MECANISMOS DE AÇÃO DOS HERBICIDAS.
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- Tânia Avelar Guterres
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1 MECANISMOS DE AÇÃO DOS HERBICIDAS
2 2 ÍNDICE
3 MECANISMOS DE AÇÃO DOS HERBICIDAS 3 Os herbicidas são substâncias utilizadas para realizar o controle de plantas daninhas. Esse controle ocorre por meio da inibição de processos bioquímicos que são imprescindíveis para que as plantas se desenvolvam. Os herbicidas podem ser classificados quanto à modalidade de aplicação (pré-emergentes; pós-emergentes ou pré-plantio incorporado), seletividade (seletivo ou não seletivo), mobilidade (sistêmico ou contato) e mecanismo de ação. O mecanismo de ação diz respeito ao processo bioquímico que é interrompido na presença do herbicida. Atualmente, existem herbicidas que atuam em 26 locais de ação distintos. No entanto, os herbicidas mais utilizados atualmente compreendem 11 mecanismos de ação, apresentados na tabela 1. A maioria dos processos bioquímicos interrompidos ocorre em organelas conhecidas como cloroplastos, local onde ocorre o processo mais importante nas plantas: a fotossíntese. Entre estes herbicidas estão os inibidores de ACCase, ALS, EPSPS, PROTOX, FSI, FSII e carotenoides. Os demais herbicidas, nos quais se incluem os mimetizadores de auxina, inibidores da polimerização de tubulina e de AGCL, atuam fora do cloroplasto, interrompendo processos que não estão relacionados diretamente com as reações fotossintéticas. Mecanismo de ação Inibidores de ACCase (Acetil-CoA carboxilase) Inibidores de ALS (Acetolactato sintase) Inibidores de EPSPS (5-enolpiruvilchiquimato 3-fosfato sintase) Mimetizadores de auxina Inibidores de PROTOX (Protoporfirinogen oxidase) Inibidores de FSI (Fotossistema I) Inibidores de GS (Glutamina sintetase) Inibidores de FSII (Fotossistema II) Inibidores da biossíntese de carotenoides Inibidores da polimerização de tubulina Inibidores da síntese de AGCL (Ácidos graxos de cadeia longa) Tabela 1. Principais mecanismos de ação dos herbicidas.
4 INIBIDORES DA ENZIMA ACCASE 4 A enzima acetil-coa carboxilase é responsável pela produção de ácidos graxos, importantes componentes das membranas das células e organelas. Como o próprio nome diz, essa enzima é responsável pela carboxilação de moléculas de acetil-coa. Após outras reações ocorre a produção de malonil-coa, o qual é precursor dos lipídeos que serão constituintes das membranas. Na presença dos herbicidas, a reação de carboxilação da acetil-coa não ocorre, interrompendo a produção de ácidos graxos e, consequentemente, a produção de membranas e o crescimento das plantas. Os herbicidas inibidores da ACCase são graminicidas pós-emergentes, seletivos para culturas eudicotiledôneas. Dessa forma, podem ser utilizados no controle de plantas daninhas de folhas estreitas (capim- -amargoso, azevém, capim-colchão, capim-marmelada, entre outras), infestantes de culturas de folhas largas como a soja, o feijoeiro, o algodoeiro, etc. Em alguns casos são utilizados em culturas de folhas estreitas (cereais de inverno), porém, a seletividade é conseguida com a utilização de safeners (compostos protetores que potencializam a defesa da planta). Existem no mercado algumas formulações que contêm dois inibidores de ACCase, o que normalmente ocorre por meio da mistura de uma FOP com um DIM, tal como fenoxaprope-etil + cletodim. Embora esses herbicidas inibam o mesmo local de ação, os pontos da enzima aos quais eles se ligam não são exatamente os mesmos, o que resulta em aumento da inibição da enzima e, consequentemente, maior eficiência no controle e aumento do espectro de ação. Os sintomas nas plantas tratadas envolvem inicialmente o arroxeamento e/ou a clorose da lâmina foliar das plantas de folhas estreitas, seguidos de necrose. Um sintoma típico causado pelos inibidores da AC- Case é o fácil destacamento da folha central dos capins, conhecido como coração-morto. Isso se deve à falta de ácidos graxos e novas membranas no ponto de crescimento da planta. Em plantas de folhas largas e ciperáceas (tiriricas), não são observados sintomas devido à presença de uma forma insensível (eucariótica) da ACCase, a qual é ausente nas poáceas (capins). Esses herbicidas podem ser subdivididos em três grupos químicos: ariloxifenoxipropanoatos (FOPs), ciclohexanodionas (DIMs) e fenilpirazolinas (DENs). Alguns representantes de cada grupo químico podem ser vistos na tabela 2.
5 Grupos químicos e principais herbicidas inibidores da enzima ACCase 5 Grupo químico Ariloxifenoxipropanoatos (FOPs) Ciclohexanodionas (DIMs) Fenipirazolinas (DENs) Ingrediente ativo Cialofope-butil Clodinafope-propargil Diclofope-metil Fenoxaprope-etil Fluazifope-butil Haloxifope-metil Quizalofop-etil Butroxidim Cletodim Profoxidim Setoxidim Tepraloxidim Pinoxaden Exemplo de marca comercial Clincher Topik 240 EC Iloxan CE Podium EW Fusilade 250 EW Verdict R Targa 50 EC Falcon 250 WG Select 240 EC Aura Poast Aramo 200 Axial Tabela 2
6 INIBIDORES DA ENZIMA ALS 6 Os herbicidas inibidores da enzima ALS interrompem duas reações que resultam na produção dos aminoácidos valina, leucina e isoleucina, a partir de moléculas de piruvato e cetobutirato. A inibição ocorre por meio da ligação dos herbicidas ao canal que dá acesso ao sítio catalítico da enzima, interrompendo a entrada dos substratos utilizados nas reações. Esses aminoácidos são essenciais na síntese de proteínas e a inibição da sua produção resulta na morte das plantas. Os herbicidas inibidores da enzima ALS constituem o mecanismo de ação com maior número de ingredientes ativos disponíveis, os quais são subdivididos em cinco grupos químicos: sulfonilureias (SU), imidazolinonas (IMI), pirimidiltiobenzoatos (PTB), triazolpirimidinas (TPD) e sulfonilamina carbonil triazolinonas (SCT). Alguns herbicidas pertencentes a estes grupos químicos estão representados na tabela 3. Assim como para os inibidores da ACCase, existem misturas formuladas de ingredientes ativos. No caso dos inibidores da ALS, a mistura de duas imidazolinonas, imazapique + imazetapir (Only), por exemplo, aumenta o espectro de controle e a eficiência. Embora inibam a mesma enzima e pertençam ao mesmo grupo químico, as ligações herbicida-enzima não são exatamente as mesmas em todas as espécies, justificando esses tipos de misturas. A seletividade dos herbicidas inibidores da ALS é difícil de ser prevista somente pelo grupo químico. Isso significa que dentro do mesmo grupo existem herbicidas seletivos para várias espécies de culturas, o que se dá pela diferente capacidade de cada cultura em metabolizar um herbicida em particular. Por exemplo, as sulfonilureias clorimuron (Classic) e nicosulfuron (Sanson) são seletivas em pós-emergência das culturas da soja e do milho, respectivamente. Os herbicidas inibidores da ALS são, em sua grande maioria, pós-emergentes sistêmicos. Contudo, alguns apresentam efeito residual prolongado (maior que 30 dias), e outros são pré-emergentes, com pouco efeito em aplicações foliares, tal como o diclosulam. Os inibidores da ALS controlam tanto plantas daninhas de folhas largas, quanto de folhas estreitas, dependendo do herbicida. Em folhas estreitas os sintomas iniciam com clorose entre as nervuras a partir da primeira semana após a aplicação, seguida de necrose. Em folhas largas é comum o arroxeamento das nervuras, juntamente com clorose e necrose das folhas.
7 Grupos químicos e principais herbicidas inibidores da enzima ALS. 7 Grupo químico Sulfonilureias (SU) Imidazolinonas (IMI) Pirimidiltiobenzoatos (PTB) Triazolpirimidinas (TPD) Sulfonilamina carbonil triazolinonas (SCT) Tabela 3 Ingrediente ativo Clorimuron-etil Etoxissulfurom Iodosulfurom-metil Metsulfuron-metil Nicosulfuron Pirazossulfurom-etil Trifloxissulfurom-sódico Imazair Imazapique Imazaquim Imazetapir Bispiribaque-sódico Piritiobaque Cloransulam-metil Diclosulam Flumetsulam Penoxulam Flucarbazone-sódico Exemplo de marca comercial Classic Gladium Hussar Ally Sanson 40 SC Sirius Envoke Contain Plateau Topgan Pivot Nominne 400 SC Staple 280 CS Pacto Spider 840 WG Scorpion Ricer Indisponível no BR
8 INIBIDORES DA ENZIMA EPSPS 8 Esse mecanismo de ação é representado pelo glifosato, herbicida sistêmico e não-seletivo, pós-emergente e sem residual no solo. Na ausência do herbicida, a enzima EPSPS catalisa a reação entre chiquimato e fosfoenol-piruvato, que culmina na produção dos precursores dos aminoácidos tirosina, fenilalanina e triptofano, os quais são essenciais para as plantas. Quando aspergido nas plantas, o glifosato se liga à enzima EPSPS, ocupando o sítio de ligação onde deveria se ligar a molécula de fosfoenol-piruvato, interrompendo a reação. Por ser não-seletivo, o glifosato é utilizado em dessecações, antes da semeadura da cultura, a fim de eliminar todas as plantas daninhas presentes na área. Ainda, pode ser utilizado em pós-emergência de culturas resistentes (RR), que carregam um gene que produz EPSPS insensível ao herbicida. Existem cultivares de soja, milho, algodão e canola que possuem essa tecnologia. Os sintomas surgem após uma semana, com clorose seguida de necrose. A morte total das plantas é variável, podendo levar de 10 a mais de 30 dias. Devido ao surgimento de algumas espécies resistentes ao glifosato, recomenda-se a inclusão de outros mecanismos de ação no planejamento de controle de plantas daninhas. Mesmo com casos de resistência, devido ao amplo espectro de ação, o glifosato ainda é o herbicida mais utilizado para o controle de plantas daninhas.
9 MIMETIZADORES DE AUXINAS 9 Os mimetizadores de auxinas foram os primeiros herbicidas sintéticos introduzidos no mercado, no final da década de 1940, representados pelo 2,4-D. A sua importância não está relacionada apenas ao controle de plantas daninhas proporcionado naquela época. Devido ao estímulo gerado pelo sucesso do 2,4-D, a indústria investiu em pesquisas que refletem até hoje na disponibilidade de variadas moléculas de herbicidas. As auxinas, tais como o ácido idolacético (AIA) são hormônios encontrados naturalmente nas plantas. Os herbicidas auxínicos mimetizam (imitam) os efeitos das auxinas naturais. Porém, quando em excesso, causam distúrbios fisiológicos que levam as plantas à morte. Os sintomas causados em plantas tratadas com mimetizadores de auxina incluem epinastia (retorcimento) de caules, folhas e pecíolos logo nos primeiros dias após a aplicação. Em seguida, ocorrem a clorose e necrose das folhas, sendo que a morte das plantas é demorada, ocorrendo a partir da terceira semana após a aplicação. A epinastia ocorre em resposta ao aumento da produção de etileno. A seletividade em monocotiledôneas se dá devido à organização dos feixes vasculares, limitando a translocação, além da ocorrência de metabolização dos herbicidas. Embora sejam os primeiros herbicidas desenvolvidos, a elucidação do mecanismo de ação ainda não é completa. Porém, sabe-se que esses herbicidas atuam em vários processos, uma vez que desregulam o balanço hormonal na planta. Entre os principais efeitos causados pelas auxinas sintéticas estão a sua interferência na divisão e elongação celular, em virtude, principalmente, da grande produção de etileno. Outros hormônios, como giberelinas, citocininas e ácido abscísico também têm seu balanço alterado em consequência a esses herbicidas. Os mimetizadores de auxinas (tabela 4) são herbicidas seletivos pós-emergentes, sendo comum observar efeito residual, embora curto na maioria dos casos. Porém, herbicidas como o picloram podem atuar por vários meses no solo. São herbicidas seletivos para culturas poáceas (cereais e pastagens) e indicados para o controle de plantas daninhas de folhas largas. Existem algumas exceções, como é o caso do controle de capim-arroz com quincloraque.
10 Grupos químicos e principais herbicidas mimetizadores de auxinas 10 7 Grupo químico Ácidos benzóicos Ácidos fenicarboxílicos Ácidos carboxílicos Ácidos quinolinos carboxílicos Ingrediente ativo Dicamba 2,4-D Fluroxipir-metil Picloran Triclopir Quincloraque Exemplo de marca comercial Alectra DMA 806 BR Starane 200 Padron Garlon 480 BR Facet Tabela 4
11 INIBIDORES DE PROTOX 11 A enzima PROTOX é responsável pela oxidação enzimática de protoporfirinogênio IX, a qual resulta na produção de protoporfirina IX que, por sua vez, é precursora de clorofila e compostos heme. Na presença de herbicidas inibidores da PROTOX essa reação é inibida. Contudo, não é a falta de clorofila que causa a morte da planta, uma vez que plantas tratadas não apresentam clorose. Devido ao estresse oxidativo e extravasamento celular, os sintomas podem ser visualizados poucas horas após a absorção, a qual também ocorre rapidamente. Os sintomas incluem a presença de manchas oleosas, branqueamento, dessecação e necrose das folhas. Com a inibição da reação ocorre o acúmulo de protoporfirinogênio IX no cloroplasto, o qual extravasa para o citoplasma. No citoplasma, esse composto é convertido a protoporfirina IX por meio de reações não enzimáticas. A protoporfirina IX então se acumula no citoplasma e, na presença de luz e O 2 ocorre a produção de espécies reativas de oxigênio (EROs), tal como o oxigênio singleto ( 1 O 2 ). As EROs são altamente tóxicas para as membranas celulares, causando a sua desintegração por estresse oxidativo. Dessa forma, a melhor eficiência dos herbicidas ocorre após exposição das plantas tratadas à luz. Os herbicidas inibidores da PROTOX são herbicidas seletivos e de contato (exceto saflufenacil, o qual apresenta mobilidade pelo floema), com ação, predominantemente, sobre plantas daninhas de folhas largas. No Brasil existem 10 ingredientes ativos, subdivididos em cinco grupos químicos (tabela 5).
12 Grupos químicos e principais herbicidas inibidores de PROTOX 12 7 Grupo químico Difeniléteres Fitalamidas Triazolinonas Oxadiazoles Pirimidinadionas Ingrediente ativo Acifluorfen-sódico Fomesafen Lactofem Oxyfluorfen Flumicoraque Flumioxazina Carfentrazona-etílica Sulfentrazone Oxadiazon Saflufenacil Exemplo de marca comercial Blazer Sol Flex Cobra Galigan 240 EC Radiant 100 Flumyzin 500 Aurora Boral 500 SC Ronstar SC Heat Tabela 5
13 INIBIDORES DE FSII 13 Os fotossistemas estão presentes nas membranas dos tilacoides, nos cloroplastos, e compreendem uma série de proteínas e moléculas que atuam como carregadores de elétrons (e-), tais como as quinonas A e B (Qa e Qb). No FSII, e- oriundos da quebra de moléculas de água são excitados via energia proveniente da luz solar, captada por moléculas de clorofila, e transportados em direção ao FSI pela cadeia transportadora de e-, para a produção de energia (NADPH) que será utilizada nas demais reações da fotossíntese. Na presença de herbicidas inibidores de FSII, esse transporte é interrompido exatamente na região onde se encontram as quinonas, não ocorrendo a passagem dos e- para o FSI. Os herbicidas inibidores do FSII são pré-emergentes seletivos, embora também apresentem ação em pós-emergência inicial. Controlam preferencialmente plantas daninhas de folhas largas, embora apresentem efeitos sobre algumas espécies de poáceas. Os sintomas manifestam-se na forma de clorose e necrose. Em alguns casos, devido ao estresse oxidativo causado pelas EROs, ocorre necrose dos tecidos sem que haja clorose. Apesar de ocorrer o bloqueio no transporte de e- entre os fotossistemas, essa não é a causa primária da morte das plantas tratadas. Com a interrupção da cadeia transportadora de elétrons, as moléculas de clorofila do FSI ficam excessivamente energizadas, reagindo com oxigênio molecular (O 2 ), produzindo espécies reativas de oxigênio. Dessa forma, as plantas morrem por estresse oxidativo. Os herbicidas inibidores do FSII podem ser subdivididos em três grupos químicos, conforme demonstrado na tabela 6.
14 Grupos químicos e principais herbicidas inibidores do FSII. 14 Grupo químico Triazinas Ureias Uracilas Ingrediente ativo Ametrina Amicarbazona Atrazina Metribuzin Simazina Diurom Linurom Tebutiuron Bromacil Exemplo de marca comercial Ametrina Alta 500 SC Dinamic Gesaprim GrDa Sencor 480 Herbazin 500 BR Karmex 800 Alafon SC Combine 500 SC Uragan 800 WP Tabela 6
15 INIBIDORES DE FSI 15 O fotossistema I é responsável por reações importantes na fase fotoquímica da fotossíntese, mais precisamente, nas etapas finais da cadeia transportadora de elétrons (e-). É a partir do FSI que são produzidas as moléculas de NADPH, as quais servem de energia para a redução do carbono na fase bioquímica da fotossíntese. Os herbicidas inibidores do FSI são cátions fortes que desviam elétrons na cadeia transportadora de elétrons no FSI, formando radicais bipiridilos (herbicida + e-). Esses compostos são instáveis e, na presença de luz, reagem com moléculas de O 2 formando EROs, as quais causam a peroxidação dos lipídeos presentes nas membranas das células e organelas. Os herbicidas inibidores de FSI são pós-emergentes não seletivos, sem ação residual. São herbicidas imóveis nas plantas, necessitando boa cobertura da pulverização. Sua eficiência é maior em plantas pequenas ou em aplicações sequenciais a herbicidas sistêmicos. A absorção desses herbicidas é muito rápida, levando menos de uma hora. Os sintomas surgem rapidamente, com marcante necrose dos tecidos devido ao estresse oxidativo e extravasamento do conteúdo celular causados por esses herbicidas. Grupo químico e principais herbicidas inibidores de FSI Grupo químico Bipiridilos Tabela 7 Ingrediente ativo Paraquate Diquate Exemplo de marca comercial Gramoxone Reglone
16 INIBIDORES DE CAROTENOIDES 16 Os carotenoides são pigmentos protetores, responsáveis por dissipar o excesso de energia nos fotossistemas, protegendo as clorofilas contra a fotodegradação. Sua produção é maior nos horários de maior intensidade luminosa, próximo ao meio dia. Esses pigmentos são produzidos por uma rota que envolve várias enzimas, incluindo as enzimas DXS (1-deoxi-D-xilulose-5P sintase), HPPD (94-hidroxifenil-piruvato dioxigenase) e FDS (fitoeno dessaturase), as quais são inibidas pelos herbicidas inibidores de carotenoides. Com a inibição dessas enzimas, não há a biossíntese de carotenoide em tecidos jovens, levando à fotodegradação da clorofila. Os sintomas em plantas tratadas com inibidores de carotenoide ocorrem após a germinação das plântulas, sendo um dos sintomas mais marcantes entre todos os herbicidas. Devido à fotodegradação da clorofila, os tecidos jovens tornam-se extremamente albinos. Em seguida ocorre a necrose dos tecidos e morte das plantas. Os inibidores de carotenoides são herbicidas pré-emergentes que atuam, principalmente, sobre plantas daninhas de folhas largas. Podem ser classificados de acordo com a enzima que é inibida, conforme a tabela 8.
17 Grupos químicos e principais herbicidas inibidores da biossíntese de carotenoide 17 Enzima inibida DXS HPPD FDS Ingrediente ativo Clomazone Isoxaflutole Mesotrione Tembotrione Indisponível no BR Exemplo de marca comercial Gamit Provence 750 WG Callisto Soberan Tabela 8
18 INIBIDORES DE GS 18 A enzima GS está envolvida na produção de formas de nitrogênio (N) utilizáveis pelas plantas. Esse processo envolve a produção de glutamina a partir de amônia (NH 4+ ) e glutamato. A glutamina é assimilável pelas plantas e utilizada na síntese de aminoácidos. Dessa forma, quando ocorre a inibição da GS, ocorre a redução na síntese de aminoácidos (glutamina, glutamato, aspartato, alanina, glicina e serina) e o acúmulo de NH 4+, a qual é tóxica para as plantas. Aliado a isso também ocorre a redução da atividade fotossintética nas plantas. Com a inibição da fotossíntese, o excesso de energia produz EROs, as quais causam a peroxidação de lipídeos. Glufosinato de amônio é um herbicida pós-emergente e sem efeito residual. Ainda, é considerado um herbicida de contato e não-seletivo, exceto em casos de culturas com tolerância introduzida via biotecnologia (culturas Liberty Link). Os sintomas envolvem clorose seguida de necrose das folhas nos primeiros dias após a aplicação. Assim como os demais herbicidas de contato, são mais eficientes em plantas em estádio inicial de crescimento. Grupo químico e principais herbicidas inibidores de GS Grupo químico Ácidos fosfínicos Tabela 9 Ingrediente ativo Glufosinato de amônio Exemplo de marca comercial Finale Liberty
19 INIBIDORES DA POLIMERIZAÇÃO DA TUBULINA 19 A tubulina é uma proteína que se encontra sob duas formas nas células: α-tubulina e β-tubulina. A sua importância está relacionada à organização do citoesqueleto e, principalmente, no processo de divisão celular, durante a separação dos cromossomos e formação da nova parede celular. Os polímeros de tubulina são filamentos circulares ocos, formados a partir de camadas intercaladas de α-tubulina e β-tubulina. Os herbicidas atuam inibindo a formação desse filamento, ocupando o local de ligação entre as formas de tubulina. Com isso, a divisão do material genético das células ocorre de forma desigual, e o processo de mitose é interrompido. cimento das pontas das raízes, sintoma conhecido como coxa-de-galinha, devido à forma tomada pelas raízes. Com a restrição no sistema radicular, o crescimento da parte aérea também é prejudicado nas plantas sensíveis. Os inibidores da polimerização de tubulina são herbicidas pré-emergentes seletivos que atuam no controle de plantas daninhas de folhas estreitas. Devido à alta pressão de vapor, esses herbicidas necessitam a incorporação no solo logo após a pulverização. Os herbicidas dinitroanilinas são absorvidos pelas raízes e, por serem imóveis, atuam inibindo a divisão celular na região dos meristemas, impedindo o crescimento radicular. Em consequência, ocorre o intumes- Grupo químico e principais herbicidas inibidores da polimerização da tubulina Grupo químico Dinitroanilinas Tabela 10 Ingrediente ativo Trifluralina Pendimetalina Exemplo de marca comercial Premerlin 600 EC Herbadox
20 INIBIDORES DA SÍNTESE DE AGCL 20 Os ácidos graxos de cadeia longa (AGCL) são produzidos ao começar a atividade da enzima acil-coa elongase, a partir de ácidos graxos de até 18 carbonos (18C) produzidos pela enzima ACCase. A enzima acil-coa elongase, como seu próprio nome diz, é responsável pelo elongamento dos ácidos graxos por meio da adição de carbonos. Os AGCL são precursores de cera, cutina e suberina, além de serem componentes de membranas. Em plantas monocotiledôneas sensíveis que conseguem emergir, os sintomas caracterizam-se pela dificuldade no desprendimento das folhas do cartucho. Em dicotiledôneas o sintoma mais marcante é o encurtamento da nervura central, conferindo o formato de coração nessas folhas. Cloroacetamidas são herbicidas pré-emergentes seletivos que controlam tanto plantas daninhas de folhas largas quanto de folhas estreitas. Grupo químico e principais herbicidas inibidores da síntese de AGCL Grupo químico Cloroacetamidas Tabela 11 Ingrediente ativo S-metolacloro Acetocloro Alacrolo Exemplo de marca comercial Dual Gold Fist CE Laço EC
21 AUTOR GILIARDI DALAZEN Doutor em Fitotecnia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Professor de Plantas Daninhas na Universidade Estadual de Londrina (UEL)
22 fb.com /ArystaBrasil twitter.com /arystanocampo Arysta LifeScience Matriz América Latina Av. Pres. Juscelino Kubitschek, Torre E - 12º andar São Paulo/SP - CEP:
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