A SÍNDROME DA ALIENAÇÃO PARENTAL
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- Márcio de Barros Amaral
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1 A SÍNDROME DA ALIENAÇÃO PARENTAL CAMILA DOS SANTOS FERREIRA ¹ ROSÂNGELO PEREIRA DA SILVA² RESUMO A Síndrome de Alienação Parental provém de uma disputa judicial em que os pais usam para se vingar do outro genitor ou para ter somente para si a guarda definitiva da criança. Começa com a separação judicial, logo após vem às disputas judiciais e diversos tipos, e nesse sentido aparece a alienação parental, onde um pai usa de artifícios de acordo com as circunstâncias ocorridas. Os juristas, psicólogos e assistentes sociais estão se adaptando a essa síndrome e procurando formas de evitar que a criança sofra com este transtorno. Estudos a respeito do assunto começaram nos Estados Unidos e em seguida chegou a Europa, chegando ao Brasil, com base nos artigos de Richard Gardner e Podevyn. Judicial. Palavras Chave: Síndrome da alienação Parental. Disputa. Separação
2 1. INTRODUÇÃO A alienação parental e considerada nova, uma vez que a Lei nº fora promulgada somente em 26 de agosto de Com as inovações do direito de família, surgiram novos desafios envolvendo os direitos das crianças e adolescentes. Para melhor compreensão, falarei da família existente atualmente no Brasil. Com as modificações no direito de família houve uma equiparação de direitos e deveres para pais e mães, não sendo mais possível aceitar que apenas o pai provenha o sustento da família e dos filhos enquanto à mãe cabe a educação dos mesmos. O poder familiar passou a ser exercido conjuntamente, ainda que os pais se encontrem separados. A alienação parental é um dos temas tratados especificamente em lei, prezando-se sempre pela garantia e efetividade do princípio do melhor interesse da criança e do adolescente. Para tratar da alienação parental, é imprescindível diferenciá-la da síndrome da alienação parental. Não que haja algum problema em confundir os conceitos, porém, existem diferenças relevante. A síndrome de Alienação Parental é difícil de ser comprovada, uma vez que não deixam marcas físicas, apenas psicológicas em todos os membros da unidade familiar. A guarda compartilhada é prevista na Lei nº13052/2014, porém ainda é exceção se comparada com a guarda unilateral. 2. FAMILIA A família conheceu, ao longo de seu desenvolvimento histórico, várias funções que se diferenciaram: religiosas, políticas, econômicas, protetivas, reprodutivas e socioculturais. No plano sociocultural, a família demonstra-se como instrumento básico de socialização do indivíduo, representando, ainda, o local que visa atender às necessidades basilares do ser humano, de onde decorrem os
3 direitos de mútua assistência e o dever de alimentar, primando pela valorização da solidariedade, insculpida no artigo 3.º, inciso I da Constituição da República, e pela afetividade entre seus membros. É perceptível que sua conceituação difere-se conforme o ramo do direito em que é abordada, o direito de família é, de todos os ramos do direito, o mais intimamente ligado à própria vida, uma vez que, de modo geral, as pessoas provêm um organismo familiar e a ele conservam-se vinculadas durante a sua existência. Nesse contexto, surgem as famílias, muito antes do direito, dos códigos e da religião. De fato, elas alternam-se a conforme o tempo, a cultura e a consolidação de cada geração. Para Diniz (2005, p. 7): Direito de família é o complexo de normas que regulam a celebração do casamento, sua validade e os efeitos que dele resultam, as relações pessoais e econômicas da sociedade conjugal, a dissolução desta, a união estável, as relações entre pais e filhos, o vínculo de parentesco e os institutos complementares da tutela e da curatela. Os fundamentos jurídicos-constitucionais de família, é pautado em preceitos, como respeito a liberdade de constituição, convivência e dissolução, a auto responsabilidade, a igualdade irrestrita de direitos, a igualdade entre irmãos biológicos e adotivos, respeito a seus direitos fundamentais, o forte sentimento de solidariedade recíproca ente outros. É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão. Difícil encontrar uma definição de família de forma a dimensionar o que, no contexto social nos dias de hoje, se insere nesse conceito. É mais ou menos intuitivo identificar família com a nomeação de casamento, ou seja pessoas ligadas pelo vinculo do matrimonio.
4 2.1 ALIENAÇÃO PARENTAL O conceito legal da alienação parental está disposto no artigo 2º da Lei nº 2.318/2010, que define, ato de alienação parental a interferência na formação psicológica da criança ou do adolescente promovida ou induzida por um dos genitores, pelos avós, ou pelos que tenham a criança ou o adolescente sob sua autoridade, guarda ou vigilância para que repudie genitor ou que cause prejuízo ao estabelecimento ou a manutenção de vínculos com estes para que não amem mais aquele que não é seu guardador. Xaxá (2008, p. 19) esclarece: Alienação Parental é a desconstituição da figura parental de um dos genitores ante a criança. É uma campanha de desmoralização, de marginalização desse genitor. Manipulada com o intuito de transformar esse genitor num estranho, a criança então é motivada a afastá-lo do seu convívio. Esse processo é praticado dolosamente ou não por um agente externo, um terceiro e, não está restrito ao guardião da criança. Há casos em que a Alienação Parental é promovida pelos Avós, por exemplo, sendo perfeitamente possível que qualquer pessoa com relação parental com a criança ou não, a fomente. Em entrevista à Coordenadoria de Defesa dos Direitos da Famílias, o Juiz Elisio Perez (2011), autor do anteprojeto da Lei de Alienação Parental elucidou uma questão importante que tem sido ignorada é o fato de que a lei brasileira estabelece um conceito jurídico autônomo para os atos de alienação parental, que está no art. 2º da lei, e que não se confunde com a síndrome da alienação parental, embora possamos indicar pontos de contato. 2.2 SINDROME DA ALIENAÇÃO PARENTAL Entende-se que a síndrome da alienação parental é uma consequência da alienação parental. Madaleno e Madaleno (2013, p. 51) esclarecem. De acordo com a designação de Richard Gardner, existem diferenças entre a síndrome da alienação parental e apenas a alienação parental.
5 De outro modo compreende Pinho apud Gomes (2014, p. 46): A Síndrome não se confunde com Alienação Parental, pois que aquela geralmente decorre desta, ou seja, ao passo que a SAP se liga ao afastamento do filho de um pai através de manobras do titular da guarda a Síndrome, por seu turno, diz respeito às questões emocionais, aos danos e sequelas que a criança e o adolescente vêm a padecer. Diferente daquela, esta citação compreende a síndrome da alienação parental como o conjunto de sequelas e sintomas emocionais que se instauram sobre a criança, resultantes da prática da alienação parental. Neste caso, na alienação parental, ocorre a implantação de falsas memórias ou não, o que caracteriza a alienação parental são as manobras que um genitor usa para afastar o filho do outro. A Síndrome de Alienação Parental foi assim definida por Richard Gardner: Um distúrbio da infância que aparece quase exclusivamente no contexto de disputas de custódia de crianças. Sua manifestação preliminar é a campanha difamatória contra um dos genitores, uma campanha feita pela própria criança e que não tenha nenhuma justificação. Resulta da combinação das instruções de um genitor o que faz a lavagem cerebral, contribuições da própria criança para caluniar o genitor alvo. Quando o abuso e ou a negligência parentais verdadeiros estão presentes, a animosidade da criança pode ser justificada, e assim a explicação de Síndrome de Alienação Parental para hostilidade da criança não é aplicável (GARDNER, 2002). A Síndrome da Alienação Parental encontra resistência nos tribunais, jurisprudências e doutrinas por não fazer parte do Manual de Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM). Conforme o Dicionário Aurélio 2014 síndrome é o conjunto de sintomas que caracterizam uma doença. Conjunto dos sinais e sintomas que caracterizam determinada condição ou situação.
6 Atualmente, existem cinco edições para o Manual de Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, tendo a primeira sido publicada em Na primeira edição havia cerca de 100 patologias descritas, número este que veio aumentando com as novas publicações. Até o quarto boletim não haviam sintomas que pudessem enquadrar a Síndrome da Alienação Parental, no entanto, na quinta foram inclusos conceitos mais generalistas, de maneira que é possível alcançar o diagnóstico da alienação, ainda que não esteja expresso como um transtorno. Síndrome significa um distúrbio, sintomas que se instalam em consequência da extrema reação emocional ao genitor, cujos filhos foram vítimas. Já a Alienação são os atos que desencadeiam verdadeira campanha de desmoralização levada a efeito pelo alienante (SOUZA, 2014, p. 113). Portanto, cabe ressaltar que, a Síndrome da Alienação Parental não se confunde com Alienação Parental, pois que aquela geralmente decorre desta, ou seja, enquanto a AP se liga ao afastamento do filho de um pai através de manobras da titular da guarda, a Síndrome, por seu turno, diz respeito às questões emocionais, aos danos e sequelas que a criança e o adolescente vêm a padecer (PINHO apud SOUZA, 2014, p. 114). 2.3 CONSEQUÊNCIAS PARA A CRIANÇA ALIENADA Se os pais evidenciam aos filhos o aborrecimento que estão sentindo um pelo outro, esses entendem que alguém é culpado por aquilo que está acontecendo. Neste contexto, podem os filhos passar acusar um dos genitores de ter abandonado o lar, afastando dele em solidariedade àquele que permanece em casa. Não obstante, pode a criança ou o adolescente sentir-se culpado, desencadeando uma série de transtornos, como depressão, ansiedade e perda da autoestima. Para suportar o ambiente conturbado que se instaurou entre os pais, esses filhos aprendem a manipular, tornam-se prematuramente espertos para decifrar o ambiente emocional, aprendem a falar apenas uma parte da verdade e a demonstrar falsas emoções (PODEVYIN, 2001). MADALENO E MADALENO, 2013, p. 54, dispõe:
7 Se tornam crianças que não têm tempo para se ocupar com as preocupações próprias da idade, cuja infância lhe foi roubada pelo desatinado e egoísta genitor que o alienou de um convívio sadio e fundamental. Se os pais tiverem equilíbrio suficiente para manter um diálogo construtivo, os filhos estarão a salvo. Do contrário, acabarão por se tornar artilharia de um cônjuge contra o outro (SOUZA, 2012, p. 7). Assim, para que a separação não deixe cicatrizes irreversíveis no relacionamento de pais e filhos e na própria personalidade destes, devem os genitores manter os filhos longe dos desentendimentos advindos do divórcio, afinal a separação deve ser entre os pais e não para com os filhos. 3 GUARDA COMPARTILHADA COMO FORMA DE REDUÇÃO DA ALIENAÇÃO PARENTAL. Até a ruptura do relacionamento do casal a guarda é exercida pelos companheiros com relação aos filhos, porém, com a dissolução conjugal, os pais precisam acordar com quem ficará a guarda dos filhos, cabendo ao outro direito de visitas ou ela pode ser realizada de maneira compartilhada (BUOSI, 2012, p. 140). Para determinar o detentor da guarda unilateral, existe uma série de circunstancias a serem verificadas, como aquelas que dizem respeito à comodidade do lar, ao acompanhamento pessoal, a disponibilidade de tempo, ao ambiente social onde permanecerão os filhos, às companhias, à convivência com outros parentes, à maior presença do progenitor, aos cuidas básicos, como educação, alimentação, vestuário, recreação, saúde esta não apenas curativa, mas principalmente preventiva ainda, quanto às características psicológicas do genitor, seu equilíbrio, autocontrole, costumes, hábitos, companhias, dedicação para com o filho, entre diversas outras (RIZZARDO, 2004, p SANDRI, 2013, p. 160 relata que: Sobre o modelo de guarda compartilhada, o poder familiar compete aos pais, mesmo que dissolvida a sociedade conjugal, ambos prosseguem titulares deste direito.
8 Com relação à alienação parental, a guarda compartilhada é uma solução, vez que para que seja possível exercer este tipo de guarda, os pais precisam manter um contato sadio e saber diferenciar a separação conjugal e do relacionamento com os filhos, não existe ex-pai, ex-mãe. 3.1 ASPECTOS PROBATÓRIOS PARA A COMPROVAÇÃO DA ALIENAÇÃO PARENTAL O Código de Processo Civil dispõe sobre os meios de prova, assim catalogados em seus respectivos dispositivos: depoimento pessoal, previsto nos artigo , 343 e seguintes, que, como bem observam Marinoni e Mitidiero, o depoimento da parte, ao contrário do que parece sugerir o artigo 343 do CPC, não pode ser determinado de ofício; o que pode ser determinado de ofício em qualquer fase do processo é o chamado interrogatório livre da parte (artigo 342, CPC), o depoimento pessoal deve ser requerido em momento oportuno, sob pena de indeferimento (MARINONI; MITIDIERO, 2008, p. 348). Encontra-se previsto como meio de prova a confissão, disciplinada nos artigos 348 a 354 do CPC, salientando-se que, é válida desde que o fato confessado não diga respeito a direito indisponível (MARINONI; MITIDIERO, op. cit, p. 352), após, encontrase catalogada a exibição de documento ou coisa, tratada nos artigos 355 a 363, entendendo-se por documento não apenas o escrito, mas qualquer elemento que sirva de suporte a determinado, o qual, caso não seja exibido pela parte, será objeto de busca e apreensão judicial. Prevista no diploma processual pátrio a prova documental, descrita nos artigos 364 a 399, salientando que, documento público, para efeitos do artigo em comento, é aquele formado perante o oficial público, contigência que lhe confere fé pública (MARINONI; MITIDIERO, op. cit, p. 364). Na sequência, temos elencadas: a prova testemunhal, disciplinada nos artigos 400 a 419, a prova pericial, artigos 420 a 439 e a inspeção judicial, descrita nos artigos a 443 do respectivo diploma legal.
9 A Lei n.º /2010, que disciplina o tema, expressamente prevê no artigo 5.º 38 a realização de perícia psicológica ou biopsicossocial, caso haja indícios de alienação parental, em ação autônoma ou incidental. A perícia será realizada por profissional ou equipe multidisciplinar habilitados, exigidos, em qualquer caso, aptidão comprovada por histórico profissional ou acadêmico, para diagnosticar atos de alienação parental (ALMEIDA JR., 2010, p. 68). Saliente-se que o referido dispositivo fixa o prazo máximo de noventa dias para a apresentação do laudo pericial, podendo ser prorrogado caso haja justificativa circunstanciada. Ademais, a prova pericial, uma vez determinada a sua realização, não pode apenas promover uma análise pontual de determinada alegação ou circunstância, deve promover uma ampla avaliação psicológica ou biopsicossocial, conforme o caso, compreendendo, inclusive, entrevista pessoal com as partes, exame de documentos dos autos, histórico de relacionamento do casal e da separação, cronologia de incidentes, avaliação da personalidade dos envolvidos e exame da forma como a criança ou adolescente se manifesta acerca de eventual acusação contra genitor, para que seja efetivamente, ou não, configurada a alienação parental (FIGUEIREDO e ALEXANDRIDIS, op. cit., p. 68). 5 DAS CONSIDERAÇÕES FINAIS Com a crescente evolução do direito de família, houveram alterações tanto em sua formação como em suas problemáticas que são levadas ao Poder Judiciário. Assim, buscou-se no presente trabalho monográfico apresentar o que é a alienação parental aos acadêmicos e profissionais da área do direito, bem como pais, mães, crianças e adolescentes vítimas da alienação parental e demais pessoas que se interessem pelo tema. Para tanto, foi necessário estabelecer objetivos, os quais foram sendo satisfeitos com leituras doutrinarias, trabalhos acadêmicos e jurisprudências. Conhecer a alienação parental implica no conhecimento dos mais diversos tipos de família no Brasil, bem como ter um conhecimento geral de como ocorre o poder familiar, na busca de garantir o afeto e o melhor interesse das crianças e adolescentes.
10 Verificamos que a guarda compartilhada tem demonstrado ser uma das melhores formas de combater a alienação, tanto preventiva quanto curativamente, afinal, deste modo, a guarda é exercida em igualdade por ambos os genitores. Ainda que a mesma seja prevista em lei e deva ser a regra, se observou que tem sido exceção, devido a dificuldade que os pais tem de diferenciar o relacionamento que tem tinham um com o outro e aquele que sempre terão com os filhos. O fato de um pai distanciar-se de um filho pode ter diversos motivos, dentre eles a alienação parental ou o simples desamor. A jurisprudência já se manifestou e se tem entendido que é possível a responsabilidade civil decorrente da alienação parental. Logo, percebe-se que a matéria gera discussão nas mais variadas formas e aspectos do direito. É Importante que os operadores do direito conheçam este instituto, sob pena de não cumprirem sua principal missão, que é perpetuar a justiça. As crianças e adolescentes têm sido vítimas deste mal sem ao menos conhecêlo. Muitos pais e mães sequer percebem que estão sendo vítimas ou alienadores, por tão somente entender ser normal determinadas atitudes. Portanto, o tema gera grande impacto, afinal somente conhecendo-o é possível evita-lo, combate-lo e remedia-lo. Com este mesmo intuito, existem movimentos, os quais há anos lutam pela institucionalização de fato, da guarda compartilhada, da diminuição dos atos de alienação parental e quaisquer outras prejudiciais aos direitos das crianças e adolescentes. Em regra, estes movimentos são iniciativa de pais e mães separados que na ânsia de reestruturar os laços afetivos com seus filhos, uniram-se uns aos outros para promover ações em prol dos infantes. Com o auxilio destes movimentos, é que surgiram leis como a da Alienação Parental e da Guarda Compartilhada. Assim, tais associações têm colaborado na propagação de informações sobre estes atos, publicam livros, produzem documentários e dão suporte às vitimas destes conflitos familiares. Por fim, dada as informações e estudos sobre a alienação parental, conclui que o presente trabalho não esgotou todas as fontes existentes sobre o assunto. Não obstante, não foi possível discutir aprofundadamente diversos temas, porém o leitor terá dimensão da importância de conhecer a problemática e instigar-se a continuar pesquisando sobre o tema.
11 Os direitos das crianças e adolescentes são encantadores, e facilmente fascinam e instigam sua defesa. Por outro lado, é muito frustrante quando se percebe que diversas vezes os mesmos são subtraídos dentro do próprio lar e por aqueles que deveriam ser seus maiores guardadores, os pais. Para intermediar estas lides, que cada vez com mais frequência tem sido levadas ao judiciário, o operador do direito seja o magistrado, o advogado, ou o promotor de justiça- precisa ser mais sensível ao fato de que muitas vezes o réu também é vítima dele mesmo. Consequentemente, o vértice deve ser a preservação dos direitos das crianças e adolescentes, num primeiro momento, mas que tão logo sejam reestruturados os laços familiares. A alienação parental precisa de reeducação dos pais e dos filhos, para que aprendam novamente a amar uns aos outros e este é um desafio ao Judiciário ABSTRACT The Parental Alienation Syndrome comes from a legal dispute in which parents use to take revenge on the other parent or have only themselves to permanent custody of the child. It begins with the legal separation, after it comes to litigation and various types, and in that sense appears parental alienation, where a parent uses devices according to the circumstances that have occurred. Lawyers, psychologists and social workers are adapting to this syndrome and looking for ways to prevent the child from suffering with this disorder. Studies on the subject began in the United States and then come to Europe, arriving in Brazil, based on articles by Richard Gardner and Podevyn. Keywords : alienation syndrome Parental. Dispute. Judicial separation. REFERÊNCIAS LEI Nº , DE 26 DE AGOSTO DE Dispõe sobre a alienação parental e altera o art. 236 da Lei no 8.069, de 13 de julho de 1990.
12 XAXÁ, Igor Nazarovicz. A síndrome da alienação parental e o Poder Judiciário. Monografia. Curso de Direito. UNIP, Brasília, Disponível em: Acesso em: 06 maio AMASEP. Principais bandeiras. [S. l.], 24 jul Disponível em: < Acesso em: 30 out APASE. Associação de pais e mãe separados. Abertura. [S. l.] Disponível em: < Acesso em: 29 out BARUFI, Melissa Telles. Alienação parental - interdisciplinaridade: um caminho para o combate. In: DIAS, Maria Berenice (Coord.). Incesto e alienação parental. 3ª ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, p BRASIL, Código Civil (2002). Brasília, DF: Senado Federal, Disponível em: < Acesso em: 28 maio TRINDADE, Jorge. Síndrome da alienação parental. In: Dias, Maria Berenice (coord.). Incesto e alienação parental: realidades que a justiça insiste em não ver. 2. Ed. rev., atual. e ampl. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, GONÇALVES, Carlos Roberto. Direito Civil Brasileiro: Direito de Família. 8 ed. São Paulo: Saraiva, JORDÃO, Cláudia. Famílias dilaceradas: pai ou mãe que joga baixo para afastar o filho do ex-cônjuge pode perder a guarda da criança por alienação parental. Revista Isto é. [S], n. 2038, 26 nov Disponível em: Acesso em: 30 de maio de Lei Federal , de 10 de janeiro de Institui o código civil brasileiro.
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