RIOS E CIDADES: RUPTURA E RECONCILIAÇÃO
|
|
|
- Nicolas Quintão Lopes
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Canal típico trapezoidal Canal típico retangular Figura 69: Alternativas de tratamento do canal em função das áreas disponíveis e respectivas características hidrológicas - capacidade e velocidade do canal FONTE: LARRMP (2005, p. 39). 129
2 Figura 70: Propostas de recuperação dos trechos canalizados à curto e longo prazo FONTE: LARRMP (2005, p. 62 e 63) Implementação O Plano de Revitalização do Rio Los Angeles encontra-se em fase de implementação, sendo que são estabelecidos mecanismos de revisão e readequação com o acompanhamento constante dos resultados obtidos. Um dos destaques do plano é a preocupação de mitigar o processo de gentrificação. Trata-se de um processo controverso que afeta a população de baixa-renda e a disponibilidade de empregos. Ocorre quando há renovação e, conseqüentemente, aumento do valor da propriedade, expulsando a população original. Em Los Angeles, de acordo com o plano, a mudança do uso industrial para residencial ou misto pode gerar um aumento de 200 a 300% do valor da terra. Em caso de remoção da população para outros bairros, o plano prevê mecanismos para atenuar o impacto social incentivando a participação da comunidade e sua interação com o plano durante o processo de desenvolvimento. Estabelece ainda uma porcentagem das unidades residenciais, controladas por agências e sistemas de financiamento e suporte para desenvolvimento de programas de assistência às famílias e incentivo aos negócios (comércios e serviços). Os principais benefícios esperados com a revitalização compreendem a assimilação da importância do rio pelas atuais e futuras gerações, entendendo-o como a espinha dorsal verde que conecta a natureza às comunidades, e como a alma da cidade. 130
3 3.3 O Plano de Recuperação da Orla do Rio Anacostia 11 Com o intenso processo de urbanização, o rio Anacostia tornou-se uma barreira que dificultava a integração do quadrante sudoeste do Washington D.C., em relação aos demais quadrantes da capital nacional dos EUA. O plano de revitalização foi elaborado para revitalizar o tecido urbano adjacente à orla do rio Anacostia. Elaborado por agências locais, órgãos públicos, iniciativa privada, organizações não governamentais e a sociedade civil, o Plano aborda questões sobre: recuperação ambiental, adequação do sistema de drenagem e tratamentos das águas pluviais, melhoria do sistema de circulação e transporte, revitalização dos bairros, aumento da economia e do orgulho cívico. Há, porém, uma meta mais ambiciosa: a de fortalecer a competitividade da capital no cenário nacional e internacional. O Plano, que está em andamento, com as propostas iniciais previstas para terminar em 2010, vem sendo sistematicamente publicado em revistas especializadas, como referência de planejamento urbano e ambiental, sendo citado em outros estudos sobre recuperação de rios urbanos como, por exemplo, o ERD (Ecological Riverfront Design) Contextualização Caracterização do sítio O rio Anacostia tem aproximadamente 58 km de extensão. Nasce em Maryland, percorrendo Washington D.C. 12, capital dos EUA, e deságua no rio Potomac, na baía Chesapeake. A bacia hidrográfica do rio Anacostia abrange uma área de 440 km² (Figuras 71 e 72), com ecossistemas variados e habitats exuberantes. No período pré-colonial foi habitada pelos indígenas americanos, da tribo Nacotchtank, que deram ao rio o nome de origem indígena Anacostia. A área dentro do distrito de Columbia corresponde a 98,4 km²; porém, a área de intervenção estabelecida pelo plano é de apenas 11,4 km². Em relação ao comprimento linear total do rio (58 km), o mesmo percorre o Distrito de Columbia por 10,9 km, sendo que, deste total, cerca de 3 km são confinados no canal de Washington (Figuras 73 e 74). 11 A análise deste estudo de caso tem como principais referências: 1. O plano intitulado: Anacostia Waterfront Framework Plan (Plano de recuperação da Orla do Rio Anacostia) - Washington, EUA (2003); 2. O artigo From divider to uniter: the nation s capital shifts its 21st-century growth to a forgotten river, de autoria de George Hazelrig publicado em Landscape Architecture, v. 98, n. 3, mar. 2008, e revista Landscape Architecture, v. 95, n. 6, mai Washington, DC é a capital dos Estados Unidos da América e DC é a abreviação de District of Columbia. 131
4 Figura 71: A bacia hidrográfica do rio Anacostia e o Washington D.C. FONTE: Disponível em: < Anacostia_River>. Acesso em 03 mar Figura 72: Washington é dividido em quatro quadrantes: noroeste, nordeste, sudeste e sudoeste, delimitados por eixos que determinam a posição do edifício do Capitólio FONTE: Disponível em: < Image:DC_satellite_image.jpg>. Acesso em 03 mar Figura 73: Bacia Hidrográfica do rio Anacostia Fonte: The Anacostia Waterfront Framework Plan - District of Columbia, Office of Planning (2003, p.26) Figura 74: Localização da área do plano de intervenção Fonte: The Anacostia Waterfront Framework Plan - District of Columbia, Office of Planning (2003, p.4) 132
5 A evolução da apropriação do rio e impactos decorrentes No século XVII, o rio Anacostia era a principal artéria de transporte da cidade de Washington e, também, suporte para pesca e agricultura extensiva ao longo da bacia. Navios desfrutavam de um canal navegável até o porto de Bladensburg, Maryland, agricultores encontravam terras férteis e o rio Anacostia era repleto de peixes. Em 1799, Washington se tornou a capital do país. A cidade passou a ser a principal porta de recepção de materiais para a construção dos novos edifícios monumentais da cidade, incluindo o Capitólio. A prática de limpeza e corte de florestas, a agricultura do tabaco e as atividades industriais poluíram o Anacostia. Além disso, o assoreamento foi alterando a profundidade do rio, reduzida de 12,2 m para apenas 2,4 m, impedindo a navegação. Com a construção do sistema de coleta de esgoto de Washington na década de 1880, o rio Anacostia passou a receber todo o esgoto da capital em desenvolvimento. As zonas alagadas ao longo da costa se tornaram criadouros de mosquitos e focos de malária. Em 1901, o Senado deu início ao Plano McMillan (Figura 75), permitindo construções na orla do rio para substituir as zonas úmidas, como meio de combater doenças, melhorar as condições de saúde pública e estabelecer áreas de parque para o crescimento da cidade. Figura 75: Projeto para o Mall, Plano McMillan, 1901 Fonte: The Anacostia Waterfront Framework Plan - District of Columbia, Office of Planning (2003, p.13) 133
RIOS E CIDADES: RUPTURA E RECONCILIAÇÃO
Figura 89: Desenho artístico Proposta para Avenida Pensilvânia, com nova iluminação e passeio público para acessar o rio e o Parque Fonte: The Anacostia Waterfront Framework Plan - District of Columbia,
IMPACTOS AMBIENTAIS AOS -CANALIZAÇÕES E RETIFICAÇÕES-
IMPACTOS AMBIENTAIS AOS CANAIS DE DRENAGEM -CANALIZAÇÕES E RETIFICAÇÕES- Profª. Drª. Karla Maria Silva de Faria Evolução das variáveis do canal I- LARGURA DO CANAL II- PROFUNDIDADE III- VELOCIDADE IV-
Manejo de Águas Pluviais Urbanas em Porto Alegre - RS
Seminário Meio Ambiente e Tecnologias Sustentáveis: Energias Renováveis, Saneamento e Mobilidade Urbana Porto Alegre, 03 de junho de 2016. Manejo de Águas Pluviais Urbanas em Porto Alegre - RS SANEAMENTO
Política de Combate a Inundações de Belo Horizonte. Prefeitura de Belo Horizonte
Política de Combate a Inundações de Belo Horizonte Prefeitura de Belo Horizonte Belo Horizonte, fevereiro/2011 ASPECTOS GERAIS DA CIDADE DE BELO HORIZONTE Área superficial : 330 km 2 População : 2,5 milhões
TEMA 7. A Qualidade da Água e o Uso do Solo em Áreas Urbanas: problemas e soluções. Grupo: Dina, Jaqueline Raquel e Walter
TEMA 7 A Qualidade da Água e o Uso do Solo em Áreas Urbanas: problemas e soluções Grupo: Dina, Jaqueline Raquel e Walter INTRODUÇÃO Processo rápido e desordenado de urbanização: Carência de infra-estrutura;
Características da hidrografia brasileira
Características da hidrografia brasileira Todos rios direta ou indiretamente são tributários do Oceano Atlântico. Predomínio de foz em estuário. Domínio de rios de planalto. Regime pluvial tropical austral
Política de Recursos Hídricos e Saneamento. Prof. Carlos E. M. Tucci
Política de Recursos Hídricos e Saneamento Prof. Carlos E. M. Tucci 1 Precipitação Impactos Aumento da magnitude das vazões e da frequência de inundações; Aumento da erosão, sedimentos e resíduos sólidos;
Propostas referentes ao incentivo do rio como caminho:
Propostas referentes ao incentivo do rio como caminho: Remodelação das calçadas e ruas lindeiras. Propostas referentes à conservação da paisagem: Remoção das palafitas, melhoria das vias de pedestres incluindo
RIOS E CIDADES: RUPTURA E RECONCILIAÇÃO. Figura 22: Bacia Hidrográfica do Rio Don Fonte: HOUGH (1995, p.53)
Figura 22: Bacia Hidrográfica do Rio Don Fonte: HOUGH (1995, p.53) Figura 23: O rio Don e sistema viário Disponível em: . Acesso em: 18 nov. 2007 102
Propostas defendidas pelo candidato do PSDB a prefeito de Porto Velho, Hildon de Lima Chaves.
Propostas defendidas pelo candidato do PSDB a prefeito de Porto Velho, Hildon de Lima Chaves. A vocação de Porto Velho é abrir-se para explorer de forma sustentável sua grandiosidade territorial e sua
RIOS E CIDADES: RUPTURA E RECONCILIAÇÃO
3 4 Figuras 161 a 162: Evolução da remoção de um canal onde não há limitação com expansão da margem vegetada etapas 3 e 4 Fonte: COSTA (2001, p. 143) apud CARDOSO (2003) 211 O plano do rio Don parece ser
É a superfície coberta por água o que corresponde a 70% da mesma; Encontrada em: - Oceanos; - Mares; - Águas continentais (rios, lagos e geleiras);
É a superfície coberta por água o que corresponde a 70% da mesma; Encontrada em: - Oceanos; - Mares; - Águas continentais (rios, lagos e geleiras); - 97,5% é água salgada - 2,5% apenas é água doce Distribuição:
Proposta do Plano de Ação para Instituir uma Política de Reúso de Efluente Sanitário Tratado no Brasil (Projeto)
Proposta do Plano de Ação para Instituir uma Política de Reúso de Efluente Sanitário Tratado no Brasil (Projeto) Ministério das Cidades e Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura IICA
PROGRAMA MANANCIAIS. Seminário PHD Águas Urbanas Cinthia R. Martins NºUSP: Novembro 2008
PROGRAMA MANANCIAIS Seminário PHD-2537 - Águas Urbanas Cinthia R. Martins NºUSP: 5351139 Novembro 2008 SITUAÇÃO CRÍTICA AUMENTO DO CONSUMO DE ÁGUA DIMINUIÇÃO DA QUANTIDADE DE ÁGUA DISPONÍVEL POR HABITANTE
Coordenador: Prof. Dr. Paolo Alfredini Professor Livre-Docente da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo e-mail: alfredin@usp.
DIAGNÓSTICO SOBRE OS EFEITOS DA ELEVAÇÃO DO NÍVEL DO MAR DECORRENTE DO AQUECIMENTO GLOBAL DA ATMOSFERA NOS ECOSSISTEMAS COSTEIROS BRASILEIROS SUB-REGIÃO DO LITORAL DAS REGIÕES SUDESTE E SUL ESTUDO DE CASO
Projeto de Lei de Iniciativa Popular
Nós, abaixo-assinados, cidadãos Brasileiros e Florianopolitanos no pleno gozo dos nossos direitos políticos, apresentamos à Câmara dos Vereadores de Florianópolis, com base no artigo 61, 2º da Constituição
Capítulo 1 Conceitos básicos em Hidrologia Florestal. Introdução a Hidrologia de Florestas
Introdução a Hidrologia de Florestas Setembro de 2004 João Vianei Soares 1 Capítulo 1 Conceitos básicos em Hidrologia Florestal Introdução a Hidrologia de Florestas Objetivo: Introduzir os princípios de
Sistemas de Responsabilidade Pública para Medir, Monitorar e Informar sobre Políticas Urbanas Sustentáveis na América Latina
Sistemas de Responsabilidade Pública para Medir, Monitorar e Informar sobre Políticas Urbanas Sustentáveis na América Latina Luciana Tuszel [email protected] 1. A AGENDA 2030 2. O PROJETO DO
Bacias hidrográficas brasileiras
Bacias hidrográficas brasileiras Características da hidrografia brasileira Riqueza em rios e pobreza em formações lacustres. Todos rios direta ou indiretamente são tributários do Oceano Atlântico. Predomínio
¹ Universidade Federal de Campina Grande
Diagnós(co do Sistema de Drenagem Urbana do Município de Campina Grande - PB Priscila Barros Ramalho¹, Joelma Ferreira Silva¹, Hiran de Melo Filho¹, Patrícia Hermínio Cunha Feitosa¹ & Rodolfo Lucas Santos
Proposta de Diretrizes de Engenharia para o Planejamento da Ocupação de Área dentro da Bacia do Córrego Floresta (zona norte de Belo Horizonte)
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS Escola de Engenharia Curso de Engenharia Civil Proposta de Diretrizes de Engenharia para o Planejamento da Ocupação de Área dentro da Bacia do Córrego Floresta (zona
PHD 2537 Água em Ambientes Urbanos. Tema: Renaturalização de Rios em Ambientes Urbanos
PHD 2537 Água em Ambientes Urbanos Tema: Renaturalização de Rios em Ambientes Urbanos Alunos Daniel Alarcon Douglas Kim Ito Frederico Abdo Vilhena Guilherme Palfi Prof. Dr. Kamel Zahed Filho Novembro de
CACUACO M O D ELAÇÃO H ID R OLÓG ICA E H ID R ÁU L ICA D E U M S IS TEM A D E D R ENAG EM D E U M A ZO N A U R B ANA D E LUANDA REPÚBLICA DE ANGOLA
M O D ELAÇÃO H ID R OLÓG ICA E H ID R ÁU L ICA D E U M S IS TEM A D E D R ENAG EM D E U M A ZO N A U R B ANA D E LUANDA CACUACO GEOGRÁFICA DE CACUACO LUANDA O município de Cacuaco situa-se na província
Hidrografia. É uma parte da geografia física que classifica e. Seu estudo abrange portanto oceanos, mares, geleiras, água do subsolo, lagos, água da
Hidrografia É uma parte da geografia física que classifica e estuda as. Seu estudo abrange portanto oceanos, mares, geleiras, água do subsolo, lagos, água da atmosfera e rios. As águas podem ser divididas
Lista de recuperação de Geografia 3º bimestre
Lista de recuperação de Geografia 3º bimestre 01. (Objetivo: Identificar os estados que fazem parte da região Nordeste). A Região Nordeste é formada por nove estados. a) Localize-os no mapa abaixo e pinte-os
ESTADO DA BAHIA PREFEITURA MUNICIPAL DE ILHÉUS GABINETE DO PREFEITO
Ilhéus, 01 de Abril de 2009. OF GAB 013/2009 Senhor Presidente, Em atendimento ao disposto no Art. 73, da Lei Orgânica do Município de Ilhéus, estamos encaminhando à esta Casa Legislativa o Programa de
4 A Baía de Guanabara
4 A Baía de Guanabara A Baía de Guanabara localiza-se no Estado do Rio de Janeiro, entre as longitudes 43 o 00 00 e 43 o 20'00" W, e latitudes 22 o 40' 00" e 23 o 05' 00"S, conforme a Figura 4.1 (Mayr
WEDA Brasil Conferência 2007
WEDA Brasil Conferência 2007 1ª CONFERÊNCIA DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE DRAGAGEM OPÇÕES DE POLÍTICA PARA O DESENVOLVIMENTO DA DRAGAGEM NO BRASIL PÓS LEI N 11.518/07 Eliane Arêas Fadda, PhD, CENTRAN 9 a
HIDROLOGIA AULA semestre - Engenharia Civil. ESCOAMENTO SUPERFICIAL 2 Profª. Priscila Pini
HIDROLOGIA AULA 11 5 semestre - Engenharia Civil ESCOAMENTO SUPERFICIAL 2 Profª. Priscila Pini [email protected] INTRODUÇÃO Bacia hidrográfica transforma chuva em vazão Chuva que escoa superficialmente:
Recursos Hídricos. A interação do saneamento com as bacias hidrográficas e os impactos nos rios urbanos
74 a Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia Recursos Hídricos A interação do saneamento com as bacias hidrográficas e os impactos nos rios urbanos SECRETARIA DE RECURSOS HÍDRICOS E QUALIDADE AMBIENTAL
Gestão de Inundações urbanas. Dr. Carlos E M Tucci Rhama Consultoria e IPH - UFRGS
Gestão de Inundações urbanas Dr. Carlos E M Tucci Rhama Consultoria e IPH - UFRGS [email protected] Tipos de inundações Inundações ribeirinhas: inundações naturais resultado da flutuação dos rios durante
SINOPSE DO PLANO DE BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO IJUÍ 1 SYNOPSIS OF THE IJUÍ RIVER HYDROGRAPHIC BASIN PLAN
SINOPSE DO PLANO DE BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO IJUÍ 1 SYNOPSIS OF THE IJUÍ RIVER HYDROGRAPHIC BASIN PLAN Bianca Dos Santos Antes 2, Letiane T. Hendges 3, Roselaine C. R. Reinehr 4, Rubia G. Hoffmann 5,
PRODETUR AÇÕES PREVISTAS PARA IMPLANTAÇÃO DO PROGRAMA
PRODETUR AÇÕES PREVISTAS PARA IMPLANTAÇÃO DO PROGRAMA Secretária de Estado de Desenvolvimento do Turismo TETÉ BEZERRA O PRODETUR NACIONAL O PRODETUR Nacional tem o objetivo de fortalecer a Política Nacional
Campina Grande, 2015.
Campina Grande, 2015. A Questão dos Recursos Hídricos No Nordeste No Brasil No Mundo Recursos Naturais do Planeta Aspectos Usos dos Recursos Hídricos Demandas Abastecimento Humano (Urbano e Rural) Agricultura
Planeamento Urbano Plano de Urbanização da Damaia/Venda Nova (Oficina de Arquitectura 1997) JOÃO CABRAL FA/UTL 2011
Planeamento Urbano Plano de Urbanização da Damaia/Venda Nova (Oficina de Arquitectura 1997) JOÃO CABRAL FA/UTL 2011 (Oficina de Arquitectura 1997) índice 1. PDM Amadora: Objectivos estratégicos para
Apostila de Geografia 16 Hidrografia Matheus Borges
Apostila de Geografia 16 Hidrografia Matheus Borges 1.0 Distribuição das Águas 97% Águas salgadas: Oceano Pacífico (o maior). Oceano Atlântico (muito navegável). Oceano Índico. 3% Água doce: 2% Geleiras.
Chuvas Intensas e Cidades
Chuvas Intensas e Cidades Mario Thadeu Leme de Barros Departamento de Engenharia Hidráulica e Ambiental lda Escola Politécnica da USP Associação Brasileira de Recursos Hídricos (ABRH) EVENTOS EXTREMOS:
PLANEJAMENTOS MUNICIPAIS DE SANEAMENTO BÁSICO: UMA METODOLOGIA DE APOIO À GESTÃO PÚBLICA LOCAL E UM ESTUDO DE CASO
PLANEJAMENTOS MUNICIPAIS DE SANEAMENTO BÁSICO: UMA METODOLOGIA DE APOIO À GESTÃO PÚBLICA LOCAL E UM ESTUDO DE CASO Programa Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável da Região Oeste do Paraná Prefeituras
Transposição de Águas do Rio São Francisco Seus efeitos sobre o território potiguar: Impacto Ambiental e a População Beneficiada.
Transposição de Águas do Rio São Francisco Seus efeitos sobre o território potiguar: Impacto Ambiental e a População Beneficiada. JOSIVAN CARDOSO MORENO DIRETOR PRESIDENTE Mossoró MAIO DE 2015 1 REFLEXO
Fórum das Instituições de Ensino Superior IES 4º Distrito: Sociedade, Inovação e Desenvolvimento
Fórum das Instituições de Ensino Superior IES 4º Distrito: Sociedade, Inovação e Desenvolvimento Porto Alegre, 2015 Se encontra no cruzamento da área central e municípios da Região Metropolitana; Grande
Módulo 6 Parte II: Hidrografia da Europa. Geografia Professor Marcelo
Módulo 6 Parte II: Hidrografia da Europa Geografia Professor Marcelo Hidrografia do continente Europeu A rede hidrográfica desse continente é formada por rios de pequena extensão e baixo volume de água
TERCEIRÃO GEOGRAFIA FRENTE 6A AULA 17 e 18. Profº André Tomasini
TERCEIRÃO GEOGRAFIA FRENTE 6A AULA 17 e 18 Profº André Tomasini Grandes Regiões Hidrográficas REGIÕES HIDROGRÁFICAS DO CONTINENTE AFRICANO Localização das Bacias Hidrográficas Bacia do Rio Congo Bacia
Estimativa da Erosividade da chuva (R) na Bacia Hidrográfica do rio Manoel Alves Grande localizado no cerrado tocantinense.
Estimativa da Erosividade da chuva (R) na Bacia Hidrográfica do rio Manoel Alves Grande localizado no cerrado tocantinense. BARBOSA 1, Guilherme Silva; IOST 2, Caroline; SCHIESSL 3, Maikon Adão; MACIEL
SEMPRE POR UMA GEOGRAFIA VIVA SOCIOLOGIA DO UNIVERSO
SEMPRE POR UMA GEOGRAFIA VIVA SOCIOLOGIA DO UNIVERSO QUAL A IMPORTÂNCIA DA GEOGRAFIA NA PROVA DO ENEM? PERFIL DA PROVA DE 2015 CIÊNCIAS HUMANAS: 15 QUESTÕES CIÊNCIAS DA NATUREZA: 5 QUESTÕES MATEMÁTICA:
O PACTO PARA O DESENVOLVIMENTO DO SECTOR AGRÁRIO DE MOÇAMBIQUE PEDSA. Impacto esperado com a implementação do PEDSA através do CAADP
O PACTO PARA O DESENVOLVIMENTO DO SECTOR AGRÁRIO DE MOÇAMBIQUE A SER IMPLEMENTADO ATRAVÉS DO PEDSA O PACTO A SER IMPLEMENTADO PELO PEDSA: PRIORIDADES Impacto esperado com a implementação do PEDSA através
O meio aquático I. Bacia Hidrográfica 23/03/2017. Aula 3. Prof. Dr. Joaquin Bonnecarrère Garcia. Zona de erosão. Zona de deposição.
O meio aquático I Aula 3 Prof. Dr. Joaquin Bonnecarrère Garcia Bacia Hidrográfica Área de drenagem Zona de erosão Zona de armazenamento e transporte Lago ou Oceano Zona de deposição Zona de erosão Maior
ENQUADRAMENTO DOS CORPOS HÍDRICOS EM CLASSES. Profª Dra. Simone Rosa da Silva
ENQUADRAMENTO DOS CORPOS HÍDRICOS EM CLASSES Profª Dra. Simone Rosa da Silva UPE/POLI - 2017 ENQUADRAMENTO DOS CORPOS D ÁGUA EM CLASSES Lei Federal nº 9.433/97 Art. 9 -...visa a assegurar às águas qualidade
Escola Politécnica da Universidade de São Paulo PHD2537 Água em Ambientes Urbanos
Escola Politécnica da Universidade de São Paulo PHD2537 Água em Ambientes Urbanos Bruno Boldrini de Carvalho Coelho N USP: 3729700 Fabia Akissue de Barros N USP: 3506246 Felipe de Freitas Bönecker N USP:
AULA 2. Aspectos Ambientais da Regularização Fundiária
Regularização Fundiária de Assentamentos Informais em Áreas Urbanas Disciplina: Regularização Fundiária e Plano Diretor Unidade 02 Professor(a): Laura Bueno e Pedro Monteiro AULA 2. Aspectos Ambientais
O COMITÊ GRAVATAHY E SEU TERRITÓRIO DE IRRIGAÇÃO E USOS MÚLTIPLOS DA ÁGUA
O COMITÊ GRAVATAHY E SEU TERRITÓRIO DE IRRIGAÇÃO E USOS MÚLTIPLOS DA ÁGUA PAULO ROBINSON DA SILVA SAMUEL¹; KELY BOSCATO PEREIRA² ¹ Engenheiro atuando na área de Gestão Ambiental na Universidade Federal
PLANO DE GESTÃO DA MANUTENÇÃO DA REDE DE DRENAGEM DA CIDADE DO RECIFE
10717 - PLANO DE GESTÃO DA MANUTENÇÃO DA REDE DE DRENAGEM DA CIDADE DO RECIFE Fernandha Batista Lafayette Marília Dantas da Silva, Suzana Maria Gico Lima Montenegro, Pedro Oliveira da Silva e Roberto Duarte
PROPOSTA DEFINIDA PELO CANDIDATO A PREFEITO ELEIÇÕES 2012
PROPOSTA DEFINIDA PELO CANDIDATO A PREFEITO ELEIÇÕES 2012 META - SAÚDE Programa de Saúde para Idoso. Programa Saúde da Família Contratação de novas especialidades. Atendimento, com horário agendado, para
MINISTÉRIO DAS CIDADES Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental
MINISTÉRIO DAS CIDADES Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental 1o. SEMINÁRIO NACIONAL DE SANEAMENTO AMBIENTAL A Lei 11.445/07 e suas implicações na gestão do Saneamento Básico do Brasil. Alexandre
Antiga Limpurb Rua Cônego Pereira, Sete Portas, Salvador, Brasil
Antiga Limpurb Rua Cônego Pereira, Sete Portas, Salvador, Brasil Área de aproximadamente 10.356 m², pertencente Prefeitura da Cidade de Salvador localizada entre o Mercado Tradicional das Sete Portas e
DRENAGEM AULA 02 ESTUDOS HIDROLÓGICOS
AULA 02 ESTUDOS HIDROLÓGICOS ESTUDOS HIDROLÓGICOS Os Estudos Hidrológicos constam de uma série de atividades destinadas a avaliar a vazão das bacias de contribuição para os diversos dispositivos de drenagem
Seminário PDMAT - PLANO DIRETOR DE MACRODRENAGEM DO ALTO TIETÊ
Escola Politécnica Universidade de São Paulo Depto. de Engenharia Hidráulica e Sanitária PHD 2537 Água em Ambientes Urbanos TEMA 31: EXEMPLOS DE PLANOS DIRETORES DE DRENAGEM URBANA Seminário PDMAT - PLANO
Localizada a 90 km de São Paulo Região Sudeste
População 586.625 hab. (IBGE 2010) Área 449,12 km² Densidade Demográfica 1.306,16 hab./km² PIB R$ 13.072.889,43 (SEADE 2008) PIB per capita R$ 22.284,90 (SEADE 2010) Crescimento Populacional 1,75%/ano
25/03/2011. Prof. M.Sc. Maron Stanley Silva O. Gomes
Prof. M.Sc. Maron Stanley Silva O. Gomes IFMA - Campus Bacabal Prof.M.Sc. Maron Stanley S. O. Gomes 21 A Agenda 21 Global é um programa de ação que 179 países assumiram para cuidar do planeta. Ela tem
PHD2537 PAISAGENS DOS RIOS URBANOS. Guilherme Peev dos Santos Paulo José Schiavon Ara Rodrigo de Aquino Said Farah Solly Exman Kleingesinds
PHD2537 PAISAGENS DOS RIOS URBANOS Guilherme Peev dos Santos Paulo José Schiavon Ara Rodrigo de Aquino Said Farah Solly Exman Kleingesinds Rio Nilo, Antigo Egito Civilização Egípcia desenvolveu-se em suas
Caracterização morfométrica da unidade de planejamento do Poxim SE
http://dx.doi.org/10.12702/viii.simposfloresta.2014.117-478-1 Caracterização morfométrica da unidade de planejamento do Poxim SE Dráuzio C. Gama 1, Janisson B. de Jesus 1 ; Milton M. Fernandes 1 1 Universidade
A CIDADE ONDE QUEREMOS VIVER Planejamento Urbano e Viário. São Luís, 18 de junho de 2012
A CIDADE ONDE QUEREMOS VIVER Planejamento Urbano e Viário São Luís, 18 de junho de 2012 NOVO CORREDOR DE TRANSPORTE URBANO DE SÃO LUÍS-MA EXPANSÃO DO SISTEMA VIÁRIO ITAQUI-BACANGA LEI DA MOBILIDADE
Agricultura Familiar e Desenvolvimento Sustentável
Marco Pavarino Coordenação Geral de Agroecologia e Produção Sustentável Secretaria de Agricultura Familiar e Desenvolvimento Agrário - Sead Agricultura Familiar e Desenvolvimento Sustentável A AGRICULTURA
ESTUDO TÉCNICO-CIENTÍFICO VISANDO A DELIMITAÇÃO DE PARQUES AQÜÍCOLAS NOS LAGOS DAS USINAS HIDROELÉTRICAS DE FURNAS E TRÊS MARIAS MG
1 ESTUDO TÉCNICO-CIENTÍFICO VISANDO A DELIMITAÇÃO DE PARQUES AQÜÍCOLAS NOS LAGOS DAS USINAS HIDROELÉTRICAS DE FURNAS E TRÊS MARIAS MG CONVÊNIO 8713 FUNDEP-UFMG Parques Aquícolas SECTES-MG Nº 025/2005 PROCESSO:
PLANO DE PORMENOR DA ÁREA DE EQUIPAMENTOS DA FRENTE MARÍTIMA DA COSTA NOVA - ÍLHAVO
PLANO DE PORMENOR DA ÁREA DE EQUIPAMENTOS DA FRENTE MARÍTIMA DA COSTA NOVA - ÍLHAVO PROGRAMA DE EXECUÇÃO E PLANO DE FINANCIAMENTO janeiro de 2012 ÍNDICE 1 PROGRAMA DE EXECUÇÃO... 3 1.1 IMPLEMENTAÇÃO DO
DRENAGEM URBANA EM SÃO PAULO. Eng o PEDRO LUIZ DE CASTRO ALGODOAL PROJ 4 SIURB/PMSP
DRENAGEM URBANA EM SÃO PAULO Eng o PEDRO LUIZ DE CASTRO ALGODOAL PROJ 4 SIURB/PMSP URBANIZAÇÃO IMPACTO DA URBANIZAÇÃO ANTES DEPOIS Inundações Ribeirinhas antes depois Sistema de drenagem existente Galerias
Projeto Manuelzão da UFMG realiza expedição Rio das Velhas, te quero vivo durante a Semana Nacional do Meio Ambiente
Projeto Manuelzão da UFMG realiza expedição Rio das Velhas, te quero vivo durante a Semana Nacional do Meio Ambiente Agência de Notícias UFMG Projeto Manuelzão da UFMG realiza expedição Rio das Velhas,
O que é hidrografia? É o ciclo da água proveniente tanto da atmosfera como do subsolo.
O que é hidrografia? É o ciclo da água proveniente tanto da atmosfera como do subsolo. Rios São cursos d água com leito ou canal bem definidos. São formados pelo encontro das águas do escoamento superficial
Programa de Melhoria da Qualidade de Vida e da Governança Municipal de Teresina. Teresina (PI), Fevereiro de 2016
Programa de Melhoria da Qualidade de Vida e da Governança Municipal de Teresina Teresina (PI), Fevereiro de 2016 1. A SITUAÇÃO ANTES DO PROGRAMA 1. SITUAÇÃO ANTES DO PROGRAMA Enchentes na Zona Norte 1.
HIDROGRAFIA DO BRA R SIL I
HIDROGRAFIA DO BRASIL ÁGUAS CONTINENTAIS Rio São águas correntes que se deslocam na superfície, no sentido da declividade do relevo Importante elemento no ciclo hidrológico Fornecimento de água potável
Monitoramento da Salinidade 2015.
Estado do Rio Grande do Sul Monitoramento da Salinidade 2015. Os dados diários de salinidade foram coletadas no âmbito do Contrato n 691/2014 SUPRG/FURG, relativo ao Monitoramento das espécies invasoras
QUESTÕES GERAIS, AMBIENTAIS, SOCIAIS, ECONÔMICAS E TÉCNICAS PARA A TOMADA DE DECISÃO DE DESINSTALAÇÃO DE BARRAGENS
QUESTÕES GERAIS, AMBIENTAIS, SOCIAIS, ECONÔMICAS E TÉCNICAS PARA A TOMADA DE DECISÃO DE DESINSTALAÇÃO DE BARRAGENS Carísia C. Gomes (UFC) & Sandra Keila F. de Oliveira (DNOCS) Introdução A remoção ou descomissionamento
Colégio Santa Dorotéia Disciplina: Geografia / ESTUDOS AUTÔNOMOS Ano: 5º - Ensino Fundamental - Data: 13 / 8 / 2018
Colégio Santa Dorotéia Disciplina: Geografia / ESTUDOS AUTÔNOMOS Ano: 5º - Ensino Fundamental - Data: 13 / 8 / 2018 REGIÕES BRASILEIRAS O Brasil é um país com enorme extensão territorial: apresenta área
COLÉGIO SANTA ROSA PROFESSOR: CARLOS FERREIRA. SÉRIE: 8º ANO ASSUNTO: AMÉRICA ANGLO SAXÔNICA AULA INTRODUÇÃO
COLÉGIO SANTA ROSA PROFESSOR: CARLOS FERREIRA. SÉRIE: 8º ANO ASSUNTO: AMÉRICA ANGLO SAXÔNICA AULA INTRODUÇÃO A América Anglo-saxônica é um termo usado para designar os países da América que tem o inglês
