REGULAMENTO DE ESTÁGIO / PROJECTO CURRICULAR
|
|
|
- Mariana Fialho Benke
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 REGULAMENTO DE ESTÁGIO / PROJECTO CURRICULAR 1. OBJECTO 1.1. O presente regulamento estabelece os princípios orientadores e os procedimentos relativos ao estágio/projecto para a obtenção do grau de licenciado nos cursos ministrados no ISAL Instituto Superior de Administração e Línguas. 2. NATUREZA E OBJECTIVOS 2.1. Na organização dos novos planos de estudo foi estabelecida a figura do Estágio/Projecto curricular, que finaliza o conjunto de disciplinas e condiciona a emissão da Carta de Curso O estágio/projecto é uma componente pedagógica do curso, pretendendo estabelecer uma efectiva ligação com o meio sócio-profissional e com a sociedade em geral articulando a teoria com a prática de forma a: a) Confrontar os alunos com o exercício de uma actividade profissional específica, e consequente aquisição de conhecimentos práticos; b) Contribuir para a integração escola comunidade permitindo ao ISAL avaliar e ajustar os seus planos de Estudo e colmatar deficiências de formação e de informação que esse confronto venha a denunciar; c) Colocar os alunos perante situações reais características do exercício da actividade escolhida; d) Sensibilizar para a autoformação contínua nos diversos domínios de actividade profissional; e) Capacitar os alunos para a consciência, compreensão, análise e integração na realidade da sua formação profissional O aluno a quem não for distribuído estágio deverá efectuar um projecto Aos alunos será facultada a possibilidade de estagiar em organização por eles proposta, desde que o Conselho Pedagógico do ISAL conceda parecer favorável ao respectivo requerimento, que deverá ser devidamente fundamentado. 1
2 3. INGRESSOS 3.1. É condição necessária ao ingresso no estágio/projecto uma inscrição no 3º ano curricular de qualquer dos cursos superiores ministrados no ISAL Dependendo do tipo de estágio/projecto, a Comissão de Coordenação Geral dos Estágios/Projectos decidirá da necessidade de outros requisitos. 4. CANDIDATURA 4.1. É da responsabilidade do aluno efectuar a respectiva candidatura e garantir a disponibilidade temporal para a realização do estágio/projecto A candidatura anual decorrerá em período a fixar no início do ano lectivo e até 10 dias úteis após a data da publicação da lista de estágios A candidatura ao estágio deverá indicar: a) Ordem de preferência, até um máximo de 2 opções diferentes; b) Prova de terem uma inscrição no 3º ano curricular do curso, ou de outros requisitos exigidos; c) Indicação da média das classificações até então obtidas O aluno tem o direito de solicitar todos os esclarecimentos a qualquer dos Directores de Curso, a fim de poder optar de forma adequada A coordenação do estágio tornará públicos os resultados do concurso até 15 dias úteis após a data da candidatura. 5. COORDENAÇÃO GERAL DE ESTÁGIOS / PROJECTOS 5.1. Para cada curso, o Conselho Pedagógico do ISAL nomeará uma comissão de coordenação geral dos estágios/projectos, sendo esta a entidade responsável pela análise da oferta de estágios, coordenação e supervisão de todo o processo de estágios/projectos. 2
3 5.2. São competências da coordenação geral dos estágios/projectos: a) Dirigir e coordenar todo o processo de estágios/projectos; b) Elaborar o calendário de estágios/projectos; c) Organizar o mapa de oferta de estágios; d) Aprovar as propostas dos alunos; e) Indicar para cada estágio um docente responsável pela coordenação e acompanhamento; f) Publicar a lista com todos os docentes que ocupam o lugar de coordenador, aprovada pelo Conselho Pedagógico; g) Publicitar o mapa dos orientadores designados pelas organizações proponentes dos estágios para acompanhamento do aluno no seu trabalho; h) Publicar o mapa final de distribuição dos estágios/projectos e respectivos supervisores; i) Informar regularmente os Conselhos Pedagógico e Directivo do andamento do processo de estágios/projectos; j) Analisar os relatórios dos estágios/projectos; k) Decidir sobre a interrupção, desistência e exclusão do estágio/projecto. 6. ORIENTADOR 6.1. É o profissional da organização que proporcionar o estágio, responsável pela orientação técnica do aluno Os orientadores de estágio são escolhidos pelo competente órgão legal da organização que concede o estágio, que se compromete a designar, de entre as suas chefias, um orientador, a quem competirá a orientação e avaliação do discente-estagiário; colhida a prévia anuência do próprio e a concordância da coordenação geral de estágios do ISAL. a) Os orientadores devem preencher, cumulativamente, os seguintes requisitos: Posse de competências adequadas às funções a desempenhar; Prática profissional nas áreas do estágio, nunca inferior a cinco anos. b) Na escolha do orientador é dada preferência aos profissionais que tenham experiência profissional de supervisão. 3
4 6.3. São competências do orientador: a) Apoiar o aluno na elaboração do programa de estágio; b) Orientar o aluno sob o ponto de vista técnico; c) Colaborar com o coordenador do estágio; d) Elaborar um parecer escrito relativo ao estágio efectuado e anexar ao relatório final de estágio; e) Avaliar o efectivo desempenho das funções que foram atribuídas ao aluno durante o estágio, indicando uma classificação numa escala numérica inteira de 0 a 20 valores. 7. COORDENADOR 7.1. O coordenador é o docente da instituição responsável pela coordenação e acompanhamento do estágio/projecto O coordenador faz a ligação entre o aluno e o orientador O coordenador do estágio é nomeado pelo Conselho Pedagógico A escolha do coordenador do projecto é da responsabilidade do aluno São competências do coordenador: a) Apoiar o aluno na elaboração do programa do estágio/projecto a desenvolver; b) Actuar como interlocutor entre o aluno e o orientador em eventuais dificuldades no decurso do estágio; c) Orientar o aluno no que respeite à matéria científica; d) Discutir o relatório intercalar com o aluno; e) Elaborar um parecer escrito sobre o relatório final de estágio/projecto. f) Avaliar o rigor na elaboração do relatório de estágio/projecto e as suas formas de apresentação. Atribuir classificação numa escala numérica inteira de 0 a 20 valores. 4
5 8. DO ALUNO 8.1. O aluno deverá desenvolver o seu estágio/projecto com senso crítico fundamentado em conceitos teórico práticos próprios da área correspondente Compete ao aluno: a) Cumprir o regulamento do estágio/projecto em vigor; b) Escolher a sua área de estágio entre os credenciados pela coordenação geral de estágios/projectos; c) O aluno a quem não for distribuído estágio, no prazo máximo de 30 dias, após a publicação dos mapas de estágio, deverá apresentar a sua proposta, para realização de projecto, à Coordenação geral dos estágios/projectos, com os seguintes elementos: Plano de projecto Indicação do respectivo Coordenador do ISAL Declaração de aceitação do Coordenador escolhido. d) Assinar o termo de compromisso, em conjunto com o Coordenador e o Orientador do estágio, ou quem os represente; e com o Coordenador do projecto ou quem os represente; e) Cumprir o estipulado no plano do estágio/projecto; f) Cumprir as cláusulas constantes do termo de compromisso; g) Informar mensalmente o coordenador dos acontecimentos relevantes no decorrer do estágio/projecto; h) Elaborar e apresentar relatórios intercalares de acordo com o estipulado; i) Elaborar um relatório final do estágio/projecto. 9. PERÍODO DE REALIZAÇÃO DO ESTÁGIO / PROJECTO 9.1. O estágio/projecto terá a duração de 2 a 6 meses, devendo realizar-se, preferencialmente, nos períodos não lectivos, em horário semanal não inferior a 10 horas, nem superior a 40 horas O Estágio poderá realizar-se de forma consecutiva ou em períodos interpolados. 5
6 10. PROGRAMA DE ESTÁGIO Consiste no exercício de uma actividade profissional ou na aplicação de um programa previamente definido de comum acordo entre o aluno e os respectivos coordenadores e orientadores O estágio é composto pelas seguintes componentes: a) Parte Prática; b) Relatório. 11. PROGRAMA DE PROJECTO Consiste na resolução de um problema real de uma organização/região, sendo definido pelo docente do ISAL responsável pelo projecto O plano do projecto e o seu Coordenador deverão ser aprovados pelo Conselho Científico do ISAL, sob proposta da Comissão de Coordenação Geral de estágios/projectos. 12. REGIME DE FALTAS A falta é a ausência do estagiário durante o período normal de estágio a que está obrigado A justificação da ausência deverá fazer-se no dia imediatamente seguinte, por escrito, à entidade de acolhimento, com o conhecimento do Orientador e do Coordenador do Estágio Todas as faltas têm de ser compensadas As faltas injustificadas não poderão exceder 5% das horas totais previstas. 6
7 13. PRAZO DE ENTREGA DO RELATÓRIO FINAL O prazo limite de entrega do relatório é fixado anualmente e consta do Calendário de Estágios/Projectos Curriculares Obrigatórios A não conclusão do estágio/projecto ou a não entrega do relatório nos prazos previamente fixados, obriga a uma nova candidatura a um estágio/projecto. 14. EXEMPLARES DO RELATÓRIO FINAL O aluno deverá entregar cinco exemplares do relatório ao coordenador do estágio/projecto, sendo um em formato digital, destinados a: a) Presidente do júri; b) Biblioteca; c) Docente coordenador; d) Conselho Pedagógico; e) Entidade proponente do estágio (quando aplicável). 15. AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO/PROJECTO A classificação final do Estágio será expressa em números inteiros, na escala de 0 a 20 valores, e será determinada de acordo com os critérios seguintes: a) O efectivo desempenho das funções que foram atribuídas ao aluno durante o estágio. Esta classificação será atribuída pela entidade onde o aluno efectuou o estágio, numa escala de 0 a 20 valores e contará com 20% para o cálculo da classificação final; b) O rigor na elaboração do relatório e as suas formas de apresentação. Esta classificação será atribuída numa escala de 0 a 20 valores, por um júri composto pelo Coordenador de Estágio, que acompanhou o estágio do aluno, e pelo Director de Curso. Esta classificação contará com 80% para o cálculo da classificação final. 7
8 15.2. A classificação final do Projecto será expressa em números inteiros, na escala de 0 a 20 valores, por um júri composto pelo Coordenador do Projecto e pelo Director de Curso Se a nota final do Estágio/Projecto for inferior a 10 valores, o aluno será considerado reprovado, e terá de candidatar-se a novo estágio/projecto de acordo com o Regulamento em vigor Se a nota final do Estágio/Projecto for igual ou superior a 16 valores, o aluno deverá defender essa nota mediante prova pública, com duração máxima de 30 minutos (10 de apresentação oral e 20 de discussão), por um júri composto por: a) Director de Curso, ou alguém por si nomeado, que preside; b) Docente coordenador do estágio/projecto, ou alguém que o represente; c) Orientador pertencente à entidade proponente do estágio, ou alguém por si nomeado, quando aplicável Ocorrendo a prova pública de defesa da nota de Estágio/Projecto, a nota final do mesmo será a determinada pelo respectivo Júri A prova pública, referida no ponto anterior, terá de ser solicitada pelo aluno através de requerimento dirigido ao Director de Curso, nas 48 horas seguintes à afixação da nota final do Estágio/Projecto, satisfazendo a propina para esse efeito Se a nota final do Estágio/Projecto for igual ou superior a 16 valores e o aluno não pretender efectuar a prova pública de defesa da nota, não tendo para o efeito apresentado o competente requerimento no prazo estipulado no ponto anterior e/ou satisfeito a respectiva propina, a sua nota final de Estágio/Projecto será de 15 valores. 16. CONCLUSÃO DO ESTÁGIO / PROJECTO O estágio/projecto terá o seu termo quando o estudante: a) Concluir o estágio/projecto; b) Desistir do estágio/projecto; c) For excluído do estágio/projecto Após uma desistência ou reprovação em estágio/projecto, a nova inscrição só pode ter lugar no ano lectivo seguinte. 8
9 17. DESISTÊNCIA DO ESTÁGIO / PROJECTO No caso do estudante desistir do estágio, a justificação da desistência deverá fazer-se por escrito, ao Director de Curso, ao Coordenador de Estágio ISAL e à Organização de Acolhimento com o conhecimento do Orientador de Estágio. a) O estudante terá o dever de dar um período de carência máxima de 15 dias, à organização de acolhimento, caso esta o deseje No caso do estudante desistir do projecto, a justificação da desistência deverá fazer-se por escrito, ao Director de Curso com o conhecimento do Coordenador do Projecto. 18. EXCLUSÃO DO ESTÁGIO / PROJECTO A exclusão do estágio/projecto pode ter lugar, por decisão conjunta do Director de Curso e do Coordenador do ISAL, ouvido o estudante. E, no caso do estágio ouvidos igualmente os Representantes da Organização de Acolhimento. 19. CALENDÁRIO Sem prejuízo de outras fases a definir, são de considerar as seguintes etapas: a) Publicação dos mapas de oferta de estágios; b) Publicação da lista dos coordenadores; c) Apresentação das candidaturas; d) Distribuição das ofertas de estágios; e) Publicação do mapa de estágio definitivo; f) Entrega dos relatórios de estágio/projecto; g) Prova pública de avaliação do relatório; h) Publicação das avaliações finais. 9
10 20. DISPOSIÇÕES FINAIS As dúvidas ou omissões deste regulamento serão resolvidas por deliberação do Conselho Científico. Aprovado pelo Conselho Técnico-Científico a 28 de Junho de
REGULAMENTO DO PROGRAMA DOUTORAL EM MATEMÁTICA E APLICAÇÕES DAS UNIVERSIDADES DE AVEIRO E MINHO
REGULAMENTO DO PROGRAMA DOUTORAL EM MATEMÁTICA E APLICAÇÕES DAS UNIVERSIDADES DE AVEIRO E MINHO Artigo 1º Criação do Programa As Universidades do Aveiro e Minho, designadas por Universidades, instituem
REGULAMENTO DA INICIAÇÃO À PRÁTICA PROFISSIONAL DOS 2º CICLOS EM ENSINO DA FCUP. I - Natureza e Objectivos
REGULAMENTO DA INICIAÇÃO À PRÁTICA PROFISSIONAL DOS 2º CICLOS EM ENSINO DA FCUP I - Natureza e Objectivos 1. O presente regulamento aplica-se aos 2º Ciclos em Ensino da Faculdade de Ciências da Universidade
PROPOSTA DE REGULAMENTO DA FORMAÇÃO EM CONTEXTO DE TRABALHO DO CURSO TÉCNICO SUPERIOR PROFISSIONAL (CTeSP) Introdução
PROPOSTA DE REGULAMENTO DA FORMAÇÃO EM CONTEXTO DE TRABALHO DO CURSO TÉCNICO SUPERIOR PROFISSIONAL (CTeSP) Introdução Artigo 1º Definição da formação em contexto de trabalho e suas finalidades 1. A formação
Reitoria. Universidade do Minho, 24 de Fevereiro de 2010
Reitoria RT-21/2010 Por proposta do Conselho Académico da Universidade do Minho, é homologado o Regulamento do Mestrado Integrado em Psicologia, anexo a este despacho. Universidade do Minho, 24 de Fevereiro
REGULAMENTO DO CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTE AO GRAU DE MESTRE EM DESIGN GRÁFICO E PROJECTOS EDITORIAIS
REGULAMENTO DO CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTE AO GRAU DE MESTRE EM DESIGN GRÁFICO E PROJECTOS EDITORIAIS Artigo 1º Criação 1- A Universidade do Porto (UP), através da Faculdade de Belas Artes (FBAUP), confere
INSTITUTO SUPERIOR MIGUEL TORGA. Regulamento da Componente de Formação em Contexto de Trabalho dos Cursos de Especialização Tecnológica
INSTITUTO SUPERIOR MIGUEL TORGA Cursos de Especialização Tecnológica Regulamento da Componente de Formação em Contexto de Trabalho dos Cursos de Especialização Tecnológica A componente de formação em contexto
Artigo 1 Criação do Programa. Artigo 2 Órgãos de gestão do Programa
REGULAMENTO DO PROGRAMA DOUTORAL CONJUNTO EM ESTUDOS CULTURAIS DAS UNIVERSIDADES DE MINHO E AVEIRO Artigo 1 Criação do Programa As Universidades do Minho e Aveiro, designadas por Universidades, instituem
Regulamento do Estágio e Projecto Final de Curso
Regulamento do Estágio e Projecto Final de Curso 1. Introdução O presente regulamento refere-se ao Estágio e Projecto Individual, previsto nos planos curriculares dos cursos de licenciatura da Escola Superior
REGULAMENTO DE ESTÁGIO E PROJECTO DOS CURSOS MINISTRADOS NA ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA
REGULAMENTO DE ESTÁGIO E PROJECTO DOS CURSOS MINISTRADOS NA ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA (Aprovado na reunião de 1 de Março de 2005 e alterado nas reuniões de 14 de Fevereiro e 15 de Maio de 2007 da Comissão
EESTÁGIO PROFISSIONAL
CAPÍTULO I Artigo 1.º Regime aplicável 1. O presente regulamento refere-se aos procedimentos de regulação do Estágio do 1.º ano do ramo de Design, da licenciatura do Curso de Arte e Design da Escola Superior
REGULAMENTO DOS DOUTORAMENTOS DO ISEG
REGULAMENTO DOS DOUTORAMENTOS DO ISEG [Nos termos do artigo 38.º do Decreto-Lei n.º 74/2006 de 24 de Março (republicado pelo Decreto-Lei n.º 107/2008 de 25 de Junho e alterado pelo Decreto-Lei n.º 230/2009
REGULAMENTO DE ESTÁGIO
REGULAMENTO DE ESTÁGIO Mestrado em Ciências Económicas e Empresariais O Regulamento de Ciclo de Estudos Conducente ao Grau de Mestre da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, publicado no Diário
Instituto Politécnico da Guarda Escola Superior de Turismo e Hotelaria. Regulamento de Estágios CURSO DE GESTÃO HOTELEIRA REGULAMENTO
Instituto Politécnico da Guarda Escola Superior de Turismo e Hotelaria Regulamento de Estágios CURSO DE GESTÃO HOTELEIRA REGULAMENTO OBJECTIVOS DO ESTÁGIO CURRICULAR Os Estágios do Plano Curricular da
REGULAMENTO DO CONSELHO PEDAGÓGICO DA ESA/IPB
REGULAMENTO DO CONSELHO PEDAGÓGICO DA ESA/IPB SECÇÃO I Definições Artigo 1.º Objecto O presente Regulamento define as normas de organização e funcionamento do Conselho Pedagógico da Escola Superior Agrária
Regulamento da Unidade Curricular Estágio da licenciatura em Biologia e Biotecnologia
Regulamento da Unidade Curricular Estágio da licenciatura em Biologia e Biotecnologia Fevereiro de 2016 1 Índice Regulamento da Unidade Curricular Estágio... 3 Capítulo I... 3 Objetivo e Âmbito... 3 Objetivo...
NORMAS GERAIS DE AVALIAÇÃO
NORMAS GERAIS DE AVALIAÇÃO Preâmbulo Estas Normas Gerais de Avaliação têm como objectivo enquadrar o funcionamento das diferentes Unidades Curriculares 1 dos cursos de Licenciatura, Mestrado 2 e Mestrado
REGULAMENTO DO PROGRAMA DE DOUTORAMENTO EM ENGENHARIA CIVIL (PRODEC)
REGULAMENTO DO PROGRAMA DE DOUTORAMENTO EM ENGENHARIA CIVIL (PRODEC) Objectivos Como definido no Decreto-Lei nº 74/2006, o grau de doutor é conferido aos que demonstrem: Capacidade de compreensão sistemática
Regulamento de Estágios CET- Cursos Especialização Tecnológica
Regulamento de Estágios CET- Cursos Especialização Tecnológica A Objectivos dos Estágios 1) Os Estágios que integram a componente de formação em contexto de trabalho dos Cursos de Especialização Tecnológica
Artigo 1º Natureza da Unidade Curricular
REGULAMENTO DE REALIZAÇÃO E AVALIAÇÃO DA UNIDADE CURRICULAR DE PROJECTO APLICADO DAS LICENCIATURAS em ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, CONTABILIDADE E FISCALIDADE e GESTÃO DE EMPRESAS Artigo 1º Natureza da Unidade
Regulamento do Curso de Mestrado em Educação 1
Regulamento do Curso de Mestrado em Educação 1 A. Condições de matrícula e inscrição Os candidatos à frequência do curso de mestrado que tenham sido seleccionados deverão formalizar a matrícula e a inscrição,
PROPOSTA DE. Regulamento de funcionamento da unidade curricular de Projeto Final, do 1º ciclo em Artes e Multimédia
PROPOSTA DE Regulamento de funcionamento da unidade curricular de Projeto Final, do 1º ciclo em Artes e Multimédia Artigo 1º Projeto Final integrado no plano curricular De acordo com o disposto no Aviso
Regulamento de Mobilidade Internacional de Estudantes do Instituto de Estudos Políticos. I. Disposições Gerais. Artigo 1º.
Regulamento de Mobilidade Internacional de Estudantes do Instituto de Estudos Políticos I. Disposições Gerais Artigo 1º (Objecto) 1. O presente Regulamento rege a mobilidade internacional de estudantes
REGULAMENTO ESPECÍFICO DE AVALIAÇÃO DE DISCENTES DA FEUP
REGULAMENTO ESPECÍFICO DE AVALIAÇÃO DE DISCENTES DA FEUP PREÂMBULO Este documento tem por objetivo regulamentar o modo de avaliação das unidades curriculares dos primeiros ciclos, dos ciclos de estudos
Regulamento do Trabalho Final dos Mestrados da Faculdade de Economia e Gestão da Universidade Católica Portuguesa Capítulo 1. Disposições Gerais
Regulamento do Trabalho Final dos Mestrados da Faculdade de Economia e Gestão da Universidade Católica Portuguesa Capítulo 1 Disposições Gerais Artigo 1º Enquadramento, âmbito de aplicação e objectivo
Regulamento da Unidade Curricular de Estágio (Formação em Contexto de Trabalho) dos Cursos Técnicos Superiores Profissionais (CTesP)
Regulamento da Unidade Curricular de Estágio (Formação em Contexto de Trabalho) dos Cursos Técnicos Superiores Profissionais (CTesP) Página 1 de 7 CAPÍTULO I Conceitos, objetivo e âmbito Artigo 1º Conceitos
REGULAMENTO ESPECÍFICO DA PRÁTICA SIMULADA DOS CURSOS VOCACIONAIS (9º ANO)
Escola Profissional de Tecnologia e Eletrónica ESPECÍFICO DA PRÁTICA SIMULADA DOS CURSOS VOCACIONAIS (9º ANO) Rua António Silva Marinho, 117. 4100-064. PORTO Tel. 22 610 6 1 94 / 5. Fax: 22 610 61 96 E-mail:
INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM Escola Superior Agrária de Santarém
REGULAMENTO DO PROJECTO EM AMBIENTE DE TRABALHO DO CURSO EM QUALIDADE ALIMENTAR E NUTRIÇÃO HUMANA 2017-2018 Projecto é uma unidade curricular obrigatória do 6º semestre do curso de Qualidade Alimentar
REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO EM ENGENHARIA INFORMÁTICA PELA FACULDADE DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE DO PORTO. Cláusula 1ª. Área de especialização
REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO EM ENGENHARIA INFORMÁTICA PELA FACULDADE DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE DO PORTO Cláusula 1ª Área de especialização A Universidade do Porto, através da Faculdade de Engenharia,
REGULAMENTO DE BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA. CAPÍTULO I Disposições Gerais. Artigo 1º Âmbito
I N S T I T U T O D E E N G E N H A R I A B I O M É D I C A REGULAMENTO DE BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA CAPÍTULO I Disposições Gerais Artigo 1º Âmbito O presente regulamento, aprovado pela Fundação
Regulamento do Trabalho Final dos Mestrados da Faculdade de Economia e Gestão da Universidade Católica Portuguesa Capítulo 1 Disposições Gerais
Regulamento do Trabalho Final dos Mestrados da Faculdade de Economia e Gestão da Universidade Católica Portuguesa Capítulo 1 Disposições Gerais Artigo 1º Enquadramento, âmbito de aplicação e objectivo
MESTRADOS. Artigo 1.º Criação A Escola Superior de Comunicação Social confere o grau de Mestre em Gestão Estratégica das Relações Públicas.
MESTRADOS REGIME DE FREQUÊNCIA E AVALIAÇÃO GESTÃO ESTRATÉGICA DAS RELAÇÕES PÚBLICAS Artigo 1.º Criação A Escola Superior de Comunicação Social confere o grau de Mestre em Gestão Estratégica das Relações
Regulamento da Prova de Aptidão Profissional (PAP)
ESCOLA SECUNDÁRIA D. MANUEL I 7800-478 BEJA Regulamento da Prova de Aptidão Profissional (PAP) CURSOS PROFISSIONAIS Artigo 1.º Enquadramento Legal O Decreto-Lei nº 74/2004, de 26 de Março, rectificado
Universidade do Minho Universidade do Porto- Faculdade de Ciências
Universidade do Minho Universidade do Porto- Faculdade de Ciências PROPOSTA DE REGULAMENTO DO CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTES AO GRAU DE MESTRE EM Tecnologia, Ciência e Segurança Alimentar Artigo 1º Concessão
REGULAMENTO DA UNIDADE CURRICULAR DE PROJETO
REGULAMENTO DA UNIDADE CURRICULAR DE PROJETO DAS LICENCIATURAS EM Design de Moda e Têxtil, Design de Interiores e Equipamento Design de Comunicação e Produção Audiovisual Reg.ESART.TC.03.01 Página 1 de
UNIVERSIDADE FEDERAL DO OESTE DO PARÁ - UFOPA INSTITUTO DE ENGENHARIAS E GEOCIÊNCIAS CURSO DE BACHARELADO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DO OESTE DO PARÁ - UFOPA INSTITUTO DE ENGENHARIAS E GEOCIÊNCIAS CURSO DE BACHARELADO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO RESOLUÇÃO COLEGIADO DO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO 01 / 2014 - DE 10
REGULAMENTO DE ESTÁGIOS NA COMISSÃO DO MERCADO DE CAPITAIS
REGULAMENTO DE ESTÁGIOS NA COMISSÃO DO MERCADO DE CAPITAIS ÍNDICE Artigo 1.º... 4 (Objecto)... 4 Artigo 2.º... 4 (Âmbito)... 4 Artigo 3.º... 4 (Definições)... 4 Artigo 4.º... 5 (Objectivos dos estágios)...
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO PÚBLICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO PÚBLICA RESOLUÇÃO CSTGP Nº 01/2015 Regulamenta o Trabalho de Conclusão de Curso do Curso Superior
REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DAS APRENDIZAGENS. Aprovado na 65ª reunião do Conselho Pedagógico da ESTBarreiro/IPS de 15 de setembro de 2017.
REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DAS APRENDIZAGENS Aprovado na 65ª reunião do Conselho Pedagógico da ESTBarreiro/IPS de 15 de setembro de 2017. 2017 ÍNDICE Artigo 1.º Âmbito...1 Artigo 2.º Conceitos...1 Artigo
ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO D. MANUEL I REGULAMENTO DA PROVA DE APTIDÃO PROFISSIONAL (PAP) DOS CURSOS PROFISSIONAIS. Artigo 1.º Enquadramento Legal
DIREÇÃO GERAL DOS ESTABELECIMENTOS ESCOLARES AGRUPAMENTO DE ESCOLAS Nº 2 DE BEJA ESCOLA SEDE: ESCOLA SECUNDÁRIA D. MANUEL I, BEJA ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO D. MANUEL I REGULAMENTO DA PROVA DE APTIDÃO
REGULAMENTO DOS CURSOS TÉCNICOS SUPERIORES PROFISSIONAIS NO INSTITUTO SUPERIOR POLITÉCNICO DO OESTE
REGULAMENTO DOS CURSOS TÉCNICOS SUPERIORES PROFISSIONAIS NO INSTITUTO SUPERIOR POLITÉCNICO DO OESTE (Nos termos do Decreto-Lei n.º 74/2006, de 24 de março na redação dada pelo Decreto-Lei n.º 63/2016,
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS PINTOR JOSÉ DE BRITO EB 2,3/S DE PINTOR JOSÉ DE BRITO
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS PINTOR JOSÉ DE BRITO EB 2,3/S DE PINTOR JOSÉ DE BRITO C U RSOS P R O FI SSIONAI S R E GU L AMEN T O DA FORM AÇÃO EM CONTEXTO DE TRABALHO Artigo 1.º Âmbito e definição 1. A Formação
Colégio de Especialidade de Indústria Farmacêutica. Normas para Atribuição do Título de Especialista em Indústria Farmacêutica
Colégio de Especialidade de Indústria Farmacêutica Normas para Atribuição do Título de Especialista em Indústria Farmacêutica xx de xxxxxxxx de 2018 SECÇÃO I Disposições Gerais Artigo 1.º 1. É da competência
Reitoria. Universidade do Minho, 27 de julho de 2017.
Reitoria Despacho RT - 44/2017 Ao abrigo do disposto no artigo 37.º, número 1, alínea s) e no artigo 54.º, número 2, alínea d) dos Estatutos da Universidade do Minho, homologados pelo Despacho Normativo
REGULAMENTO INTERNO DA FORMAÇÃO EM CONTEXTO DE TRABALHO 2018/19
REGULAMENTO INTERNO DA FORMAÇÃO EM CONTEXTO DE TRABALHO 2018/19 1 Artigo 1º (Âmbito e Definição) O presente regulamento tem por base a Portaria nº74-a/2013, de 15 de Fevereiro (artigos 3º e 4º), na sua
FACULDADE ESTADUAL DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS DE APUCARANA REGULAMENTO DE MONOGRAFIAS DO CURRÍCULO DO CURSO DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS DA FECEA
FACULDADE ESTADUAL DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS DE APUCARANA REGULAMENTO DE MONOGRAFIAS DO CURRÍCULO DO CURSO DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS DA FECEA (Aprovado pelo Departamento de Economia através da reunião extraordinária
REGRAS DE FUNCIONAMENTO DO PROJETO/ESTÁGIO DA LICENCIATURA EM ENGENHARIA ELETROTÉCNICA E DE COMPUTADORES
REGRAS DE FUNCIONAMENTO DO PROJETO/ESTÁGIO DA LICENCIATURA EM ENGENHARIA ELETROTÉCNICA E DE COMPUTADORES PREÂMBULO A unidade curricular de Projeto/Estágio, do 3º ano da Licenciatura em Engenharia Eletrotécnica
REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR DOS CURSOS TÉCNICOS SUPERIORES PROFISSIONAIS. Artigo 1.º Âmbito. Artigo 2.º Definição e Objetivos
REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR DOS CURSOS TÉCNICOS SUPERIORES PROFISSIONAIS Artigo 1.º Âmbito O presente regulamento fixa as normas gerais relativas ao funcionamento da componente de formação prática
REGULAMENTO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE ALAGOAS - UNEAL
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO - SEDUC REGULAMENTO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) DA Esta Resolução foi publicada no Diário Oficial do Estado de Alagoas no dia 07 de março de 2019. CONSELHO
