Humano-Computador (IHC)
|
|
|
- Luiz Guilherme Neiva Sacramento
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 1 INF1403 Introdução a Interação Humano-Computador (IHC) Turma 3WA Professora: Clarisse Sieckenius de Souza IHC = Comunicação Humana Mediada por Computadores: Engenharia Semiótica I e II 24 e 29/Mar/2010
2 IHC no DI da PUC-Rio <=> Engenharia Semiótica 2 default.asp?ttype=2&tid=10486
3 IHC no DI da PUC-Rio <=> Engenharia Semiótica 3 /abs/ /s00173ed1v01y HCI002
4 IHC no DI da PUC-Rio <=> Engenharia Semiótica 4 Disponível para você baixar e ler em: Barbosa_EngSem.pdf
5 5 Duas teorias de IHC Engenharia Cognitiva (Norman, 1986) OBJETIVO Gerar e organizar conhecimentos sólidos para favorecer o desenvolvimento de bons projetos de interação humano-computador. BASE & FOCO Cognitiva / Aprendizado e Compreensão Quem está em cena na interação? Usuário (somente). Engenharia Semiótica (de Souza, 2005) OBJETIVO Gerar e organizar conhecimentos sólidos para favorecer o desenvolvimento de bons projetos de interação humano-computador. BASE & FOCO Semiótica / Comunicação e Expressão Quem está em cena na interação? Usuário e Projetista (Designer) do sistema. COMO? POR QUÊ?
6 6 Semiótica???? Semiótica é uma disciplina que estuda como (e por que) as pessoas atribuem significado às s coisas, e como usam as coisas para significar o que querem dizer. Tudo o que tem significado para alguém é um SIGNO. Exemplos: Palavras têm significado ( semiótica significa algo). Imagens têm significado ( ) Lugares, pessoas, aromas, sensações, lembranças... Tudo pode ter significado. Tudo pode ser um signo.
7 7 SISTEMAS DE SIGNIFICAÇÃO Como qualquer coisa pode ser um signo (isto é: : ter um significado para alguém), o espaço o de possibilidades de significação é INFINITO, e pode ser bastante DESREGRADO. Exemplo: Uma colagem de Picasso ( ) O que Picasso está comunicando? Comunicação Humana Assentada sobre a linguagem. Linguagem = Sistema de Significação Associação regular, sistemática tica entre expressões e conteúdos, baseada na cultura em que surge.
8 8 Interfaces: Sistemas de Significação As interfaces de artefatos computacionais interativos são repletas de sistemas de significação: Associam com regularidade certas expressões (textos, imagens, sons, widgets ) a certos conteúdos estabelecidos na cultura geral do usuário (costumes de seu país, sua língua, valores regionais, etc.) na cultura tecnológica do usuário (suas práticas com computadores e programas, aparelhos eletro-eletrônicos digitais, etc.). Exemplos de expressões de sistemas de significações comuns nas interfaces que conhecemos texto
9 9 Computadores: Um tipo de MídiaM Os computadores são meios de comunicação entre pessoas. Veja exemplo da loja Submarino.com.br.
10 10 Até em aplicações pessoais há espaços de mídiam Os desenvolvedores do MS Office se comunicam com seus usuários (clientes) através s da interface. Tela do MS Power Point
11 11 Tecnologias de Persuasão (B J Fogg) Visite o site Fonte dos exemplos:
12 12 Usuários e Projetistas estão em cena na interação Como? Nos slides anteriores pode-se ver claramente a marca da presença do projetista falando na interação. Mas... como o projetista pode de fato participar da interação se ele não está lá na hora? A interface é o representante do projetista na conversa com o usuário. Tecnicamente dizemos que a interface é o preposto (o que está designado para agir/falar em nome) do projetista ou designer do artefato computacional interativo.
13 13 O projetista/designer faz parte da IHC (1/2) Por quê? Primeiro, vamos pensar: qual o problema se ele não fizer parte da IHC? Por exemplo, pensemos na engenharia cognitiva: qual a conseqüência de aquela teoria de IHC não incluir o projetista na cena de interação? Como caracterizar a interação do filme `msn-groups groups-cancel.avi? É fácil ou natural modelar esta interação como uma sequência de ações totalmente centrada no usuário (ie. na qual um outro não está ele também realizando ações determinantes do curso que a interação está tomando? POR QUÊ?
14 14 O projetista/designer faz parte da IHC (2/2) Agora, vamos pensar: e se ele fizer parte da IHC? Por exemplo, pensemos nas vantagens de uma teoria de IHC que inclui o projetista na cena de interação? 1. Ela deve gerar e organizar conhecimentos que: Explicam como se dá esta interação através do sistema; e Indicam quais os meios e modos mais adequados para diferentes tipos e objetivos de comunicação entre o projetista e o usuário. 2. Ela revela aos usuários que os sistemas são produtos da inteligência, da competência técnica t e das escolhas humanas, e por isto: Seus projetistas têm responsabilidade pelos efeitos do produto; e Sempre há alternativas (melhores e piores) para o projeto do produto. Nenhum produto tem uma única forma de se concretizar.
15 15 Caracterização de IHC A visão centrada na comunicação A idéia ia central de Engenharia Semiótica Os designers se comunicam com os usuários em tempo de interação. A interface do sistema representa o designer durante a interação. Metacomunicação Communicação sobre communicação O projetista comunica como e por que o usuário deve se comunicar com o sistema. O que os designers dizem para os usuários através de/durante a interação: Eis a minha visão de quem você é, o que aprendi que você deseja ou precisa fazer, de que formas preferenciais e por quê. Este é o sistema que conseqüentemente elaborei para você, e esta é a forma como você pode ou deve usá-lo para realizar um conjunto de objetivos que se enquadram nesta visão."
16 16 Exemplos: Metacomunicação em Editores de Texto Notepad WordPad TextPad Notepad ++ 2 Tipos de Metacomunicação Estática tica: O que o projetista está dizendo para o usuário a partir de telas fixas de interface Dinâmica: O que o projetista está dizendo para o usuário da sucessão de telas em um contexto de interação
17 17 Notepad: Signos Estáticos ticos Abrir Notepad e inspecionar menus: O que é o editor? Para que serve? Para que não serve? Como usar?
18 18 Wordpad : Signos Estáticos ticos Abrir Worpad e inspecionar menus: O que é o editor? Para que serve? Para que não serve? Como usar?
19 19 TextPad : Signos Estáticos ticos Baixar trial do Textpad de: Abrir TextPad e inspecionar menus: O que é o editor? Para que serve? Para que não serve? Como usar?
20 20 Notepad ++ : Signos Estáticos ticos Baixar o Notepad ++ de: Abrir Notepad ++ e inspecionar menus: O que é o editor? Para que serve? Para que não serve? Como usar?
21 21 Signos Dinâmicas 1. Os signos dinâmicos aparecem como efeito de uma interação. Em telas fixas, não são permanentemente perceptíveis (embora possam aparecer por uns segundos e depois sumir). Assista aos filmes pré-gravados (*.avi comprimidos no arquivo filmesaula07.rar ). Neles, um usuário professor tem uma lista de chamada e quer apagar todos os números de matrícula, deixando só os nomes dos alunos. 2. Em cada um dos editores, analise a seqüência (dinâmica) de interação e volte a responder: O que é o editor? Para que serve? Para que não serve? Como usar?
22 22 Engenharia Semiótica: Conclusões Preliminares Os projetistas se comunicam, sim, com os usuários em tempo de interação. Porém Sua comunicação nem sempre é feita em linguagem natural. Às vezes a única base da comunicação é: O que o preposto do designer está deixando o usuário fazer; e Como o preposto do designer está reagindo ao que usuário fez. Comunicação por seqüências de falas (em vários tipos de linguagens disponíveis na interface para interação). Sempre há SIGNOS ESTÁTICOS e SIGNOS DINÂMICOS na comunicação. Procure por eles. Preste especial atenção ao caminho de metacomunicação através do qual o usuário descobriu a forma mais fácil de apagar as matrículas da lista de chamada no filme notepad-plusplus-valordoerro.avi. Papel da Cultura e do Conhecimento Prévio: Se o usuário não tivesse experiência com o TextPad, será que ele teria captado a metacomunicação do projetista do Notepad ++?
23 23 Para finalizar: Interpretante & semiose... palavras exóticas, conceitos simples Interpretante um significado em processo O significado de uma coisa evolui constantemente, através das novas associações que fazemos a cada vez que encontramos o signo a que ele se refere. Por exemplo: Interação Humano-Computador. Na primeira aula, este SIGNO tinha um significado (talvez vago) que a cada nova aula ganha, para todos nós, novas facetas se enriquece. Algumas facetas são meramente ADICIONADAS; outras SUBSTITUEM facetas que estavam imprecisas ou equivocadas; outras ainda SÃO POSSIBILIDADES, PERGUNTAS... facetas de significado que só entenderemos melhor no futuro, depois de novos encontros com o mesmo signo Interação Humano-Computador. Semiose o processo indefinidamente longo e imprevisível vel pelo qual os signos adquirem novas facetas de significado em nossas mentes.
24 24 Interpretante e Semiose em IHC Um caso antigo, mas exemplar: Veja o filme cdplayer-win95 Ao encontrar o signo REMOVE o usuário imagina um significado possível (interpretante): remover da lista ao lado (de faixas do CD!). Mas, acha que não pode ser isso e vai em frente. Aparentemente tudo dá certo, até que um tempo depois... em novo encontro com os signos de interface, ele não ouve todas as faixas! Será que o significado era mesmo aquele?? SEMIOSE: uma geração (c) de SERG, significados 2010 que continua sempre.
I F1 F 403 In I t n rod o u d ç u ão o a I n I t n eração Hum u ano n -Com o pu p t u ado d r o ( IH I C) Turm r a m 3W 3 B
1 INF1403 Introdução a Interação Humano-Computador (IHC) Turma 3WB Professor: Alberto Barbosa Raposo Engenharia Semiótica Há mais H em IHC do que o H dos usuários Duas teorias de IHC Engenharia Cognitiva
Humano-Computador (IHC)
1 INF1403 Introdução a Interação Humano-Computador (IHC) Turma 3WA Professora: Clarisse Sieckenius de Souza O Método M de Inspeção Semiótica (MIS) 1/2 19/04/2010 2 O Método M de Inspeção Semiótica (MIS)
Uma Introdução à Engenharia Semiótica: Conceitos e Métodos Slides Selecionados e adaptados para aula de INF2706
1 Uma Introdução à Engenharia Semiótica: Conceitos e Métodos Slides Selecionados e adaptados para aula de INF2706 Carla Faria Leitão (PUC-Rio) Milene Selbach Silveira (PUCRS) Clarisse Sieckenius de Souza
INF1303 Introdução a Interação Humano-Computador Prova 1 - Parte 1 - Turma: 3VA 17-19h Professora: Maria Lúcia Seixas Data: 27/03/2007.
Departamento de Informática INF1303 Introdução a Interação Humano-Computador Prova 1 - Parte 1 - Turma: 3VA 17-19h Professora: Maria Lúcia Seixas Data: 27/03/2007 Aluno: Matrícula: Questão 1 - Engenharia
Engenharia Semiótica: Uma Alternativa Teórica para Explicar e Fundamentar a Inserção de IHC na Ciência da Computação. Clarisse Sieckenius de Souza
Engenharia Semiótica: Uma Alternativa Teórica para Explicar e Fundamentar a Inserção de IHC na Ciência da Computação Clarisse Sieckenius de Souza Departamento de Informática, PUC Rio [email protected] rio.br
à Engenharia Semiótica: Conceitos e MétodosM
www2.serg.inf.puc-rio.br/docs/engenhariasemiotica-minicursoihc2013.pdf 1 Uma Introdução à Engenharia Semiótica: Conceitos e MétodosM Carla Faria Leitão (PUC-Rio) Milene Selbach Silveira (PUCRS) Clarisse
Linguística Computacional Interativa
1 Linguística Computacional Interativa Linguagem Natural em IHC: possibilidades a explorar Aula de 13 de novembro de 2012 2 Um mergulho rápido na praia da Semiótica O signo peirceano: acesso mediado ao
Design de IHC Design da Comunicação Modelos de Interação
1 Design de IHC Design da Comunicação Modelos de Interação INF1403 Introdução a IHC Luciana Salgado Representações e Aspectos de IHC Representações e Aspectos de IHC Representações e Aspectos de IHC Representações
Humano-Computador (IHC)
1 INF1403 Introdução a Interação Humano-Computador (IHC) Turma 3WA Professora: Clarisse Sieckenius de Souza Modelagem de Tarefas 24/05/2010 Exemplo de Cenário de Design Da aula passada 2 Hoje é folga do
Objetivo do Curso. Introdução à Interação Humano-Computador. Professora: Raquel Oliveira Prates
Introdução à Interação Humano-Computador Professora: Raquel Oliveira Prates http://www.dcc.ufmg.br/~rprates/ihc \ Aula 1: 14/05 1 Objetivo do Curso Apresentação dos conceitos básicos da área de Interação
Avaliação de IHC. Aula 08 09/09/2013. INF1403 Introdução a IHC. Profa. Luciana Salgado
1 Avaliação de IHC Aula 08 09/09/2013 2 Roteiro da Aula Avaliação Baseada em Modelos Conceituais I - Engenharia Cognitiva (revisão) Exemplo Exercício 3 O Modelo de IHC segundo a Engenharia Cognitiva Concebido
Humano-Computador (IHC)
1 INF1403 Introdução a Interação Humano-Computador (IHC) Turma 3WA Professora: Clarisse Sieckenius de Souza Interface e interação Qualidade da Experiência do Usuário Usabilidade, comunicabilidade, acessibilidade
Humano-Computador (IHC)
1 INF1403 Introdução a Interação Humano-Computador (IHC) Turma 3WA Professora: Clarisse Sieckenius de Souza O Método M de Inspeção Semiótica (MIS) 2/2 26/04/2010 2 O MIS vai EXPLICITAR a mensagem DO DESIGNER
(b) Quais os tipos de informações (diferentes, adicionais) disponibilizadas para as diferentes situações que os usuários podem se encontrar?
4 Método ISIM O método ISIM, aqui proposto, avalia a qualidade da interação baseada em mapas, com especial ênfase em situações de uso que envolvem localização ou traçado de trajetos. Nesta avaliação, os
PROBLEMAS COMUNS EM MODELOS DE TAREFA E INTERAÇÃO
1 PROBLEMAS COMUNS EM MODELOS DE TAREFA E INTERAÇÃO Aula 22 17/06/2013 2 Sobre MODELOS DE TAREFAS 1. Modelos de Tarefas são estruturas hierárquicas. Eles expressam decomposição de metas em sub-metas até
Introdução à Interação Humano-Computador. Teorias de IHC Engenharia Cognitiva. Fragmentação de IHC
Introdução à Interação Humano-Computador Teorias de IHC Engenharia Cognitiva Professora: Raquel Oliveira Prates http://www.dcc.ufmg.br/~rprates/ihc \ Aula 1: 14/05 Fragmentação de IHC A grande quantidade
Modelagem de Tarefas e Interação
1 Modelagem de Tarefas e Interação Aula 21 21/05/2014 2 Referência para a aula Modelagem de Tarefas Barbosa e da Silva, 2010 pp. 225-229 Modelagem de Interação Barbosa e da Silva, 2010 pp. 229-243 3 Modelagem
Design de IHC: Cenários de Projeto
1 Design de IHC: Cenários de Projeto Aula 15 21/05/2012 Da aula 14 2 Projeto de Interação e Engenharia Semiótica de Interfaces Barbosa & da Silva (2010) Capítulo 7, seções 7.1 e 7.2 Cenários de problema
Uso do MIS para avaliar signos sonoros Quando um problema de comunicabilidade se torna um problema de acessibilidade
Uso do MIS para avaliar signos sonoros Quando um problema de comunicabilidade se torna um problema de acessibilidade Luiz Paulo Damilton Corrêa Flávio R. S. Coutinho Raquel Oliveira Prates Luiz Chaimowicz
Novas ferramentas para uma metodologia da EJA
Novas ferramentas para uma metodologia da EJA Vídeo SESI - EDUFOCO Ampliação do espaço Ensino-Aprendizagem Educar é colaborar para que professores e alunos nas escolas e organizações - transformem suas
Avaliação de IHC Métodos de INSPEÇÃO A Avaliação Heurística
1 Avaliação de IHC Métodos de INSPEÇÃO A Avaliação Heurística Aula 08 04/09/2013 2 Avaliação Heurística: Paradigma x Técnica Rápido e Rasteiro Testes de Usabilidade Estudos de Campo Avaliação Preditiva
INTRODUÇÃO AO MULTIMÉDIA DIGITAL
Oficina de Multimédia B 2015-2016 Noção de Média Noção de Multimédia Noção de Multimédia Digital Tipos de produtos Multimédia O que significa MÉDIA? um meio - media - é o recurso técnico ou físico de conversão
AVALIAÇÃO DE INTERFACES
Conceitos do Livro: Interação Humano - Computador Simone D. J. Barbosa/Bruno Santana da Silva Orienta o avaliador: Introdução Fazer julgamento sobre a qualidade de uso Identificar problemas do usuário
Testes de Usabilidade (1/2)
1 INF1403 Avaliação Heurística e Testes de Usabilidade (1/2) Professora Clarisse Sieckenius de Souza 21/09/2011 2 Recordação (1) Envolver usuários Observá-los Entrevistá-los Não envolver usuários Advogar
INTERAÇÃO HOMEM COMPUTADOR. Professora Marcia Pereira Sistemas de Informação
INTERAÇÃO HOMEM COMPUTADOR Professora Marcia Pereira [email protected] Sistemas de Informação Conteúdo Ementa Metodologia Avaliação Introdução Participação Pré-Atividade Faça uma pesquisa sobre as interfaces
MANUAL DO USUÁRIO. Token SafeNet Authentication. Cliente 8.3 (x32 e x64)
MANUAL DO USUÁRIO Token SafeNet Authentication Cliente 8.3 (x32 e x64) Índice O que é Token? 03 Instalação do Token 05 Verificação do Certificado 08 Troca de Senhas 12 Canais de comunicação DOCCLOUD Telefone:
[GUIA RÁPIDO: OFFICE SWAY]
[GUIA RÁPIDO: OFFICE SWAY] O Sway é uma ferramenta para a criação de materiais online, funcionando como um painel em que podem ser colocados elementos dinâmicos e interativos. Ele se baseia no conceito
PROJETO DE PROGRAMAS. Projeto de Programas PPR0001
PROJETO DE PROGRAMAS Projeto de Programas PPR0001 Desenvolvimento de Software 2 3 Desenvolvimento de Software Análise de Requisitos Distinguir e dividir o sistema em componentes: Analisar os componentes
Primeiridade, Secundidadee Terceiridade. Charles Sanders Peirce
Primeiridade, Secundidadee Terceiridade Charles Peircee a Lógica Triádicado Signo. 1839-1914 Charles Sanders Peirce Ciências naturais: químico, matemático, físico, astrônomo, biologia, geologia Ciências
Requisitos de Software e UML Básico. Janaína Horácio
Requisitos de Software e UML Básico Janaína Horácio [email protected] Agenda Requisitos O que é? Objetivos? Atividades?... UML O que é? Modelos... Casos de Uso O que é? Componentes 2 Requisitos
PRÉ-REQUISITOS Haver concluído a disciplina Introdução aos Estudos Linguísticos ou disciplina equivalente..
GÊNEROS TEXTUAIS PROJETO DIDÁTICO Aula 10 META Apresentar a criação de um produto fi nal, a partir de atividades de leitura e escrita, como possibilidade de ressignifi cação da aprendizagem dos gêneros
2. Semiótica e Engenharia Semiótica
2. Semiótica e Engenharia Semiótica Neste capítulo serão revistos alguns conceitos fundamentais da teoria dos signos de Peirce (1960, 1993, 1998) e da teoria da engenharia semiótica, de Souza (2005a, 2005b).
O que é um sistema distribuído?
Disciplina: Engenharia de Software 4 Bimestre Aula 1: ENGENHARIA DE SOFTWARE DISTRIBUÍDO O que é um sistema distribuído? Segundo Tanenbaum e Steen (2007) um sistema distribuído é uma coleção de computadores
Processo de Desenvolvimento de Software
Luiz Leão [email protected] http://www.luizleao.com Conteúdo Programático desta aula Fases do Processo. Ciclo de vida do processo. Processo Unificado Orientado por Casos de Uso, surgiu para realizar o
Cenário de Prova: Apêndice ao Enunciado da P1 de INF1403 Introdução a IHC, Turma 3WB, Profa Clarisse
Cenário de Prova: Apêndice ao Enunciado da P1 de INF1403 Introdução a IHC, Turma 3WB, Profa Clarisse Este material foi disponibilizado para os alunos com mais de 48 horas de antecedência à data de prova,
A TEORIA SÓCIO-CULTURAL DA APRENDIZAGEM E DO ENSINO. Leon S. Vygotsky ( )
A TEORIA SÓCIO-CULTURAL DA APRENDIZAGEM E DO ENSINO Leon S. Vygotsky (1896-1934) O CONTEXTO DA OBRA - Viveu na União Soviética saída da Revolução Comunista de 1917 - Materialismo marxista - Desejava reescrever
Usabilidade Facilidade de Uso, Produtividade, Satisfação
1 Usabilidade Facilidade de Uso, Produtividade, Satisfação 10/03/2014 www.inf.puc-rio.br/~inf1403 2 Roteiro da Aula Discussão do exercício de travessia dos golfos (auto estudo/aprendizado da aula anterior)
Este material foi preparado para auxiliar você no decorrer do curso. É um referencial teórico que deve ser consultado aula após aula.
Apresentação Este material foi preparado para auxiliar você no decorrer do curso. É um referencial teórico que deve ser consultado aula após aula. Você também precisa, paralelamente à leitura do mesmo,
Linguagens Formais e Autômatos (LFA)
Linguagens Formais e Autômatos (LFA) Aula de 12/08/2013 Introdução 1 2 Grade Curricular para Ciência da Computação 3 Grade Curricular para Engenharia da Computação Grade Curricular para Sistemas de Informação
Sistema Operativo: o que é?
Sistemas Operativos Sistema Operativo: o que é? O Sistema Operativo é o programa responsável pelo controlo da actividade do computador, prevenindo falhas e erros. Ele é, assim, software fundamental para
Realizando a Análise e Projeto
Realizando a Análise e Projeto Modelagem de Negócios O que temos: Modelagem dos processos: Diagrama de Atividades Modelo de Casos de Uso de Negócio: Modelo de Objetos de Negócio Ator de negócio, trabalhador
Interação Humano-Computador Introdução PROFESSORA CINTIA CAETANO
Interação Humano-Computador Introdução PROFESSORA CINTIA CAETANO Introdução Interface Área de fronteira entre dois espaços físicos ou lógicos. IHC Parte de um sistema computacional com a qual um agente
UNIDADE 3. Ensino/aprendizagem e Novas tecnologias. Educação à distância: conceitos básicos. Olá turma! Bem-vindos de volta.
Olá turma! Bem-vindos de volta. UNIDADE 3 Educação à distância: conceitos básicos Ensino/aprendizagem e Novas tecnologias Você sabe o que são NTICs? Como elas poderiam auxiliar no seu processo de aprendizagem?
14 truques escondidos no Mac que você possivelmente não conhece
14 truques escondidos no Mac que você possivelmente não conhece O nosso Mac tem vários segredos escondidos que muitas vezes desconhecemos. Com o passar do tempo, acabamos por encontrar alguns deles, mas
Ciências da Computação Disciplina:Computação Gráfica
Ciências da Computação Disciplina:Computação Gráfica Professora Andréia Freitas 2013 7 semestre Aula 06 MEMORIA, F. Design para a Internet. 1ª Edição. Rio de Janeiro: Campus, 2005. ALVES, W. P. Crie, anime
Lição 1 Conteúdo e instalação do Boardmaker com Speaking Dynamically Pro
Lição 1 Conteúdo e instalação do Boardmaker com Speaking Dynamically Pro Neste breve texto você encontrará informações técnicas sobre o software BOARDMAKER (BM) com SPEAKING DYNAMICALLY PRO (SDP), no que
SISTEMAS OPERACIONAIS
SISTEMAS OPERACIONAIS Conceitos Básicos Sistema Operacional: Um Sistema Operacional é um programa que atua como intermediário entre o usuário e o hardware de um computador. O Propósito do SO é fornecer
MANUAL PASSO-A-PASSO DISCIPLINAS ONLINE
MANUAL PASSO-A-PASSO OPERAÇÕES BÁSICAS DISCIPLINAS ONLINE BARBACENA 2014 2º Semestre 1 Sumário Acessando o Ambiente Virtual de Aprendizagem - AVA... 4 Utilizando o Portal Acadêmico... 6 Avaliação de Desempenho...
Guia do Professor. Módulo: Origem dos Movimentos: Conservação Atividade: Conservação da Quantidade de Movimento I
I- INTRODUÇÃO Guia do Professor Módulo: Origem dos Movimentos: Conservação Atividade: Conservação da Quantidade de Movimento I Nestas atividades, o aluno analisa qualitativamente as várias possibilidades
Vamos fazer um blog?
Universidade de São Paulo Faculdade de Educação EDM0323 Metodologia do ensino de português: a alfabetização Prof a.: Dra. Nilce da Silva Aluno: Fábio Leonel Antunes Ribeiro / N o USP: 5.418.593 PLANO DE
Alguns Exercícios Resolvidos
Princípios de Análise e Projeto de Sistemas com UML 3ª edição, 2015, Eduardo Bezerra Alguns Exercícios Resolvidos Capítulo 1 Exercício 1.1 Sim, porque ele representa graficamente um objeto do mundo real
AULA 5: BrOffice Writer Mala Direta e Etiqueta. Ao final dessa aula, você deverá ser capaz de:
AULA 5: BrOffice Writer Mala Direta e Etiqueta Objetivo Ao final dessa aula, você deverá ser capaz de: Criar uma mala direta; Imprimir carta de mala direta; Confeccionar e imprimir etiquetas. Para começo
MAPA MENTAL. Por Denise Mucci. tvartdesign.com.br. Todos os direitos autorais são reservados a Denise Mucci
2016 MAPA MENTAL Por Denise Mucci Todos os direitos autorais são reservados a Denise Mucci tvartdesign.com.br como organizar o seu mapa mental primeiro eu te conto o que é um mapa mental. VAMOS LÁ é um
Introdução ao Sistemas de Informação
Introdução ao Sistemas de Informação Parte 1 Aula 3 Fundamentos de SI Prof. Walteno Martins Parreira Jr Utilidade da informação no século XX 1 A informação como recurso organizacional Organizações têm
RUP RATIONAL UNIFIED PROCESS
O que é RUP? É um metodologia para gerenciar projetos de desenvolvimento de software que usa a UML como ferramenta para especificação de sistemas. Ele é um modelo de processo híbrido Mistura elementos
Avaliação Heurística e Testes de Usabilidade
1 Avaliação Heurística e Testes de Usabilidade Aula 12 18/04/2012 2 Paradigmas e Técnicas T de Avaliação: RESUMO Rápido e Rasteiro Testes de Usabilidade Estudos de Campo Avaliação Preditiva Observação
Exercícios: Arquivos
Universidade Federal de Uberlândia - UFU Faculdade de Computação - FACOM Lista de exercícios de programação em linguagem C Exercícios: Arquivos 1. Codifique, compile e execute um programa que: (a) crie/abra
Método de prototipação em papel Comparativo dos métodos de avaliação
Interface Homem/Máquina Aula 25 Professor Leandro Augusto Frata Fernandes [email protected] Material disponível em http://www.ic.uff.br/~laffernandes/teaching/2011.1/tcc-00.184 Roteiro da Aula de
Interação Humano-Computador
Interação Humano-Computador Processo de design 2015.1 http://docente.ifrn.edu.br/daniellefreitas Agenda Design Centrado no Usuário Metas do design Atividades de design Modelos de ciclo de vida Análise
O CONCEITO DE DOCUMENTO ARQUIVÍSTICO NA ERA DIGITAL
O CONCEITO DE DOCUMENTO ARQUIVÍSTICO NA ERA DIGITAL DOCUMENTO ARQUIVÍSTICO DIGITAL Conceito Quatro entidades: documento; documento digital; documento arquivístico e documento arquivístico digital hierarquia
Existem diferentes tipos de entrevista, entre os quais a entrevista de emprego, a entrevista médica, a entrevista jornalística, etc.
GÊNERO ENTREVISTA Existem diferentes tipos de entrevista, entre os quais a entrevista de emprego, a entrevista médica, a entrevista jornalística, etc. Basicamente um gênero oral, a entrevista pressupõe
Circuito Ayrton Senna de Juventude Orientações para a Comissão de Líderes
Circuito Ayrton Senna de Juventude 2014 Orientações para a Comissão de Líderes Parabéns, jovens líderes! Vocês foram os escolhidos para fazer parte da Comissão de Líderes Representantes de Turma! Esse
Bem-vindo ao curso para Atualização Profissional Anbima
Bem-vindo ao curso para Atualização Profissional Anbima Antes de iniciar seu processo de aprendizado, veja algumas orientações sobre o funcionamento deste curso. O curso foi desenvolvido pela professora
Manual de Acesso ao Ambiente Usuário: Aluno
Manual de Acesso ao Ambiente Usuário: Aluno Índice 1. Objetivo. 2. Sobre o Ambiente Virtual de Aprendizagem. 3. Como acessar o Ambiente Virtual de Aprendizagem. 4. Como visualizar as disciplinas disponíveis
Requisitos de Interfaces para Sistemas Críticos
Instituto de Informática Universidade Federal do Rio Grande do Sul Porto Alegre - RS - BRASIL Requisitos de Interfaces para Sistemas Críticos Carla Wandscheer Krieger Langsch Mirella Moura Moro Silvia
SEMANA DO ESPANHOL DE VERDADE MATERIAL DE APOIO AULA 2
SEMANA DO ESPANHOL DE VERDADE MATERIAL DE APOIO AULA 2 O que você vai encontrar neste material? Hola! Neste material complementar da Aula 2 da Semana do Espanhol de Verdade eu vou te mostrar : Revisão
A PRÉ-HISTÓRIA DA LINGUAGEM ESCRITA
A PRÉ-HISTÓRIA DA LINGUAGEM ESCRITA Disciplina: Desenvolvimento Psicológico III Profª Ms. Luciene Blumer Pois nisto de criação literária cumpre não esquecer guardada a infinita distância que o mundo também
Descubra as novas funcionalidades com Office 365 My I-365, uma nova forma de colaborar. 2013 Ipsos
Descubra as novas funcionalidades com Office 365 My I-365, uma nova forma de colaborar Mensagens chave Ser lider com nossos clientes O que estamos falando e também sobre Ser moderno Ser eficiente Estar
Humano-Computador (IHC)
1 INF1403 Introdução a Interação Humano-Computador (IHC) Turma 3WA Professora: Clarisse Sieckenius de Souza Revisão para a P2 23/06/2010 Matéria da Prova Tudo o que não caiu na P1 1. Da aula do dia 05/05
O que é e como funciona o VBA no excel?
Este conteúdo faz parte da série: Excel VBA Ver 6 posts dessa série O Excel já é por si só uma ferramenta poderosa de elaboração de planilhas simples e sofisticadas, capazes de oferecer uma infinidade
ENGENHARIA DE USABILIDADE Unidade I Conceituação. Luiz Leão
Luiz Leão [email protected] http://www.luizleao.com Introdução 1.1 Ergonomia 1.1.1 Ergonomia física e cognitiva 1.2 Usabilidade e Engenharia de Usabilidade 1.3 Interação Humano-Computador. Unidade II
Índice Remissivo. Introdução. Content gate. Mail Chimp
Índice Remissivo Introdução Content gate Mail Chimp 3 5 8 2 Introdução Você está prestes a conhecer mais profundamente um dos métodos mais eficientes na construção de uma base sólida de clientes interessados
Introdução à Análise e Projeto de Sistemas
Introdução à I. O Que vamos fazer na Disciplina? Saber uma linguagem de programação orientada a objeto (OO) não é suficiente para criar sistemas OO Tem que saber Análise e Projeto OO (APOO) Isto é, Análise
Métodos de Avaliação de IHC. Capítulo 10 Barbosa e Silva 2010
A Métodos de Avaliação de IHC Capítulo 10 Métodos de Avaliação de IHC Avaliação por inspeção Avaliação heurística Percurso Cognitivo Avaliação por observação Teste de usabilidade Prototipação em papel
INSTITUTO DE PÓS GRADUAÇÃO ICPG GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
INSTITUTO DE PÓS GRADUAÇÃO ICPG GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Prof. Msc. Saulo Popov Zambiasi ([email protected]) Informação - ICPG - Criciuma - SC 1 Conceitos de Inteligência e Inteligência Artificial.
Humano-Computador (IHC)
1 INF1403 Introdução a Interação Humano-Computador (IHC) Turma 3WA Professora: Clarisse Sieckenius de Souza Filmes e Discussões sobre a Experiência do Usuário com Software 10/Mar/2010 Nota: os filmes não
Tutorial para lançamento de notas pela secretaria
Tutorial para lançamento de notas pela secretaria Conteúdo 1 Lançamento de nota e falta manualmente pela secretaria... 2 2 - Calcular a média das notas e faltas digitas pelos professores... 4 3 Alteração
Aula 12 Importando Vídeo e gerando DVD
Aula 12 Importando Vídeo e gerando DVD ImTOO DVD Ripper Conversor de conteúdo de DVDs para diversos formatos de arquivos, incluindo VCD ou SVCD; DivX; MPEG1, MPEG2, MPEG4; ou AVI. O programa promete ser
Vantagens gerais de se fazer slide online
Eu já falei em outros posts como você pode usar o Power Point para fazer todos os tipos de slides, desde apresentações de produtos até apresentações de resultados. Cheguei a mostrar também os 10 modelos
Paradigmas de Programação
Paradigmas de Programação Sintaxe e semântica Aula 4 Prof.: Edilberto M. Silva http://www.edilms.eti.br Prof. Edilberto Silva / edilms.eti.br Sintaxe A sintaxe de uma linguagem de programação é a forma
1.1 Os temas e as questões de pesquisa. Introdução
1 Introdução Um estudo de doutorado é, a meu ver, um caso de amor, e em minha vida sempre houve duas grandes paixões imagens e palavras. Escolhi iniciar minha tese com o poema apresentado na epígrafe porque
Questionário de Lapsos de Memória
Questionário de Lapsos de Memória É raro o dia em que uma pessoa não tenha uma falha de memória. Numa altura esquecêmo-nos onde deixamos o guarda-chuva, noutra altura esquecêmonos daquele artigo importante
Microcomputadores. É época de Natal. Um pai sai em busca dos presentes, entre eles o do filho, o tão ansiado videogame.
A UU L AL A Microcomputadores É época de Natal. Um pai sai em busca dos presentes, entre eles o do filho, o tão ansiado videogame. Um problema A onda agora são os videogames, os CD-ROMS, equipamentos de
TESTES DE SOFTWARE Unidade 1 Importância do Teste de Software. Luiz Leão
Luiz Leão [email protected] http://www.luizleao.com Conteúdo Programático 1.1 - O teste nas fases de vida e de desenvolvimento de um software. 1.2 - O teste na engenharia de sistemas e na engenharia de
Engenharia de Software. Aula 2.4 Modelos de Casos de Uso. Prof. Bruno Moreno
Engenharia de Software Aula 2.4 Modelos de Casos de Uso Prof. Bruno Moreno [email protected] Comportamento do Sistema Refere-se às funcionalidades do sistema Requisitos funcionais; O comportamento
