Teste de Software II Técnicas de Teste
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- Cacilda Garrau Molinari
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1 Tema da Aula Teste de II Técnicas de Teste Prof. Cristiano R R Portella [email protected] Ciclo de Vida do e a Atividade de Teste Ambiente de Desenvolvimento Planejamento Análise Projeto Codificação Ambiente de Produção Utilização Gerência e Controle VV&T: Verificação, Validação e Testes (Unitário, Integração e Aceitação) Ambiente de Teste Teste de performance, recuperação Simulação de Carga, Segurança etc. Ambiente de Simulação 1
2 Técnicas de Teste Tipos Básicos Teste Funcional (ou Caixa Preta) Este método testa o software a partir de sua funcionalidade (comportamento), através de suas entradas e saídas (vê o produto como uma caixa preta; não considera os detalhes de implementação, ou seja: não observa o código interno). O Conjunto de casos de teste funcional deve exercitar todos os requisitos do software e o testador deriva casos de teste a partir da especificação do software. Técnicas de Teste Tipos Básicos Teste Funcional (ou Caixa Preta) Os testes são realizados para demonstrar que: 1. As funções são operacionais e isentas de falhas; 2. As entradas são adequadas e as saídas são corretamente produzidas; e 3. A integridade das informações processadas é mantida. Estes testes são realizados por desenvolvedores e usuários (isolada e/ou conjuntamente). 2
3 Técnicas de Teste Tipos Básicos Teste Estrutural (ou Caixa Branca) Baseia-se num minucioso exame dos detalhes da codificação (algoritmo). Método, através do qual, o testador analisa o código gerado (algoritmo), derivando casos de teste a partir da estrutura interna do software. Estes testes são executados por desenvolvedores do software (não necessariamente o(s) programadores do código em teste). Técnicas de Teste Tipos Básicos Teste Estrutural (ou Caixa Branca) O Conjunto de casos de teste estrutural provê medidas para avaliar o grau de cobertura (% de cobertura; pelo menos uma execução) de elementos da estrutura do software (módulos, comandos, etc). 3
4 Técnicas de Teste 1- Caixa Branca ou Estrutural ou Teste em pequeno porte: 1.1 Teste de Caminho Básico (estruturas de controle) 1.2 Teste de Condição (condições lógicas) 1.3 Teste de Fluxo de Dados 1.4 Teste de Laços Caixa Preta ou Funcional: 2.1 Particionamento de Equivalência 2.2 Teste de Valor Limite 2.3 Teste de Comparação... Técnicas de Teste 3. Teste de Validação (do tipo caixa preta): 3.1 Testes Alfa e Beta 3.2 Teste de Sistema 3.3 Teste de Recuperação 3.4 Teste de Segurança 3.5 Teste de Estresse 3.6 Teste de Desempenho 3.8 Teste de Cenários Técnica de Error Guessing ou smelling errors. 4
5 TESTE ESTRUTURAL (ou CAIXA BRANCA ou TESTE EM PEQUENO PORTE) Teste Estrutural (Caixa Branca) Objetivo: Caracterizar que um determinado conjunto de componente elementares (comandos, ramos condicionais, caminhos) foram exercitados (cobertos) por um conjunto de casos de teste. 9 Útil para as seguintes categorias de defeitos: Expressões lógicas e asserções incorretas; Erros tipográficos (trocar > por um <); Seleção Incorreta de Caminhos; e Em casos especiais ou raros (exceções); 5
6 Teste Estrutural (Caixa Branca) 9 Exige instrumentação do programa fonte 9 Técnica Mais Utilizada: Teste do Caminho Básico (ou estruturas de controle). Para isso deve-se traçar o Grafo de Fluxo de Controle (GFC), que descreve o fluxo de controle lógico do programa, usando notação própria (transformar um programa em um GFC). Teste Estrutural (Caixa Branca) Grafo de Fluxo de Controle GFC: É um Grafo Dirigido (dígrafo), com um único nó de entrada e um único nó de saída. Para obtê-lo é preciso decompor um programa em blocos de comandos, ligando-os através de arcos. 9 Nós: Blocos de Comandos 9 Arcos ou Ramos: Transferência de fluxo entre blocos 9 Caminho: Seqüência de nós n 1,n 2,n 3,...,n m, desde que haja um arco ligando n i a n i+1. 9 Região: Áreas delimitadas por ramos e nós. 6
7 Teste Estrutural (Caixa Branca) Grafo de Fluxo de Controle O Grafo de Fluxo de Controle é criado pela transposição do fluxo do programa (dispositivos lógicos) em estruturas padrões: Teste Estrutural (Caixa Branca) Grafo de Fluxo de Controle Notação básica do GFC If-Then-Else if (condição) {1} bloco 1 {2} else bloco 2; {3} end-if {4} 1 V F
8 Teste Estrutural (Caixa Branca) Grafo de Fluxo de Controle Notação básica do GFC Do While while (condição) {2} bloco {3} end-while {4} 1 2 F 3 4 Teste Estrutural (Caixa Branca) Grafo de Fluxo de Controle Notação básica do GFC Do Until 1 do bloco {2} until (condição) {3} próximo-comando {4} 2 V F 3 4 8
9 Exemplo de GFC Nó Comandos 1 int mdc(int a, int b) 1 { int r,aux;; 1 if (a < b) // inverte a e b 2 { aux = a; 2 a = b; 2 b = aux; } 3 r = a % b; 4 while (r!=0) 5 { a = b; 5 b = r; 5 r = a % b; } 6 return b; 6 } Teste Estrutural (Caixa Branca) Grafo de Fluxo de Controle 6 2 f v v f Técnicas de Teste Estrutural Teste de Caminho Básico 1. Fluxograma 9
10 Técnicas de Teste Estrutural Teste de Caminho Básico 2. GFC equivalente ao Fluxograma. Técnicas de Teste Estrutural Critérios Estruturais Clássicos Critérios Estruturais: Consideram apenas as informações do fluxo de controle do programa. Critérios Estruturais Clássicos: 9 Todos os Nós 9 Todos os Arcos 9 Todos os Caminhos (Teste Exaustivo) 9 Todos os Caminhos Independentes 10
11 Técnicas de Teste Estrutural Critérios Estruturais Clássicos Critério Estrutural: Todos os Nós Exige que os casos de teste exercitem todos os nós pelo menos uma vez. Se todos os Nós forem Executados, todos os comandos terão sido exercitados pelo menos uma vez. Critério Estrutural: Todos os Arcos Exige que os casos de teste exercitem todos os arcos pelo menos uma vez. Se todos os Arcos forem Executados, todos os nós terão sido executados pelo menos uma vez. Técnicas de Teste Estrutural Critérios Estruturais Clássicos 9 Critério Estrutural: Todos-Caminhos-Independentes Baseado na Análise de Complexidade Ciclomática do Código, de McCabe; Garante que todos os comandos (nós do GFC) e todos os ramos (arcos do GFC) serão cobertos; Caminho Independente é qualquer caminho do programa que introduza pelo menos um novo conjunto de instruções de processamento ou uma nova condição; Nó Predicativo: Aquele que tem duas ou mais saídas (condição). 11
12 Técnicas de Teste Estrutural Todos os Caminhos Independentes Caminhos Independentes: Técnicas de Teste Estrutural Critérios Estruturais Clássicos Nó Predicativo 12
13 Técnicas de Teste Estrutural Todos os Caminhos Independentes Exemplo de Caminhos Independentes: Grafo Derivado do Fluxograma Todos incluem, pelo menos, 1 novo arco O Caminho não é independente (é uma simples combinação dos caminhos 2 e 3) Caminhos Independentes: a) 1,2,3,4,6 b) 1,3,4,6 c) 1,2,3,4,5,4,6 Técnicas de Teste Estrutural Todos os Caminhos Independentes v 2 f 1 Conjunto Básico não é único. Outro Conjunto possível: a) 1,2,3,4,6 b) 1,3,4,5,4,6 9 Aplicação do Conjunto Máximo aumenta a confiabilidade do conjunto de casos de teste f 6 v
14 Técnicas de Teste Estrutural Todos os Caminhos Independentes O número de Caminhos Independentes pode ser calculado usando-se o GFC desenhado manualmente ou calculado automaticamente através de programa que calcula a Métrica de complexidade Ciclomática de Thomas McCabe. A Complexidade Ciclomática V(G) nos oferece um limite máximo para o número de caminhos independentes que constitui o conjunto básico, portanto um limite máximo para o número de testes que deve ser projetado e executado para garantir a cobertura de todas as instruções do programa. Técnicas de Teste Estrutural Todos os Caminhos Independentes Métrica da Complexidade Ciclomática V(G) pode ser calculada de três maneiras diferentes: 1. V(G) = ( No_de_Arcos - No-de_Nos ) V(G) = No_de_Nós_Predicativos V(G) = No_de_Regiões 14
15 Técnicas de Teste Estrutural Todos os Caminhos Independentes 1- V(G) = (Ramos Nós) + 2 (11 9) V(G) = Nós-Predic V(G) = No-Regiões 4 Técnicas de Teste Estrutural Todos os Caminhos Independentes 1o: 1 9 2o: o: o:
16 Técnicas de Teste Estrutural Teste de Laços 9 Quatro categorias de laços: simples (um único laço); concatenados (laço após o outro); aninhados (laço dentro do outro); e não estruturados (desvio incondicional para outro laço). 9 Teste de laços revela erros de: Inicialização, Indexação, Incremento, Decremento e limites do laço. Técnicas de Teste Estrutural Teste de Laços 16
17 Técnicas de Teste Estrutural Teste de Laços 9 Laços Simples Prepare casos de teste para: 1. Não executar o laço 2. Uma execução do laço 3. Duas execuções do laço 4. m execuções do laço, tal que m < n (limite) 5. n-1, n e n+1 execuções do laço Técnicas de Teste Estrutural Teste de Laços 9 Laços Aninhados Problema: Explosão Combinatória Solução: Minimizar os casos de Testes 1. Iniciar pelo laço mais interno; todos os demais c/ valores mínimos 2. Abordagem laço simples para laço interno 3. Trabalhar de dentro para fora 4. Prosseguir em direção ao laço mais externo, até que todos os laços estejam testados 17
18 Técnicas de Teste Estrutural Teste de Laços 9 Laços Concatenados Se variável de controle do laço 1 não afeta o laço 2, usar a abordagem de laço simples caso contrário, os laços não são independentes, então usar abordagem dos laços encadeados 9 Laços Não Estruturados Devem ser reprojetados Caso contrário => Força Bruta Técnicas de Teste Estrutural Teste de Condições Um tipo comum de erro é cometido nos testes de condição (condições lógicas). A incidência de erros aumenta quando existem clausulas compostas, pela necessidade da utilização de operadores booleanos. Se uma expressão condicional é composta, deve-se verificar os ramos verdadeiros e falsos de cada condição. 18
19 Técnicas de Teste Estrutural Teste de Condições Tipos de erros em condições lógicas ou expressões relacionais : 9 Erro de operador booleano (incorreto, faltando, extra) 9 Erro de variável 9 Erro de parênteses 9 Erro de operador relacional 9 Erro de expressão aritmética Técnicas de Teste Estrutural Teste de Condições Teste de Domínio de Condições: Para uma expressão do tipo E1 <Operador Relacional> E2 três testes são necessários (supondo-se que o operador relacional está incorreto e que E1 e E2 estão corretos): 9 E1 > E2 9 E1 < E2 9 E1 = E2. 19
20 Técnicas de Teste Estrutural Teste de Condições Teste de Domínio de Condições: E1 <Operador Relacional> E2 Para detectar erros em E1 e E2, deve-se testar a menor diferença possível em entre E1 e E2. Para uma expressão booleana com n variáveis, todos n os 2 testes possíveis serão necessários, o que torna o teste viável apenas para expressões com poucas variáveis. TESTE FUNCIONAL (ou CAIXA PRETA) 20
21 Teste Funcional (caixa preta) Abordagem macroscópica, baseia-se na especificação para derivar os casos de teste 9 Foco nos Requisitos Funcionais Objetivos: Verificar se uma entrada válida produz uma saída correta (esperada); Validar os requisitos funcionais, através da interface do software; Verificar a operacionalidade das funções. Teste Funcional (caixa preta) 9 Útil para as categorias (classes) de defeitos: Funções incorretas ou ausentes Defeitos nas Interfaces (internas e externas) Erros de dados ou bases de dados externas Inicialização e terminação Sensibilidade do sistema a certos valores de entrada Volume e taxa de dados que o sistema suporta 21
22 Teste Funcional (caixa preta) 9 Técnicas Utilizadas: Particionamento de Equivalência Análise de Valores Limites Grafos de Causa-Efeito Error Guessing Teste de Cenários (Roteiros) Teste Funcional (caixa preta) Questões que devem ser respondidas: Funções estão Válidas? Quais classes de entradas caracterizarão bons casos de teste? Sistema é sensível a certos valores de entrada? Qual o comportamento do sistema nos limites e fronteiras das classes de entrada? Quais volumes e taxas de dados o sistema suporta? Qual efeito produzido pelo software com algumas combinações específicas de dados 22
23 Técnicas de Teste Funcional Particionamento de Equivalência 9 Divide o domínio de entrada do programa em classes de dados (Classes de Equivalência) 9 Os casos de teste serão derivados a partir das classes de equivalência definidas O valor representativo de uma classe de equivalência é equivalente a outro da mesma classe 9 Dividir o Domínio de Saída em classes de equivalência e gerar uma tabela relacionando classes de entrada com classes de saída Técnicas de Teste Funcional Particionamento de Equivalência 9 Etapas da Técnica: 1. Identificar as classes de equivalência de Entrada 2. Refinar as classes de Entrada 3. Identificar as classes de Saída 4. Refinar as Classes de Saída 5. Relacionar as Classes de Entrada e de Saída 6. Definir os casos de teste 23
24 Técnicas de Teste Funcional Particionamento de Equivalência Etapa1: Identificar as Classes de Equivalência 9 Identificar, através da especificação dos dados de entrada, as classes de equivalência 9 Caracterizar pelo menos 2 grupos de valores de entrada para cada classe: Válidas: Valores Esperados pelo programa Inválidas: Entradas Inválidas ou inesperadas Técnicas de Teste Funcional Particionamento de Equivalência Etapa 1: (Continuação) 9 Classes Geradas versus Tipo da Entrada Tipo da Válida Inválida 1 Inválida 2 Entrada Intervalo X X Talvez Valor X X X Lógica X X - Conjunto x X - 24
25 Técnicas de Teste Funcional Particionamento de Equivalência Etapa 2: Refinamento das Classes de Entrada 9 Se há razão para acreditar que elementos de uma mesma classe são tratados de forma diferente pelo programa, divida esta classe em menores 9 Particionar Classes cujos atributos são considerados elementos chave para o item em teste Técnicas de Teste Funcional Particionamento de Equivalência Etapa 3: Identificar Classes de Saída 9 Mapear todas as possíveis classes de saídas geradas pelo item em teste Etapa 4: Refinar as Classes de Saída 9 Verificar se alguma classe de saída merece ser subdividida em classes menores Ex: Código Genérico de Erro pode ser desmembrado em outros códigos 25
26 Técnicas de Teste Funcional Particionamento de Equivalência Etapa 5: Relacionar Classes de Entrada e Classes de Saída 9 Criar um mapeamento entre as classes de entrada e as classe de saída esperadas Etapa 6: Derivar os Casos de Teste 9 Atribuir um valor de entrada para cada classe de entrada (válidas e inválidas) 9 Elaborar casos de teste para as combinações das classes válidas Técnicas de Teste Funcional Particionamento de Equivalência Etapa 6: Derivar Casos de Teste 9 Elaborar casos de teste para todas as classes inválidas 9 Derivar casos de teste que cubram, de uma só vez, o maior número de classes válidas/inválidas (Minimização e Inclusão) 26
27 Técnicas de Teste Funcional Particionamento de Equivalência Técnicas de Teste Funcional Particionamento de Equivalência Exemplo: Condições Código de área vazio ou três dígitos numéricos que iniciem por zero Prefixo três dígitos numéricos que não iniciem por zero Sufixo quatro dígitos numéricos Senha seis dígitos alfanuméricos Operação c=cheque, d=depósito, e=extrato 27
28 Técnicas de Teste Funcional Particionamento de Equivalência Exemplo: Caso de teste Código de área 9 Condição booleana (estar ou não presente) 9 Conjunto de valores de 000 a 099 Prefixo 9 Conjunto de valores de 100 a 999 Sufixo 9 Conjunto de valores de 0000 a 9999 Técnicas de Teste Funcional Particionamento de Equivalência Exemplo: Caso de teste Senha 9 Condição booleana (estar ou não presente) 9 Conjunto de 6 caracteres alfanuméricos (caracteres especiais presentes?) 9 Conjunto de 1 a 5 caracteres 9 Conjunto vazio Comando 9 Entrada de 1 caractere válido (c,d,e) 9 Entrada de 1 caractere inválido (demais, inclusive ESC e F1) 28
29 Técnicas de Teste Funcional Análise dos Valores de Fronteira 9 Complementa a técnica de Particionamento. 9 Grande número de erros tendem a ocorrer nas fronteiras da classes de equivalência. 9 Testar os limites, limites + a (próximo ao limite interno) e limites - a (próximo ao limite externo) de cada classe de equivalência não pontual (cujo domínio é dado por mais de um valor). Técnicas de Teste Funcional Análise dos Valores de Fronteira Classes de Equivalência que devem ter valores de fronteira analisados testados Conjunto de Valores: Testar todos que possível Faixa de Valores: limite, limite + a e limite - a Estruturas de Dados (Ex: vetor com 100 posições) Testar os valores armazenados nos índices que representam os limites da estrutura 29
30 Técnicas de Teste Funcional Técnica de Error Guessing 9 Pessoas farejadoras ( smelling errors ) Intuição e Experiência 9 Enumerar listas de possíveis erros e se situações tipicamente propensas a erros 9 Descrever casos de teste baseados nessas listas Técnicas de Teste Funcional Técnica de Error Guessing Exemplo: Teste de uma Rotina de Ordenação CT 1. Entrada Vazia CT 2. Entrada c/ 1 elemento CT 3. Entrada c/ todos os elementos iguais CT 4. Entrada c/ n+1 elementos CT 5. Entrada já ordenada 30
31 Técnicas de Teste Funcional Técnica de Cenários (Roteiros) 9 Complementa as técnicas anteriores. 9 Reaproveitar os casos de teste já gerados. 9 Agrupar os Casos de Teste em roteiros que reproduzam um conjunto de transações do mundo real. 9 Revela-se muito útil em teste de Integração, Aceitação e de Sistema 9 Ex: Sistema Bancário CT #1: Abrir a Conta - CT #2: Depósito CT #3: Retirada- CT #4: Fechar a Conta Teste Funcional x Teste Estrutural Uma Possível Estratégia de Teste (Meyers) 1. Há combinações de entradas ou especificação pobre =>grafo causa-efeito 2. Aplicar Particionamento de Equivalência 3. Sempre Use Análise de Valores de Fronteira 4. Utilizar Error Guessing 5. Verificar Cobertura obtida pelo passos 1-4 dado um critério estrutural. Se necessário gerar mais alguns casos de teste 31
32 Projeto de Casos de Teste 9 Teste Funcional ou Estrutural: Eis a questão? 9 Paradoxo do Pesticida: São Técnicas complementares pois revelam erros de categorias diferentes Projeto de Casos de Teste Por que não usar só Caixa-Branca? 9 Um teste caixa-branca que cobrisse todo o software garantiria a isenção de erros? 9 Não há garantia, além do que o custo é inviável. Por exemplo, um programa Pascal com 100 linhas de código, um único loop que pode ser executado até 20 vezes: caminhos a serem testados. 9 Se executarmos um caminho a cada 5 minutos (sem parar), levará 1 bilhão de anos. 32
33 Projeto de Casos de Teste Por que não usar só Caixa-Preta? 9 Os testes de caminho descobrem erros de projeto que não estão claros na Definição de Requisitos. 9 Erros de digitação são aleatórios. Os bugs se escondem pelos cantos e congregam-se nas fronteiras Beizer. Teste Funcional 1.Abordagem Macroscópica 2.Testes na Entrada Operacionalidade Funções Entrada Apropriadas Saídas Corretas Integridade Externa 3. Teste Exaustivo Todas Entradas Possíveis Ex: Entrada de 10 caracteres 2 80 entradas diferentes 1 CT/ms => dobro da idade estimada do universo Projeto de Casos de Teste Teste Estrutural 1. Abordagem Detalhada 2. Teste dos Detalhes Procedimentais Teste de Caminhos Lógicos 3. Teste Exaustivo Todos os Caminhos Possíveis Ex: Programa 1 laço (20 vezes), contendo dois if-then-else encadeados caminhos 1 CT/5 min => 1 bilhão anos 33
34 Conceitos e Fundamentos Verificação 9 Processo para assegurar correção, completitude e consistência do produto implementado, em cada fase e entre fases consecutivas do ciclo de desenvolvimento de software. Fonte: IEEE Std 729, Standard Glossary of Engineering Terminology Conceitos e Fundamentos Validação 9 Atividades que, ao final do ciclo de vida de desenvolvimento de software, testa se o software foi construído em conformidade com os requisitos desejados pelo usuário. 9 Também deve ser aplicada nas fases preliminares Fonte: IEEE Std 729, Standard Glossary of Engineering Terminology 34
35 Atividades de VV&T 9 Verificação: Estamos construindo o software de maneira correta? 9 Validação: Estamos construindo o software correto (aquele que é desejado pelo usuário)? 9 Teste: Examinar o comportamento do produto com um conjunto de amostras pertencentes ao domínio de entrada do programa Atividades de VV&T 35
36 Planejamento de Teste 9 Por que Planejar o Teste? Teste pode consumir mais 50% do esforço em alguns projetos de teste Aumentar a Qualidade do Teste e do Controlar os Gastos 9 Planejamento de Teste deve preocupar-se: Inicialmente com a definição de Padrões e Normas Secundariamente, definição do material que será gerado pelo teste (testing work products) Estratégias de Teste Teste de Validação (ou Aceitação) 9 Encerrado o teste de integração, o software é um pacote integrado. 9 Teste de aceitação é bem sucedido quando o software funciona de acordo com as expectativas (razoáveis) do usuário 9 Que são as expectativas razoáveis do usuário??? Definidas nos Contratos de Requisitos Devem ser devidamente gerenciadas através de técnicas de gerenciamento de requisitos 36
37 Estratégias de Teste Teste de Validação (ou Aceitação) Foco: Série de testes funcionais que demonstram a conformidade com os requisitos do software 9 Assegurar o atendimento dos Requisitos Funcionais (logo => validação) 9 Assegurar Documentação Correta e Inteligível 9 Outras Características Importantes: Transportabilidade, Compatibilidade Recuperação de Erros, Manutenibilidade, etc... Estratégias de Teste Teste de Validação (ou Aceitação) Possíveis Resultados do Teste de Aceitação: 9 Aceitação pelo usuário 9 Desvios ou Não-Conformidade Gera uma Lista de deficiências Estágio do projeto geralmente impede correções dentro do prazo Negociar novos Prazos e, se for o caso, recursos ($$) 37
38 Estratégias de Teste Teste de Validação (ou Aceitação) Técnicas Utilizadas Teste Alfa: 9 Realizado no ambiente de desenvolvimento ( look over the shoulders ) 9 Desenvolvedor registra erros e problemas 9 Ambiente controlado pelo testador Teste Beta: 9 Conduzido no ambiente do cliente/usuário 9 Cliente relata os problemas (verdadeiros e frutos da imaginação) ao desenvolvedor Estratégias de Teste Teste de Validação (ou Aceitação) Outras Técnicas Utilizadas Aderência a padrões 9 Checklist são definidos para validar: padrões de Interface Telas Relatórios 9 Revisão gramatical e de terminologia utilizada 38
39 Estratégias de Teste Teste de Validação (ou Aceitação) Técnica de Revisão de Configuração: 9 Assegurar que todos os elementos do software foram desenvolvidos, catalogados e existe documentação detalhada para dar suporte à manutenção 9 Também chamada de Auditoria Geral 9 Prática Comum nas Equipes de homologação Estratégias de Teste Teste de Sistema Foco: Verificar a relação entre vários elementos do sistema (hardware, software, banco de dados, etc) 9 é apenas um componente de grandes sistemas computacionais 9 Teste fora do escopo exclusivo da 9 Pode antecipar problemas que só aparecerão quando o software estiver implantado em ambiente de produção 39
40 Estratégias de Teste Teste de Sistema Abordagem Prática: 9 Levantar classes de problemas que podem ser gerados em função de outros elementos 9 Simulação 1. Projetar formas de tratamento de erros 2. Projetar teste para simular as classe de problemas 3. Registrar os resultados (evidências de sucesso) Estratégias de Teste Teste de Sistema Recovery Testing (Teste de Recuperação) Foco: Forçar o sistema a falhar, em relação à diversos aspectos do sistema computacional e verificar a resposta (em termos de recuperação do sistema) 9 Recuperação, Reinicialização, Agentes de Notificação 9 Sistema Tolerante a Falhas 40
41 Estratégias de Teste Teste de Sistema Security Testing (Teste de Segurança) Foco: verificar todos aspectos ligados à segurança do sistema. 9 Níveis de usuário 9 Invasão Externa 9 Extremamente importante em Internet Systems Educação à Distância, Comércio Eletrônico 9 Testador deve agir como hacker (burlar a segurança) Estratégias de Teste Teste de Sistema Security Testing (Teste de Segurança) Desde que haja tempo e recursos, um bom teste de segurança acabará por penetrar o sistema. A tarefa do projetista é fazer com que o acesso custe mais do que o valor da informação que será obtida. 41
42 Estratégias de Teste Teste de Sistema Stress Testing (Teste de Fadiga) Foco: Verificar as respostas do sistema quando submetido a anormalidades (em quantidade, freqüência e volume) 9 Aumentar o número a taxa de interrupções 9 Entradas em quantidade fora do normal 9 Requerer uso máximo de memória (real e virtual) 9 Manipular arquivos grandes e discos cheios Estratégias de Teste Teste de Sistema Performance Testing (Teste de Desempenho) Foco: Verificar requisitos de performance em sistema de tempo real 9 Pode ser conduzida conjuntamente com o teste de stress 9 Requer instrumentação e manipulação de hardware e software 9 Importante em software de arquitetura multicamadas (thread testing), software de tempo real e software embarcado. 42
43 Estratégias de Teste Quando concluir os testes? O teste pode mostrar a presença, mas nunca a ausência de erros no software. E. Dijkstra, Como obter critérios para a conclusão de testes? Resposta: Você jamais terá completado a atividade de teste; a carga simplesmente se transfere do desenvolvedor para o usuário, pois toda vez que o software é executado, ele está sendo testado em relação a um novo conjunto de dados. Resposta: A atividade de teste só se esgotaria quando o projeto estiver sem tempo (prazo) e dinheiro (orçamento). Estratégias de Teste Quando concluir os testes? Critérios mais rigorosos para que, no mínimo, possamos definir um mínimo aceitável de teste. 9 Modelos de confiabilidade (por exemplo o modelo logarítmico do tempo de execução de Poisson) 9 Medidas e métricas Número cumulativo de falhas encontradas por unidade de tempo de teste. Número cumulativo de falhas encontradas durante todo o tempo de teste. 43
44 Estratégias de Teste Quando concluir os testes? Exercício 44
45 Exercício 1. Desenhar o Grafo de Fluxo de Controle; indicar nele as seguintes entidades: Arcos Nós Nós Predicativos Regiões 2. Calcular o número máximo de caminhos independentes V(G), usando as três fórmulas conhecidas. 3. Descrever a seqüência dos caminhos independentes existentes, usando a numeração dos nós existentes em cada caminho. Exercício para ser resolvido em equipe de 4 alunos. Entregar no final da aula. 45
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