Resumo Expandido. Título da Pesquisa:
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- Rosângela Taveira Nunes
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1 Resumo Expandido Título da Pesquisa: Gênero e PROEJA: uma análise do perfil sócio-econômico-cultural das alunas na modalidade da Educação de Jovens e Adultos no IFMG Campus Congonhas. Palavras-chave: PROEJA; Mulheres; Perfil socioeconômico e cultural. Campus: Ouro Preto Tipo de Bolsa: PIBIC - Jr Financiador: Bolsista (as): Débora Duarte Professor Orientador: Julice Maria Resende Machado Área de Conhecimento:Educação Resumo: A pesquisa tem como objetivo geral, conhecer o perfil socioeconômico e cultural das alunas dos cursos do PROEJA no Instituto Federal de Minas Gerais campus Congonhas e suas expectativas profissionais como estudantes de um curso profissionalizante na modalidade Educação de Jovens e Adultos. Para tanto, foram aplicadas entrevistas às alunas e questionários aos alunos de forma presencial e individual. A tabulação dos dados levantados possibilitou identificar os traços estabelecidos como objetivos deste trabalho no que concerne à condição social, econômica e cultural dos discentes, assim como também, compreender as razões do abandono escolar no tempo regular pelas alunas, do retorno através do PROEJA numa instituição federal e suas expectativas profissionais como egressas. O gênero foi estabelecido como categoria de análise devido ao crescimento dos índices nacionais sobre a inserção feminina na educação e no mercado de trabalho, como também, pela constatação do elevado número de alunas nas turmas do PROEJA no campus Congonhas. Introdução Dentro da dualidade estrutural que caracteriza a educação brasileira, a educação profissional adquiriu contornos de ajustamento ao mercado de trabalho através da implantação de vários
2 programas e cursos de qualificação e capacitação. Neste intuito, o governo federal estabeleceu algumas políticas compensatórias e focais vinculadas à educação de jovens e adultos no Brasil como forma de resgate social da população mais carente, pois tem-se muitas vezes, a compreensão de que, com uma ampla e avançada formação profissional da população, seriam garantidos o desenvolvimento econômico e a ampliação das possibilidades de emprego (ARANHA, 2002, p.48). Abordaremos aqui, o PROEJA - Programa Nacional de Integração da Educação Profissional com a Educação Básica na Modalidade de Educação de Jovens e Adultos (BRASIL, 2006), como cenário para pesquisa realizada sobre o perfil socioeconômico e cultural das suas alunas. A categoria de análise do gênero aparece como principal eixo do trabalho devido à consideração sobre os avanços estatísticos relacionados à inserção das mulheres na educação e no mercado de trabalho nacional, demonstrados pelo IBGE (2012) e analisados por Quirino (2011), como também pela prevalência das alunas (54,2%) no corpo discente da modalidade no IFMG campus Congonhas. A busca por emprego ou melhor emprego no mercado de trabalho impulsiona as mulheres aos bancos escolares de cursos profissionalizantes visibilizando a relação trabalho/educação como caminho possível para acesso à melhoria de condições socioeconômicas. Procurou-se também nesta pesquisa, identificar as determinações sociais que provocam a busca pelo processo de re-escolarização por parte das mulheres matriculadas no PROEJA no IFMG - campus Congonhas e suas expectativas futuras, sendo que, para tanto, foram aplicadas entrevistas às alunas e questionários aos alunos. Mesmo entendendo que o PROEJA é um programa instituído pelo governo federal, e que futuramente pode ser interrompido devido ao seu caráter de temporalidade como política focal, torna-se importante conhecer seu alcance social, pois trata-se de conhecer a própria sociedade brasileira a partir de suas respostas a um programa de governo. Neste sentido, é fundamental conhecer a dimensão da busca das mulheres pela re-escolarização nos quadros do ensino profissionalizante como parte de uma importante movimentação social na atual fase do sistema capitalista. METODOLOGIA Foram aplicadas entrevistas às alunas e questionários aos alunos das três turmas do curso de Manutenção de Suporte em Informática do PROEJA no campus Congonhas, sendo que ambos foram de forma presencial e individual. A diferença quanto aos instrumentos aplicados se deve ao objetivo da pesquisa, já que buscava-se informações narradas sobre as mulheres para a construção de suas trajetórias estudantis e profissionais. Assim, a entrevista semi-estruturada foi aplicada ao público feminino. Já com a aplicação do questionário, buscava-se conhecer a
3 percepção dos alunos em relação às alunas, instrumento constituído desta forma, como suporte secundário da pesquisa. A entrevista, semi-estruturada, apresenta duas partes, sendo que na primeira investiga-se a identificação das alunas e na segunda, informações contextuais pessoais, como motivos do abandono escolar na idade regular, motivos do retorno pelo PROEJA, percepções da instituição a qual está vinculada e objetivos relacionados ao curso que frequenta. O total de discentes matriculados na modalidade, no ano de 2012, foi de 53, sendo que 26 eram homens e 27 eram mulheres. No final do ano letivo, permaneceram 35 alunos (as) frequentes, sendo 16 homens e 19 mulheres. Assim, do total de alunos(as) frequentes, 45,8% são homens e 54,2% são mulheres. Com estes indicadores do universo discente, aplicamos a entrevista a 13 alunas, o que corresponde a 68,4% do total de mulheres-alunas e, o questionário ao total dos 16 alunos. Tanto as entrevistas quanto os questionários foram aplicados pela aluna bolsista e pela professora orientadora. RESULTADOS E DISCUSSÕES: 40% 7% Idade 40% De 21 a 30 De 31 a 40 De 41 a 50 De 50 a 60 Analisando a categoria da idade, observa-se que as mulheres são maioria a partir dos 30 enquanto aos homens, ocorre o inverso, já que 56% deles têm de 21 a 30, 25% de 31 a 40 e somente acima de 40. A busca de mulheres mais velhas por cursos profissionalizantes como caminho de acesso à empregabilidade, vai de encontro aos indicadores do IBGE (2012) sobre o mercado de trabalho associado ao gênero e geração, como também à análise de Bruschini (2007).
4 37% 18% Raça/Etnia 18% 18% 9% Amarela Branca Indígena Negra Parda De acordo com as auto declarações, 55% das alunas são negras/pardas, situação que se repete com os alunos, já que 62% dos homens se declararam no mesmo pertencimento racial. Dados do IPEA (2008), no relatório Retratos da Desigualdade de Gênero e Raça, apontam baixas taxas de conclusão do ensino médio relacionadas à população negra e que o desemprego incide com maior força sobre as mulheres negras (2011). Neste caso, o PROEJA atenderia a duas demandas sociais identificadas nas estatísticas oficiais. Rendimento financeiro próprio 1 salário mínimo 20% 0% 0% 0% 54% De 1 a 2 salários De 2 a 3 salários Mais de 3 salários Menos de 1 salário mínimo Não respondeu Com relação ao critério renda pessoal, visibiliza-se a baixa renda da maioria das alunas considerando que 67% têm renda de até 1 (um) salário mínimo e recebem de 1 a 2 salários. Chama-se a atenção para o fato de que 20% das mulheres não quiseram responder tal pergunta, o que pode demonstrar que o desconforto da resposta atrela-se ao ganho de uma renda mais alta em relação ao grupo da turma ou provavelmente, a uma renda baixa que a aproxime do grupo menos desprovido financeiramente. Sendo assim, o índice de 67% seria maior. Comparativamente, os homens têm rendas melhores, pois o índice de rendimento de até 1 (um) salário atinge 37,5% dos alunos.
5 Salário fixo 67% 27% 6% Não Não respondeu Sim Rendimento financeiro familiar 0% 7% 7% 33% 40% 1 salário mínimo De 1 a 2 salários De 2 a 3 salários Mais de 3 salários Menos de 1 salário mínimo Não respondeu Comparando a renda familiar com a própria das alunas, percebe-se a importância que o rendimento pessoal delas têm para o orçamento doméstico, uma vez que 86% das famílias contam com até 3 (três) salários para manutenção dos seus gastos mensais. Com relação às profissões declaradas, 20% são faxineiras sendo que as outras alunas pulverizaram respostas como executaras de serviços gerais, ajudante de cozinha, manicure, repositora, agente preventivo, vigilante e técnica em informática. A vulnerabilidade social tangencia a precarização das condições de trabalho nos estudos sobre o gênero, como discorre Hirata (2001/2002). De acordo com os depoimentos das alunas, os motivos do abandono escolar na idade regular se deram pelas dificuldades socioeconômicas da família, como a impossibilidade de acesso a escolas devido à distância como também à necessidade de trabalhar para aumentar a renda familiar. Evidenciam-se também as dificuldades culturais estabelecidas pelo patriarcalismo, como a proibição do pai e posteriormente do marido, já que o casamento é visto como prioridade. Todas consideraram como negativo o abandono dos estudos principalmente pela dificuldade no acesso a empregos. Como Janete¹ que após o divórcio foi procurar emprego, mas como só tinha a 8ª série, só conseguiu como auxiliar de limpeza e mesmo assim, com dificuldade. ¹ Nome fictício
6 Já os motivos do retorno aos estudos se atrelam à aspiração de melhoria socioeconômica, financeira e pessoal pois 77% das alunas retornaram aos bancos escolares do PROEJA, com intenção de arrumar emprego ou emprego melhor e 23% pelo desejo de estudar e adquirir conhecimentos. Quanto ao objetivo na realização do curso do PROEJA, 69,2% das alunas frequentes querem conseguir emprego ou melhor emprego e acreditam que o curso técnico daria tal suporte, 23% quiseram continuar estudar para fazer faculdade e 7,6% pretendiam tirar o ensino médio para melhorar a autoestima. CONCLUSÕES: A problemática que envolve gênero, raça/etnia, classe e geração no mercado de trabalho torna-se bastante visível no contexto dos cursos técnicos e programas educacionais, de cunho social, adotados pelo governo, pois tais programas dirigidos às pessoas de baixa renda têm demonstrado potencial alcance quando discutido o gênero. Visibiliza-se a ampla participação feminina nas diversas modalidades da educação profissional, cujo crescimento tem se acentuado consideravelmente nos últimos. Entende-se, assim, que o crescimento do grupo de mulheres mais velhas na população total e no grupo da população economicamente ativa do país, bem como a efetivação de um número considerável de matrículas deste grupo nesta modalidade, demonstram a relevância social dos estudos sobre a educação conjugando as categorias gênero e geração no campo da escola de formação profissional, caminho aparentemente viável de acesso ao mundo do trabalho. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA: ARANHA, Antônia Vitória Soares. Mercado de Trabalho e Formação Profissional: os Desafios da Educação para a Cidadania Hoje. In: CASTRO, Janete Lima de. (org.). PROFAE Educação Profissional em Saúde e Cidadania. 1ed. Brasília: Ministério da Saúde, v.1, p , BRASIL. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. IBGE. Mulher no mercado de trabalho: perguntas e respostas Disponível em indicadores/trabalhorendimento/pme_nova/defaultestudos. Acesso em 09 abr MEC. Decreto nº , de 13 de julho de (Institui no âmbito federal, o Programa Nacional de Integração da Educação Profissional com a Educação Básica na Modalidade de Educação de Jovens e Adultos PROEJA).
7 BRUSCHINI, Maria Cristina. Trabalho e gênero no Brasil nos últimos dez. Fundação Carlos Chagas. Cadernos de Pesquisa, vol. 37, n. 132, set/dez HIRATA, Helena. Globalização e divisão sexual do trabalho. Cadernos Pagu, 2001/02. Disponível em Acesso em 19 julh QUIRINO, Raquel. Mineração também é lugar de mulher! Desvendando a (nova?!) face da divisão sexual do trabalho na mineração. Belo Horizonte: FAE/UFMG, Tese de doutorado SECRETARIA ESPECIAL DE POLÍTICAS PARA AS MULHERES, INSTITUTO DE PESQUISA ECONOMICA APLICADA, FUNDO DE DESENVOLVIMENTO DAS NAÇÕES UNIDAS PARA A MULHER. Retrato das desigualdades de gênero e raça. 3.ed. Análise preliminar dos dados Brasília, SECRETARIA ESPECIAL DE POLÍTICAS PARA AS MULHERES, INSTITUTO DE PESQUISA ECONOMICA APLICADA, FUNDO DE DESENVOLVIMENTO DAS NAÇÕES UNIDAS PARA A MULHER. Retrato das desigualdades de gênero e raça.4.ed., Brasília, 2011.
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