PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA PSE

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1 Ministério da Saúde Ministério da Educação PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA PSE (VERSÃO 12 - PRELIMINAR FORMATADA APÓS A REUNIÃO COM O GT ATENÇÃO À SAÚDE E GT VS CIT MEC/MS NO DIA 07/02/08) Brasília

2 SUMÁRIO GLOSSÁRIO DE SIGLAS I. APRESENTAÇÃO II. INTRODUÇÃO III. JUSTIFICATIVA IV. DIRETRIZES V. OBJETIVOS VI. A INTEGRAÇÃO DAS AÇÕES INTERSETORIAIS: EXECUÇÃO E GESTÃO DO PROGRAMA 5.1. As competências comuns dos Ministérios 5.2. As Competências dos Estados 5.3. As competências compartilhadas entre Secretarias de Saúde e Educação dos estados e municípios 5.4. As competências das secretarias municipais de saúde e educação 5.5. Critérios para adesão ao PSE 5.6. Fluxo para a adesão ao PSE 5.7. Metas Nacionais do PSE VII. AÇÕES PROPOSTAS MATRIZ LÓGICA DAS AÇÕES PROPOSTAS COMPONENTE 1 - AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE SAÚDE DAS CRIANÇAS, ADOLESCENTES, E JOVENS QUE ESTÃO NA ESCOLA PÚBLICA Avaliação Clínica e Psicossocial Atualização do Calendário Vacinal Detecção precoce de Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) Avaliação Oftalmológica / Olhar Brasil Avaliação Auditiva 1.2. Avaliação Nutricional 1.3. Avaliação da Saúde Bucal COMPONENTE 2 AÇÕES DE PROMOÇÃO DA SAÚDE E PREVENÇÃO Inserção de Ações de Promoção da Saúde no Projeto Político-Pedagógico de cada Escola Elaboração e Produção de Material Didático-Pedagógico abordando temas da Saúde 2.1. Ações de Segurança Alimentar e Promoção da Alimentação Saudável Promoção da Alimentação Saudável Alimentação Escolar Saudável 2.2. Promoção das Práticas Corporais e Atividade Física nas Escolas 2.3. Educação para a Saúde Sexual, Saúde Reprodutiva e prevenção das DST/AIDS Saúde e Prevenção nas Escolas Prevenção ao uso de Álcool e Tabaco e outras Drogas 2.5. Promoção da Cultura de Paz e Prevenção das Violências Componente 3 - MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DA SAÚDE DOS ESTUDANTES 3.1. Realização de Estudos para o Monitoramento da Situação de Saúde dos Estudantes 42 Componente 4 - MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DO PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA - PSE Realização de Estudos para o Monitoramento e a Avaliação do PSE 43 Componente 5 - EDUCAÇÃO PERMANENTE E CAPACITAÇÃO DE PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO E DA SAÚDE E DE JOVENS PARA O PSE 43 Educação permanente dos profissionais de saúde e de educação e de jovens usando metodologias presenciais e à distância Realização de educação permanente de Jovens para o PSE Educação permanente e capacitação de profissionais da educação nos temas da saúde e constituição das equipes de saúde que atuarão nos Territórios do Programa Saúde na Escola 44 VII. INSUMOS PARA VIABILIZAR AS AÇÕES CADERNO DE ATENÇÃO BÁSICA À SAÚDE ESCOLAR

3 2. MANUAL DE SAÚDE ESCOLAR 3. KIT SAÚDE ESCOLAR EQUIPE DE AB/SF 4. KIT SAÚDE ESCOLAR ESCOLA VIII. FONTES DE FINANCIAMENTO ANEXOS 1. TERMO DE ADESÃO AO PSE 2. Carta da CIB aos Ministérios da Saude e da Educação para homologação da adesão ao PSE 3. INVESTIMENTOS GLOSSÁRIO DE SIGLAS AB/SF AIDS CAE CIB CNS Conad CONASS CONASEMS Coniq CONSED DST ECA EJA ESF Fundeb LDB MEC MP MS NASF PAB PAR PDE PeNSE PNAB PN-DST/AIDS PSE SB/SF SCNES Secad Atenção Básica / Saúde da Família Acquired Immune Deficiency Syndrome - Síndrome da Imunodeficiência Adquirida Conselho de Alimentação Escolar Comissão Intergestora Bipartite Conselho Nacional de Saúde Conselho Nacional Antidrogas Conselho Nacional de Secretários Estaduais da Saúde Conselho Nacional de Secretários Municipais da Saúde Convenção - Quadro para o Controle do Tabaco Conselho Nacional de Secretários da Educação Doenças Sexualmente Transmissíveis Estatuto da Criança e do Adolescente Educação de Jovens e Adultos Equipe Saúde da Família Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional Ministério da Educação Ministério Público Ministério da Saúde Núcleo de Apoio à Saúde da Família Piso de Atenção Básica Planos de Ações Articuladas Plano de Desenvolvimento da Educação Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar Política Nacional de Atenção Básica Programa Nacional de DST/AIDS Programa Saúde na Escola Saúde Bucal / Saúde da Família Sistema do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade 3

4 SF SIA SI-PNI SIS/HIPERDIA SISVAN SPE SUS UBS UNDIME UNESCO PNAE FNDE Saúde da Família Sistema de Informação Ambulatorial Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações Sistema de Cadastramento e Acompanhamento de Hipertensos e Diabéticos Sistema de Gestão Federal/Estadual de Vigilância Alimentar e Nutricional Saúde Prevenção nas Escolas Sistema Único de Saúde Unidade Básica de Saúde União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação Organização das Nações Unidas para Educação, a Ciência e a Cultura Programa Nacional de Alimentação Escolar Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação 4

5 I. APRESENTAÇÃO O Presidente da República, comprometido com a melhoria da qualidade de vida da população brasileira, solicitou aos Ministros da Educação e da Saúde a formulação de uma política contínua e sustentada, de articulação e integração entre as ações desenvolvidas nas escolas e nas Unidades Básicas de Saúde, em especial aquelas organizadas por meio da estratégia Saúde da Família. O Programa Saúde na Escola (PSE), instituído por decreto presidencial Nº.6.286, de 5 de dezembro de 2007, resulta do trabalho integrado entre o Ministério da Saúde e o Ministério da Educação, na perspectiva de ampliar as ações específicas de saúde aos alunos e alunas da Rede Pública de Ensino: Ensino Fundamental, Ensino Médio, Rede federal de educação profissional e tecnológica), Educação de Jovens e Adultos (EJA). Esta proposta contribuirá para o fortalecimento de ações na perspectiva da formação integral, que proporcionem à comunidade escolar a participação em programas e projetos que articulem saúde e educação para o enfrentamento das vulnerabilidades que comprometem o pleno desenvolvimento de crianças e jovens brasileiros. Esta iniciativa reconhece as ações já existentes e que têm impactado positivamente na qualidade de vida dos brasileiros, procurando contribuir para a definição de diretrizes e ações de integração entre saúde e educação. Para o alcance dos objetivos e sucesso deste programa é de fundamental importância o compromisso entre os entes federados, de acordo com as pactuações já existentes, em um processo progressivo de articulação intersetorial. Este documento visa detalhar as estratégias para a implementação do PSE e apresentar as metas e ações previstas para o período

6 II. INTRODUÇÃO Educação e Saúde são direitos sociais estatuídos pela Constituição Federal de 1988, de acordo com o Artigo 6º. Ambas são, igualmente, direito de todos e dever do Estado, conforme preconizam os artigos 196 e 205 da mesma Constituição. Em relação às crianças e adolescentes, o artigo 227 estatui que: É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade, à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão. Tais preceitos constitucionais encontram ressonância na legislação educacional. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei 9.394/1996 (LDB), dispõe, no Artigo 2º, entre os direitos fundamentais da criança e do adolescente, o direito à vida e à saúde. A garantia aos mesmos direitos é preconizada pelo Estatuto da Criança e do Adolescente ECA (Lei 8.069, de 13 de julho de 1990), que, ademais, dispõe em detalhe acerca do atendimento necessário à mãe gestante, à parturiente, à criança e ao adolescente, definindo obrigações para o poder público e o Sistema Único de Saúde - SUS, entre outros agentes. A saúde como necessidade é uma produção social que está relacionada com as condições de vida das pessoas, as tradições históricas, os hábitos e as representações de corpo, saúde e doença. Para a implantação de um modelo de atenção centrado nos interesses dos usuários e que seja capaz de satisfazer suas necessidades, é fundamental a garantia dos espaços de trocas de saberes e de construção coletiva. O Ministério da Saúde, em conjunto com as Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde, firmaram o Pacto de Gestão, pela Vida e em Defesa do SUS, aprovado pelo Conselho Nacional de Saúde - CNS, acordando as responsabilidades entre as três esferas de gestão do SUS, com base nas seguintes diretrizes: descentralização, regionalização, financiamento, 6

7 planejamento e programação pactuada e integrada, regulação, participação e controle social e trabalho e educação na saúde, e tem priorizado as Políticas Nacionais de Atenção Básica, de Promoção da Saúde, de Alimentação e Nutrição, de Saúde Bucal, de Educação Permanente em Saúde, de Redução da Morbimortalidade por Acidentes e Violências, de Redução do Consumo do Álcool, de Saúde Sexual e Reprodutiva, o Programa Nacional de Controle do Tabagismo e Outros Fatores de Risco de Câncer, além de tratados internacionais de saúde pública como a Estratégia Global para Alimentação, Atividade Física e Saúde, entre outros, reconhecendo a importância de se trabalhar com equipamentos sociais existentes no território e com a participação comunitária. As políticas de saúde reconhecem o espaço escolar como espaço privilegiado para práticas promotoras da saúde, preventivas e de educação para saúde. A articulação entre escola e unidade de saúde também é recomendada e se configura uma importante demanda da comunidade escolar. As práticas de educação em saúde devem considerar os diversos contextos com o objetivo de realizar construções compartilhadas de saberes sustentados pelas histórias individuais e coletivas, produzindo aprendizagens significativas. Desse modo, dimensionando a participação ativa de diversos interlocutores/sujeitos em práticas cotidianas, é possível vislumbrar uma escola que forma cidadãos críticos e informados, com habilidades para agir em defesa da vida e sua qualidade. Os temas relevantes à saúde devem ser prioritariamente incluídos nos projetos político-pedagógicos das escolas. No âmbito do SUS, a Política Nacional de Atenção Básica (PNAB) considera a Saúde da Família como estratégia prioritária para reorganização da atenção básica e define como áreas prioritárias para atuação: a eliminação da desnutrição infantil, a saúde da criança, dos adolescentes e jovens, a saúde bucal e a promoção da saúde. São consideradas características do processo de trabalho das equipes de Atenção Básica o desenvolvimento de ações intersetoriais, integrando projetos sociais e setores afins, voltados para a promoção da saúde e apoio a estratégias de fortalecimento da gestão local e do controle social, entre outras. 7

8 Entre as especificidades da estratégia de Saúde da Família destacam-se: buscar a integração com instituições e organizações sociais, em especial em sua área de abrangência, para o desenvolvimento de parcerias e ser um espaço da construção da cidadania. A estratégia Saúde da Família (SF) tem contribuído com o fortalecimento das redes sociais de apoio às comunidades. Nesse contexto, a escola se apresenta como espaço privilegiado para o encontro dos diversos atores e para a construção coletiva de um ambiente saudável, por meio de trocas e produções compartilhadas de saberes e práticas. A partir de ações conjugadas com as diretrizes de descentralização, territorialização, intersetorialidade, integralidade e controle social, a SF colabora com a conformação dos Sistemas Locais de Saúde. Em outra dimensão, a SF prevê um investimento em ações coletivas e a reconstrução das práticas de saúde a partir da interdisciplinaridade e do trabalho em equipe, em um dado território. O território é espaço de produção da vida e, portanto, da saúde, e pode ser definido como espaço geográfico, histórico, cultural, social e econômico, sendo coletivamente construído e constituído. Considerando sua dinamicidade, observa-se a necessidade da análise de situação de saúde e a elaboração de um projeto de intervenção que articule os vários equipamentos sociais e demais recursos presentes no território, uma vez que ali se encontram os problemas de saúde e uma parcela das soluções. Da mesma forma que as questões de saúde, as questões educacionais se relacionam com todas as demais esferas da vida do indivíduo e da comunidade. A política educacional recente tem se pautado pelo fortalecimento dos vínculos entre a escola, seus profissionais, os estudantes e a comunidade, a partir da compreensão de que a qualidade da educação nacional só melhorará se forem reestabelecidos os laços entre esses diferentes agentes, se for fortalecido o sentimento de pertencimento e participação de todos na escola, como espaço público e democrático. Vale ressaltar que a LDB é clara quando estabelece que, respeitada as normas comuns e as do seu sistema de ensino, os estabelecimentos de ensino terão a incumbência de, entre outras, 8

9 articular-se com as famílias e a comunidade, criando processos de integração da sociedade com a escola (Art. 12). As políticas educacionais e de saúde compartilham a perspectiva segundo a qual crianças, adolescentes e jovens, suas famílias e comunidades devem ser vistos como seres integrais, sendo papel do Estado garantir a todos e todas oportunidades para seu pleno desenvolvimento pessoal e social. O artigo 34 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei n 9.394, de 20 de dezembro de 1996, determina a progressiva ampliação do período de permanência na escola. Importantes ações, dentro do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), lançado em 2007, têm como um de seus propósitos não apenas a ampliação da jornada, mas a promoção de um conceito de educação integral e integrada. O novo Fundeb estipula a distribuição dos recursos diferenciada conforme se trate da modalidade em tempo integral, nos diversos níveis de ensino. É esse, também, o objetivo do Programa Mais Educação, uma das ações do PDE: a transformação das concepções sobre o currículo e processos socioeducativos que envolvam a escola, espaços, equipamentos e recursos disponíveis, visando contribuir para a formação integral de crianças, adolescentes e jovens, por meio da articulação de ações, de projetos e de programas nos diversos Ministérios que integram o Governo Federal. Os princípios de valorização da articulação entre esferas de governo, entre poder público e sociedade civil e entre as políticas sociais de diferentes setores, organizadas a partir do território, estão presentes na política educacional. O fortalecimento da colaboração entre a União, Estados, DF e municípios a partir de ações localizadas no município é um dos principais fundamentos do Plano de Desenvolvimento da Educação. O Programa Saúde na Escola, portanto, vem se somar a esses esforços do governo federal, fortalecendo, no projeto de educação integral e integrada às demais áreas sociais, o campo da atenção à saúde. A escola, além de desenvolver processos de ensino/aprendizagem, desempenha papel fundamental na formação identitária e na atuação das pessoas em todas as arenas da vida social. Juntamente com outros espaços sociais, ela cumpre 9

10 papel decisivo na formação dos estudantes, na percepção e construção da cidadania, no acesso a políticas públicas, entre outros. Desse modo, pode, em parceria com os serviços de saúde, tornar-se um locus para ações de educação em saúde para crianças, adolescentes e jovens adultos matriculados nas redes públicas da Educação Básica. O intrínseco relacionamento entre os aspectos de saúde e educação, ambos envolvidos nos processos de formação integral dos indivíduos, assim como a percepção de que a escola é espaço privilegiado para a realização de atividades de promoção da saúde, demandavam do Estado o estabelecimento de uma política de educação em saúde de caráter mais abrangente. Ela deve considerar os diversos contextos locais e regionais, com o objetivo de realizar construções compartilhadas de saberes sustentados pelas histórias individuais e coletivas, produzindo aprendizagens significativas. A educação para a saúde em todas as suas dimensões deve estar inserida nas propostas pedagógicas das escolas, levando-se em consideração o respeito à competência político-executiva dos estados e municípios, à diversidade sociocultural das diferentes regiões do país e à autonomia de professores e equipes pedagógicas. O Programa Saúde na Escola (PSE) será implementado com a participação dos diversos atores sociais nas escolas, Unidades Básicas de Saúde, equipes de Saúde de Família, governos, sistemas de ensino, famílias, organizações não-governamentais e sociedade civil e tem como principal objetivo promover essa articulação no campo da saúde e da educação. Este programa fundamenta-se no reconhecimento da diversidade que caracteriza a sociedade brasileira, o que enriquece e une indivíduos e sociedade. Portanto é imprescindível considerar as especificidades locais e regionais, os aspectos da saúde relativos a gênero, orientação sexual, raça, cor, etnia, condição social, físico-mental. Fundamental também é levar em consideração as vivências e os saberes de pessoas e grupos envolvidos, entre outros princípios da LDB e do SUS. 10

11 Destaca-se ainda a importância do apoio dos gestores da área de educação e saúde, estaduais e municipais, pois se trata de um processo de adesão que visa a melhoria da qualidade da educação e saúde dos cidadãos, que se dará à luz dos compromissos e pactos estabelecidos em ambos os setores, como do Pacto de Gestão, na Saúde e do Plano de Desenvolvimento da Educação PDE, na educação, com o plano de metas do Compromisso Todos pela Educação e os Planos de Ações Articuladas (PAR). Além disso, Programa Saúde na Escola (PSE), instituído por decreto presidencial Nº. 6286, de 5 de dezembro de 2007, está vinculado ao Programa Mais Saúde Direitos de Todos, lançado pelo Presidente da República ao final do ano de 2007, que agrega inúmeras ações estratégicas para serem executadas entre os anos de Sua proposta resulta do trabalho integrado entre o Ministério da Saúde e o Ministério da Educação, na perspectiva de ampliar as ações específicas de saúde aos alunos e alunas da Rede Pública de Ensino: Ensino Fundamental, Ensino Médio, Rede federal de educação profissional e tecnológica), Educação de Jovens e Adultos (EJA). Este documento visa detalhar as estratégias para a implementação do PSE e apresentar as metas e ações previstas no Programa Mais Saúde Direitos de Todos

12 III. JUSTIFICATIVA No sistema de ensino brasileiro estão matriculados mais de 7 milhões de crianças na Educação Infantil; mais de 33 milhões de crianças no Ensino Fundamental; mais de 8 milhões de adolescentes e jovens no Ensino Médio; perto de 750 mil jovens e adultos na Educação Profissional e aproximadamente 5,6 milhões de jovens e adultos na Educação de Jovens e Adultos (EJA), o que representa, aproximadamente, 26% da população brasileira. Não obstante sua grande relevância para o País, essas parcelas expressivas da população estão expostas a riscos e relações de vulnerabilidade de caráter estrutural a serem superadas de forma premente. Elementos da saúde e da educação estão presentes durante todo o desenvolvimento humano de maneira muito expressiva. São importantes no desenvolvimento biopsicossocial e na formação dos sujeitos sociais e políticos. As ações setoriais nesses campos têm mútuas repercussões e, assim sendo, a construção de políticas públicas integradas é condição indispensável para atualizar e renovar, de forma permanente, os significados fundamentais da educação e da saúde, com vistas à integralidade. Historicamente, programas de saúde escolar constituíram-se, freqüentemente, em práticas de negociação de tarefas e custos, assim como em fonte de conflitos quanto às responsabilidades dos atores envolvidos. Como resultado, as escolas vêem-se hoje como depositárias de inúmeras demandas sociais, muitas vezes desarticuladas entre si e não incorporadas ao projeto políticopedagógico das escolas. No âmbito da saúde, as Unidades Básicas de Saúde, por sua vez, vêem-se diante da necessidade de criar vínculos e de construir estratégias de acolhimento e atenção às necessidades específicas desses grupos populacionais, como parte da tarefa de reorganizar-se em um novo modelo de atenção à saúde. O contexto sócio-econômico-cultural brasileiro evidencia a vulnerabilidade das crianças e jovens. Vulnerabilidade para a saúde pode ser compreendida como a chance de exposição das pessoas a riscos e como a resultante de um 12

13 conjunto de aspectos não apenas individuais, mas também coletivos e contextuais que estão relacionados com a maior suscetibilidade ao adoecimento e, ao mesmo tempo, com a maior ou menor disponibilidade de recursos de proteção. A superação dessas vulnerabilidades impactará positivamente na melhoria das condições de aprendizagem e de vida, bem como na ampliação do diálogo entre estudantes, famílias, professores, equipes de saúde e comunidade, criando melhores condições para a construção de cidadania. A abrangência e a complexidade dos desafios a serem enfrentados vêm mostrando um novo caminho: o da articulação de políticas para valorizar as contribuições setoriais possíveis e necessárias, assim como a participação da sociedade civil, de forma que esse amálgama de capacidades, recursos e responsabilidades possa produzir transformações mais efetivas nas condições geradoras de vulnerabilidade das populações da primeira infância e das juventudes. A construção de redes regionalizadas e descentralizadas, além de estimular a comunidade à participação mais ativa no cotidiano dos sistemas de ensino e saúde, mostra-se, cada vez mais, ser condição essencial para a concretização das políticas públicas. Este diagnóstico aponta para a necessidade de um novo modelo de atenção da saúde do(a) escolar, que, entre outras coisas, incorpore a perspectiva da integralidade desse atendimento, assim como da intersetorialidade necessária para as ações. O PSE visa exatamente atender essas demandas. A adesão ao PSE é facultada a todos os municípios do país que tiverem implantado Equipes Saúde da Família (ESF) de acordo com os preceitos da estratégia preconizada na PNAB. Pretende-se com o PSE garantir o acesso universal às ações propostas para todas as crianças e jovens matriculados no sistema público educacional brasileiro nos territórios das ESF dos municípios que aderirem ao programa. Porém, a partir do Índice de Desenvolvimento de Educação Básica (IDEB), os Ministérios da Educação e da Saúde consideram prioritários para implantação do PSE, os municípios com menores índices. Para avaliar a factibilidade da integração entre as redes de saúde e 13

14 educação nesses municípios, verificou-se a cobertura do atendimento das Equipes de Saúde da Família (base agosto de 2007), conforme a tabela abaixo: Cobertura SF Nº. de municípios prioritários % dos municípios prioritários > ou = a 70% de ESF ,06 % de 50% a 69% de ESF 121 9,74 % de 30% a 49% de ESF 93 7,49 % de 1% a 29% de ESF 76 6,12 % sem cobertura SF 57 4,59 % total ,00 % Esta análise demonstra a relevância do PSE, em vista da boa potencialidade de integração entre as redes nos municípios prioritários. Salienta-se que a opção de iniciar esta integração entre as redes do sistema educacional e de saúde brasileiros a partir dos territórios Saúde da Família se dá por que: (1) ambos os sistemas tem redes próprias e lógicas de funcionamento e de organização que precisam ser respeitadas e fortalecidas em sua totalidade; (2) a rede do sistema educacional público possui uma capilaridade diferente da rede SUS; (3) o Pacto pela Saúde e a PNAB propõem a adoção da estratégia Saúde da Família para organização da Atenção Básica, sendo de responsabilidade de todos os municípios brasileiros; (4) as Equipes Saúde da Família possuem territórios de abrangência claramente definidos, o que torna possível o exercício de nucleação entre os equipamentos da saúde e da educação, e favorecem, por meio do planejamento, a adequação entre a capacidade instalada dos recursos da saúde e as demandas da comunidade escolar, sem que haja prejuízo da atenção à saúde da comunidade adstrita; (5) dentre as principais atividades das Equipes Saúde da Família destacam-se, as ações de Educação em Saúde, Promoção da Saúde, Prevenção de agravos e a continuidade do cuidado ao longo do tempo, atribuições indispensáveis para o sucesso do PSE; (6) os incentivos federais para o custeio do PSE são propostos na fração variável do Piso de Atenção Básica (PAB-variável) que compõem os recursos do Bloco de Atenção Básica a partir do Pacto pela Saúde; (7) as discussões acerca da organização das Redes de Atenção à 14

15 Saúde que pretendem a efetiva consolidação da regionalização do SUS, propõem a estratégia Saúde da Família como base para sua organização. Desta maneira, a integração proposta no PSE pretende manter coerência frente aos acordos e princípios que norteiam o desenvolvimento de ambos os setores, saúde e educação. 15

16 IV. DIRETRIZES O PSE constitui estratégia para a integração e a articulação permanente entre as políticas e ações de educação e de saúde, com a participação da comunidade escolar, envolvendo as equipes de saúde da família e da educação básica (Art. 3o do Decreto No ). Seu objetivo geral é assegurar às crianças, adolescentes e jovens o estatuído no artigo 227 da Constituição Brasileira: o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade, à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão. As diretrizes e objetivos do PSE evidenciam que, mais do que uma estratégia de integração das políticas setoriais, ele se propõe a ser um novo desenho da política de educação em saúde que: a) trata a saúde e educação integrais como parte de uma formação ampla para a cidadania e o usufruto pleno dos direitos humanos; b) permite a progressiva ampliação das ações executadas pelos sistemas de saúde e educação com vistas à atenção integral à saúde de crianças, adolescentes e jovens e à educação em saúde; e c) promove a articulação de saberes, a participação de alunos, pais, comunidade escolar e sociedade em geral na construção e controle social da política. São diretrizes para a implementação do PSE (Decreto Nº 6.286, Art. 3o 1 o ): I. descentralização e respeito à autonomia federativa; II. integração e articulação das redes públicas de ensino e de saúde; III. territorialidade; IV. interdisciplinaridade e intersetorialidade; V. integralidade; 16

17 VI. VII. VIII. cuidado ao longo do tempo; controle social; e monitoramento e avaliação permanentes Compreende-se por territorialidade o caráter, condição ou qualidade do que é territorial. No caso do PSE, é a condição que possibilita a partir do território de abrangência da unidade básica de saúde, definir os equipamentos escolares que ali estão apesar destas escolas muitas vezes contarem com alunos que não necessariamente são moradores da comunidade adstrita à ESF. Dependendo da realidade local, a partir dessa dimensão do território, e de acordo com o número de alunos na rede de ensino, no planejamento, em determinadas UBS será necessário adequar o numero de ESF para que efetivamente aconteçam as ações do PSE. 17

18 V. OBJETIVOS São objetivos do PSE (Decreto Nº 6.286, Art.2 o ): 1. promover a saúde e a cultura da paz, reforçando a prevenção de agravos à saúde, bem como fortalecer a relação entre as redes públicas de saúde e de educação; 2. articular as ações do Sistema Único de Saúde - SUS às ações das redes de educação básica pública, de forma a ampliar o alcance e o impacto de suas ações relativas aos estudantes e suas famílias, otimizando a utilização dos espaços, equipamentos e recursos disponíveis; 3. contribuir para a constituição de condições para a formação integral de educandos; 4. contribuir para a construção de sistema de atenção social, com foco na promoção da cidadania e nos direitos humanos; 5. fortalecer o enfrentamento das vulnerabilidades, no campo da saúde, que possam comprometer o pleno desenvolvimento escolar; 6. promover a comunicação entre escolas e unidades de saúde, assegurando a troca de informações sobre as condições de saúde dos estudantes; e 7. fortalecer a participação comunitária nas políticas de educação básica e saúde, nos três esferas de governo. O PSE contribuirá também para: subsidiar a prática de profissionais da educação e da saúde nesse campo, por meio da educação permanente, elaboração de materiais didáticos e do fomento a estudos e iniciativas; estabelecer e/ou aprimorar sistemas de informações integrados entre órgãos da saúde e da educação; monitorar e avaliar as ações previstas no programa; integrar as ações já desenvolvidas nos estados e municípios. 18

19 VI. A INTEGRAÇÃO DAS AÇÕES INTERSETORIAIS: EXECUÇÃO E GESTÃO DO PROGRAMA O Programa Saúde na Escola (PSE) parte do princípio de que tanto o Sistema Educacional como o Sistema Único de Saúde têm suas redes constituídas a partir de princípios organizacionais próprios que devem ser observados, não obstante a necessidade de uma maior integração dessas redes, preservando-se a territorialização ora existente. Para a efetiva integração das ações de educação e saúde, que se perpetue no longo prazo, o PSE visa promover: 1. Articulação institucional entre os diversos agentes envolvidos nos setores de educação e saúde nas três esferas de governo, e execução de medidas de modo a estabelecer as condições para a integração das ações no território. Para o êxito dessa articulação caberá aos gestores locais o compromisso de estabelecer Grupos de Trabalho Intersetoriais, e definir suas atribuições; 2. Implementação de ações de educação, de promoção da saúde e prevenção de riscos, com base em ações pré-existentes ou em implantação, reorientadas pelos objetivos de articulação intersetorial e atenção integral. Para consecução do Decreto 6286 os Ministérios da Saúde e da Educação criarão um Grupo de Trabalho interministerial com representantes dos Conselhos de Gestores (CONASS, CONASEMS, CONSED e UNDIME) e de participação social, de ambos os setores por meio de Portaria Interministerial, onde seu objeto será pactuado de maneira tripartite. O Decreto 6286 determina que: Art. 1º 2º O PSE será implementado mediante adesão dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios aos objetivos e diretrizes do programa, formalizada por meio de Temo de Adesão. 3º O planejamento das ações do PSE deverá considerar: 19

20 I - o contexto escolar e social; II - o diagnóstico local em saúde do escolar; e III - a capacidade operativa em saúde do escolar As competências comuns dos Ministérios Art. 5º Para a execução do PSE compete aos Ministérios da Saúde e Educação, em conjunto: I - promover, respeitadas as competências próprias de cada Ministério, a articulação entre as Secretarias Estaduais e Municipais de Educação e o SUS; II - subsidiar o planejamento integrado das ações do PSE nos Municípios entre o SUS e o sistema de ensino público, no nível da educação básica; III - subsidiar a formulação das propostas de educação permanente dos profissionais de saúde e da educação básica para implementação das ações do PSE; IV - apoiar os gestores estaduais e municipais na articulação, planejamento e implementação das ações do PSE; V - estabelecer, em parceria com as entidades e associações representativas dos Secretários Estaduais e Municipais de Saúde e de Educação os indicadores de avaliação do PSE; e VI - definir as prioridades e metas de atendimento do PSE. 1º Caberá ao Ministério da Educação fornecer material para implementação das ações do PSE, em quantidade previamente fixada com o Ministério da Saúde, observadas as disponibilidades orçamentárias. (...) Art. 8º Os Ministérios da Saúde e da Educação coordenarão a pactuação com Estados, Distrito Federal e Municípios das ações a que se refere o art. 4o, que deverá ocorrer no prazo de até noventa dias As Competências dos Estados 1. subsidiar o planejamento integrado das ações do PSE nos Municípios entre o SUS e a rede de educação pública básica; 20

21 2. subsidiar a formulação das propostas de educação permanente dos profissionais de saúde e da educação básica para implementação das ações do PSE; 3. apoiar os gestores municipais na articulação, planejamento e implementação das ações do PSE; 4. estabelecer, em parceria com as entidades, conselhos gestores e associações representativas dos Secretários Estaduais e Municipais de Saúde e de Educação os indicadores de avaliação do PSE; 5. pactuar, nas Comissões Intergestoras Bipartites (CIB) do Sistema Único de Saúde, encaminhamentos e deliberações no âmbito do PSE, conforme fluxo de adesão; 6. contribuir com os Ministérios no monitoramento e avaliação do programa. 7. indicar a participação de representação das Secretarias Estatuais da Saúde e de Educação nos Grupos de Trabalho Intersetoriais dos municípios As competências compartilhadas entre Secretarias de Saúde e Educação dos estados e municípios 1. definir conjuntamente as escolas federais, estaduais e municipais a serem atendidas no âmbito do PSE, considerando os territórios de abrangência das Unidades Básicas de Saúde e o número de Equipes de Saúde da Família implantadas. 2. definir, entre as ações previstas no PSE, aquelas que serão implantadas prioritariamente conforme diagnóstico das necessidades em saúde dos escolares nos territórios de responsabilidade estabelecidos; 3. definir as estratégias específicas de cooperação entre estados e municípios para o planejamento e a implementação das ações no âmbito municipal; 4. pactuar os projetos locais do PSE nas instâncias de deliberação de cada Unidade Federada As competências das secretarias municipais de saúde e educação São os sistemas locais de Educação e de Saúde os grandes responsáveis pelo sucesso da estratégia, para tanto é necessária a vinculação entre as escolas e 21

22 os territórios de abrangência da Atenção Básica/Saúde da Família. Assim sendo, cabe aos municípios: 1. criar Grupo de Trabalho Intersetorial para elaboração e implementação do projeto ; 2. estabelecer os territórios de responsabilidade a partir da vinculação entre as escolas e Unidades Básicas de Saúde; 3. definir, no projeto municipal, as metas para atendimento a partir do planejamento por meio da territorialidade entre ESF e Escolas publicas; 4. considerar a programação da atenção à saúde em cada Equipe de Saúde da Família e a capacidade instalada do Sistema de Saúde na elaboração do projeto; 5. possibilitar a incorporação dos temas contemplados no PSE nos projetos político-pedagógicos das escolas envolvidas no programa; 6. possibilitar integração e planejamento conjunto entre as equipes das escolas e das Unidades Básicas de Saúde/Saúde da Família; 7. designar, em cada território do projeto, os profissionais responsáveis no âmbito da educação e da saúde, que serão referências para execução, acompanhamento e interlocução junto ao Grupo de Trabalho Intersetorial; 8. apresentar o projeto para aprovação pelo Conselho Municipal de Saúde; 9. encaminhar o projeto para homologação na CIB; 10. divulgar o projeto local do PSE às instâncias de controles social e fiscal para acompanhamento de sua execução Critérios para adesão ao PSE 1. ter Equipes de Saúde da Família atuando no município 2. compor o Grupo de Trabalho Intersetorial que elaborará o projeto, e acompanhará a implantação e o desenvolvimento do PSE 3. elaborar o projeto de maneira conjunta entre a Secretaria da Saúde e da Educação 4. alimentar as informações necessárias ao acompanhamento dos indicadores nacionais propostos 22

23 5.6. Fluxo para a adesão ao PSE O fluxo aqui estabelecido cumprirá as etapas de aprovação previstas nos sistemas de educação e de saúde no país. 1. As Secretarias Estaduais de Saúde e de Educação mobilizam os municípios para a adesão ao PSE; 2. As Secretarias Estaduais de Saúde e de Educação apóiam tecnicamente os municípios para elaboração dos projetos do PSE; 3. Cabe aos municípios nomear Grupo de Trabalho Intersetorial, que inclua, no mínimo, representante das Secretarias de Saúde e Educação, que será responsável pela elaboração do projeto do PSE; 4. Cabe ao Grupo de Trabalho Intersetorial elaborar o Projeto do PSE que deverá constar de duas etapas: 1ª Diagnóstico situacional que compreenda questões referentes a determinantes sociais, cenário epidemiológico e modalidades de ensino das escolas que estão no espectro de atuação das ESF vinculadas ao PSE. 2ª Projeto que contemple: a. o mapeamento da Rede SUS de AB/SF e a Rede de Escolas Federal, Estaduais e Municipais criando espaços comuns, os territórios responsabilidade. b. o vínculo de responsabilidade entre ESF e as Escolas em cada um dos territórios responsabilidade, quantificando o número de escolas, de alunos de cada escola e as questões prioritárias do perfil destas crianças. c. a programação das atividades do PSE que deverão ser incluídas no projeto político-pedagógico de cada uma das escolas. 5. A Secretaria Municipal de Saúde apresentará o projeto ao Conselho Municipal de Saúde para aprovação, tendo em vista repasses financeiros fundo a fundo previstos neste programa; 23

24 6. A Secretaria Municipal de Educação apresentará o projeto ao Conselho Municipal de Educação, quando houver, para acompanhamento da execução do projeto; 7. O grupo de trabalho intersetorial Termo de Adesão ao PSE; 8. Os secretários municipais de educação e saúde firmam o Termo de Adesão e encaminham, juntamente com o Projeto do PSE, à Comissão Intergestoras Bipartite para homologação; 9. A CIB pactua e envia ofício e os Termos de Adesão ao Ministério da Saúde, que encaminha cópia para o Ministério da Educação; 10. O Grupo de Trabalho Intersetorial do município, após homologação da CIB, enviará o projeto, em meio eletrônico, para endereço eletrônico do programa PSE; 11. A secretaria municipal de saúde preenche, no cadastro das unidades básicas de saúde/saúde da Família do Sistema de Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde SCNES, o campo específico do PSE; 12. As Secretarias Estaduais de Saúde acompanham o processo de atualização do SCNES a partir da homologação dos projetos dos municípios do PSE na CIB; 13. Os Ministérios da Saúde e da Educação iniciam cooperação técnica e apoio aos projetos, com base nos Termos de Adesão aprovados e homologados; 14. O Grupo de Trabalho Interministerial, instituído em portaria específica, receberá e acompanhará os projetos; 24

25 O Fluxo de Adesão Secretaria Municipal de Educação PREFEITURA 1 Secretaria Municipal de Saúde ESFERA ESTADUAL Coordenação de todos os processos municipais em articulação com os Conselhos de Saúde e Educação Cria o GT Intersetorial 1º GT Elabora Projeto de Integração entre as Áreas da Saúde e Educação 2º Envia Projeto para aprovação Conselhos de Saúde e Educação 3º O Projeto é aprovado PREFEITURA 1 Elabora e firma o Termo de Adesão ao PSE 4º Envia para CIB ESTADUAL Ministério da Saúde 5º Pactua e envia oficio ao MS e MEC Ministério da Educação 6º Homologa. Inicia os repasses de insumos e materiais. Inicia as atividades de monitoramento e avaliação GT interministerial 7º Acompanha o desenvolvimento das ações do PSE 5.7. Metas Nacionais do PSE O Programa Saúde na Escola prevê uma adesão gradativa dos municípios e estados, a partir da nucleação das Equipes Saúde da Família e Escolas Municipais e/ou Estaduais que compõem os respectivos territóriosresponsabilidade. O PSE tem sua execução prevista conforme o Plano Plurianual de Por ser um processo de adesão, para fins de estabelecimento das metas nacionais do programa utilizou-se a implantação gradativa em quatro anos, de 25

26 acordo com a projeção de cobertura de Equipes Saúde da Família (ESF) no território nacional. A cada ano estabeleceu-se como meta de adesão ao PSE um determinado número de ESF: 10% das ESF aderindo ao PSE em 2008; 30% das ESF aderindo ao PSE em 2009, 50% das ESF aderindo ao PSE em 2010, e 70% das ESF aderindo ao PSE em Para fins de cálculo, considerando uma população de habitantes (o máximo para cada ESF de acordo com a PNAB), a partir das médias nacionais de população que será beneficiada (faixa etária do programa), estima se que cada ESF atenderá 960 estudantes em média. Sabe-se que na realidade local, esta projeção poderá estar muito além ou aquém do real número de alunos nas escolas publicas. Justamente para contemplar esta diversidade local é que o PSE prevê a elaboração conjunta de projeto que contemple a adequação à realidade das redes de educação e de saúde. A previsão nacional de atendimentos do PSE nos 4 anos é: % do total de ESF no Brasil realizando o PSE na projeção do total de ESF no Brasil x 960 estudantes em média = estudantes % do total de ESF no Brasil realizando o PSE na projeção total de ESF no Brasil x 960 estudantes em média = estudantes % do total de ESF no Brasil realizando o PSE na projeção total de ESF no Brasil x 960 estudantes em média = estudantes % do total de ESF no Brasil realizando o PSE na projeção total de ESF no Brasil x 960 estudantes em média = estudantes 26

27 VII. AÇÕES PROPOSTAS As ações em saúde previstas no âmbito do PSE considerarão a atenção, promoção, prevenção e assistência, e serão desenvolvidas articuladamente com a rede de educação pública básica (Art. 4º do Decreto 6286). O campo das ações de promoção da saúde engloba atividades de naturezas variadas promovidas por profissionais de educação e saúde e voltadas à formação de estudantes sobre os temas, que chamamos de educação em saúde. As respostas integradas entre saúde e educação no que diz respeito às condições de saúde e de adoecimento de crianças, adolescentes e jovens devem se pautar numa premissa fundamental a de que o processo de adoecimento e as características das doenças e agravos em geral se relacionam às condições de vida. As possibilidades de desenvolvimento de certos hábitos e de práticas saudáveis se distribuem desigualmente em nosso país. Com a implantação e implementação progressiva das ações previstas no PSE pode-se iniciar um processo em que governo federal, estados e municípios ampliem o investimento na integralidade e na equidade. Os Ministérios da Educação e da Saúde induzirão a realização de ações para que todos os estudantes matriculados nas escolas públicas da Educação Básica e na rede federal de educação profissional e tecnológica tenham acesso à atenção integral à saúde. O PSE contemplará diferentes respostas no que diz respeito ao direito à saúde e ao desenvolvimento, que serão dadas em três dimensões: 1. análise situacional das condições de saúde de crianças, adolescentes e jovens; 2. cuidado nas situações de adoecimento, estabelecendo rede de referência e contra-referência; e 3. promoção da saúde e prevenção, possibilitando que a comunidade escolar fortaleça o debate sobre os direitos de cidadania e integre transversalmente a temática da saúde nos projetos pedagógicos. 27

28 As ações propostas por este documento devem ser vistas como um elenco inicial, que não esgota as possibilidades de ampliação tanto da intersetorialidade quanto do princípio da integralidade da atenção à saúde e à formação bio-psico-social de crianças, adolescentes e jovens. Assim, a título de exemplo, se em um primeiro momento a participação dos professores e demais profissionais da escola é variável nas atividades de avaliação das condições de saúde das crianças, adolescentes e jovens (maior, por exemplo, na detecção de problemas de visão e audição), isso se deve à forma em que tais atividades têm sido executadas atualmente e às possibilidades imediatas de integração entre os setores de saúde e educação. Pretende-se, no entanto, que com a educação permanente dos profissionais da educação e da saúde, eles sejam instrumentalizados para colaborar progressivamente na promoção da saúde dos(as) estudantes. As atividades propostas visam: 1. Promover gestão integrada entre saúde e educação nas três esferas de governo; 2. Promover a integração das ações de educação e saúde no âmbito municipal, contribuindo para a integração daquelas já desenvolvidas nos estados e municípios 3. Subsidiar a prática de profissionais da educação e da saúde nesse campo, por meio da educação permanente, elaboração de materiais didáticos e do fomento a estudos e iniciativas; 4. Promover a integração das redes (Educação e SUS) em suas comunidades adstritas 5. Realizar ações direcionadas a educação para saúde nas escolas, possibilitando atividades de prevenção, promoção e o atendimento integral à saúde de cada estudante matriculado/a nas escolas de Educação Básica, rede federal de educação profissional e tecnológica e EJA da rede pública; 6. Desenvolver nas escolas e unidades básicas de saúde ações integradas de educação para saúde; 7. Desenvolver mecanismos institucionais para que os sistemas de ensino e de saúde possam acompanhar as fases de crescimento e de 28

29 desenvolvimento de cada estudante, de forma a prestar-lhes atenção integral, de maneira intersetorial; 8. Criar fluxos de informação entre escolas e unidades de saúde, com informações dos estudantes, estabelecer e/ou aprimorar sistemas de informações integrados entre órgãos da saúde e da educação; 9. Realizar monitoramento e avaliação das ações; 10. Sensibilizar as famílias e a escola, das condições de saúde dos alunos; 11. Contribuir com mudanças de atitudes nas famílias e escolas, frente aos procedimentos que a saúde preventiva estabelece. Para a implementação das ações previstas no PSE, serão essenciais processos de educação permanente de profissionais nos dois setores, já previstos pelas políticas de Saúde e Educação. O programa prevê a responsabilidade dos ministérios em subsidiar a formulação das propostas de educação permanente dos profissionais de saúde e da educação básica para implementação das ações do PSE (Art. 5º, inciso III do Decreto Nº 6286). O escopo de ações propostas pauta-se pela integralidade da atenção, respeitando-se práticas individuais e coletivas. Essa política fortalece o princípio da territorialização e regionalização tanto do setor saúde quanto do setor educação, ampliando o espectro de atuação de ambos, para a interface das dimensões saúde-educação-sociedade em cada uma das comunidades assistidas. Para que o PSE alcance seus objetivos, impõe-se a prática cotidiana da intersetorialidade nos campos da gestão, do planejamento, dos compromissos dos dois setores e da abordagem nos territórios onde se encontram as unidades escolares e as equipes de Saúde da Família. Assim, a sinergia entre as políticas de saúde e de educação pode garantir a crianças, adolescentes e jovens acesso a uma qualidade de vida melhor. As ações listadas abaixo se dividem entre ações-fim aquelas diretamente ligadas à prevenção e assistência à saúde, que serão realizadas pelas Equipes de Saúde da Família, bem como as medidas de educação em saúde realizadas de diferentes formas por profissionais de educação e saúde e aquelas 29

30 chamadas de ações-meio, destinadas a dar condições para que as ações-fim sejam executadas. Entre estas últimas estão a sensibilização, capacitação e educação permanente de profissionais de educação e saúde, com vistas à formação das Equipes de Profissionais de Educação que atuarão no PSE, a elaboração de materiais didáticos, de sistemas de informação e comunicação entre as redes de saúde e educação e medidas de acompanhamento, monitoramento e avaliação da implementação do Programa. MATRIZ LÓGICA DAS AÇÕES PROPOSTAS COMPONENTES AÇÃO PROPOSTA 1. AVALIAÇÃO DAS Avaliação Clínica e Psicossocial CONDIÇÕES DE SAÚDE ( Atualização do Calendário Vacinal; Detecção Precoce da Hipertensão Arterial Sistêmica; Avaliação Oftalmológica / Olhar Brasil; Avaliação Auditiva) 2. PROMOÇÃO DA SAÚDE E PREVENÇÃO 1.2. Avaliação Nutricional 1.3. Avaliação da Saúde Bucal Ações de Segurança Alimentar e Promoção da Alimentação Saudável (Promoção da Alimentação Saudável; Alimentação Escolar Saudável) Promoção das Práticas Corporais e Atividade Física nas Escolas 2.3. Educação para a Saúde Sexual, Saúde Reprodutiva e Prevenção das DST/AIDS (Saúde e Prevenção nas Escolas) 2.4. Prevenção ao Uso de Álcool, Tabaco e Outras Drogas 2.5. Promoção da Cultura de Paz e Prevenção das Violências 30

31 3. MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DA SAÚDE DOS ESTUDANTES 4. MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DO PROGRAMA SAÚDE NAS ESCOLAS 5. EDUCAÇÃO PERMANENTE E CAPACITAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO E DA SAÚDE E DE JOVENS PARA O PSE 3.1. Estudos para Monitoramento e Avaliação da Situação de Saúde dos Estudantes (Encarte Saúde no Censo Escolar (INEP/MEC); Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE/SVS/MS); Sistema de Monitoramento do Projeto Saúde e Prevenção nas Escolas (PN-DST/AIDS e UNESCO); Pesquisa Nacional do Perfil Nutricional e Consumo Alimentar dos Escolares) 4.1. Estudos para Monitoramento e Avaliação do Programa 5.1. Realização de educação permanente de Jovens para Promoção da Saúde 5.2. Educação permanente e capacitação de profissionais da educação nos temas da saúde e constituição das equipes de saúde que atuarão nos Territórios do Programa Saúde na Escola COMPONENTE 1 - AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE SAÚDE DAS CRIANÇAS, ADOLESCENTES, E JOVENS QUE ESTÃO NA ESCOLA PÚBLICA. Inclui a realização de cinco atividades conjuntas: Avaliação Clinica e Psicossocial, Avaliação Nutricional e Avaliação da Saúde Bucal. Este componente possibilitará que todas as crianças e jovens das escolas no âmbito do PSE tenham acesso, pelo menos uma vez ao ano, preferencialmente 31

32 nos inícios dos períodos letivos, a Avaliação Clinica e Psicossocial, Avaliação Nutricional e Avaliação da Saúde Bucal. Resultados esperados para o componente Avaliação das Condições de Saúde: a) Tratamento e monitoramento das situações necessárias, a partir da identificação dos problemas relacionados ao crescimento e desenvolvimento. b) Tratamento e monitoramento das situações necessárias, a partir da identificação de problemas relacionados à nutrição. c) Tratamento e monitoramento das situações necessárias, a partir da identificação precoce e controle da Hipertensão na população alvo e redução de internação por seqüelas decorrentes da HAS não controlada. d) Tratamento e monitoramento das situações necessárias, a partir da identificação de problemas bucal/oral e) Tratamento e monitoramento das situações necessárias, a partir da identificação Idos problemas psicossociais. Mecanismos de Avaliação do componente Avaliação das Condições de Saúde: a) Criação de códigos específicos para estas atividades no Sistema do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde - SCNES. b) Registro e Avaliação das informações antropométricas preferencialmente no Sistema de Gestão Federal/Estadual da Vigilância Alimentar e Nutricional - SISVAN. c) Registro e Avaliação das informações de hipertensão e diabetes, preferencialmente no SIS/HIPERDIA Sistema de Cadastramento e Acompanhamento de Hipertensos e Diabéticos d) SI-PNI - Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações e) Alimentação do SIA - Códigos de triagem e consulta oftalmológica, criados especificamente para o projeto Olhar Brasil f) Alimentação SIA - Boletim de Produção Ambulatorial Individualizado, das próteses disponibilizadas aos estudantes do programa. 32

33 g) Planilha de distribuição dos insumos previstos no componente 1 Ações Estratégicas do componente Avaliação das Condições de Saúde: Ao menos uma vez ao ano, preferencialmente, no início dos períodos letivos os profissionais das equipes de AB/SF previstos no PSE farão: 1.1. Avaliação Clínica e Psicossocial realização de intervenções necessárias, a partir da avaliação do estado de saúde geral e da observação do crescimento e desenvolvimento, de acordo com capacidade clínica instalada dos serviços. Também compõem o crescimento e desenvolvimento os aspectos de saúde mental do estudante Atualização do Calendário Vacinal Os profissionais das equipes de AB/SF farão avaliação da situação vacinal, com empenho para que se faça a atualização das vacinas necessárias. Meta - Todas as crianças, adolescentes e jovens das escolas a serem atendidas no âmbito do PSE deverão ter atualização e acompanhamento da situação das vacinas, a partir do calendário vacinal oficial. Nos ensinos fundamental e médio, em especial a vacinação para Hepatite B. Resultados esperados - Calendário vacinal atualizado com aumento da cobertura (para cada faixa etária) Detecção precoce de Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) Realização das intervenções necessárias, a partir da aferição da pressão arterial dos estudantes Avaliação Oftalmológica / Olhar Brasil Conforme portaria SAS n. 33, de 24 de janeiro de 2008, os alunos com suspeitas de alterações na capacidade visual serão encaminhados aos serviços de AB/SF, e quando necessário, farão o encaminhamento ao 33

34 oftalmologista para o atendimento oftalmológico, onde deverão fazer os exames necessários até o recebimento dos óculos. A AB/SF deve se responsabilizar pelo andamento do atendimento dos alunos (referência/contra-referência) consolidando a coordenação da atenção e a longitudinalidade do cuidado dessas crianças. Meta - Todas as crianças e jovens das escolas a serem atendidas no âmbito do PSE, considerada a portaria SAS n. 33, de 24 de janeiro de Resultados esperados - Tratamento dos casos de problemas de refração, a partir da ampliação do acesso a consulta oftalmológica; - Ampliação do acesso aos óculos; Avaliação Auditiva No processo de aprendizagem os professores em sala de aula identificam os alunos com suspeitas de alterações auditivas e os encaminham aos serviços de AB/SF para o primeiro atendimento. O serviço de AB/SF, conforme a necessidade dos alunos avaliados e da capacidade clínica instalada dos serviços de média e alta complexidade encaminhará os alunos para consultas nos serviços de referência e para fazer os exames necessários até o recebimento das próteses, se for o caso. A AB/SF deve se responsabilizar pelo andamento do atendimento dos alunos (referência/contra-referência), consolidando a coordenação da atenção e a longitudinalidade do cuidado dessas crianças. Considerando que a rede auditiva esta em implantação no SUS, a efetividade desta ação seguirá as orientações da Política Nacional de Saúde Auditiva. Meta - Todas as crianças, adolescentes e jovens das escolas a serem atendidas no âmbito do PSE. Resultados esperados 34

35 - Tratamento dos problemas auditivos, a partir da ampliação do acesso a consulta especializada nos casos de alterações auditivas; - Ampliação do acesso aos aparelhos de audição; 1.2. Avaliação Nutricional - realização dos tratamentos necessários, a partir da avaliação nutricional, conforme o protocolo de atendimento nutricional nos serviços de saúde e o de avaliação e desenvolvimento infanto-juvenil além de observar sinais precoces de quadros de desnutrição, obesidade, distúrbios alimentares e anemia, de acordo com capacidade clínica instalada dos serviços Avaliação da Saúde Bucal - avaliação do estado de saúde bucal e realização das intervenções necessárias, de acordo com capacidade clínica instalada dos serviços de saúde bucal. Meta - Todas as crianças do ensino fundamental das escolas a serem atendidas no âmbito do PSE dos territórios cobertos pelas equipes de saúde bucal da Estratégia Saúde da Família que receberão ao menos uma vez ao ano um Kit Higiene Bucal com escova e creme dental e orientações sobre higiene bucal. Resultados esperados - Aumento da cobertura da ação coletiva escovação dental supervisionada COMPONENTE 2 AÇÕES DE PROMOÇÃO DA SAÚDE E PREVENÇÃO A estratégia de promoção da saúde é retomada como uma possibilidade de enfocar os aspectos que determinam o processo saúde-adoecimento em nosso país como, por exemplo: violência, desemprego, subemprego, falta de saneamento básico, habitação inadequada e/ou ausente, evasão escolar, urbanização desordenada e qualidade ambiental ameaçada e/ou deteriorada; potencializando formas mais amplas de intervir na melhoria das condições de vida. Nessa direção, as ações de promoção da saúde no PSE apontam para o fortalecimento da articulação intersetorial e da co-responsabilidade, reforçando 35

36 a importância das escolas como espaço nuclear para transformações sociais e construção de cidadania. Este componente do PSE objetiva a redução das vulnerabilidades de ordem individual, social e institucional que comprometem o desenvolvimento de crianças, adolescentes e jovens. As estratégias para implementação das ações de promoção da saúde e prevenção priorizarão a formação e a participação juvenil, a educação permanente de profissionais de educação e saúde, a inclusão transversal e contínua dos temas da promoção nos projetos político-pedagógicos das escolas e o fortalecimento de ações no campo da promoção da saúde na estratégia de Saúde da Família. Entende-se que, conforme a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde de Adolescentes e Jovens, favorecer a participação juvenil é uma estratégia eficaz de promoção à saúde. Primeiro, porque contribui para a auto-estima dos adolescentes e jovens, à sua assertividade e a formulação de um projeto de vida. Estes aprendizados constituem-se em elementos-chave de qualquer estratégia de prevenção à violência, ao uso de álcool e outras drogas e das DST/AIDS. Nesse sentido, a sustentabilidade de qualquer programa de saúde e educação dependerá da formação de adolescentes e jovens com capacidade de liderança e de responsabilidade social. Portanto, para a implantação e implementação do PSE compreende-se que a participação juvenil não é apenas uma maneira de trazer os jovens para boas ações, e sim acreditar que adolescentes e jovens são promotores da transformação social. Têm papel fundamental neste processo os professores e profissionais de saúde como operadores das políticas públicas de educação e saúde, atuando em seus espaços de trabalho para impulsionar uma visão integrada e integral do desenvolvimento de crianças e adolescentes. Comunidade escolar e Equipes de Saúde da Família atuando de forma sinérgica e garantindo o protagonismo de crianças e adolescentes contribuem para a redução das vulnerabilidades, impactando positivamente o desenvolvimento econômico, político e social de nosso país. 36

37 Para sua execução desse Componente, se instrumentalizará com as seguintes metodologias e insumos: Inserção de Ações de Promoção da Saúde no Projeto Político- Pedagógico de cada Escola - Incorporação dos temas relevantes à saúde como parte dos projetos pedagógicos de modo a garantir a realização, durante o ano letivo, de atividades pedagógicas previstas no plano de trabalho da escola, sobre temas referentes à saúde, envolvendo a comunidade escolar (pais, famílias, professores). Essa estratégia inclui o aprimoramento das diretrizes curriculares e do ponto de vista da gestão e planejamento a urgência no fomento à inclusão dos temas da saúde nos projetos político-pedagógicos das escolas. Elaboração e Produção de Material Didático-Pedagógico abordando temas da Saúde Muitos dos projetos e programas que compõem o PSE possuem materiais específicos que serão reproduzidos para atender à demanda dos municípios que fizerem a adesão. Está previsto no PSE a elaboração e aquisição de materiais pedagógicos para profissionais de saúde, professores e alunos com temas dirigidos à saúde para dar suporte às atividades educativas e às pesquisas. Dentre os materiais previstos destaca-se: - Inclusão de temas de saúde nas revistas assinadas e distribuídas às escolas públicas. Todas as escolas dos municípios que tenham aderido o PSE devem dispor de materiais de apoio a atividades didáticopedagógicas relativas à área da saúde. - Elaboração de Agendas que serão utilizadas como um apoio para marcar suas atividades escolares, suas notas, entre outras coisas, e que diariamente trarão dicas de saúde numa linguagem lúdica por meio de brincadeiras, cartoons etc. Todas as escolas dos municípios que tenham aderido o PSE os alunos receberão uma Agenda Escolar da Saúde para o Ano Letivo, que servirá como atividade didático-pedagógica 37

38 Mecanismos de Avaliação do componente Promoção da Saúde e Prevenção: a) Registro e Avaliação da Vigilância Alimentar e Nutricional preferencialmente no Sistema de Gestão Federal/Estadual da Vigilância Alimentar e Nutricional - SISVAN. b) Registro e Avaliação das informações no Sistema de Monitoramento do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE/FNDE). c) Avaliações e pesquisas da situação de saúde dos estudantes. d) Sistema de Monitoramento e Avaliação do SPE (em desenvolvimento) e) Pesquisas e Encarte de Saúde do CENSO escolar f) Pesquisa (PeNSE) g) Sistema de Vigilância de Violências e Acidentes Ações Estratégicas do Componente Ações de Segurança Alimentar e Promoção da Alimentação Saudável Promoção da Alimentação Saudável As equipes de AB/SF e de SB/SF, juntamente com a equipe do NASF e com a participação da equipe de nutrição responsável pela alimentação escolar do município realizarão ações coletivas de orientação aos alunos e comunidade escolar com base nos 10 passos da Alimentação Saudável, estimulando a oferta e escolha de opções alimentares saudáveis e a discussão de temas relacionados ao perfil nutricional e cultural da região, de acordo com a Portaria MS/MEC nº 1010/2006. A educação e o monitoramento nutricional dos alunos constituem-se eixos prioritários das ações de promoção da alimentação saudável, com reconhecimento da escola como espaço propício à formação de hábitos saudáveis e a construção da cidadania. Recomenda-se a inclusão de temas referentes à Alimentação Saudável nos conteúdos trabalhados com os alunos, perpassando todas as áreas de estudo e propiciando experiências no cotidiano das atividades 38

39 escolares, apoiando a educação permanente de profissionais de saúde e educação na temática de alimentação saudável, seguindo os preceitos da segurança alimentar e nutricional e do direito humano à alimentação Meta - Durante cada ano letivo, desenvolver um programa contínuo de promoção de hábitos alimentares saudáveis atingindo todas as crianças e jovens das escolas a serem atendidas no âmbito do PSE, com ações de articulação programadas para todo o ano e com períodos de culminância ao longo do ano letivo, que envolva atividades de incentivo à Alimentação Saudável. Resultados esperados Melhoria do perfil nutricional e dos hábitos alimentares e nutricionais Alimentação Escolar Saudável O nutricionista responsável técnico da alimentação escolar e sua equipe, juntamente com o Conselho de Alimentação Escolar (CAE), deverão desenvolver ações coletivas de promoção da alimentação saudável no ambiente escolar, com base na Portaria Interministerial nº 1010/2006, direcionadas a professores, pais, alunos e toda a comunidade escolar. Também deverão receber capacitação os profissionais envolvidos com a alimentação escolar. Deve-se dar prioridade a ações de educação nutricional e à adequação de cardápios e das cozinhas escolares. Meta - Todas as escolas dos municípios que tenham aderido o PSE devem dispor de apoio à adequação dos cardápios da alimentação escolar, com vistas à melhoria da saúde dos escolares. Resultados esperados - Melhoria da qualidade da alimentação e da situação nutricional dos estudantes 2.2. Promoção das Práticas Corporais e Atividade Física nas Escolas Realizar atividades de Educação Física/Práticas Corporais nas escolas, dada a importância da indução de hábitos de práticas corporais saudáveis. 39

40 Em consonância com os professores de educação física da escola e de acordo o projeto político pedagógico, onde existir, os profissionais dos Núcleos de Apoio à Saúde da Família NASF deverão apoiar o trabalho nas escolas. As equipes de AB/SF e os professores promoverão a articulação com outros setores das políticas públicas e movimentos sociais locais para incremento das iniciativas de práticas corporais/atividades físicas no território. Meta - Em todas as escolas dos municípios que tenham aderido o PSE devem constar Atividades de Educação Física/Práticas Corporais nos Projetos Pedagógicos. Resultados esperados - Redução do sedentarismo; - Ampliação da oferta de atividades físicas na escola Educação para a Saúde Sexual, Saúde Reprodutiva e prevenção das DST/AIDS Saúde e Prevenção nas Escolas. Promover o fortalecimento e ampliação de um projeto já existente, que integra saúde e educação, o Projeto Saúde e Prevenção nas Escolas, cujo campo de atuação compreende as temáticas em direitos sexuais e reprodutivos; saúde sexual e reprodutiva; prevenção das DST e AIDS; a redução de preconceitos e estigmas relacionados à raça, etnia e orientação sexual; promoção da igualdade de gênero; gravidez na adolescência. O projeto Saúde e Prevenção nas Escolas possui um conjunto de materiais de referência que contempla orientações em gestão, formação técnica e metodologias de trabalho com jovens, que será disponibilizado aos municípios aderidos ao PSE. Meta - as escolas contempladas pelo PSE incluam os temas priorizados pelo SPE no seu projeto pedagógico. - as equipes de Saúde Família dos municípios aderidos ao PSE disponibilizem insumos para promoção da saúde sexual e reprodutiva. - as crianças e jovens dos últimos 4 anos do ensino fundamental (séries finais do ensino fundamental) 40

41 Resultados esperados - ampliação do diálogo sobre saúde sexual e reprodutiva nas escolas, famílias e comunidade; - execução de políticas de prevenção no âmbito das necessidades dessa faixa etária; Prevenção ao uso de Álcool e Tabaco e outras Drogas Promover o fortalecimento e ampliação da abordagem das temáticas: álcool, tabaco e outras drogas no espaço escolar. Meta - Durante cada ano letivo, atingir a todas as crianças e jovens das escolas a serem atendidas no âmbito do PSE, com ao menos uma ação de prevenção ao tabaco, álcool e drogas. - Formar profissionais da educação sobre a temática, com base no Curso de prevenção do uso de drogas para educadores de escolas públicas (Secretaria Nacional Antidrogas; Ministério da Educação; Universidade de Brasília, 2006). - Integrar as ações do SPE ao Conad e Coniq. Resultados esperados - Redução do consumo de álcool, tabaco e outras drogas; - Sensibilização e educação permanente de profissionais da educação nos temas 2.5. Promoção da Cultura de Paz e Prevenção das Violências Ações educativas sobre o tema para a comunidade escolar em geral. As equipes de AB/SF realizarão apoio à educação permanente dos profissionais da educação para identificar sinais de violência, prestar assistência aos casos identificados, articular os casos em tratamento numa rede de proteção e prevenção à violência (Conselhos Tutelares, MP, Conselhos de Assistência Social, etc.). As equipes da Educação apoiarão as equipes de AB/SF na articulação com as redes de proteção e prevenção à violência. 41

42 O projeto Escola que Protege (MEC/Secad) apóia processos de qualificação de profissionais da educação e demais participantes da comunidade escolar em 19 unidades da federação, em cursos de educação permanente (presenciais e semi-presenciais) sobre a temática da violência e da proteção aos direitos humanos de crianças e adolescentes, promovidos por universidades públicas. Os estados atendidos são AC; AM; BA; CE; DF; ES; MG; MS; MT; PA; PB; PE; PI; PR; RJ; RN; RR; RS; TO; e a meta de profissionais capacitados por estado é de 700, sendo 600 profissionais da Educação e 100 profissionais da Rede de Proteção. Meta - Durante cada ano letivo, atingir a todas as crianças, adolescentes e jovens das escolas a serem atendidas no âmbito do PSE, com ao menos uma ação de Promoção da Cultura da Paz - Formar, em 2008, profissionais da educação e da rede de proteção nos temas de enfrentamento à violência contra crianças e adolescentes Escola que Protege. Resultados esperados - Melhora na identificação das situações de violência, a partir dos profissionais melhor capacitados; - Fortalecimento da articulação entre as equipes de AB/SF e professores e a rede proteção e prevenção à violência (Conselhos Tutelares, MP, Conselhos de Assistência Social, etc.). - Ampliar as ações do projeto Escola que Protege que tem foco principal na defesa de direitos das crianças e adolescentes, pretendendo educar para o enfrentamento da violência na escola, e implementação da Lei Maria da Penha, cuja prioridade é atender os municípios com baixo IDEB e os municípios da Agenda Social. Componente 3 - MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DA SAÚDE DOS ESTUDANTES 3.1. Realização de Estudos para o Monitoramento da Situação de Saúde dos Estudantes 42

43 Realização periódica de inquéritos nacionais sobre fatores de risco e proteção à saúde dos escolares. Aqui já estão em curso as seguintes ações: Encarte Saúde no Censo Escolar (INEP/MEC); Pesquisa Nacional Saúde do Escolar (PeNSE/MS); Sistema de Monitoramento do Projeto Saúde e Prevenção nas Escolas (PN DST/Aids e Unesco), Pesquisa Nacional do Perfil Nutricional e Consumo Alimentar dos Escolares. Resultados esperados - Avaliação das Ações em Saúde da população escolar; Componente 4 - MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DO PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA - PSE Os Ministérios da Saúde e da Educação estabelecerão, em parceria com as entidades e associações representativas dos Secretários Estaduais e Municipais de Saúde e de Educação, os indicadores de avaliação do PSE (Art. 5º, inciso V do Decreto Nº 6.286) O monitoramento e avaliação do PSE serão realizados por comissão interministerial constituída em ato conjunto dos Ministros de Estado da Saúde e da Educação. (Art. 6º do Decreto Nº 6.286) Realização de Estudos para o Monitoramento e a Avaliação do PSE - Realização periódica de avaliação das ações do Programa Saúde nas Escolas. Resultados esperados - Avaliação das Ações em Saúde da população atingida pelo PSE; Componente 5 - EDUCAÇÃO PERMANENTE E CAPACITAÇÃO DE PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO E DA SAÚDE E DE JOVENS PARA O PSE Educação permanente dos profissionais de saúde e de educação e de jovens usando metodologias presenciais e à distância Ao longo do histórico de parceria entre educação e saúde foram desenvolvidas estruturas 43

44 de formação e materiais de boa qualidade que atendem às necessidades de implantação das ações de promoção da saúde previstas no PSE. Nesse sentido, serão priorizadas as seguintes estratégias: - Programa Salto para o Futuro, da TV Escola - O Programa utiliza televisão, fax, telefone, e material impresso e tem momentos interativos que permitem aos professores, reunidos em 600 telepostos, um contato ao vivo com especialistas nos temas em análise. - TV Escola Série Saúde - Como ação do PSE será criada uma série com temas relevantes à saúde e educação na TV Escola para entrar na grade de programação durante todo o ano letivo Realização de educação permanente de Jovens para o PSE Por meio da metodologia de educação de pares, buscar a valorização do jovem como protagonista na defesa dos direitos à saúde Resultados esperados - Fortalecimento do protagonismo juvenil - Número de jovens formados na metodologia nos municípios priorizados 5.2. Educação permanente e capacitação de profissionais da educação nos temas da saúde e constituição das equipes de saúde que atuarão nos Territórios do Programa Saúde na Escola Realizar atividades de educação permanente de diversas naturezas, junto a professores(as), merendeiros(as), agentes comunitários de saúde, auxiliares de enfermagem, enfermeiros(as), médicos(as) e outros profissionais das escolas e equipes de saúde, em relação aos diversos temas de prevenção e promoção da saúde objeto das demais atividades propostas pelo PSE Público Beneficiado - Profissionais das escolas e das Equipes Saúde da Família envolvidos na realização das diferentes ações do PSE. Meta - Formar profissionais em todas as escolas dos municípios que tenham aderido ao PSE; 44

45 - Formar profissionais em todas as ESF dos municípios que tenham aderido ao PSE; Resultados esperados Profissionais da educação e da saúde com formação adequada nas temáticas da saúde previstas pelo PSE, de modo a instrumentalizá-los para que atuem como formadores em atividades de educação em saúde voltadas a alunos(as) e para que atuem como promotores da atenção integral à saúde dos(as) estudantes 45

46 VII. INSUMOS PARA VIABILIZAR AS AÇÕES 1. CADERNO DE ATENÇÃO BÁSICA À SAÚDE ESCOLAR Elaborar CAB- SE com vistas a orientar a organização das ações na AB/SF voltadas para escolares, direcionado às equipes de AB/SF, com enfoque prioritário em Saúde Sexual e Saúde Reprodutiva (gravidez na adolescência, DST/AIDS), Direitos Humanos (diversidade étnico-racial, orientação sexual, de gênero etc.), Direitos Sexuais e Reprodutivos, anemia, verminose, prevenção ao uso de álcool, tabaco e outras drogas, promoção da alimentação saudável e outros temas a serem definidos pelo GT interministerial. 2. MANUAL DE SAÚDE ESCOLAR - Elaborar Manual de Saúde Escolar, com vistas a orientar a organização das ações de Saúde nas Escolas, voltado para os professores dos Ensinos Fundamental e Médio, com enfoque prioritário em Saúde Sexual e Saúde Reprodutiva (gravidez na adolescência, DST/AIDS), Direitos Humanos (diversidade étnico-racial, orientação sexual, de gênero etc.), Direitos Sexuais e Reprodutivos, anemia, verminose, prevenção ao uso de álcool, tabaco e outras drogas, promoção da alimentação saudável e outros temas a serem definidos pelo GT interministerial. 3. KIT SAÚDE ESCOLAR EQUIPE DE AB/SF - enviar a cada ESF um KIT Saúde Escolar composto de: - Caderno de Atenção Básica (para equipe AB/SF); - Manual de alimentação Saudável para profissionais de educação e de saúde; - Guia de Educação permanente dos Profissionais de Saúde PSE; - Medidor de altura/ estadiômetro para crianças que serão medidas em pé a partir de 2 anos de idade (equipamento de material resistente que não absorva umidade e que seja de fácil higienização; com visor frontal com escala milimetrada; que meça de 0 a 2 metros; leve compacto e portátil para viabilizar o transporte); 46

47 - Fita métrica (deve ser de material resistente, inelástica e flexível, com precisão de 0,1 cm, não devendo ser utilizadas as fitas métricas comuns, de costura, pois estas tendem a esgarçar com o tempo, alterando assim a medida); - Balança portátil (equipamento não pode pesar mais que 3 kg, com alimentação por pilha, com indicador de pilha fraca, com desligamento automático, com capacidade máxima de 150 kg, sensibilidade mínima de 100 g e indicador de sobrecarga de peso); - Infantômetro/ estadiômetro infantil para crianças que serão medidas deitadas menores de 2 anos (deve ser portátil, do tipo esteira, de material resistente e de fácil limpeza, como acrílico, PVC ou lona plástica de alta resistência, deve ter capacidade até 1,0 m e graduação de 0,5 cm); - Esfignomanômetro pediátrico; - Estetoscópio Infantil; - Tabela de Sneller para a triagem visual; - Métodos Contraceptivos (Kit do Planejamento Familiar Contraceptivo Oral, DIU, Preservativo feminino, Preservativo masculino, Diafragma, Espermicida, Tabelinha); - Macromodelo odontológico ( Bocão ) para ensino de questões relativas à saúde bucal; - Macroescova de dente - para ensino de questões relativas à saúde bucal; - Fio dental, espelho bucal, limpador de língua; - Cartões: o Gráficos de crescimento infantil e tabelas para avaliação do estado nutricional de adolescentes de ambos os sexos o Calculador de Idade o IMC Índice de Massa Corporal (1 Cartão/ para cada sexo) o Escore de Freminghan Revisado para Homens e para Mulheres (2 cartões) o Fatores de Correção para a Pressão Sistólica e Diastólica aferidas com manguito regular de acordo com o perímetro do braço 47

48 o Predição de Risco de Doença Arterial Coronária em Homens e Mulheres, com e sem Diabetes (4 cartões) - DVD com Tele-aulas e/ou aulas interativas temas relevantes a saúde e educação, produzidas nos moldes do Canal Saúde ; - Vídeos do PSE; - Álbuns Seriados vários temas relevantes a saúde e educação; - Cartazes - vários temas relevantes a saúde e educação. 4. KIT SAÚDE ESCOLAR ESCOLA - enviar a cada Escola do Ensino Fundamental e Médio (mínimo 3 por escola, variando para mais, dependendo do número de alunos) um KIT Saúde Escolar composto de: - Manual de Saúde Escolar (para professores); - Manual de alimentação Saudável para profissionais de educação e de saúde; - KIT-PSE - Guia de Educação permanente do Jovem Multiplicador, vídeos, cadernos das coisas importantes e outros; - Medidor de altura/ estadiômetro para crianças que serão medidas em pé a partir de 2 anos de idade (equipamento de material resistente que não absorva umidade e que seja de fácil higienização; com visor frontal com escala milimetrada; que meça de 0 a 2 metros; leve compacto e portátil para viabilizar o transporte); - Fita métrica (deve ser de material resistente, inelástica e flexível, com precisão de 0,1 cm, não devendo ser utilizadas as fitas métricas comuns, de costura, pois estas tendem a esgarçar com o tempo, alterando assim a medida); - Balança portátil (equipamento não pode pesar mais que 3 kg, com alimentação por pilha, com indicador de pilha fraca, com desligamento automático, com capacidade máxima de 150 kg, sensibilidade mínima de 100 g e indicador de sobrecarga de peso); - Tabela de Sneller para a triagem visual; 48

49 - Métodos Contraceptivos (Kit do Planejamento Familiar Contraceptivo Oral, DIU, Preservativo feminino, Preservativo masculino, Diafragma, Espermicida, Tabelinha); - Macromodelo odontológico ( Bocão ) para ensino de questões relativas à saúde bucal; - Macroescova de dente - para ensino de questões relativas à saúde bucal; - Fio Dental, Espelho Bucal, Limpador de Língua; - DVD com Tele-aulas e/ou aulas interativas temas relevantes a SE, produzidas aos moldes do Canal Saúde ; - Álbuns Seriados vários temas relevantes a saúde e educação; - Cartazes - vários temas relevantes a saúde e educação. KIT Promoção das Práticas Corporais e Atividade Física nas Escolas - Tatame em EVA (Etil vinil acetato) - Par de trave mirim - Rede de Voleibol - Aro de plástico (bambolê) - Cone de sinalização - Bola de futebol de campo - Bola de voleibol - Bola de futebol de aslão - Bomba de encher bola - Bico de encher bola - Conjunto de jogo de xadrez e damas - Jogo de gamão - Corda de sisal 49

50 VIII. FONTES DE FINANCIAMENTO Serão várias as fontes de financiamento para realização e manutenção da PSE tanto do Ministério da Saúde quanto do Ministério da Educação, e correrá à conta das dotações orçamentárias destinadas à sua cobertura, consignadas distintamente aos Ministérios da Saúde e da Educação, as despesas de cada qual para a execução dos respectivos encargos no PSE (Art. 7º do Decreto Nº 6.286). Por parte do Ministério da Saúde, haverá a criação do Incentivo PSE, onde cada equipe de Atenção Básica/ Saúde da Família e de Saúde Bucal na AB/SF receberá um adicional a partir da adesão e inicio das ações do PSE. Este incentivo se efetivará por meio de repasse fundo a fundo na modalidade PAB, compondo o Bloco de Financiamento da Atenção Básica do Pacto pela Saúde. O Incentivo PSE será pago em duas parcelas, repassadas com referencia nos meses de março e setembro de cada ano, a partir de informações que confirme ações de saúde escolar no SIAB e SIA/SUS. O valor de referencia para o repasse corresponde a 50% de um mês de trabalho da equipe AB/SF e da equipe SB/SF, ou seja, variará de acordo com a modalidade da equipe SF e SB, se M1 ou M2. Por fim, o valor do Incentivo PSE corresponde a uma parcela a mais no pagamento do PAB-SF e PAB-SB no ano. Para esse trabalho, as equipes de AB/SF e de Saúde Bucal da AB/SF que comprovarem no SIAB nos meses de março e de setembro de cada ano receberão uma parcela a mais, no valor equivalente a 50% do incentivo mensal repassado para cada equipe nas modalidades I e II. Cada equipe de Atenção Básica/ Saúde da Família e Escola da Rede Pública que aderir ao PSE, receberá. Os Kits Educação e Saúde PSE conforme descritos serão comprados pelo Ministério da Educação e posteriormente enviados aos municípios de acordo com assinatura dos Termos de Adesão PSE. Outros programas e políticas do Ministério da Saúde e da Educação também incidirão no financiamento do PSE. Indiretamente os recursos que financiarão 50

51 os Núcleos de Apoio a Saúde da Família (NASF) que também fazem parte da fração variável do Piso de Atenção Básica (PAB variável) e compõem o Bloco Financeiro de Atenção Básica, possibilitarão a qualificação das ações previstas no PSE. Além disso, o Brasil Sorridente que destinou recursos para compras de Kits em Saúde Bucal (escova e creme dental) que serão fornecidos anualmente aos estudantes das escolas que aderirem ao PSE. As ações de oftalmologia e o fornecimento dos óculos para essa população fazem parte das ações que compõem o Olhar Brasil. As ações de Saúde Auditiva que impactam nos recursos destinados a Média Complexidade e também nos serviços de Órtese e Prótese deverão ser priorizados para a garantia das ações do PSE, e incluem consultas de otorrinolaringologia e a avaliação audiológica (audiometria tonal, logoaudiometria e imitanciometria). Também o programa Saúde Prevenção nas Escolas (SPE) que, por meio de ações nas escolas e nas unidades básicas de saúde, já representa um marco na integração saúde-educação, destacando a escola como o melhor espaço para a articulação das políticas voltadas para adolescentes e jovens que visam reduzir a vulnerabilidade frente as DST, à infecção pelo HIV, à Aids e à gravidez não-planejada, destinarão recursos para a garantia das ações do PSE. Por parte do Mistério da Educação, além da compra e envios dos Kits PSE Escola e ESF, serão priorizados os recursos de alguns programas e políticas, em especial, da Alimentação Escolar Saudável e da publicação de materiais didáticos (livros, agendas, cadernos, fitas de vídeo e DVD, e outros) e os meios para propiciar a inclusão dos temas da Saúde nos projetos políticopedagógicos das escolas que aderirem ao PSE. 51

52 ANEXO I TERMO DE ADESÃO AO PSE O Governo Estadual (e/ou Municipal) de XXXX, por intermédio de suas Secretarias Estaduais (e/ou Municipais) de Educação e da Saúde, inscritas no CNPJ sob nº. XXXX, neste ato representado por seus Secretários Estaduais de Educação e da Saúde, (NOMES), (ESTADO CIVIL), portadores da carteira de identidade nº. XXXXXXXXXX, expedida por XXXX, e inscritos no CPF sob o nº. XXXXXXX, considerando o que dispõe a Constituição Federal, as Leis nº /90 e nº /90 da Saúde e a Lei nº /96 da Educação celebra o presente Termo de Adesão ao Programa Saúde na Escola, que se efetivará por meio de gestão intersetorial entre Educação e Saúde, cujas responsabilidades da gestão estadual (e/ou municipal) estão explicitas no Plano de Ação em anexo. Este Termo de Adesão ao PSE será publicado no Diário Oficial do Estado (e/ou Município) ou em instrumento correlato, conforme legislação vigente. E, por estar assim de acordo com as disposições deste, os Secretários Estaduais (e/ou Municipais) de Educação e da Saúde firmam o presente Termo de Adesão ao PSE. Local e Data Secretário Municipal de Educação Secretário Municipal da Saúde Secretário Estadual de Educação Secretário Estadual da Saúde 52

53 ANEXO II Carta da CIB aos Ministérios da Saude e da Educação para homologação da adesão ao PSE COMISSÃO INTERGESTORES BIPARTITE CIB Estado X Ofício nº XXXX Município XXXX, data XXXXX. Encaminhamos em anexo a Resolução da CIB de (data) que refere à adesão das Equipes de Saúde da Família (ESF) ao Programa Saúde na Escola (PSE). Esta Resolução se deu a partir da análise do Projeto e da apreciação do Termo de Adesão ao PSE elaborados pelos responsáveis das secretarias de Saúde e Educação do município (nome do município). Na oportunidade, encaminhamos a Declaração de Incentivo Financeiro ao PSE, nos municípios de: (listar os municípios) Farão jus ao incentivo PSE as Equipes Saúde da Família dos municípios (nome dos municípios) de acordo com a nucleação proposta no projeto, entre as ESF e as escolas dos territórios de abragencia, segundo a tabela a seguir: Código IBGE Nome do Município Código Código Nome da Escola Número de do município CNES da da alunos ESF Escola Atenciosamente, (NOME) Secretário Executivo da CIB Estado (nom) (NOME) Coordenador da CIB Estado (nome) (NOME) Coordenador Adjunto da CIB Estado (nome) 53

54 ANEXO III - Investimentos 54

55 COMPONENTES AÇÃO PROPOSTA 1. AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE SAÚDE 2. PROMOÇÃO DA SAÚDE E PREVENÇÃO Avaliação Clínica e Psicossocial ( Atualização do Calendário Vacinal; Detecção Precoce da Hipertensão Arterial Sistêmica; Avaliação Oftalmológica / Olhar Brasil; Avaliação Auditiva) 1.2. Avaliação Nutricional Avaliação da Saúde Bucal Ações de Segurança Alimentar e Promoção da Alimentação Saudável (Promoção da Alimentação Saudável; Alimentação Escolar Saudável) Promoção das Práticas Corporais e Atividade Física nas Escolas 2.3. Educação para a Saúde Sexual, Saúde Reprodutiva e Prevenção das DST/AIDS (Saúde e Prevenção nas Escolas) 2.4. Prevenção ao Uso de Álcool, Tabaco e Outras Drogas 2.5. Promoção da Cultura de Paz e Prevenção das Violências Fonte de Financiamento de Custerio na Saúde Incentivo PSE - PAB Variável Olhar Brasil - consultas e óculos mono e bifocais DAE - Saúde Auditiva - consultas, avaliação e próteses Kit PSE - Escola e ESF Incentivo PSE - PAB Variável Incentivo PSE - PAB Variável Brasil Sorridente - Kit Promoção da Alimentação Saudável Alimentação Escolar Saudável Política Nacional de Promoção da Saúde (DASIS/SVS) Saúde Prevenção nas Escolas SPE Saúde Prevenção nas Escolas SPE Política Nacional de Promoção da Saúde (DASIS/SVS) Responsável R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 NOVO - SAS R$ ,60 R$ ,20 R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 JÁ EXECUTANDO - SAS JÁ EXECUTANDO - SAS R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 MEC Idem item 1 Idem item 1 Idem item 1 Idem item 1 Idem item 1 Idem item 1 Idem item 1 Idem item 1 R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 R $ ,00 R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 JÁ EXECUTANDO - SAS JÁ EXECUTANDO SAS MEC caixas d água SVS/MS MEC material para práticas esportivas R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 SVS R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 SAS NOVO R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 SVS/MS 55

56 3. MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DA SAÚDE DOS ESTUDANTES 4. MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DO PROGRAMA SAÚDE NAS ESCOLAS 5. EDUCAÇÃO PERMANENTE E CAPACITAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO E DA SAÚDE E DE JOVENS PARA O PSE 4.1. Estudos para Monitoramento e Avaliação da Situação de Saúde dos Escolares (Encarte Saúde no Censo Escolar (INEP/MEC); Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE/SVS/MS); Sistema de Monitoramento do Projeto Saúde e Prevenção nas Escolas (PN-DST/AIDS e UNESCO); Pesquisa Nacional do Perfil Nutricional e Consumo Alimentar dos Escolares) Encarte Saúde no CENSO Escolar (INEP/MEC) Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE/SVS/MS) Pesquisa Nacional do Perfil Nutricional e Consumo Alimentar dos Escolares Sistema de Monitoramento do Projeto Saúde e Prevenção nas Escolas (PN- DST/AIDS e UNESCO) R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 _ R$ ,00 _ R$ ,00 JÁ EXECUTANDO - SAS R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 MS/SVS MEC SVS/MS IBGE MEC JÁ EXECUTANDO - SVS 5.1. Realização de educação permanente de Jovens para 18 A DEFINIR SEGETS/MS Promoção da Saúde 5.2. Inserção de Ações de Promoção da Saúde no Projeto Político-Pedagógico 19 MEC de cada Escola 5.3. Programa Salto para o Futuro, da TV Escola 20 MEC 5.4.TV Escola Série Saúde 21 MEC 5.5.Elaboração de Agendas 22 MEC 5.6 Inclusão de temas de saúde nas revistas assinadas e distribuídas às escolas 23 MEC públicas. 56

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