Regulamento Programa Almeida Garrett
|
|
|
- Vitória Borja Espírito Santo
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Regulamento Programa Almeida Garrett 1º (Âmbito) 1. O programa Almeida Garrett é um programa de mobilidade interna de estudantes do ensino superior público universitário. 2. No quadro da mobilidade de estudantes, o Programa Almdeida Garrett, oferece a possibilidade de efectuar numa universidade nacional de acolhimento, um período de estudos, com pleno reconhecimento académico. 3. O intercâmbio de estudantes ao abrigo do programa implica o acordo prévio da instituição de origem e da instituição de acolhimento. 4. A mobilidade de estudantes abrange também os estágios, trabalhos de fim de curso, ou projectos finais desde que as referidas actividades integrem o plano curricular do curso na universidade de origem. 2º (Objectivos) 1. O Programa Almeida Garrett visa promover a qualidade e reforçar a dimensão nacional no ensino superior: a. Incentivando a cooperação nacional entre instituições de ensino superior; b. Fomentando a mobilidade nacional no ensino superior; c. Melhorando a transparência e o reconhecimento académico de estudos e habilitações em Portugal. 2. São objectivos do programa Almeida Garrett: a. Contribuir para o desenvolvimento de uma aprendizagem de qualidade ao longo da vida e das possibilidades por ela conferidas; b. Reforçar a realização pessoal, a coesão social, a cidadania activa e a cidadania nacional; c. Promover a criatividade, a competitividade e a empregabilidade; d. Aumentar a participação na aprendizagem ao longo da vida; e. Promover a aprendizagem e a cultura portuguesa; f. Explorar os resultados, os produtos e os processos inovadores.
2 3º (Responsabilidade da Instituição de Origem) A instituição de origem obriga-se a: 1. Recolher o aproveitamento obtido na instituição de acolhimento, ao qual será dada equivalência automática, de acordo com o programa de estudos previamente estabelecido entre as instituições. 2. Assegurar a manutenção do alojamento atribuído ao estudante nas suas residências, uma vez terminado o período de intercâmbio. 3. Manter os benefícios atribuídos ao estudante pelos seus Serviços de Acção Social. 4º (Responsabilidades da Instituição de Acolhimento) A instituição de acolhimento obriga-se a: 1. Assegurar as condições para o cumprimento do plano de estudos estabelecido por acordo com a instituição de origem. 2. Garantir o acesso aos serviços prestados pelos Serviços de Acção Social (com excepção das bolsas de estudo) nas mesmas condições que aos seus próprios estudantes. 3. Assegurar, sempre que possível, alojamento na residência de estudantes e quando tal não seja possível auxiliar no alojamento externo. 4. Certificar, o aproveitamento do aluno, no final do período de estudos, sem encargos para este. 5. Identificar um professor-tutor responsável pelo estudante durante o período em que este se encontra em mobilidade, desempenhando simultaneamente o papel de Conselheiro e Orientador Científico/Pedagógico. 6. Elaborar um relatório (anexo A) sobre a actividade desenvolvida pelo aluno durante o período de estudos, da responsabilidade do tutor. 5º (Estudantes Elegíveis) 1. São elegíveis ao Programa Almeida Garrett, todos os alunos que se encontrem matriculados numa instituição de ensino superior público universitário. 2. Os alunos estrangeiros que se encontrem a frequentar universidades portuguesas, em programas de mobilidade com duração igual ou inferior a dois anos, não poderão apresentar candidatura ao Programa Almeida Garrett.
3 6º (Duração) 1. O período de estudos em instituição diferente poderá ser de 1 semestre, a decorrer obrigatoriamente a partir do 2º ano nos cursos do 1º. Ciclo e desde que o estudante já disponha de pelo menos 60 ECTS. No 2º ciclo a mobilidade só poderá ocorrer no 2º semestre, e com a duração desse semestre. 2. Os estudantes apenas poderão efectuar um único período de mobilidade, em universidades nacionais. 7º (Obrigações dos Estudantes) 1. Os estudantes comprometem-se a cumprir com assiduidade o plano de estudos que lhe for atribuído. 2. O estudante deixa de ser elegível para todos os programas de intercâmbio de estudantes nos seguintes casos: a. Não aproveitamento por falta de assiduidade; b. Terem-se verificado situações anómalas referidas no relatório mencionado no n.º 6 do art.º 4.º; c. Não cumprimento do disposto no n.º 3 do presente artigo. 3. No final do período de intercâmbio o estudante elaborará um relatório das actividades desenvolvidas (anexo B), referenciando os pontos positivos e os pontos negativos experimentados durante o período de estudos. 4. Os estudantes que efectuem mobilidade nacional, não poderão, no ano seguinte à realização da mobilidade, pedir transferência para a Universidade de acolhimento. 8º (Tramitação dos processos/prazos) 1. Da candidatura deverão constar: a. Nome, ano e curso do candidato; b. Curso e universidade que pretende frequentar; c. Período desejado; d. Certificado das unidades curriculares realizadas; e. Unidades curriculares que pretende realizar; d. Outros elementos considerados necessários pela universidade de origem.
4 5. Terminado o período de candidaturas, o responsável pelo intercâmbio em cada universidade estabelecerá os contactos necessários com as universidades de acolhimento de modo a: a. Enviar os processos para proposta do plano de estudos a realizar. O envio dos processos deverá decorrer nos 15 dias subsequentes ao término da candidatura. b. ser elaborado o plano de estudos, que não poderá exceder 30 ECTS, a cumprir pelo estudante e o período em que o intercâmbio decorrerá. 7. O responsável pelo intercâmbio na universidade de origem: a. Informará o candidato da decisão e do plano de estudos e, aceites estes pelo estudante, comunicará tal aceitação à instituição de acolhimento. A aceitação do plano de estudos pelo estudante dará origem à celebração de um contrato entre a universidade de origem e o estudante; b. Remeterá à instituição de acolhimento a informação escolar pertinente relativa ao estudante. 8. A comunicação referida na alínea a) do número anterior deverá ser feita: a. Nos casos em que o período de estudos fixado se reporte ao 1º semestre lectivo até 1 de Setembro; b. Nos casos em que o período de estudos fixado se reporte ao 2º semestre lectivo até 31 de Dezembro. 9. Os elementos referidos na alínea b) do n.º 7 deverão ser enviados no prazo de 30 dias consecutivos, contados a partir das datas referidas no n.º De acordo com o plano de estudos estabelecido, o reconhecimento de unidades curriculares frequentadas numa universidade de acolhimento não pode envolver a obtenção de mais do que 30 ECTS. 9º (Propinas) As propinas referentes ao período de mobilidade são devidas na universidade de origem. 10º (Coordenação) 1. Cada Universidade deverá designar um coordenador local responsável pelo programa; 2. O CRUP designará, entre os seus membros, um coordenador geral do programa; 3. Ao Coordenador Geral competirá: a. Promover o programa, em articulação com os coordenadores locais;
5 b. Manter actualizada a informação sobre os intercâmbios realizados nas diferentes universidades; c. Propor ao CRUP alterações ao programa que o seu funcionamento aconselhe.
Programa de Mobilidade Nacional Almeida Garrett Princípios Orientadores para 2014/2015
Programa de Mobilidade Nacional Almeida Garrett Princípios Orientadores para 2014/2015 1. Enquadramento O Programa Almeida Garrett, adiante designado por Programa AG, é o programa de mobilidade nacional
REGULAMENTO PROGRAMA ERASMUS ESTUDANTES OUTGOING DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA. Preâmbulo
REGULAMENTO PROGRAMA ERASMUS ESTUDANTES OUTGOING DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA Preâmbulo O Programa de mobilidade Erasmus é uma iniciativa da União Europeia que visa incentivar o intercâmbio internacional
MOBILIDADE DE ESTUDANTES PARA REALIZAÇÃO DE ESTÁGIO PROFISSIONAL ERASMUS ERASMUS PLACEMENT (SMP) INFORMAÇÕES GERAIS
MOBILIDADE DE ESTUDANTES PARA REALIZAÇÃO DE ESTÁGIO PROFISSIONAL ERASMUS ERASMUS PLACEMENT (SMP) Estágios Profissionais Erasmus INFORMAÇÕES GERAIS O Erasmus dá a possibilidade aos estudantes do ensino
REGULAMENTO PROGRAMAS DE MOBILIDADE ESTUDANTES OUTGOING DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA. Preâmbulo
REGULAMENTO PROGRAMAS DE MOBILIDADE ESTUDANTES OUTGOING DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA Preâmbulo A Universidade de Coimbra tem ao dispor dos seus estudantes diversos programas de mobilidade que lhes proporcionam
REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DE SUBSÍDIOS PELA FEUP AO ABRIGO DO PROGRAMA MOBILE. Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto
REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DE SUBSÍDIOS PELA FEUP AO ABRIGO DO PROGRAMA MOBILE Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Artigo 1º Âmbito O presente Regulamento visa definir as condições de acesso,
Regulamento do programa de mobilidade Bolsas Santander Luso-Brasileiras CONVOCATÓRIA 2015
Regulamento do programa de mobilidade Bolsas Santander Luso-Brasileiras CONVOCATÓRIA 2015 É do interesse das Instituições de Ensino Superior promover a excelência do ensino, propiciando aos seus estudantes
E R A S M U S + Guia do Estudante ERASMUS+ Faculdade de Farmácia Universidade de Lisboa. Guia do Estudante
ERASMUS+ Faculdade de Farmácia Universidade de Lisboa Guia do Estudante Mobilidade de Estudantes Nacionais Normas Gerais A mobilidade de estudantes inclui duas vertentes de atividade: realização de estudos
REGULAMENTO DOS DOUTORAMENTOS DO ISEG
REGULAMENTO DOS DOUTORAMENTOS DO ISEG [Nos termos do artigo 38.º do Decreto-Lei n.º 74/2006 de 24 de Março (republicado pelo Decreto-Lei n.º 107/2008 de 25 de Junho e alterado pelo Decreto-Lei n.º 230/2009
REGULAMENTO. Bolsas de Estudo Ensino Superior
Bolsas de Estudo Ensino Superior Artigo 1.º (Objecto) 1. O presente regulamento disciplina os procedimentos relativos à atribuição de bolsas de estudo pelo BANCO ECONÓMICO, para a frequência de curso superior
Regulamento das Bolsas PARSUK Xperience 2014
Regulamento das Bolsas PARSUK Xperience 2014 1. Parte 1 Objectivos, valor e designação das bolsas 1.1. O programa PARSUK Xperience pretende dar a oportunidade a alunos de licenciatura ou mestrado em Portugal
REGULAMENTO DE BOLSAS DE DOUTORAMENTO EM EMPRESAS (BDE)
REGULAMENTO DE BOLSAS DE DOUTORAMENTO EM EMPRESAS (BDE) Esta acção visa promover a formação avançada em ambiente empresarial, através da cooperação entre empresas e universidades em torno de projectos
Programas de Mobilidade ERASMUS +
Programas de Mobilidade ERASMUS + 1 Programas de Mobilidade ERASMUS+ e Outras mobilidades Os Programas de Mobilidade consistem em protocolos de cooperação com outras Instituições do Ensino Superior (IES)
Regulamento do Curso de Formação Especializada Curso de Valorização Técnica Orientada para a Administração Escolar (CFE-CVTOAE)
Regulamento do Curso de Formação Especializada Curso de Valorização Técnica Orientada para a Administração Escolar (CFE-CVTOAE) Os Cursos de Especialização surgem na sequência da alteração da Lei de Bases
Regulamento de Mobilidade Internacional de Estudantes do Instituto de Estudos Políticos. I. Disposições Gerais. Artigo 1º.
Regulamento de Mobilidade Internacional de Estudantes do Instituto de Estudos Políticos I. Disposições Gerais Artigo 1º (Objecto) 1. O presente Regulamento rege a mobilidade internacional de estudantes
REGULAMENTO DO PROGRAMA DOUTORAL EM MATEMÁTICA E APLICAÇÕES DAS UNIVERSIDADES DE AVEIRO E MINHO
REGULAMENTO DO PROGRAMA DOUTORAL EM MATEMÁTICA E APLICAÇÕES DAS UNIVERSIDADES DE AVEIRO E MINHO Artigo 1º Criação do Programa As Universidades do Aveiro e Minho, designadas por Universidades, instituem
PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES Resolução do Conselho do Governo n.º 7/2008 de 11 de Janeiro de 2008
PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES Resolução do Conselho do Governo n.º 7/2008 de 11 de Janeiro de 2008 Um dos objectivos estratégicos do Governo dos Açores é a fixação de jovens altamente qualificados
BOLSAS DE ESTUDO REGULAMENTO E PROCESSO DE CANDIDATURA REGULAMENTO. Artigo 1º (Âmbito)
BOLSAS DE ESTUDO REGULAMENTO E PROCESSO DE CANDIDATURA REGULAMENTO Artigo 1º (Âmbito) 1. O presente Regulamento é aplicável a estudantes açorianos que frequentem cursos de licenciatura e mestrados (1º
REGULAMENTO DE FREQUÊNCIA DOS ESTÁGIOS ERASMUS NOS MESTRADOS DO ISEG (2º CICLO)
REGULAMENTO DE FREQUÊNCIA DOS ESTÁGIOS ERASMUS NOS MESTRADOS DO ISEG (2º CICLO) Gabinete Erasmus e de Intercâmbio Página 1 de 8 A Decisão 2006/1729/CE do Parlamento Europeu e do Conselho estabelece no
GUIA PARA A MOBILIDADE ERASMUS
GUIA PARA A MOBILIDADE ERASMUS OBJECTIVOS DO SUBPROGRAMA SECTORIAL ERASMUS O Programa Erasmus é um subprograma do Programa de Aprendizagem ao Longo da Vida que teve início no dia 01 de Janeiro de 2007
Termos e Condições de atribuição de Bolsas de Estudo para o Ensino Superior. Universidade Portucalense Infante D. Henrique
Termos e Condições de atribuição de Bolsas de Estudo para o Ensino Superior Universidade Portucalense Infante D. Henrique 1. Requisitos a cumprir para candidatura a) Não ser detentor de grau académico
Regulamento de Estágios CET- Cursos Especialização Tecnológica
Regulamento de Estágios CET- Cursos Especialização Tecnológica A Objectivos dos Estágios 1) Os Estágios que integram a componente de formação em contexto de trabalho dos Cursos de Especialização Tecnológica
Projecto de decreto-lei que visa aprovar os princípios reguladores dos instrumentos para a criação do espaço europeu de ensino superior.
Projecto de decreto-lei que visa aprovar os princípios reguladores dos instrumentos para a criação do espaço europeu de ensino superior. CAPÍTULO I CAPÍTULO II CAPÍTULO III CAPÍTULO IV SECÇÃO I Objecto,
Regulamento de propinas dos cursos de Licenciatura e de Mestrado Integrado da U.Porto
Regulamentos Regulamento de propinas dos cursos de Licenciatura e de Mestrado Integrado da U.Porto Secção Permanente do Senado em 7 de Abril de 2004 1ª Alteração pela Secção Permanente do Senado em 13
ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM DO PORTO
APROVADO 19 de Novembro de 2010 O Presidente, (Paulo Parente) ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM DO PORTO REGULAMENTO DE PROPINAS Artigo 1.º Âmbito de aplicação 1) O presente regulamento aplica-se a todos os
INSTITUTO SUPERIOR MIGUEL TORGA. Regulamento da Componente de Formação em Contexto de Trabalho dos Cursos de Especialização Tecnológica
INSTITUTO SUPERIOR MIGUEL TORGA Cursos de Especialização Tecnológica Regulamento da Componente de Formação em Contexto de Trabalho dos Cursos de Especialização Tecnológica A componente de formação em contexto
Regulamento de Propinas de 1º e 2º Ciclo e. Ciclo integrado do IST 2010/2011
Regulamento de Propinas de 1º e 2º Ciclo e Ciclo integrado do IST 2010/2011 Artigo 1º Propina A Propina, tal como estipula a Lei 37/2003, de 22 de Agosto, é a taxa de frequência, devida pelo estudante
REGULAMENTO DO PROGRAMA DE DOUTORAMENTO EM ENGENHARIA CIVIL (PRODEC)
REGULAMENTO DO PROGRAMA DE DOUTORAMENTO EM ENGENHARIA CIVIL (PRODEC) Objectivos Como definido no Decreto-Lei nº 74/2006, o grau de doutor é conferido aos que demonstrem: Capacidade de compreensão sistemática
REGULAMENTO DE ESTÁGIO / PROJECTO CURRICULAR
REGULAMENTO DE ESTÁGIO / PROJECTO CURRICULAR 1. OBJECTO 1.1. O presente regulamento estabelece os princípios orientadores e os procedimentos relativos ao estágio/projecto para a obtenção do grau de licenciado
A MINHA CANDIDATURA FOI APROVADA PARA REALIZAR UM PERÍODO DE ESTUDOS ERASMUS
A MINHA CANDIDATURA FOI APROVADA PARA REALIZAR UM PERÍODO DE ESTUDOS ERASMUS E AGORA? 1. ACEITAR A COLOCAÇÃO ERASMUS 2. PREPARAR O PROCESSO INDIVIDUAL 3. CONTACTOS COM A INSTITUIÇÃO ONDE FUI COLOCADO 4.
Regulamento de Matrículas, Inscrições e Propinas
Regulamento de Matrículas, Inscrições e Propinas I - Matrículas 1. A matrícula é o acto administrativo, a realizar no início de cada ano lectivo e que confere ao estudante o direito a ingressar no estabelecimento
Programa Erasmus+ Estudos Edital de Pré-Candidatura à Mobilidade de Estudantes 2018/2019
Programa Erasmus+ Estudos Edital de Pré-Candidatura à Mobilidade de Estudantes 2018/2019 Objetivos do Programa - Estudar numa Instituição de Ensino Superior de um país europeu, beneficiando no plano educacional,
REGULAMENTO DE BOLSAS DE ESTUDO EM PORTUGAL PARA LICENCIATURA E MESTRADO INTEGRADO DESTINADAS A ESTUDANTES AFRICANOS DE LÍNGUA PORTUGUESA
REGULAMENTO DE BOLSAS DE ESTUDO EM PORTUGAL PARA LICENCIATURA E MESTRADO INTEGRADO DESTINADAS A ESTUDANTES AFRICANOS DE LÍNGUA PORTUGUESA 2017 CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artº. 1º. 1. A Fundação Calouste
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS PINTOR JOSÉ DE BRITO EB 2,3/S DE PINTOR JOSÉ DE BRITO
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS PINTOR JOSÉ DE BRITO EB 2,3/S DE PINTOR JOSÉ DE BRITO C U RSOS P R O FI SSIONAI S R E GU L AMEN T O DA FORM AÇÃO EM CONTEXTO DE TRABALHO Artigo 1.º Âmbito e definição 1. A Formação
DESPACHO. ASSUNTO: Regulamento de Candidatura - Programa Leonardo Da Vinci para diplomados ESTeSL
DESPACHO N.º 29/2013 Data: 2013/06/21 Para conhecimento de: Pessoal Docente, Discente e não Docente ASSUNTO: Regulamento de Candidatura - Programa Leonardo Da Vinci para diplomados ESTeSL 2012-2014. No
REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO EM GESTÃO AMBIENTAL. Artigo 1º. (Natureza e âmbito de aplicação)
REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO EM GESTÃO AMBIENTAL Artigo 1º (Natureza e âmbito de aplicação) 1. O presente Regulamento dá cumprimento ao estabelecido no artº. 32º do Regulamento do Ciclo de Estudos
CONCURSO ESPECIAL DE ACESSO E INGRESSO DO ESTUDANTE INTERNACIONAL
EDITAL CONCURSO ESPECIAL DE ACESSO E INGRESSO DO ESTUDANTE INTERNACIONAL De acordo com o estipulado no Regulamento do concurso especial de acesso e ingresso do estudante internacional a ciclos de estudo
Aviso de Abertura das Candidaturas à Pós-Graduação em Educação Musical Madeira Funchal 3ª FASE. 18 de Julho a 26 de Agosto de 2011
Aviso de Abertura das Candidaturas à Pós-Graduação em Educação Musical Madeira Funchal 3ª FASE 18 de Julho a 26 de Agosto de 2011 1. Introdução A presente proposta refere-se a uma pós-graduação de 60 créditos
Erasmus+ O Erasmus a KA1 KA2 KA3
Erasmus+ O Erasmus+ é o Programa da União Europeia no domínio da educação, da formação, da juventude e do desporto. Foi aprovado pelo Parlamento Europeu a 19 de novembro de 2013 e tem a vigência de 7 anos
MESTRADOS. Artigo 1.º Criação A Escola Superior de Comunicação Social confere o grau de Mestre em Gestão Estratégica das Relações Públicas.
MESTRADOS REGIME DE FREQUÊNCIA E AVALIAÇÃO GESTÃO ESTRATÉGICA DAS RELAÇÕES PÚBLICAS Artigo 1.º Criação A Escola Superior de Comunicação Social confere o grau de Mestre em Gestão Estratégica das Relações
Artigo 1 Criação do Programa. Artigo 2 Órgãos de gestão do Programa
REGULAMENTO DO PROGRAMA DOUTORAL CONJUNTO EM ESTUDOS CULTURAIS DAS UNIVERSIDADES DE MINHO E AVEIRO Artigo 1 Criação do Programa As Universidades do Minho e Aveiro, designadas por Universidades, instituem
Regulamento do Estágio e Projecto Final de Curso
Regulamento do Estágio e Projecto Final de Curso 1. Introdução O presente regulamento refere-se ao Estágio e Projecto Individual, previsto nos planos curriculares dos cursos de licenciatura da Escola Superior
S.R. DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA. Despacho Normativo n.º 38/2007 de 26 de Julho de 2007
S.R. DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA Despacho Normativo n.º 38/2007 de 26 de Julho de 2007 Considerando a necessidade de adaptação dos termos do programa ESTAGIAR às alterações no sistema de ensino introduzidas
REGULAMENTO Acesso e Ingresso Cursos de Formação Pós-Graduada
REGULAMENTO Acesso e Ingresso Cursos de Formação Pós-Graduada Elaborado por: Aprovado por: Versão Reitor GAR (Professor Doutor Rui Oliveira) Revisto e Confirmado por: Data de Aprovação Inicial Secretário-Geral
PROGRAMA ERASMUS+ Ação-Chave 1: Mobilidade individual de estudos para estudantes do ensino superior. 2.º Ciclo. Regulamento
PROGRAMA ERASMUS+ Ação-Chave 1: Mobilidade individual de estudos para estudantes do ensino superior 2.º Ciclo Regulamento I. INDICAÇÕES GERAIS 1.1. A mobilidade Erasmus oferece aos alunos de mestrado a
REGULAMENTO DE FREQUÊNCIA, CREDITAÇÃO, AVALIAÇÃO, PROGRESSÃO, TRANSIÇÃO E PRESCRIÇÃO DO DIREITO À INSCRIÇÃO
AVALIAÇÃO, PROGRESSÃO, TRANSIÇÃO E PRESCRIÇÃO EM ENFERMAGEM DE REABILITAÇÃO Aprovado em reunião do Conselho Científico a 12 de Fevereiro de 2008 Ao abrigo do disposto na Portaria nº 268/02, de 13 de Março,
Regulamento de Estágios para o Primeiro e Segundo Ciclo Cursos de Ciência Política e Relações Internacionais 2008 / 2009
Regulamento de Estágios para o Primeiro e Segundo Ciclo Cursos de Ciência Política e Relações Internacionais 2008 / 2009 Âmbito O presente Regulamento de Estágios é válido para os alunos dos Cursos de
Artº - 1º Âmbito. Artº - 2º Objectivos
REGULAMENTO DE ESTÁGIOS IEP- UCP Artº - 1º Âmbito O presente Regulamento de Estágios é válido para os alunos dos Cursos de Licenciatura em Ciência Política e Relações Internacionais e do Programa de Mestrado
EESTÁGIO PROFISSIONAL
CAPÍTULO I Artigo 1.º Regime aplicável 1. O presente regulamento refere-se aos procedimentos de regulação do Estágio do 1.º ano do ramo de Design, da licenciatura do Curso de Arte e Design da Escola Superior
INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM Escola Superior Agrária de Santarém
REGULAMENTO DO PROJECTO EM AMBIENTE DE TRABALHO DO CURSO EM QUALIDADE ALIMENTAR E NUTRIÇÃO HUMANA 2017-2018 Projecto é uma unidade curricular obrigatória do 6º semestre do curso de Qualidade Alimentar
Regulamento dos Programas de Mobilidade Internacional (Rev. Setembro 2013)
Regulamento dos Programas de Mobilidade Internacional (Rev. Setembro 2013) Preâmbulo O Instituto Superior Técnico, adiante designado como IST, oferece aos seus alunos diferentes Programas de Mobilidade
