PROGRAMA NUCLEAR BRASILEIRO PASSADO, PRESENTE E FUTURO
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- Benedicto Casqueira Araújo
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1 PROGRAMA NUCLEAR BRASILEIRO PASSADO, PRESENTE E FUTURO Odair Dias Gonçalves Comissão Nacional de Energia Nuclear
2 1. GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA A PARTIR DA ENERGIA NUCLEAR 2. CICLO DE COMBUSTÍVEL 3. ENERGIA NUCLEAR E MEIO AMBIENTE 4. OUTRAS APLICAÇÕES 5. O FUTURO 6. DESAFIOS
3 1. POR QUE ENERGIA NUCLEAR
4 Fotografias da Terra obtidas por satélite durante a noite mostrando a distribuição da iluminação elétrica mundial
5 Equivalência Energética A estocagem da energia elétrica é feita na fonte 10 g de urânio 235 equivalem a ou 700 kg de óleo 1200 kg de carvão Como estocar a energia eólica ou solar?
6 ENERGIA ELÉTRICA COMO GERAR? É necessária outra fonte de energia que movimente um gerador (dínamo), o equipamento que produz energia elétrica a partir do movimento. Essa outra fonte de energia pode ser por exemplo a água em movimento (hidro-elétrica), o vento (eólica) ou calor gerando vapor sob pressão (térmica)
7 A energia nuclear é uma das possíveis termo- elétricas. Neste caso, a reação nuclear produz o calor que irá gerar vapor sob pressão, que irá mover o gerador. Edifício do Reator Turbina Envoltório de Contenção Água de Circulação Reator de Água pressurizada (PWR)
8 SEGURANÇA DE REATORES THREE MILE ISLAND falha humana - acidente sem fatalidades CHERNOBYL falha humana- 56 fatalidades diretas e entre 15 e 30 mil esperadas devido a efeitos de médio e longo prazo. Reator com concepção diferente dos PWR ocidentais, sem edifício de contenção. Cenário impossível nos PWR. SEGURANÇA Qualquer falha em qualquer reator em paises membros da AIEA implica em modificações compulsórias nos demais, exigidas pelos órgãos de controle nacionais.
9 Dezembro de 2005: 443 Usinas nucleares em operação no mundo Estados Unidos França Japão Reino Unido Rússia Alemanha Coréia do Sul Índia Canadá Ucrânia China Suécia Espanha Bélgica Rep. Tcheca Eslováquia Suíça Hungria Finlândia Bulgária Paquistão México Lituânia Brasil Argentina África do Sul Romênia Países Baixos Eslovênia Armênia Fonte: AIEA
10 FINAL DA DÉCADA 90: RENASCENÇA A descoberta dos danos à camada de ozônio, o protocolo de Kioto, a mudança de posição de ambientalistas de renome como James Lovelock, autor da teoria de Gaia, e a disparada do preço do petróleo mudaram bastante esse cenário. Hoje se fala na Renascença da área nuclear.
11 24 Usinas nucleares em construção no mundo em 2005 (13 em licenciamento nos EUA + 20 em planejamento) Índia 8 Russia China 4 4 Ucrânia 2 Japão Iran Romênia Argentina Finlândia 1 Paquistão Fonte: AIEA, 2006
12 OUTRAS AÇÕES EM CURSO PARA RETOMADA DOS PROJETOS Extensão da vida útil das unidades Redução de custos Investimentos em novas tecnologias Simplificação do licenciamento Novas tecnologias para gerenciamento dos rejeitos
13 100 Evolução histórica dos reservatórios Sudeste e Centro Oeste % da capacidade estocada % Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Fonte: ONS
14 EVOLUÇÃO DO APROVEITAMENTO DO POTENCIAL HIDRÁULICO NO BRASIL
15 BRASIL O Brasil, graças a investimentos no passado, desenvolveu tecnologias próprias e hoje está incluído no rol dos 10 países que dominam a tecnologia nuclear, não só para produção de energia elétrica, mas em todos os campos de aplicação, inclusive médico e industrial. É também um dos 3 países do mundo que dominam toda a tecnologia do ciclo de combustível e também possuem urânio. Entretanto, pela ausência de adoção de uma POLÍTICA DE ESTADO por governos passados recentes, a área nuclear esteve em vias de perder a competência adquirida.
16 BRASIL O Brasil adotou como tecnologia de reatores os reatores a água leve pressurizada (PWR), que usam como combustível urânio enriquecido até 3,5%. O nível de enriquecimento para a aplicação bélica deve ser maior que 90%.
17 2. CICLO DO COMBUSTÍVEL
18 CICLO DO COMBUSTÍVEL NUCLEAR Mineração Instalada e produzindo Caetité, BA INB Refinamento Instalada e produzindo Caetité, BA INB Conversão para gás Canadá (Cameco) Planta piloto em fase de construção em ARAMAR Enriquecimento Europa (Urenco) Em fase de instalação Resende, RJ INB
19 CICLO DO COMBUSTÍVEL NUCLEAR Produção de Pastilhas Instalada e produzindo (INB Resende) Geração de energia Angra I e II, 2000Mw (Eletronuclear, Angra dos Reis Reconversão para pó Instalada e produzindo (INB Resende) Montagem do elemento Combustível Instalada e produzindo (INB Resende)
20 Urânio empobrecido Urânio enriquecido Urânio enriquecido Urânio enriquecido Coletor superior Mancal superior Cilindro giratório Carcaça Motor elétrico Coletor inferior Mancal inferior Cascata de centrífugas (EUA) Imagem esquemática de uma centrífuga
21 Preço do Urânio no mercado internacional foi multiplicado por 5 em 3 anos. Hoje o preço caiu em função do aumento da oferta devido ao desmonte de bombas atômicas vencidas. ano Fonte: TradeTech
22 Reservas de Urânio Conhecidas Brasil Autrália = 28% Cazaquistão = 15% Canadá = 14% África do Sul = 10% Namíbia = 8% Brasil = 6% Rússia = 4% EUA = 3% Uzbequistão = 3% Resto = 9% Brasil : A reserva conhecida de Urânio no Brasil é de toneladas, sendo a 6 a reserva mundial. Essa reserva corresponde a apenas 30% do território prospectado, apenas até 100 m de profundidade e seria suficiente para operar Angra I, II e III por mais 520 anos. Fonte: OECD NEA & IAEA, 2001
23 3. ENERGIA NUCLEAR E MEIO AMBIENTE
24 Emissões de gases por Centrais Térmicas Emissão de CO 2 por kwh de energia elétrica gerada Usina a Carvão 955g Usina a Óleo 818g Usina a Gás 446g Usina Nuclear: 4g!!! Considerando emissão TOTAL, inclusive na fabricação do aço para construção dos equipamentos.
25 Combustível Quantidade necessária para operar uma usina de MWe por ano 3 caminhões de 10 t 30 t Nuclear 5,5 metaneiros de t 7 petroleiros de t 11 cargueiros de t t Gás Natural (GNL) t Óleo t Carvão Pequenos volumes transportados: minimização do risco de acidentes ambientais Luiz Soares ELETRONUCLEAR
26 Folha de São Paulo
27 A Polêmica sobre os Rejeitos Nucleares...
28 GERÊNCIA DE REJEITOS Todas as formas de produção de energia elétrica produzem rejeitos e/ou interferem com o meio ambiente. O problema de estocagem do combustível usado não tem no mundo solução DEFINITIVA economicamente viável (para período de MILHÃO DE ANO, sem vigilância e monitoração!), devendo cada país buscar uma solução adequada que contemple a segurança do indivíduo e do ambiente, garantindo o acesso à informação e participação do público envolvido.
29 GERÊNCIA DE REJEITOS Isso ocorre com a estocagem de resíduos de quase todos os processos industriais. A única tecnologia que EQUACIONOU o problema a médio prazo (centenas de anos) e armazena TODOS seus rejeitos, é a nuclear, a qual continua investindo fortemente na busca de soluções definitivas (garantia de milhão de anos!). Cabe ao Estado tomar medidas para garantir o uso seguro de qualquer tecnologia. Na área nuclear, essa função é exercida pela CNEN.
30 Processamento e Armazenamento de Rejeitos Radioativos A indústria nuclear é a única que trata, acondiciona e mantém a guarda de TODOS seus rejeitos. Luiz Soares ELETRONUCLEAR
31 CLASSIFICAÇÃO DOS REJEITOS NUCLEARES Rejeitos de Alta Radioatividade Elemento Combustível usado Depósito inicial em piscina no interior da unidade Rejeitos de Baixa e Média Radioatividade Material que esteve em contacto com elementos radioativos, como roupas, filtros e produtos de descomissionamento Resíduos e fontes de atividades médicas e industriais
32 GERÊNCIA DE REJEITOS DE ALTA ATIVIDADE No mundo Decisão sobre reprocessamento: implica em armazenamento inicial e intermediário (quando passível de reprocessamento) ou definitivo (caso contrário). 2- Países com reprocessamento: EUA, França e Inglaterra; países que optaram por armazenamento final: Suécia e Finlândia. 3- Para construir-se depósitos finais ou intermediários é fundamental ter um planejamento de longo prazo que indique o tamanho do parque nuclear para que se possa planejar o armazenamento. 4- Em nenhum país existe ainda depósito final em plena operação. Os rejeitos de alta atividade são hoje estocados em depósitos intermediários de superfície e aguardam decisão ou construção dos depósitos finais.
33 GERÊNCIA DE REJEITOS DE ALTA ATIVIDADE No mundo... Em todo o mundo, piscinas na própria usina ou no sítio da Central, são usadas para um resfriamento inicial e podem estocar seguramente o combustível usado por toda a vida útil da usina. Não existe nenhum registro de acidente com rejeitos de alta atividade no mundo
34 GERÊNCIA DE REJEITOS 40 anos de operação de uma usina nuclear (1000 MW) produzem cerca de m 3 de combustível irradiado (piscina de 20 x 10 x 5 m) uma usina a carvão equivalente produz cerca de m 3 de rejeitos 60 anos de operação de 20 usinas produzem m 3 de combustível irradiado que podem ser armazenados em uma piscina de 30 x 20 x 5 m equivalente a meio campo de futebol (100 x 50 m)
35 GERÊNCIA DE REJEITOS DE BAIXA E MÉDIA ATIVIDADE No Brasil... Depósito Inicial, em fase de ampliação (término até 2009) Depósito Final, em fase de estudo de local, deve estar pronto até 2012
36 GERÊNCIA DE REJEITOS DE ALTA ATIVIDADE No Brasil... Depósito inicial em piscina no interior da unidade
37 GERÊNCIA DE REJEITOS No Brasil... O futuro A CNEN está desenvolvendo em parceria com a Eletronuclear um depósito intermediário/final cujo protótipo deverá estar construído até 2013 (antes do término de Angra 3). Essa tecnologia é garantida por centenas de anos mas acreditamos que possa ser garantida por mais de 500 anos, o que será demonstrado com os estudos a serem realizados com o protótipo.
38 Projeto para o depósito temporário rio para rejeitos de alta intensidade
39 4. OUTRAS APLICAÇÕES
40 BRASIL OUTRAS RAZÕES PARA INVESTIR NA ENERGIA NUCLEAR Aplicações médicas Produção de radio fármacos Esterilização de equipamento Radiodiagnostico Radioterapia
41 BRASIL OUTRAS RAZÕES PARA INVESTIR NA ENERGIA NUCLEAR Aplicações industriais Radiografia industrial Esterilização de alimentos Levantamentos geológicos Levantamento de Aqüíferos
42 5. O FUTURO
43 PROGRAMA NUCLEAR BRASILEIRO NECESSIDADES OBJETIVOS ESTRATÉGIAS E AÇÕES IMPACTOS Recomposição da da capacidade humana Atualização Tecnológica Retomada dos investimentos Autonomia e sustentabilidade do do país na na produção de de energia núcleo elétrica Auto-suficiência nas etapas do do ciclo com possibilidade de de exportação de de excedentes Ampliação da da oferta de de produtos e serviços tecnológicos na na área nuclear (saúde, meio ambiente, agricultura e indústria) Aumento de de possibilidades de de Estratégias de de Defesa Nacional Plano Estratégico de de Fornecimento de de energia elétrica EPE entre 4 e 8 mil MW até 2030 PACT PD&I EBR EBRR Ações INB Ações Nuclep Ações CTMSP desdobramentos Política Industrial, Tecnológica e de de Comércio Exterior Equilíbrio Matriz Energética Acesso da da população aos benefícios da da tecnologia nuclear aplicada à Medicina Ampliação do do uso de de tecnologfia nuclear na na industria, incorporando valor Geração de de empregos Soberania nacional e acesso a mercados internacionaisl Legislação, Controle e Segurança no uso da Energia Nuclear e suas aplicações - Consolidação do Arcabouço Legal da Área Nuclear - Implementar uma Política de Gerenciamento de Rejeitos Radioativos
44 DIRETRIZES GERAIS Fins pacíficos e não proliferação Segurança e proteção Política segura de rejeitos PROPOSTA formulação de uma política que se propunha a cobrir um período de 22 anos (até 2030) abordando a questão nuclear sob os seguintes aspectos Geração Núcleo- elétrica Produção de Combustível Nuclear Aplicações da Área Nuclear Regulação e Segurança Recursos humanos
45 DECISÕES : 1. Ações imediatas: MME - CNPE 25/6/07 reinício Angra III; MME CNPE início do processo de escolha do sítio para um novo reator; MCT- (PAC ): complementação do projeto do ciclo de combustível; reforço das áreas de aplicações médicas e industriais; fortalecimento das ações de regulação; recomposição dos recursos humanos; Criação da rede nacional de Fusão, visando a criação de um laboratório Nacional até Visão de futuro: elevação da participação da energia nuclear atendendo o modelo de matriz de geração de energia elétrica a ser adotado pelo MME (até 2030, entre 4 e 8 reatores de 1000MW, segundo proposta da EPE).
46 5. DESAFIOS E ESTRATÉGIAS
47 DESAFIOS Dar inicio ao PNB de fato e oficialmente Estabelecer programa especial de financiamento e acompanhamento Completar as instalações do Ciclo de Combustível (conversão e enriquecimento) Aumentar a produção de Urânio Iniciar estratégia de formação e contratação de recursos humanos imediatamente Programa de Estado e não de Governo
48 Comitê Interministerial de Gerência do Programa Nuclear Brasileiro Casa Civil Ministro de Minas e Energia Ministro de Ciência e Tecnologia Ministro de Comércio e Indústria Ministro da Defesa Ministro de Relações Exteriores Ministro do Planejamento Ministro do Meio Ambiente Ministro de Assuntos Estrategicos Gabinete de Segurança Institucional Decisão: criação da Agência Regulatória Nuclear Brasileira
49
50 O PACT PROGRAMA 18 : PROGRAMA NUCLEAR BRASILEIRO 1. Consolidação do arcabouço legal da área Nuclear 2. Ampliação do Ciclo do Combustível Nuclear na INB 3. Conclusão da planta piloto de produção de UF6 (conversão) em Aramar 4. Capacitação e adequação tecnológica da NUCLEP para a fabricação de componentes das novas usinas nucleares 5. Implementar uma Política Brasileira de Gerenciamento de Rejeitos Radioativos. Criação da EBRR 6. Empresa Brasileira de Radiofármacos EBR 7. Ações de P,D&I e capacitação voltadas para a retomada do PNB
51 EXECUTADO R$ PRIORIZAÇÃO DA ÁREA NUCLEAR ORÇAMENTO CNEN
52
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