Cadeias de Markov Introdução
|
|
|
- Maria Júlia Salgado Gentil
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Cadeias de Markov Introdução EAD 350 Pesquisa Operacional Segmento Modelos de Redes Prof. Nicolau Reinhard 1º Semestre de 2017 Referências básicas: Taha, H., Pesquisa Operacional 8ª edição, Pearson, Prentice Hall, 2008 cap 17 Site com tutorial, exercícios e ferramenta de simulação: Waner, S e Constenoble, S., Finite mathematics: everything, chapter 7, disponível em
2 Exemplo 1 EAD 350 Cadeias de Markov Uma cidade tem apenas 2 jornais: Diário (D) e Gazeta (G) Em t=0 D tem 400 assinantes e G tem 100 assinantes Premissas do processo de renovação anual de assinaturas: 1. O sistema é fechado: não há novos assinantes e assinantes antigos não saem 2. Os assinantes decidem no inicio de cada ano que jornal assinarão naquele ano, considerando apenas o seu estado no ano anterior, sem levar em conta o histórico de decisões dos outros anos (sistema sem memória). Na passagem do ano 0 para o ano 1 ocorreu que: e 50 assinantes de D passaram a assinar G (12,5% dos assinantes de D) 10 assinantes de G passaram a assinar D (10% dos assinantes de G) Se este comportamento se mantiver nos anos seguintes (em termos de % dos assinantes que mudam em relação ao total de assinantes daquele jornal no ano anterior), no longo prazo qual será o número de assinantes de cada jornal? (Fonte: Moreira, D., Pesquisa Operacional, Thomson, 2007, pag. 337, adaptado)
3
4
5
6
7 Probabilidades de transição Probabilidades de transição em uma cadeia de Markov em n etapas: a : Vetor de estado no instante 0 a¹ = a. P, onde P é a matriz de transição. Donde: a n =a.p n e P n =P n-m.p m (equações de Chapman-Kolmogorov) A B C E O estado a que satisfaz à equação: a = a.p Se existir, é denominado estado de equilíbrio F. D
8 B A C E Definição de estados em uma Cadeia de Markov F. D 1. Um Estado j é alcançável a partir do Estado i se P(ij)n>0 para algum n>0 { (B,A); (E,C), etc} 2. Um Estado i é comunicante com um Estado j se i é alcançável a partir de j e vice-versa {(A,B); (D,E)} 3. Um Estado é transiente (temporário) se, após sair o sistema jamais pode voltar a este Estado (C) 4. Um Estado não transiente é chamado recorrente (o sistema certamente voltará a ele) 5. Um Estado é absorvente se o sistema não pode deixá-lo após nele entrar {(F), (D E)} 6. Um Estado é periódico com período p se o sistema voltar a ele após cada p transições
9 B A C E Cadeia ergódica F. D Uma Cadeia de Markov será denominada ergódica se todos os seus estados forem recorrentes e aperiódicos Para uma cadeia ergódica o tempo médio do primeiro retorno a um estado, também chamado de tempo médio de recorrência é dado por: TR j = 1/Soma de P ijn para todo i
10 Exemplo 2 Fonte: Taha, H, Pesquisa Operacional, Pearson, 2008, adaptado Um motorista pode cometer infrações de trânsito e receber pontos na carteira. Com 4 pontos ele é obrigado a se submeter a novo exame no mês seguinte (com isto ele zera sua contagem de pontos) Em cada mês as probabilidades de ele receber um ponto a mais dependem apenas do número que ele já acumulou deste o último exame. (hipótese simplificadora: Ele jamais receberá mais de um ponto num mesmo mês.) Número de pontos Probabilidade de receber no início do mês mais um ponto no mês 0 50% 1 40% 2 30% 3 20% 4 0% Note que o motorista fica mais cauteloso à medida que aumenta o seu número de pontos acumulados na carteira. Tarefa: Construir a cadeia de Markov que representa este processo e calcular o estado de equilíbrio. Pergunta: Qual o número médio de períodos entre dois exames consecutivos do motorista? (use o conceito de tempo médio de recorrência)
11 Cadeias de Markov Exercício 1 Prazo de entrega: 19/06/2017 até as 19 horas através do Moodle Uma locadora de automóveis tem veículos e opera em 4 cidades, com as seguintes probabilidades de local de devolução dos veículos locados em cada cidade 70% dos automóveis são devolvidos após uma semana na própria cidade onde foram locados. Para os demais 30%, depois de uma semana: 1. Dos veículos que foram alugados em Sorocaba: 20% são devolvidos em Santos, 60% em São Paulo e 20% em Campinas 2. Dos veículos que foram alugados em Santos: 40% são devolvidos em Campinas e 60% em São Paulo 3. Dos veículos que foram alugados em São Paulo: 50% são devolvidos em Campinas e 50% em Santos 4. Dos veículos que foram alugados em Campinas: 80% são devolvidos em São Paulo, 10% em Santos e 10% em Sorocaba Perguntas 1. Qual o tamanho médio de pátio necessário (em número de veículos) em cada cidade? 2. Qual o número médio de semanas para um veículo ser devolvido à sua localidade de origem? (use o conceito de tempo médio de recorrência) Observação: justifique as suas respostas a partir da análise da cadeia de Markov do negócio Fonte: Taha, H, Pesquisa Operacional, 8ª ed, Pearson, Pag. 293, adaptado
Propriedade Markoviana
Cadeias de Markov Cadeias de Markov É um tipo especial de processo estocástico, que satisfaz as seguintes condições: o parâmetro n é discreto (ex: tempo) o espaço de estados E é discreto (coleção de estados
Classificação de estados em uma cadeia de Markov. Professora Eliana Carvalho
Classificação de estados em uma cadeia de Markov Professora Eliana Carvalho Classificação de estados em uma cadeia de Markov Os estados de uma cadeia de Markov podem ser classificados com base na probabilidade
Aula - Equações de Chapman-Kolmogorov
Equações de Chapman-Kolmogorov Prof. Magnos Martinello Aula - Equações de Chapman-Kolmogorov Universidade Federal do Esprito Santo-UFES 2011 Equações de Chapman-Kolmogorov 1/17 Introdução As equações de
Cadeias de Markov. Ricardo Ehlers Departamento de Matemática Aplicada e Estatística Universidade de São Paulo
Cadeias de Markov Ricardo Ehlers [email protected] Departamento de Matemática Aplicada e Estatística Universidade de São Paulo Capitulos 3 e 4 Taylor & Karlin 1 / 71 Cadeias de Markov Seja X 0, X 1,...
MOQ-12 Cadeias de Markov
Instituto Tecnológico de Aeronáutica Divisão de Engenharia Mecânica-Aeronáutica MOQ-12 Cadeias de Markov Professora: Denise Beatriz T. P. do Areal Ferrari [email protected] Roteiro Introdução Processos Estocásticos
TE802 Processos Estocásticos em Engenharia
TE802 Processos Estocásticos em Engenharia Cadeias de Markov 20/11/2017 Andrei Markov Em 1907, Andrei Markov iniciou um estudo sobre processos onde o resultado de um experimento depende do resultado de
3. CADEIA DE MARKOV EM TEMPO DISCRETO
3. CADEIA DE MARKOV EM TEMPO DISCRETO 3. Definição Uma Cadeia de Markov em Tempo Discreto é um processo estocástico em que a variável t representa intervalos de tempo, { }e que segue a propriedade de Markov,
Noções de Processos Estocásticos e Cadeias de Markov
Noções de Processos Estocásticos e Cadeias de Markov Processo Estocástico Definição: Processo Estocástico é uma coleção de variáveis aleatórias indexadas por um parâmetro t R (entendido como tempo). X={
Processos Estocásticos e Cadeias de Markov Discretas
Processos Estocásticos e Cadeias de Markov Discretas Processo Estocástico(I) Definição: Um processo estocástico é uma família de variáveis aleatórias {X(t) t T}, definidas em um espaço de probabilidades,
Teoria de Filas Aula 10
Aula Passada Comentários sobre a prova Teoria de Filas Aula 10 Introdução a processos estocásticos Introdução a Cadeias de Markov Aula de Hoje Cadeias de Markov de tempo discreto (DTMC) 1 Recordando...
EAD 350 Pesquisa Operacional
EAD 350 Pesquisa Operacional Apresentação da Disciplina Prof. Adriana Backx Noronha Viana Prof. Nicolau Reinhard [email protected] FEA/USP CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO; CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO
Cadeias de Markov de Tempo Contínuo (CTMC)
Cadeias de Markov de Tempo Contínuo (CTMC) Cadeia de Markov Contínua (1) A análise de cadeias de Markov contínuas (CTMCs) é bem similar a análise em tempo discreto, com a diferença de que as transições
Universidade Federal do ABC Rua Santa Adélia, Bairro Bangu - Santo André - SP - Brasil CEP Telefone/Fax:
Universidade Federal do ABC Rua Santa Adélia, 166 - Bairro Bangu - Santo André - SP - Brasil CEP 09.210-170 - Telefone/Fax: +55 11 4996-3166 1. CÓDIGO E NOME DA DISCIPLINA BC1436 - PRINCÍPIOS DE SIMULAÇÃO
Modelagem e Avaliação de Desempenho. Pós Graduação em Engenharia Elétrica - PPGEE Prof. Carlos Marcelo Pedroso 2011
Modelagem e Avaliação de Desempenho Pós Graduação em Engenharia Elétrica - PPGEE Prof. Carlos Marcelo Pedroso 2011 Cadeias de Markov Em 1907, Andrew Markov iniciou um estudo sobre um modelo onde o resultado
1/7 1/ se hoje não chove, amanhã não vai chover com probabilidade p 00 = 6/7;
6/7 nao chove 1/7 chove 1/3 "0" /3 "1" Figura 1: Todas as transições com suas respectivas probabilidades representadas através de um grafo. Notem que para cada estado, a soma das probabilidades das flechas
MAE GABARITO DA LISTA 2-04/10/2016
MAE5709 - GABARITO DA LISTA - 04/0/06 Exercício.7.5. Primeira Parte Seja P uma matriz de transição sobre um espaço de estados finito S. Mostre que uma distribuição π é invariante para P se e somente se
Modelagem e Avaliação de Desempenho
Modelagem e Avaliação de Desempenho Pós Graduação em Engenharia Elétrica - PPGEE Prof. Carlos Marcelo Pedroso 2016 Exemplos usados na apresentação foram obtidos de Introduction to Probability, C.M.Grinstead
A cadeia de Markov na determinação de indicadores educacionais Applying Markov chain to determine educational indicators
A cadeia de Markov na determinação de indicadores educacionais Applying Markov chain to determine educational indicators A cadeia de Markov na determinação de indicadores educacionais Applying Markov chain
Processos Markovianos Introdução e Aplicações
Processos Markovianos Introdução e Aplicações Autores: Pedro Santana (04/35619) Yasmin Mendes (03/91158) Disciplina: Automação Controle para Prof.: Dr. João Yoshiyuki Sumário 1. Processos Estocásticos
Cadeias de Markov. 1. Introdução. Modelagem e Simulação - Cadeias de Markov
Cadeias de Markov. Introdução Nestas notas de aula serão tratados modelos de probabilidade para processos que evoluem no tempo de maneira probabilística. Tais processos são denominados Processos Estocásticos...
Cadeias de Markov em Tempo Continuo
Cadeias de Markov em Tempo Continuo Ricardo Ehlers [email protected] Departamento de Matemática Aplicada e Estatística Universidade de São Paulo Capitulos 6 Taylor & Karlin 1 / 44 Análogo ao processo
Modelagem e Avaliação de Desempenho
Modelagem e Avaliação de Desempenho Pós Graduação em Engenharia Elétrica - PPGEE Prof. Carlos Marcelo Pedroso 2018 Exemplos usados na apresentação foram obtidos de Introduction to Probability, C.M.Grinstead
Processos Estocásticos
Processos Estocásticos Quarta Lista de Exercícios 12 de fevereiro de 2014 1 Sejam X e Y duas VAs que só podem assumir os valores 1 ou -1 e seja p(x, y) = P (X = x, Y = y), x, y { 1, 1} a função de probabilidade
Aula 14. Aula de hoje. Aula passada
Aula 14 Aula passada Autovalores, autovetores, decomposição Convergência para estacionaridade Tempo de mistura Spectral gap Tempo de mistura de passeios aleatórios Aula de hoje Caminho amostral Teorema
Modelagem de um sistema por cadeias de Markov
Modelagem de um sistema por cadeias de Markov Sistemas sem memória : somente o estado imediatamente anterior influencia o estado futuro. rocesso estacionário: probabilidades de transição de um estado para
ficha 1 matrizes e sistemas de equações lineares
Exercícios de Álgebra Linear ficha matrizes e sistemas de equações lineares Exercícios coligidos por Jorge Almeida e Lina Oliveira Departamento de Matemática, Instituto Superior Técnico 2 o semestre 2/2
PROCESSOS ESTOCÁSTICOS
PROCESSOS ESTOCÁSTICOS Definições, Principais Tipos, Aplicações em Confiabilidade de Sistemas CLARKE, A. B., DISNEY, R. L. Probabilidade e Processos Estocásticos, Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos
folha prática 5 valores próprios e vetores próprios página 1/3
folha prática 5 valores próprios e vetores próprios página 1/ Universidade de Aveiro Departamento de Matemática 1. Determine os valores próprios e vetores próprios de cada uma das seguintes matrizes. Averigue
MANUAL DE UTILIZAÇÃO CARRO RESERVA
ÍNDICE MANUAL DE UTILIZAÇÃO CARRO RESERVA REGULAMENTO DO CARRO RESERVA DEFINIÇÕES CARRO RESERVA... 4 1. CONDIÇÕES GERAIS... 5 2. CONDIÇÕES DE UTILIZAÇÃO... 6 3. INFORMAÇÕES IMPORTANTES... 8 3 MANUAL DE
EXEMPLOS CADEIAS DE MARKOV
EXEMPLOS CADEIAS DE MARKOV Exemplo 1: Neste exemplo, os produtos são dois jornais de uma cidade, concorrentes entre si. A lealdade à marca está no fato de o assinante mudar ou não de jornal ao longo do
Trabalho Prático 1. Valor: 1,0 pontos (10% da nota total) Data de Entrega: 02/05/2010
Universidade Federal de Ouro Preto Instituto de Ciências Exatas e Biológicas Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação Projeto e Análise de Algoritmos - 1 o semestre de 2010 Professor: David Menotti
PROCESSOS ESTOCÁSTICOS E APLICAÇÕES
PROCESSOS ESTOCÁSTICOS E APLICAÇÕES JOSÉ PEDRO GAIVÃO Conteúdo 1. Noções Gerais 2 1.1. Relembrar de teoria de probabilidades 2 1.2. Processos estocásticos 3 2. Esperança Condicional 5 2.1. Esperança condicional
Pesquisa Operacional
Pesquisa Operacional Apresentação da disciplina Profa. Sheila Morais de Almeida DAINF-UTFPR-PG março - 2016 Identificação da Disciplina Disciplina: Docente: Pesquisa Operacional. Sheila Morais de Almeida
ESTRUTURAS DE DADOS E ALGORITMOS APRESENTAÇÃO DO CURSO E INTRODUÇÃO
ESTRUTURAS DE DADOS E ALGORITMOS APRESENTAÇÃO DO CURSO E INTRODUÇÃO Adalberto Cajueiro ([email protected]) Departamento de Sistemas e Computação Universidade Federal de Campina Grande 1
9,43 9,40 7,77 9,28 5,20 3,63 6,08 3,02 2,05 4,59 2,45 5,83 9,42 8,52 4,41 3,30 3,52
RELATORIO MA11 Questão 1 Questão 2 Questão 3 Questão 4 Questão 5 1,0 1,0 1,0 1,0 1,0 1,0 0,5 0,5 1,0 1,0 1,0 NOTA 9,43 9,40 7,77 9,28 5,20 3,63 6,08 3,02 2,05 4,59 2,45 5,83 9,42 8,52 4,41 3,30 3,52 %
PROCESSOS ESTOCÁSTICOS. Modelagem de falhas, Técnicas de Markov para modelagem da confiabilidade de sistemas
ROCESSOS ESTOCÁSTICOS Modelagem de falhas, Técnicas de Markov para modelagem da confiabilidade de sistemas Modelagem de falhas Confiabilidade de sistemas Necessário modelar o comportamento do sistema,
1 Conceitos Iniciais. 1.1 Grafos
1 Conceitos Iniciais O objetivo deste capítulo é revisar conceitos básicos, mas fundamentais, sobre grafos, passeios aleatórios (random walks) com especial destaque aos passeios aleatórios sobre grafos
Seqüências Numéricas
Seqüências Numéricas É uma seqüência composta por números que estão dispostos em uma determinada ordem pré-estabelecida. Alguns exemplos de seqüências numéricas: (,, 6, 8, 0,,... ) (0,,, 3,, 5,...) (,,
Modelo de Markov e Simulação de Monte Carlo do Jogo do Monopólio
Modelação e Simulação 2011/12 Trabalho de Laboratório nº4 Modelo de Markov e Simulação de Monte Carlo do Jogo do Monopólio Objectivo Após realizar este trabalho, o aluno deverá ser capaz de Construir um
Sistemas lineares e matrizes, C = e C =
1. Considere as matrizes ( 2 1 A 4 0 1 MATEMÁTICA I (M 195 (BIOLOGIA, BIOQUÍMICA E ARQUITETURA PAISAGISTA 2014/2015, B Sistemas lineares e matrizes ( 4 1 2 5 1 Verifique se está definida e, caso esteja,
Capítulo 1 Números Reais
Departamento de Matemática Disciplina MAT154 - Cálculo 1 Capítulo 1 Números Reais Conjuntos Numéricos Conjunto dos naturais: N = {1,, 3, 4,... } Conjunto dos inteiros: Z = {..., 3,, 1, 0, 1,, 3,... } {
Aulas práticas de Álgebra Linear
Ficha Matrizes e sistemas de equações lineares Aulas práticas de Álgebra Linear Mestrado Integrado em Engenharia Eletrotécnica e de Computadores o semestre 6/7 Jorge Almeida e Lina Oliveira Departamento
Processos Estocásticos
Processos Estocásticos Rui Alves Catarina Delgado Setembro de 1997 APRESENTAÇÃO Este texto concretiza uma ideia que já tem alguns anos, mas que vinha sendo adiada devido a afazeres de diversa natureza.
Lista 1: sistemas de equações lineares; matrizes.
Lista : sistemas de equações lineares; matrizes. Obs. As observações que surgem no fim desta lista de exercícios devem ser lidas antes de resolvê-los. ) Identifique as equações que são lineares nas respectivas
1. Conhecendo-se somente os produtos AB e AC, calcule A = X 2 = 2X. 3. Mostre que se A e B são matrizes que comutam com a matriz M = 1 0
Lista de exercícios. AL. 1 sem. 2015 Prof. Fabiano Borges da Silva 1 Matrizes Notações: 0 para matriz nula; I para matriz identidade; 1. Conhecendo-se somente os produtos AB e AC calcule A(B + C) B t A
Aula 5. Divisor de tensão Divisor de corrente
Aula 5 Divisor de tensão Divisor de corrente Simulador de circuitos online Site: http://everycircuit.com/ Simulador online de circuito Exemplos desta aula: http://everycircuit.com/circuit/5500995385163776
Universidade Federal de Goiás Regional Catalão - IMTec
Universidade Federal de Goiás Regional Catalão - IMTec Disciplina: Álgebra I Professor: André Luiz Galdino Gabarito da 1 a Lista de Exercícios 11/03/2015 1. Prove que G é um grupo com a operação de multiplicação
37ª Olimpíada Brasileira de Matemática GABARITO Segunda Fase
37ª Olimpíada Brasileira de Matemática GABARITO Segunda Fase Soluções Nível 3 Segunda Fase Parte A CRITÉRIO DE CORREÇÃO: PARTE A Na parte A serão atribuídos 5 pontos para cada resposta correta e a pontuação
XXXV Olimpíada Cearense de Matemática Nível 2 - Oitavo e Nono Anos
XXXV Olimpíada Cearense de Matemática Nível 2 - Oitavo e Nono Anos Reservado para a correção Prova Probl. 1 Probl. 2 Probl. 3 Probl. 4 Probl. 5 Total # 2000 Nota - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
2. Determine a ordem das matrizes A, B, C, D e E, sabendo-se que AB T tem ordem 5 3, (C T +D)B tem ordem 4 6 e E T C tem ordem 5 4.
Universidade Federal de Viçosa Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas Departamento de Matemática 1 a Lista - MAT 17 - Introdução à Álgebra Linear 2016/II 1 Considere as matrizes A, B, C, D e E com respectivas
SEQUÊNCIAS E PROGRESSÕES. Iva Emanuelly Rafael Carvalho
SEQUÊNCIAS E PROGRESSÕES Iva Emanuelly Rafael Carvalho Conceituando... SEQUÊNCIAS Em muitas situações da vida diária aparece a ideia de sequência ou sucessão. Exemplos de sequências: a) A sequência dos
UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA Centro de Ciências Exatas Departamento de Matemática
UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA Centro de Ciências Exatas Departamento de Matemática 1 a Lista - MAT 17 - Introdução à Álgebra Linear II/2005 1 Considere as matrizes A, B, C, D e E com respectivas ordens,
CAPITULO I OBJETIVO CAPITULO II NORMAS GERAIS
CAPITULO I OBJETIVO ART. 1º Esta Instrução Normativa tem como objetivo estabelecer as normas de controle, utilização, identificação e manutenção dos veículos de propriedade do SENAR-RS. CAPITULO II NORMAS
3) Faça um algoritmo para ler a base e a altura de um triângulo. Em seguida, escreva a área do mesmo. Obs.: Área = ( Base * Altura ) / 2
Exercícios 2: 1) Faça um algoritmo para ler as seguintes informações de uma pessoa: Nome, Idade, Sexo, Peso, Altura, Profissão, Rua, Bairro, Cidade, Estado, CEP, Telefone. 2) Dado as seguintes informações
Certifico que este documento da empresa CELG DISTRIBUIÇÃO S.A. - CELG D, Nire: 52 30000295-8, foi deferido e arquivado na Junta Comercial do Estado
Pág 12 de 60 Pág 13 de 60 Pág 14 de 60 Pág 15 de 60 Pág 16 de 60 Pág 17 de 60 Pág 18 de 60 Pág 19 de 60 Pág 20 de 60 Pág 21 de 60 Pág 22 de 60 Pág 23 de 60 Pág 24 de 60 Pág 25 de 60 Pág 26 de 60 Pág 27
Certifico que este documento da empresa COOPERATIVA DE CRÉDITO LIVRE ADMISSÃO DO VALE DO SÃO PATRÍCIO LTDA, Nire: 52 40000248-8, foi deferido e
Pág 38 de 74 Pág 39 de 74 Pág 40 de 74 Pág 41 de 74 Pág 42 de 74 Pág 43 de 74 Pág 44 de 74 Pág 45 de 74 Pág 46 de 74 Pág 47 de 74 Pág 48 de 74 Pág 49 de 74 Pág 50 de 74 Pág 51 de 74 Pág 52 de 74 Pág 53
Junta Comercial do Estado de Minas Gerais Certifico registro sob o nº 5512916 em 22/05/2015 da Empresa UNIMED BELO HORIZONTE COOPERATIVA DE TRABALHO
pág. 2/33 pág. 3/33 pág. 4/33 pág. 5/33 pág. 6/33 pág. 7/33 pág. 8/33 pág. 9/33 pág. 10/33 pág. 11/33 pág. 12/33 pág. 13/33 pág. 14/33 pág. 15/33 pág. 16/33 pág. 17/33 pág. 18/33 pág. 19/33 pág. 20/33
Junta Comercial do Estado de Minas Gerais Certifico registro sob o nº em 13/05/2015 da Empresa ENERGISA S/A, Nire e protocolo
Junta Comercial do Estado de Minas Gerais Certifico registro sob o nº em 17/07/2015 da Empresa OMEGA GERACAO S.A., Nire e
Junta Comercial do Estado de Minas Gerais Certifico registro sob o nº em 27/11/2014 da Empresa COOPERATIVA DOS SUINOCULTORES DE PONTE NOVA E
Junta Comercial do Estado de Minas Gerais Certifico registro sob o nº em 19/10/2015 da Empresa COOPERATIVA DE CONSUMO DOS SERVIDORES DO
pág. 1/26 pág. 2/26 pág. 3/26 pág. 4/26 pág. 5/26 pág. 6/26 pág. 7/26 pág. 8/26 pág. 9/26 pág. 10/26 pág. 11/26 pág. 12/26 pág. 13/26 pág. 14/26 pág. 15/26 pág. 16/26 pág. 17/26 pág. 18/26 pág. 19/26 pág.
Certifico que este documento da empresa DME POCOS DE CALDAS PARTICIPACOES S.A. - DME, Nire: 3150021615-6, foi deferido e arquivado na Junta Comercial
Certifico que este documento da empresa COOPERATIVA DE CRÉDITO DOS MAGISTRADOS, SERVIDORES DA JUSTIÇA DO ESTADO DE GOIÁS E EMPREGADOS DA CELG LTDA,
Pág 9 de 58 Pág 11 de 58 Pág 13 de 58 Pág 15 de 58 Pág 17 de 58 Pág 19 de 58 Pág 21 de 58 Pág 23 de 58 Pág 25 de 58 Pág 27 de 58 Pág 29 de 58 Pág 31 de 58 Pág 33 de 58 Pág 35 de 58 Pág 37 de 58 Pág 39
Junta Comercial do Estado de Minas Gerais Certifico registro sob o nº em 08/05/2015 da Empresa UNIMED JUIZ DE FORA COOPERATIVA DE TRABALHO
pág. 16/49 pág. 17/49 pág. 18/49 pág. 19/49 pág. 20/49 pág. 21/49 pág. 22/49 pág. 23/49 pág. 24/49 pág. 25/49 pág. 26/49 pág. 27/49 pág. 28/49 pág. 29/49 pág. 30/49 pág. 31/49 pág. 32/49 pág. 33/49 pág.
Junta Comercial do Estado de Minas Gerais Certifico registro sob o nº em 21/11/2014 da Empresa ANDRADE GUTIERREZ S/A, Nire e
pág. 1/46 pág. 2/46 pág. 3/46 pág. 4/46 pág. 5/46 pág. 6/46 pág. 7/46 pág. 8/46 pág. 9/46 pág. 10/46 pág. 11/46 pág. 12/46 pág. 13/46 pág. 14/46 pág. 15/46 pág. 16/46 pág. 17/46 pág. 18/46 pág. 19/46 pág.
Junta Comercial do Estado de Minas Gerais Certifico que este documento da empresa COOPERNOVA COOPERATIVA NOVALIMENSE DE TRANSPORTE DE CARGAS E
pág. 1/23 pág. 2/23 pág. 3/23 pág. 4/23 pág. 5/23 pág. 6/23 pág. 7/23 pág. 8/23 pág. 9/23 pág. 10/23 pág. 11/23 pág. 12/23 pág. 13/23 pág. 14/23 pág. 15/23 pág. 16/23 pág. 17/23 pág. 18/23 pág. 19/23 pág.
Junta Comercial do Estado de Minas Gerais Certifico registro sob o nº em 13/04/2016 da Empresa ALGAR TI CONSULTORIA S/A, Nire e
pág. 1/71 pág. 2/71 pág. 3/71 pág. 4/71 pág. 5/71 pág. 6/71 pág. 7/71 pág. 8/71 pág. 9/71 pág. 10/71 pág. 11/71 pág. 12/71 pág. 13/71 pág. 14/71 pág. 15/71 pág. 16/71 pág. 17/71 pág. 18/71 pág. 19/71 pág.
Lista de Exercícios 05 Álgebra Matricial
Lista de Exercícios 05 Álgebra Matricial - 016.1 1. Determine a quantidade desconhecida em cada uma das expressões: ( ) ( ) ( ) T 0 3 x + y + 3 3 w (a) 3.X = (b) = 6 9 4 0 6 z. Uma rede de postos de combustíveis
Circuitos sequenciais síncronos
Circuitos sequenciais síncronos ESTV-ESI-Sistemas Digitais-Circuitos Sequenciais Síncronos / Os circuitos sequenciais síncronos, também designados por máquinas sequenciais síncronas ou máquinas de estados,
MATEMÁTICA I. Pedro Encarnação (Teóricas) Susana Torrado (Práticas) Descrição:
MATEMÁTICA I Ano Académico: 2017/2018 2º Semestre Docente(s): Pedro Encarnação (Teóricas) Susana Torrado (Práticas) Descrição: A unidade curricular de Matemática I pretende apresentar os conceitos básicos
Tópico C mtm B PROGRESSÃO ARITMÉTICA
Tópico C mtm B PROGRESSÃO ARITMÉTICA Definição Sequência numérica em que cada termo, a partir do segundo, é igual ao anterior somado com uma constante chamada razão da progressão aritmética. Exemplo 1:
XXV OLIMPÍADA BRASILEIRA DE MATEMÁTICA TERCEIRA FASE NÍVEL 1 (5 ª ou 6 ª Séries)
TERCEIRA FASE NÍVEL 1 (5 ª ou 6 ª Séries) Quantos inteiros positivos menores que 1000 têm a soma de seus algarismos igual a 7? PROBLEMA : Considere as seqüências de inteiros positivos tais que cada termo
