro) horas diárias para o turno parcia e de 7 (sete) horas para a jornada integra; (Incuído pea Lei nº , de 2013) Controe de frequência pea instituição de educação pré-escoar, exigida a frequência mínima de 60% (sessenta por cento) do tota de horas; (Incuído pea Lei nº , de 2013) Expedição de documentação que permita atestar os processos de desenvovimento e aprendizagem da criança. (Incuído pea Lei nº , de 2013) Seção III - Do Ensino Fundamenta Art. 32º. O ensino fundamenta obrigatório, com duração de 9 (nove) anos, gratuito na escoa púbica, iniciando-se aos 6 (seis) anos de idade, terá por objetivo a formação básica do cidadão, mediante: (Redação dada pea Lei nº , de 2006) V O desenvovimento da capacidade de aprender, tendo como meios básicos o peno domínio da eitura, da escrita e do cácuo; A compreensão do ambiente natura e socia, do sistema poítico, da tecnoogia, das artes e dos vaores em que se fundamenta a sociedade; O desenvovimento da capacidade de aprendizagem, tendo em vista a aquisição de conhecimentos e habiidades e a formação de atitudes evaores; O fortaecimento dos víncuos de famíia, dos aços de soidariedade humana e de toerância recíproca em que se assenta a vida socia. 1º É facutado aos sistemas de ensino desdobrar o ensino fundamenta em cicos.

18 2º Os estabeecimentos que utiizam progressão reguar por série podem adotar no ensino fundamenta o regime de progressão continuada, sem prejuízo da avaiação do processo de ensino-aprendizagem, observadas as normas do respectivo sistema de ensino. 3º O ensino fundamenta reguar será ministrado em íngua portuguesa, assegurada às comunidades indígenas a utiização de suas ínguas maternas e processos próprios de aprendizagem. 4º O ensino fundamenta será presencia, sendo o ensino a distância utiizado como compementação da aprendizagem ou em situações emergenciais. c 5º O currícuo do ensino fundamenta incuirá, obrigatoriamente, conteúdo que trate dos direitos das crianças e dos adoescentes, tendo como diretriz a Lei no 8.069, de 13 de juho de 1990, que institui o Estatuto da Criança e do Adoescente, observada a produção e distribuição de materia didático adequado. (Incuído pea Lei nº , de 2007) 6º O estudo sobre os símboos nacionais será incuído como tema transversa nos currícuos do ensino fundamenta. (Incuído pea Lei nº , de 2011) Art. 33º. O ensino reigioso, de matrícua facutativa, é parte integrante da formação básica do cidadão e constitui discipina dos horários normais das escoas púbicas de ensino fundamenta, assegurado o respeito à diversidade cutura reigiosa do Brasi, vedadas quaisquer formas de proseitismo. (Redação dada pea Lei nº 9.475, de ) 1º Os sistemas de ensino reguamentarão os procedimentos para a definição dos conteúdos do ensino reigioso e estabeecerão as normas para a habiitação e admissão dos professores. (Incuído pea Lei nº 9.475, de ) 2º Os sistemas de ensino ouvirão entidade civi, constituída peas diferentes denominações reigiosas, para a definição dos conteúdos do ensino reigioso. (Incuído pea Lei nº 9.475, de ) Art. 34º. A jornada escoar no ensino fundamenta incuirá peo menos quatro horas de trabaho efetivo em saa de aua, sendo progressivamente ampiado o período de permanência na escoa. 1º São ressavados os casos do ensino noturno e das formas aternativas de organização autorizadas nesta ei. 2º O ensino fundamenta será ministrado progressivamente em tempo integra, a critério dos sistemas de ensino. Seção IV - Do Ensino Médio Art. 35º. O ensino médio, etapa fina da educação básica, com duração mínima de três anos, terá como finaidades: 18 V A consoidação e o aprofundamento dos conhecimentos adquiridos no ensino fundamenta, possibiitando o prosseguimento de estudos; A preparação básica para o trabaho e a cidadania do educando, para continuar aprendendo, de modo a ser capaz de se adaptar com fexibiidade a novas condições de ocupação ou aperfeiçoamento posteriores; O aprimoramento do educando como pessoa humana, incuindo a formação ética e o desenvovimento da autonomia inteectua e do pensamento crítico; A compreensão dos fundamentos científico-tecnoógicos dos processos produtivos, reacionando a teoria com a prática, no ensino de cada discipina.

19 Art. 36º. O currícuo do ensino médio observará o disposto na seção I deste capítuo e as seguintes diretrizes: 19 V Destacará a educação tecnoógica básica, a compreensão do significado da ciência, das etras e das artes; o processo histórico de transformação da sociedade e da cutura; a íngua portuguesa como instrumento de comunicação, acesso ao conhecimento e exercício da cidadania; Adotará metodoogias de ensino e de avaiação que estimuem a iniciativa dos estudantes; Será incuída uma íngua estrangeira moderna, como discipina obrigatória,escohida pea comunidade escoar, e uma segunda, em caráter optativo, dentro das disponibiidades da instituição; Serão incuídas a Fiosofia e a Socioogia como discipinas obrigatórias em todas as séries do ensino médio. (Incuído pea Lei nº , de 2008) 1º Os conteúdos, as metodoogias e as formas de avaiação serão organizados de ta forma que ao fina do ensino médio o educando demonstre: Domínio dos princípios científicos e tecnoógicos que presidem a produção moderna; Conhecimento das formas contemporâneas de inguagem; Domínio dos conhecimentos de Fiosofia e de Socioogia necessários ao exercício da cidadania. (Revogado pea Lei nº , de 2008) 2º O ensino médio, atendida a formação gera do educando, poderá prepará-o para o exercício de profissões técnicas. (Revogado pea Lei nº , de 2008) 3º Os cursos do ensino médio terão equivaência ega e habiitarão ao prosseguimento de estudos. 4º A preparação gera para o trabaho e, facutativamente, a habiitação profissiona, poderão ser desenvovidas nos próprios estabeecimentos de ensino médio ou em cooperação com instituições especiaizadas em educação profissiona. (Revogado pea Lei nº , de 2008) Seção IV - A - Da Educação Profissiona Técnica de Níve Médio (Incuído pea Lei nº , de 2008) Art. 36º- A. Sem prejuízo do disposto na Seção IV deste Capítuo, o ensino médio, atendida a formação gera do educando, poderá prepará-o para o exercício de profissões técnicas. (Incuído pea Lei nº , de 2008) Parágrafo único. A preparação gera para o trabaho e, facutativamente, a habiitação profissiona poderão ser desenvovidas nos próprios estabeecimentos de ensino médio ou em cooperação com instituições especiaizadas em educação profissiona. (Incuído pea Lei nº , de 2008) Art. 36º- B. A educação profissiona técnica de níve médio será desenvovida nas seguintes formas: (Incuído pea Lei nº , de 2008)

20 20 Articuada com o ensino médio; (Incuído pea Lei nº , de 2008) Subsequente, em cursos destinados a quem já tenha concuído o ensino médio.(incuído pea Lei nº , de 2008) Parágrafo único. A educação profissiona técnica de níve médio deverá observar: (Incuído pea Lei nº , de 2008) Os objetivos e definições contidos nas diretrizes curricuares nacionais estabeecidas peo Conseho Naciona de Educação; (Incuído pea Lei nº , de 2008) As normas compementares dos respectivos sistemas de ensino; (Incuído pea Lei nº , de 2008) As exigências de cada instituição de ensino, nos termos de seu projeto pedagógico. (Incuído pea Lei nº , de 2008) Art. 36º- C. A educação profissiona técnica de níve médio articuada, prevista no inciso I do caput do art. 36-B desta Lei, será desenvovida de forma: (Incuído pea Lei nº , de 2008) Integrada, oferecida somente a quem já tenha concuído o ensino fundamenta, sendo o curso panejado de modo a conduzir o auno à habiitação profissiona técnica de níve médio, na mesma instituição de ensino, efetuando-se matrícua única para cada auno; (Incuído pea Lei nº , de 2008) Concomitante, oferecida a quem ingresse no ensino médio ou já o esteja cursando, efetuando-se matrícuas distintas para cada curso, e podendo ocorrer: (Incuído pea Lei nº , de 2008) a) na mesma instituição de ensino, aproveitando-se as oportunidades educacionais disponíveis; (Incuído pea Lei nº , de 2008) b) em instituições de ensino distintas, aproveitando-se as oportunidades educacionais disponíveis; (Incuído pea Lei nº , de 2008) c) em instituições de ensino distintas, mediante convênios de intercompementaridade, visando ao panejamento e ao desenvovimento de projeto pedagógico unificado. (Incuído pea Lei nº , de 2008) Art. 36º- D. Os dipomas de cursos de educação profissiona técnica de níve médio, quando registrados, terão vaidade naciona e habiitarão ao prosseguimento de estudos na educação superior. (Incuído pea Lei nº , de 2008) Parágrafo único. Os cursos de educação profissiona técnica de níve médio, nas formas articuada concomitante e subsequente, quando estruturados e organizados em etapas com terminaidade, possibiitarão a obtenção de certificados de quaificação para o trabaho após a concusão, com aproveitamento, de cada etapa que caracterize uma quaificação para o trabaho. (Incuído pea Lei nº , de 2008) Seção V - Da Educação de Jovens e Adutos Art. 37º. A educação de jovens e adutos será destinada àquees que não tiveram acesso ou continuidade de estudos no ensino fundamenta e médio na idade própria.

21 1º Os sistemas de ensino assegurarão gratuitamente aos jovens e aos adutos, que não puderam efetuar os estudos na idade reguar, oportunidades educacionais apropriadas, consideradas as características do auno, seus interesses, condições de vida e de trabaho, mediante cursos e exames. 2º O poder púbico viabiizará e estimuará o acesso e a permanência do trabahador na escoa, mediante ações integradas e compementares entre si. 3º A educação de jovens e adutos deverá articuar-se, preferenciamente, com a educação profissiona, na forma do reguamento. (Incuído pea Lei nº , de 2008) Art. 38º. Os sistemas de ensino manterão cursos e exames supetivos, que compreenderão a base naciona comum do currícuo, habiitando ao prosseguimento de estudos em caráter reguar. 1º Os exames a que se refere este artigo reaizar-se-ão: 21 No níve de concusão do ensino fundamenta, para os maiores de quinze anos; No níve de concusão do ensino médio, para os maiores de dezoito anos. 2º Os conhecimentos e habiidades adquiridos peos educandos por meios informais serão aferidos e reconhecidos mediante exames. CAPÍTULO III - Da Educação Profissiona e Tecnoógica (Redação dada pea Lei nº , de 2008) Art. 39º. A educação profissiona e tecnoógica, no cumprimento dos objetivos da educação naciona, integra-se aos diferentes níveis e modaidades de educação e às dimensões do trabaho, da ciência e da tecnoogia. (Redação dada pea Lei nº , de 2008) 1º Os cursos de educação profissiona e tecnoógica poderão ser organizados por eixos tecnoógicos, possibiitando a construção de diferentes itinerários formativos, observadas as normas do respectivo sistema e níve de ensino. (Incuído pea Lei nº , de 2008) 2º A educação profissiona e tecnoógica abrangerá os seguintes cursos: (Incuído pea Lei nº , de 2008) De formação inicia e continuada ou quaificação profissiona; (Incuído pea Lei nº , de 2008) De educação profissiona técnica de níve médio; (Incuído pea Lei nº , de 2008) De educação profissiona tecnoógica de graduação e pós-graduação. (Incuído pea Lei nº , de 2008) 3º Os cursos de educação profissiona tecnoógica de graduação e pós-graduação organizar-se- -ão, no que concerne a objetivos, características e duração, de acordo com as diretrizes curricuares nacionais estabeecidas peo Conseho Naciona de Educação. (Incuído pea Lei nº , de 2008) Art. 40º. A educação profissiona será desenvovida em articuação com o ensino reguar ou por diferentes estratégias de educação continuada, em instituições especiaizadas ou no ambiente de trabaho. Art. 41º. O conhecimento adquirido na educação profissiona e tecnoógica, incusive no trabaho, poderá ser objeto de avaiação, reconhecimento e certificação para prosseguimento ou concusão de estudos.(redação dada pea Lei nº , de 2008)

22 Parágrafo único. Os dipomas de cursos de educação profissiona de níve médio, quando registrados, terão vaidade naciona. (Revogado pea Lei nº , de 2008) Art. 42º. As instituições de educação profissiona e tecnoógica, aém dos seus cursos reguares, oferecerão cursos especiais, abertos à comunidade, condicionada a matrícua à capacidade de aproveitamento e não necessariamente ao níve de escoaridade. (Redação dada pea Lei nº , de 2008) CAPÍTULO IV - Da Educação Superior Art. 43º. A educação superior tem por finaidade: 22 V V V V Estimuar a criação cutura e o desenvovimento do espírito científico e do pensamento refexivo; Formar dipomados nas diferentes áreas de conhecimento, aptos para a inserção em setores profissionais e para a participação no desenvovimento da sociedade brasieira, e coaborar na sua formação contínua; Incentivar o trabaho de pesquisa e investigação científica, visando ao desenvovimento da ciência e da tecnoogia e da criação e difusão da cutura, e, desse modo, desenvover o entendimento do homem e do meio em que vive; Promover a divugação de conhecimentos cuturais, científicos e técnicos que constituem patrimônio da humanidade e comunicar o saber através do ensino, de pubicações ou de outras formas de comunicação; Suscitar o desejo permanente de aperfeiçoamento cutura e profissiona e possibiitar a correspondente concretização, integrando os conhecimentos que vão sendo adquiridos numa estrutura inteectua sistematizadora do conhecimento de cada geração; Estimuar o conhecimento dos probemas do mundo presente, em particuar os nacionais e regionais, prestar serviços especiaizados à comunidade e estabeecer com esta uma reação de reciprocidade; Promover a extensão, aberta à participação da popuação, visando à difusão das conquistas e benefícios resutantes da criação cutura e da pesquisa científica e tecnoógica geradas na instituição. Art. 44º. A educação superior abrangerá os seguintes cursos e programas: V Cursos sequenciais por campo de saber, de diferentes níveis de abrangência, abertos a candidatos que atendam aos requisitos estabeecidos peas instituições de ensino, desde que tenham concuído o ensino médio ou equivaente; (Redação dada pea Lei nº , de 2007). De graduação, abertos a candidatos que tenham concuído o ensino médio ou equivaente e tenham sido cassificados em processo seetivo; De pós-graduação, compreendendo programas de mestrado e doutorado, cursos de especiaização, aperfeiçoamento e outros, abertos a candidatos dipomados em cursos de graduação e que atendam às exigências das instituições de ensino; De extensão, abertos a candidatos que atendam aos requisitos estabeecidos em cada caso peas instituições de ensino.

23 Parágrafo único. Os resutados do processo seetivo referido no inciso II do caput deste artigo serão tornados púbicos peas instituições de ensino superior, sendo obrigatória a divugação da reação nomina dos cassificados, a respectiva ordem de cassificação, bem como do cronograma das chamadas para matrícua, de acordo com os critérios para preenchimento das vagas constantes do respectivo edita. (Incuído pea Lei nº , de 2006) Art. 45º. A educação superior será ministrada em instituições de ensino superior, púbicas ou privadas, com variados graus de abrangência ou especiaização. Art. 46º. A autorização e o reconhecimento de cursos, bem como o credenciamento de instituições de educação superior, terão prazos imitados, sendo renovados, periodicamente, após processo reguar de avaiação. 1º Após um prazo para saneamento de deficiências eventuamente identificadas pea avaiação a que se refere este artigo, haverá reavaiação, que poderá resutar, conforme o caso, em desativação de cursos e habiitações, em intervenção na instituição, em suspensão temporária de prerrogativas da autonomia, ou em descredenciamento. 2º No caso de instituição púbica, o Poder Executivo responsáve por sua manutenção acompanhará o processo de saneamento e fornecerá recursos adicionais, se necessários, para a superação das deficiências. Art. 47º. Na educação superior, o ano etivo reguar, independente do ano civi, tem, no mínimo, duzentos dias de trabaho acadêmico efetivo, excuído o tempo reservado aos exames finais, quando houver. 1º As instituições informarão aos interessados, antes de cada período etivo, os programas dos cursos e demais componentes curricuares, sua duração, requisitos, quaificação dos professores, recursos disponíveis e critérios de avaiação, obrigando-se a cumprir as respectivas condições. 2º Os aunos que tenham extraordinário aproveitamento nos estudos, demonstrado por meio de provas e outros instrumentos de avaiação específicos, apicados por banca examinadora especia, poderão ter abreviada a duração dos seus cursos, de acordo com as normas dos sistemas de ensino. 3º É obrigatória a frequência de aunos e professores, savo nos programas de educação a distância. 4º As instituições de educação superior oferecerão, no período noturno, cursos de graduação nos mesmos padrões de quaidade mantidos no período diurno, sendo obrigatória a oferta noturna nas instituições púbicas, garantida a necessária previsão orçamentária. Art. 48º. Os dipomas de cursos superiores reconhecidos, quando registrados, terão vaidade naciona como prova da formação recebida por seu tituar. 1º Os dipomas expedidos peas universidades serão por eas próprias registrados, e aquees conferidos por instituições não universitárias serão registrados em universidades indicadas peo Conseho Naciona de Educação. 2º Os dipomas de graduação expedidos por universidades estrangeiras serão revaidados por universidades púbicas que tenham curso do mesmo níve e área ou equivaente, respeitando-se os acordos internacionais de reciprocidade ou equiparação. 3º Os dipomas de mestrado e de doutorado expedidos por universidades estrangeiras só poderão ser reconhecidos por universidades que possuam cursos de pós-graduação reconhecidos e avaiados, na mesma área de conhecimento e em níve equivaente ou superior. 23

24 24 Art. 49º. As instituições de educação superior aceitarão a transferência de aunos reguares, para cursos afins, na hipótese de existência de vagas, e mediante processo seetivo. Parágrafo único. As transferências ex officio dar-se-ão na forma da ei. Art. 50º. As instituições de educação superior, quando da ocorrência de vagas, abrirão matrícua nas discipinas de seus cursos a aunos não reguares que demonstrarem capacidade de cursá-as com proveito, mediante processo seetivo prévio. Art. 51º. As instituições de educação superior credenciadas como universidades, ao deiberar sobre critérios e normas de seeção e admissão de estudantes, evarão em conta os efeitos desses critérios sobre a orientação do ensino médio, articuando-se com os órgãos normativos dos sistemas de ensino. Art. 52º. As universidades são instituições puridiscipinares de formação dos quadros profissionais de níve superior, de pesquisa, de extensão e de domínio e cutivo do saber humano, que se caracterizam por: Produção inteectua institucionaizada mediante o estudo sistemático dos temas e probemas mais reevantes, tanto do ponto de vista científico e cutura, quanto regiona e naciona; Um terço do corpo docente, peo menos, com tituação acadêmica de mestrado ou doutorado; Um terço do corpo docente em regime de tempo integra. Parágrafo único. É facutada a criação de universidades especiaizadas por campo do saber. Art. 53º. No exercício de sua autonomia, são asseguradas às universidades, sem prejuízo de outras, as seguintes atribuições: V V V V V X Criar, organizar e extinguir, em sua sede, cursos e programas de educação superior previstos nesta ei, obedecendo às normas gerais da União e, quando for o caso, do respectivo sistema de ensino; Fixar os currícuos dos seus cursos e programas, observadas as diretrizes gerais pertinentes; Estabeecer panos, programas e projetos de pesquisa científica, produção artística e atividades de extensão; Fixar o número de vagas de acordo com a capacidade instituciona e as exigências do seu meio; Eaborar e reformar os seus estatutos e regimentos em consonância com as normas gerais atinentes; Conferir graus, dipomas e outros títuos; Firmar contratos, acordos e convênios; Aprovar e executar panos, programas e projetos de investimentos referentes a obras, serviços e aquisições em gera, bem como administrar rendimentos conforme dispositivos institucionais; Administrar os rendimentos e dees dispor na forma prevista no ato de constituição, nas eis e nos respectivos estatutos;

25 25 X Receber subvenções, doações, heranças, egados e cooperação financeira resutante de convênios com entidades púbicas e privadas. Parágrafo único. Para garantir a autonomia didático-científica das universidades, caberá aos seus coegiados de ensino e pesquisa decidir, dentro dos recursos orçamentários disponíveis, sobre: V V V Criação, expansão, modificação e extinção de cursos; Ampiação e diminuição de vagas; Eaboração da programação dos cursos; Programação das pesquisas e das atividades de extensão; Contratação e dispensa de professores; Panos de carreira docente. Art. 54º. As universidades mantidas peo poder púbico gozarão, na forma da ei, de estatuto jurídico especia para atender às pecuiaridades de sua estrutura, organização e financiamento peo poder púbico, assim como dos seus panos de carreira e do regime jurídico do seu pessoa. 1º No exercício da sua autonomia, aém das atribuições asseguradas peo artigo anterior, as universidades púbicas poderão: V V V V Propor o seu quadro de pessoa docente, técnico e administrativo, assim como um pano de cargos e saários, atendidas as normas gerais pertinentes e os recursos disponíveis; Eaborar o reguamento de seu pessoa em conformidade com as normas gerais concernentes; Aprovar e executar panos, programas e projetos de investimentos referentes a obras, serviços e aquisições em gera, de acordo com os recursos aocados peo respectivo Poder mantenedor; Eaborar seus orçamentos anuais e purianuais; Adotar regime financeiro e contábi que atenda às suas pecuiaridades de organização e funcionamento; Reaizar operações de crédito ou de financiamento, com aprovação do Poder competente, para aquisição de bens imóveis, instaações e equipamentos; Efetuar transferências, quitações e tomar outras providências de ordem orçamentária, financeira e patrimonia necessárias ao seu bom desempenho. 2º Atribuições de autonomia universitária poderão ser estendidas a instituições que comprovem ata quaificação para o ensino ou para a pesquisa, com base em avaiação reaizada peo poder púbico. Art. 55º. Caberá à União assegurar, anuamente, em seu orçamento gera, recursos suficientes para manutenção e desenvovimento das instituições de educação superior por ea mantidas. Art. 56º. As instituições púbicas de educação superior obedecerão ao princípio da gestão democrática, assegurada a existência de órgãos coegiados deiberativos, de que participarão os segmentos da comunidade instituciona, oca e regiona.

26 Parágrafo único. Em quaquer caso, os docentes ocuparão setenta por cento dos assentos em cada órgão coegiado e comissão, incusive nos que tratarem da eaboração e modificações estatutárias e regimentais, bem como da escoha de dirigentes. Art. 57º. Nas instituições púbicas de educação superior, o professor ficará obrigado ao mínimo de oito horas semanais de auas. CAPÍTULO V - Da Educação Especia Art. 58º. Entende-se por educação especia, para os efeitos desta Lei, a modaidade de educação escoar oferecida preferenciamente na rede reguar de ensino, para educandos com deficiência, transtornos gobais do desenvovimento e atas habiidades ou superdotação. (Redação dada pea Lei nº , de 2013) 1º Haverá, quando necessário, serviços de apoio especiaizado, na escoa reguar, para atender às pecuiaridades da cientea de educação especia. 2º O atendimento educaciona será feito em casses, escoas ou serviços especiaizados, sempre que, em função das condições específicas dos aunos, não for possíve a sua integração nas casses comuns de ensino reguar. 3º A oferta de educação especia, dever constituciona do Estado, tem início na faixa etária de zero a seis anos, durante a educação infanti. Art. 59º. Os sistemas de ensino assegurarão aos educandos com deficiência, transtornos gobais do desenvovimento e atas habiidades ou superdotação: (Redação dada pea Lei nº , de 2013) 26 V V Currícuos, métodos, técnicas, recursos educativos e organização específicos, para atender às suas necessidades; Terminaidade específica para aquees que não puderem atingir o níve exigido para a concusão do ensino fundamenta, em virtude de suas deficiências, e aceeração para concuir em menor tempo o programa escoar para os superdotados; Professores com especiaização adequada em níve médio ou superior, para atendimento especiaizado, bem como professores do ensino reguar capacitados para a integração desses educandos nas casses comuns; Educação especia para o trabaho, visando a sua efetiva integração na vida em sociedade, incusive condições adequadas para os que não revearem capacidade de inserção no trabaho competitivo, mediante articuação com os órgãos oficiais afins, bem como para aquees que apresentam uma habiidade superior nas áreas artística, inteectua ou psicomotora; Acesso iguaitário aos benefícios dos programas sociais supementares disponíveis para o respectivo níve do ensino reguar. Art. 60º. Os órgãos normativos dos sistemas de ensino estabeecerão critérios de caracterização das instituições privadas sem fins ucrativos, especiaizadas e com atuação excusiva em educação especia, para fins de apoio técnico e financeiro peo poder púbico. Parágrafo único. O poder púbico adotará, como aternativa preferencia, a ampiação do atendimento aos educandos com deficiência, transtornos gobais do desenvovimento e atas habiidades ou superdotação na própria rede púbica reguar de ensino, independentemente do apoio às instituições previstas neste artigo. (Redação dada pea Lei nº , de 2013).

27 27 Dos profissionais da educação São considerados profissionais da educação escoar básica os que, nea estão em efetivo exercício e os que são formados em cursos reconhecidos Art. 61º. Consideram-se profissionais da educação escoar básica os que, nea estando em efetivo exercício e tendo sido formados em cursos reconhecidos, são: (Redação dada pea Lei nº , de 2009) Professores habiitados em níve médio ou superior para a docência na educação infanti e nos ensinos fundamenta e médio; (Redação dada pea Lei nº , de 2009) Trabahadores em educação portadores de dipoma de pedagogia, com habiitação em administração, panejamento, supervisão, inspeção e orientação educaciona, bem como com títuos de mestrado ou doutorado nas mesmas áreas; (Redação dada pea Lei nº , de 2009) Trabahadores em educação, portadores de dipoma de curso técnico ou superior em área pedagógica ou afim. (Incuído pea Lei nº , de 2009) Parágrafo único. A formação dos profissionais da educação, de modo a atender às especificidades do exercício de suas atividades, bem como aos objetivos das diferentes etapas e modaidades da educação básica, terá como fundamentos: (Incuído pea Lei nº , de 2009) A presença de sóida formação básica, que propicie o conhecimento dos fundamentos científicos e sociais de suas competências de trabaho; (Incuído pea Lei nº , de 2009) A associação entre teorias e práticas, mediante estágios supervisionados e capacitação em serviço; (Incuído pea Lei nº , de 2009) O aproveitamento da formação e experiências anteriores, em instituições de ensino e em outras atividades. (Incuído pea Lei nº , de 2009) Art. 62º. A formação de docentes para atuar na educação básica far-se-á em níve superior, em curso de icenciatura, de graduação pena, em universidades e institutos superiores de educação, admitida, como formação mínima para o exercício do magistério na educação infanti e nos 5 (cinco) primeiros

28 anos do ensino fundamenta, a oferecida em níve médio na modaidade norma. (Redação dada pea Lei nº , de 2013) 1º A União, o Distrito Federa, os Estados e os Municípios, em regime de coaboração, deverão promover a formação inicia, a continuada e a capacitação dos profissionais de magistério. (Incuído pea Lei nº , de 2009). 2º A formação continuada e a capacitação dos profissionais de magistério poderão utiizar recursos e tecnoogias de educação a distância. (Incuído pea Lei nº , de 2009). 3º A formação inicia de profissionais de magistério dará preferência ao ensino presencia, subsidiariamente fazendo uso de recursos e tecnoogias de educação a distância. (Incuído pea Lei nº , de 2009). 4º A União, o Distrito Federa, os Estados e os Municípios adotarão mecanismos faciitadores de acesso e permanência em cursos de formação de docentes em níve superior para atuar na educação básica púbica. (Incuído pea Lei nº , de 2013) 5º A União, o Distrito Federa, os Estados e os Municípios incentivarão a formação de profissionais do magistério para atuar na educação básica púbica mediante programa instituciona de bosa de iniciação à docência a estudantes matricuados em cursos de icenciatura, de graduação pena, nas instituições de educação superior. (Incuído pea Lei nº , de 2013) 6º O Ministério da Educação poderá estabeecer nota mínima em exame naciona apicado aos concuintes do ensino médio como pré-requisito para o ingresso em cursos de graduação para formação de docentes, ouvido o Conseho Naciona de Educação - CNE. (Incuído pea Lei nº , de 2013) 7º (VETADO). (Incuído pea Lei nº , de 2013) Art. 62º- A. A formação dos profissionais a que se refere o inciso III do art. 61 far-se-á por meio de cursos de conteúdo técnico-pedagógico, em níve médio ou superior, incuindo habiitações tecnoógicas. (Incuído pea Lei nº , de 2013) Parágrafo único. Garantir-se-á formação continuada para os profissionais a que se refere o caput, no oca de trabaho ou em instituições de educação básica e superior, incuindo cursos de educação profissiona, cursos superiores de graduação pena ou tecnoógicos e de pós-graduação. (Incuído pea Lei nº , de 2013) Art. 63º. Os institutos superiores de educação manterão: 28 Art. 64º. A formação de profissionais de educação para administração, panejamento, inspeção, supervisão e orientação educaciona para a educação básica, será feita em cursos de graduação em peda Cursos formadores de profissionais para a educação básica, incusive o curso norma superior, destinado à formação de docentes para a educação infanti e para as primeiras séries do ensino fundamenta; Programas de formação pedagógica para portadores de dipomas de educação superior que queiram se dedicar à educação básica; Programas de educação continuada para os profissionais de educação dos diversos níveis.

29 gogia ou em níve de pós-graduação, a critério da instituição de ensino, garantida, nesta formação, a base comum naciona. Art. 65º. A formação docente, exceto para a educação superior, incuirá prática de ensino de, no mínimo, trezentas horas. Art. 66º. A preparação para o exercício do magistério superior far-se-á em níve de pós-graduação, prioritariamente em programas de mestrado e doutorado. Parágrafo único. O notório saber, reconhecido por universidade com curso de doutorado em área afim, poderá suprir a exigência de títuo acadêmico. Art. 67º. Os sistemas de ensino promoverão a vaorização dos profissionais da educação, assegurando-hes, incusive nos termos dos estatutos e dos panos de carreira do magistério púbico: 29 V V V Ingresso excusivamente por concurso púbico de provas e títuos; Aperfeiçoamento profissiona continuado, incusive com icenciamento periódico remunerado para esse fim; Piso saaria profissiona; Progressão funciona baseada na tituação ou habiitação, e na avaiação do desempenho; Período reservado a estudos, panejamento e avaiação, incuído na carga de trabaho; Condições adequadas de trabaho. 1º A experiência docente é pré-requisito para o exercício profissiona de quaisquer outras funções de magistério, nos termos das normas de cada sistema de ensino.(renumerado pea Lei nº , de 2006) 2º Para os efeitos do disposto no 5º do art. 40 e no 8o do art. 201 da Constituição Federa, são consideradas funções de magistério as exercidas por professores e especiaistas em educação no desempenho de atividades educativas, quando exercidas em estabeecimento de educação básica em seus diversos níveis e modaidades, incuídas, aém do exercício da docência, as de direção de unidade escoar e as de coordenação e assessoramento pedagógico. (Incuído pea Lei nº , de 2006) 3º A União prestará assistência técnica aos Estados, ao Distrito Federa e aos Municípios na eaboração de concursos púbicos para provimento de cargos dos profissionais da educação. (Incuído pea Lei nº , de 2013)

30 30 Dos recursos financeiros Parte dos recursos arrecadados pea União deve ser destinado à educação Art. 68º. Serão recursos púbicos destinados à educação os originários de: V V Receita de impostos próprios da União, dos estados, do Distrito Federa e dos municípios; Receita de transferências constitucionais e outras transferências; Receita do saário-educação e de outras contribuições sociais; Receita de incentivos fiscais; Outros recursos previstos em ei. Art. 69º. A União apicará, anuamente, nunca menos de dezoito, e os estados, o Distrito Federa e os municípios, vinte e cinco por cento, ou o que consta nas respectivas constituições ou eis orgânicas, da receita resutante de impostos, compreendidas as transferências constitucionais, na manutenção e desenvovimento do ensino púbico. 1º A parcea da arrecadação de impostos transferida pea União aos estados, ao Distrito Federa e aos municípios, ou peos estados aos respectivos municípios, não será considerada, para efeito do cácuo previsto neste artigo, receita do governo que a transferir. 2º Serão consideradas excuídas das receitas de impostos mencionadas neste artigo as operações de crédito por antecipação de receita orçamentária de impostos. 3º Para fixação inicia dos vaores correspondentes aos mínimos estituídos neste artigo, será considerada a receita estimada na ei do orçamento anua, ajustada, quando for o caso, por ei que autorizar a abertura de créditos adicionais, com base no eventua excesso de arrecadação. 4º As diferenças entre a receita e a despesa previstas e as efetivamente reaizadas, que resutem no não atendimento dos percentuais mínimos obrigatórios, serão apuradas e corrigidas a cada trimestre do exercício financeiro.

31 5º O repasse dos vaores referidos neste artigo do caixa da União, dos estados, do Distrito Federa e dos municípios ocorrerá imediatamente ao órgão responsáve pea educação, observados os seguintes prazos: 31 Recursos arrecadados do primeiro ao décimo dia de cada mês, até o vigésimo dia; Recursos arrecadados do décimo primeiro ao vigésimo dia de cada mês, até o trigésimo dia; Recursos arrecadados do vigésimo primeiro dia ao fina de cada mês, até o décimo dia do mês sub-sequente. 6º O atraso da iberação sujeitará os recursos a correção monetária e à responsabiização civi e crimina das autoridades competentes. Art. 70º. Considerar-se-ão como de manutenção e desenvovimento do ensino as despesas reaizadas com vistas à consecução dos objetivos básicos das instituições educacionais de todos os níveis, compreendendo as que se destinam a: V V V V V Remuneração e aperfeiçoamento do pessoa docente e demais profissionais da educação; Aquisição, manutenção, construção e conservação de instaações e equipamentos necessários ao ensino; Uso e manutenção de bens e serviços vincuados ao ensino; Levantamentos estatísticos, estudos e pesquisas visando precipuamente ao aprimoramento da quaidade e à expansão do ensino; Reaização de atividades-meio necessárias ao funcionamento dos sistemas de ensino; Concessão de bosas de estudo a aunos de escoas púbicas e privadas; Amortização e custeio de operações de crédito destinadas a atender ao disposto nos incisos deste artigo; Aquisição de materia didático-escoar e manutenção de programas de transporte escoar. Art. 71º. Não constituirão despesas de manutenção e desenvovimento do ensino aqueas reaizadas com: V V V Pesquisa, quando não vincuada às instituições de ensino, ou, quando efetivada fora dos sistemas de ensino, que não vise, precipuamente, ao aprimoramento de sua quaidade ou à sua expansão; Subvenção a instituições púbicas ou privadas de caráter assistencia, desportivo ou cutura; Formação de quadros especiais para a administração púbica, sejam miitares ou civis, incusive dipomáticos; Programas supementares de aimentação, assistência médico-odontoógica, farmacêutica e psicoógica, e outras formas de assistência socia; Obras de infraestrutura, ainda que reaizadas para beneficiar direta ou indiretamente a rede escoar; Pessoa docente e demais trabahadores da educação, quando em desvio de função ou em atividade aheia à manutenção e desenvovimento do ensino.

32 Art. 72º. As receitas e despesas com manutenção e desenvovimento do ensino serão apuradas e pubicadas nos baanços do poder púbico, assim como nos reatórios a que se refere o 3º do art. 165 da Constituição Federa. Art. 73º. Os órgãos fiscaizadores examinarão, prioritariamente, na prestação de contas de recursos púbicos, o cumprimento do disposto no art. 212 da Constituição Federa, no art. 60 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias e na egisação concernente. Art. 74º. A União, em coaboração com os estados, o Distrito Federa e os municípios, estabeecerá padrão mínimo de oportunidades educacionais para o ensino fundamenta, baseado no cácuo do custo mínimo por auno, capaz de assegurar ensino de quaidade. Parágrafo único. O custo mínimo de que trata este artigo será cacuado pea União ao fina de cada ano, com vaidade para o ano subsequente, considerando variações regionais no custo dos insumos e as diversas modaidades de ensino. Art. 75. A ação supetiva e redistributiva da União e dos estados será exercida de modo a corrigir, progressivamente, as disparidades de acesso e garantir o padrão mínimo de quaidade de ensino. 1º A ação a que se refere este artigo obedecerá a fórmua de domínio púbico que incua a capacidade de atendimento e a medida do esforço fisca do respectivo estado, do Distrito Federa ou do município em favor da manutenção e do desenvovimento do ensino. 2º A capacidade de atendimento de cada governo será definida pea razão entre os recursos de uso constitucionamente obrigatório na manutenção e desenvovimento do ensino e o custo anua do auno, reativo ao padrão mínimo de quaidade. 3º Com base nos critérios estabeecidos nos 1º e 2º, a União poderá fazer a transferência direta de recursos a cada estabeecimento de ensino, considerado o número de aunos que efetivamente frequentam a escoa. 4º A ação supetiva e redistributiva não poderá ser exercida em favor do Distrito Federa, dos estados e dos municípios se estes oferecerem vagas, na área de ensino de sua responsabiidade, conforme o inciso VI do art. 10 e o inciso V do art. 11 desta ei, em número inferior à sua capacidade de atendimento. Art. 76º. A ação supetiva e redistributiva prevista no artigo anterior ficará condicionada ao efetivo cumprimento peos estados, Distrito Federa e municípios do disposto nesta ei, sem prejuízo de outras prescrições egais. Art. 77º. Os recursos púbicos serão destinados às escoas púbicas, podendo ser dirigidos a escoas comunitárias, confessionais ou fiantrópicas que: 32 V Comprovem finaidade não ucrativa e não distribuam resutados, dividendos, bonificações, participações ou parcea de seu patrimônio sob nenhuma forma ou pretexto; Apiquem seus excedentes financeiros em educação; Assegurem a destinação de seu patrimônio a outra escoa comunitária, fiantrópica ou confessiona, ou ao poder púbico, no caso de encerramento de suas atividades; Prestem contas ao poder púbico dos recursos recebidos.

33 33 1º Os recursos de que trata este artigo poderão ser destinados a bosas de estudo para a educação básica, na forma da ei, para os que demonstrarem insuficiência de recursos, quando houver fata de vagas e cursos reguares da rede púbica de domicíio do educando, ficando o poder púbico obrigado a investir prioritariamente na expansão da sua rede oca. 2º As atividades universitárias de pesquisa e extensão poderão receber apoio financeiro do poder púbico, incusive mediante bosas de estudo. Das disposições gerais A União apoiará técnica e financeiramente os sistemas de ensino no provimento da educação intercutura Art. 78º. O Sistema de Ensino da União, com a coaboração das agências federais de fomento à cutura e de assistência aos índios, desenvoverá programas integrados de ensino e pesquisa, para oferta de educação escoar biíngue e intercutura aos povos indígenas, com os seguintes objetivos: Proporcionar aos índios, suas comunidades e povos, a recuperação de suas memórias históricas; a reafirmação de suas identidades étnicas; a vaorização de suas ínguas e ciências; Garantir aos índios, suas comunidades e povos, o acesso às informações, conhecimentos técnicos e científicos da sociedade naciona e demais sociedades indígenas e não índias. Art. 79º. A União apoiará técnica e financeiramente os sistemas de ensino no provimento da educação intercutura às comunidades indígenas, desenvovendo programas integrados de ensino e pesquisa. 1º Os programas serão panejados com audiência das comunidades indígenas. 2º Os programas a que se refere este artigo, incuídos nos panos nacionais de educação, terão os seguintes objetivos: Fortaecer as práticas sociocuturais e a íngua materna de cada comunidade indígena; Manter programas de formação de pessoa especiaizado, destinado à educação escoar nas comunidades indígenas;

34 34 V Desenvover currícuos e programas específicos, nees incuindo os conteúdos cuturais correspondentes às respectivas comunidades; Eaborar e pubicar sistematicamente materia didático específico e diferenciado. 3º No que se refere à educação superior, sem prejuízo de outras ações, o atendimento aos povos indígenas efetivar-se-á, nas universidades púbicas e privadas, mediante a oferta de ensino e de assistência estudanti, assim como de estímuo à pesquisa e desenvovimento de programas especiais. (Incuído pea Lei nº , de 2011) Art. 79º- A. (VETADO) (Incuído pea Lei nº , de ) Art. 79º -B. O caendário escoar incuirá o dia 20 de novembro como Dia Naciona da Consciência Negra.(Incuído pea Lei nº , de ) Art. 80. O poder púbico incentivará o desenvovimento e a veicuação de programas de ensino a distância, em todos os níveis e modaidades de ensino, e de educação continuada. 1º A educação a distância, organizada com abertura e regime especiais, será oferecida por instituições especificamente credenciadas pea União. 2º A União reguamentará os requisitos para a reaização de exames e registro de dipoma reativos a cursos de educação a distância. 3º As normas para produção, controe e avaiação de programas de educação a distância e a autorização para sua impementação, caberão aos respectivos sistemas de ensino, podendo haver cooperação e integração entre os diferentes sistemas. 4º A educação a distância gozará de tratamento diferenciado, que incuirá: Custos de transmissão reduzidos em canais comerciais de radiodifusão sonora e de sons e imagens e em outros meios de comunicação que sejam exporados mediante autorização, concessão ou permissão do poder púbico; (Redação dada pea Lei nº , de 2012) Concessão de canais com finaidades excusivamente educativas; Reserva de tempo mínimo, sem ônus para o poder púbico, peos concessionários de canais comerciais. Art. 81º. É permitida a organização de cursos ou instituições de ensino experimentais, desde que obedecidas as disposições desta ei. Art. 82º. Os sistemas de ensino estabeecerão as normas de reaização de estágio em sua jurisdição, observada a ei federa sobre a matéria. (Redação dada pea Lei nº , de 2008) Parágrafo único. O estágio reaizado nas condições deste artigo não estabeecem víncuo empregatício, podendo o estagiário receber bosa de estágio, estar segurado contra acidentes e ter a cobertura previdenciária prevista na egisação específica. (Revogado pea nº , de 2008) Art. 83º. O ensino miitar é reguado em ei específica, admitida a equivaência de estudos, de acordo com as normas fixadas peos sistemas de ensino.

35 35 Art. 84º. Os discentes da educação superior poderão ser aproveitados em tarefas de ensino e pesquisa peas respectivas instituições, exercendo funções de monitoria, de acordo com seu rendimento e seu pano de estudos. Art. 85º. Quaquer cidadão habiitado com a tituação própria poderá exigir a abertura de concurso púbico de provas e títuos para cargo de docente de instituição púbica de ensino que estiver sendo ocupado por professor não concursado, por mais de seis anos, ressavados os direitos assegurados peos arts. 41 da Constituição Federa e 19 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. Art. 86º. As instituições de educação superior constituídas como universidades integrar-se-ão, também, na sua condição de instituições de pesquisa, ao Sistema Naciona de Ciência e Tecnoogia, nos termos da egisação específica. Das disposições transitórias Todos os educandos a partir dos seis anos de idade, devem ser matricuados no ensino fundamenta Art. 87º. É instituída a Década da Educação, a iniciar-se um ano a partir da pubicação desta ei. 1º A União, no prazo de um ano a partir da pubicação desta ei, encaminhará, ao Congresso Naciona, o Pano Naciona de Educação, com diretrizes e metas para os dez anos seguintes, em sintonia com a Decaração Mundia sobre Educação para Todos. 2º O poder púbico deverá recensear os educandos no ensino fundamenta, com especia atenção para o grupo de 6 (seis) a 14 (quatorze) anos de idade e de 15 (quinze) a 16 (dezesseis) anos de idade. (Redação dada pea Lei nº , de 2006) (Revogado pea ei nº , de 2013) 3º O Distrito Federa, cada estado e município e, supetivamente, a União, devem: Matricuar todos os educandos a partir dos 6 (seis) anos de idade no ensino fundamenta; (Redação dada pea Lei nº , de 2006) (Revogado pea ei nº , de 2013)

36 36 a) (Revogado) (Redação dada pea Lei nº , de 2006) b) (Revogado) (Redação dada pea Lei nº , de 2006) c) (Revogado) (Redação dada pea Lei nº , de 2006) V Prover cursos presenciais ou a distância aos jovens e adutos insuficientemente escoarizados; Reaizar programas de capacitação para todos os professores em exercício, utiizando também, para isto, os recursos da educação a distância; Integrar todos os estabeecimentos de ensino fundamenta do seu território ao sistema naciona de avaiação do rendimento escoar. 4º Até o fim da Década da Educação somente serão admitidos professores habiitados em níve superior ou formados por treinamento em serviço. (Revogado pea ei nº , de 2013) 5º Serão conjugados todos os esforços objetivando a progressão das redes escoares púbicas urbanas de ensino fundamenta para o regime de escoas de tempo integra. 6º A assistência financeira da União aos estados, ao Distrito Federa e aos municípios, bem como a dos estados aos seus municípios, ficam condicionadas ao cumprimento do art. 212 da Constituição Federa e dispositivos egais pertinentes peos governos beneficiados. Art. 87º- A. (VETADO). (Incuído pea ei nº , de 2013) Art. 88º. A União, os estados, o Distrito Federa e os municípios adaptarão sua egisação educaciona e de ensino às disposições desta ei no prazo máximo de um ano, a partir da data de sua pubicação. 1º As instituições educacionais adaptarão seus estatutos e regimentos aos dispositivos desta ei e às normas dos respectivos sistemas de ensino, nos prazos por estes estabeecidos. 2º O prazo para que as universidades cumpram o disposto nos incisos II e III do art. 52 é de oito anos. Art. 89º. As creches e pré-escoas existentes ou que venham a ser criadas deverão, no prazo de três anos, a contar da pubicação desta ei, integrar-se ao respectivo sistema de ensino. Art. 90º. As questões suscitadas na transição entre o regime anterior e o que se institui nesta ei serão resovidas peo Conseho Naciona de Educação ou, mediante deegação deste, peos órgãos normativos dos sistemas de ensino, preservada a autonomia universitária. Art. 91º. Esta ei entra em vigor na data de sua pubicação. Art. 92º. Revogam-se as disposições das Leis nos 4.024, de 20 de dezembro de 1961, e 5.540, de 28 de novembro de 1968, não ateradas peas Leis nos 9.131, de 24 de novembro de 1995, e 9.192, de 21 de dezembro de 1995, e, ainda, as Leis nos 5.692, de 11 de agosto de 1971, e 7.044, de 18 de outubro de 1982, e as demais eis e decretos-ei que as modificaram e quaisquer outras disposições em contrário. Brasíia, 20 de dezembro de 1996; 175º da Independência e 108º da Repúbica. FERNANDO HENRIQUE CARDOSO (Presidente da Repúbica) Pauo Renato Souza (Ministro da Educação)

37 Livro: 377 págs. Fimes: 135 min Carga Hor.: 60h Cód.: 5672 Livro: 345 págs. Fimes: 122 min Carga Hor.: 60h Cód.: 5689 Livro: 174 págs. Fimes: 154 min Carga Hor.: 40h Cód.: 5746 Livro: 178 págs. Fimes: 280 min Carga Hor.: 60h Cód.: 5738 Livro: 153 págs. Fimes: 177 min Carga Hor.: 60h Cód.: 5725 Livro: 169 págs. Fimes: 158 min Carga Hor.: 60h Cód.: 5729

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