FREGUESIA DE VIDIGUEIRA

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1 FREGUESIA DE

2 VILA DE FRADES SELMES PEDROGÃO

3 7 - FREGUESIA DE Vidigueira é a capital da freguesia e concelho do mesmo nome, cuja extensão ocupa uma área de 28,06 Km2, com uma população de 2973 habitantes segundo o censo de 2011 As primeiras referências históricas que sobre esta vila se conhecem datam como algures já referimos, do séc XIII, reinado de D Afonso III, sendo provável que a sua origem seja anterior O seu primeiro donatário terá sido Mestre Tomé, tesoureiro da Sé de Braga, fiel servidor do rei D Afonso III, passando por morte deste por vários senhorios, entre os quais D Dinis, D Nuno Álvares Pereira e muitos outros, estando a vila na posse da Casa de Bragança, quando D Manuel lhe concedeu foral a 1 de Junho de 1512 Sete anos depois, por carta passada em Évora a 29 de Dezembro de 1519, D Manuel concedeu a D Vasco da Gama, Almirante da Índia, o título de Conde da Vidigueira, o qual continuou nos seus descendentes até ao séc XX, havendo ainda um titular após a proclamação da República Os primeiros testemunhos de ocupação humana no território desta freguesia, foram registados e localizados por Manuel Carvalho, fotógrafo da Câmara Municipal de Vidigueira, que desenvolveu sob a orientação de Manuel Calado, alguns trabalhos de prospeção na Serra do Mendro e arredores, tendo identificado alguns vestígios de povoados fortificados, como é o caso de Falcato (Ficha de Sítio Nº 5-VD) situado no topo de uma elevação, sobranceira ao Barranco do Vale da Serra, junto ao marco geodésico, onde é possível visualizar alguns alinhamentos e amontoados de pedras de prováveis estruturas A densidade da vegetação impossibilitou a identificação de materiais cerâmicos e outros, que permitam contribuir para a sua classificação quer tipológica, quer cronológica Mais três locais por ele indicados foram visitados na sua companhia, nomeadamente, Mendro (Ficha de Sítio Nº12-VD), Pocilgos 1 (Ficha de Sítio Nº16-VD) e Portela dos Valentes (Ficha de Sítio Nº17-VD) cujos dados não permitem de momento mais do que o seu registo e localização em Carta Arqueológica O seu estudo por especialistas da Pré-História Recente e da Proto-História contribuirá certamente para o esclarecimento das questões relacionadas com a ocupação inicial e as formas de povoamento desta freguesia, cuja área territorial é de pequenas dimensões Dada a sua localização e densidade da sua vegetação, a Serra do Mendro terá sido desde cedo procurada para local de habitação, uma vez que, para além de constituir um considerável ponto estratégico de defesa, terá certamente albergado um grande número de espécies da fauna e da flora, que garantiam em abundância a subsistência humana A permanência de ocupação deste espaço territorial carece de momento de dados comprovativos, o que justifica o seu estudo mais aprofundado 230

4 Esta freguesia essencialmente agrícola, tendo a vinha como cultura predominante, foi ocupada na época romana, entre os séc I IV, períodos Alto e Baixo Imperiais, havendo a registar diversos sítios arqueológicos classificados como villa, casais, pequenos sítios, vestígios diversos, achados isolados e mancha de ocupação Para a Horta dos Pisões (Ficha de Sítio Nº11-VD) prospetada no âmbito dos trabalhos promovidos pela EDIA, mantivemos esta última classificação, usada pela equipa de trabalho no Estudo Preliminar de Impacte Ambiental do subsistema de rega do Alqueva- Bloco Baixo Alentejo A cronologia de ocupação romana tem experienciado nalguns casos, certas discordâncias resultantes do curso das várias investigações no terreno, havendo da parte dos arqueólogos algumas diferenças de datação, por vezes pouco significativas É o caso do casal romano estabelecido na Horta do Xabouco (Ficha de Sítio Nº 9-VD), ao qual Vasco Mantas e P Sillières atribuíram a data de ocupação entre os sécs II e IV, contestada por M Conceição Lopes, que a faz remontar ao séc I d C Uma sondagem que realizámos no local em Setembro de 1995 possibilitou-nos alterar a tipologia proposta por Vasco Mantas e P Sillières Estes autores encontraram elementos de construção, argamassas, tesselae de mosaico branco, fragmento de tijolo decorado, escórias e TS Cl A A nossa escavação permitiu verificar a existência de grandes quantidades de material desde o início do séc I e um pavimento de tijolo (1) Os pequenos sítios referenciados apresentam na sua maioria escassez de materiais, duvidando M Conceição Lopes em casos como, Santa Clara I (Ficha de Sítio Nº 21-VD) e Horta do Rabil (Ficha de Sítio Nº 8-VD), da sua utilização na época romana Não temos conhecimento até à data de referências de ocupação na Antiguidade Tardia e no período islâmico no espaço territorial da freguesia de Vidigueira, havendo a registar a existência de um antigo convento e de duas ermidas do período Medieval Cristão A fundação do antigo Convento de Nossa Senhora das Relíquias no final do séc XV, em 1496, encontra-se ligada à tradição popular de um milagre ocorrido perto da povoação de Vidigueira e grande parte da sua importância reside no facto de aí terem estado depositados os restos mortais de Vasco da Gama durante cerca de três séculos e meio Segundo os seus proprietários há a registar no local, grande abundância de espólio cerâmico do período Medieval Cristão Dignas de interesse são igualmente as ermidas de Santa Clara, construída em 1555 por D Francisco da Gama 2º Conde de Vidigueira, nas proximidades de um pequeno sítio romano e a consagrada a S Rafael, um pouco mais tardia, mandada edificar pelo 4º Conde da Casa de Vasco da Gama, D Francisco, para nela ser depositada a imagem do santo que acompanhou o ilustre Argonauta na sua viagem à Índia (1)- Id Ibid, pág

5 Na prospeção de terreno que realizámos nos anos de 2015/16 continuámos a constatar para além da escassez de materiais já apontada, alguma destruição de estruturas sobretudo motivadas pela plantação de vinhas Na freguesia de Vidigueira temos a registar algumas estações inéditas, que aguardam um estudo aprofundado, que permita a sua classificação tipológica e cronológica Todas as Fichas de Sítio se encontram por ordem alfabética, com numeração sequencial seguida das iniciais VD (Vidigueira) e CNS sempre que o mesmo se encontre atribuído 232

6 Ficha de Sítio Nº1-VD DESIGNAÇÃO: Cancelinha I Lugar: Horta da Cancelinha Tipo de Sítio: Villa Baixo-Império CMP 1:25000 folha nº: 499 Altitude: 190m Estado de conservação: Bom Uso do solo: Agrícola Proteção/Vigilância: Vedação Ameaças: Agricultura Numa área de dispersão de vestígios arqueológicos de cerca de 2500m2, encontram-se em abundância fragmentos de tegulae, tijolos, tijolos de coluna, TSClD e dolia Na prospeção efetuada pela equipa do Museu Municipal de Vidigueira, foram encontrados fragmentos de dolia, tegulae e ânfora Descrição do espólio: Tegulae, tijolos, tijolos de coluna, TSClD, dolia e ânfora Local de depósito: Museu Municipal de Vidigueira Bibliografia: ALARCÃO; ÉTIENNE; MAYET, 1990, 152, n º 56; LOPES, 2003, 95, n º

7 Ficha de Sítio Nº2-VD DESIGNAÇÃO: Cancelinha II Lugar: Horta da Cancelinha Tipo de Sítio: Pequeno Sítio / Habitat CMP 1:25000 folha nº: 499 Altitude: 190m Estado de conservação: Destruído Uso do solo: Urbano Proteção/Vigilância: Não tem Ameaças: Outros Num pequeno cabeço sobre a margem esquerda da Ribeira de Freixo, numa dispersão de cerca de 100m2, apenas se encontram materiais de construção romanos (tegulae) Em meados da década de 90, o local foi utilizado como depósito de entulho de obras, sendo no final da década todo o entulho terraplanado e feito um parque de estacionamento, o que provavelmente contribuiu para o desaparecimento de qualquer vestígio de ocupação romana O sítio foi prospetado pela equipa do Museu Municipal de Vidigueira e não foi possível identificar materiais arqueológicos Descrição do espólio: Tegulae Local de depósito: Bibliografia: ALARCÃO; ÉTIENNE; MAYET, 1990, 156, n º 50; LOPES, 2003, 95, nº

8 Ficha de Sítio Nº3-VD DESIGNAÇÃO: Cancelinha III Lugar: Horta da Cancelinha Tipo de Sítio: Pequeno Sítio / Habitat CMP 1:25000 folha nº: 499 Altitude: 200m Estado de conservação: Destruído Uso do solo: Agrícola Proteção/Vigilância: Vedação Ameaças: Agricultura Numa encosta sobre a margem direita da Ribeira de Freixo, numa área de dispersão de 100m2, apenas se encontram materiais de construção romanos (tegulae) Na prospeção realizada pela equipa do Museu Municipal de Vidigueira, não foram identificados materiais arqueológicos Sítio destruído? Descrição do espólio: Tegulae Local de depósito: Bibliografia: ALARCÃO; ÉTIENNE; MAYET, 1990, 156, n º 55; LOPES, 2003, 95, n º

9 Ficha de Sítio Nº4-VD DESIGNAÇÃO: Ermida de Santa Clara Lugar: Quinta de Santa Clara Tipo de Sítio: Pequeno Sítio / Habitat CMP 1:25000 folha nº: 499 Altitude: 216m Estado de conservação: Bom Uso do solo: Turismo Proteção/Vigilância: Não tem Ameaças: Vandalismo Implantado num pequeno planalto do vale do regato de Santa Clara, com uma área de dispersão de materiais arqueológicos de 400m2, apenas se encontram tegulae e tijolos Atualmente encontra-se reocupado por uma capela em honra de Santa Clara O local foi alvo de intervenção arqueológica pelo IGESPAR, no ano 2000 O local foi prospetado pela equipa do Museu Municipal de Vidigueira, tendo sido identificado o mesmo tipo de materiais arqueológicos IIP - Imóvel de Interesse Público Decreto: Nº 735/74, DG, I Série, nº 297, de Descrição do espólio: Tegulae e tijolos Local de depósito: Museu Municipal de Vidigueira Bibliografia: ALARCÃO; ÉTIENNE; MAYET, 1990, , n º 46; LOPES, 2003, 96, n º

10 Ficha de Sítio Nº5-VD DESIGNAÇÃO: Falcato Lugar: Falcato Tipo de Sítio: Povoado Período Cronológico: Pré-História (Indeterminado) CMP 1:25000 folha nº: 490 Altitude: 382m Estado de conservação: Regular Uso do solo: Montado Proteção/Vigilância: Vedação Ameaças: Não tem No topo de uma elevação, sobranceiro ao Barranco do Vale da Serra, junto ao marco geodésico, estamos perante um povoado fortificado É possível identificar alguns alinhamentos e amontoados de pedras de prováveis estruturas, mas dada a densa vegetação foi-nos impossível identificar materiais cerâmicos O sítio arqueológico foi identificado no terreno pelo fotógrafo da Câmara Municipal da Vidigueira, Manuel Carvalho Na prospeção realizada pela equipa do Museu Municipal de Vidigueira, não foram efetuadas recolhas de superfície Descrição do espólio: Local de depósito: Bibliografia: 237

11 Ficha de Sítio Nº6-VD CNS DESIGNAÇÃO: Horta da Marineta Lugar: Horta da Marineta Tipo de Sítio: Casal Rústico CMP 1:25000 folha nº: 499 Altitude: 192m Estado de conservação: Indeterminado / Outros Uso do solo: Agrícola Proteção/Vigilância: Não tem Ameaças: Agricultura Na EM que faz a ligação entre a Vidigueira e Selmes, logo a seguir ao cruzamento na estrada para Pedrogão, do lado direito, encontra-se uma pequena área com ocorrência escassa de fragmentos de tegulae, escória de ferro e outros materiais cerâmicos, no meio do olival rodeado por campos de vinhas O local foi prospetado pela equipa do Museu Municipal de Vidigueira e identificado o mesmo tipo de materiais arqueológicos Descrição do espólio: Fragmentos de tegulae, escória de ferro e outros materiais cerâmicos Local de depósito: Museu Municipal de Vidigueira Bibliografia: 238

12 Ficha de Sítio Nº7-VD DESIGNAÇÃO: Horta Luísa Maria Lugar: Horta Luísa Maria Tipo de Sítio: Casal Rústico CMP 1:25000 folha nº: 499 Altitude: 180m Estado de conservação: Regular Uso do solo: Agrícola Proteção/Vigilância: Não tem Ameaças: Agricultura Numa pequena elevação sobranceira a um barranco, situado nas traseiras da cerca da habitação, encontram-se vestígios que se resumem a materiais de construção (tegulae) e alguns fragmentos de cerâmica comum, dispersos por uma área de cerca de 900m2 O local foi prospetado pela equipa do Museu Municipal de Vidigueira e confirmada a existência do mesmo tipo de materiais de superfície Descrição do espólio: Tegulae e cerâmica comum Local de depósito: Museu Municipal de Vidigueira Bibliografia: LOPES, 2003, 93, nº

13 Ficha de Sítio Nº8-VD CNS-5975 DESIGNAÇÃO: Horta do Rabil Lugar: Horta do Rabil Tipo de Sítio: Vestígios Diversos CMP 1:25000 folha nº: 499 Altitude: 180m Estado de conservação: Bom Uso do solo: Agrícola Proteção/Vigilância: Vedação Ameaças: Agricultura Dispersos por uma área de 500m2, encontram-se escassos fragmentos de tegulae, tijolo, cerâmica comum e sigillata clara C O local foi prospetado pela equipa do Museu Municipal de Vidigueira e identificado o mesmo tipo de materiais arqueológicos Não foi recolhido material de superfície dada a sua escassez Descrição do espólio: Cerâmica de construção, cerâmica comum e sigillata clara C Local de depósito: Bibliografia: ALARCÃO,1988; FBO, 2001; LOPES Nº621,

14 Ficha de Sítio Nº9-VD CNS DESIGNAÇÃO: Horta do Xabouco / Horta do Peguinho Lugar: Horta do Xabouco Tipo de Sítio: Casal Rústico CMP 1:25000 folha nº: 499 Altitude: 200m Estado de conservação: Bom Uso do solo: Agrícola Proteção/Vigilância: Vedação Ameaças: Agricultura Estamos perante uma dispersão de materiais de 3000m2 a cerca de 300m do Castelo da Vidigueira Foi realizada no local uma sondagem em Setembro de 1995 que possibilitou alterar a tipologia e cronologia propostas por Vasco Mantas e P Sillières, que encontraram elementos de construção, argamassas, tesselae brancas, fragmentos de tijolo decorado, escórias e TS ClA A mais recente escavação do local permitiu verificar a existência de grandes quantidades de material desde o início de séc I e um pavimento de tijolo Na prospeção realizada pela equipa do Museu Municipal de Vidigueira, confirmou-se a existência de abundantes materiais arqueológicos romanos Segundo o proprietário, em obras realizadas posteriormente à escavação, foi encontrada uma sepultura e até à data foram recolhidas cerca de vinte moedas Não foram efetuadas recolhas de superfície Descrição do espólio: Elementos de construção, argamassas, tesselae brancas, fragmentos de tijolo decorado, escórias e TS ClA e moedas Local de depósito: Bibliografia: ALARCÃO; ÉTIENNE; MAYET, 1990, 152, n º 48; LOPES, 2003, 92, n º

15 Ficha de Sítio Nº10-VD CNS DESIGNAÇÃO: Horta dos Carapetos Tipo de Sítio: Casal Rústico Período Cronológico: Vestígios Diversos / Pequeno Sítio Lugar: Horta da Sovadeira CMP 1:25000 folha nº: 499 Altitude: 222m Estado de conservação: Indeterminado / Outros Uso do solo: Agrícola Proteção/Vigilância: Vedação Ameaças: Agricultura Cerâmica de construção, fragmento de ânfora, fragmentos de almofariz e moedas Na prospeção realizada pela equipa do Museu Municipal de Vidigueira, foi impossível confirmar a existência dos materiais antes encontrados visto que o local se encontra fechado a cadeado, com uma vedação de dois metros de altura Descrição do espólio: Local de depósito: Bibliografia: LOPES, 2003, nº

16 Ficha de Sítio Nº11-VD DESIGNAÇÃO: Horta dos Pisões Lugar: Horta dos Pisões Tipo de Sítio: Mancha de Ocupação CMP 1:25000 folha nº: 499 Altitude: 183m Estado de conservação: Indeterminado / Outros Uso do solo: Agrícola / Pastoreio Proteção/Vigilância: Não tem Ameaças: Agricultura / Pastoreio Alguma abundância de cerâmica numa área de cerca de 50m de diâmetro, constituída por tegulae, imbricis, e tijoleira, situada num pequeno outeiro com algumas oliveiras velhas e com área de cultura cerealífera e pastoreio de ovelhas O local foi prospetado pela equipa do Museu Municipal de Vidigueira e nas coordenadas atribuídas (A) não foram identificados materiais arqueológicos Na encosta do outro lado da estrada (B), que liga Vidigueira a Pedrogão, onde há cerca de cinco anos foi plantada uma vinha, foram identificados fragmentos cerâmicos de tegulae e imbricis, dispersos por uma área aproximada 2 de 50m Descrição do espólio: Tegulae, imbricis e tijoleira Local de depósito: Museu Municipal de Vidigueira Bibliografia: EDIA - Centro de Documentação 243

17 Ficha de Sítio Nº12-VD DESIGNAÇÃO: Mendro Lugar: Mendro Tipo de Sítio: Povoado Período Cronológico: Pré-História / Indeterminado CMP 1:25000 folha nº: 489 Altitude: 412m Estado de conservação: Indeterminado / Outros Uso do solo: Montado Proteção/Vigilância: Vedação Ameaças: Outros No ponto mais alto da Serra do Mendro, junto ao emissor da RTP (Rádio e Televisão de Portugal), encontram-se escassos vestígios cerâmicos no local e um percutor No interior de um espaço vedado, com um edifício com a sigla RDP, é visíveil concentração de pedras de pequena e média dimensão, em forma de círculo, que parecem pertencer a uma estrutura Poderemos estar perante um povoado fortificado O sítio arqueológico foi identificado no terreno pelo fotógrafo da Câmara Municipal de Vidigueira, Manuel Carvalho Descrição do espólio: Fragmentos cerâmicos e percutor Local de depósito: Museu Municipal de Vidigueira Bibliografia: 244

18 Ficha de Sítio Nº13-VD DESIGNAÇÃO: Monte do Sequeiro Lugar: Meia Légua Tipo de Sítio: Pequeno Sítio / Habitat CMP 1:25000 folha nº: 499 Altitude: 160m Estado de conservação: Bom Uso do solo: Pastoreio Proteção/Vigilância: Vedação Ameaças: Gado No topo de uma suave elevação de terreno, encontram-se dispersos por uma área de 500m2 abundantes materiais romanos, tais como sigillata sudgálica, hispânica, tegulae e imbrices Na prospeção realizada pela equipa do Museu Municipal de Vidigueira, foram identificados e recolhidos materiais de construção e cerâmica comum Descrição do espólio: Sigillata sudgálica, hispânica, tegulae, imbrices e cerâmica comum Local de depósito: Museu Municipal de Vidigueira Bibliografia: EDIA - Centro de Documentação 245

19 Ficha de Sítio Nº14-VD CNS-4356 DESIGNAÇÃO: Monte dos Alfaiates Lugar: Monte da Azeiteira Tipo de Sítio: Achado Isolado / Casal Rústico CMP 1:25000 folha nº: 489 Altitude: 250m Estado de conservação: Mau Uso do solo: Florestal Proteção/Vigilância: Vedação Ameaças: Florestação Junto ao monte foi encontrado um fragmento de cerâmica de construção descontextualizado (A) Porém na mesma propriedade a cerca de 850m para noroeste do monte foi identificado numa pequena encosta a presença de um casal romano (B) Identificou-se no corte da estrada de terra batida de acesso ao monte, um nível estratigráfico, exatamente por cima do afloramento xistoso, composto por fragmentos de cerâmica comum, dolium e materiais de construção (tegulae e imbrices) Apresenta uma área de dispersão de materiais arqueológicos de 100m2 O sítio foi parcialmente destruído quando fizeram a estrada, visto que se encontram materiais de ambos os lados desta Provavelmente o fragmento isolado encontrado junto ao monte terá sido daqui recolhido e para lá transportado Descrição do espólio: Fragmentos de cerâmica comum, dolium e materiais de construção (tegulae e imbrices) Local de depósito: Museu Municipal de Vidigueira Bibliografia: LOPES Nº623,

20 Ficha de Sítio Nº15-VD CNS DESIGNAÇÃO: Pocilgos / Vinha da Mangancha Lugar: Horta da Várzea Tipo de Sítio: Achado Isolado / Pequeno Sítio CMP 1:25000 folha nº: 499 Altitude: 206m Estado de conservação: Destruído Uso do solo: Pousio / Outros Proteção/Vigilância: Não tem Ameaças: Não tem / Outros No local foi encontrado um fragmento de estátua em bronze, segundo o antiquário da vila No topo da elevação encontra-se uma estrutura quadrangular que servia de mirante ao proprietário dos terrenos circundantes Na prospeção realizada pela equipa do Museu Municipal de Vidigueira, dada a densa vegetação não foi possível identificar materiais arqueológicos Descrição do espólio: Fragmento de estátua em bronze Local de depósito: Bibliografia: VASCONCELOS, 1927; ALARCÃO, 1988, 8/14; LOPES, 2003, nº

21 Ficha de Sítio Nº16-VD DESIGNAÇÃO: Pocilgos 1 Lugar: Horta da Várzea Tipo de Sítio: Povoado Período Cronológico: Pré-História / Indeterminado CMP 1:25000 folha nº: 499 Altitude: 237m Estado de conservação: Indeterminado / Outros Uso do solo: Montado Proteção/Vigilância: Não tem Ameaças: Não tem / Outros No topo de uma elevação, na qual se pode observar uma estrutura quadrangular que servia de mirante ao proprietário dos terrenos circundantes, segundo o fotógrafo da Câmara Municipal de Vidigueira Manuel Carvalho, encontram-se vestígios de um povoado pré-histórico Na prospeção efetuada pela equipa do Museu Municipal de Vidigueira, o local foi visitado mas dada a densa vegetação foi impossível identificar materiais arqueológicos Descrição do espólio: Local de depósito: Bibliografia: 248

22 Ficha de Sítio Nº17-VD DESIGNAÇÃO: Portela dos Valentes Lugar: Monte de Bilharins Tipo de Sítio: Povoado Período Cronológico: Pré-História / Indeterminado CMP 1:25000 folha nº: 490 Altitude: 365m Estado de conservação: Indeterminado / Outros Uso do solo: Montado Proteção/Vigilância: Vedação Ameaças: Outros Localizado no topo de uma encosta, encontra-se um pequeno povoado fortificado, com cerca de 100m2, separado por uma vedação Dada a densa vegetação, de um dos lados foi impossível detetar fragmentos cerâmicos à superfície e do outro lado que se encontrava charruado, apenas se encontrou uma mó dormente em granito, fraturada O sítio arqueológico foi identificado no terreno pelo fotógrafo da Câmara Municipal de Vidigueira, Manuel Carvalho Descrição do espólio: Mó dormente Local de depósito: Bibliografia: 249

23 Ficha de Sítio Nº18-VD DESIGNAÇÃO: Quinta de S José Lugar: Quinta de S José Tipo de Sítio: Pequeno Sítio / Habitat CMP 1:25000 folha nº: 499 Altitude: 194m Estado de conservação: Bom Uso do solo: Agrícola Proteção/Vigilância: Muro Ameaças: Agricultura No interior da propriedade murada, implantados no pomar, encontram-se dispersos por 300m2, abundantes materiais arqueológicos romanos e modernos, na sua maioria cerâmica comum O local foi prospetado pela equipa do Museu Municipal de Vidigueira e identificado o mesmo tipo de materiais arqueológicos, não tendo sido efetuadas recolhas de superfície Descrição do espólio: Cerâmica comum Local de depósito: Bibliografia: EDIA - Centro de Documentação 250

24 Ficha de Sítio Nº19-VD DESIGNAÇÃO: Quinta do Carmo Lugar: Monte dos Alfaiates Tipo de Sítio: Forno CMP 1:25000 folha nº: 489 Altitude: 250m Estado de conservação: Mau Uso do solo: Montado Proteção/Vigilância: Vedação Ameaças: Gado Na base da encosta, junto ao barranco, encontram-se dispersos por uma área de 25m2 abundantes restos de fundição (escória) e tijolo refratário Foi encontrado apenas um fragmento de tegulae Poderemos estar perante um sítio relacionado com a indústria metalúrgica O sítio arqueológico foi identificado no terreno pelo fotógrafo da Câmara Municipal de Vidigueira, Manuel Carvalho Descrição do espólio: Tegulae, tijolo refratário e escória Local de depósito: Museu Municipal de Vidigueira Bibliografia: 251

25 Ficha de Sítio Nº20-VD DESIGNAÇÃO: Santa Clara 2 Lugar: Ermida de Santa Clara Tipo de Sítio: Fossete / Fossa Período Cronológico: Pré-História / Indeterminado CMP 1:25000 folha nº: 499 Altitude: 220m Estado de conservação: Bom Uso do solo: Turismo Proteção/Vigilância: Não tem Ameaças: Não tem / Outros Junto à parede sul da ermida encontra-se uma laje de afloramento granítico com a presença de 18 fossetes O sítio arqueológico foi identificado no terreno pelo fotógrafo da Câmara Municipal de Vidigueira, Manuel Carvalho Descrição do espólio: Local de depósito: Bibliografia: 252

26 Ficha de Sítio Nº21-VD DESIGNAÇÃO: Santa Clara I Lugar: Quinta de Santa Clara Tipo de Sítio: Pequeno Sítio / Habitat CMP 1:25000 folha nº: 499 Altitude: 230m Estado de conservação: Bom Uso do solo: Agrícola Proteção/Vigilância: Vedação Ameaças: Agricultura No vale do regato de Santa Clara, encontra-se um sítio de pequenas dimensões com uma área de 100m2, onde apenas foram descobertos materiais de construção (tegulae) Na prospeção realizada pela equipa do Museu Municipal de Vidigueira, foram identificados tanto materiais de construção como cerâmica comum Descrição do espólio: Tegulae e cerâmica comum Local de depósito: Museu Municipal de Vidigueira Bibliografia: ALARCÃO; ÉTIENNE; MAYET, 1990, 156, n º47; LOPES, 2003, 98, n º

27 Ficha de Sítio Nº22-VD CNS-4768 DESIGNAÇÃO: São Pedro Lugar: Lameiras Tipo de Sítio: Vestígios Diversos CMP 1:25000 folha nº: 499 Altitude: 240m Estado de conservação: Mau Uso do solo: Agrícola Proteção/Vigilância: Não tem Ameaças: Agricultura Junto ao caminho de acesso à Ermida de São Pedro, do lado esquerdo, encontram-se dispersos por uma área de 100m2, escassos fragmentos de cerâmica comum e tegulae Descrição do espólio: Cerâmica comum e tegulae Local de depósito: Museu Municipal de Vidigueira Bibliografia: 254

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