EXPERIÊNCIAS COM MALHAS PLANAS E TRIDIMENSIONAIS
|
|
|
- Maria Laura Farias Moreira
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 EXPERIÊNCIAS COM MALHAS PLANAS E TRIDIMENSIONAIS Roberto Alcarria do Nascimento UNESP FAAC, Departamento de Artes e Representação gráfica [email protected] Maria Antonia Benutti UNESP FAAC, Departamento de Artes e Representação gráfica [email protected] Aniceh Farah Neves UNESP FAAC, Departamento de Artes e Representação gráfica [email protected] Resumo A geometria é uma das maneiras de analisar as malhas e de traduzir as estruturas básicas da forma. Ela permite a racionalização de uma aparente desordem propiciando que forma e estrutura possam ser estudadas, modificadas e reproduzidas em variados contextos. Tendo como ponto de partida as estruturas geométricas presentes nas malhas planas, este artigo discute a exploração da forma no espaço bi e tridimensional enquanto atividade didática na formação de arquitetos, artistas e designers. Palavras-chave: malhas, módulos, exploração da forma. Abstract The geometry is a way of analyzing the tessellation and to understand the basic structures of the shape. The geometry rationalize that a seeming disorder enabling that form and structure can be studied, modified and reproduced in different contexts. Taking as its starting point the geometrical structures present in the tessellation, this article discusses the exploration of shape in space bi-dimensional and tri-dimensional as didactic activity in the training of architects, artists and designers. Keywords: tessellation, modules, form exploration.
2 1 Introdução Revestimento, pavimentação, mosaico... Historicamente, o homem sempre teve a tendência a dar um acabamento em superfícies por ele mesmo manufaturadas. Seja decorrente da busca de conforto ou visando ornamentação, a criação de padrões para este fim, quer em pisos, paredes, ou objetos, foi uma constante no decorrer dos tempos. Presentes em antigas civilizações foram, e ainda são, motivo de análises em busca dos princípios que orientam sua elaboração a fim de serem recriados e aplicados nas mais diferentes situações do mundo atual. A exploração significativa desse tipo de revestimento pelos mouros perdurou pelos séculos permitindo que se tomasse conhecimento tornando-se objeto de estudos e pesquisas ainda hoje. Escher, bebendo na fonte desse conhecimento, sem dúvida constituiu-se um dos grandes intérpretes desse universo ao transportar de forma extremamente criativa, as estruturas observadas nos mosaicos mouriscos, para um campo que poderíamos definir entre a arte e o design. Ainda hoje os trabalhos de Escher continuam a ser estudados e explorados, principalmente na educação, dadas as transformações formais contidas no seu trabalho que dependem de uma estrutura geométrica. A geometria é uma das maneiras de traduzir as estruturas básicas da forma. Ela permite a racionalização de uma aparente desordem propiciando que forma e estrutura possam ser analisadas, estudadas, modificadas e reproduzidas em variados contextos. Tendo como pressuposto básico a organização espacial, o foco deste trabalho se volta para a exploração de nós e malhas no espaço bi e tridimensional. 1 Aspectos teóricos: malha, módulo, mosaico Buscar os efeitos que as formas podem nos oferecer implica em estudo, análise, planejamento. O uso de recursos gráficos auxiliares para esse estudo é de fundamental importância, pois pode proporcionar equilíbrio, harmonia e, principalmente, ritmo quando há necessidade da repetição, como geralmente acontece nos revestimentos. Tais recursos se constituem em linhas auxiliares que norteiam o trabalho do planejamento gráfico da forma e sua disposição no espaço. Wong aponta para a importância desses recursos quando afirma que: A maioria dos desenhos tem uma estrutura. A estrutura serve para controlar o posicionamento das formas em um desenho. [...] A estrutura geralmente impõe ordem e predetermina relações internas de formas em um desenho. Podemos ter criado um desenho sem termos pensado conscientemente em estrutura, porém a estrutura está sempre presente quando há organização (WONG, p. 59).
3 Ainda, segundo o mesmo autor, A estrutura de repetição é a mais simples de todas as estruturas. É particularmente útil na construção de padrões para recobrir toda uma superfície (WONG, p. 61). Das estruturas de repetição, as mais utilizadas são aquelas formadas por linhas horizontais e verticais, a que esse autor denomina de grade básica. Gomes e Medeiros (2005) vão denominar esse tipo de recurso gráfico de malha estrutural (p. 3) Quando Sá (1982), talvez um dos primeiros que, no Brasil, fez um estudo bastante detalhado sobre esse assunto, ao discutir a formação de malhas planas ditas regulares e semi-regulares serve-se dessa malha estrutural ou grade básica como instrumento auxiliar, onde os nós daquelas estariam contidos nessa estrutura, facilitando o seu traçado geométrico com o uso de régua e esquadro. Ainda que essa grade básica também seja identificada como uma malha, em geral o termo malha costuma ser aplicado quando se trata de configurações um pouco mais elaboradas, não se restringindo somente a linhas horizontais e verticais. Normalmente está mais ligado à noção de pavimentação do plano e, em termos geométricos, associa-se à idéia da justaposição de polígonos. Nesse sentido, Barbosa (1993) afirma que um conjunto de polígonos é uma pavimentação do plano se, e só se, o conjunto de polígonos cobre sem cruzamentos o plano. (p. 3, destaque do autor). A pavimentação do plano leva a idéia de mosaico que, segundo Coxeter, (1963, apud PIERCE, 1990, p. 28, tradução nossa),...é um conjunto infinito de polígonos, encaixando-se para cobrir todo o plano apenas uma vez, de modo que todos os lados de cada polígono também pertencem a um outro polígono. Os mosaicos, por sua vez, carregam em si a idéia de padrão, de ritmo. Ching (1998, p. 220) diz que uma organização em malha consiste em formas e espaços cujas posições no espaço e relações entre si são reguladas por um padrão. E Sá utiliza o termo malha repetitiva, especificando que são... as que seguem regras de formação e que, por isso, têm um comportamento estrutural previsível e analisável (SÁ, 1982, p.12). Gomes & Machado (2006, p. 32) ponderam que O ritmo é o princípio que unifica um movimento formal, gerado pela repetição ou alter-nação padronizada de elementos na mesma forma, ou em forma modificada com uma regra constante. Se existe um padrão de repetição que regula a organização das formas no espaço, pode-se admitir que existe um módulo, o qual seria a unidade básica que se repete na formação da malha. Nesse sentido, Silva (1994) afirma que: As malhas são estruturas rítmicas que guardam no seu interior muitas formas e ritmos. Constituem-se de formas fechadas e formas abertas, ritmos que se desenvolvem finita e infinitamente. As formas
4 fechadas constituem unidades denominadas módulos. Módulo é unidade, não apenas de grandeza, mas tomado também como unidade visual. (SILVA, 1994, p. 72) As malhas são de fundamental importância para estruturar, organizar formas, consistindo-se num sistema que pode proporcionar equilíbrio, ritmo, harmonia e beleza, não apenas nas produções de caráter gráfico, próprias da comunicação visual, como também nos objetos em geral. Sendo assim, constituem-se num tópico que não pode estar ausente no processo de formação daqueles que, profissionalmente, tem na forma e sua organização no espaço, seu objeto primeiro de atuação. É a partir do conceito que Barbosa (1993) e Pierce (1990) adotam para pavimentação do plano ou tesselation of the plane, que aqui será utilizado o sentido para malha. Dependendo dos tipos de polígonos empregados e da maneira como são combinados entre si, temos diferentes resultados na configuração da malha. Normalmente o estudo sistemático das malhas parte da combinação de polígonos regulares. O agrupamento de polígonos em torno de um único ponto sem que haja sobreposição ou afastamento é comumente chamado de nó e é a unidade básica que, repetida gera a malha. A soma dos ângulos internos dos polígonos componentes do nó deve ser igual a 360º. Sá (1982), Pierce (1990), Barbosa (1993) entre outros autores, apontam três diferentes classes de malhas planas formadas exclusivamente por polígonos regulares (Figura 1): as chamadas regulares em que só figuram polígonos de um tipo (C); as semi-regulares que misturam dois ou mais tipos de polígonos, mas apenas um tipo de nó (D); e a semi-regulares que misturam mais de um tipo de nó na sua configuração (E). A B C D E Figura 1: Nós e malhas planas. (Fonte: NASCIMENTO, GIUNTA, NEVES, 2005)
5 Apenas os nós ilustrados na figura 1(A) formam malhas regulares. Entretanto, triângulos eqüiláteros e quadrados também podem formar outras malhas em que não acontece a sobreposição das figuras. É possível, utilizando-se das mesmas figuras, compor uma malha tal que a figura base sofra uma pequena translação de modo que o vértice de uma das figuras fique sobre o lado de outra. Neste caso, apesar de ser formada por polígonos regulares do mesmo tipo, não é considerada malha regular (Figura 2A). Barbosa (1993) vai fazer a distinção utilizando o conceito de figuravértice. Ao polígono que possui por vértices os pontos médios dos lados que concorrem num mesmo nó chamamos de figura-vértice (p destaque do autor). E continua: Um padrão de pavimentação é padrão regular se, e só se, as figuras vértice do padrão são polígonos regulares (p. 21). Na figura 2A, o nó é formado apenas pelos dois quadrados que tem um vértice comum, o que gera um triângulo isósceles como figura vértice. Na figura 2B, o nó é formado por quatro quadrados que têm um vértice comum, o que gera um polígono regular (um quadrado) como figura vértice e, consequentemente, a malha gerada a partir desse nó é regular. A P P B Figura 2: Figuras vértice gerando padrão de pavimentação não regular e regular Outro conceito importante é o de malhas duais, geradas a partir de polígonos cujos vértices são os centros dos polígonos que formam um nó. No caso das malhas regulares, as suas duais também resultam regulares. Para a malha quadrada, a dual é outra malha quadrada; para a malha formada por triângulos eqüiláteros, a dual é uma malha hexagonal. E para a malha formada por hexágonos a dual é triangular. Os casos mais interessantes das duais são as geradas a partir de malhas semi-regulares, pois os polígonos resultantes são irregulares, o que resulta em malhas duais que apresentam configurações bastante atraentes. Figura 3: Malhas duais
6 De forma semelhante ao que acontece no plano, em que se compõem malhas a partir de polígonos regulares, também no espaço tridimensional é possível a geração de malhas pelo agrupamento de poliedros platônicos e arquimedianos, de modo que não haja espaços vazios entre as formas (SÁ, 1982; PIERCE, 1990). O interessante é que, dada a regularidade desses agrupamentos, a projeção ortogonal dos mesmos apresenta padrões similares aos das malhas planas. Além desse tipo de malha em 3D, Sá (1982) também discute possibilidades de gerar malhas pelo agrupamento de prismas (retos ou oblíquos) e pirâmides e que seriam formadas a partir de malhas planas, cujos polígonos seriam as bases dos poliedros. 3 Explorando malhas em atividades didáticas O caráter estético ou geométrico das malhas, quer no espaço bi ou tridimensional, já geraram muitos estudos e, sem dúvida, são muito importantes no processo de formação para arquitetos, artistas ou designers. O que segue são algumas dessas experiências a partir de diferentes abordagens. Uma delas nos remete à uma época em que a computação gráfica ainda significava uma certa novidade para os professores de desenho e os recursos da máquina não eram tão numerosos quanto hoje. Trata-se de um trabalho denominado A estratégia das malhas em que Loureiro (1997) discute o uso do computador na formação de nós a partir do agrupamento de polígonos regulares e geração de malhas em função da repetição dos nós por simetria de translação, exclusivamente nos sentidos horizontal e vertical. Para isso, estuda o delineamento de um módulo formado pelo agrupamento de dois ou mais nós, de modo que seja possível a produção da malha correspondente, deslocando-se o módulo naquelas duas direções (Figura 4). De certo modo, o trabalho se apóia na chamada malha estrutural, mesmo ela não estando visualmente presente, trabalhando num sentido próximo ao de Sá (1982) quando aponta caminhos para um traçado prático das malhas com o uso de esquadros, só que agora, utilizando o computador. Figura 4: Geração de malhas em função da repetição dos nós por simetria de translação. (Fonte:Loureiro, 1997, p. 71)
7 Já Almeida, Carvalho, Freitas e Lopes (2009) em trabalho bem recente, exploram as malhas regulares e irregulares num processo criativo. Da mesma forma que na experiência anterior, em um dos exemplos apresentados, também trabalham considerando a grade cartesiana ou malha estrutural que passa pelos vértices dos polígonos que compõem a malha inicial. Assim, variando a distâncias entre essas linhas que compõem a grade, é possível gerar malhas transformadas, obtendo resultados bastante significativos (Figura 5). Figura 5: Metamorfose da malha a partir da alteração da grade original (Fonte: ALMEIDA, CARVALHO, FREITAS E LOPES, 2009, p. 1681) No espaço tridimensional, explorando as possibilidades de agrupamento de poliedros regulares e semi-regulares descrito por Sá (1982), Costa et all (1999) discutem sobre a organização de conjuntos arquitetônicos a partir dessas malhas poliédricas e as simetrias dos poliedros (Figura 6). Os autores vão além das simples formas externas dos espaços residenciais, discutindo a possibilidade de montagem das mesmas por placas modulares até equipamentos mobiliários. Figura 6: Conjunto arquitetônico em malha poliédrica (Fonte: Costa et all, 1999, p. 17)
8 Quando se discute as malhas no tridimensional o usual é a abordagem em função dos poliedros regulares e semi-regulares. Entretanto, como afirmam Almeida et all (2009, p. 1673),...o estudo da divisão do plano por polígonos é de fundamental importância quando observamos as diferentes aplicações possíveis e percebemos que a geometria subjacente pode extrapolar as expectativas do estudo restrito a formação de uma malha poligonal plana. Assim, a seguir são descritas algumas possibilidades a partir de experiências realizadas nos cursos de arquitetura, design e artes da FAAC-Unesp de Bauru, voltadas para uma outra abordagem onde se busca gerar formas tridimensionais, tendo por base os nós e as malhas planas, e não aquelas formadas pelo agrupamento de poliedros regulares ou semi-regulares. A preocupação nessas atividades não é a geração de uma malha 3D fechada, sem que haja espaços vazios, mas a criação e composição de formas tridimensionais (isoladas ou não), a partir de nós e malhas planas. Uma experiência possível é a associação dos conceitos teóricos sobre primas com os nós e malhas planas. Escolhe-se um dentre os nós obtidos para a formação de malhas semi-regulares, explorando-se tridimensionalmente através de formas prismáticas cujas bases são os polígonos que compõem o nó. Variação na altura dos prismas, bem como o uso de formas vazadas, são recursos que podem ser utilizados e que ajudam no visual da composição tridimensional final (Figura 7). Figura 7: Composição com malhas e prismas (Fabiana Pereira - Educação Artística) Na figura 8, a atividade é semelhante, porém além de se trabalhar com a malha dual, como uma estrutura auxiliar incorporada à malha original, há uma maior exploração dos espaços vazados.
9 Figura 8: Exploração da malha semi-regular e sua dual. (Daniela R. de Lima - Design) Outra possibilidade é a exploração de um módulo a partir da malha plana (regular ou semi-regular), utilizando-se da estrutura geométrica que a própria malha pode oferecer. Faz-se a extrusão do mesmo e depois busca-se composições espaciais em função da repetição desse módulo, mas sem perder a malha original como referência (ou seja, sem haver sobreposição de volumes). Na composição do módulo espacial também é possível estabelecer alturas diferentes paras os poliedros que compõem o mesmo, acrescentando maior plasticidade à composição (Figuras 9). Figura 9: Composições tridimensionais a partir de módulos (Flávia M. Matsouca Arquitetura e João Sene Educação Artística)
10 As experiências acima descritas estão próximas do trabalho de Sá (1982) em que ele denomina de malha ortogonal, isto é, aquelas geradas por prismas retos cuja base inferior seria uma malha plana regular ou semi-regular. Por outro lado, a experiência abaixo já tem uma relação mais próxima ao que o mesmo autor denomina de malhas de pirâmides, as quais continuam tendo por base uma malha plana. Nesta atividade explora-se a malha semi-regular juntamente com sua dual e, a forma tridimensional é gerada com a elevação das cotas, em diferentes alturas, dos diversos pontos formados pela estrutura de base, podendo-se gerar pirâmides ou primas (Figura 10). Embora a proposta esteja pautada no estudo das arestas ela propicia uma análise muito interessante das faces originadas nesta maneira de geração do tridimensional. Figura 10: Exploração das malhas semi-regular e sua dual para geração de elementos tridimensionais (Letícia Thaís de Marchi Furuya, Larissa Ayumi Nakahata e Raquel Gamon Sonobe Arquitetura). 4 Considerações finais As experiências apresentadas contribuem para ampliar o repertório teórico e formal dos futuros profissionais dos diversos setores de atividades: arquitetura, design, artes visuais. Estimulam o espírito de busca e o exercício da criatividade, habilidades essenciais para aqueles que atuam no trato com a forma. A pesquisa de novas configurações visando explorar o espaço tridimensional a partir do bi lança o desafio de melhor compreendê-las geometricamente sob a forma de projeções ortogonais e de maquetes. As atividades realizadas não incorporaram, de forma sistemática, o uso da computação gráfica. Mas quer ser uma experiência que propicie condições de associar
11 um trabalho que envolva os procedimentos informatizados sem perder os conceitos mais significativos que o desenho tradicional sempre procurou oferecer. Referências ALMEIDA, I. A.C.; CARVALHO, G. L. de.; FREITAS E LOPES, A. V. de. Malhas: transformando para criar. In XIX Simpósio Nacional de Geometria Descritiva e Desenho Técnico VIII International Conference on Graphics Engineering for Arts and Design. Anais... Bauru: UNESP, CD-ROM, p BARBOSA, Ruy Madsen. Descobrindo padrões em mosaicos. São Paulo: Atual, 1993 CHING, Francis D. K. Arquitetura, forma, espaço e ordem. São Paulo: Martins Fontes, p COSTA, Mario Duarte da; CORREIA, Ana Magda Alencar; OLIVEIRA, Vilma Maria de. Vantagem da simetria ternária sobre a quaternária nas aplicações arquitetônicas das malhas poliédricas. In: CONGRESSO INTERNACIONAL DE ENGENHARIA GRÁFICA NAS ARTES E NO DESENHO, 2 e SIMPÓSIO NACIONAL DE GEOMETRIA DESCRITIVA E DESENHO TÉCNICO, 13. Feira de Santana, Anais... Feria de Santana: UEFS, 1998, p COSTA, Mario Duarte da; et all. Uso arquitetônico de malhas poliédricas não cúbicas. GRAF & TEC, n. 5. Florianópolis: UFSC, 1999, p GOMES, L. A. V. de N.; MACHADO, C. G. da S. Design: experimentos em desenho técnicas de representação gráfica apoiadas por princípios e movimentos de simetria úteis à criatividade na prática do design. Porto Alegre: UniRitter, GOMES, L. Vidal N.; MEDEIROS, Lígia M. Sampaio. Ordem e arranjo em Desenhos Industriais. In Anais virtual Graphica Recife: UFPE, LOUREIRO, Maria Alzira. A estratégia das malhas. Educação Gráfica. v. 1, n 1. Bauru; UNESP, 1997, p NASCIMENTO, R. A. do; GIUNTA, M. A. B.; NEVES, A. F. Desenho geométrico sob o enfoque da geração e organização da forma. In: CONGRESSO INTERNACIONAL DE ENGENHARIA GRÁFICA NAS ARTES E NO DESENHO, 3 e SIMPÓSIO NACIONAL DE GEOMETRIA DESCRITIVA E DESENHO TÉCNICO, 14. Ouro Preto, Anais... Ouro Preto: UFOP, 2000, CD-ROM. NASCIMENTO, R. A. do; GIUNTA, M. A. B.; NEVES, A. F. Formas poliédricas como meio de inserção da computação gráfica na disciplina Geometria Descritiva. In: CONGRESSO INTERNACIONAL DE ENGENHARIA GRÁFICA NAS ARTES E NO DESENHO, 5 e SIMPÓSIO NACIONAL DE GEOMETRIA DESCRITIVA E DESENHO TÉCNICO, 17. Recife, Anais... Recife: UFPE, 2007, CD-ROM. PIERCE, Peter, Structure in nature is a strategy for design. Cambridge: The MIT Press, SÁ, Ricardo. Edros. São Paulo: Editora Projeto, 1982
12 SILVA, B. F. C. Forma e estrutura contribuição para o ensino do desenho na formação do arquiteto f. Dissertação (Mestrado em Arquitetura) Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Universidade de São Paulo, São Paulo. WONG, Wucius. Princípios de forma e desenho. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
Poliedros 1 ARESTAS FACES VERTICES. Figura 1.1: Elementos de um poliedro
Poliedros 1 Os poliedros são sólidos cujo volume é definido pela interseção de quatro ou mais planos (poli + edro). A superfície poliédrica divide o espaço em duas regiões: uma região finita, que é a parte
SOLUCÃO DAS ATIVIDADES COM MOSAICOS
SOLUCÃO DAS ATIVIDADES COM MOSAICOS. Medidas dos ângulos internos dos polígonos regulares convexos, em graus. Lados Ângulo interno Lados Ângulo interno 2 50 4 90 5 56 5 08 8 6 20 20 62 7 28 4 24 65 7 8
Geometria Descritiva. Revisão: Polígonos regulares/irregulares. Linhas e Pontos pertencentes a Faces/Arestas de Poliedros
Geometria Descritiva Revisão: Polígonos regulares/irregulares Linhas e Pontos pertencentes a Faces/Arestas de Poliedros - Os Poliedros em estudo em GD podem ser: regulares (cujas fases são polígonos regulares,
TRANSFORMAÇÕES POR EQUIVALÊNCIA SOB O OLHAR DAS SIMETRIAS RÍGIDAS
TRANSFORMAÇÕES POR EQUIVALÊNCIA SOB O OLHAR DAS SIMETRIAS RÍGIDAS Roberto Alcarria do Nascimento FAAC-Unesp, Departamento de Artes e Representação Gráfica [email protected] Maria Antonia Benutti FAAC-Unesp,
GEOMETRIA MÉTRICA. As bases são polígonos congruentes. Os prismas são designados de acordo com o número de lados dos polígonos das bases.
GEOMETRIA MÉTRICA 1- I- PRISMA 1- ELEMENTOS E CLASSIFICAÇÃO Considere o prisma: As bases são polígonos congruentes. Os prismas são designados de acordo com o número de lados dos polígonos das bases. BASES
AXIOMAS DA GEOMETRIA EUCLIDIANA EM ATIVIDADES EXPERIMENTAIS
AXIOMAS DA GEOMETRIA EUCLIDIANA EM ATIVIDADES EXPERIMENTAIS Rita de Cássia Pavani LAMAS 1 Resumo: Este trabalho utiliza os axiomas da geometria euclidiana espacial na construção e definição de figuras
III REPRESENTAÇÃO DO PLANO. 1. Representação do plano Um plano pode ser determinado por: a) três pontos não colineares
59 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO - UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE CIÊNCIAS EXATAS - DEPARTAMENTO DE EXPRESSÃO GRÁFICA Professora Deise Maria Bertholdi Costa Disciplina CD020 Geometria Descritiva Curso
PARTE I - INTRODUÇÃO
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE CIÊNCIAS EXATAS DEPARTAMENTO DE EXPRESSÃO GRÁFICA Professores: Luzia Vidal de Souza e Paulo Henrique Siqueira Disciplina: Geometria Descritiva
Apostila de Matemática II 3º bimestre/2016. Professora : Cristiane Fernandes
Apostila de Matemática II 3º bimestre/2016 Professora : Cristiane Fernandes Pirâmide A pirâmide é uma figura geométrica espacial, um poliedro composto por uma base (triangular, pentagonal, quadrada, retangular,
Poliedross. ANOTAÇÕES EM AULA Capítulo 23 Poliedros 1.5 CONEXÕES COM A MATEMÁTICA
Poliedross 1.5 Superfície poliédrica fechada Uma superfície poliédrica fechada é composta de um número finito (quatro ou mais) de superfícies poligonais planas, de modo que cada lado de uma dessas superfícies
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS MALHAS PLANAS
1 EXERCÍCIOS RESOLVIDOS MALHAS PLANAS 1. CONSTRUIR UMA MALHA REGULAR QUADRADA COM CINCO LINHAS E CINCO COLUNAS SENDO DADO O LADO AB DO QUADRADO. Seja o segmento AB igual ao lado do quadrado. Construa um
Posições relativas entre elementos geométricos no espaço
Geometria no espaço Posições relativas entre elementos geométricos no espaço Plano: constituído por três pontos distintos e não colineares; o plano é bidimensional (tem duas dimensões: altura e largura);
MOSAICOS Descrição Mosaico tesselação recobrimento do plano
MOSAICOS Descrição Mosaico ou tesselação ou recobrimento do plano é um padrão de figuras planas que cobre inteiramente o plano sem superposições das figuras nem espaços vazios entre elas. Dizemos que as
KITS DIDÁTICOS ÁREA: QUÍMICA
KITS DIDÁTICOS Os KITS DIDÁTICOS apresentados a seguir foram obtidos a partir de recursos oriundos de parceria firmada em UFPR - Campus Jandaia do Sul e o Rotary Clube local. Os materiais doados possibilitam
A perspectiva geométrica é uma projeção que resulta numa imagem semelhante aquela vista pelo nosso sentido da visão.
PERSPECTIVA GEOMÉTRICA OU EXATA A. Introdução B. Elementos C. Tipos: paralela ou axonométrica / cônica D. Projeção paralela: isométrica, militar, cavaleira. A. Na perspectiva geométrica Utilizamos os sistemas
POLIEDROS REGULARES. São os poliedros cujas faces são polígonos regulares iguais entre si, e cujos ângulos poliédricos são todos iguais.
1 POLIEDROS REGULARES DEFINIÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE POLIEDROS Do grego - poly (muitas) + edro (face). Os poliedros fazem parte do pensamento grego, foram estudados pelos grandes filósofos da antiguidade
Pirâmides: Neste momento, continuaremos a estudar a geometria espacial dos sólidos geométricos, enfatizando agora as pirâmides.
Pirâmides: Neste momento, continuaremos a estudar a geometria espacial dos sólidos geométricos, enfatizando agora as pirâmides. A seguir, algumas representações de pirâmides: Essa forma espacial é bastante
O MÉTODO DAS DUPLAS PROJEÇÕES ORTOGONAIS
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO - UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE CIÊNCIAS EXATAS - DEPARTAMENTO DE EXPRESSÃO GRÁFICA Professora Deise Maria Bertholdi Costa - Disciplina CD028 Expressão Gráfica II Curso
Guia do professor - Fábrica de Cubos e Mosaicos
Guia do professor - Fábrica de Cubos e Mosaicos Introdução Os mosaicos são uma das mais bonitas criações, estando presente em tapeçarias, decoração de interiores, vitrais, cobertura de piso, em obras de
Dupla Projeção Ortogonal. PARTE III REPRESENTAÇÃO DO PLANO 1. Representação do plano Um plano pode ser determinado por: a) três pontos não colineares
31 PARTE III REPRESENTAÇÃ D PLAN 1. Representação do plano Um plano pode ser determinado por: a) três pontos não colineares b) um ponto e uma reta que não se pertencem 32 c) duas retas concorrentes d)
Matemática 2º Ano 3º Bimestre/2013 Plano de Trabalho 2 Pirâmides
Formação Continuada em MATEMÁTICA Fundação CECIERJ/Consórcio CEDERJ Matemática 2º Ano 3º Bimestre/2013 Plano de Trabalho 2 Pirâmides Cursista: Marta Vieira de Andrade. 1 Série: 2ª. Tutor: Andréa Silva
MALHAS POLIGONAIS. Disciplina: Desenho Geométrico Turma: 8º ano III ETAPA AULA 1
MALHAS POLIGONAIS Disciplina: Desenho Geométrico Turma: 8º ano III ETAPA AULA 1 LADRILHAR...??? Ladrilhar (ou recobrir) um plano é o mesmo que preenchê-lo com figuras sem que fique espaço algum entre elas.
Computação Gráfica - 11
Universidade Federal do Vale do São Francisco Curso de Engenharia da Computação Computação Gráfica - 11 Prof. Jorge Cavalcanti [email protected] www.univasf.edu.br/~jorge.cavalcanti www.twitter.com/jorgecav
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ Departamento de Expressão Gráfica
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ Departamento de Expressão Gráfica Projeto de Extensão: Produção de material de apoio para o ensino na área de projetos gráficos tridimensionais. Disciplina: Geometria Descritiva
A PAVIMENTAÇÃO DO PLANO
1 A PAVIMENTAÇÃO DO PLANO I) O modelo prático : Uma experiência prática muito conhecida por todos é a colocação de azulejos e ladrilhos nas paredes e pisos. É bastante intuitivo o senso comum a respeito
APÊNDICE D SEQUÊNCIA DIDÁTICA
APÊNDICE D SEQUÊNCIA DIDÁTICA ENCONTRO 1 Atividades de familiarização do menu do GeoGebra Apresentação de um PowerPoint com as informações sobre o curso e um vídeo desenvolvido no GeoGebra para estabelecermos
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS
De acordo com o comando a que cada um dos itens de 51 a 120 se refira, marque, na folha de respostas, para cada item: o campo designado com o código C, caso julgue o item CERTO; ou o campo designado com
PAVIMENTAÇÕES DO PLANO POR POLÍGONOS REGULARES E VISUALIZAÇÃO EM CALEIDOSCÓPIOS
PAVIMENTAÇÕES DO PLANO POR POLÍGONOS REGULARES E VISUALIZAÇÃO EM CALEIDOSCÓPIOS Marli Regina dos Santos Universidade Federal de Viçosa [email protected] Claudemir Murari Universidade Estadual Paulista
TRANSFORMAÇÕES GEOMÉTRICAS
TRANSFORMAÇÕES GEOMÉTRICAS É essencial retomar a intenção de dar às transformações geométricas o seu papel importante no ensino da geometria, num tratamento que tenha por ponto de partida e desenvolva
APOSTILA GEOMETRIA DESCRITIVA
APOSTILA GEOMETRIA DESCRITIVA 1 GEOMETRIA MÉTRICA E ESPACIAL 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 SISTEMAS DE PROJEÇÃO Conforme o que foi exposto anteriormente, o estudo da Geometria Descritiva está
4. Superfícies e sólidos geométricos
4. Superfícies e sólidos geométricos Geometria Descritiva 2006/2007 4.1 Classificação das superfícies e sólidos geométricos Geometria Descritiva 2006/2007 1 Classificação das superfícies Linha Lugar das
LISTA DE EXERCÍCIOS COMPLEMENTAR 1ª PROVA
MINISTÉRI DA EDUCAÇÃ UNIVERSIDADE FEDERAL D PARANÁ SETR DE CIÊNCIAS EXATAS DEPARTAMENT DE EXPRESSÃ GRÁFICA Professora Elen Andrea Janzen Lor Representação de Retas LISTA DE EXERCÍCIS CMPLEMENTAR 1ª PRVA
Se essa rua fosse minha, eu mandava ladrilhar!
Reforço escolar M ate mática Se essa rua fosse minha, eu mandava ladrilhar! Dinâmica 4 9º Ano 4º Bimestre Aluno DISCIPLINA Ano CAMPO CONCEITO Matemática 9º do Ensino Fundamental Geométrico. Polígonos regulares
Geometria Espacial PRISMA RETO DE BASE TRIANGULAR (OU PRISMA TRIANGULAR)
Espacial 1 PRISMAS Os prismas são sólidos geométricos bastante recorrentes em Espacial. Podemos definir o prisma da seguinte forma: PRISMA RETO DE BASE TRIANGULAR (OU PRISMA TRIANGULAR) Prisma é um sólido
GEOMETRIA MÉTRICA ESPACIAL
GEOMETRIA MÉTRICA ESPACIAL .. PARALELEPÍPEDOS RETÂNGULOS Um paralelepípedo retângulo é um prisma reto cujas bases são retângulos. AB CD A' B' C' D' a BC AD B' C' A' D' b COMPRIMENTO LARGURA AA' BB' CC'
INTRODUÇÃO - GEOMETRIA DESCRITIVA
GEOMETRIA DESCRITIVA - DUPLA PROJEÇÃO ORTOGONAL 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO DE EXPRESSÃO GRÁFICA DISCIPLINA: Geometria Descritiva I CURSO: Engenharia Química AUTORES: Luzia Vidal de Souza
PLANO DE ESTUDOS DE EDUCAÇÃO VISUAL - 7.º ANO
DE EDUCAÇÃO VISUAL - 7.º ANO Ano Letivo 2014 2015 PERFIL DO ALUNO O aluno é capaz de: criação de. Desenhar objetos simples presentes no espaço envolvente, utilizando materiais básicos de desenho técnico.
GEOMETRIA DAS TRANSFORMAÇÕES. Gertrudes Hoffmann Neuza Maia Vera Nunes
GEOMETRIA DAS TRANSFORMAÇÕES As transformações geométricas no plano apresentamse, através do tempo, em artes, arquitetura e matemática, criando beleza, movimento e perfeição. Estudaremos as transformações
Resumo. Maria Bernardete Barison apresenta Prisma em Geometria Descritiva. Geométrica vol.2 n PRISMA
1 PRISMA: DEFINIÇÃO PRISMA O prisma é um poliedro irregular compreendido entre dois polígonos iguais e paralelos, e cujas faces laterais são paralelogramos. Os dois polígonos iguais e paralelos são as
Disciplina: Geometria Descritiva A
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE AVEIRO Escola Secundaria Homem Cristo ANO LETIVO 2018/2019 PLANIFICAÇÃO Disciplina: Geometria Descritiva A 10º ANO Tempo Conteúdos Atividades/Estratégias Objetivos Gerais 1º Período
ESTRATÉGIAS PARA ANÁLISE DE SUPERFÍCIES REPRESENTACIONAIS
ESTRATÉGIAS PARA ANÁLISE DE SUPERFÍCIES REPRESENTACIONAIS Ricardo Mendonça Rinaldi PPGDesign, Fac. de Arquitetura, Artes e Comunicação, UNESP [email protected] Marizilda dos Santos Menezes PPGDesign/DARG,
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE CIÊNCIAS EXATAS DEPARTAMENTO DE EXPRESSÃO GRÁFICA PROF. ANDERSON ROGES TEIXEIRA GÓES GEOMETRIA NO ENSINO
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE CIÊNCIAS EXATAS DEPARTAMENTO DE EXPRESSÃO GRÁFICA PROF. ANDERSON ROGES TEIXEIRA GÓES GEOMETRIA NO ENSINO Representações Geométricas Uma das formas de comunicação
U. E. PROF. EDGAR TITO - Turma: 2º ano A Prof. Ranildo Lopes Obrigado pela preferência de nossa ESCOLA!
1 U. E. PROF. EDGAR TITO - Turma: 2º ano A Prof. Ranildo Lopes Obrigado pela preferência de nossa ESCOLA! http://ueedgartito.wordpress.com RESUMO DE GEOMETRIA ESPACIAL São conceitos primitivos ( e, portanto,
V = 12 A = 18 F = = 2 V=8 A=12 F= = 2
Por: Belchior, Ismaigna e Jannine Relação de Euler Em todo poliedro convexo é válida a relação seguinte: V - A + F = 2 em que V é o número de vértices, A é o número de arestas e F, o número de faces. Observe
Cones, cilindros, esferas e festividades, qual a ligação?
Cones, cilindros, esferas e festividades, qual a ligação? Helena Sousa Melo [email protected] Professora do Departamento de Matemática da Universidade dos Açores Publicado no jornal Correio dos Açores em 5
1ª Parte SÓLIDOS GEOMÉTRICOS. Prof. Danillo Alves 6º ano Matutino
1ª Parte SÓLIDOS GEOMÉTRICOS Prof. Danillo Alves 6º ano Matutino "Um monstro ou uma bela senhora, a forma como vemos a Matemática é produto dos nossos esforços." Prof. Jerriomar Ferreira As Formas existentes
EXERCÍCIO B APROXIMAÇÃO AO OBJETO DA ARQUITETURA E SUA OPERAÇÃO: PERCEPÇÃO / concepção / CONSTRUÇÃO
EXERCÍCIO B APROXIMAÇÃO AO OBJETO DA ARQUITETURA E SUA OPERAÇÃO: PERCEPÇÃO / concepção / CONSTRUÇÃO Objetivos Aproximação ao objeto da arquitetura o espaço através de sua experienciação e operação concreta,
Geometria Espacial Profº Driko
Geometria Espacial Profº Driko PRISMAS Sejam α e β dois planos paralelos distintos, uma reta r secante a esses planos e uma região poligonal convexa A1A2A3...An contida em α. Consideremos todos os segmentos
PROPOSTA DIDÁTICA. 3. Desenvolvimento da proposta didática (10 min) - Acomodação dos alunos, apresentação dos bolsistas e realização da chamada.
PROPOSTA DIDÁTICA 1. Dados de Identificação 1.1 Nome do bolsista: André da Silva Alves 1.2 Série/Ano/Turma: 6º e 7º ano 1.3 Turno: manhã 1.4 Data: 10/07 Lauro Dornelles e 15/07 Oswaldo Aranha 1.5 Tempo
Disciplina: Geometria Descritiva A Módulos: 4, 5 e 6
Agrupamento de Escolas de Rio Tinto nº 3 Escola Básica e Secundária de Rio Tinto ENSINO SECUNDÁRIO RECORRENTE POR MÓDULOS CAPITALIZÁVEIS MATRIZ DE PROVA DE AVALIAÇÃO EM REGIME NÃO PRESENCIAL Ano letivo
GEOMETRIA ESPACIAL TETRAEDRO HEXAEDRO OCTAEDRO DODECAEDRO ICOSAEDRO REGULARES RETO POLIEDROS OBLÍQUO PRISMA REGULAR IRREGULARES RETA OBLÍQUA PIRÂMIDE
GEOMETRIA ESPACIAL SÓLIDOS GEOMÉTRICOS POLIEDROS REGULARES SÓLIDOS DE REVOLUÇÃO IRREGULARES CONE TETRAEDRO HEXAEDRO OCTAEDRO DODECAEDRO ICOSAEDRO ESFERA CILINDRO PRISMA PIRÂMIDE RETO OBLÍQUO RETO RETO
Exame Final Nacional de Geometria Descritiva A Prova ª Fase Ensino Secundário º Ano de Escolaridade
Exame Final Nacional de Geometria Descritiva A Prova 708 2.ª Fase Ensino Secundário 2018 11.º Ano de Escolaridade Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho Duração da Prova: 150 minutos. Tolerância: 30 minutos.
ESTUDANDO POLIEDROS COM AUXÍLIO DE SOFTWARE EDUCACIONAL
ESTUDANDO POLIEDROS COM AUXÍLIO DE SOFTWARE EDUCACIONAL Gilmara Teixeira Barcelos - Centro Federal de Educação Tecnológica de Campos (CEFET- Campos) - [email protected] Silvia Cristina Freitas Batista
Prova Brasil de Matemática - 9º ano: espaço e forma
Avaliações externas Prova Brasil de Matemática - 9º ano: espaço e forma A análise e as orientações didáticas a seguir são de Luciana de Oliveira Gerzoschkowitz Moura, professora de Matemática da Escola
MOSAICOS, FAIXAS E ROSETAS NO GEOGEBRA
MOSAICOS, FAIXAS E ROSETAS NO GEOGEBRA Sérgio Carrazedo Dantas Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR) [email protected] Guilherme Francisco Ferreira Universidade Estadual Paulista (UNESP)
REVISÃO Lista 11 Geometria Espacial. para área lateral, total, V para volume, d para diagonal, h para altura, r para raio, g para geratriz )
NOME: ANO: º Nº: PROFESSOR(A): Ana Luiza Ozores DATA: Algumas definições (Nas fórmulas a seguir, vamos utilizar aqui REVISÃO Lista Geometria Espacial A B para área da base, para área lateral, total, V
Prova Prática de Geometria Descritiva A
EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março Prova Prática de Geometria Descritiva A 11.º/12.º Anos de Escolaridade Prova 708/2.ª Fase 6 Páginas Duração da Prova: 150 minutos.
FORMAÇÃO SOBRE CONTEÚDOS DE MATEMATICA DOS 4º E 5º ANOS DO ENSINO FUNDAMENTAL FIGURAS PLANAS E ESPACIAIS
FORMAÇÃO SOBRE CONTEÚDOS DE MATEMATICA DOS 4º E 5º ANOS DO ENSINO FUNDAMENTAL FIGURAS PLANAS E ESPACIAIS Professora: Vanessa Bayerl Cesana PLANA Figuras poligonais e não poligonais. Forma, número de lados,
Exercícios sobre Estudo dos Polígonos
Exercícios sobre Estudo dos Polígonos Material de apoio do Extensivo 1. (Uerj) Ao observar, em seu computador, um desenho como o apresentado a seguir, um estudante pensou tratar-se de uma curva. Porém,
Perspectivas Professora Valéria Peixoto Borges
Universidade Federal de Campina Grande Centro de Ciências e Tecnologia Agroalimentar Perspectivas Professora Valéria Peixoto Borges INTRODUÇÃO A perspectiva é um tipo especial de projeção, na qual são
Computação Gráfica II
Computação Gráfica II Representação de Objetos Prof. Rodrigo Rocha [email protected] http://www.bolinhabolinha.com Pipeline de visualização 3D 1 Representação dos objetos Aramada (Wire frame)
Programação Anual. 6 ọ ano (Regime 9 anos) 5 ạ série (Regime 8 anos) VOLUME VOLUME
Programação Anual 6 ọ ano (Regime 9 anos) 5 ạ série (Regime 8 anos) 1 ọ 2 ọ 1. Sistemas de numeração Características de um sistema de numeração (símbolos e regras) Alguns sistemas de numeração (egípcio,
Construção dos Poliedros: Cubo e Tetraedro e suas Aplicações
Construção dos Poliedros: Cubo e Tetraedro e suas Aplicações Rita de Cássia Pavani Lamas, Departamento de Matemática, IBILCE-UNESP [email protected] Uma aplicação da congruência de triângulos e polígonos
Poliedros Teoria. Superfície Poliédrica é um conjunto finito de polígonos planos cuja disposição no espaço satisfaz as seguintes propriedades:
Poliedros Teoria Superfície Poliédrica é um conjunto finito de polígonos planos cuja disposição no espaço satisfaz as seguintes propriedades: P1. Todo polígono da Superfície Poliédrica possui algum lado
PARTE I - INTRODUÇÃO
MINISTÉRI DA EDUCAÇÃ UNIVERSIDADE FEDERAL D PARANÁ SETR DE CIÊNCIAS EXATAS DEPARTAMENT DE EXPRESSÃ GRÁFICA Professores: Deise Maria Bertholdi Costa Luzia Vidal de Souza e Paulo Henrique Siqueira Disciplina:
Aula 24 mtm B GEOMETRIA ESPACIAL
Aula 24 mtm B GEOMETRIA ESPACIAL Entes Geométricos Ponto A T Reta r s Plano Espaço y α z x Entes Geométricos Postulados ou Axiomas Teorema a 2 = b 2 + c 2 S i =180 Determinação de uma reta Posições relativas
ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS
ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS 1ª Série Desenho Técnico Engenharia da Computação A atividade prática supervisionada (ATPS) é um procedimento metodológico de ensino-aprendizagem desenvolvido por meio
PLANO DE ESTUDOS DE EDUCAÇÃO VISUAL 7.º ANO
DE EDUCAÇÃO VISUAL 7.º ANO Ano Letivo 2015 2016 PERFIL DO ALUNO O aluno é capaz de: Diferenciar materiais básicos de desenho técnico na representação e criação de formas. Desenhar objetos simples presentes
ESCHER: UMA INTERSECÇÃO ENTRE ARTE E MATEMÁTICA
ESCHER: UMA INTERSECÇÃO ENTRE ARTE E MATEMÁTICA Danielle dos Santos Mingatos Escola Villare [email protected] Cátia da Costa Soares Escola Villare [email protected] Resumo: Este trabalho
MATEMÁTICA. Geometria Espacial
MATEMÁTICA Geometria Espacial Professor : Dêner Rocha Monster Concursos 1 Geometria Espacial Conceitos primitivos São conceitos primitivos (e, portanto, aceitos sem definição) na Geometria espacial os
Módulo(s)/tema Conteúdos Competências/Objectivos Estrutura da Prova/ itens de avaliação
Agrupamento de Escolas de Rio Tinto nº 3 Escola Secundária de Rio Tinto ENSINO SECUNDÁRIO RECORRENTE POR MÓDULOS MATRIZ DE PROVA DE AVALIAÇÃO (Avaliação em regime não presencial) Ano Letivo 2016/2017 Disciplina:
SOBREPONDO PAVIMENTAÇÕES VISANDO A OBTER NOVOS PADRÕES
SOBREPONDO PAVIMENTAÇÕES VISANDO A OBTER NOVOS PADRÕES Rosemeire Bressan * Faculdade de Tecnologia - FATEC (Catanduva-SP) [email protected] Mariângela Cazetta Faculdade de Tecnologia - FATEC (São José
Figura 1: Vila africana de Logone Birni [2]
Geometria Fractal Fractais são objetos em que cada parte é semelhante ao objeto como um todo. Isso significa que os padrões da figura inteira são repetidos em cada parte, só que numa escala de tamanho
Material Teórico - Módulo de Geometria Espacial 2 - Volumes e Áreas de Prismas e Pirâmides. Terceiro Ano - Médio
Material Teórico - Módulo de Geometria Espacial 2 - Volumes e Áreas de Prismas e Pirâmides Pirâmides Terceiro Ano - Médio Autor: Prof. Angelo Papa Neto Revisor: Prof. Antonio Caminha M. Neto 12 de agosto
Desenho Computacional. Parte I
FACULDADE FUCAPI Desenho Computacional Parte I, M.Sc. Doutorando em Informática (UFAM) Mestre em Engenharia Elétrica (UFAM) Engenheiro de Telecomunicações (FUCAPI) Referências SILVA, Arlindo; RIBEIRO,
PERFIL DE APRENDIZAGENS. Educação Visual - 7ºANO
- 7ºANO No final do 7º ano, o aluno deverá ser capaz de: DISCIPLINA DOMÍNIO DESCRITOR Técnica T7 - Desenhar objetos simples presentes no espaço envolvente, utilizando materiais básicos de desenho técnico
EXPLORANDO O SOFTWARE POLY- PRO Natália Lummertz 1 Sabrini Micheli da Silva dos Anjos 2 RESUMO
EXPLORANDO O SOFTWARE POLY- PRO Natália Lummertz 1 Sabrini Micheli da Silva dos Anjos 2 RESUMO O Poly-pro é um software matemático que pode ser utilizado no conteúdo de Geometria Espacial. Com o poly pode-se
Projeto Arquitetônico
Projeto Arquitetônico Profa. Dr.-Ing. Erika Borges Leão Disciplina ministrada ao IX semestre do curso de Engenharia Civil Universidade do Estado de Mato Grosso Campus Sinop/MT FORMAS GEOMÉTRICAS BÁSICAS
Expressão Gráfica. Projeção Ortográfica. Professor: Dr. João Paulo Bestete de Oliveira
Expressão Gráfica Projeção Ortográfica Professor: Dr. João Paulo Bestete de Oliveira Projeção ortográfica é um recurso que utiliza vistas, onde o observador vê apenas em duas dimensões, e se posiciona
Colégio Adventista Portão EIEFM MATEMÁTICA Geometria Espacial 2º Ano APROFUNDAMENTO/REFORÇO
Colégio Adventista Portão EIEFM MATEMÁTICA Geometria Espacial 2º Ano APROFUNDAMENTO/REFORÇO Professor: Hermes Jardim Disciplina: Matemática Lista 1 1º Bimestre 2012 Aluno(a): Número: Turma: 1) Resolva
Geometria Descritiva Básica (Versão preliminar)
Geometria Descritiva Básica (Versão preliminar) Prof. Carlos Kleber 5 de novembro de 2008 1 Introdução O universo é essencialmente tridimensonal. Mas nossa percepção é bidimensional: vemos o que está à
Dupla Projeção Ortogonal / Método de Monge
Provas Especialmente Adequadas Destinadas a Avaliar a Capacidade Para a Frequência do Ensino Superior dos Maiores de 23 Anos 2016 Prova de Desenho e Geometria Descritiva - Módulo de Geometria Descritiva
3º TRIMESTRE DE 2016
COLÉGIO MILITAR DO RIO E JANEIRO LISTA DE EXERCÍCIOS COMPLEMENTARES GEOMETRIA ESPACIAL º ANO DO ENSINO MÉDIO Equipe: Prof. Cap Boente, Prof Magda, Prof Fernando e Prof Zamboti 3º TRIMESTRE DE 06 PRISMAS
PLANO DE ESTUDOS DE EDUCAÇÂO VISUAL 7ºANO
PLANO DE ESTUDOS DE EDUCAÇÂO VISUAL 7ºANO Ano Letivo 2015 2016 PERFIL DO ALUNO O aluno è capaz de: Diferenciar materiais básicos de desenho técnico na representação e criação de formas. Desenhar objetos
Módulo(s)/tema Conteúdos Competências/Objectivos Estrutura da Prova/ itens de avaliação
Agrupamento de Escolas de Rio Tinto nº 3 Escola Básica e Secundária de Rio Tinto ENSINO SECUNDÁRIO RECORRENTE POR MÓDULOS CAPITALIZÁVEIS o MATRIZ DE PROVA DE AVALIAÇÃO EM REGIME NÃO PRESENCIAL Disciplina:
4º. ano 1º. VOLUME. Projeto Pedagógico de Matemática 1. AS OPERAÇÕES E AS HABILIDADES DE CALCULAR MENTALMENTE. Números e operações.
4º. ano 1º. VOLUME 1. AS OPERAÇÕES E AS HABILIDADES DE CALCULAR MENTALMENTE Realização de compreendendo seus significados: adição e subtração (com e sem reagrupamento) Multiplicação (como adição de parcelas
Projeções de entidades geométricas elementares condicionadas por relações de pertença (incidência) 8
Índice Item Representação diédrica Projeções de entidades geométricas elementares condicionadas por relações de pertença (incidência) 8 Reta e plano 8 Ponto pertencente a uma reta 8 Traços de uma reta
PARTE I - INTRODUÇÃO
MINISTÉRI DA EDUCAÇÃ UNIVERSIDADE FEDERAL D PARANÁ SETR DE CIÊNCIAS EXATAS DEPARTAMENT DE EXPRESSÃ GRÁFICA Professores: Deise Maria Bertholdi Costa e Paulo Henrique Siqueira Disciplina: Geometria Descritiva
LINGUAGEM ARQUITETÔNICA DESENHO GEOMÉTRICO
LINGUAGEM ARQUITETÔNICA E DESENHO GEOMÉTRICO O QUE FAREMOS POR AQUI? Linguagem Arquitetônica: Diz respeito à área de estudos de linguagens de construção à transmissão da arquitetura como forma de conhecimento.
Tempo Conteúdos Atividades/Estratégias Objetivos Gerais
Escola Secundária Homem Cristo ANO LETIVO 2018/2019 PLANIFICAÇÃO Disciplina: Geometria Descritiva A 11º ANO Tempo Conteúdos Atividades/Estratégias Objetivos Gerais 1º Período 2 aulas 1.Revisão de conteúdos
3 ÁREAS E VOLUME DO TRONCO DE PIRÂMIDE 1 TRONCO DE PIRÂMIDE 2 SEMELHANÇA ENTRE AS PIRÂMIDES. 3.1 Área lateral. 3.2 Área das bases. 3.
Matemática Pedro Paulo GEOMETRIA ESPACIAL VIII 1 TRONCO DE PIRÂMIDE Chamaremos de tronco de pirâmide de bases paralelas a porção da pirâmide limitada por sua base e por uma secção transversal qualquer
