Os gêneros do discurso na perspectiva bakhtiniana
|
|
|
- Nicholas Neto Santiago
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Os gêneros do discurso na perspectiva bakhtiniana Universidade Estadual de Santa Cruz, Ilhéus Maria Inês Batista Campos FFLCH-USP
2 Objetivos Compreender o conceito de gêneros do discurso na perspectiva de Bakhtin e o Círculo Contextualizar as discussões de Bakhtin e o Círculo na antiga URSS Discutir os conceitos de enunciado concreto e de interação verbal pela linguagem analisar um enunciado concreto: primeira página de jornal
3 Gêneros do discurso: circulação do conceito Uso inflacionado do conceito de gêneros do discurso no ensino de língua portuguesa. A teoria dos gêneros do discurso do Círculo de Bakhtin impacta os referenciais curriculares com a proposta dos gêneros do discurso.
4 Gêneros do discurso nos documentos oficiais
5 Recepção do conceito no Brasil Texto mais conhecido: Gêneros do discurso ( ): fragmento inacabado e publicado com inéditos póstumos de Bakhtin, em Pavel N. Medvedev O método formal nos estudos literários: introdução crítica a uma poética sociológica(1928) Volochinov/Bakhtin. Marxismo e filosofia da linguagem (1929)
6 Leningrado Nevel Vitebsk Moscou Saransk Kustanai
7 Bakhtin e o Círculo Expressão tardia usada pelo psicolinguista A.A. Leont ev em Círculo de Bakhtin pode ser reunido não só Voloshinov e Medvedev, mas os que não tiveram a honra de serem traduzidos no ocidente: Lev Pumpjanskij ( ), Lev P. Jakubinskij( ), Matvej Kagan ( ), Boris Zubakin ( ), Marija Judina ( ), Aleksandr Mejer ( ), Konstantin Vaginov ( ).
8 Círculo de Bakhtin em Leningrado ( ). Sentado: Bakhtin, Iudina, Voloshinov, Pumpianski, Medvedev. Em pé: Esposa de Vaginov, Elena Bakhtin e K. Vaginov.
9 x Nevel Pequena cidade, 300 km a sudoeste de Petrogrado pela ferrovia; Essencialmente judaica; 1919: pessoas / 2005: Escola filosófica de Nevel ( ) Seminário kantiano (durou 1 ano) Slogan: O mundo não está dado, mas a fazer ou O mundo não é um simples dado, mas um dado a se elaborar. Grupo dominava a vida cultural da cidade; Bakhtin tinha 24 anos e participa de conferências, festas oficiais, Matvei Kagan tinha regressado da Alemanha, doutorado em filosofia pela Universidade de Marburg com Paul Natorp. Aluno de Ernst Cassirer em Berlim; Marija Yudina (19 anos), Voloshinov; Bóris Mikhailóvitch Zubákin, poeta e escultor; 1919: Publicado na revista O dia da arte: Arte e respondibilidade.
10 Nevel. Chosséinaia. (fotografia do início do século XX)
11 Prédio do antigo ginásio de Nevel, onde em 27 de setembro de 1995 foi inaugurada a placa comemorativa: Neste prédio, de 1918 a 1920 trabalharam os filósofos M. Bakhtin ( ) e M. N. Kagan ( ).
12 Pedagogos e formandos do colégio de Nevel. M.M.Bakhtin é o 7º contando da direita na 2ª fila
13 Lago aos arredores de Nevel.
14 Vitebsk 1920 até km ao sul de Nevel; Depois da revolução, tornou-se a cidade dos artistas da vanguarda: Marc Chagall voltou a sua cidade natal em 1918 e saiu de lá em Ficou Malievich. Medvedev lança a revista A arte. 2º Círculo de Vitebsk Pavel Nikolaiévitch Medvédev (reitor da Universidade Popular em julho de 1918); 1920, Bakhtin vai para lá; 1921, Voloschinov dirige o depto de música do Centro de instrução e de propaganda político-cultural do Governo de Vitebsk, torna-se vice-diretor do depto de educação. Pumpianski, Kagan e Yudina (não moraram na cidade); 1924, Bakhtin publicou Autor e herói na atividade estética.
15 Vitebsk
16 Vitebsk. Rua Smolenskaia. (fotografia do início do século XX)
17 M.M.Bakhtin e E. A. Bakhtina em Vitebsk. No verso da fotografia está escrito: Aos prezados Mikhail Mikalovitch e Elena Alekssandrovna, de suas alunas profundamente reconhecidas. Vitebsk. 23/07/1023.
18 Vitebsk. Propriedade de I. V. Vichniak, onde 1920 a 1921 funcionou o Instituto artístico- prático de Vitebsk.
19 x Leningrado 1924 até CÍRCULO SEMINÁRIO KANTIANO Pumpianski Voloschinov Kagan Yudina Miedvédiev Kanaiev Zaliéski Vaguinov (romancista) Kliouev (poeta) Toubianski PUBLICAÇÕES: O problema do conteúdo, do material e da forma na arte verbal Leitura de Maiakosvski ( ); Problemas da obra de Dostoiévski (1929);
20 Tesouros da vanguarda russa ganham exposição em São Paulo (16/09/2009)
21 Na obra de Bakhtin e o Círculo, onde se encontra o arcabouço teórico-prático do conceito gênero do discurso?
22 Várias obras (1) Na parte 3, no capítulo 3 Os elementos da construção artística, em O método formal nos estudos literários, de P. N. Medvedev; (2) Na parte 1, no capítulo 2 A relação entre a infraestrutura e as superestruturas, em Marxismo e filosofia da linguagem, de V. N. Voloshinov; (3) No ensaio O discurso no romance, escrito entre , publicado na Rússia em 1975 na obra de coletânea Questões de literatura e de estética: a teoria do romance; (4) no ensaio Os gêneros do discurso, escrito entre , publicado na Rússia pela primeira vez numa coletânea de 1979; (5) no capítulo Peculiaridades do gênero, do enredo e da composição das obras de Dostoiévski, inserido na obra Problemas da Poética de Dostoiévski de 1963.
23 Conceito de gêneros nas obras de Bakhtin/Medviédev/Volochinov
24 Conceito de gênero do discurso em obras de Bakhtin
25 Marxismo e filosofia da linguagem 1929 Primeira parte: A filosofia da linguagem e sua importância para o marxismo Capítulo 2: Relações entre a infraestrutura e as superestruturas [...] Mais tarde, em conexão com o problema da enunciação e do diálogo, abordaremos também o problema dos gêneros linguísticos. A este respeito faremos simplesmente a seguinte observação: cada época e cada grupo social têm seu repertório de formas de discurso na comunicação sócio-ideológica. A cada grupo de formas pertencentes ao mesmo gênero, isto é, a cada forma de discurso social, corresponde um grupo de temas. Bakhtin/Volochinov, 1929, p. 43
26 O que é enunciado concreto? Unidade real, concreta da comunicação verbal. O enunciado se situa na fronteira entre a vida e os aspecto verbal do enunciado; ele, por assim dizer, bombeia energia de uma situação da vida para o discurso verbal, ele dá a qualquer coisa linguisticamente estável o seu momento histórico vivo, o seu caráter único. ( Discurso na vida e discurso na poesia )
27 O que é enunciado concreto? O segundo capítulo do ensaio Os gêneros do discurso ( ) chama-se O enunciado como unidade da comunicação discursiva. Diferença entre essa unidade e as unidades da língua (palavras e orações). Particularidades constitutivas do enunciado concreto: alternâncias dos sujeitos falantes; acabamento específico do enunciado: tratamento do objeto, formas típicas de estruturação do gênero do acabamento; relação do enunciado com o autor e com os outros parceiros.
28 Comparando perspectivas linguísticas diferentes Esquema da comunicação (R. Jakobson/ ) Código Emissor Mensagem Receptor Canal
29 Perspectiva bakhtiniana Interação verbal (M. Bakhtin/ ) De que/quem se fala (pessoa, conceito, fato o tema). Contexto extraverbal Tema Sujeito/autor Interlocutor Espaço / tempo. Conhecimento da situação existente entre os interlocutores. Avaliação comum dessa situação. Ouvinte, audiência, leitor.
30 Linguística Formalista, frase é: Fato gramatical; Unidade da língua; Acabamento gramatical, abstrato do elemento, pode ser reproduzida ilimitadamente; Não é marcada pela alternância de sujeitos falantes, não considera a comunicação verbal real e viva; Não pertence a ninguém e não se dirige a ninguém, ou seja, não tem autor nem destinatário. Nessa perspectiva: Relações imanentes são vistas no interior da frase; Análise é a frase completa; Relações exteriores são ignoradas; Um fosso entre sintaxe e problemas de composição; Frase e oração são unidades convencionais.
31 Para Bakhtin, enunciado é Uma unidade da comunicação verbal, isto é, uma unidade do gênero. O enunciado apresenta um acabamento real, ou seja, é irreproduzível (embora possa ser citado). As pausas são reais. O enunciado tem interlocutores.
32 Gênero e enunciado Os gêneros são tipos relativamente estáveis de enunciados que uma comunidade determinada utiliza no processo de interação verbal. Os enunciados refletem as condições específicas e as finalidades de cada referida esfera de circulação pelo seu conteúdo temático, estilo da linguagem, ou seja, pela seleção dos recursos lexicais, fraseológicos e gramaticais da língua e sua forma de composição. Os gêneros do discurso apresentam extrema heterogeneidade e incluem desde os diálogos do cotidiano até as exposições científicas e textos artísticos. Cada texto está vinculado, necessariamente, a uma atividade humana, a um gênero ou a um conjunto de gêneros, dependendo da atividade.
33 Retomando alguns pontos Os gêneros do discurso apresentam três dimensões fundamentais e indissociáveis: o tema conteúdo ideologicamente construído que se torna comunicável por meio do gênero; os elementos da construção commposicional compartilhadas pelos textos pertencentes ao gênero; e as configurações específicas das unidades de linguagem, traços da posição enunciativa do autor e da forma composicional do gênero (marcas linguísticas ou estilo). Essas dimensões são determinadas pelos parâmetros da situação de produção dos enunciados e pela apreciação valorativa do autor a respeito do(s) tema(s) e do(s) interlocutor(es) de seu discurso. ROJO, R. H. R.. Gêneros do discurso e gêneros textuais: Questões teóricas e aplicadas. In: Meurer, J. L.; Motta-Roth, D.; Bonini, A.. (Org.). Gêneros: Teorias, métodos e debates. 1 ed. São Paulo: Editora Parábola, 2005,, p
34 Meu caro amigo (1976), Chico Buarque/Francis Hime Meu caro amigo me perdoe, por favor Se eu não lhe faço uma visita Mas como agora apareceu um portador Mando notícias nessa fita Aqui na terra tão jogando futebol Tem muito samba, muito choro e rock'n' roll Uns dias chove, noutros dias bate sol Mas o que eu quero é lhe dizer que a coisa aqui tá preta Muita mutreta pra levar a situação Que a gente vai levando de teimoso e de pirraça E a gente vai tomando, que também, sem a cachaça Ninguém segura esse rojão
35 Carta, poema, letra de canção Meu caro amigo eu não pretendo provocar Nem atiçar suas saudades Mas acontece que não posso me furtar A lhe contar as novidades Aqui na terra 'tão jogando futebol Tem muito samba, muito choro e rock'n' roll Uns dias chove, noutros dias bate sol Mas o que eu quero é lhe dizer que a coisa aqui tá preta É pirueta pra cavar o ganha-pão Que a gente vai cavando só de birra, só de sarro E a gente vai fumando que, também, sem um cigarro Ninguém segura esse rojão
36 Carta, poema, letra de canção Meu caro amigo eu quis até telefonar Mas a tarifa não tem graça Eu ando aflito pra fazer você ficar A par de tudo que se passa Aqui na terra 'tão jogando futebol Tem muito samba, muito choro e rock'n' roll Uns dias chove, noutros dias bate sol Mas o que eu quero é lhe dizer que a coisa aqui tá preta Muita careta pra engolir a transação E a gente tá engolindo cada sapo no caminho E a gente vai se amando que, também, sem um carinho Ninguém segura esse rojão
37 Carta, poema, letra de canção Meu caro amigo eu bem queria lhe escrever Mas o correio andou arisco Se permitem, vou tentar lhe remeter Notícias frescas nesse disco Aqui na terra 'tão jogando futebol Tem muito samba, muito choro e rock'n' roll Uns dias chove, noutros dias bate sol Mas o que eu quero é lhe dizer que a coisa aqui tá preta A Marieta manda um beijo para os seus Um beijo na família, na Cecília e nas crianças O Francis aproveita pra também mandar lembranças A todo pessoal Adeus
38 Dimensões teóricas e metodológicas Várias abordagens sobre o conceito de gênero do discurso: Enunciado faz parte de um gênero do discurso, mas não de forma pura. Ao usar determinado gênero, o texto será sempre resposta ao que veio antes e suscitará novas respostas. Noção estabelece uma diferença entre intertextualidade (diálogo entre textos) e interdiscursividade (diálogo entre discursos). Não aplicação de conceitos preestabelecidos, mas uma atitude dialógica diante do objeto a ser estudado. Isso permite que não se trabalhe com conceitos a priori, mas se extraia do corpus a ser analisado.
39 Problematização Gênero discursivo: formas composicionais, tema e estilo. Tema não pode ser confundido conteúdo, resulta das especificidades do enunciado, ligando-se às coerções constitutivas do discurso. Estilo é diferente da concepção de estilística tradicional (estilo individual). É preciso uma dimensão histórica do sujeito e de linguagem.
40 Exemplo 1
41
42
43 Análise do gênero 1. Localizar o texto na esfera de circulação em que foi publicado (tempo, espaço), considerando a esfera de recepção e de produção; 2. Localizar o espaço interno em que o texto aparece publicado, comparando com textos semelhantes. O objetivo é mostrar que o texto faz parte de um gênero com características semelhantes;
44 Análise do gênero 3. Identificar o conjunto de material publicado na mesma esfera, no mesmo número e em números anteriores/posteriores e como eles se relacionam; 4. Observar o projeto gráfico em que o texto está inserido e a sua função de situar o leitor e dar destaque ao gênero;
45 Análise do gênero 5. Analisar como o gênero compreende um dado aspecto da vida de forma diferenciada de outro gênero, refletindo e refratando um acontecimento; 6. Analisar um texto específico, enquanto gênero, inseri-lo na tradição daquele gênero, marcado por um estilo do gênero e do autor.
46 Considerações finais 1. O conceito de gêneros do discurso na perspectiva bakhtiniana está presente em várias obras do Círculo; 2. Bakhtin e o Círculo abordam as várias linguagens, da cotidiana à literária; 3. A abordagem é dialógica, considerando a materialidade do texto, que não é lido como pretexto, mas como objeto de construção do conhecimento.
Gêneros do discurso: contribuições do Círculo de Bakhtin. Profa. Sheila Vieira de Camargo Grillo
Gêneros do discurso: contribuições do Círculo de Bakhtin Profa. Sheila Vieira de Camargo Grillo Gêneros do discurso: notas sobre o artigo Ø Artigo publicado, pela primeira vez, após a morte de Bakhtin,
manifestações científicas, gêneros literários (provérbio, poesia, romance) etc. AULA GÊNEROS DISCURSIVOS: NOÇÕES - CONTINUAÇÃO -
AULA GÊNEROS DISCURSIVOS: NOÇÕES - CONTINUAÇÃO - Texto Bakhtin (2003:261-305): Introdução Campos da atividade humana ligados ao uso da linguagem O emprego da língua se dá em formas de enunciados o Os enunciados
Livros didáticos de língua portuguesa para o ensino básico
Livros didáticos de língua portuguesa para o ensino básico Maria Inês Batista Campos [email protected] 24/09/2013 Universidade Estadual de Santa Cruz/UESC Ilhéus-Bahia Objetivos Compreender o livro didático
O DISCURSO CITADO: UM ESTUDO SOBRE A OBRA DE BAKHTIN
103 de 107 O DISCURSO CITADO: UM ESTUDO SOBRE A OBRA DE BAKHTIN Priscyla Brito Silva 7 (UESB) Elmo Santos 8 (UESB) RESUMO Dentre as várias maneiras de abordagem do fenômeno discursivo, surgem, a partir
O TRABALHO COM GÊNEROS TEXTUAIS NO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA
O TRABALHO COM GÊNEROS TEXTUAIS NO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA Edilva Bandeira 1 Maria Celinei de Sousa Hernandes 2 RESUMO As atividades de leitura e escrita devem ser desenvolvidas com textos completos
Lucas Vinício de Carvalho Maciel Instituto de Estudos da Linguagem/ Universidade Estadual de Campinas
Lucas Vinício de Carvalho Maciel Instituto de Estudos da Linguagem/ Universidade Estadual de Campinas Os conceitos de gênero do discurso e de estilo em três obras do Círculo de Bakhtin Embora realmente
BOXE INFORMATIVO NO LIVRO DIDÁTICO: UM SUPORTE PARA OS DIVERSOS FINS
BOXE INFORMATIVO NO LIVRO DIDÁTICO: UM SUPORTE PARA OS DIVERSOS FINS Erica Poliana Nunes de Souza Cunha (UFRN) 1 [email protected] Orientadora: Profa. Dra. Maria da Penha Casado Alves (UFRN)
TRABALHAR COM GÊNEROS TEXTUAIS NO CICLO DE ALFABETIZAÇÃO. Maria da Graça Costa Val Faculdade de Letras/UFMG CEALE FAE/UFMG
TRABALHAR COM GÊNEROS TEXTUAIS NO CICLO DE ALFABETIZAÇÃO Maria da Graça Costa Val Faculdade de Letras/UFMG CEALE FAE/UFMG De onde vem a proposta de trabalhar com gêneros textuais? PCN de 1ª a 4ª séries
INTERACIONISMO SÓCIO-DISCURSIVO (ISD): CONTRIBUIÇÕES DE BAKHTIN
- SEPesq INTERACIONISMO SÓCIO-DISCURSIVO (ISD): CONTRIBUIÇÕES DE BAKHTIN Ana Paula da Cunha Sahagoff Doutoranda em Letras, Mestre em Letras, Especialista em Educação, Graduada em Letras. (UniRitter) [email protected]
Suely Aparecida da Silva
Estética da criação verbal SOBRAL, Adail. Estética da criação verbal. In: BRAIT, Beth. Bakhtin, dialogismo e polifonia. São Paulo: contexto, 2009. p. 167-187. Suely Aparecida da Silva Graduada em Normal
Colégio Estadual Protásio Alves ENTRE UM CONTO E A MINHA VIDA : UMA EXPERIÊNCIA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA COM UM CLÁSSICO DA LITERATURA BRASILEIRA
Colégio Estadual Protásio Alves ENTRE UM CONTO E A MINHA VIDA : UMA EXPERIÊNCIA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA COM UM CLÁSSICO DA LITERATURA BRASILEIRA Justificativa A função dos conteúdos de Língua Portuguesa
Infográfico como linguagem na divulgação científica estudo na perspectiva da análise dialógica do discurso (ADD) de Bakhtin
Infográfico como linguagem na divulgação científica estudo na perspectiva da análise dialógica do discurso (ADD) de Bakhtin Elisangela S. M. Marques 1 Marcia Reami Pechula 2 O presente texto propõe uma
DACEX CTCOM Disciplina: Análise do Discurso. Profa. Dr. Carolina Mandaji
DACEX CTCOM Disciplina: Análise do Discurso [email protected] Profa. Dr. Carolina Mandaji Formação discursiva, Formação ideológica Formações ideológicas Conjunto de valores e crenças a partir dos
Importância e necessidade da obra O método formal nos estudos literários: introdução a uma poética sociológica
apresentação Importância e necessidade da obra O método formal nos estudos literários: introdução a uma poética sociológica Beth Brait Mas a prosa ficcional devora tudo o que encontra pela frente e é capaz
Abertura Interpretativa: Aplicações ao discurso musical de Chico Buarque durante a Ditadura Militar 1
Abertura Interpretativa: Aplicações ao discurso musical de Chico Buarque durante a Ditadura Militar 1 Mariana LIMA 2 Neyliane MARANHÃO 3 Gabriela REINALDO 4 Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, CE
DACEX CTCOM Disciplina: Análise do Discurso. Profa. Dr. Carolina Mandaji
DACEX CTCOM Disciplina: Análise do Discurso [email protected] Profa. Dr. Carolina Mandaji Análise do Discurso Fernanda Mussalim Condições de produção do discurso Formação discursiva, formação ideológica
mesalva.com as questões que você deve saber PORTUGUÊS E LITERATURA
as questões que você deve saber PORTUGUÊS E LITERATURA mesalva.com EPISÓDIO 03: PORTUGUÊS E LITERATURA QUESTÕES QUE VOCÊ DEVE SABER Questão 02 SIMULADO DE LINGUAGENS MEU CARO AMIGO Meu caro amigo, me perdoe,
Meu caro amigo e suas raízes: uma análise semiótica 1
Meu caro amigo e suas raízes: uma análise semiótica 1 Bruna Daniele Souza de CASTRO 2 Fernando Silva SANTOR 3 Universidade de Cruz Alta, Cruz Alta, RS Universidade Federal do Pampa, São Borja, RS Resumo:
AS RELAÇÕES DIALÓGICAS E AS FORMAS DE CITAÇÃO DO DISCURSO DO OUTRO NA CRÔNICA GRIPE SUÍNA OU PORCINA?
729 AS RELAÇÕES DIALÓGICAS E AS FORMAS DE CITAÇÃO DO DISCURSO DO OUTRO NA CRÔNICA GRIPE SUÍNA OU PORCINA? Maricília Lopes da Silva - UNIFRAN A crônica é na essência uma forma de arte, arte da palavra,
EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO PROGRAMA DE PÓS- GRADUAÇÃO EM LETRAS MESTRADO E DOUTORADO (Resolução nº 182/2017-CI/CCH 31/10/2017)
EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO PROGRAMA DE PÓS- GRADUAÇÃO EM LETRAS MESTRADO E DOUTORADO (Resolução nº 182/2017-CI/CCH 31/10/2017) A constituição do texto oral Estudo da constituição do texto oral, seus processos
BAKHTINIANA, São Paulo, v. 1, n. 1, p , 1 o sem. 2009
BOTCHARÓV, S. G.; GOGOMÍCHVILI, L.C. (Org.) M. M. Bakhtin: Sobránie sotchiniénii t.5 Trabalhos do início dos anos 1940 até 1960. Moscou: Russkie Slovari, 1997. 731 p.; BOTCHARÓV, S. G.; MIÉLIKHO- VA, L.C.
I CIED Congresso Internacional de Estudos do Discurso 06, 07 e 08 de Agosto de 2014
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Programa de Pós-graduação em Filologia e Língua Portuguesa Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas I CIED Congresso Internacional
GÊNERO CHARGE: DO PAPEL AOS BYTES
GÊNERO CHARGE: DO PAPEL AOS BYTES Anderson Menezes da Silva Willame Santos de Sales Orientadora: Dra. Maria da Penha Casado Alves Departamento de Letras UFRN RESUMO A charge é um gênero recorrente nos
Instrumento. COSTA, Sérgio Roberto. Dicionário de Gêneros Textuais. Belo Horizonte: Autêntica, Mariângela Maia de Oliveira *
Resenha Instrumento COSTA, Sérgio Roberto. Dicionário de Gêneros Textuais. Belo Horizonte: Autêntica, 2008. Mariângela Maia de Oliveira * Tomando por base os novos conceitos subjacentes ao processo de
A estreita relação entre o estudo da língua e as concepções teóricas de Bakhtin [i]
A estreita relação entre o estudo da língua e as concepções teóricas de Bakhtin [i] Fabrícia Cavichioli Mestranda em Letras UFSM E-mail: [email protected] Para Bakhtin, o agir humano não
Prefácio A obra em contexto: tradução, história e autoria (Sheila Camargo Grillo)...19
Sumário Apresentação Importância e necessidade da obra O método formal nos estudos literários: introdução a uma poética sociológica (Beth Brait)...11 Prefácio A obra em contexto: tradução, história e autoria
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo PUC/SP, São Paulo, Brasil; CNPq-PQ nº /2014-5;
http://dx.doi.org/10.1590/2176-457329562 BAKHTIN, Mikhail. Os gêneros do discurso. Paulo Bezerra (Organização, Tradução, Posfácio e Notas); Notas da edição russa: Seguei Botcharov. São Paulo: Editora 34,
A IMPORTÂNCIA DO GÊNERO RESENHA PARA A FORMAÇÃO DO LEITOR CRÍTICO
A IMPORTÂNCIA DO GÊNERO RESENHA PARA A FORMAÇÃO DO LEITOR CRÍTICO Luiz Antonio Xavier Dias (GP Leitura e Ensino - CLCA UENP/CJ) 1 Introdução Este trabalho, que tem caráter bibliográfico, tem como objetivo
Contribuições dos Estudos Bakhtinianos aos Estudos Neurolinguísticos
Contribuições dos Estudos Bakhtinianos aos Estudos Neurolinguísticos Thalita Cristina Souza Cruz Neste ensaio, apresentarei brevemente alguns conceitos bakhtinianos relacionadas à discussão sobre a significação
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO LINHA DE EDUCAÇÃO, CULTURA E SOCIEDADE
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO LINHA DE EDUCAÇÃO, CULTURA E SOCIEDADE DISCIPLINA: Análise do Discurso CARGA HORÁRIA: 45 horas PROFESSORA: Dra. Laura Maria Silva Araújo
Descrição da Escala Língua Portuguesa - 5 o ano EF
Os alunos do 5º ano do Ensino Fundamental < 125 identificam o sentido de expressão típica da fala coloquial utilizada em segmento de história em quadrinhos; e o local em que se desenrola o enredo, em anedota.
CARGA- HORÁRIA CRÉDITO CARÁTER EMENTA
CÓDIGO PGL101 DESCRIÇÃO MEMÓRIA, ARQUIVO E REPRESENTAÇÃO CARGA- HORÁRIA PGL201 PRODUÇÃO E RECEPÇÃO TEXTUAL PGL301 PGL102 INTRODUÇÃO À LINGUISTICA APLICADA TRANSCRIÇÃO E LEITURA DE DOCUMENTOS PGL103 DISCURSO
O TRABALHO COM TEXTOS NUMA TURMA DE CINCO ANOS
O TRABALHO COM TEXTOS NUMA TURMA DE CINCO ANOS Mônica Cristina Medici da Costa 1 Introdução O presente texto traz um recorte da nossa pesquisa que teve como objetivo analisar as práticas de uma professora
TÍTULO: A CONSTITUIÇÃO DO ETHOS DISCURSIVO DA PERSONAGEM FÉLIX: DA NOVELA PARA AS PÁGINAS DO FACEBOOK
TÍTULO: A CONSTITUIÇÃO DO ETHOS DISCURSIVO DA PERSONAGEM FÉLIX: DA NOVELA PARA AS PÁGINAS DO FACEBOOK CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: LETRAS INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE
1 Mestranda em Estudos de Linguagens (CEFET-MG). Belo Horizonte. Correio Eletrônico:
165 Suelen MARTINS RESENHA SOBRAL, Adail. Do dialogismo ao gênero: as bases do pensamento do círculo de Bakhtin. Campinas: Mercado das Letras, 2009. Série Ideias sobre linguagem. Suelen MARTINS 1 Palavras-chave:
Engenharia Cartográfica Comunicação e Expressão. Maria Cecilia Bonato Brandalize º Semestre
Engenharia Cartográfica Comunicação e Expressão Maria Cecilia Bonato Brandalize 2015 1º Semestre O que é gênero? São as características peculiares a cada tipo de texto ou fala, ou seja, a maneira como
Ministério da Educação Universidade Federal de São Paulo Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Campus Guarulhos Núcleo de Apoio Pedagógico
REMATRÍCULA 2 SEMESTRE 2018 Tabela de vagas remanescentes do 1 período de rematrícula, disponíveis para o 2º período de rematrícula (27/07 a 29/07/2018). Atenção: Disciplinas que não possuem mais vagas
COLÉGIO SANTA TERESINHA
PROFESSORA: Christiane Miranda Buthers de Almeida TURMA: 6º Ano PERÍODO DA ETAPA: 05/02/2018 a 18/05/2018 DISCIPLINA: Língua Portuguesa 1- QUE SERÃO TRABALHADOS DURANTE A ETAPA: 1. Gêneros: 1.1 Romance
MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA
MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA Professor, nós, da Editora Moderna, temos como propósito uma educação de qualidade, que respeita as particularidades de todo o país. Desta maneira, o apoio ao
O GÊNERO CANÇÃO: UMA PRÁTICA INTERSEMIÓTICA Fabiana Castro Carvalho (UFES)
O GÊNERO CANÇÃO: UMA PRÁTICA INTERSEMIÓTICA Fabiana Castro Carvalho (UFES) [email protected] CONSIDERAÇÕES INICIAIS O artigo que ora apresentamos constitui uma investigação preliminar acerca do gênero
GÊNEROS TEXTUAIS: A PRÁTICA DE LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS NA AULA DE LP
GÊNEROS TEXTUAIS: A PRÁTICA DE LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS NA AULA DE LP Janaína da Costa Barbosa (PIBID/CH/UEPB) [email protected] Edna Ranielly do Nascimento (PIBID/CH/UEPB) [email protected]
DESCRIÇÃO DE DISCIPLINA LIN ANÁLISE LINGUÍSTICA NAS PRÁTICAS DE LEITURA E PRODUÇÃO TEXTUAL
DESCRIÇÃO DE DISCIPLINA LIN410065 ANÁLISE LINGUÍSTICA NAS PRÁTICAS DE LEITURA E PRODUÇÃO TEXTUAL Nome da Código da ANÁLISE LINGUÍSTICA NAS PRÁTICAS DE LEITURA E PRODUÇÃO TEXTUAL LIN410065 Créditos 4 Carga
DIALOGISMO EM TIRAS HUMORÍSTICAS
0 Instituto de Desenvolvimento Educacional do Alto Uruguai - IDEAU Vol. 8 Nº 17 - Janeiro - Junho 2013 Semestral ISSN: 1809-6220 Artigo: DIALOGISMO EM TIRAS HUMORÍSTICAS Autora: Viviane D. da Silva 1 Ernani
COMENTÁRIO GERAL DA PROVA DE LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS
COMENTÁRIO GERAL DA PROVA DE LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS As 40 questões de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias abordaram, de modo geral, as seguintes temáticas: ASSUNTO Nº DE QUESTÕES QUESTÕES
Linguagens, Códigos e suas Tecnologias: a Literatura no Enem. Literatura Brasileira 3ª série EM Prof.: Flávia Guerra
Linguagens, Códigos e suas Tecnologias: a Literatura no Enem Literatura Brasileira 3ª série EM Prof.: Flávia Guerra Competência de área 4 Compreender a arte como saber cultural e estético gerador de significação
Produção Textual Parte 2
Produção Textual Parte 2 A Linguagem: Uma Forma de Interação Com base nas pesquisas desenvolvidas pelo filósofo russo Mikhail Bakhtin (1895-1975), a linguagem passa a ser concebida como um constante processo
UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA SOCIAL Nível Mestrado Disciplina eletiva
1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA SOCIAL Nível Mestrado Disciplina eletiva PROGRAMA DA DISCIPLINA CURSO: HISTÓRIA SOCIAL PERÍODO: 2016/1
10/06/2010. Prof. Sidney Facundes. Adriana Oliveira Betânia Sousa Cyntia de Sousa Godinho Giselda da Rocha Fagundes Mariane da Cruz da Silva
Teoria Gramatical Análise do Discurso Prof. Sidney Facundes Adriana Oliveira Betânia Sousa Cyntia de Sousa Godinho Giselda da Rocha Fagundes Mariane da Cruz da Silva Análise do Discurso Conforme Maingueneua
COLÉGIO MAGNUM BURITIS
COLÉGIO MAGNUM BURITIS PROGRAMAÇÃO DE 1ª ETAPA 1ª SÉRIE PROFESSORA: Elise Avelar DISCIPLINA: Língua Portuguesa TEMA TRANSVERSAL: A ESCOLA E AS HABILIDADES PARA A VIDA NO SÉCULO XXI DIMENSÕES E DESENVOLVIMENTO
O GÊNERO NOTÍCIA NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM DE LÍNGUA MATERNA
O GÊNERO NOTÍCIA NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM DE LÍNGUA MATERNA Alciene Carvalho SILVA Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) Resumo Este trabalho tem como objetivo socializar uma análise das
Universidade Estadual de Maringá Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes
R E S O L U Ç Ã O Nº 075/2015 CI / CCH CERTIDÃO Certifico que a presente resolução foi afixada em local de costume, neste Centro, e no site www.cch.uem.br, no dia 29/07/2015. Aprova Projeto de Doutorado
LÍNGUA PORTUGUESA E SUA APLICAÇÃO EM SALA DE AULA: A APRENDIZAGEM EM FOCO.
1 UMA ANÁLISE ENUNCIATIVO-DISCURSIVA DE MATERIAL DIDÁTICO DE LÍNGUA PORTUGUESA E SUA APLICAÇÃO EM SALA DE AULA: A APRENDIZAGEM EM FOCO. Rosenil Gonçalina dos Reis e SILVA MeEL/UFMT 1 Orientadora: Prof.
Interpretação de Textos a Partir de Análises Isoladas
Interpretação de Textos a Partir de Análises Isoladas Análise Estética (formal) Análise Estilística (figuras de linguagem) Análise Gramatical (morfossintática) Análise Semântica (de significado) Análise
série GRUPO II Competências para realizar GRUPO I Competências para observar GRUPO III Competências para compreender
GRUPO I Competências para observar COMPETÊNCIAS DO SUJEITO GRUPO II Competências para realizar GRUPO III Competências para compreender Objetos do conhecimento (conteúdos) Tema 4 Reconstrução da intertextualidade
COLÉGIO MAGNUM BURITIS
COLÉGIO MAGNUM BURITIS PROGRAMAÇÃO DE 1ª ETAPA 2ª SÉRIE PROFESSORA: Elise Avelar DISCIPLINA: Língua Portuguesa TEMA TRANSVERSAL: A ESCOLA E AS HABILIDADES PARA A VIDA NO SÉCULO XXI DIMENSÕES E DESENVOLVIMENTO
12 Introdução ao pensamento de Bakhtin
Vida e obra Em sua época, Chesterton dividiu a espécie humana em três grandes categorias: pessoas simples, intelectuais e poetas. As pessoas simples são capazes de sentir, mas não de expressar seus sentimentos;
Sugestão de Atividades Escolares Que Priorizam a Diversidade Sociocultural 1
Sobre gênero e preconceitos: Estudos em análise crítica do discurso. ST 2 Ana Queli Tormes Machado UFSM Palavras-chave: gênero discursivo/textual, diversidade sociocultural, ensino de Língua Portuguesa
A PRÁTICA DO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA SOB A PERSPECTIVA BAKHTINIANA: O ENUNCIADO E GÊNEROS DO DISCURSO
A PRÁTICA DO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA SOB A PERSPECTIVA BAKHTINIANA: O ENUNCIADO E GÊNEROS DO DISCURSO Por: Carla Eliana da Silva Tanan (UNEB/PPGEL) [email protected] Introdução O estudo da natureza
ANÁLISE DO ESTILO DA TIRA HAGAR CONFORME CONCEPÇÃO BAKHTINIANA
25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 ANÁLISE DO ESTILO DA TIRA HAGAR CONFORME CONCEPÇÃO BAKHTINIANA Tatiane Henrique Sousa Machado 1 RESUMO: O presente estudo visa analisar o conceito de estilo
O SIGNO MUDANÇA E SUAS SIGNIFICAÇÕES DENTRO DO CONTEXTO POLÍTICO
O SIGNO MUDANÇA E SUAS SIGNIFICAÇÕES DENTRO DO CONTEXTO POLÍTICO Ellen Petrech Vasconcelos RESUMO: Este artigo enfoca o contexto político dando ênfase aos slogans apresentados durante a campanha eleitoral
Rebak 1 : A alteridade pelo viés dialógico e a prática de escrita do aluno
Rebak 1 : A alteridade pelo viés dialógico e a prática de escrita do aluno Viviane Letícia Silva Carrijo 2 O eu pode realizar-se verbalmente apenas sobre a base do nós. BAKHTIN/VOLOSHINOV (1926) Bakhtin
NOÇÕES BÁSICAS DE CONCEITOS EM BAKHTIN
NOÇÕES BÁSICAS DE CONCEITOS EM BAKHTIN Milton Pereira Lima. ([email protected] / [email protected]) UNIFESSPA. RESUMO Esse estudo tem como tema noções básicas de conceitos problematizados pelo
FUNÇÃO DE LINGUAGEM: FUNÇÃO POÉTICA
AULAS 21 À 24 Prof. Sabrina Moraes FUNÇÃO DE LINGUAGEM: FUNÇÃO POÉTICA Assim como as demais funções da linguagem, a função poética também apresenta um discurso construído para atingir um dos elementos
ESTILO INDIVIDUAL E ESTILO DO GÊNERO: REVELAÇÕES A PARTIR DE DADOS PROCESSUAIS
Página 363 de 490 ESTILO INDIVIDUAL E ESTILO DO GÊNERO: REVELAÇÕES A PARTIR DE DADOS PROCESSUAIS Anne Carolline Dias Rocha Prado (PPGLIN UESB/ CAPES) Márcia Helena de Melo Pereira (UESB/PPGLIN/DELL) RESUMO
LEITURA E ESCRITA: UMA REFLEXÃO A PARTIR DE TEORIAS ENUNCIATIVAS
- SEPesq LEITURA E ESCRITA: UMA REFLEXÃO A PARTIR DE TEORIAS ENUNCIATIVAS Ana Paula Sahagoff Doutoranda UniRitter [email protected] Resumo: O presente artigo decorre de um estudo que resultará em um
Ementas das Disciplinas CURSO DE ESCRITA CRIATIVA
Ementas das Disciplinas EAD Ensino a Distância SP Semipresencial Formato: 12345-02 (código da disciplina - número de créditos) PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL NÍVEL I 12224-04 FUNDAMENTOS
A NOÇÃO DE TIPO TEXTUAL, GÊNERO TEXTUAL E DOMÍNIO DISCURSIVO Ânderson Rodrigues Marins (UFF/UERJ)
XXI CONGRESSO NACIONAL DE LINGUÍSTICA E FILOLOGIA A NOÇÃO DE TIPO TEXTUAL, GÊNERO TEXTUAL E DOMÍNIO DISCURSIVO Ânderson Rodrigues Marins (UFF/UERJ) [email protected] Todos os diversos campos
GÊNEROS DO DISCURSO E ENSINO
GÊNEROS DO DISCURSO E ENSINO Sheila Vieira de Camargo Grillo * Ariadne Mattos Olímpio ** RESUMO: Descrição da presença da teoria do círculo de bakhtin nos pcns de língua portuguesa e investigação da forma/construção
Alteridade e responsividade em Bakhtin
Alteridade e responsividade em Bakhtin Sebastiana Almeida Souza (UFMT/MeEL) 1 Sérgio Henrique de Souza Almeida (UFMT/MeEL) 2 Introdução Este artigo pretende trabalhar a noção de alteridade e responsividade
A natureza social e heterogênea dos gêneros discursivos
A natureza social e heterogênea dos gêneros discursivos Maria Madalena Borges Gutierre Universidade de Franca Letras e Tradutor e Intérprete (UNIFRAN) Alberto Leite Lemos, 1529 Vila Marta Franca SP [email protected]
AS CHARGES COMO DISPOSITIVO PROPICIADOR DO PENSAMENTO CRÍTICO E REFLEXIVO
AS CHARGES COMO DISPOSITIVO PROPICIADOR DO PENSAMENTO CRÍTICO E REFLEXIVO Janaína da Costa Barbosa (PIBID/CH/UEPB) [email protected] Edna Ranielly do Nascimento (PIBID/CH/UEPB) [email protected]
DO TEXTO AO DISCURSO TV Aula 5 : DISCURSO. Prof.ª Me. Angélica Moriconi
DO TEXTO AO DISCURSO TV Aula 5 : DISCURSO Prof.ª Me. Angélica Moriconi Do texto para o discurso O texto é um elemento concreto da língua. Os discursos materializam-se através dos textos (orais ou escritos).
NOÇÃO DE TEXTO E ELEMENTOS TEXTUAIS. Professor Marlos Pires Gonçalves
NOÇÃO DE TEXTO E ELEMENTOS TEXTUAIS Professor Marlos Pires Gonçalves 1 TEORIA DA COMUNICAÇÃO Toda mensagem tem uma finalidade: ela pode servir para transmitir um conteúdo intelectual, exprimir (ou ocultar)
FUNÇÕES DE LINGUAGEM
AULAS 1 À 4 Prof. Sabrina Moraes FUNÇÕES DE LINGUAGEM As funções de linguagem são recursos utilizados pelo emissor ou destinatário (pessoa que fala ou escreve) no momento de transmitir uma mensagem, com
Título: Formação docente no ensino de línguas naturais Ementa: Língua, texto e discurso e processos estratégicos fundamentais de ensinoaprendizagem
Título: Formação docente no ensino de línguas naturais Ementa: Língua, texto e discurso e processos estratégicos fundamentais de ensinoaprendizagem de línguas naturais. Docente: Agostinho Potenciano de
Solução Comentada Prova de Língua Portuguesa
Leia o fragmento abaixo que serve de base para as questões 01 e 02. Do ponto de vista mais geral da obra de Machado de Assis pode-se afirmar que Memórias Póstumas de Brás Cubas é o mais importante, por
EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE LETRAS-IRATI (Currículo iniciado em 2009) LETRAS-INGLÊS
EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE LETRAS-IRATI (Currículo iniciado em 2009) LETRAS-INGLÊS DIDÁTICA 0545/I C/H 68 A didática e o ensino de línguas. O planejamento e a avaliação escolar no processo pedagógico.
6LET062 LINGUAGEM E SEUS USOS A linguagem verbal como forma de circulação de conhecimentos. Normatividade e usos da linguagem.
HABILITAÇÃO: BACHARELADO EM ESTUDOS LITERÁRIOS 1ª Série 6LET063 LINGUAGEM COMO MANIFESTAÇÃO ARTÍSTICA Linguagem como manifestação artística, considerando os procedimentos sócio-históricos e culturais.
elementos da comunicação
elementos da comunicação Observe o seguinte esquema, criado pelo linguista Jakobson A comunicação está associada à lin guagem e in teração, de form a que representa a transmissão de mensagens entre um
Cotejamento Direitos de Aprendizagem e Ficha de Acompanhamento dos alunos 1º ao 3º ano
Cotejamento Direitos de Aprendizagem e Ficha de Acompanhamento dos alunos 1º ao 3º ano - 2015 1º ANO Leitura Ler textos não-verbais, em diferentes suportes Lê textos não verbais em diferentes portadores
A TEORIA DO PENSAMENTO BAKHTINIANO NA ESCOLA PÚBLICA: UMA COMUNICAÇÃO ALÉM DA RETÓRICA E DO VERBO.
A TEORIA DO PENSAMENTO BAKHTINIANO NA ESCOLA PÚBLICA: UMA COMUNICAÇÃO ALÉM DA RETÓRICA E DO VERBO. Dra. Maria das Neves Gonçalves de Almeida (1); Dr.Osvaldo Villalba (2). Universidade San Carlos, [email protected]
MATRIZ DE REFERÊNCIA LÍNGUA PORTUGUESA SADEAM 3º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL
MATRIZ DE REFERÊNCIA LÍNGUA PORTUGUESA SADEAM 3º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL DOMÍNIOS COMPETÊNCIAS DESCRITORES D01 Distinguir letras de outros sinais gráficos. Reconhecer as convenções da escrita. D02 Reconhecer
1º ano LINGUAGEM E INTERAÇÃO
A escrita com instrumento de interação social Opiniões e pontos de vista sobre as diferentes manifestações da linguagem verbal Unidade 4 - capítulo 12, 13 e 14 Palavras: emprego e valor semânticodiscursivo;
