MADEIRAS CARACTERÍSTICAS TECNOLÓGICAS E MOSTRUÁRIO
|
|
|
- Matheus Porto Batista
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 LICENCIATURA EM CIÊNCIAS DE ENGENHARIA ENG.ª AGRONÓMICA SILVICULTURA GERAL 2017/2018 MADEIRAS CARACTERÍSTICAS TECNOLÓGICAS E MOSTRUÁRIO NUNO MIGUEL SOARES MARTINS DE CARVALHO OUTUBRO 2017
2 1 INTRODUÇÃO MADEIRAS CARACTERÍSTICAS A produção de madeira, nas suas múltiplas fases, constitui um processo de enorme complexidade, dada a multiplicidade de intervenientes e o facto dos ciclos de produção serem muito longos. Neste trabalho serão abordadas a propriedades das madeiras, que irão influenciar o seu uso, nomeadamente: cor, estética, resistência, comportamento em serviço, preço, etc. Bem como outros factores relacionados considerados relevantes. Portugal tem excelentes condições para a produção de diversas espécies/ variedades de madeira, e possui um saber acumulado enorme (embora disperso e por vezes desconhecido). A acumulação e gestão do conhecimento, e a sua efectiva aplicação prática constituí um enorme desafio que importa dar resposta, sob pena de Portugal, em termos de Silvicultura, continuar a ser incapaz de honrar os seus pergaminhos.
3 2 FORMAÇÃO DO LENHO Sector circular da secção transversal do tronco de jovem Pinheiro [3] Representação tridimensional do câmbio vascular [3]
4 2 FORMAÇÃO DO LENHO Sector circular da secção transversal do tronco de jovem Pinheiro [3] Secção transversal do tronco mostrando as principais componentes do lenho e da casca [3]
5 3 CARACTERÍSTICAS APARENTES Cor deriva das substâncias químicas presentes no tronco e varia de acordo com o teor de humidade, normalmente tomando um aspeto mais escuro quando exposta ao ar, ao sol, quando em contato com certos metais ou quando atacada por certos fungos e bactérias. A cor tende a alterar-se com o passar do tempo; Cheiro e gosto o odor característico de algumas madeiras é resultado da presença de certas substâncias voláteis que se concentram principalmente no cerne. São particularmente aromáticas certas coníferas, curiosamente, quase todas as folhosas são inodoras. Fio corresponde à orientação dos elementos verticais constituintes do lenho em relação ao eixo da árvore. As orientações são influenciadas durante o crescimento da árvore; Grão impressão visual produzida pelos poros da madeira, podendo ser grosso, médio ou fino; Textura depende das dimensões, da distribuição e percentagem dos diversos elementos estruturais constituintes do lenho no seu conjunto; Brilho depende da intensidade dos raios medulares. A faixa longitudinal radial é sempre a mais reluzente; Desenho corresponde à aparência natural das faces da madeira resultante das várias características macroscópicas
6 4 CARACTERIZAÇÃO DAS MADEIRAS Exemplo de corte de um tronco [3] Planos fundamentais da madeira [3]
7 4 CARACTERIZAÇÃO DAS MADEIRAS Caracteristicas físicas da madeira: Densidade Retracção e anisotropia Humidade de saturação das fibras e higroscopicidade Dureza Caracteristicas mecânicas da madeira: Compressão axial e flexão estática Fendimento e tracção transversal Flexão dinâmica Caracteristicas tecnológicas da madeira: Conversão primária Preparação e impregnabilidade Defeitos e anomalias Durabilidade natural Laboração mecânica Ligações Acabamento superficial
8 4 CARACTERIZAÇÃO DAS MADEIRAS Ensaio de flexão dinâmica [3] Ensaio de flexão estática [3]
9 4 CARACTERIZAÇÃO DAS MADEIRAS Diagrama força/ deformação em ensaio de flexão estática [3]
10 4 CARACTERIZAÇÃO DAS MADEIRAS RESINOSAS FOLHOSAS Lenho de compressão e reacção para resinosas e folhosas [2]
11 4 CARACTERIZAÇÃO DAS MADEIRAS Propriedades físicas e mecânicas (LNEC, Fichas M1 a M9, madeira para construção)
12 5 NORMAS PORTUGUESAS
13 5 NORMAS PORTUGUESAS
14 6 MADEIRAS AGLOMERADAS / RECONSTRUÍDAS MADEIRAS AGLOMERADAS MDF HDF Medium-Density Fiberboard (MDF), material derivado da madeira. O MDF é fabricado através da aglutinação de fibras de madeira com resinas sintéticas e outros aditivos high-density Fiberboard (hdf), MAIS DURO E MAIS DESNSO QUE O mdf
15 7 VARIEDADES DE MADEIRA: AFRICANA [10]
16 7 VARIEDADES DE MADEIRA: AFRICANA [10]
17 7 VARIEDADES DE MADEIRA: EUROPEIA [10]
18 7 VARIEDADES DE MADEIRA: género Larix (coníferas família Pinaceae, ordem Pinales) [11]
19 7 VARIEDADES DE MADEIRA: género Quercus [11]
20 7 VARIEDADES DE MADEIRA: FICHAS CARVALHO americano (Quercus rubra L.) Madeira com cerne distinto, castanho-anegado, brilhante, de contorno mais ou menos regular, definido e muito abundante; borne amarelo-acastanhado. Medula estrelada e pouco volumosa. Camadas de crecimento bem marcadas, tanto no borne como no cerne, por espessa zona porosa, de contorno definido e regular. Fio recto. Grão grosseiro e desigual. Textura suave, mas forte. Veio radial, dado sobretudo pelas camadas de crescimento; Veio tangencial, igualmente fornecido apenas pelas camadas de crescimento, uma vez que os raios finos pouco se destacam. Propriedades físicas Densidade(kg/m3) Dureza(Kgf) Propriedades Tecnológicas Defeitos Durabilidade Laboração 750 Moderadamente pesada 620 Alta Fuste escasso. Fendas rachas e empenos de secagem Média ( sensível ao caruncho) Moderadamente fácil. Boa aptidão ao aplainamento e furação.
21 7 VARIEDADES DE MADEIRA: FICHAS CARVALHO português (Quercus faginea Lam.) Madeira com cerne distinto, castanho amarelado, de contorno mais ou menos regular e definido, e abundante; borne branco-amarelado. Medula estrelada e pouco volumosa. Camadas de crecimento bem marcadas, tanto no borne como no cerne, por pronunciada zona porosa, de contorno regular e definido. Fio em geral recto. Grão grosseiro e desigual. Textura desigual e forte. Veio radial, dado sobretudo pelos raios lenhosos que lhe dão aspecto espelhado; Veio tangencial, igualmente fornecido apenas pelas camadas de crescimento e pelos raios seccionados de topo. Propriedades físicas Densidade(kg/m3) Dureza(Kgf) Propriedades Tecnológicas Defeitos Durabilidade Laboração 890 Pesada 799 Muito alta Modesta vocação madeireira:fuste torto e escasso. Nós e vergadas. Alta vulnerabilidade ao ataque dos insectos mas durável em situações de risco (fungos lenhívoros) Delicada pelos defeitos referidos: arrepelamentos, lascados, abrasividade. Peças limpas permitem torneamento.
22 7 VARIEDADES DE MADEIRA: FICHAS PINHEIRO bravo (Pinus Pinaster) Madeira com cerne distinto, vermelho claro, de contorno regular e definido, medianamente abundante; borne esbranquiçado ou branco-amarelado e largo (>6 cm). Medula sensivelmente circular, mais ou menos volumosa. Camadas de crecimento muito distintas. Grão grosseiro. Textura desigual, por vezes medianamente desigual nas madeiras de aneis largos. Fio, em geral direito, frequentemente espiralado; Veio: tanto radial como tangencial, apenas desenhado pelas camadas de crescimento: veio listado, forte ou fraco. Propriedades físicas Densidade(kg/m3) Dureza(Kgf) Propriedades Tecnológicas Defeitos Durabilidade Laboração 640 Pesada 330 Alta Nós mortos soltadiços frequentes.fio inclinado e fuste espiralado.textura heterogénea Vulnerável a carunchos grandes e pequenos, Medianamente resistente a fungos e térmitas. Aplainamento fácil, molduragem perfeita.
23 7 VARIEDADES DE MADEIRA: FICHAS CHOUPO Branco (Populus alba L.) Madeira com cerne distinto, de cor rosada, de contorno regular, mas indefinido e pouco abundante; borne branco-amarelado. Medula estrelada de cinco pontas e medianamente volumosa. Camadas de crecimento nítidas, de contorno regular e definido. Fio recto. Grão fino e Textura uniforme. Veio radial, conferido apenas pelas camadas anuais; Veio tangencial, análogo ao anterior. Propriedades físicas Densidade(kg/m3) Dureza(Kgf) Propriedades Tecnológicas Defeitos Durabilidade Laboração 510 Muito Leve 244 Muito Branda Fuste com frequencia nodoso. Deformações durante a secagem. Sensível ao ataque de carunchos pequenos em madeiras velhas demasiado secas. Pouco resistente a podridões. Aplainamento delicado: Fio lascado. Torneamento satisfatório.
24 8 ÓLEOS ESSENCIAIS CONÍFERAS
25 9 PREÇO DAS MADEIRAS OUT SOALHO MACIÇO Nogueira americana (Juglans nigra), 19mm de espessura: 159 /m² Carvalho americano (Quercus alba), 19mm de espessura: 90 /m² Pinho nacional, 19mm de espessura: 50 /m²
26 10 XILOTECA ALBINO DE CARVALHO - Estação Agronómica Nacional - Oeiras [7] «Albino Alves Pereira de Carvalho ( ) foi um dos mais eminentes cientistas que se dedicaram à ciência e tecnologia dos produtos florestais, com um grande trabalho desenvolvido na área da caracterização de propriedades e do melhoramento tecnológico dos produtos da floresta.» [9]
27 11 EVOLUIR É PRECISO «A elevada complexidade do ecossistema florestal e da vida moderna requere mais, não menos, informação e conhecimento e melhor organização onde os investigadores possam dar asas à sua capacidade e engenhosidade. Se os investigadores, e eu aqui diria também os professores, não forem capazes de ajudar os jovens investigadores a verem para além de si próprios e dos seus papers, eleitos como objectivo de vida profissional, a melhor compreenderem a natureza interdependente do nosso mundo, e a viver responsavelmente, a capacidade da nova geração de investigadores do que foi a EFN será perigosamente limitada.» [5]
28 12 REFERÊNCIAS LIVROS [1] ALVES, ANTÓNIO MONTEIRO / PEREIRA, JOÃO SANTOS / CORREIA, ALEXANDRE VAZ 2012 SILVICULTURA, A GESTÃO DOS ECOSSISTEMAS FLORESTAIS. Fundação Calouste Gulbenkian CARVALHO, ALBINO de MADEIRAS CARACTERÍSTICAS [2] 1962 MADEIRA DE EUCALIPTO (EUCALYPTUS GLOBULUS LABILL. ESTUDOS, ENSAIOS E OBSERVAÇÕES). Estudos e Divulgação Técnica. Direcção Geral dos Serviços Florestais e Aquícolas. [3] 1996 MADEIRAS PORTUGUESAS, ESTRUTURA ANATÓMICA, PROPRIEDADES, UTILIZAÇÕES Vol. I e II (1997). Instituto Florestal. OUTROS TEXTOS [4] MARTINS, JOÃO GUERRA / ARAÚJO, JORGE 2005 (modificado em 2011) MADEIRAS. Universidade Fernando Pessoa. [5] SARDINHA, RAUL MANUEL ALBUQUERQUE, Eng.º Silv. (UTL), 2014 Albino de Carvalho e a Investigação Florestal WWW [6] (acedido em 13 Out. 2017) [7] (acedido em 13 Out. 2017) [8] (acedido em 13 Out. 2017) [9] (acedido em 14 Out. 2017) [10] (15 Out. 2017) [11] (15 Out. 2017)
29
Dois grupos de árvores
Madeira Matéria fibrosa, de natureza celulósica, que constitui o tronco, os ramos e as raízes das árvores, arbustos e demais tipos de plantas lenhosas. É um material conhecido e utilizado desde a Pré-História
ESTRUTURA DA MADEIRA
Escola Secundária Alfredo da Silva Ensino Básico 6º Ano Disciplina de Educação Tecnológica Materiais e Técnicas (5) - Madeiras / 6ºB A madeira é um material muito heterogéneo, isto é, as suas propriedades
MANUAL DE CLASSIFICAÇÃO VISUAL
MANUAL DE CLASSIFICAÇÃO VISUAL Convênio Racional Engenharia S/A e IBRAMEM CALIL JR, C. OKIMOTO, F.S. PFISTER, G. M. SUMÁRIO I. DEFINIÇÕES II. TIPOS DE CORTES III. CLASSIFICAÇÃO POR DEFEITOS 1. Defeitos
Escola Superior de Tecnologia de Viseu Departamento de Engenharia de Madeiras
DENOMINAÇÕES CONVENCIONAIS PARA PROPRIEDADES DA MADEIRA Fonte: Albino de Carvalho, Madeiras Portuguesas - Vol. I - Estrutura Anatómica, Propriedades, Utilizações Aos valores característicos médios das
A madeira foi um dos primeiros materiais a ser utilizado pela humanidade e continua a ser um dos materiais mais utilizados na actualidade.
A madeira foi um dos primeiros materiais a ser utilizado pela humanidade e continua a ser um dos materiais mais utilizados na actualidade. Vamos conhecer as suas características e aplicações. Origem da
Características a observar pelas madeiras para a sua utilização na execução de cofragens.
1.1. ÂMBITO Características a observar pelas madeiras para a sua utilização na execução de cofragens. 1.2. REFERÊNCIAS A madeira para cofragem deve obedecer às condições técnicas gerais relativas a materiais
Mestrado Integrado em Engenharia Civil. Estruturas de Alvenaria e Madeira. DECivil. (Madeira) Luís Guerreiro
Mestrado Integrado em Engenharia Civil Estruturas de Alvenaria e Madeira (Madeira) Luís Guerreiro Ano lectivo 2010-2011 Direcções de crescimento Tangencial ao cerne Radial ao cerne Longitudinal às fibras
Mestrado Integrado em Engenharia Civil. Estruturas de Alvenaria e Madeira. DECivil. (Madeira) Luís Guerreiro
Mestrado Integrado em Engenharia Civil Estruturas de Alvenaria e Madeira (Madeira) Luís Guerreiro Ano lectivo 2010-2011 Direcções de crescimento Tangencial ao cerne Radial ao cerne Longitudinal às fibras
Características gerais da Madeira Prof. Dr. Umberto Klock.
AT073 - Introdução à Engenharia Industrial Madeireira Características gerais da Madeira Prof. Dr. Umberto Klock. 1 Características gerais da Madeira O que iremos apresentar e discutir? Plantas superiores
MESTRE MARCENEIRO UMIDADE DA MADEIRA O QUE É MADEIRA SECA?
UMIDADE DA MADEIRA O QUE É MADEIRA SECA? Considera-se a madeira esta seca quando o seu teor de umidade residual for igual ou inferior a umidade de equilíbrio da madeira, ou seja quando a umidade da madeira
ESTRUTURAS DE MADEIRA
ESTRUTURAS DE MADEIRA CLASSIFICAÇÃO DA MADEIRA AULA 2 EDER BRITO Classificação das árvores Pela Botânica as árvores são classificadas como vegetais superiores, denominados de fanerógamas, que apresentam
INTRODUÇÃO - MADEIRA. Mestranda Daniele Potulski Disciplina Química da madeira I
INTRODUÇÃO - MADEIRA Mestranda Daniele Potulski Disciplina Química da madeira I Estrutura da madeira A madeira é um material heterogêneo; É constituída, basicamente, por tecidos formados por células com
ESTRUTURAS DE MADEIRA
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO FACET - ENGENHARIA CIVIL SINOP ESTRUTURAS DE MADEIRA Prof. MSc. Letícia Reis Batista Rosas [email protected] Árvores Dividem-se em: Gimnospermas coníferas,
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO SETOR DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DA UFPR CENTRO DE CIÊNCIAS FLORESTAIS E DA MADEIRA Departamento de Engenharia e Tecnologia Florestal - PROPRIEDADES DA MADEIRA Prof. Dr.
Química da Madeira. MADEIRA - Material heterogêneo
Química da Madeira MADEIRA - Material heterogêneo Química da Madeira Prof. Dr. Umberto Klock Introdução a disciplina Plantas Superiores Plantas Produtoras de Madeira Gimnospermas Angiospermas 7 Classes,
Resinagem: uma atividade que vale a pena repensar
Seminário: A Importância Económica da Resina do Pinheiro na Sustentabilidade da Floresta 19 de Março 2014, Guarda Resinagem: uma atividade que vale a pena repensar Por: Maria Emília Silva José Luís Lousada
Ultraestrutura da Parede Celular. Prof. Umberto Klock
Ultraestrutura da Parede Celular Química da Madeira Prof. Umberto Klock - UFPR/DETF AT113 - Química da Madeira Prof. Umberto Klock - EF/UFPR Ultraestrutura da Parede Celular Sob forte magnificência da
Porquê um deck compósito maciço
Porquê um deck compósito maciço Tradicionalmente os decks de exterior, bem como os revestimentos em madeira de fachadas e tectos, são fabricados em madeira natural. Os tipos de madeira mais comuns são
Madeiras cont. numerosos ensaios sobre amostras representativas de madeira da espécie lenhosa em questão. numerosos ensaios.
PROPRIEDADES FÍSICAS E MECÂNICAS DAS MADEIRAS Que madeira para determinado uso? com Economia e segurança Necessário conhecer os valores médios que definem o seu comportamento físico e resistência às solicitações
CARACTERÍ STI CAS DA MADEIRA
CARACTERÍ STI CAS DA MADEIRA ANGELIM PEDRA (Hymenolobium) CARACTERÍSTICAS: cerne marrom amarelado claro, diferente do alburno marrom claro. Tem um acentuado aspecto fibroso na figura tangencial, devido
Características Gerais dos Pavimentos Flutuantes com Madeira SOLIDFLOOR
Características Gerais dos Pavimentos Flutuantes com Madeira SOLIDFLOOR Propriedades Este documento especifica quais as características dos pavimentos flutuantes com madeira Solidfloor, fabricados à base
PROGRAMA ANALÍTICO DISCIPLINA NOME: ANATOMIA DA MADEIRA CÓDIGO: IF 301 CRÉDITOS: 04 (T-02 P-02) DEPARTAMENTO DE PRODUTOS FLORESTAIS
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO DECANATO DE ENSINO DE GRADUAÇÃO DEPARTAMENTO DE ASSUNTOS ACADÊMICOS E REGISTRO GERAL DIVISÃO DE REGISTROS ACADÊMICOS PROGRAMA ANALÍTICO DISCIPLINA CÓDIGO: IF
ESTRUTURAS DE MADEIRA
UNEMAT Universidade do Estado de Mato Grosso ESTRUTURAS DE MADEIRA Professora: Engª Civil Silvia Romfim AULA 02 1. Introdução: Madeira e suas características. 1.1 - Estrutura da madeira: a) Generalidades
AULA 2: MATERIAIS A SEREM USINADOS (ASU)
AULA 2: MATERIAIS A SEREM USINADOS (ASU) CLASSIFICAÇÃO DOS PROCESSOS DE USINAGEM SISTEMA: forma com que um determinado processo é executado: manual, automático, e descrever partes componentes de um processo:
Metais. informativo técnico
Metais informativo técnico METAIS Móveis de metal são uma escolha de materiais para mobília, usados tanto em área interna quanto em área externa. A variedade de ligas metálicas existentes permite o uso
Novos Materiais e Revestimentos para Exterior. José António Santos Investigador Principal aposentado do LNEG
Novos Materiais e Revestimentos para Exterior José António Santos Investigador Principal aposentado do LNEG Construções de madeira em Portugal Vivendas, estrutura em alvenaria e madeira. Fachadas em madeira
Design de Móveis. Chapas de madeira processada
Design de Móveis Chapas de madeira processada O que são chapas de madeira processada? São chapas formadas por madeira em formatos diferenciados (lâminas, fibras, partículas, etc.), processadas industrialmente
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL ÁREA DE CONSTRUÇÃO
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL ÁREA DE CONSTRUÇÃO 1. Para determinar a porosidade aberta de uma pedra calcária, utilizou-se um provete com as dimensões de 7.1 7.1 7.1 cm 3. Determinou-se a massa no estado
CLASSIFICAÇÃO DO MATERIAL ROCHA - revisão
CLASSIFICAÇÃO DO MATERIAL ROCHA - revisão Notas: (FCUL) indica acetatos da FCUL, Prof Fernando Marques (FEUP) indica imagens das folhas de Geologia de Engenharia da FEUP CS e JS imagens do estágio de Cláudio
Consulta Pública 1/2014
Consulta Pública 1/2014 Acordo quadro para o fornecimento de mobiliário - Anexo A2.TE: Testes e ensaios - Março de 2014 2012 espap Entidade de Serviços Partilhados da Administração Pública, I.P. Direitos
3 Elementos Estruturais Derivados da Madeira
3 Elementos Estruturais Derivados da Madeira Prof. Guilherme Corrêa Stamato e Prof. Jorge Luís Nunes de Góes Disciplina: Estruturas de Madeira Curso: Engenharia de Estruturas A TRANSFORMAÇÃO DAS MADEIRAS
Profª. M.Sc.: Josiane Silva Araújo
Profª. M.Sc.: Josiane Silva Araújo Tecidos Vasculares Quanto ao desenvolvimento distingue-se: Tecido vascular primário; Tecido vascular secundário. Quanto a função distingue-se: Xilema; Floema. Tipos Celulares
Assunto: Madeira na Construção Civil Prof. Ederaldo Azevedo Aula 10 e-mail: [email protected] Centro de Ensino Superior do Amapá-CEAP 9.1. Introdução: Na construção civil, a madeira é utilizada
LAM - PT - Nov11 GOdesign
PORTUGAL Lugar do Espido - Via Norte / 4470-909 Maia Tel.+351 229 360 100 / Fax.+351 229 360 150 e-mail: [email protected] ESPAÑA Oficinas Centrales Ronda de Poniente, 6-B 28760 Tres Cantos
Pinus pinea L. 60 Exemplares no Parque
Pinus pinea L. 60 Exemplares no Parque Família Pinaceae Nome Comum Pinheiro-manso, pinheiro-guarda-sol Origem Contorno da Região Mediterrânica, sobretudo no sul da Europa e oeste da Ásia. Autóctone em
PROPRIEDADES FÍSICAS DA MADEIRA DE Araucaria angustifolia PROCEDENTE DA REGIÃO CENTRO OESTE DO PARANÁ
PROPRIEDADES FÍSICAS DA MADEIRA DE Araucaria angustifolia PROCEDENTE DA REGIÃO CENTRO OESTE DO PARANÁ Diego Leonardo Holk (ICV), Giordano Marques Corradi, Éverton Hillig (Orientador), Gilmara de Oliveira
Manual de Controlo de Qualidade para Revestimentos de Pisos em Madeira
Manual de Controlo de Qualidade para Revestimentos de Pisos em Madeira Mafalda Isabel dos Santos Livramento Dissertação para a Obtenção de Grau Mestre em Engenharia Civil Orientador(es)/Supervisor(s):
Mateco UCP - Civil. Comparação entre Propriedades mecânicas
Mateco - UCP - Civil Madeiras na Construção Civil: Aplicações estruturais; Telhados; Sustentação (vigas, colunas e pisos) Aplicações em revestimentos; Aplicação em esquadrias; Aplicações no mobiliário;
Madeira e Água. Que ligação!
Madeira e Água Que ligação! 1 Madeira e Água A Humidade da Madeira teor em água da madeira H m m 1 2 = m1 m m 2 massa 2 massa da x100 madeira húmida madeira completamente seca quociente, expresso em percentagem,
Relações hídricas das plantas T6
Fisiologia Vegetal Relações hídricas das plantas T6 Tradeoff entre vulnerabilidade à cavitação e condutividade MARIA CONCEIÇÃO BRITO CALDEIRA ([email protected]) Centro de Estudos Florestais http://www.isa.utl.pt/cef/forecogen
CARACTERIZAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE MACIÇOS ROCHOSOS
CARACTERIZAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE MACIÇOS ROCHOSOS MACIÇO ROCHOSO É Do ponto de vista do seu aproveitamento em engenharia Um conjunto de BLOCOS DE ROCHA Justapostos e articulados MATERIAL que forma os
PROCESSO INDUSTRIAL PREPARAÇÃO DA MATÉRIA PRIMA - PASTA CONFORMAÇÃO SECAGEM COZEDURA RETIRADA DO FORNO E ESCOLHA
MATERIAIS CERÂMICOS Tecnologia de produção, exigências e características Hipólito de Sousa 1. PROCESSO INDUSTRIAL PREPARAÇÃO DA MATÉRIA PRIMA - PASTA CONFORMAÇÃO SECAGEM COZEDURA RETIRADA DO FORNO E ESCOLHA
NOÇÕES BÁSICAS SOBRE MADEIRA
NOÇÕES BÁSICAS SOBRE MADEIRA GONZALO A. C. LOPEZ IPT CENTRO DE TECNOLOGIA DE RECURSOS FLORESTAIS Laboratório de Preservação de Madeiras e Biodeterioração de Materiais - LPB TEMPLO DA ARTE CARACTERÍSTICAS
Dimensionamento de Estruturas em Madeira. Engenharia Civil
Dimensionamento de Estruturas em Madeira Metodologia e disposições regulamentares relativamente a ligações Ricardo da Silva Martins Oliveira Hilário Dissertação para obtenção do Grau de Mestre em Engenharia
BONDEX CATÁLOGO DE PRODUTO
BONDEX CATÁLOGO DE PRODUTO Gama Madeira Tratamentos Velaturas Vernizes Jardim Gama Metal Esmaltes anti-corrosivos Esmaltes Especialidades Decapantes Preparação da Madeira Tabela de preços / Códigos EAN
Madeira. Estrutura e características da madeira
Madeira A madeira é um material produzido a partir do tecido formado pelas plantas lenhosas com funções de sustentação mecânica. Sendo um material naturalmente resistente e leve, é frequentemente utilizado
Madeira na construção
Madeira na construção Madeira como material de construção O emprego da madeira na construção civil remonta desde os primórdios da civilização. Esta apresenta-se como material excepcional e como matéria-prima
BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE CABANAS DE VIRIATO
BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE CABANAS DE VIRIATO RELATÓRIO GEOTÉCNICO (REFª 72/2008/08/GER - 1126) Agosto de 2008 QUARTEL DOS BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE CABANAS DE VIRIATO ÍNDICE 1- INTRODUÇÃO... 2 2- ENQUADRAMENTO
Materiais de Construção II
Pontifícia Universidade Católica de Goiás Engenharia Civil Materiais de Construção II Propriedades Mecânicas do Concreto em seu estado ENDURECIDO Professora: Mayara Moraes Propriedades no estado endurecido
Premium Stone Moderna, há mais de 10 anos. Qualidade Singularidade Garantia Unidades
Premium Stone Moderna, há mais de 10 anos. Pesquisa, desenvolvimento, inovação, qualidade e preço justo. Em meados de 2005 surge a Premium Stone com todos os ingredientes que a mantém sempre a frente e
Sistema Vascular. Xilema. Atividade do Procâmbio ou Câmbio Vascular
Sistema Vascular Formado pelo e Floema: Ambos são tecidos complexos; Características de plantas superiores; Encarregados de transporte de água e outras substâncias: água e sais minerais; Floema água junto
DICIONÁRIO. Termos da área das madeiras TERMO DESCRIÇÃO FONTE
DICIONÁRIO Termos da área das madeiras TERMO DESCRIÇÃO FONTE Abate Operação de deitar por terra uma árvore. Barrote galgado Peça extraída do barrote de face por um corte paralelo à face. Acácia Madeira
DIAGNÓSTICO E PATOLOGIA DE CONSTRUÇÕES EM MADEIRA
DIAGNÓSTICO E PATOLOGIA DE CONSTRUÇÕES EM MADEIRA DIAGNÓSTICO E PATOLOGIA DE CONSTRUÇÕES EM MADEIRA 1/132 EQUIPA TÉCNICA Coordenação: Prof. Fernando Branco Prof. Jorge de Brito Conteúdos: Eng.ª Inês Flores
FUPEF 2. COLETA DE DADOS
1 LAUDO TÉCNICO PARA CARACTERIZAÇÃO DE MADEIRAS DO GÊNERO Eucalyptus Solicitante: Mademape Indústria Madeireira Ltda. Endereço: Avenida Ricieri Bernardi, nº 635 Campo do Fundo Campina Grande do Sul - Paraná
Disciplina: Processos de Corte em Madeiras - AT081. Usinagem da madeira e de produtos base-madeira
Disciplina: Processos de Corte em Madeiras - AT081 Prof. Ivan Venson Usinagem da madeira e de produtos base-madeira Quinta-feira: 20h30 Sala 2 Avaliações: 2 provas + trabalhos em sala Objetivos da disciplina:
Avaliação de estruturas de madeira em serviço
INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA Área Departamental de Engenharia Civil Avaliação de estruturas de madeira em serviço Caso de estudo da Ermida da Ascensão de Cristo DIANA FILIPA DA PALMA DE ARAÚJO
FICHA TÉCNICA DO PRODUTO
FICHA TÉCNICA DO PRODUTO TOPECA, Lda Rua do Mosqueiro 2490 115 Cercal Ourém PORTUGAL Tel.: 00 351 249 580 070 Fax.: 00 351 249 580 079 geral@ topeca. pt www.topeca.pt topeca floor in Pág. 2 liso ou anti
SOLUÇÕES EM ABRASIVOS E ACESSÓRIOS PARA O MERCADO MADEIREIRO
SOLUÇÕES EM ABRASIVOS E ACESSÓRIOS PARA O MERCADO MADEIREIRO 2016 Introdução Como líder mundial em abrasivos, a Norton oferece uma completa linha de soluções técnicas através de sua história fabricando
C.F.A.C. Concepção e Fabrico Assistido por Computador
Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto DEMEGI-SDI C.F.A.C. Concepção e Fabrico Assistido por Computador Trabalho elaborado por: - Alcides Correia Martins de Sá - Rui Manuel Soares do Rêgo Ano:
Caracterização sumária das parcelas onde foram efectuados ensaios no âmbito do projecto AGRO Colheita mecânica de pinha (Pinus pinea L.
Caracterização sumária das parcelas onde foram efectuados ensaios no âmbito do projecto AGRO - Colheita mecânica de pinha (Pinus pinea L.) 1. Objectivos A caracterização da estrutura dos povoamentos de
RESOLUÇÃO. Universidade Técnica de Lisboa. Instituto Superior Técnico. Ciência de Materiais 1º Teste (21.Abril.2012)
Universidade Técnica de Lisboa Instituto Superior Técnico Ciência de Materiais 1º Teste (21.Abril.2012) RESOLUÇÃO Pergunta Cotação 1. (a) 0,50 1. (b) 0,50 1. (c) 0,50 1. (d) 0,50 1. (e) 0,50 1. (f) 0,50
DEPARTAMENTO DE EXPRESSÕES - Grupo 240. Planificação Anual. Disciplina: ET 6.º ano 2015/2016
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ANSELMO DE ANDRADE DEPARTAMENTO DE EXPRESSÕES - Grupo 240 Planificação Anual Disciplina: ET 6.º ano 2015/2016 METAS DE APRENDIZAGEM 1. Identificar a origem, propriedades transformação
pro-t Ficha técnica Aplicações recomendadas Materiais Suportes Características
Ficha técnica pro-t Perfil de transição entre pavimentos. Lâmina de metal em forma de T que se insere na junta de separação de dois pavimentos diferentes, permitindo cobrir ligeiras diferenças de altura.
AVALIAÇÃO DAS PROPRIEDADES MECÂNICAS DA MADEIRA IN SITU POR ENSAIOS DE MESOPROVETES
8º Congresso Nacional de Mecânica Experimental Guimarães, 21-23 de Abril, 21 AVALIAÇÃO DAS PROPRIEDADES MECÂNICAS DA MADEIRA IN SITU POR ENSAIOS DE MESOPROVETES Brites, R.D. 1 ; Machado, J.S. 2 ; Lourenço,
PAINEIS DE MADEIRAS. Prof. Roberto Monteiro de Barros Filho. ago. 2014
PAINEIS DE MADEIRAS RECONSTITUÍDAS ago. 2014 Madeira Reconstituída Madeira reconstituída são aquelas que utilizam partículas, fibras ou lâminas de madeira natural como principal matéria prima, aglutinadas
Características e propriedades da madeira
Características e propriedades da madeira Como resultado da sua origem biológica a madeira apresenta, em geral, grande variabilidade, verificando-se este facto dentro da mesma espécie mas sobretudo entre
Diferentes tipos de camadas de desgaste em prol da segurança e ambiente
Ligantes Betuminosos Diferentes tipos de camadas de desgaste em prol da segurança e ambiente Escola Superior de Tecnologia do Barreiro Instituto Politécnico de Setúbal 6 e 7 Dez 2006 II ENEM - CRP Dez
AQUOSOS CONSTRUÇÃO CIVIL
AQUOSOS CONSTRUÇÃO CIVIL Primários/Isolantes SELCRIL ISOLAQUA Primário acrílico aquoso de cor branca, indicado para o exterior e interior. Foi concebido com resinas acrílicas de fácil penetração e de excelente
Louça de cozinha Panelas
Louça de cozinha Panelas CSM 292 CSM 289 CSM 119 CSM 125 CSM 129 CSM 072 CSM 120 CSM 083 CSM 118 CSM 126 x Louça de cozinha Panelas CSM 292 CSM 289 CSM 119 CSM 173 CSM 129 CSM 072 CSM 120 CSM 083 CSM 118
Contribuição ao estudo anatômico da madeira de Anonáceas da Amazônia
Contribuição ao estudo anatômico da madeira de Anonáceas da Amazônia III - Annona sericea Dun., Annona paludosa Aubl. e Guatte. ia paraensis R. E. Fries (1) ARTHUR A. LOUREIRO Instituto Nacional de Pesquisas
FICHA TÉCNICA DO PRODUTO
FICHA TÉCNICA DO PRODUTO TOPECA, Lda Rua do Mosqueiro 2490 115 Cercal Ourém PORTUGAL Tel.: 00 351 249 580 070 Fax.: 00 351 249 580 079 geral@ topeca. pt www.topeca.pt Pág. 2 juntas em cor para mosaico,
Universidade Católica de Petrópolis. Materiais de Construção 2011 Prof. Robson Luiz Gaiofatto, D.Sc.
Universidade Católica de Petrópolis Engenharia Civil Parte VI Materiais de Construção 2011 Prof. Robson Luiz Gaiofatto, D.Sc. UCP Mateco - Civil Programa: 1. Aglomerantes; Asfaltos, cal, gesso e cimentos;
Características a observar pelas pré-lajes para a sua colocação em obra.
1.1. OBJECTO Características a observar pelas pré-lajes para a sua colocação em obra. 1.2. ESPECIFICAÇÕES GERAIS As pré-lajes visam constituir pavimentos em lajes maciças, a partir da justaposição de vários
Madeiras. Vantagens. Vantagens. Vantagens. Generalidades. Uso da madeira - VANTAGENS E DESVANTAGENS FISIOLOGIA E CRESCIMENTO DAS ÁRVORES
Generalidades Uso da madeira - VANTAGENS E DESVANTAGENS FISIOLOGIA E CRESCIMENTO DAS ÁRVORES ESTRUTURA FIBROSA DO LENHO CARACTERÍSTICAS QUÍMICAS IDENTIFICAÇÃO PRODUÇÃO PROPRIEDADES FÍSICAS E MECÂNICAS
LISTA DE EXERCÍCIOS ÁREA 1. Disciplina: Mecânica dos Sólidos MECSOL34 Semestre: 2016/02
LISTA DE EXERCÍCIOS ÁREA 1 Disciplina: Mecânica dos Sólidos MECSOL34 Semestre: 2016/02 Prof: Diego R. Alba 1. O macaco AB é usado para corrigir a viga defletida DE conforme a figura. Se a força compressiva
AULA 4 Materiais de Construção II
AULA 4 Materiais de Construção II Introdução Para a construção, as propriedades que interessam considerar aos metais são várias, concretamente, a aparência, densidade, dilatação e condutibilidade térmica,
A secagem e as relações da água com a madeira. José António Santos
A secagem e as relações da água com a madeira José António Santos I Sumário Teor em água da madeira Secagem natural e artificial (ao ar, convencional, desumidificação, vácuo, solar) Efeitos da água na
MADEIRA NA CONSTRUÇÃO CIVIL
MADEIRA NA CONSTRUÇÃO CIVIL 1. Introdução. A madeira é um dos materiais de utilização mais antiga nas construções, no oriente ou ocidente. Com a revolução industrial a Inglaterra, como grande potência
PATOLOGIA DA CONSTRUÇÃO ESTUDO DE CASOS
PATOLOGIA DA CONSTRUÇÃO ESTUDO DE CASOS Vasco Peixoto de Freitas Vasco Peixoto de Freitas FC_FEUP Novembro de 2007-1 www.patorreb.com Estrutura do Site Vasco Peixoto de Freitas FC_FEUP Novembro de 2007-2
2 Tomografia Computadorizada de Raios X
2 Tomografia Computadorizada de Raios X 2.1 Fundamentos Teóricos de Tomografia Computadorizada de Raios X A Tomografia Computadorizada de Raios X é uma técnica que permite a avaliação de modo não destrutivo
UTILIZAM UM MATERIAL PRODUZIDO COM POUCA ENERGIA E DE FORMA SUSTENTÁVEL
UTILIZAM UM MATERIAL PRODUZIDO COM POUCA ENERGIA 1 TONELADA DE AÇO CONSOME 3000x10 3 kcal 1 TONELADA DE CONCRETO CONSOME 780x10 3 kcal 1 TONELADA DE MADEIRA CONSOME 2,4x10 3 kcal E DE FORMA SUSTENTÁVEL
3 Aspectos Geológicos e Geotécnicos
3 Aspectos Geológicos e Geotécnicos Nos itens a seguir serão abordados os aspectos geológicos e geotécnicos de maior interesse na área da Barragem de Terra da Margem Esquerda. 3.1. Características Gerais
MADEIRAS MCC1001 AULA 12
MADEIRAS MCC1001 AULA 12 Disciplina: Materiais de Construção I Professora: Dr. a Carmeane Effting 1 o semestre 2014 Centro de Ciências Tecnológicas Departamento de Engenharia Civil MADEIRAS É um material
Limpeza de Pele Tissue
Limpeza de Pele Tissue Introdução à Pele - REVISÃO Pele A pele é o maior órgão do corpo humano (representa quase 15% do peso de nosso corpo) e desempenha funções muito importantes, confira. Regula a perda
DETERMINAÇAO DO NÍVEL DE ABSORÇAO SONORA DE AMOSTRAS CONSTITUÍDAS POR DIFERENTES TIPOS DE FIBRA DE COCO ATRAVÉS DE UM TUBO DE IMPEDÂNCIA
DETERMINAÇAO DO NÍVEL DE ABSORÇAO SONORA DE AMOSTRAS CONSTITUÍDAS POR DIFERENTES TIPOS DE FIBRA DE COCO ATRAVÉS DE UM TUBO DE IMPEDÂNCIA I. V. ALBUQUERQUE 1, L. O. SILVA 2, P. M. de SOUZA 3, R.C.F. CHAVES
TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO II CÓDIGO: IT837 CRÉDITOS: T2-P2 INSTITUTO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ARQUITETURA E URBANISMO
TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO II CÓDIGO: IT837 CRÉDITOS: T2-P2 INSTITUTO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ARQUITETURA E URBANISMO OBJETIVO DA DISCIPLINA: Fornecer ao aluno as informações necessárias sobre a constituição,
OBJETIVO. Objetivos específicos
1 INTRODUÇÃO Atualmente, a maioria das florestas plantadas que abastecem a indústria madeireira no Brasil são compostas por árvores do gênero Eucalyptus. Esse fato se dá pela alta taxa de crescimento de
1.3 Tipos de Estruturas de madeira
1.3 Tipos de Estruturas de madeira Madeira roliça A madeira roliça é o produto com menor grau de processamento da madeira. Consiste de um segmento do fuste da árvore, obtido por cortes transversais. Em
RESISTÊNCIA DE MATERIAIS II
RESISTÊNCIA DE MATERIAIS II - 2014-2015 PROBLEMAS DE VERIFICAÇÃO DA SEGURANÇA Problema 1 (Problema 100 da colectânea, modificado) Considere a estrutura representada na figura, a qual está contida no plano
