GUIA DE PROCEDIMENTOS E GESTÃO DE VOLUNTARIADO
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- Vítor Gabriel Espírito Santo Peixoto
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1 GUIA DE PROCEDIMENTOS E GESTÃO DE VOLUNTARIADO
2 NOTA PRÉVIA O presente guia pretende ser um instrumento prático e acessível que regule e facilite o acolhimento e gestão de voluntári@s no seio da ACM/YMCA de Setúbal. É resultado de informação disponibilizada no âmbito da Acção de Sensibilização sobre Voluntariado (CMS - Plataforma do Voluntariado, Janeiro de 2001) e da Formação sobre Voluntariado (III FFD - Caritas Diocesana de Setúbal, Março e Abril de 2011), bem como testemunhos e partilha de boas práticas (III FFD - Tertúlias para Técnic@s sobre Voluntariado; III FFD Voluntariado Versus Voluntário: que Motivações); de dinâmicas de experimentação do voluntariado (ACM/YMCA CC, ), como de materiais fornecidos pela CMS na Plataforma do Voluntariado, bibliografia e links consultados. ENQUADRAMENTO BREVE O voluntariado esteve, desde sempre, presente nas sociedades, sendo no passado exercido de forma isolada e esporádica, através de acções de amizade e de boa vizinhança. Hoje em dia, tem um espaço próprio de actuação e assume-se como uma importante forma de intervenção social; meio de integração e inclusão social que contribui para uma sociedade coesa, criando laços de confiança e solidariedade. O voluntariado fornece oportunidades de aprendizagem formais e informais, e por isso é um instrumento crucial na estratégia de aprendizagem ao longo da vida. Pode ser potenciador para as pessoas adquirem e desenvolverem competências como a liderança, comunicação e organização, estendendo assim as suas redes sociais, e podendo no futuro moverem-se para trabalhos remunerados. Hoje em dia, para muitas pessoas o voluntariado não é um compromisso para mudar o mundo, mas sim uma busca de sentido para a vida. (Rodriguez, J.) 2
3 VOLUNTARIADO É o conjunto de acções de interesse social e comunitário, realizadas de forma desinteressada por pessoas, no âmbito de projectos, programas e outras formas de intervenção ao serviço dos indivíduos, das famílias e da comunidade, desenvolvidos sem fins lucrativos por entidades públicas ou privadas. Não são abrangidas pela presente lei 1 as actuações que, embora desinteressadas, tenham um carácter isolado e esporádico ou sejam determinadas por razões familiares, de amizade e boa vizinhança. ( Art.º 2.º da Lei n.º 71/98, de 3 de Novembro) É um compromisso, não remunerado, através de uma acção concreta, continuada e enquadrada, com base na tomada de consciência das desigualdades e diferenças que, enriquecendo e aprofundando as referências e valores de cada um, conduz a uma participação activa com os indivíduos e a sociedade, tornando-se uma forma de estar. (in ISU) Assenta nos princípios da LIBERDADE, igualdade e pluralismo no exercício de uma cidadania activa; RESPONSABILIDADE, pelas actividades que desenvolve com os destinatários; PARTICIPAÇÃO, nas actividades a desenvolver pela organização promotora na aplicação do Programa de Voluntariado; GRATUITIDADE, no exercício da actividade, mas sem ser onerado com as despesas dele decorrente; COMPLEMENTARIDADE, com a actividade dos profissionais, sem os substituir; CONVERGÊNCIA, e harmonização com os interesses dos destinatários da acção e com a cultura e valores das organizações promotoras. DIREITOS E DEVERES Tod@ e qualquer voluntári@ Pessoa que forma livre, desinteressada e responsável, compromete-se com a organização promotora de voluntariado, de acordo com as suas aptidões e no seu tempo livre, à realização de acções de voluntariado, sem fins lucrativos, no âmbito de programas e projectos. (in PV) está sujeit@ a um conjunto de direitos e de deveres. 1 Legislação base: Decreto-Lei n.º 198/96 de 17 de Outubro; Lei n.º 71/98 de 3 de Novembro; Decreto-lei n.º 389/99 de 30 de Setembro; Resolução CM nº 50/2000 de 30 de Março; Lei n.º 13/2004 de 14 de Abril; Decreto-lei n.º 176/2005 de 25 de Outubro; Despacho n.º 4456/SEAE/2005 de 1 de Março. 3
4 - Direitos - Ter acesso a programas de formação inicial e contínua, tendo em vista o aperfeiçoamento do seu trabalho voluntário; Dispor de um cartão de identificação de Voluntári@; Enquadrar-se no regime do seguro social voluntário, caso não esteja abrangid@ por um regime obrigatório de segurança social; Exercer o trabalho voluntário em condições de higiene e segurança; Faltar justificadamente, se empregad@, quando convocad@ pela entidade promotora, em caso de missões urgentes, situações de emergência, calamidade pública ou equiparadas; Receber as indemnizações, subsídios e pensões, bem como outras regalias previstas na lei, em caso de acidente ou doença contraída no exercício do trabalho voluntário; Estabelecer com a entidade promotora um programa de voluntariado que regule as suas relações mútuas e o conteúdo, natureza e duração do trabalho voluntário que vai realizar; Ser ouvido na preparação das decisões da entidade promotora que afectem o desenvolvimento do seu trabalho voluntário; Beneficiar de um regime especial de utilização de transportes públicos; Ser reembolsad@ das importâncias despendidas no exercício de uma actividade programada pela entidade promotora, desde que inadiáveis e devidamente justificadas, dentro dos limites estabelecidos; As faltas justificadas previstas na alínea e) contam como tempo de serviço efectivo e não podem implicar perda de direitos e regalias; A qualidade de Voluntári@ é compatível com a de associad@, de membro dos corpos sociais e de beneficiári@ da entidade promotora onde exerce voluntariado. 4
5 - Deveres - Respeitar os princípios deontológicos por que se rege a actividade que realiza; Observar as normas que regulam o funcionamento da entidade promotora e dos respectivos programas ou projectos; Actuar de forma diligente, isenta e solidária; Participar nos programas de formação destinados aos/às voluntári@s; Zelar pela boa utilização dos recursos e dos bens, equipamentos e utensílios postos ao seu dispor; Colaborar com os profissionais da entidade promotora, respeitando as suas opções e seguindo as suas orientações técnicas; Não assumir o papel de representante da entidade promotora sem o conhecimento e prévia autorização desta; Garantir a regularidade do exercício do trabalho voluntário de acordo com o programa acordado com a entidade promotora; Utilizar devidamente a identificação como Voluntári@ no exercício da sua actividade de voluntariado. De igual modo, toda e qualquer entidade que acolhe voluntári@s tem, de direitos e deveres. - Direitos da Instituição Instituir regras de Regulamento Interno para o acolhimento de voluntários nas suas instalações; Seleccionar o voluntário adequado à actividade; Solicitar assinatura do voluntário no Termo de Adesão; Contar voluntári@ no dia e horário estabelecidos; Avaliar o desempenho d@ voluntári@; 5
6 Terminar com a colaboração voluntária, quando esta deixar de atender ou não mais se adequar às necessidades da Instituição. - Deveres da Instituição - Oferecer estrutura para realização da actividade voluntária; Avaliar periodicamente as tarefas d@ voluntári@; Manter o canal de comunicação voluntári@ sempre claro e actualizado; Estabelecer postura adequada às normas da instituição; Orientar, treinar e acompanhar o serviço desenvolvido pel@ voluntári@; Organizar as tarefas e os recursos; Proporcionar troca de experiências e estímulo ao serviço voluntário; Respeitar as individualidades, como profissional e cidadão; Valorizar, incentivar e reconhecer a participação d@s voluntári@s. ETAPAS DE INTEGRAÇÃO 1. SELECÇÃO E ENQUADRAMENTO 1.1. Manifestação de interesse/preenchimento de ficha de proponente a voluntári@ chega à instituição encaminhado pela Plataforma do Voluntariado 2 da CMS, por meio de uma ficha de inscrição 3 em papel via CTT, ou por sua auto-determinação. 2 A ACM/YMCA integra a Plataforma do Voluntariado CMS desde À data (2011) são entidades integrantes da Plataforma do Voluntariado a ACM/YMCA, APPACDM, APACCF, CCSS, Serviço Municipal de Protecção Civil, sob mediação da CMS. 3 Vide Anexo n.º I. 6
7 No 1º candidat@ deverá ser contactad@ telefonicamente e marcada a entrevista inicial. No 2º caso, após manifestação de interesse deverá ser encaminhado Gestor/@ de voluntári@s para preenchimento da ficha de candidat@ a voluntári@ e marcação de entrevista Entrevista gestor/a de voluntári@s A entrevista inicial deverá ser feita pel@ gestor/a de voluntári@s e por um/a voluntári@ por ele/a nomead@ - sempre que possível, por questões de empatia e paridade com recurso a um guião de entrevista. 4 Deverá ser entregue o Guia de Acolhimento de Voluntariado 5 bem como informação elementar da instituição Entrevista coordenador/a da valência gestor/a de voluntári@s Havendo enquadramento institucional, isto é necessidade coordenador/a da Valência que a indicou será contactad@ e inquirid@ da manutenção da necessidade apresentada e, caso esta ainda se verifique, agendada entrevista candidat@. A entrevista deverá ser feita no local a integrar e com a presença se possível d@ gestor/a de voluntári@s. Deverá ser apresentado o respectivo Centro Urbano, a Valência e o Projecto a integrar, bem como definida a função e respectivas tarefas; o horário, a regularidade semanal, data de início e eventualmente terminus Ex: Programa de Verão 1 a 29 de Julho. Ainda deverá ser definido quem 4 Vide Anexo n.º II. 5 7
8 orientador/a ou supervisor/a - coordenador/a da valência ou alguém por este/a Havendo uma proposta inicial da parte coordenador/a 6 esta deverá ser discutida e redefinida proponente a voluntári@, de acordo a maximizar as suas competências e capacitação. Deverá ir sendo ajustada durante a colaboração Avaliação Inicial Após 24 horas de trabalho voluntário ou num período inferior definido mediante a duração da colaboração - deverá ser feita a avaliação inicial por parte d@ voluntári@, bem como pel@ orientador@ da instituição Assinatura do contrato de voluntariado Tendo sido a avaliação inicial positiva e ambas as partes querem dar continuidade à colaboração deverá ser celebrado o contrato de voluntariado 8. ADAPTAÇÃO E TREINAMENTO Deverá ser considerado um período de adaptação e treinamento adequados. Para voluntári@ precisará de: informações detalhadas; orientação e treinamento; experiências práticas com voluntári@s antig@s se possível - tempo para absorver a cultura organizacional. Ao/à supervisor/a cabe: estar disponível para responder perguntas; dar directrizes claras; mostrar apreço e reconhecimento. 6 O Anexo n.º, pode ser facilitador para a definição de tarefas. 7 Vide Anexo n.º 8 Vide anexo n.º 8
9 AVALIAÇÃO A avaliação deverá ser continuada, sendo feitos pontos da situação regulares voluntari@. Ainda assim, estabelecem-se dois momentos formais: avaliação intercalar e final. Caso o período de exercício de voluntariado o justifique deverá ser realizada uma avaliação intercalar, ao fim de 3 meses de exercício de trabalho voluntário ou num período ajustado à duração da colaboração. Não sendo relevante a mesma, por exemplo num plano de voluntariado de curta duração ex: Programa de Verão - deverá ser efectuada a avaliação final nos mesmos moldes que a avaliação inicial e com recurso ao mesmo instrumento. TERMINUS DA PARTICIPAÇÃO A avaliação final remata o fim da voluntári@ pode ser encaminhado para outro Projecto/Valência/Centro ou para outra Instituição parceira se assim o entender e se identificarem necessidades inerentes às suas competências e gostos. Deverá ser feito o ponto da situação gestor/a de voluntári@s. Nota: Uma das coisas difíceis de se aceitar é que a relação de serviço voluntário acaba. A sensação de perda de uma pessoa com a qual se convive há tanto tempo e o vislumbre da dificuldade de encontrar novo colaborador faz com que se tomem atitudes até certo ponto injustas com quem se está retirar o que faz com que ele/a se sinta mal por abandonar seu serviço. 9
10 A colaboração poderá terminar antes do estipulado. Quando um/a não se adapta ao Projecto, o melhor é ajudá-l@ a perceber isso de um modo objectivo, sugerindo outras organizações ou um tipo de serviço voluntário mais apropriado às suas capacidades. Outras razões poderão estar inerentes ao afastamento como motivos éticos e morais: divulgar informações confidenciais beneficiári@s, fazer uma ofensa grave a outr@s voluntári@s ou aos funcionári@s, tirar proveito da vulnerabilidade d@s beneficiári@s, etc. O desgaste natural da relação ou o término da actividade desempenhada também pode culminar com a suspensão provisória ou definitiva d@ voluntári@. Em todos os casos, mas principalmente neste, é importante que fique claro o motivo do afastamento, para a manutenção de uma boa relação e talvez até um possível retorno. Qualquer motivo alegado deve ser respeitado e aceite, considerando que tenha sido uma decisão madura e consciente. Nota: Contrato de voluntariado Sempre que no contrato não vem especificado o terminus do mesmo. Deverá ser contemplado um campo para este propósito. TERMINUS Data: Motivo: (Assinatura Responsável) (Assinatura do voluntário(a)) 10
11 ANEXOS ANEXO I - Ficha de Inscrição ANEXO II - Guião de Entrevista ANEXO III - Guia de Acolhimento PV ANEXO IV Modelo para Descritivo da função ANEXO V Ficha de Avaliação ANEXO VI Modelo para Descritivo da função ANEXO VIII - Contrato de Voluntariado ANEXO IV Regulamento Interno ANEXO I - Ficha de Inscrição 11
12 ANEXO II - Guião de Entrevista 12
13 LEGISLAÇÃO SOBRE VOLUNTARIADO Decreto-Lei n.º 198/96 de 17 de Outubro Lei n.º 71/98 de 3 de Novembro Decreto-lei n.º 389/99 de 30 de Setembro Resolução CM nº 50/2000 de 30 de Março Lei n.º 13/2004 de 14 de Abril Decreto-lei n.º 176/2005 de 25 de Outubro Despacho n.º 4456/SEAE/2005 de 1 de Março LINKS ÚTEIS ISU - Instituto de Solidariedade e Cooperação Universitário Endereço Web: CNPV - Conselho Nacional para a Promoção do Voluntariado Endereço Web: Plataforma ONGD Endereço Web: DADOS DO VOLUNTARIADO EM PORTUGAL Em Portugal 16% da população é voluntária, maioritariamente em Instituições Particulares de Solidariedade Social, Bombeiros Voluntários e/ou Associações Juvenis 25% são voluntários ocasionais 53% dedicam-se 5 a 10 horas por semana 54% têm uma profissão 19% são reformados 75% são voluntários para se sentirem úteis 70% são casados 16% têm cursos superiores 33% têm menos que o 2º ciclo Fonte: "Caracterização do Voluntariado em Portugal", (2002), Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, coordenação de Dra. Ana Nunes de Almeida e Dr. João Ferrão, Edição CNAIV. CONTACTOS ÚTEIS CÂMARA MUNICIPAL SETÚBAL DIVISÃO DE INCLUSÃO SOCIAL Rua Amílcar Cabral n.º Setúbal Telefone: Fax: [email protected] Horário de Funcionamento: 9h00 às 12h00 14h00 às 17h30 CÂMARA MUNICIPAL SETÚBAL GABINETE DA JUVENTUDE Rua Amílcar Cabral n.º Setúbal Telefone: /9 [email protected] Horário de Funcionamento: 9h00 às 12h00 14h00 às 17h30 GUIA DE ACOLHIMENTO Ficha Técnica Edição: Câmara Municipal de Setúbal - DISOC/GAJUVE Título: Guia de Acolhimento para o Voluntariado Coordenação Técnica: CMS - DISOC - Filipa Cardoso e Rui Alves Promoção e Divulgação: Elisa Pedradas Design Gráfico: Raquel Lopes Fontes: CNPV - Conselho Nacional para a Promoção do Voluntariado Endereço Web: ISU - Instituto de Solidariedade e Cooperação Universitário Endereço Web: 13
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15 NOTA PRÉVIA O Voluntariado esteve desde sempre presente nas sociedades. No passado era exercido de forma isolada e esporádica, através de acções de amizade e de boa vizinhança. Hoje em dia tem um espaço próprio de actuação e assume-se como uma importante forma de intervenção social O voluntariado assenta em princípioscomoasolidariedadeecidadania, contribuindo desta forma para um maior desenvolvimento das sociedades. Pretende-se que este guia constitua um elemento facilitador, através da disponibilização de um conjunto de informações que contribuam para o esclarecimento e sensibilização, numa perspectiva de construção de uma sociedade mais participativa, coesa e solidária. Esperamos que este guia constitua uma ajuda útil para todos. VOLUNTARIADO É um compromisso, não remunerado, através de uma acção concreta, continuada e enquadrada, com base na tomada de consciência das desigualdades e diferenças que, enriquecendo e aprofundando as referências e valores de cada um, conduz a uma participação activa com os indivíduos e a sociedade, tornando-se uma forma de estar (in ISU) É o conjunto de acções de interesse social e comunitário, realizadas de forma desinteressada, desenvolvidos sem fins lucrativos por entidades públicas ou privadas. Não são abrangidas pela presente Lei as actuações que, embora desinteressadas, tenham um carácter isolado e esporádico ou sejam determinadas por razões familiares, de amizade e de boa vizinhança. SER VOLUNTÁRIO É... De forma livre, desinteressada e responsável, comprometer-se com a organização promotora de voluntariado, de acordo com as suas aptidões e no seu tempo livre, à realização de acções de voluntariado, sem fins lucrativos, no âmbito de programas e projectos. PRINCÍPIOS DO VOLUNTARIADO LIBERDADE, igualdade e pluralismo no exercício de uma cidadania activa RESPONSABILIDADE, pelas actividades que desenvolve com os destinatários PARTICIPAÇÃO, nas actividades a desenvolver pela organização promotora na aplicação do Programa de Voluntariado GRATUITIDADE, no exercício da actividade, mas sem ser onerado com as despesas dele decorrente COMPLEMENTARIDADE, com a actividade dos profissionais, sem os substituir CONVERGÊNCIA, e harmonização com os interesses dos destinatários da acção e com a cultura e valores das organizações promotoras PODE SER VOLUNTÁRIO... Qualquer pessoa, independentemente das suas habilitações, religião, ou condição física. É importante ter em conta esses factores na escolha da área e instituição onde pretendem ser voluntários e adequa-los à acção a qual se comprometem. DIREITOS DO VOLUNTÁRIO A. Ter acesso a programas de formação inicial e contínua, tendo em vista o aperfeiçoamento do seu trabalho voluntário; B. Dispor de um cartão de identificação de Voluntário; C. Enquadrar-se no regime do seguro social voluntário, caso não esteja D. abrangido por um regime obrigatório de segurança social; E. Exercer o trabalho voluntário em condições de higiene e segurança; F. Faltar justificadamente, se empregado, quando convocado pela entidade G. promotora, em caso de missões urgentes, situações de emergência, calamidade H. pública ou equiparadas; I. Receber as indemnizações, subsídios e pensões, bem como outras regalias previstas na lei, em caso de acidente ou doença contraída no exercício do trabalho voluntário; J. Estabelecer com a entidade promotora um programa de voluntariado que regule as suas relações mútua se o conteúdo, natureza e duração do trabalho voluntário que vai realizar; K. Ser ouvido na preparação das decisões da entidade promotora que afectem o desenvolvimento do seu trabalho voluntário; L. Beneficiar de um regime especial de utilização de transportes públicos; M. Ser reembolsado das importâncias despendidas no exercício de uma actividade programada pela entidade promotora, desde que inadiáveis e devidamente justificadas, dentro dos limites estabelecidos; N. As faltas justificadas previstas na alínea e) contam como tempo de serviço efectivo e não podem implicar perda de direitos e regalias; O. A qualidade de Voluntário é compatível com a de associado,de membro dos corpos sociais e de beneficiário da entidade promotora onde exerce voluntariado. DEVERES DOS VOLUNTÁRIOS A. Respeitar os princípios deontológicos porque se rege a actividade que realiza; B. Observar as normas que regulam o funcionamento da entidade promotora e dos respectivos programas ou projectos; C. Actuar de forma diligente, isenta e solidária; D. Participar nos programas de formação destinados aos voluntários; E. Zelar pela boa utilização dos recursos e dos bens, equipamentos e utensílios postos ao seu dispor; F. Colaborar com os profissionais da entidade promotora,respeitando as suas opções e seguindo as suas orientações técnicas; G. G) Não assumir o papel de representante da entidade promotora sem o conhecimento e prévia autorização desta; H. Garantir a regularidade do exercício do trabalho voluntário de acordo com o programa acordado com a entidade promotora; I. Utilizar devidamente a identificação como Voluntário no exercício da sua actividade de voluntariado. AS ORGANIZAÇÕES PROMOTORAS DE VOLUNTARIADO SÃO... Entidades públicas da Administração Central, Regional ou local Pessoas colectivas de direito público ou privado legalmente constituídas Outras organizações socialmente reconhecidas COMO TORNAR-SE VOLUNTÁRIO 1. Antes de se tornar voluntário deve pensar: Qual a razão porque quer ser voluntário/a? O que espera dar e receber sendo voluntário/a? De quanto tempo dispõe? Qual o nível de responsabilidade que está disposto/a a assumir?; 2. Escolha a área de trabalho, com a qual se identifique e que acha que pode ser mais útil, tendo em conta as suas competências pessoais e profissionais; 3. Inscrições no Projecto de Voluntariado da Câmara Municipal de Setúbal, no site ou na Divisão de Inclusão Social ou no Gabinete da Juventude (ver Contactos Úteis) 4. Depois da pré-selecção, o voluntário terá direito a uma formação genérica; 5. Deve visitar a instituição que pretende ajudar e informar-se sobre tudo o que será preciso fazer, como a formação ou treino exigido pela instituição e quem vai ser o seu orientador ou coordenador. 15
16 ANEXO III DEFINIÇÃO DE TAREFAS ANEXO IV Ficha de Avaliação ANEXO V - Contrato de Voluntariado ANEXO IV Regulamento Interno ANEXO V Guia de Acolhimento PV ANEXO VI Modelo para Descritivo da função
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