newsletter Nº 85 FEVEREIRO / 2014
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- Luzia de Vieira Monteiro
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1 newsletter Nº 85 FEVEREIRO / 2014
2 Assuntos em Destaque Resumo Fiscal/Legal Janeiro de IFRS 10 Demonstrações Financeiras Consolidadas 3 Revisores e Auditores 6 LEGISLAÇÃO FISCAL/LEGAL Presidência do Conselho de Ministros - Resolução do Conselho de Ministros n.º 1/2014, de 6 de janeiro - Autoriza a emissão de dívida pública, em execução do Orçamento do Estado para 2014, aprovado pela Lei n.º 83-C/2013, de 31 de dezembro, e do Regime Geral da Emissão e Gestão da Dívida Pública, aprovado pela Lei n.º 7/98, de 3 de Fevereiro. Tribunal Constitucional - Acórdão do Tribunal Constitucional n.º 862/2013, de 7 de janeiro - Pronuncia-se pela inconstitucionalidade das alíneas a), b), c) e d) do n.º 1 do artigo 7.º do Decreto da Assembleia da República n.º 187/XII, que estabelece mecanismos de convergência de proteção social. Ministério das Finanças Gabinete da Ministra - Despacho n.º 706-A/2014, de 15 de janeiro - Aprova as tabelas de retenção na fonte para vigorarem durante o ano de Assembleia da República - Lei n.º 2/2014, de 16 de janeiro - Procede à reforma da tributação das sociedades, alterando o Código do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Coletivas, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 442-B/88, de 30 de novembro, o Decreto Regulamentar n.º 25/2009, de 14 de setembro, e o Código do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 442-A/88, de 30 de novembro. Assembleia da República - Lei n.º 1/2014, de 16 de janeiro - Procede à oitava alteração à Lei n.º 63-A/2008, de 24 de novembro, que estabelece medidas de reforço da solidez financeira das instituições de crédito no âmbito da iniciativa para o reforço da estabilidade financeira e da disponibilização de liquidez nos mercados financeiros. Ministérios das Finanças e da Saúde - Gabinetes da Secretária de Estado do Tesouro e do Secretário de Estado da Saúde - Despacho n.º 1507/2014, de 16 de janeiro - Determina que é, obrigatoriamente, aplicável às entidades públicas empresariais da área da saúde o Sistema de Normalização Contabilística (SNC). 2/6
3 IFRS 10 - DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS Enquadramento Em 12 de maio de , o International Accounting Standards Board (IASB) publicou a Norma Internacional de Relato Financeiro (IFRS) 10 - Demonstrações Financeiras Consolidadas. O objetivo da IFRS 10 é fornecer um modelo de consolidação único, que identifica a relação de controlo como base para a consolidação de todos os tipos de entidades. A IFRS 10 substitui a IAS Demonstrações Financeiras Consolidadas e Separadas e a Interpretação 12 do Standing Interpretations Committee (SIC) Consolidação - Entidades com Finalidade Especial (SIC-12). As empresas aplicam a IFRS 10, o mais tardar a partir da data de início do seu primeiro exercício financeiro que comece em ou após 1 de janeiro de Objetivo O objetivo desta Norma 3 é estabelecer princípios para a apresentação e preparação de demonstrações financeiras consolidadas quando uma entidade controla uma ou várias outras entidades. Para realizar o objetivo, a Norma: Exige que uma entidade (a empresa-mãe) que controla uma ou várias outras entidades (subsidiárias) apresente demonstrações financeiras consolidadas; Define o princípio do controlo e estabelece esse controlo como a base para a consolidação; 1 Na mesma data o IASB publicou a IFRS 11 - Acordos Conjuntos, a IFRS 12 - Divulgações de Interesses Noutras Entidades, e versões alteradas da IAS 27 e da IAS 28. O Regulamento (UE) n.º 1254/2012, da Comissão, de 11 de Dezembro, adotou as novas normas e as versões alteradas da IAS 27 e IAS A IAS 27 (emendada) passa a reter apenas a contabilização e os requisitos de divulgação aplicáveis à preparação de demonstrações financeiras separadas. De referir que a NCRF 15 - Investimentos em Subsidiárias e Consolidação é baseada na IAS 27, adotada pelo Regulamento (CE) n.º 1126/2008, da Comissão, de 3 de novembro. 3 Esta Norma não aborda os requisitos contabilísticos relativos às concentrações de atividades empresariais e os seus efeitos na consolidação, nomeadamente o goodwill resultante de uma concentração de atividades empresariais (ver a IFRS 3 - Concentrações de Atividades Empresariais). 3/6
4 Estabelece a forma de aplicação do princípio do controlo para concluir se um investidor controla uma investida e deve, portanto, consolidar essa investida; Estabelece os requisitos contabilísticos para a preparação de demonstrações financeiras consolidadas. Âmbito Uma entidade que é uma empresa-mãe deve apresentar demonstrações financeiras consolidadas. Esta Norma aplica-se a todas as entidades, com as seguintes exceções: Uma empresa-mãe não tem de apresentar demonstrações financeiras consolidadas se cumprir todas as seguintes condições: É uma subsidiária total ou parcialmente detida por outra entidade e todos os seus outros proprietários, incluindo aqueles que de outra forma não teriam direito a voto, foram informados de que a entidade não apresenta demonstrações financeiras consolidadas e não se opuseram a tal situação; Os seus instrumentos de dívida ou de capital próprio não são negociados num mercado público (uma bolsa de valores nacional ou estrangeira ou um mercado de balcão, incluindo mercados locais e regionais); Não depositou nem está em vias de depositar as suas demonstrações financeiras junto de uma comissão de valores mobiliários ou de outra organização reguladora com a finalidade de emitir qualquer categoria de instrumentos num mercado público; e A sua empresa-mãe final ou qualquer empresa-mãe intermédia elabora demonstrações financeiras consolidadas disponíveis para uso público e que cumprem as IFRS. Principais alterações introduzidas pela IFRS 10 A IFRS 10 vem apresentar uma definição de controlo mais específica do que aquela que se encontrava em vigor, passando a exigir um conjunto mais alargado de requisitos necessários para aferir se uma entidade exerce controlo sobre a outra. A definição de controlo é estabelecida como base única de consolidação, existindo controlo sempre que uma entidade esteja exposta ou tenha direito aos rendimentos variáveis de uma entidade, tendo, adicionalmente, a capacidade de influenciar esses mesmos rendimentos. 4/6
5 Assim, um investidor controla 4 uma investida se e apenas se tiver, cumulativamente: Poder sobre a investida (ver parágrafos 10 a 14); Exposição ou direitos a resultados variáveis por via do seu relacionamento com a investida (ver parágrafos 15 e 16); A capacidade de usar o seu poder sobre a investida para afetar o valor dos resultados para os investidores (ver parágrafos 17 e 18). Um investidor deve atender a todos os factos e circunstâncias para verificar se controla uma investida. O investidor deve reavaliar se controla uma investida se os factos e circunstâncias indicarem a ocorrência de alterações no que respeita a um ou mais dos três elementos de controlo atrás referidos (ver parágrafos B80-B85). Conclusões As empresas 5 que vão aplicar a IFRS 10 no exercício de 2014 devem efetuar um levantamento de todas as entidades cuja relação com o Grupo possa ser enquadrada no conceito de controlo definido na Norma, com o objetivo de, atempadamente, avaliarem os impactos operacionais e de apresentação que esta alteração implica. Bibliografia: - Paulo Henriques - IFRS 10 Demonstrações Financeiras Consolidadas. IAS 27 Demonstrações Financeiras Separadas. NCRF 15 Investimentos em Subsidiárias e Consolidação. SNC - Sistema de Normalização Contabilística, Teoria e Prática (3.ª Edição), de João Gomes e Jorge Pires, Vida Económica, Consolidação de Contas, de Ana Macedo, Graça Azevedo e Jonas Oliveira, Escolar Editora, Sobre a avaliação do controlo, ver Apêndice B (Guia de aplicação), parágrafos B2-B85, com exemplos práticos. 5 O ponto 1.4, do Anexo ao Decreto-Lei n.º 158/2009, de 13 de julho, do Ministério das Finanças e da Administração Pública, refere em que situações as entidades que aplicam o SNC podem recorrer, supletivamente, às normas internacionais de relato financeiro (IFRS), emitidas pelo IASB. 5/6
6 REVISORES E AUDITORES Salientamos pelo seu interesse as seguintes matérias/artigos: A Ordem dos Revisores Oficiais de Contas publicou recentemente o nº 63 da sua revista trimestral (outubro a dezembro de 2013). i) Os valores inseparáveis da profissão: Ética e Qualidade da Auditoria O artigo alerta para a importância da promoção, implementação e reforço dos requisitos éticos para a qualidade de uma auditoria que tenha em vista o interesse público. ii) Métodos empíricos para detetar práticas de manipulação de resultados O estudo (i) define o conceito de manipulação de resultados, enquadra a temática e apresenta os principais incentivos a essa prática; (ii) descreve os principais tipos e práticas identificadas de manipulação de resultados; (iii) apresenta os principais métodos empíricos e estudos de manipulação de resultados; e (iv) termina com uma análise da ação do auditor na deteção de práticas de manipulação de resultados e com as principais conclusões deste trabalho. iii) IFRS 11 Joint Arrangements O artigo aborda as seguintes temáticas: (i) a harmonização contabilística US GAAP / IFRS; (ii) classificação e mensuração; (iii) classificação de um acordo conjunto; (iv) contabilização de operações conjuntas; (v) contabilização de empreendimentos conjuntos; (vi) avaliação contínua; (vii) divulgações; (viii) transição; e (ix) principais impactos da norma. iv) Contabilidade nas Entidades do Setor Público Transparência, Accountability e Controlo - O estudo enuncia as principais diferenças entre a Contabilidade Pública e a Contabilidade Nacional, no que respeita aos elementos essenciais das suas estruturas conceptuais. São analisadas as diferenças entre a necessidade de produção de demonstrações financeiras elaboradas para os utilizadores externos e a dimensão interna orientada para a gestão da entidade, assim como a produção de informação relevante para as entidades tutelares ou com funções de supervisão e/ou regulação, bem como responsabilidade pela produção de elementos estatísticos. Nota: Esta publicação da ORA é genérica e o objectivo é meramente informativo. Não tem a intenção de substituir a necessidade de consulta dos diplomas mencionados ou o recurso a opinião profissional para os temas tratados em função dos casos concretos de cada entidade. 6/6
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