Botânica Ecologia e suas interações.
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- Maria Vitória Back Lisboa
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1 Profº Leonardo Eduardo Ferreira Fozdo Iguaçu, 28 de Julho, Botânica Ecologia e suas interações. Fotossíntese, Fase Clara, Fase Escura.
2 Bioenergética Autótrofos: Sintetizam alimento orgânico a partir de compostos inorgânicos e energia obtidos do meio. Heterótrofos: Obtém do meio consumindo autótrofos ou outros heterótrofos
3 Fotossíntese Cianobactérias Algas Plantas
4 Equação geral -Fotossíntese Simplificada Completa
5 Fotossíntese Fases dependentes da luz (Fotoquímica ou luminosa) Fases independentes da luz (Química ou enzimática)
6 Cloroplasto
7 Fotofosforilação acíclica Fotofosforilação cíclica
8 Fase Química Estroma Ciclo de Calvin Benson (Pentoses) Enzima Rubisco (ribulose-bifosfato carboxilase oxigenasse)
9
10 Destino do PGAL Energia Glicólise Exportação Sacarose Armazenamento Amido
11 Tipos de Plantas
12 Oxigênio?!? Joseph Priestley( ) Jam Ingenhousz( ) Cornelis van Niel ( ) Melvin Calvin ( )
13 Clorofila Captação da energia luminosa.
14 Clorofila Fotoexcitável a Fotossistema I b Fotossistema II
15 Absorbância da Clorofila Violeta-azul e amarelo-vermelho.
16 Influencia na Fotossíntese Intensidade luminosa. Temperatura ambiente. Quantidade de água. Concentração de CO 2.
17 Quimiossíntese Ausência da luz.
18 Fisiologia Vegetal 3) Hormônios Vegetais a) Auxina II) Tropismos As auxinas controlam os tropismos: movimentos de curvatura da planta em resposta a um determinado estímulo. i. Fototropismo Tipodetropismoemqueafonteestimuladoradomovimentodaplantaéaluz. Quando a planta é iluminada a auxina migra para o lado oposto ao da luz
19 Fisiologia Vegetal 3) Hormônios Vegetais i. Fototropismo Caule: O excesso de auxina estimula o alongamento celular(fototropismo positivo) Raiz: O excesso de auxina inibe o alongamento celular(fototropismo negativo) auxina luz luz alongamento luz Caule Caule Fototropismo (+) Raiz Auxina Raiz Fototropismo (-) auxina alongamento
20 Fisiologia Vegetal 3) Hormônios Vegetais ii. Gravitropismo (Geotropismo) Tipo de tropismo em que a fonte estimuladora do movimento é a força gravitacional Caule: gravitropismo negativo Raiz: gravitropismo positivo raiz caule Planta em posição horizontal Raiz auxina alongamento Caule auxina alongamento Força da gravidade faz com que a auxina se acumule na região inferior da planta.
21 Fisiologia Vegetal 3) Hormônios Vegetais Obs.: Nastismos Movimentos que ocorrem em resposta a um estímulo, mas que não são orientados pela fonte estimuladora. Não há participação de Auxina Ex: Plantas insetívoras (carnívoras) e sensitivas. Planta carnívora (Dioneia) Planta sensitiva Mimosa pudica
22 Fisiologia Vegetal 3) Hormônios Vegetais a) Auxina III) Enraizamento de estacas Por estímulo da auxina, raízes adventícias podem surgir a partir de estacas(mudas). IV) Desenvolvimento de raiz e caule Raiz,maissensívelaauxinaqueocaule Uma concentração que induza o crescimento ótimo do caule, tem efeito inibidor sobre o crescimento da raiz.
23 Fisiologia Vegetal 3) Hormônios Vegetais a) Auxina V) Dominância Apical A auxina produzida na gema apical do caule exerce inibição sobre as gemas laterais, mantendo-as em estado de dormência. Se a gema apical for retirada (técnica de poda) as gemas laterais passam a se desenvolver e novos ramos se desenvolvem.
24 Fisiologia Vegetal 3) Hormônios Vegetais b) Citocinina Funções na planta I. Estimula a divisão celular II. Estimula a morfogênese(diferenciação dos tecidos da planta) III. Estimula o alongamento caulinar IV. Promove o retardo do envelhecimento da planta(senescência) V. Quebra a dominância apical e promove o desenvolvimento das gemas laterais. Auxina e citocininapodem ser utilizadas em conjunto para promoverem a diferenciação celular em vegetais e a formação de plantas inteiras a partir de um conjunto de céulas (calo)
25 Fisiologia Vegetal 3) Hormônios Vegetais c) Etileno (Gás Eteno C 2 H 4 ) Funções na planta I. Promove a germinação em plantas jovens. II. Promove o amadurecimento dos frutos III. Promove o envelhecimento celular(senescência) IV. Estimula a floração V. Promove a abscisão foliar(queda das folhas) No cultivo de banana é comum realizar a queima da serragem, pois há liberação do gás etileno Etileno promove o amadurecimento do fruto. Etileno promove a queda das folhas (abscisão foliar)
26 Fisiologia Vegetal 3) Hormônios Vegetais d) Giberelina I. Promove o crescimento dos frutos partenocárpicos II. Promove o alongamento caulinar III. Realiza a mobilização das reservas da semente para o embrião IV. Quebra a dormência em sementes e gemas(primavera) Germinação das sementes Desenvolvimento de frutos partenocárpicos (sem fecundação).
27 Fisiologia Vegetal 3) Hormônios Vegetais e) Ácido abscísico (ABA) I. Promove a dormência em gemas e sementes(inverno) II. Promove o fechamento estomático(falta de água no solo) III. Induz o envelhecimento de folhas, frutos e flores. Sementes dormentes no período do inverno por ação do ácido abscísico
28 Fisiologia Vegetal 4) Fotoperiodismo É o mecanismo de floração que algumas plantas angiospermas possuem em resposta ao período de luminosidade diária(fotoperíodo). Fotoperíodo crítico: (FPC) Valoremhorasdeiluminaçãoquedeterminaafloraçãoounãodeumaplanta. O fotoperíodo crítico é específico de cada espécie. I. Plantas de dia-curto: Florescem quando a duração do período iluminado é inferior ao seu fotoperíodo crítico. II. Plantas de dia-longo: Florescem quando a duração do período iluminado é maior que o seu fotoperíodo crítico. III. Plantas indiferentes: A floração não depende do fotoperíodo.
29 Fisiologia Vegetal 4) Fotoperiodismo Verão Inverno a) Plantas de dia-curto Fotoperíodo crítico da espécie = 11 hs Dia Noite Dia Noite 16 hs 8 hs 8 hs 16 hs Floresce quando submetida a um período de luminosidade inferior ao seu fotoperíodo crítico. Não floresce Floresce
30 Fisiologia Vegetal 4) Fotoperiodismo Verão Inverno a) Plantas de dia-longo Fotoperíodo crítico da espécie = 15 hs Dia Noite Dia Noite 16 hs 8 hs 8 hs 16 hs Floresce quando submetida a um período de luminosidade superior ao seu fotoperíodo crítico. floresce Não Floresce
31 Fisiologia Vegetal 4) Fotoperiodismo Estudos posteriores revelaram que não é o período de luminosidade diária que efetua a floração, mas sim o período de escuro ao qual a planta é submetida. Plantas de dia-curto: necessitam de uma noite longa para florescer Plantas de dia-longo: necessitam de uma noite curta para florescer.
32 Fisiologia Vegetal 4) Fotoperiodismo Interrompendo o período noturno por um breve período luminoso a planta de diacurto, não floresce, pois na verdade ela necessita é de uma noite longa contínua. Não Floresce Interrompendo o período noturno por um breve período luminoso a planta de dialongo floresce, pois como ela necessita de noite curta para florescer a interrupção danoitelongafazcomqueanoitesetorne curta para planta e ela floresce. Floresce
33 Bem vindos ao mundo da Tenham um ótimo dia!!!
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