Regras do Curso PARA O ALUNO.

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2 Regras do Curso 1. Ter disciplina e respeito em sala de aula. PARA O ALUNO. 2. Não utilizar celular em sala de aula (em caso de urgência pedir licença para o professor e atender a ligação fora da sala). 3. Manter a Escola organizada (não retirar as peças e ferramentas do local e deixar em qualquer lugar). 4. Não ficar com brincadeiras fora de hora, manter a atenção no curso (lembre-se você está aqui para aprender e ser um bom profissional). 5. Chegar no horário combinado (se atrasar por algum imprevisto pedir autorização para o professor). 6. Em casos de dúvidas, sugestões, qualquer assunto sobre o curso ou sobre a Escola tratar diretamente com a secretária. 7. A Escola do Mecânico disponibiliza 5% de desconto na mensalidade para o aluno que pagar o curso com antecedência de 5 (cinco) dias do vencimento. 8. A Escola do Mecânico oferece para o aluno uniforme para ser utilizado no curso (tratar com a secretária): - Jaleco cinza: R$ 25,00 - Camiseta: R$ 20,00 2

3 Regras do Curso CRITÉRIO DE AVALIAÇÃO E APROVAÇÃO DO ALUNO. 1. No final do curso a média do aluno deverá ser no mínimo 4,0 para ser aprovado e receber a certificação do módulo no período máximo de 30 dias. 2. Em caso de reprova o aluno deverá ser submetido a uma nova chance sendo: - uma aula de reforço (2 horas ) com o conteúdo a ser trabalhado; - uma aula de avaliação (2 horas) neste caso, a nota deverá ser somada a primeira avaliação, exemplo: (o aluno tirou a nota 2,0 na primeira prova, na recuperação o mesmo deverá obter no mínimo 6,0 para atingir 8,0 no total e ficar com a média 4,0). 3. O aluno receberá o certificado do curso somente se for APROVADO. A Escola do Mecânico agradece a colaboração. Dúvidas entrar em contato com: [email protected] Tenham um Excelente Curso pela frente. 3

4 O que será abordado Sistema de. Tipos de suspensão. Componentes da suspensão. Tabela de diagnóstico sistema de suspensão. Conhecimento básico sobre ferramentas especiais. Prática de desmontagem e montagem em amortecedores. Prática de desmontagem e montagem em rolamentos blindados. Prática de desmontagem e montagem em rolamentos cônicos. Prática de desmontagem e montagem em buchas. Prática apresentação dos componentes de suspensão no veículo (reforço da sala de aula). Prática em veículo (diagnóstico): Amortecedores; Molas; Bandejas; Buchas da suspensão; Bieletas e tirantes; Rolamentos; Caixa de direção; Terminal de direção; Barra axial; 4

5 Sistema de Sistema de : é um conjunto de componentes que tem a função de apoio elástico do chassi, para absorver impactos e assegurar uma dirigibilidade estável e firme sobre a estrada. Contribuem significativamente adicionando conforto e segurança ao veículo. 5

6 Tipos de DEPENDENTE traseira com molas helicoidais. Aplicadas nos veículos: Opala, Chevett. DEPENDENTE traseira eixo rígido, com feixe de molas. Aplicadas nos veículos: Maverick. D10, D20, 1000, Ranger, S10, F150, F250, (Fiorino Trekking), Doblo, Elba, Courier, Strada. 6

7 Tipos de SEMI-INDEPENDENTE com molas helicoidais. em forma de U, composta por 2 buchas de articulação e o eixo oco para torção. Aplicadas nos veículos: Fiesta, Ká, Gol, Parati, Saveiro. 7

8 Tipos de INDEPENDENTE dianteira com molas helicoidais. INDEPENDENTE traseira com molas helicoidais. Aplicadas nos veículos: Golf, Stilo, Marea, Audi A3, Mondeo, Focus. Aplicadas nos veículos: Omega, Suprema. 8

9 Tipos de INDEPENDENTE dianteira com molas helicoidais. INDEPENDENTE dianteira com molas helicoidais MCPHERSON. Aplicadas nos veículos: Opala, Chevett. Aplicadas nos veículos: Golf, Stilo, Marea, Audi A3, Mondeo, Focus. 9

10 Tipos de com feixe de molas transversal. Aplicadas nos veículos: Uno com feixe de molas longitudinais. Aplicadas nos veículos: S-10, Brazer 10

11 Tipos de com feixe de molas de torção. Aplicadas nos veículos: Fusca, Brasília. com eixo rígido para veículos de carga. Aplicadas nos veículos: Fiorino, pick-ups, utilitários. 11

12 Tipos de com molas helicoidais TIPO 1. Aplicadas nos veículos carga, sua mola helicoidal fica localizada entre os braços de controle. Sustentação de carga pivô inferior. com molas helicoidais TIPO 2. Aplicadas nos veículos carga, sua mola helicoidal fica localizada acima dos braços de controle. Sustentação de carga pivô superior 12

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14 AMORTECEDOR É o componente do sistema de suspensão que controla as molas mantendo o conjunto pneu/roda em contato com o solo permitindo plena dirigibilidade do veículo. O amortecedor é o principal responsável pela estabilidade, conforto e segurança do veículo, e ficam comprometidos se não estiverem atuando corretamente. Isso é verificado pela dificuldade no controle do veículo em curvas, freadas, pulos descontrolados das rodas e desgastes prematuros ou irregular dos pneus e demais componentes da suspensão. 14

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16 AMORTECEDOR SIMPLES AÇÃO É localizado em porta malas, caixa de direção e cabine de caminhões. Ex: caixa de direção Gol, Monza etc... Amortecedor de caixa de direção travado pode fazer o veículo puxar. AMORTECEDOR DUPLA AÇÃO É localizado em suspensões de todos os veículos. Tipos de amortecedores: CONVENCIONAL E PRESSURIZADO. 16

17 1º estágio: nas baixas velocidades de trabalho do pistão a passagem de óleo dá-se praticamente no 1º estágio. FUNCIONAMENTO DO AMORTECEDOR 2º estágio: correspondente as velocidades médias, a passagem do óleo se da na maior parte (bloqueios progressivos). 3º estágio: nas altas velocidades, os controles progressivos já estão totalmente abertos (movimentos bastantes bruscos da suspensão). 17

18 AMORTECEDOR CONVENCIONAL Amortecedor convencional possui óleo hidráulico normal. Mantém a originalidade do veículo e proporciona conforto ao dirigir. 18

19 AMORTECEDOR PRESSURIZADO Amortecedor pressurizado possui óleo hidráulico com adição de gás nitrogênio. Maior eficiência em situações extremas e maior rendimento se comparado ao tipo convencional (respostas mais rápidas). 19

20 AMORTECEDOR ELETRÔNICO Amortecedor eletrônico possui óleo hidráulico com válvulas localizadas na haste controladas por um módulo eletrônico (sensor de rigidez). Proporciona maior eficiência em situações extremas ou conforto em qualquer tipo de pistas. 20

21 ESCORVAMENTO (SANGRÍA) Sempre realize escorvamento (sangria) nos amortecedores antes de aplicar no veículo. Seguir a recomendação do fabricante do amortecedor. Após realizar o escorvamento não coloque o amortecedor na posição horizontal novamente, para não perder o efeito do procedimento. 21

22 CUIDADOS Não utilizar a máquina pneumática na montagem do amortecedor, o impacto causado pela máquina poderá soltar a porca interna do amortecedor. Não colocar alicate na haste do amortecedor durante a aplicação, isso, poderá causar vazamento do mesmo. 22

23 QUANDO SUBSTITUIR OS AMORTECEDORES Travado Sem ação Com vazamento Fixação quebrada Amassado O desgaste natural dos amortecedores, causado pelo uso, compromete a estabilidade e dirigibilidade do veículo e acelera o desgaste de outros componentes da suspensão. 23

24 COXIM DO AMORTECEDOR É o componente do sistema de suspensão que liga o conjunto mola e amortecedor a carroçaria do veículo. Sua função é absorver os impactos recebidos no conjunto da suspensão e transmitir o mínimo possível a carroçaria. Importante: Observar sempre se o coxim possui posição ou lado para montagem ex: coxim Pálio, Fiesta, Monza etc... VIDEO Nº07 24

25 COXIM DO AMORTECEDOR QUANDO SUBSTITUIR Quebrados. Com folga. Com rolamento travado (caso não seja possível substituir somente o rolamento). Importante: Observar a altura dos pratos superiores do amortecedor. Rolamento travado pode fazer o veículo puxar a direção. Comparar a altura do coxim novo vs o usado. 25

26 BATENTE E COIFA DO AMORTECEDOR É o componente do sistema de suspensão que auxilia as molas, buchas, coxim e outros suportes dos componentes de suspensão. 26

27 BATENTE E COIFA DO AMORTECEDOR QUANDO SUBSTITUIR Quebrados. Com coifa rasgada. Com fadigas. 27

28 MOLAS DA SUSPENSÃO É o componente do sistema de suspensão que sustenta a carroçaria do veículo atuando como elemento elástico para absorver as irregularidades do terreno, controlar a altura do veículo, alinhamento e equilíbrio da suspensão. As molas atuam diretamente no conforto, estabilidade e segurança do veículo. Vídeo fabricação de molas da suspensão VIDEO Nº08 28

29 MOLA HELICOIDAL As molas helicoidais constituem um dos principais elementos elásticos na suspensão de veículos, onde em conjunto com os elementos estruturais e controladores de freqüência, tem como objetivo proporcionar conforto e estabilidade. Tipos de molas helicoidais: cilíndrica, cônica e barril. 29

30 FEIXE DE MOLA Os feixes de molas tem como característica atuar como elemento elástico e estrutural nas suspensões de eixo rígido, absorvendo os movimentos de baixa freqüência e grande amplitude proporcionando conforto e estabilidade. 30

31 MOLA BARRA DE TORÇÃO A barra de torção é uma barra sólida de aço que é ligado ao chassis do carro em uma extremidade e livre para se mover na outra extremidade. Podem ser montados em qualquer carro (transversais, como a suspensão traseira do Peugeot 206 e Renault 16), ou ao longo do carro (longitudinal, como a suspensão dianteira da Ranger, L200 entre outras) Tipos de fixação da barra de torção: quadradas, sextavadas e estriadas. 31

32 MOLA PNEUMÁTICA As molas pneumáticas utilizam o princípio de elasticidade do ar quando está comprimido, elas são extremamente macias e sua constante de mola pode ser alterada com o aumento de pressão do ar. Com o auxilio de um compressor, a mola pneumática é controlada pelo motorista ou automaticamente por dispositivos de controle de altura Ex: Land Rover Discovery VIDEO SUSP AR Nº09

33 MOLAS QUANDO SUBSTITUIR Quebrada Descascada Enferrujada Veículo torto ou desnivelado Batente danificado (mola arriada ou não absorve o impacto) Batendo elos ou espiras 33

34 BUCHA DA SUSPENSÃO É o componente do sistema de suspensão que liga os componentes móveis da suspensão à carroçaria do veículo permitindo sua livre movimentação. 34

35 BUCHA DA SUSPENSÃO Dicas para um melhor desempenho do metal borracha: Atenção na aplicação da bucha ex: marca, modelo, ano, etc... Atenção na posição de montagem das buchas ex: Fox, Cross Fox, Pólo etc... Não lubrifique o veículo por baixo com derivado de petróleo. Nunca dê aperto final nos componentes de suspensão com o veículo no alto. Sempre lubrificar as buchas para facilitar a montagem utilize sabão neutro ou vaselina industrial. Utilize ferramentas apropriadas. Efetuar o aperto das buchas com o veículo no chão ( posição de trabalho ). Não dê aperto final com máquina de impacto. Após a substituição dos componentes o veículo deverá ser alinhado. 35

36 BUCHA DA SUSPENSÃO QUANDO SUBSTITUIR Com trincas Com folgas Contaminada com óleo 36

37 BANDEJA BRAÇO DA SUSPENSÃO É o componente do sistema de suspensão que liga a roda ao chassi participando na estabilidade, conforto e segurança do veículo. Sua função é: Ligar a roda ao chassi através de buchas e pivôs Permitir movimentos verticais da suspensão Determinar o alinhamento das rodas VIDEO BANDEJA Nº10 37

38 BANDEJA E BRAÇO DA SUSPENSÃO QUANDO SUBSTITUIR Quebrada (Bandeja) Com trincas (Bucha) Com folgas (Bucha) Contaminada com óleo (Bucha /Bucha da Bandeja) Torta ou empenada (Bandeja) Alojamento do pivô danificado (Bandeja) Pivô com folga (Bandeja, ou Braço ex: Peugeot 206, Escort etc...) 38

39 PIVÔ DA SUSPENSÃO Utilizados na suspensão McPherson e no sistema convencional de duas bandejas - nesse último geralmente usam-se dois pivôs, um na bandeja superior e outro na inferior - o pivô além de suportar o peso do veículo também recebe grandes esforços na aceleração, frenagem e durante as curvas. É através do pivô que é feita a união da estrutura (telescópio, bandeja e manga de eixo) com a carroceria do veiculo, permitindo a articulação entre eles. 39

40 PIVÔ DA SUSPENSÃO QUANDO SUBSTITUIR Os sintomas apresentados por um pivô gasto são: Ruídos ou estalos durante arrancadas e frenagens. Desgaste irregular de pneus. Dificuldade em manter o veículo na trajetória. Ruídos ao trafegar em pisos irregulares. Dicas: Movimentar o pivô antes de aplicar no veículo. Comparar a peça usada com a peça nova (diâmetro do cone etc...) Não utilizar máquina pneumática no aperto final do pivô. 40

41 ROLAMENTO DE RODAS É o componente do sistema de suspensão composto de conjuntos de rolos ou esferas que alivia o atrito ao rodar permitindo menor esforço ao deslizamento. VIDEO ROLAMENTO Nº11 41

42 ROLAMENTO DE RODAS Existem dois tipos de rolamento de rodas: Rolamento de duas carreiras de esferas ( blindados ). Rolamento de rolos cônicos ( cônicos ). O rolamento é um item de segurança, sua eventual quebra pode provocar o travamento da roda e um conseqüente acidente com prejuízos materiais e principalmente físicos. Recomendação do fabricante para troca a cada km. 42

43 PROCEDIMENTOS DIAGNÓSTICO E DICAS ROLAMENTO BLINDADO Suspender o veículo e inspecionar as rodas. Girando manualmente as rodas com uma das mãos na mola ou na torre, observar se há vibrações. Desmontar todas as peças necessárias para a retirada do suporte do amortecedor ( coluna ). Retirar o anel elástico e com uso de uma prensa, remover o cubo e o rolamento de roda. 43

44 PROCEDIMENTOS DIAGNÓSTICO E DICAS ROLAMENTO BLINDADO Antes de desmontar o cubo de roda é recomendado analisar se o mesmo não encontra-se empenado utilizando um relógio comparador ( oscilação máxima 0,05mm ). Realizar a retirada na prensa com o auxílio de ferramenta adequada ex: calços, apoio etc... 44

45 PROCEDIMENTOS DIAGNÓSTICO E DICAS ROLAMENTO BLINDADO Caso o alojamento do rolamento esteja oxidado, realizar a limpeza com uma lixa d água de grana 300 ou 400 com querosene, diesel ou aguarráz É recomendado a substituição do cubo de roda em casos de oxidação no diâmetro ou rebarba na face de encosto do rolamento. 45

46 PROCEDIMENTOS DIAGNÓSTICO E DICAS ROLAMENTO BLINDADO Para os rolamentos que possuem sensores ABS integrados ( placa na cor marrom ) deve-se montá-lo com essa placa voltada para o lado do sensor do ABS na torre ( lado da homocinética ). Realize a montagem do rolamento novo e cubo ( cuidado no momento em que for prensar o cubo para não danificar o rolamento ). Não esqueça de colocar o anel após prensar. 46

47 PROCEDIMENTOS DIAGNÓSTICO E DICAS ROLAMENTO CÔNICO Suspender o veículo e inspecionar as rodas. Girando manualmente as rodas com uma das mãos na mola ou na torre, observar se há vibrações. Verificar o desgaste da ponta de eixo, movimentando o tombamento da roda no eixo vertical comparando com o eixo horizontal, se o movimento do eixo vertical for maior a ponta de eixo deverá ser substituída. 47

48 PROCEDIMENTOS DIAGNÓSTICO E DICAS ROLAMENTO CÔNICO Desmontar a tampa ( calotinha ), retirar o tambor de freio, cuidado com a regulagem dos freios. Extrair as capas do tambor, e realizar a limpeza do tambor com um pano. 48

49 PROCEDIMENTOS DIAGNÓSTICO E DICAS ROLAMENTO CÔNICO Montar as capas dos rolamentos Aplicar graxa na pista do rolamento de novos no tambor, utilizar ferramenta forma que a graxa esparrame entre adequada para não danificar as todos os roletes. Substituir o retentor capas. sempre que removido. 49

50 PROCEDIMENTOS DIAGNÓSTICO E DICAS ROLAMENTO CÔNICO Montar o tambor sobre a ponta de eixo, seguido do cone do rolamento externo já lubrificado, colocar a arruela e a porca de fixação. Eliminar a folga apertando levemente a porca sempre com o tambor em movimento simultâneo. 50

51 PROCEDIMENTOS DIAGNÓSTICO E DICAS ROLAMENTO CÔNICO Sem alterar a posição da porca aplicar Soltar a porca até obter a folga correta: a trava e a cupilha seguido da tampa ( voltar a porca à partir deste ponto de ¼ calotinha ). de volta. Verifique a folga residual, com o auxilio da chave de fenda ( arruela de encosto ) deve estar livre, porém, não pode descer sozinha. 51

52 CUBO DE RODAS É o componente do sistema de suspensão responsável pela rodagem das rodas do veículo. 52

53 CUBO DE RODAS QUANDO SUBSTITUIR Quando estiver com a rosca do parafuso espanado (não permitindo reaproveitar a rosca). Empenado ( tolerância máxima de empenamento 0,05mm ) utilizar relógio comparador. Alojamento do rolamento estiver ovalizado, oxidado ou com rebarba. 53

54 RECUPERAÇÃO DE CUBO DE RODAS FERRAMENTAS NECESSÁRIAS Macho número 1 identificado por um anel na circunferência na haste Macho número 3 não possui o anel na circunferência na haste. Vira macho MEDIR O DIÂMETRO DOS FUROS ANTES DE EXECUTAR para roscas M12x1,50 o diâmetro do furo não poderá ser maior do que 10,5mm para roscas M12x1,25 o diâmetro do furo não poderá ser maior do que 10,8mm para roscas M14x1,50 o diâmetro do furo não poderá ser maior do que 12,5mm Nunca realizar o reparo nos cubos cujo o diâmetro ultrapassar as recomendações acima, pois há possibilidade de soltar o parafuso por falta de rosca. 54

55 JUNTA HOMOCINÉTICA É o componente do sistema de suspensão que tem a função de transmitir a força do motor (torque) às rodas do veículo, contém em uma coifa na função de proteger a junta homocinética contra agentes externos (água, poeira, terra, etc..). 55

56 COMPONENTES QUE TRANSMITEM A FORÇA MOTOR PARA AS RODAS Semi eixo com trizeta: ex: Uno, Pálio, Fiesta etc... Semi eixo com junta deslizante: ex: Gol, Saveiro etc... Cardan: ex: S-10, Ranger, F-250 etc... 56

57 JUNTA HOMOCINÉTICA E COIFA QUANDO SUBSTITUIR Com ruído ou quebrada ( Homocinética, junta deslizante, trizeta, cruzeta ). Causando vibração no veículo ( cardan, trizeta, tulipa ). Furada ( Coifa ). Rasgada ( Coifa ). Com vazamento ( Coifa ). Abraçadeiras danificadas ( Coifa ). 57

58 BARRA ESTABILIZADORA É um componente do sistema de suspensão que atua como elemento elástico na suspensão com a finalidade de reduzir a inclinação do veículo na passagem por curvas. 58

59 BARRA ESTABILIZADORA E KIT DA BARRA QUANDO SUBSTITUIR Torta por impacto (Barra). Quebrada (Barra). Com folga (Kit). Borracha danificada (Kit). 59

60 BIELETA E TIRANTE São componentes do sistema de suspensão que fazem a ligação da barra estabilizadora com a carroçaria e suspensão. 60

61 BIELETA E TIRANTE Com folga. Quebrada. Com ruídos. Borracha danificada. QUANDO SUBSTITUIR 61

62 SISTEMA DE DIREÇÃO TERMINAL DE DIREÇÃO BARRA DE DIREÇÃO BARRA AXIAL BRAÇO PITMAM BRAÇO AUXILIAR São componentes do sistema de direção que permite a movimentação das rodas. 62

63 COMPONENTES DA DIREÇÃO QUANDO SUBSTITUIR Torta por impacto (Barra ou terminal de direção). Com folga ( Barra axial, terminal e barra de direção, braço auxiliar, braço pitmam ). Com bucha danificada (Barra de direção). Com guarda-pó danificado ( Coifa da caixa de direção ). Observar possíveis folgas na barra axial e na caixa de direção. Atenção ao tamanho, diâmetro das roscas ( ex: 14x1,5 ). 63 VIDEO VIEMAR Nº12

64 CAIXA DE DIREÇÃO É o componente do sistema de suspensão que transmite os movimentos do volante para as rodas. 64

65 TIPOS DE CAIXA DE DIREÇÃO MECÂNICA HIDRÁULICA VIDEO DIREÇÃO HID. Nº13 ASSISTIDA ELETRICAMENTE ELÉTRICA VIDEO DIREÇÃO EL. Nº14 65

66 CAIXA DE DIREÇÃO SISTEMA COM PINHÃO E CREMALHEIRA O conjunto de engrenagens de pinhão e cremalheira possui duas funções: converter o movimento de rotação do volante de direção no movimento linear necessário para girar as rodas. proporcionar uma redução por engrenagens, o que facilita virar as rodas. 66

67 CAIXA DE DIREÇÃO REGULAGEM DO SISTEMA - PINHÃO E CREMALHEIRA 1 - Suspender as rodas do veículo. 2 - Centralizar as rodas do veículo. 3 - Solte a contra porca do parafuso de ajuste. 4 - Encoste o parafuso de ajuste até encontrar resistência. 5 - Trave a contra porca. 6 - Movimente o volante.atente a batente (verifique se há trepidações ou agarramento) 67

68 CAIXA DE DIREÇÃO SISTEMA COM SETOR E SEM FIM Conjunto de engrenagens de setor e sem fim Engrenagens sem-fim são usadas quando grandes reduções de transmissão são necessárias. Ex: veículos utilitário, pick-up, SUV e linha pesada. 68

69 CAIXA DE DIREÇÃO REGULAGEM DO SISTEMA SETOR E SEM FIM 1 - Suspenda as rodas do veículo 2 - Centralize o volante 3 - Vire o volante 1/4 de volta (para qualquer lado) 4 - Solte a contra porca do parafuso de ajuste 5 - Encoste o parafuso de ajuste até encontrar resistência 6 - Trave a contra porca 7 - Movimente o volante de batente a batente (verifique se há trepidações ou agarramento) a batente (verifique se há trepidações ou agarramento) 69

70 CAIXA DE DIREÇÃO DICAS E ALGUNS CUIDADOS Substituir quando estiver com folga e barulho. Deixar a caixa de direção sempre centralizada antes de aplicar no veículo. Verificar o nível do reservatório (caixa de direção hidráulica), substituir o óleo preventivamente a cada 12 meses. Cuidado com a regulagem (ajuste da caixa) em casos de desgaste na cremalheira esse procedimento não resolve. Caixa de direção solta pode fazer o veículo puxar ou causar volante torto. 70

71 CAIXA DE DIREÇÃO - DIAGNÓSTICO DIREÇÃO PESADA PARA AMBOS OS LADOS Bomba hidráulica. Nível do óleo baixo (ruído e direção pesada). Ar no sistema (ruído e direção pesada). Tensão da correia da bomba (frouxa). Filtro do reservatório / impurezas. Calibragem do pneu. Mangueiras (Restrição interna). 71

72 CAIXA DE DIREÇÃO - DIAGNÓSTICO DIREÇÃO PESADA PARA UM LADO - Vazamento interno na caixa de direção acima do especificado (deve ser feito a troca dos reparos de vedação da caixa de direção). 72

73 CAIXA DE DIREÇÃO - DIAGNÓSTICO RUÍDO HIDRÁULICO Tubulação rígida encostada. Mangueiras / Tubulação de pressão e retorno. Válvula (barra de torção aberta - com folga). Nível do óleo baixo (ruído e direção pesada). Ar no sistema (ruído e direção pesada). 73

74 Tabela de Diagnóstico COMPONENTES Amortecedor Molas Bandeja ou Braço da suspensão Caixa de direção SINTOMAS Rodas que pulam demais. Desgaste irregular e prematuros dos pneus. Desgastes prematuros das peças de suspensão. Veículo sem estabilidade em curvas. Desconforto ao dirigir com saltos descontrolados das rodas. Dirigibilidade comprometida. Maior tempo durante as frenagens (maior distância). Barulho de batidas na suspensão. Veículo arriado (desnivelado). Batidas secas ao passar em lombadas e buracos. Perca de conforto e instabilidade. Barulhos na suspensão. Veículo fora da altura original (alteração do alinhamento). Danifica o batente do amortecedor. Veículo canta pneu em baixa velocidade. Desgaste irregular e prematuros dos pneus. Barulhos na suspensão. Perca de conforto e instabilidade. Alteração da geometria (alinhamento do veículo). Ruídos na suspensão ou direção. Folga no movimento das rodas e direção. 74

75 Tabela de Diagnóstico BUCHAS DE: Bandeja Braço da suspensão Barra de direção Eixo traseiro Pivô Terminal de direção Barra de direção Barra axial Bieleta Tirante COMPONENTES Coxim do amortecedor Batente do amortecedor SINTOMAS Veículo canta pneu em baixa velocidade. Desgaste irregular e prematuros dos pneus. Barulhos na suspensão. Ruídos na suspensão ou direção. Folga no movimento das rodas e direção. Perca de controle do veículo (em casos graves). Vibrações no veículo. Impactos e ruídos após passar em lombadas ou buracos. Alteração do alinhamento de direção. Coifa ou guarda pó do amortecedor Oxidação e danos na haste do amortecedor. Danifica o retentor do amortecedor (causa vazamento). 75

76 Tabela de Diagnóstico COMPONENTES Rolamento e cubo de roda SINTOMAS Ruídos com o veículo em movimento. Vibrações no veículo. Alteração do alinhamento do veículo. Kit e junta homocinética Coxim do amortecedor Batente do amortecedor Ruídos na suspensão ou direção. Folga no movimento das rodas e direção. Perca de controle do veículo (em casos graves). Vibrações no veículo. Estalos na suspensão com o veículo em movimento (normalmente em curvas). Travamento provocado por contaminação da graxa. Veículo perde a tração. Coifa ou guarda pó do amortecedor Oxidação e danos na haste do amortecedor. Danifica o retentor do amortecedor (causa vazamento). 76

77 OBRIGADO 77

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