SISTEMA BRASILEIRO DE TELEVISÃO DIGITAL
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- Sérgio Arthur Figueiredo Bergmann
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1 SISTEMA BRASILEIRO DE TELEVISÃO DIGITAL Questões Centrais Manoel Rangel, Diretor da Agência Nacional do Cinema.
2 Esta apresentação: De que maneira a tecnologia deve ser ponderada na decisão? O uso do espectro eletromagnético com a questão central do SBTVD A transição das atividades televisivas relacionadas à indústria audiovisual Os modelos de exploração e os impactos para o desenvolvimento da indústria audiovisual brasileira Por uma política pública de desenvolvimento da indústria audiovisual brasileira
3 O cerne do projeto SBTVD não é o sistema tecnológico a ser adotado Tecnologias desenvolvidas no Brasil deixam os três sistemas homologados pela UIT muitos próximos entre si Todos os sistemas para TV digital atendem satisfatoriamente aos requisitos técnicos do Decreto do SBTVD (n 4.901, de 2003)
4 De que maneira a tecnologia deve ser ponderada na decisão? Brasil deve optar por sistema tecnológico que apresente adequada ponderação de fatores, tais como: Autonomia tecnológica Custo de aquisição e manutenção Produção nacional Escolha do sistema tecnológico não é responsável por limitações na forma de explorar o serviço (modelo de negócios)
5 Questão central do projeto SBTVD: o uso do espectro eletromagnético Espectro eletromagnético é um bem público, escasso, de elevado valor econômico Qual uso se fará do espectro com a TV digital? Quem passa a ter acesso ao espectro de TV? Quais serviços serão explorados e por quem? Quais condições o Estado determinará para o a exploração dos diversos serviços associados à TV digital. Qual arranjo regulatório para a implantação da TV digital responderá às questões acima?
6 A questão central: apresentando o problema Cada canal de televisão ocupa 6 MHz do espectro de radiofreqüência Cada canal de 6 MHz comporta a transmissão de 1 programação analógica ou a transmissão de até 8 programações digitais 63 novos canais, ocupando cada um 6 MHz, serão alocados para a TV Digital Em tese, até 504 programações poderão ser transmitidas em cada localidade
7 A questão central: apresentando o problema Figura 1 prioridade à definição padrão Todas as programações em definição padrão (SDTV), compressão de vídeo MPEG4 63 canais de 6 MHz x 8 programações = 504 novas programações
8 A questão central: apresentando o problema Figura 2 prioridade para a alta definição Alta definição (HDTV) e definição padrão (SDTV), compressão de vídeo MPEG4 63 canais de 6 MHz x 1 programação HDTV = 63 novas programações em HDTV 63 canais de 6 MHZ x 4 programações SDTV = 252 novas programações em SDTV
9 TV digital: o deslocamento do paradigma Na televisão digital, não há mais sentido em se falar de canal de televisão Cada canal comporta várias programações e vários serviços Paradigma analógico dos CANAIS Paradigma digital das PROGRAMAÇÕES
10 A lógica econômica do modelo de exploração da TV aberta no mundo analógico Dois negócios distintos: Atividade de telecomunicações (radiodifusão) rede de telecomunicação, formada por geradoras, repetidoras, retransmissoras intensiva em capital atividade regulada pelo Estado (depende de concessão) Atividade da indústria audiovisual rede de negócios, envolvendo a programação, formada por afiliadas e cabeça-de-rede baseada na programação de conteúdos audiovisuais (próprios ou de terceiros) financiada por receitas publicitárias
11 A lógica econômica do negócio de TV aberta Dois negócios distintos: Atividade de telecomunicações (radiodifusão) Atividade da indústria audiovisual Dois negócios foram historicamente tratados como um único negócio, fruto de concessão pelo uso do espectro eletromagnético (6 MHz) A transmissão digital permite a separação entre negócios de produção, programação, distribuição de sinais e operação da rede de telecomunicações Separação entre distintas atividades implica redução dos custos de implantação, maior rapidez na cobertura do país, racionalidade no uso do espectro eletromagnético
12 Possibilidades do modelo de exploração da TV digital brasileira Operador(es) de rede, facilitando compartilhamento da infra-estrutura ente público ente(s) privado(s) Sem operador de rede atuais emissoras disporão integralmente dos 6 MHz emissoras disporão parte da capacidade dos 6 MHz para: unbundling: emissoras colocam no mercado, em termos isonômicos, a capacidade ociosa dos 6 MHz, para outros programadores must carry: emissoras obrigadas a carregar programação de interesse público
13 Possibilidades do modelo de exploração da TV digital brasileira Modelo híbrido : Algumas emissoras, com recursos financeiros, dispondo de 6 MHz com obrigações de unbundling e must carry, remunerando o Estado pelo uso privado da capacidade restante do espectro Operador de rede, do qual fariam uso: Redes públicas Emissoras/programadoras regionais comerciais Parte considerável da atuais retransmissoras (desafogando o espectro nas grande regiões metropolitanas) Políticas públicas para levar, rapidamente, as transmissões digitais para todo país
14 A transição das atividades televisivas relacionadas à indústria audiovisual
15 A transição das atividades televisivas relacionadas à indústria audiovisual Mudanças das atividades televisivas relacionadas às telecomunicações (radiodifusão) são fundamentais para o desenvolvimento da indústria audiovisual brasileira O paradigma digital das programações, em oposição ao paradigma dos canais, precisa ser contemplado
16 Indústria audiovisual e a transição da TV digital A indústria audiovisual brasileira frente ao mercado audiovisual mundial: Faturamento do mercado audiovisual em 2002 foi de cerca de 255 bilhões, apenas nos países desenvolvidos (dados do IDATE) Mercado audiovisual brasileiro de 2003, da ordem de US$ 3,8 bilhões (1 US$ = R$ 2,89) Em 2002 os dois maiores conglomerados mundiais de mídia, obtiveram faturamento superior a US$ 20 bilhões apenas com vendas de produtos audiovisuais. Todo o faturamento do mercado brasileiro é menor do que o faturamento da 18ª empresa mundial do setor audiovisual Programadoras estrangeiras de tv por assinatura (com apenas 4 milhões de assinantes) foram responsáveis, em 2005, pela remessa ao exterior do equivalente a R$ 475 milhões
17 Indústria audiovisual e a transição da TV digital Em relação à indústria audiovisual, 3 princípios básicos precisam guiar o processo de digitalização da TV aberta brasileira: Aumento da competição Maior diversidade de fontes de informação e entretenimento Soberania cultural e econômica brasileira
18 A importância do compartilhamento da infra-estrutura A existência do operador de rede seja no modelo puro ou no modelo híbrido é fundamental para maior competição e para a maior diversidade na TV aberta brasileira A ampliação das programações (do número de emissoras) criará maior demanda por conteúdos audiovisuais brasileiros
19 Uma política pública para o desenvolvimento da indústria audiovisual brasileira Deve contemplar: Oportunidades decorrentes da digitalização da TV aberta brasileira Abertura de novas concessões, de modo a criar mercado para conteúdos audiovisuais nacionais, resguardando a saúde financeira dos atuais grupos de radiodifusão Estímulo produção independente voltada para a produção televisiva, sem a qual a indústria audiovisual brasileira não terá competitividade sistêmica
20 Uma política pública para o desenvolvimento da indústria audiovisual brasileira Algumas iniciativas, em andamento, de promoção da produção independente: DocTV Política de descentralização de recursos das empresas estatais para projetos de produção audiovisual Projeto de lei, a ser enviado ao Congresso Nacional: Cria o Fundo Setorial do Audiovisual (cerca de R$ 35 milhões) Emissoras de TV poderão investir em co-produções de obras audiovisuais brasileiras de produção independente, parte do imposto de renda devido sobre a remessa de recursos enviados ao exterior derivados da exploração de conteúdos audiovisuais estrangeiros.
21 Sobre a posição do MinC a respeito da TV digital brasileira:
22 Obrigado pela atenção 22
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