RADIOCOMUNIÇÃO EM VHF NOVA CANALIZAÇÃO
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- Giovana Palhares Castel-Branco
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1 RADIOCOMUNIÇÃO EM VHF NOVA CANALIZAÇÃO 1. ESPECTRO DE RADIOFREQUÊNCIAS O espectro radioelétrico ou de radiofrequências é uma riqueza da humanidade. Sua exploração de forma disciplinada permite o estabelecimento dos canais de comunicações essenciais à sociedade moderna. De outra forma, haveria o desperdício desse bem, com graves prejuízos aos serviços vitais, como as comunicações para os transportes marítimos e aéreos. Também não haveria um ambiente adequado para o desenvolvimento da indústria de telecomunicações e a construção de equipamentos provavelmente seria limitada e artesanal. Uma importante característica do espectro radioelétrico é sua capacidade limitada de ocupação. Em outras palavras, é um bem exaurível. Uma vez que os limites inferior e superior do espectro são conhecidos e que cada canal de comunicação ocupa certa largura dentro do espectro, só é possível se obter mais canais de comunicação com a redução da largura de cada canal e/ou com aumento do compartilhamento de canais entre diferentes usuários. Contudo, essas providências dependem do desenvolvimento de novas tecnologias de modulação e transmissão. 2. REGULAMENTAÇÃO NO PLANO INTERNACIONAL O órgão responsável pela gestão do espectro de radiofrequências em nível mundial é a União Internacional de Telecomunicações UIT, cuja estrutura e funcionamento se baseia no princípio da cooperação entre governos e setores privados para a coordenação da exploração das redes e serviços de telecomunicações e promover o desenvolvimento da tecnologia nessa área. Seus membros são as instituições políticas e de regulamentação em telecomunicações, operadoras de redes, fabricantes de equipamentos, desenvolvedores e integradores de soluções, organizações regionais de normalização e instituições financeiras.
2 Atribuição de radiofrequências é o processo pelo qual a UIT identifica uma faixa de frequências como apropriada para um serviço em particular. As atribuições são decididas nas Conferências Mundiais de Radiocomunicação, conhecidas pela sigla WRC (World Radiocommunication Conferences) e registradas na tabela de atribuição de frequência do Regulamento de Radiocomunicação da UIT. Uma vez adotadas, essas atribuições são seguidas pelos países membros da UIT. Essas conferências acontecem a cada dois ou três anos. A tabela de atribuição de frequência abrange mais de quarenta serviços de radiocomunicação. Os principais estão relacionados no quadro a seguir. Principais serviços de radiocomunicação Móvel Móvel Marítimo Móvel Aeronáutico Móvel Terrestre Fixo Fixo Aeronáutico Radionavegação Radionavegação Marítima Radionavegação Aeronáutica Radiolocalização Radiodifusão Radioamador Radioastronomia Operação Espacial Pesquisa Espacial Frequência Espacial Frequência Padrão / Sinais Horários Entre Satélites Exploração da Terra por Satélite Radiodeterminação por Satélite Auxílio à Meteorologia Meteorologia por Satélite Fonte: Teleco. A UIT dividiu o mundo em três regiões e para cada uma delas existe uma atribuição de frequências distinta. A Região 1 corresponde à Europa e parte da Ásia. A Região 2 corresponde às Américas. A Região 3 corresponde à Oceania e ao restante da Ásia. A figura abaixo demonstra essa divisão.
3 Mapa das regiões definidas pela UIT A parte sombreada representa a Zona Tropical Fonte: UIT. Regulamento de Radiocomunicações. Cap. II. Art. 5. Genebra: UIT, 1968 O agrupamento de países em cada região tem influência direta nos mercados de telecomunicações, em decorrência do compartilhamento das mesmas atribuições de frequências. Por exemplo, nas redes de radiocomunicação privada do Brasil, há predominância de equipamentos de fabricação norte-americana. Os sistemas europeus encontram mais dificuldades de mercado no Brasil para esse tipo de serviço justamente pela diferença de região. A UIT permite desvios em relação às atribuições originais, por parte dos órgãos reguladores dos países membros, os quais devem ser registrados em notas anexas à tabela. As atribuições ainda são classificadas como de caráter primário ou de caráter secundário. As atribuições de caráter primário prevêem o direito à proteção contra interferências prejudiciais, enquanto que as de caráter secundário não prevêem esse direito. O direito à proteção contra interferências prejudiciais deve ser assegurado pelos órgãos reguladores de cada país, através de seus setores de fiscalização. No Brasil, esse papel cabe à ANATEL.
4 3. REGULAMENTAÇÃO NO BRASIL As normas, os padrões e as atribuições das diversas faixas de frequências estabelecidos no plano internacional têm apenas função balizadora para as políticas nacionais dos países que integram a UIT; portanto, não são suficientes à ocupação ordenada e eficiente do espectro. É necessário que cada país faça o detalhamento das atribuições de frequências e estabeleça regras para a ocupação do espectro, de acordo com as necessidades e políticas locais, através de uma legislação específica e com a gestão de um órgão regulador. No Brasil, o órgão regulador das telecomunicações é a Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL, vinculada ao Ministério das Comunicações e sediada no Distrito Federal. A administração do espectro de radiofrequências no Brasil é uma das principais atividades da ANATEL, a qual inclui, dentre outros aspectos, estabelecer o plano de atribuição, destinação e distribuição de frequências, expedir normas de canalização, expedir atos de outorga ou de extinção de autorização de uso de frequências, controlar a ocupação dos canais, estabelecer e cobrar as taxas e preços decorrentes do uso de frequências e monitorar o espectro. 4. CANALIZAÇÃO DAS RADIOFREQUÊNCIAS Para que as diversas faixas do espectro de frequências possam ser utilizadas de forma racional, faz-se necessária sua divisão em segmentos menores. Cada segmento do espectro, que corresponde a uma os mais frequências necessárias para um único processo de telecomunicação, é chamado canal. Para cada canal devem ser designados os valores das frequências centrais correspondentes, em Hz, assim como a largura de banda que pode ser ocupada e as características técnicas que devem ser observadas na transmissão. As frequências em VHF, utilizadas em grande parte das comunicações privadas de rádio, foram canalizadas pela Norma Técnica de Canalização da
5 Faixa de MHz, aprovada pela Portaria nº 989, de 30 de agosto de 1974, do Ministério das Comunicações. Dentre outros aspectos, a citada norma estabelecia a largura de 20 khz por canal e que o uso de frequências deveria ser previamente autorizado, mediante projeto técnico confeccionado de acordo com as normas vigentes. A grande ocupação e consequente esgotamento dos canais da faixa VHF, especialmente nas regiões metropolitanas e cercanias, levaram a ANATEL a editar o novo regulamento sobre canalização e condições de uso de radiofrequências na faixa de 148 MHz a 174 MHz, por meio da Resolução nº 523, de 15 de dezembro de A principal mudança desse novo regulamento consiste na redução da largura de algumas subfaixas de canais destinados à operação duplex (redes com estações repetidoras), de 20 khz para 12,5 khz, com consequente reposicionamento das frequências centrais dos canais. O referido regulamento prevê ainda que os novos pedidos de autorização para uso de radiofrequências já devem ser elaborados na nova canalização, ficando vedadas novas autorizações na antiga canalização. De acordo com as disposições transitórias do regulamento já citado, os usuários devidamente licenciados na canalização antiga, por ocasião de renovação da outorga de autorização, poderão manter os canais antigos, desde que não haja nenhuma modificação na rede de rádio. Entretanto, deverão adequar suas redes para a nova sistemática até as datas abaixo, para que continuem operando em caráter primário, ou seja, com direito a proteção contra interferências prejudiciais. A partir dessas datas, os usuários dos canais antigos automaticamente passarão a operar em caráter secundário, ou seja, sem o direito citado. Uma consequência direta para um usuário que passa a operar em caráter secundário é que será obrigado a sair da sua frequência assim que surgir outro usuário na mesma área de cobertura, com licença para operar na nova canalização, cuja frequência tenha alguma interseção com a frequência antiga, resultando em interferências mútuas. A obrigação de resolver qualquer
6 conflito entre um usuário operando em caráter primário e outro operando em secundário é sempre deste último. A figura abaixo ilustra a situação descrita acima, supondo-se um usuário na frequência 166,250 MHz (canalização antiga) em conflito com outro usuário nas frequências 166,24375 ou 166,25625 MHz (canalização nova). A parte hachurada corresponde à região de interferência entre as canalizações nova e antiga. As datas limites para migração dos sistemas para a nova canalização, para garantir operação em caráter primário, são: Até 31/12/2009: 165,610 a 167,390 e 170,210 a 173,800 MHz Até 31/12/2010: 167,410 a 169,190 e 171,990 a 173,790 MHz Até 31/12/2011: 157,450 a 158,430 e 162,050 a 163,030 MHz Até 31/12/2012: 158,450 a 159,390 e 163,050 a 163,990 MHz O novo regulamento manteve o espaçamento de 20 khz para todos os canais simplex (mesma frequência é usada para transmitir e receber) e para os canais duplex situados nas sub-faixas de 148,000 a 148,400 (transmissão) e 152,600 a 153,000 MHz (recepção); 149,000 a 149,900 (transmissão) e 153,600 a 154,500 MHz (recepção); e 164,600 a 165,600 (transmissão) e 169,20 a 170,20 MHz (recepção). Portanto, sistemas que já operam nas citadas faixas não precisam migrar para outras frequências.
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