A nova resolução 510/16
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- Cláudia Wagner Rocha
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1 A nova resolução 510/16 Paulo Cortes Gago Departamento de Letras Anglo-Germânicas UFRJ
2 Breve histórico Na 466/12: XIII - DAS RESOLUÇÕES E DAS NORMAS ESPECÍFICAS XIII.3 - As especificidades éticas das pesquisas nas ciências sociais e humanas e de outras que se utilizam de metodologias próprias dessas áreas serão contempladas em resolução complementar, dadas suas particularidades.
3 Breve histórico Relato abaixo partes da Conclamação aos pesquisadores, professores e estudantes das áreas de Ciências Humanas e Sociais (CHS) sobre a consulta à sociedade Minuta de Resolução da Ética em Pesquisa em CHS (CONEP/CNS/MS), de 20/07/2015.
4 Breve histórico Várias associações científicas resolveram participar do GT formado pela CONEP em agosto de 2013 para redigir a minuta da resolução específica sobre a Ética em Pesquisa nas CHS; Discussão da minuta no encontro de Atibaia, 16-19/11/2014; Abriu-se a Consulta à sociedade para discussão da minuta da resolução em 21/07/2015 até 4/09/2015;
5 Breve histórico Ao longo desses dois anos de trabalho, o GT de CHS elaborou um formulário próprio para as pesquisas de CHS, o qual deverá ser inserido na Plataforma Brasil. O preenchimento deste formulário próprio é o elemento que permitirá a análise do risco da pesquisa e definirá sua tramitação no sistema: mais abreviada ou mais completa, de acordo com o nível de risco atribuído a cada pesquisa.
6 Breve histórico Na proposta de trâmite dos protocolos, os projetos seriam classificados em risco mínimo, baixo, moderado e elevado. O texto da proposta sobre gradação de risco e tramitação não foi incluído na Resolução, porque a CONEP propôs que a gradação de risco seja padronizada. Como esse trabalho ainda não foi finalizado no âmbito da CONEP, sugeriu-se que a Resolução não apresentasse agora esse detalhamento.
7 Dos riscos na 510/16 Art. 18. Nos projetos de pesquisa em Ciências Humanas e Sociais, a definição e a gradação do risco resultam da apreciação dos seus procedimentos metodológicos e do seu potencial de causar danos maiores ao participante do que os existentes na vida cotidiana, em consonância com o caráter processual e dialogal dessas pesquisas.
8 Dos riscos na 510/16 Art. 21. O risco previsto no protocolo será graduado nos níveis mínimo, baixo, moderado ou elevado, considerando sua magnitude em função de características e circunstâncias do projeto, conforme definição de Resolução específica sobre tipificação e gradação de risco e sobre tramitação dos protocolos. 1º A tramitação dos protocolos será diferenciada de acordo com a gradação de risco. 2º A gradação do risco deve distinguir diferentes níveis de precaução e proteção em relação ao participante da pesquisa.
9 A proposta de risco enviada Na proposta do GT de CHS, os projetos considerados como de risco mínimo (a partir das respostas dadas pelo pesquisador no formulário específico de registro do protocolo de pesquisa na Plataforma Brasil) passarão em seguida por uma checagem documental pela secretaria do CEP, sendo emitido para o pesquisador um documento comprobatório do registro e da liberação para execução do projeto.
10 A proposta de risco enviada Os projetos considerados como de risco baixo, além da checagem documental pela secretaria do CEP, necessitam da avaliação de pelo menos um membro do CEP, podendo ser aprovado por este ou encaminhado, a seu juízo, para análise ética do plenário do CEP.
11 A proposta de risco enviada Os projetos considerados como de risco moderado, após a checagem documental feita pela secretaria do CEP e a análise ética por membro do CEP, serão submetidos a exame pelo plenário do CEP. Os projetos considerados como de risco elevado, após a checagem documental feita pela secretaria do CEP e a análise do parecer do relator pelo plenário do CEP passarão ao exame da CONEP ou CEP acreditado.
12 Novidades - resolução 510/16 Os casos de não submissão ao CEP; Destaque para alguns termos e definições: benefícios, consentimento e suas formas de registro, discriminação, estigmatização, etapas da pesquisa.
13 Perguntas frequentes 1) Somente agora com a publicação da nova resolução 510/16 é que os projetos dessas áreas devem passar pela análise ética do CEP? 2) Todos os projetos que envolva seres humanos deverão passar pela análise do CEP?
14 Pesquisas que não vão ao CEP I pesquisa de opinião pública com participantes não identificados; II pesquisa que utilize informações de acesso público, nos termos da Lei nº , de 18 de novembro de 2011; III pesquisa que utilize informações de domínio público; IV - pesquisa censitária; V - pesquisa com bancos de dados, cujas informações são agregadas, sem possibilidade de identificação individual;
15 Pesquisas que não vão ao CEP VI - pesquisa realizada exclusivamente com textos científicos para revisão da literatura científica; VII - pesquisa que objetiva o aprofundamento teórico de situações que emergem espontânea e contingencialmente na prática profissional, desde que não revelem dados que possam identificar o sujeito;
16 Pesquisas que não vão ao CEP VIII atividade realizada com o intuito exclusivamente de educação, ensino ou treinamento sem finalidade de pesquisa científica, de alunos de graduação, de curso técnico, ou de profissionais em especialização. 1º Não se enquadram no inciso antecedente os Trabalhos de Conclusão de Curso, monografias e similares, devendo-se, nestes casos, apresentar o protocolo de pesquisa ao sistema CEP/CONEP;
17 I Termos e definições III benefícios: contribuições atuais ou potenciais da pesquisa para o ser humano, para a comunidade na qual está inserido e para a sociedade, possibilitando a promoção de qualidade digna de vida, a partir do respeito aos direitos civis, sociais, culturais e a um meio ambiente ecologicamente equilibrado.
18 I Termos e definições XII - etapas preliminares de uma pesquisa: são assim consideradas as atividades que o pesquisador tem que desenvolver para averiguar as condições de possibilidade de realização da pesquisa, incluindo investigação documental e contatos diretos com possíveis participantes, sem sua identificação e sem o registro público e formal das informações assim obtidas; não devendo ser confundidas com estudos exploratórios ou com pesquisas piloto, que devem ser consideradas como projetos de pesquisas. Incluemse nas etapas preliminares as visitas às comunidades, aos serviços, as conversas com liderança comunitárias, entre outros;
19 I Termos e definições XXII - registro do consentimento ou do assentimento: documento em qualquer meio, formato ou mídia, como papel, áudio, filmagem, mídia eletrônica e digital, que registra a concessão de consentimento ou de assentimento livre e esclarecido, sendo a forma de registro escolhida a partir das características individuais, sociais, linguísticas, econômicas e culturais do participante da pesquisa e em razão das abordagens metodológicas aplicadas;
20 III Do processo de consentimento Em resumo: 2 seções detalhadas (1. da obtenção; 2. do registro); O meio de sua expressão (oral, escrito, língua de sinais, áudio, etc.); Linguagem clara e simples, ajustada ao participante; Momento e condições adequados de esclarecer;
21 III Do processo de consentimento Alguns destaques: Art. 15. O Registro do Consentimento e do Assentimento é o meio pelo qual é explicitado o consentimento livre e esclarecido do participante ou de seu responsável legal, sob a forma escrita, sonora, imagética, ou em outras formas que atendam às características da pesquisa e dos participantes, devendo conter informações em linguagem clara e de fácil entendimento para o suficiente esclarecimento sobre a pesquisa.
22 III Do processo de consentimento 1º Quando não houver registro de consentimento e do assentimento, o pesquisador deverá entregar documento ao participante que contemple as informações previstas para o consentimento livre e esclarecido sobre a pesquisa. 2º A obtenção de consentimento pode ser comprovada também por meio de testemunha que não componha a equipe de pesquisa e que acompanhou a manifestação do consentimento.
23 III Do processo de consentimento Art. 16. O pesquisador deverá justificar o meio de registro mais adequado, considerando, para isso, o grau de risco envolvido, as características do processo da pesquisa e do participante. 1º Os casos em que seja inviável o Registro de Consentimento ou do Assentimento Livre e Esclarecido ou em que este registro signifique riscos substanciais à privacidade e confidencialidade dos dados do participante ou aos vínculos de confiança entre pesquisador e pesquisado, a dispensa deve ser justificada pelo pesquisador responsável ao sistema CEP/CONEP
24 III Do processo de consentimento Art. 17. VI - garantia aos participantes do acesso aos resultados da pesquisa;
25 Por fim... A maioria das pesquisas sociais envolve risco mínimo, porém é na fase de divulgação dos resultados que estão os maiores desafios éticos, tais como garantia de anonimato e sigilo, ideias sobre representação justa, compartilhamento dos benefícios, devolução dos resultados, etc. (DINIZ & GUERREIRO, 2008, p. 296).
26 Lista de documentos Folha de rosto; Modelo de TCLE ou pedido de dispensa; Declaração de existência de infraestrutura necessária à pesquisa da instituição; Declaração de compromisso do retorno dos resultados à plataforma Brasil; Garantia de que os benefícios retornem aos participantes;
27 Lista de documentos Projeto de pesquisa original na íntegra; Cronograma; Orçamento financeiro. Ver modelos em:
28 Modelo de projeto NORMA OPERACIONAL Nº 001/2013: A presente Norma Operacional dispõe sobre a organização e funcionamento do Sistema CEP/CONEP, e sobre os procedimentos para submissão, avaliação e acompanhamento da pesquisa e de desenvolvimento envolvendo seres humanos no Brasil, nos termos do item 5, do Capítulo XIII, da Resolução CNS n 466 de 12 de dezembro de Ver 3.4) Do projeto de pesquisa.
29 Obrigado! Paulo C. Gago
30 Referências DINIZ, D. & GUERREIRO, I. Ética na pesquisa social: desafios ao modelo biomédico. In: DINIZ, D. et al. Ética em pesquisa: temas globais. Brasília: Editora da UNB, p
31 A proposta de risco enviada Art. 19. O risco previsto no protocolo será graduado nos níveis mínimo, baixo, moderado ou elevado, considerando sua magnitude em função de características e circunstâncias do projeto, conforme definição desta resolução. Parágrafo único - A graduação do risco deve distinguir diferentes níveis de precaução e proteção em relação ao participante da pesquisa.
32 A proposta de risco enviada Art. 20. O risco será mínimo quando a possibilidade de ocorrência de danos material e imaterial ao participante da pesquisa não for maior do que os possíveis danos advindos dos processos da vida cotidiana e a metodologia da pesquisa não reproduzir danos conhecidos. Pesquisas de risco mínimo são, por exemplo, casos em que o pesquisador apenas observa atividades cotidianas e as registra em diários de campo.
33 A proposta de risco enviada Art. 21. O risco será baixo quando a possibilidade de ocorrência de danos material e imaterial ao participante da pesquisa for maior do que os possíveis danos advindos dos processos da vida cotidiana. Parágrafo único. A pesquisa será considerada, pelo menos, de risco baixo nas seguintes situações: I - pesquisas em que os participantes são necessariamente identificados pelas circunstâncias da pesquisa e com sua anuência;
34 A proposta de risco enviada II - pesquisas cujos procedimentos possam ameaçar a privacidade do participante; III - pesquisas que envolvam atividades que causem desconforto. Por exemplo, a realização de uma avaliação escrita (prova), apenas para a finalidade de pesquisa; e IV - Pesquisas realizadas em situações do cotidiano associadas a riscos conhecidos e que não são intensificados pela pesquisa.
35 A proposta de risco enviada Art. 22. O risco será moderado quando a possibilidade de ocorrência de danos material ou imaterial ao participante da pesquisa for maior do que os possíveis danos advindos dos processos da vida cotidiana, em virtude da ocorrência de qualquer uma das situações abaixo:
36 A proposta de risco enviada I - pesquisas em que os participantes são necessariamente identificados pelas circunstâncias da pesquisa e sem sua anuência. Um exemplo é a pesquisa que inclui a participação de pessoas que ocupam cargos públicos, como políticos, gestores, etc. Nestes casos, mesmo sem divulgar o nome da pessoa, ao informar o cargo e o ano da realização da pesquisa, a pessoa já estará identificada, mesmo que sem a sua anuência;
37 A proposta de risco enviada II - pesquisas em que a confidencialidade dos dados relativos a terceiros não está assegurada, pelas circunstâncias da pesquisa. Por exemplo, pesquisas realizadas em comunidades pequenas, nas quais informar algo sobre uma pessoa pode levar à identificação de familiares, colegas de trabalho, entre outros;
38 A proposta de risco enviada III - pesquisas que potencializem os riscos já conhecidos e situação na qual pessoa ou grupo de pessoas não possam avaliar adequadamente os riscos de sua participação na pesquisa ou tenham limitada sua capacidade de agir conforme sua decisão.
39 A proposta de risco enviada IV pesquisas em que há impossibilidade ou inconveniência de obtenção ou registro de consentimento ou assentimento; e V pesquisas em que, por motivos teóricometodológicos, os objetivos ou os procedimentos da pesquisa serão ocultos aos participantes (pesquisa encoberta)
40 A proposta de risco enviada Art. 23. O risco será elevado quando a possibilidade de danos material ou imaterial ao participante da pesquisa for substancialmente maior do que os possíveis danos advindos dos processos da vida cotidiana, por envolver simultaneamente, pelo menos, três das condições a seguir:
41 A proposta de risco enviada I - pesquisas em que os participantes são necessariamente identificados pelas circunstâncias da pesquisa e sem sua anuência; II pesquisas em que a confidencialidade dos dados relativos a terceiros não está assegurada, pelas circunstâncias da pesquisa; III, IV, V.
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