A Senilidade e suas consequências
|
|
|
- Maria de Fátima Azenha de Almada
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 A Senilidade e suas consequências Eduardo Ferriolli Divisão de Clínica Médica Geral e Geriatria Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto USP
2 O T 6T
3 O PILOTO DO T 6T
4
5 Como e quando a funcionalidade é interrompida? Subitamente Acidente Vascular Cerebral e lazer/telinha/a luta do ator jorge doria html
6 Como e quando a funcionalidade é interrompida? Progressivamente Efeito, ao longo do tempo, de doenças crônicas
7 de prevalência crescente com o envelhecimento
8 de prevalência crescente com o Diabetes envelhecimento Wild S, Roglic G, Green A, Sicree R, King H. Global prevalence of diabetes: estimates for the year 2000 and projections for Diabetes Care 2004; 27: rjrj.blogspot.com/2011_03_23_archive.html
9 de prevalência crescente com o Demências envelhecimento
10 de prevalência crescente com o Obesidade envelhecimento Denise P. Gigante, Fernando C. Barros, Cora L.A. Post e Maria T.A. Olinto. Prevalência de obesidade em adultos e seus fatores de risco. Rev. Saúde Pública 31: 1997 doi: /S
11 de prevalência crescente com o Câncer envelhecimento Barcelos LB, Peccin DA. Incidência de mortalidade por câncer no Rio Grande do Sul, Brasil. Revista Saúde Públ. 17, 1983.
12 de prevalência crescente com o Osteoporose envelhecimento naotransmissiveis/page/14/
13 Outras alterações mais freqüentes entes no idoso Catarata Redução da audição Redução do paladar Anorexia do envelhecimento Alterações músculo esqueléticas Sarcopenia Osteoartrite
14
15 EFEITOS DO TRATAMENTO EFEITOS DA PRÓPRIA DOENÇA EFEITOS DA DOENÇA SOBRE O EQUILÍBRIO HOMEOSTÁTICO OU FRAGILIDADES DA PESSOA HISTÓRIA DE VIDA, CONDIÇÕES SOCIAIS, SUPORTE,...
16 Efeitos da própria pria doença AVC: dependências súbitas Demência: conseqüências do déficit cognitivo Diabetes: lesão renal, circulatória Hipertensão: lesão renal, infarto, AVC... Obesidade: imobilidade, risco outras doenças Osteoporose: fraturas Catarata, redução audição: isolamento, acidentes Anorexia: emagrecimento
17 Efeitos do tratamento da doença
18 Conseqüências além m das próprias prias de cada doença?
19 EFEITOS DA DOENÇA A SOBRE O EQUILÍBRIO HOMEOSTÁTICO TICO OU FRAGILIDADES DA PESSOA
20 Desenvolvimento, Função MUSCULATURA SISTEMA NEURO-ENDÓCRINO GH, esteróides sexuais, cortisol SISTEMA IMUNOLÓGICO Citocinas
21 massa, força SARCOPENIA GH, esteróides sexuais Desregulação do cortisol Citocinas catabólicas DESREGULAÇÃO NEURO-ENDÓCRINA Desregulação do cortisol DISFUNÇÃO IMUNOLÓGICA
22 Paladar e olfato Dentição pobre Depressão Seu logotipo Demência aqui Hospitalização Desregulação neuro-endócrina Anorexia do envelhecimento Desnutrição crônica Medicações Envelhecimento Alter músculo-esqueléticas Balanço nitrogenado neg. Inflamação crônica citocinas Estado catabólico Peso Gasto energético total Massa muscular Sarcopenia Atividade física (demência e depressão) Doença aguda Medicação (sedativos) Eventos estressantes Quedas Velocidade de caminhada Taxa metabólica de repouso Imobilização Quedas e injurias Força e potência Balanço prejudicado VO 2 max (ex. cardiopulmonares)
23 Paladar e olfato Dentição pobre Depressão Seu logotipo Demência aqui Hospitalização Desregulação neuro-endócrina Anorexia do envelhecimento Desnutrição crônica Medicações Envelhecimento Alter músculo-esqueléticas Balanço nitrogenado neg. Inflamação crônica citocinas Estado catabólico Peso Gasto energético total Massa muscular Sarcopenia Atividade física (demência e depressão) Doença aguda Medicação (sedativos) Eventos estressantes Quedas Velocidade de caminhada Taxa metabólica de repouso Imobilização Quedas e injurias Força e potência Balanço prejudicado VO 2 max (ex. cardiopulmonares)
24 Paladar e olfato Dentição pobre Depressão Seu logotipo Demência aqui Hospitalização Desregulação neuro-endócrina Anorexia do envelhecimento Desnutrição crônica Medicações Envelhecimento Alter músculo-esqueléticas Balanço nitrogenado neg. Inflamação crônica citocinas Estado catabólico Peso Gasto energético total Massa muscular Sarcopenia Atividade física (demência e depressão) Doença aguda Medicação (sedativos) Eventos estressantes Quedas Velocidade de caminhada Taxa metabólica de repouso Imobilização Quedas e injurias Força e potência Balanço prejudicado VO 2 max (ex. cardiopulmonares)
25 Paladar e olfato Dentição pobre Depressão Seu logotipo Demência aqui Hospitalização Desregulação neuro-endócrina Anorexia do envelhecimento Desnutrição crônica Medicações Envelhecimento Alter músculo-esqueléticas Balanço nitrogenado neg. Inflamação crônica citocinas Estado catabólico Peso Gasto energético total Massa muscular Sarcopenia Atividade física (demência e depressão) Doença aguda Medicação (sedativos) Eventos estressantes Quedas Velocidade de caminhada Taxa metabólica de repouso Imobilização Quedas e injurias Força e potência Balanço prejudicado VO 2 max (ex. cardiopulmonares)
26 Paladar e olfato Dentição pobre Depressão Seu logotipo Demência aqui Hospitalização Desregulação neuro-endócrina Anorexia do envelhecimento Desnutrição crônica Medicações Envelhecimento Alter músculo-esqueléticas Balanço nitrogenado neg. Inflamação crônica citocinas Estado catabólico Peso Gasto energético total Massa muscular Sarcopenia Atividade física (demência e depressão) Doença aguda Medicação (sedativos) Eventos estressantes Quedas Velocidade de caminhada Taxa metabólica de repouso Imobilização Quedas e injurias Força e potência Balanço prejudicado VO 2 max (ex. cardiopulmonares)
27 Paladar e olfato Dentição pobre Depressão Seu logotipo Demência aqui Hospitalização Desregulação neuro-endócrina Anorexia do envelhecimento Desnutrição crônica Medicações Envelhecimento Alter músculo-esqueléticas Balanço nitrogenado neg. Inflamação crônica citocinas Estado catabólico Peso Gasto energético total Massa muscular Sarcopenia Atividade física (demência e depressão) Doença aguda Medicação (sedativos) Eventos estressantes Quedas Velocidade de caminhada Taxa metabólica de repouso Imobilização Quedas e injurias Força e potência Balanço prejudicado VO 2 max (ex. cardiopulmonares)
28 Paladar e olfato Dentição pobre Depressão Seu logotipo Demência aqui Hospitalização Desregulação neuro-endócrina Anorexia do envelhecimento Desnutrição crônica Medicações Envelhecimento Alter músculo-esqueléticas Balanço nitrogenado neg. Inflamação crônica citocinas Estado catabólico Peso Gasto energético total Massa muscular Sarcopenia Atividade física (demência e depressão) Doença aguda Medicação (sedativos) Eventos estressantes Quedas Velocidade de caminhada Taxa metabólica de repouso Imobilização Quedas e injurias Força e potência Balanço prejudicado VO 2 max (ex. cardiopulmonares)
29 Paladar e olfato Dentição pobre Depressão Seu logotipo Demência aqui Hospitalização Desregulação neuro-endócrina Anorexia do envelhecimento Desnutrição crônica Medicações Envelhecimento Alter músculo-esqueléticas Balanço nitrogenado neg. Inflamação crônica citocinas Estado catabólico Peso Gasto energético total Massa muscular Sarcopenia Atividade física (demência e depressão) Doença aguda Medicação (sedativos) Eventos estressantes Quedas Velocidade de caminhada Taxa metabólica de repouso Imobilização Quedas e injurias Força e potência Balanço prejudicado VO 2 max (ex. cardiopulmonares)
30 Paladar e olfato Dentição pobre Depressão Seu logotipo Demência aqui Hospitalização Desregulação neuro-endócrina Anorexia do envelhecimento Desnutrição crônica Medicações Envelhecimento Alter músculo-esqueléticas Balanço nitrogenado neg. Inflamação crônica citocinas Estado catabólico Peso Gasto energético total Massa muscular Sarcopenia Atividade física (demência e depressão) Doença aguda Medicação (sedativos) Eventos estressantes Quedas Velocidade de caminhada Taxa metabólica de repouso Imobilização Quedas e lesões Força e potência Balanço prejudicado VO 2 max (ex. cardiopulmonares)
31 Paladar e olfato Dentição pobre Depressão Seu logotipo Demência aqui Hospitalização Desregulação neuro-endócrina Anorexia do envelhecimento Desnutrição crônica Medicações Envelhecimento Alter músculo-esqueléticas Balanço nitrogenado neg. Inflamação crônica citocinas Estado catabólico Peso Gasto energético total Massa muscular Sarcopenia Atividade física (demência e depressão) Doença aguda Medicação (sedativos) Eventos estressantes Quedas Velocidade de caminhada Taxa metabólica de repouso Imobilização Quedas e lesões Força e potência Balanço prejudicado VO 2 max (ex. cardiopulmonares)
32 Isso tudo se converte em um declínio espiral de energia, um processo auto-sustentado sem auto-correção. Neste processo, os prejuízos iniciais e limitações precipitariam novos declínios. Gran Espiral (Calder Alexander )
33 Síndrome da fragilidade do idoso (Fried et al.) Fried, L.P., Tangen, C., Walston, J., & Newman, A. (2001). Frailty in older adults: Evidence for a phenotype. The Journals of Gerontology, 56A ( 3), M Como saber quem tem a síndrome da fragilidade ou propensão a ela? Qual a prevalência? Quais são as conseqüências? O que fazer com isso?
34 Síndrome da fragilidade do idoso Critérios rios diagnósticos Diminuição da força Diminuição da velocidade de marcha Sensação de fadiga Redução da atividade física Perda involuntária de peso Fried, L.P., Tangen, C., Walston, J., & Newman, A. (2001). Frailty in older adults: Evidence for a phenotype. The Journals of Gerontology, 56A ( 3), M
35 Síndrome da fragilidade do idoso Prevalência e Conseqüências 6,3% frágeis 45,3% intermediários 48,3% não frágeis 2,5% anos 32% 90 anos Fried, L.P., Tangen, C., Walston, J., & Newman, A. (2001). Frailty in older adults: Evidence for a phenotype. The Journals of Gerontology, 56A ( 3), M
36 Síndrome da fragilidade do idoso Prevenção? Tratamento?
37 Síndrome da fragilidade do idoso Prevenção? Tratamento? SARCOPENIA GH, esteróides sexuais Desregulação do cortisol Citocinas catabólicas DESREGULAÇÃO NEURO-ENDÓCRINA DISFUNÇÃO IMUNOLÓGICA Desregulação do cortisol
38 Síndrome da fragilidade do idoso Prevenção? Tratamento? ATIVIDADE FÍSICAF SARCOPENIA GH, esteróides sexuais Desregulação do cortisol Citocinas catabólicas DESREGULAÇÃO NEURO-ENDÓCRINA Desregulação do cortisol DISFUNÇÃO IMUNOLÓGICA
39 Síndrome da fragilidade do idoso Prevenção? Tratamento? NUTRIÇÃO ADEQUADA SARCOPENIA GH, esteróides sexuais Desregulação do cortisol Citocinas catabólicas DESREGULAÇÃO NEURO-ENDÓCRINA Desregulação do cortisol DISFUNÇÃO IMUNOLÓGICA
40 Síndrome da fragilidade do idoso Prevenção? Tratamento? MEDICAMENTOS? SARCOPENIA GH, esteróides sexuais Desregulação do cortisol Citocinas catabólicas DESREGULAÇÃO NEURO-ENDÓCRINA Desregulação do cortisol DISFUNÇÃO IMUNOLÓGICA
41 Paladar e olfato Dentição pobre Depressão Seu logotipo Demência aqui Hospitalização Desregulação neuro-endócrina Anorexia do envelhecimento Desnutrição crônica Medicações Envelhecimento Alter músculo-esqueléticas Balanço nitrogenado neg. Inflamação crônica citocinas Estado catabólico Peso Gasto energético total Massa muscular Sarcopenia Atividade física (demência e depressão) Doença aguda Medicação (sedativos) Eventos estressantes Quedas Velocidade de caminhada Taxa metabólica de repouso Imobilização Quedas e injurias Força e potência Balanço prejudicado VO 2 max (ex. cardiopulmonares)
42 Paladar e olfato Dentição pobre Depressão Seu logotipo Demência aqui Hospitalização Desregulação neuro-endócrina Anorexia do envelhecimento Desnutrição crônica Medicações Envelhecimento Alter músculo-esqueléticas Balanço nitrogenado neg. Inflamação crônica citocinas Estado catabólico Peso Gasto energético total Massa muscular Sarcopenia Atividade física (demência e depressão) Doença aguda Medicação (sedativos) Eventos estressantes Quedas Velocidade de caminhada Taxa metabólica de repouso Imobilização Quedas e injurias Força e potência Balanço prejudicado VO 2 max (ex. cardiopulmonares)
43 Em resumo... O envelhecimento saudável é, freqüentemente, interrompido cuja prevalência aumenta ao longo da vida Efeitos diretos da doença Efeitos do tratamento Efeitos do meio, da história,... Efeitos da interação da doença com o equilíbrio homeostático da pessoa: a a Síndrome da Fragilidade do idoso
44 Genética Nutrição Atividade físicaf Experiências na vida Relações sociais Relações familiares Prevenção doenças Tratamento doenças Prevenção fragilidade Tratamento fragilidade...
45 Muito obrigado!
Fragilidade. Dra Silvana de Araújo Geriatria - UFMG Julho/2007
Fragilidade Dra Silvana de Araújo Geriatria - UFMG Julho/2007 Introdução Idoso Frágil: aquele que sofreu declínio funcional em conseqüência da combinação de efeitos de doença e idade O idoso frágil é extremamente
Dr. Leonardo Piovesan Mendonça Serviço de Geriatria e Gerontologia - HSPE HSPE 1
Dr. Leonardo Piovesan Mendonça Serviço de Geriatria e Gerontologia - HSPE HSPE 1 O que é? Qual sua importância? Como pode ser diagnosticada? Como pode ser tratada? HSPE 2 Fragilidade: Facilmente quebrável
NUTRIÇÃO DO IDOSO. Universidade de São Paulo Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto Nutrição e Metabolismo Nutrição Humana
Universidade de São Paulo Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto Nutrição e Metabolismo Nutrição Humana NUTRIÇÃO DO IDOSO Prof. Dr. Jacqueline Pontes Monteiro Aluna PAE Camila Mira Sandy Definição Países
PROPOSTA DA LINHA DE CUIDADO DA SAÚDE DO IDOSO. Área Técnica Saúde da Pessoa Idosa
PROPOSTA DA LINHA DE CUIDADO DA SAÚDE DO IDOSO Área Técnica Saúde da Pessoa Idosa OBJETIVOS GERAIS Orientar e potencializar a atenção primária para detecção precoce de situações de vulnerabilidade social
ATIVIDADE FÍSICA E SAÚDE
ATIVIDADE FÍSICA E SAÚDE ATIVIDADE FÍSICA X EXERCÍCIO FÍSICO Atividade física é qualquer movimento corporal, produzido pelo músculo esquelético que resulte em um pequeno aumento calórico acima do repouso,
QUEDAS NA IDADE SÉNIOR: DO RISCO À PREVENÇÃO!
QUEDAS NA IDADE SÉNIOR: DO RISCO À PREVENÇÃO! Janeiro, 2015 Sumário Processo de envelhecimento Incidência das quedas em Portugal Complicações das quedas Do risco à prevenção de quedas Envelhecimento Velhice
ENFERMAGEM SAÚDE DO IDOSO. Aula 11. Profª. Tatiane da Silva Campos
ENFERMAGEM SAÚDE DO IDOSO Aula 11 Profª. Tatiane da Silva Campos Síndromes Geriátricas problemas comuns nos idosos estão sendo reconhecidos como síndromes geriátricas. exemplos incluem fragilidade, delírio,
CUIDADOS COM A MOBILIDADE Da infância à terceira idade
CUIDADOS COM A MOBILIDADE Da infância à terceira idade Christina DCM Faria, P.T., Ph.D. Professora do Departamento de Fisioterapia Universidade Federal de Minas Gerais CUIDADOS COM A MOBILIDADE O que é
Qualidade de Vida 02/03/2012
Prof. Dr. Carlos Cezar I. S. Ovalle Descreve a qualidade das condições de vida levando em consideração fatores como saúde, educação, expectativa de vida, bem estar físico, psicológico, emocional e mental.
INTERVENÇÃO DA FISIOTERAPIA GERIÁTRICA NA SINDROME DE FRAGILIDADE INTRODUÃO
INTERVENÇÃO DA FISIOTERAPIA GERIÁTRICA NA SINDROME DE FRAGILIDADE INTRODUÃO A população de pacientes idosos encontra-se em constante ascensão. Sabe-se que a idade avançada interfere no prognóstico, Apesar
Algoritmos aplicados na Medicina Desportiva
Algoritmos aplicados na Medicina Desportiva Engª Biomédica Algoritmos de Diagnóstico e Auto-Regulação Trabalho realizado por: Edite Figueiras João Duarte Grupo 6 Fevereiro 2008 Algoritmos de Diagnóstico
Os Benefícios da Atividade Física no Tratamento do Transtorno no Uso de Drogas
Os Benefícios da Atividade Física no Tratamento do Transtorno no Uso de Drogas Fisioterapeuta Jussara Lontra Centro de Estudos Expressão genérica que pode ser definida como qualquer movimento corporal,
Sistema muculoesquelético. Prof. Dra. Bruna Oneda
Sistema muculoesquelético Prof. Dra. Bruna Oneda Sarcopenia Osteoporose A osteoporose é definida como uma desordem esquelética que compromete a força dos ossos acarretando em aumento no risco de quedas.
AVALIAÇÃO BIOQUÍMICA NO IDOSO
C E N T R O U N I V E R S I T Á R I O C AT Ó L I C O S A L E S I A N O A U X I L I U M C U R S O D E N U T R I Ç Ã O - T U R M A 6 º T E R M O D I S C I P L I N A : N U T R I Ç Ã O E M G E R I AT R I A
OBESIDADE E ATIVIDADE FÍSICA
OBESIDADE E ATIVIDADE FÍSICA OBESIDADE O QUE É? Doença crônica, definida como o acúmulo de tecido gorduroso localizado ou generalizado, provocado por desequilíbrio nutricional associado ou não a distúrbios
Nutrição e suplementação no idoso para bons resultados na prescrição do exercício. Bianca Ramallo Dias
Nutrição e suplementação no idoso para bons resultados na prescrição do exercício Bianca Ramallo Dias WWW.ENCONTROPHORTE.COM.BR Introdução No Brasil, indivíduos com + de 60 anos em 2017 + de 30 milhões
TALITA GANDOLFI PREVALÊNCIA DE DOENÇA RENAL CRÔNICA EM PACIENTES IDOSOS DIABÉTICOS EM UMA UNIDADE HOSPITALAR DE PORTO ALEGRE-RS
TALITA GANDOLFI PREVALÊNCIA DE DOENÇA RENAL CRÔNICA EM PACIENTES IDOSOS DIABÉTICOS EM UMA UNIDADE HOSPITALAR DE PORTO ALEGRE-RS Dissertação apresentada no Programa de Pós-graduação em Gerontologia Biomédica,
NUT-154 NUTRIÇÃO NORMAL III. Thiago Onofre Freire
NUT-154 NUTRIÇÃO NORMAL III Thiago Onofre Freire Alimentação e Nutrição Nutrição Necessidades Adequada Salário mínimo de 600 reais Água Luz Telefone Moradia Prestações Transporte 100 100 100 100 100 100
Fatores de risco de queda na pessoa idosa residente na comunidade: Revisão Integrativa da Literatura
Fatores de risco de queda na pessoa idosa residente na comunidade: Revisão Integrativa da Literatura Luís Sousa Nilza Nogueira de Caldevilla Cristina Dias Henriques Sandy Severino Isabel Ferreira Porto,
DOENÇA ARTICULAR DEGENERATIVA ARTROSE Diagnóstico- Prevenção - Tratamento
DOENÇA ARTICULAR DEGENERATIVA ARTROSE Diagnóstico- Prevenção - Tratamento Carlos Alberto Souza Macedo Professor da Faculdade de Medicina da UFRGS Doutorado em Cirurgia pela Faculdade de Medicina da UFRGS
Benefícios gerais da actividade física
Organização e Desenvolvimento Desportivo 2010/2011 Carmen Pereira Benefícios gerais da actividade física Introdução Benefícios gerais da actividade física Um dos principais aspectos que aumentou consideravelmente
Plano de Estudos. Escola: Escola de Ciências e Tecnologia Grau: Mestrado Curso: Exercício e Saúde (cód. 398)
Plano de Estudos Escola: Escola de Ciências e Tecnologia Grau: Mestrado Curso: Exercício e Saúde (cód. 398) 1. o Ano - 1. o Semestre DES10220 Fisiologia do Exercício Motricidade 3 Semestral 78 DES10221
Projecto MobES, Mobilidade e Envelhecimento Saudável
Projecto MobES, Mobilidade e Envelhecimento Saudável Projecto MobES - JUSTIFICAÇÃO Aumento da Esperança Média de Vida associa-se a: Prevalência de doenças crónicas; Custos na saúde. Inatividade Física
Disciplina: Avaliação da Adaptação Muscular ao Treinamento de Força: Métodos Indiretos
Bioenergética aplicada ao Treinamento de Força Apresentação de um corpo de conhecimento para melhor entender as respostas fisiológicas mediante a um estresse, considerando este, o treinamento de força
Fonte: V Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial, 2006.
O Boletim de Novembro/2018 apresentou dados referentes ao capítulo IV do CID-10 (Doenças endócrinas, nutricionais e metabólicas), no tocante à obesidade por excesso de calorias, na região de saúde de Ribeirão
Temporária - PIT concedidos pela ASAGOL no período de Janeiro/2013 à Julho/2014
Planos por Incapacidade Temporária - PIT concedidos pela ASAGOL no período de Janeiro/2013 à Julho/2014 1 Ana Paula Pereira Este estudo tem como objetivo apresentar ao grupo os principais acometimentos
EMENTAS DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM OBESIDADE E EMAGRECIMENTO EAD
EMENTAS DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM OBESIDADE E EMAGRECIMENTO EAD DISCIPLINA: METODOLOGIA DA PESQUISA Introdução a metodologia científica, aspectos do conhecimento científico, elementos básicos
DIABETES MELLITUS: PRINCIPAIS COMPLICAÇÕES EM IDOSOS ATENDIDOS EM UMA UNIDADE SAÚDE DA FAMÍLIA DO MUNICÍPIO DE ALAGOA GRANDE-PB
DIABETES MELLITUS: PRINCIPAIS COMPLICAÇÕES EM IDOSOS ATENDIDOS EM UMA UNIDADE SAÚDE DA FAMÍLIA DO MUNICÍPIO DE ALAGOA GRANDE-PB Esmeraldina Ana Sousa e Silva-Faculdade de Enfermagem Nova Esperança Rosângela
Distúrbios da Nutrição Subnutrição e Obesidade
Distúrbios da Nutrição Subnutrição e Obesidade Profa. Dra. Jacqueline Pontes Monteiro Universidade de São Paulo Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto USP SP Departamento de Puericultura e Pediatria Objetivos
Benefícios Fisiológicos
Os Benefícios da Atividade Física no Tratamento do Transtorno no Uso de Drogas Fisioterapeuta Jussara Lontra Atividade Física expressão genérica que pode ser definida como qualquer movimento corporal,
EDUCAÇÃO FÍSICA FUNDAMENTAL PROF.ª FRANCISCA AGUIAR 7 ANO PROF.ª JUCIMARA BRITO
EDUCAÇÃO FÍSICA 7 ANO PROF.ª JUCIMARA BRITO FUNDAMENTAL PROF.ª FRANCISCA AGUIAR CONTEÚDOS E HABILIDADES Unidade I Tecnologia: Corpo, Movimento e Linguagem na Era da Informação 2 CONTEÚDOS E HABILIDADES
RISCOS E PREVENÇÃO DE QUEDAS EM IDOSOS
RISCOS E PREVENÇÃO DE QUEDAS EM IDOSOS O aumento da expectativa de vida nos países em desenvolvimento tem provocado preocupação com a qualidade de vida e o bem-estar dos idosos, principalmente quanto à
Os Benefícios da Atividade Física no Tratamento da Dependência Química. Benefícios Fisiológicos
Os Benefícios da Atividade Física no Tratamento da Dependência Química Fisioterapeuta Jussara Lontra Atividade Física expressão genérica que pode ser definida como qualquer movimento corporal, produzido
AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO FUNCIONAL DE IDOSOS INSTITUCIONALIZADOS
AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO FUNCIONAL DE IDOSOS INSTITUCIONALIZADOS Cristina Marques de Almeida Holanda¹, Michele Alexandre da Silva². Universidade Federal da Paraíba - UFPB [email protected]¹, [email protected]
CAPACITAÇÃO DE PROFISSIONAIS EM SAUDE MENTAL NO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO NUTRIÇÃO NO IDOSO
CAPACITAÇÃO DE PROFISSIONAIS EM SAUDE MENTAL NO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO NUTRIÇÃO NO IDOSO Dr. Larissa Sterza Endocrinologista CRM 9219 INTRODUÇÃO O envelhecimento é um processo complexo,irreversível,progressivo
ENFERMAGEM DOENÇAS CRONICAS NÃO TRANMISSIVEIS AVE / AVC. Profª. Tatiane da Silva Campos
ENFERMAGEM DOENÇAS CRONICAS NÃO TRANMISSIVEIS AVE / AVC Profª. Tatiane da Silva Campos - As doenças cerebrovasculares são a 2º maior causa de óbitos no mundo, perdendo a posição apenas para as doenças
Sarcopenia e Risco Cardiovascular Fernanda S. Bortolon CRN
Sarcopenia e Risco Cardiovascular Fernanda S. Bortolon CRN-2 6210 Envelhecimento da População Projeção da População Brasileira Projeção da População Brasileira Estima-se que, de 1996 a 2025, o percentual
E APÓS UM INFARTO DO CORAÇÃO, O QUE FAZER? Reabilitação Cardiovascular
E APÓS UM INFARTO DO CORAÇÃO, O QUE FAZER? Reabilitação Cardiovascular Reabilitação Cardiovascular Recomendação de Atividade Física Recomendação populacional Todo adulto deve realizar pelo menos 30 minutos
Diferenciais sociodemográficos na prevalência de complicações decorrentes do diabetes mellitus entre idosos brasileiros
Diferenciais sociodemográficos na prevalência de complicações decorrentes do diabetes mellitus entre idosos brasileiros Resumo: As complicações crônicas do diabetes são as principais responsáveis pela
A experiência da SulAmerica na implantação de Programas de Promoção a Saúde e Prevenção de doenças
A experiência da SulAmerica na implantação de Programas de Promoção a Saúde e Prevenção de doenças O Cenário. Os Programas do Saúde Ativa. Qual o Perfil de risco da nossa população e sua evolução nos últimos
1. Benefícios da atividade física
1. Benefícios da atividade física "ATIVIDADE FÍSICA É UM DIREITO DE TODOS E UMA NECESSIDADE BÁSICA" (UNESCO). O ser humano, na sua preocupação com o corpo, tem de estar alerta para o fato de que saúde
SEÇÃO 1 IMPORTÂNCIA DO ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL E DE SUA PREVENÇÃO
SEÇÃO 1 Capítulo 1 IMPORTÂNCIA DO ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL E DE SUA PREVENÇÃO 1 Epidemiologia da prevenção do acidente vascular cerebral e urgência do tratamento 2 Introdução / 2 Incidência e prevalência
Depressão, vamos virar este jogo?
1 2 Olhar diferenciado para a possibilidade do diagnóstico de depressão em idosos: sintomas depressivos e o processo do envelhecimento Idade: maior prevalência em jovens Sexo: Mulheres liberdade para
EM MEDICINA INTERNA. curso de atualização AUDITÓRIO MUNICIPAL DE VILA DO CONDE PROGRAMA 18 A 23 DE NOVEMBRO DE 2019 HEMATOLOGIA CUIDADOS PALIATIVOS
curso de atualização EM MEDICINA INTERNA AUDITÓRIO MUNICIPAL DE VILA DO CONDE 18 A 23 DE NOVEMBRO DE 2019 DOENÇAS AUTO-IMUNES CUIDADOS PALIATIVOS HEPATOLOGIA HEMATOLOGIA NEUROLOGIA PSIQUIATRIA OUTROS DOENÇAS
A INTERVENSÃO FISIOTEPÁPICA NA OSTEOPOROSE
CONEXÃO FAMETRO 2017: ARTE E CONHECIMENTO XIII SEMANA ACADÊMICA ISSN: 2357-8645 A INTERVENSÃO FISIOTEPÁPICA NA OSTEOPOROSE Vittória Felix FAMETRO Faculdade Metropolitana da Grande Fortaleza. [email protected]
TEMAS LIVRES APROVADOS GERONTOLOGIA
TEMAS LIVRES APROVADOS GERONTOLOGIA Nº TÍTULO 14604 AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE DE FORÇA MUSCULAR RESPIRATÓRIA DE MULHERES EXPOSTAS A INALAÇÃO DE FUMAÇA DOMÉSTICA TIPO DE APRESENTAÇÃO 14603 Relação entre incontinência
EXERCÍCIO PARA IDOSOS
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS UFSCAR PÓS-GRADUAÇ GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS FISIOLÓ FISIOLÓGICAS PRESCRIÇÃO DE EXERCÍCIO PARA IDOSOS Qual o tipo de exercício e carga em que os idosos podem se exercitar?
VII CONGRESSO BRASILEIRO DE NEUROPSIOUIATRIA GERIÁTRICA CONGRESSO BRASILEIRO DE AL2HEIMER CENTRO DE CONVENÇÕES FREI CANECA I SÃO PAULO I SP
IX CONGRESSO BRASILEIRO DE AL2HEIMER VII CONGRESSO BRASILEIRO DE NEUROPSIOUIATRIA GERIÁTRICA 16 A 19 DE OUTUBRO DE 2019 CENTRO DE CONVENÇÕES FREI CANECA I SÃO PAULO I SP TEMAS DO CONGRESSO OTIMIZANDO O
Transições epidemiológica e demográfica
Instituto de Estudos de Saúde Coletiva IESC Faculdade de Medicina Departamento de Medicina Preventiva Universidade Federal do Rio de Janeiro UFRJ Disciplina de Epidemiologia Transições epidemiológica e
NUTRIÇÃO E TREINAMENTO DESPORTIVO
EMENTA NUTRIÇÃO E TREINAMENTO DESPORTIVO DISCIPLINA: Adaptações neuromusculares ao treinamento EMENTA: Arranjo funcional das unidades motoras e as mudanças plásticas das influências segmentares e supra-segmentares
Envelhecimento e Doenças Reumáticas
Envelhecimento e Doenças Reumáticas Armando Malcata CHUC XVII Forum de Apoio ao Doente Reumático Envelhecimento e Doenças Reumáticas Variações demográficas e sociais. Impacto crescente; multidimensional.
PREVENÇÃO DE QUEDAS JUNTO AOS IDOSOS PORTADORES DA DOENÇA DE PARKINSON
Pró Reitoria de Extensão (PROEX/ UFSC) APOIO FINANCEIRO: Universidade Federal de Santa Catarina Departamento de Enfermagem GESPI Grupo de Estudos sobre o Cuidado da Saúde Integral de Pessoas Idosas PREVENÇÃO
Paradigmas Quanto à Associação Atividade Física, Aptidão Física e Saúde Dartagnan Pinto Guedes Universidade Estadual de Londrina - Brasil
Paradigmas Quanto à Associação Atividade Física, Aptidão Física e Saúde Dartagnan Pinto Guedes Universidade Estadual de Londrina - Brasil - Atividade física, exercícios físico, esporte, aptidão física
O MEU ANIMAL DE ESTIMAÇÃO ESTÁ A FICAR GERIÁTRICO?
Clínica Veterinária de Mangualde Dr. Benigno Rodrigues Dra. Sandra Oliveira O MEU ANIMAL DE ESTIMAÇÃO ESTÁ A FICAR GERIÁTRICO? Actualmente a melhoria dos cuidados prestados aos nossos animais de companhia
Qualidade de vida de pacientes idosos com artrite reumatóide: revisão de literatura
Qualidade de vida de pacientes idosos com artrite reumatóide: revisão de literatura André Ricardo Bezerra Bonzi (1); Renata Soares Ferreira (2) Edécio Bona Neto (3); Daniel Sarmento Bezerra (4); Tânia
FISIOLOGIA CARDIORESPIRATÓRIA. AF Aveiro Formação de Treinadores
FISIOLOGIA CARDIORESPIRATÓRIA 3.1 Principais alterações genéricas da função cardiorespiratória na resposta aguda ao esforço aeróbio Exercício Físico Sistema Cardiovascular Sistema Respiratório Sistema
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE Universidade Católica Portuguesa Viseu Instituto de Ciências da Saúde
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE Universidade Católica Portuguesa Viseu Instituto de Ciências da Saúde LICENCIATURA Ciências Biomédicas ÁREA DISCIPLINAR Patologia Humana ANO/SEMESTRE ANO LECTIVO 2.º Ano/1.º
Saúde do Homem. Medidas de prevenção que devem fazer parte da rotina.
Saúde do Homem Medidas de prevenção que devem fazer parte da rotina. saúde do Homem O Ministério da Saúde assinala que muitos agravos poderiam ser evitados caso os homens realizassem, com regularidade,
Nutrição Aplicada à Educação Física. Cálculo da Dieta e Recomendações dietéticas. Ismael F. Freitas Júnior Malena Ricci
Nutrição Aplicada à Educação Física Cálculo da Dieta e Recomendações dietéticas Ismael F. Freitas Júnior Malena Ricci ARROZ 100 gramas CÁLCULO DE DIETA CH 25,1 PT 2,0 Lip 1,2 Consumo 300 gramas 100 gr
TRABALHO, SUPORTE SOCIAL E LAZER PROTEGEM IDOSOS DA PERDA FUNCIONAL, ESTUDO EPIDOSO, SÃO PAULO,
XVIII CONGRESSO MUNDIAL DE EPIDEMIOLOGIA VII CONGRESSO BRASILEIRO DE EPIDEMIOLOGIA TRABALHO, SUPORTE SOCIAL E LAZER PROTEGEM IDOSOS DA PERDA FUNCIONAL, ESTUDO EPIDOSO, SÃO PAULO, 1991-1999 Eleonora d Orsi
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE GERIATIA E GERONTOLOGIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GERONTOLOGIA BIOMÉDICA
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE GERIATIA E GERONTOLOGIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GERONTOLOGIA BIOMÉDICA DENISE BASTIANI EFICÁCIA DE UM PROGRAMA DE EXERCÍCIOS DOMICILIARES
Álcool e Drogas na Terceira Idade. UNIAD/UNIFESP Elton Pereira Rezende GERP.13
Álcool e Drogas na Terceira Idade UNIAD/UNIFESP Elton Pereira Rezende GERP.13 Dados epidemiológicos Terceira condição psiquiátrica, além da! depressão e da demência Prevalência do abuso de drogas e álcool
DOENÇAS CRÔNICAS: Câncer de Mama e Colo do Útero, Hipertensão Arterial e Diabetes Mellitus.
DOENÇAS CRÔNICAS: Câncer de Mama e Colo do Útero, Hipertensão Arterial e Diabetes Mellitus. Recife 2016 e 2017 Prefeitura do Recife Secretaria de Saúde Diretoria de Vigilância à Saúde Unidade de Vigilância
Comunidade Pastoral ADOECIDOS PELA FÉ?
Comunidade Pastoral ADOECIDOS PELA FÉ? HÁBITOS, COSTUMES E...GENÉTICA PSICOPATOLOGIAS DINAMISMO EMOCIONAL AFETO (Instinto) Inconsciente EMOÇÃO LÓGICA (RAZÃO) Consciente Equilíbrio (ideal) = 50% afeto +
Avaliação pré participação em exercícios. Prof. Dra. Bruna Oneda
Avaliação pré participação em exercícios Prof. Dra. Bruna Oneda Fatores de risco cardiovascular NÃO MODIFICÁVEIS IDADE GÊNERO HEREDITARIEDADE RAÇA MODIFICÁVEIS COLESTEROL DIABETES HIPERTENSÃO OBESIDADE
ESTRATÉGIAS PARA PREVENÇÃO DE QUEDAS
ESTRATÉGIAS PARA PREVENÇÃO DE QUEDAS Monica Perracini Oficina Preparatória para a Semana Mundial de Quedas em Idosos QUIZ PERGUNTAS & RESPOSTAS Quando eu acordo para ir ao banheiro durante a noite: A)
ESTUDO DE CASO: síndrome de Bardet Biedl - perfil da composição corporal e das capacidades biomotoras
6ª Jornada Científica e Tecnológica e 3º Simpósio de Pós-Graduação do IFSULDEMINAS 04 e 05 de novembro de 2014, Pouso Alegre/MG ESTUDO DE CASO: síndrome de Bardet Biedl - perfil da composição corporal
O Papel dos Psicólogos no Envelhecimento
CATEGORIA AUTORIA JUNHO 15 Revisão de Dados Gabinete de Estudos e Literatura Científica Técnicos O Papel dos Psicólogos no Envelhecimento Sugestão de Citação Ordem dos Psicólogos Portugueses (2015). O
COMPORTAMENTO DA PRESSÃO ARTERIAL EM PACIENTES QUE ADERIRAM A PRÁTICA DE ATIVIDADE FÍSICA PARA O CONTROLE DA HIPERTENSÃO: RELATO DE EXPERIÊNCIA
COMPORTAMENTO DA PRESSÃO ARTERIAL EM PACIENTES QUE ADERIRAM A PRÁTICA DE ATIVIDADE FÍSICA PARA O CONTROLE DA HIPERTENSÃO: RELATO DE EXPERIÊNCIA KLEIN, Mônica 1 ; SOUZA, Bernardes Maísa 2 ; CORRÊA, Marinês
ENFERMAGEM DOENÇAS CRONICAS NÃO TRANMISSIVEIS. Doença Cardiovascular Parte 1. Profª. Tatiane da Silva Campos
ENFERMAGEM DOENÇAS CRONICAS NÃO TRANMISSIVEIS Doença Cardiovascular Parte 1 Profª. Tatiane da Silva Campos - As doenças cardiovasculares estão relacionadas à aterosclerose, sua principal contribuição,
FACULDADE CERES PROCESSO DE SELEÇÃO PARA TRANSFERÊNCIA DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA 1º SEMESTRE DE 2019 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
FACULDADE CERES PROCESSO DE SELEÇÃO PARA TRANSFERÊNCIA DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA 1º SEMESTRE DE 2019 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO IV Para candidatos que desejam entrar na 5ª etapa do curso Quadro clínico
Doença de Addison DOENÇA DE ADDISON
Enfermagem em Clínica Médica Doença de Addison Enfermeiro: Elton Chaves email: [email protected] DOENÇA DE ADDISON A insuficiência adrenal (IA) primária, também denominada doença de Addison, geralmente
Associação Portuguesa de Osteogénese Imperfeita Sónia Bastos, Fisioterapeuta
Associação Portuguesa de Osteogénese Imperfeita Sónia Bastos, Fisioterapeuta 24 de Março de 2018 SIMBOLISMO Desporto e lazer Convívio Hidroterapia (do grego) Hydor (água) Therapeia (curar) HIDROTERAPIA
CURSO BÁSICO DE GERIATRIA Unidade Universitária de Geriatria
CURSO BÁSICO DE GERIATRIA Unidade Universitária de Geriatria Dia 12 de Novembro de 2016 Horário 08h30-18h30 Duração 7 horas Formadores Objectivo Organização: Unidade Universitária de Geriatria Instituto
