GUIA DE FUNCIONAMENTO DA UNIDADE CURRICULAR
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- Clara Maria Fernanda Soares Zagalo
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5 Curso Licenciatura em Animação Sociocultural Ano letivo Unidade Curricular Técnicas de Expressão e Comunicação Aplicadas à Animação Sociocultural (Opção A) ECTS 2,5 Regime Obrigatório Ano 1º Semestre 1º semestre Horas de trabalho globais Docente Mário José Silva Meleiro Total 72,5 Contacto 37,5 Coordenador da área Científica Luísa Maria Lucas Queiroz de Campos GFUC PREVISTO 1. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM 1. Identificar as alterações introduzidas pelo Acordo Ortográfico de 1990 na expressão escrita da norma do português europeu. 2. Aperfeiçoar as competências de expressão escrita dos alunos, no planos gramatical e pragmático. 3. Melhorar o domínio da oralidade em situações formais e informais de comunicação. 4. Produzir textos adaptados a diferentes temáticas e contextos institucionais, em especial, nas áreas de intervenção da animação sociocultural. 5. Dominar ferramentas comunicativas que permitam um eficaz desempenho profissional nas distintas áreas da animação sociocultural. 2. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 1. O Acordo Ortográfico de Os conceitos de acordo e de ortografia ; 2. A reflexão sobre a ortografia portuguesa ao longo da história; 3. Forma e substância do novo Acordo: alterações na norma ortográfica luso-africana. 2. Áreas críticas da língua portuguesa reforço das capacidades expressivas em língua materna 1. Ortografia, acentuação e pontuação. 2. Morfologia e Sintaxe. 3. Competência de comunicação 1. A língua como instrumento de comunicação. 2. Objetivo e intencionalidade comunicativa. 3. Noções e realizações da língua - contexto discursivo e usos da língua; 1 / 5
6 a. A comunicação do âmbito da animação sociocultural: i. Contextos; ii. Especificidades; iii. A comunicação interna e a comunicação externa. 4. Técnicas de expressão escrita aplicadas à Animação Sociocultural 1. Cartas e ofícios. 2. Avisos, memorandos e comunicados. 3. Textos informativos, promocionais e de divulgação. 4. Relatórios. 5. Técnicas de expressão oral aplicadas à Animação Sociocultural 1. Contacto com públicos de diferente natureza. 2. Apresentações e exposições. 3. DEMONSTRAÇÃO DA COERÊNCIA DOS CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS COM OS OBJETIVOS DA A UC pretende dotar os alunos de competências comunicativas, orais e escritas, autónomas que lhes permitam uma perfeita interação nos domínios pessoal, social e, sobretudo, profissional na área multifacetada da animação sociocultural. Para tal partir-se-á do reforço das competências básicas de natureza ortográfica e gramatical, com especial incidência em áreas tidas como mais críticas, com vista à obtenção de um domínio correto da língua materna. Na posse desta matéria-prima, passar-se-á para uma reflexão sobre o carácter indispensável da comunicação verbal no âmbito da animação sociocultural para, por fim, nos centrarmos na aplicação de algumas técnicas de expressão fundamentais neste âmbito. De forma mais concreta, considera-se que os objetivos a) e b) são transversais a todos os conteúdos programáticos; o objetivo c) será mais extensamente desenvolvido no ponto 5. e os objetivo d) e e) nos pontos 3 e 4. Na sequência da resolução do Conselho de Ministros nº 8/2011, de 25 de janeiro, que impõe a necessidade de adequação à norma culta escrita (ortografia) da língua portuguesa, no presente ano letivo, serão objeto de estudo as alterações gráficas introduzidas pelo Acordo de / 5
7 4. BIBLIOGRAFIA PRINCIPAL Obrigatória CUNHA, Celso e CINTRA, Luís F. Lindley ( ), Nova gramática do português contemporâneo, Lisboa, Ed. Sá da Costa. ESTRELA, Edite, Maria Alzira Soares e Maria José Leitão (2010), Dicionário de dúvidas, dificuldades e subtilezas da língua portuguesa, Lisboa, D. Quixote. ESTRELA, Edite; Maria José Leitão e Maria Almira Soares (2003), Saber escrever, Saber falar, Lisboa, D. Quixote. NASCIMENTO, Zacarias e PINTO, José Manuel de Castro (2003), A dinâmica da escrita: como escrever com êxito, Lisboa, Plátano Editora. REI, José Esteves (1995), Curso de redacção I A frase, Porto, Porto Editora. REI, José Esteves (1995), Curso de redacção II O Texto, Porto, Porto Editora. SILVA, Manuel Luís Mendes (1992), Português Contemporâneo. Antologia e Compêndio Didáctico, Frankfurt, Verlag Teo Ferrer de Mesquita, TAVARES, Sandra Duarte e Sara de Almeida Leite (2008), S.O.S. Língua Portuguesa, Lisboa, Verbo. TAVARES, Sandra Duarte e Joana Dias (2013), Pontapés na Gramática, Maia, Areal Editores. Recomendada Bom Português (2009), Porto, Porto Editora. CUNHA, Miguel Pina e REGO, Arménio (2006), Comunicar - aprenda as regras de ouro das apresentações em público, Lisboa, Dom Quixote. GIBBONS, Barry (2007), Comunicar com êxito, Porto, Porto Editora. MARQUES, Arnaldo Lopes (2003), Motivar para a escrita, Lisboa, Editorial Presença. ROCHA, Maria Regina de Matos, Maria João Casanova de Matos e Sandra Duarte Tavares (2010), Assim é que é falar!, Lisboa, Planeta. SANSAVINI, Cesare (2008), Saber falar em público, Lisboa, Editorial Presença. SANTOS, Elsa Rodrigues dos e D Silvas Filho (2011), Grandes Dúvidas da Língua Portuguesa. Falar e escrever sem erros, Lisboa, Esfera dos Livros. 5. METODOLOGIAS DE ENSINO (REGRAS de AVALIAÇÃO) Os procedimentos metodológicos e as estratégias (aula expositiva com suporte informático, aulas interativas, sistematização de conteúdos, leitura, análise e discussão de textos, pesquisa individual ou em grupo, elaboração e apresentação de trabalhos orais e escritos que permitam o 3 / 5
8 treino de estruturas textuais específicas, resolução de problemas, simulação de situações de comunicação) orientam-se no sentido da corresponsabilização do aluno, razão pela qual se valoriza a avaliação contínua, que exige a presença em 2/3 das horas efetivamente lecionadas 1 (exceção feita aos alunos com estatuto especial). A avaliação contínua compreende, com a respetiva ponderação, os seguintes elementos: 1. Trabalho oral (aula) 20% (4 valores) 2. Trabalho(s) escrito(s) 20% (4 valores) 3. Frequência 60% (12 valores) O aluno poderá submeter-se a avaliação por exame, que consistirá na realização de um exercício escrito com caráter sumativo, caso não tenha estado presente em 2/3 do total de horas lecionadas em avaliação contínua, ou por ela poderá optar voluntariamente. 6. DEMONSTRAÇÃO DA COERÊNCIA DAS METODOLOGIAS DE ENSINO COM OS OBJETIVOS DA A natureza teórico-prática da unidade curricular obriga a um equilíbrio entre metodologias de ensino diretivas/expositivas - no que respeita sobretudo a sistematizações ou sínteses de natureza eminentemente teórica - e metodologias centradas no e a partir do aluno. As competências comunicativas não se adquirem através de metodologias de natureza eminentemente magistrais. Por isso, incentiva-se a proatividade dos discentes, sublinhando-se o fazer como o melhor caminho para o saber e o saber fazer. É neste sentido que apontam as diversas atividades/metodologias adotadas: pesquisa individual ou em grupo, elaboração e apresentação de trabalhos de natureza oral e, sobretudo, escrita, com fundamentação e explicitação das opções metodológicas e conteudísticas seguidas, produção escrita de natureza livre ou dirigida, atividades de sedimentação de casos problemáticos da expressão portuguesa, sobretudo de natureza ortográfico-gramatical. Ao professor cabe a responsabilidade de coordenar todas atividades, procurando transmitir o reforço positivo das aprendizagens. No fundo pretender-se-á que os alunos, numa perspetiva normativa, dominem técnicas básicas de comunicação, oral ou escrita, que lhes permita tomar consciência de que a linguagem constitui um meio ou fim para a construção da vida em sociedade, em geral, e no mundo profissional, em particular. Daí a constante necessidade de sopesar criticamente os nossos recursos linguísticos, calcular o espaço de comunicação que abrimos com os nossos discursos, meditar 1 Explicitação do ponto 8 do artº 20º do Regulamento Escolar dos Cursos do 1º Ciclo do IPG para os cursos da ESECD, tomada por deliberação do Conselho Técnico-Científico da ESECD de 29 de setembro de / 5
9 criticamente sobre o tema a abordar e sobre o seu alvo, ou os seus recetores. As metodologias pretender-se-ão gradativas, no sentido de se sedimentarem as competências linguísticas básicas, para posteriormente se planificar, estruturar e produzir (de forma oral ou escrita) enunciados de acordo com os contextos, sobretudo, o profissional do animador sociocultural. 7. REGIME DE ASSIDUIDADE De acordo com as normas em vigor na ESECD para os cursos de licenciatura, o aluno, para poder participar na avaliação contínua, deverá obrigatoriamente cumprir dois terços do total de horas efetivamente lecionadas. Esta norma não se aplica aos alunos abrangidos por legislação específica. O não cumprimento desta regra implicará, ainda que o aluno tenha obtido uma média ponderada igual ou superior a dez (10) valores, a sua não aprovação, levando-o a submeter-se à avaliação por exame. 8. CONTACTOS E HORÁRIO DE ATENDIMENTO O docente terá o seguinte horário de atendimento aos alunos: Dias Terça-feira Quarta-feira Quinta-feira Sexta-feira Horas 09:00-10:30 09:00-12:00 09:00-10:00 11:00-12:00 O docente poderá ser contactado: Presencialmente: gabinete nº 2.3, no segundo piso da ESECD. Via [email protected] Via telefónica: extensão VOIP: 5245 Guarda, 23 de setembro de 2015 A Coordenadora da Área Disciplinar O docente da Unidade Curricular (Luísa Maria Lucas Q. de Campos) (Mário José Silva Meleiro) 5 / 5
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