AVALIAÇÃO DE RECURSOS EÓLICOS POTÊNCIA DO VENTO
|
|
|
- Margarida de Sintra de Carvalho
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 AVALIAÇÃO DE RECURSOS EÓLICOS POTÊNCIA DO VENTO
2 SENAI PETROBRÁS CTGÁS-ER AVALIAÇÃO DE RECURSOS EÓLICOS POTÊNCIA DO VENTO 2010 CTGÁS-ER NATAL/RN 2011 Centro de Tecnologia do Gás e Energias Renováveis CTGÁS ER 2
3 Qualquer parte desta obra poderá ser reproduzida, desde que citada à fonte. Diretor Executivo Rodrigo Diniz de Mello Diretor de Tecnologias Pedro Neto Nogueira Diógenes Diretor de Negócios José Geraldo Saraiva Pinto Coordenadora Maria do Socorro Almeida Elaboração Ênio Bueno Pereira Diagramação Akliz Ventura FICHA CATALOGRÁFICA CENTRO DE TECNOLOGIASDO GÁS E ENERGIAS RENOVÁVEIS CTGÁS-ER AV: Cap. Mor Gouveia, 1480 Lagoa Nova. CEP: Natal - RN Telefone: (84) FAX: (84) Centro de Tecnologia do Gás e Energias Renováveis CTGÁS ER 3
4 Sumário 1. Potência eólica disponível e utilizável Erros na leitura de velocidade do vento... 6 Bibliografia...13 Centro de Tecnologia do Gás e Energias Renováveis CTGÁS ER 4
5 1. Potência eólica disponível e utilizável Através das turbinas eólicas, a energia cinética contida no vento é convertida em energia mecânica pelo giro das pás do rotor e transformada em energia elétrica pelo gerador. As turbinas eólicas encontram-se inseridas na camada superficial da atmosfera, utilizando a energia do vento em uma ampla faixa de alturas. A potência P contida no vento fluindo perpendicularmente com velocidade v através de uma área A que pode representar a área de interceptação das hélices de uma turbina eólica é dada por: P = 1 2 ρav3 onde a densidade do ar, representada por é função da pressão atmosférica e da temperatura do ar que estão diretamente associados com a altitude local. A densidade de potência eólica (DP), que representa a relação entre a potência eólica disponível no vento e a área da seção transversal (A) da turbina eólica, é dada por: DP = P A = 1 2 ρv3 A densidade do ar pode ser estimada a partir de ρ ( z) = p 0 RT e gz RT onde (z) é a densidade do ar (em kg/m 3 ) em função da altitude z, p 0 é a pressão atmosférica ao nível do mar (em kg/m 3 ), T é a temperatura do ar (em K), g é a aceleração da gravidade (em m/s 2 ) e R é a constante específica do ar (em J/K mol). Em resumo, a potência eólica, isto é, a energia total disponível por unidade de tempo é proporcional à terceira potência da velocidade do vento. Isso justifica o cuidado que temos que ter na qualidade dos dados de vento obtidos em um levantamento anemométrico para fins de geração de energia, já que um pequeno erro na medida da velocidade do vento repercute fortemente no cálculo da potencia eólica. Centro de Tecnologia do Gás e Energias Renováveis CTGÁS ER 5
6 2. Erros na leitura de velocidade do vento A teoria da propagação dos erros permite inferir que a incerteza na potencia eólica P varia com a incerteza na velocidade do vento v segundo a equação: P P = 3 v v Para o cálculo da potencia teórica gerada por uma turbina, primeiro é necessário conhecer a distribuição de frequência das velocidades de vento v(t). As velocidades de cada classe de vento (intervalo de velocidades de vento) são multiplicadas pela probabilidade de sua ocorrência durante o intervalo de tempo T de duração das medidas. A suma desses produtos produz a velocidade média efetiva do vento. A Tabela abaixo ilustra um exemplo desse cálculo. classse de vento m/s Velocidade do vento m/s Frequencia de ocorrência Velocidade poderada m/s > Vel. Média Normalmente a curva que melhor se ajusta no gráfico das frequência de velocidades do vento v é a curva distribuição estatística de Weibull, dada pela equação abaixo. Centro de Tecnologia do Gás e Energias Renováveis CTGÁS ER 6
7 Onde as constantes, c é conhecida com o fator de escala e corresponde à velocidade máxima do vento que compreende 63,2% dos casos, k é conhecida como o fator de forma, relacionado a qualidade dos ventos. Podemos entender melhor o significado do fator de forma pela curva que ilustra a variabilidade da velocidade do vento com o fator k, abaixo. Fator de forma e variabilidade do vento O fator de escala está, portanto relacionado com a qualidade do vento, ou seja, quanto maior o fator k, menor será sua variabilidade. Isso pode ser também ilustrado pela figura abaixo, que mostra a curva de distribuição de Weibull para vários fatores de forma. A medida que o fator k aumenta, a curva se aproxima mais de uma curva gaussiana. Centro de Tecnologia do Gás e Energias Renováveis CTGÁS ER 7
8 A integral da função de Weibull permite estimar a Função de Confiabilidade R(V) que nos Informa a fração dos dados em que a velocidade do vento é superior a um determinado valor V. A potencia teoricamente extraída da turbina eólica é dada pela convolução entre a distribuição de velocidades de vento e a curva de potencia da turbina eólica. E total = f i P i T f i = t i T Onde T é período de tempo considerado no cálculo da energia gerada, P i é a potencia gerada para a classe de vento i, obtida de curva de potência da turbina que é fornecida pelo fabricante e f i é a frequência de cada classe de vento v i no intervalo de tempo T das medidas. A tabela abaixo ilustra um exemplo desse cálculo. Classe de vento m/s Velocidade do vento m/s Frequencia de ocorrência Velocidade ponderada m/s Curva da turbina kw Potência kw 0-1 0,5 0,0069 0, , ,5 0,2426 0, , ,5 0,0485 0, , ,5 0,0624 0, , ,5 0,0762 0, , ,5 0,0832 0, , ,5 0,0693 0, , ,5 0,0624 0, , ,5 0,0589 0, , ,5 0,0554 0, , ,5 0,0347 0, , ,5 0,0277 0, , ,5 0,0208 0, , ,5 0,0139 0, , ,5 0,1178 1, , ,5 0,0069 0, , ,5 0,0049 0, , ,5 0,0055 0, , ,5 0,0014 0, ,8 over ,0007 0, ,4 Total 1,0000 6, Centro de Tecnologia do Gás e Energias Renováveis CTGÁS ER 8
9 Esse cálculo nos permite concluir que nem toda a potencia contida no vento pode ser extraída, já que a curva de potencia da turbina é uma função não linear da velocidade. A figura abaixo ilustra, de forma qualitativa, como variam a potencia gerada e a potência do vento versus a velocidade do vento. Enquanto a potencia do vento cresce como função cúbica da velocidade do vento, a curva da potencia máxima teórica extraída do vento obedece uma função que se estabiliza em um máximo e, depois, passa a decair a zero, quando a turbina corta a produção de energia em ventos muito intensos. Potência do vento e potencia teórica gerada versus velocidade do vento. No entanto, a energia do vento nunca pode ser totalmente extraída pelas pás da turbina. O valor máximo da potência que pode ser extraída do vento corresponde a 59% da potência total disponível Betz (1982). Somam-se a isso perdas mecânicas na turbina (geometria das pás entre outros) que reduzem a potência máxima utilizável a, aproximadamente, 42% da potência total disponível no vento Gasch e Twele (2002). Esse máximo é conhecido como Rendimento de Betz ou Limite de Betz. Esse limite é demonstrado a seguir, com base no esquema abaixo: Centro de Tecnologia do Gás e Energias Renováveis CTGÁS ER 9
10 O trabalho realizado pela turbina é proporcional a variação da energia cinética K do vento: τ = K Pode-se provar que a velocidade média na turbina é igual a: v med = 1 2 (v + v ) 1 2 O fluxo da massa de ar que passa pela turbina na unidade de tempo é dada por: m t = ρav med Substituindo o valor de v med resulta em: m t = ρa 1 2 (v 1 + v 2 ) Por outro lado, a potência eólica extraída da turbina é dada pela variação do trabalho realizado K no intervalo de tempo t : P = τ t = K t Como o trabalho é igual a variação da energia cinética, e que temos: Substituindo na equação da potencia P, temos: Substituindo o valor do fluxo da massa de ar m t nesta equação, temos: Centro de Tecnologia do Gás e Energias Renováveis CTGÁS ER 10
11 Por outro lado, a potência eólica disponível no ar antes de passar pela turbina é igual a: Temos que a razão entre a potencia disponível no ar antes e depois de passa pela turbina vale: Rearranjando os termos desta equação, obtemos: P = 1 P v 2 2 v 1 1+ v 2 v 1 Definindo v 2 v 1 = a, obtemos o coeficiente de potência c p : P P 0 = c p = 1 2 (1 a)2 (1+ a) Montando um gráfico de c p versus a obtemos a figura abaixo: Centro de Tecnologia do Gás e Energias Renováveis CTGÁS ER 11
12 Ou seja, a máxima eficiência teórica que uma turbina eólica poderá atingir é de pouco mais do que 59%. Na prática, esse limite não é atingido os valores realistas são da ordem de 44% devido a vários tipos de perdas, sejam devido as forças de atrito como da aerodinâmica das pás do aerogerador. Além dos limites físicos apontados acima, a capacidade de geração de energia é limitada pelo tempo em que o vento sopra com velocidade suficiente para acionar o rotor da turbina eólica. A essa limitação, denominamos de Fator de Capacidade que é definido como: FC = E a P n t Onde, E a é energia produzida, P n a potência nominal e t o tempo. Centro de Tecnologia do Gás e Energias Renováveis CTGÁS ER 12
13 Bibliografia R. Gasch and J. Twele (eds), Wind Power Plants: Fun- damentals, Design, Construction and Operation (So- larpraxis AG, Alemanha, 2002). A. Betz, Windenergie und ihre Ausnutzung durch Windmhlen. Gttingen: Vandenhoek and Ruprecht, 1926 (Reprint by O ko-verlag Kassel, Germany 1982). Centro de Tecnologia do Gás e Energias Renováveis CTGÁS ER 13
ESTIMATIVA DE OBTENÇÃO DE ENERGIA A PARTIR DO VENTO EM UMA ÁREA DADA
1 de 6 ESTIMATIVA DE OBTENÇÃO DE ENERGIA A PARTIR DO VENTO EM UMA ÁREA DADA G.P.Viajante, J.R.Camacho,D.A.Andrade Universidade Federal de Uberlândia E-mails: [email protected], [email protected], [email protected]
WWW.RENOVAVEIS.TECNOPT.COM
Energia produzida Para a industria eólica é muito importante a discrição da variação da velocidade do vento. Os projetistas de turbinas necessitam da informação para otimizar o desenho de seus geradores,
ESALQ. Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Universidade de São Paulo. Prof. Dr. Walter F. Molina Jr Depto de Eng. de Biossistemas 2011
ESALQ Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Universidade de São Paulo Prof. Dr. Walter F. Molina Jr Depto de Eng. de Biossistemas 2011 MOTORES EÓLICOS 1. PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO. O QUE É VENTO?
Física do Meio Ambiente
Física do Meio Ambiente Tema: Energia Eólica no Brasil Alex Sandro De Lima 7580414 Rubens Parker 8604130 Energia Eólica É a energia cinética contida nas massas de ar em movimento (vento); Sua conversão
PEA 3100 Energia, Meio Ambiente e Sustentabilidade. Aula 9 Fontes Renováveis de Energia. Energia Eólica
PEA 3100 Energia, Meio Ambiente e Sustentabilidade Aula 9 Fontes Renováveis de Energia Energia Eólica slide 1 / 27 Produção de Energia Elétrica Geração Eólica Parque Eólico Osório Osório/RS Foto: Carlos
Universidade Eduardo Mondlane Faculdade de Engenharia
Universidade Eduardo Mondlane Faculdade de Engenharia Departamento de Engenharia Mecanica Energias Renovaveis 4 o Ano Prof. Doutor Engenheiro Jorge Nhambiu 1 Aula 7 Energia Eólica (Pratica) Prof. Doutor
Aula 09. Turbinas Eólicas
Aula 09 Turbinas Eólicas Prof. Heverton Augusto Pereira Universidade Federal de Viçosa - UFV Departamento de Engenharia Elétrica - DEL Gerência de Especialistas em Sistemas Elétricos de Potência Gesep
Profa. Eliane Fadigas Prof. Alberto Bianchi
PEA 2200 Energia, Meio Ambiente e Sustentabilidade Energia Eólica Profa. Eliane Fadigas Prof. Alberto Bianchi slide 1 / 30 Potencial energético do vento Energia Cinética: ocasionada pelo movimento de massas
Profa. Eliane Fadigas Prof. Alberto Bianchi
PEA 2200 Energia, Meio Ambiente e Sustentabilidade Energia Eólica Profa. Eliane Fadigas Prof. Alberto Bianchi slide 1 / 30 Detalhes de um aerogerador de eixo horizontal Pás de rotor Caixa de multiplicação
Recursos Eólicos De onde vem a energia eólica? A energia eólica é a energia cinética dos deslocamentos de massas de ar, gerados pelas diferenças de temperatura na superfície do planeta. Resultado da associação
Aula 10 Tecnologias de Aerogeradores
Aula 10 Tecnologias de Aerogeradores Prof. Heverton Augusto Pereira Universidade Federal de Viçosa - UFV Departamento de Engenharia Elétrica - DEL Gerência de Especialistas em Sistemas Elétricos de Potência
ALUNO(A): TURMA: TURNO: DATA: / / COLÉGIO:
ALUNO(A): PROVA COMENTADA OBF 014 PRIMEIRA FASE NÍVEL 1 Professor: Edney Melo Nº TURMA: TURNO: DATA: / / COLÉGIO: 01. A unidade de energia no sistema internacional é o JOULE (J) 0. Uma fonte renovável
Anexo II Interpolação dos resultados do Brams para alturas comerciais
Anexo II Interpolação dos resultados do Brams para alturas comerciais Após o encerramento das simulações do modelo Brams para o ano de 013, o Cepel solicitou ao Inpe diversos cálculos de pós-processamento
Análise de Desempenho de Parque Eólico Utilizando Tecnologia LiDAR. Daniel Faro 1, Darlan Santos 2, Jonathan Amanajas 3, Luciano Cruz 4
Tópico: Novas tecnologias e P&D Análise de Desempenho de Parque Eólico Utilizando Tecnologia LiDAR Daniel Faro 1, Darlan Santos 2, Jonathan Amanajas 3, Luciano Cruz 4 1,2,3,4 Laboratório de Mapas Dados
Lista de Exercícios Perda de Carga Localizada e Perda de Carga Singular
Lista de Exercícios Perda de Carga Localizada e Perda de Carga Singular 1. (Petrobrás/2010) Um oleoduto com 6 km de comprimento e diâmetro uniforme opera com um gradiente de pressão de 40 Pa/m transportando
TURBINAS. Engenharia Elétrica Especializada. Eng. Vlamir Botelho Ferreira 1 INTRODUÇÃO
1 TURBINAS Eng. Vlamir Botelho Ferreira 1 INTRODUÇÃO Turbinas são equipamentos mecânicos que transformam energia de algum fluido (água, vento, gás, etc) que se move através dela, convertendo ou a energia
Turbinas Hidráulicas
Modelo de Turbinas Turbinas Hidráulicas A geração de energia hidrelétrica utiliza turbinas hidráulicas para acionamento dos hidrogeradores; Três tipos de turbinas são largamente utilizadas: turbinas Pelton
Prof. Ricardo Brauer Vigoderis, D.S. website:
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO UNIDADE ACADÊMICA DE GARANHUNS Prof. Ricardo Brauer Vigoderis, D.S. Email: [email protected] website: www.vigoderis.tk Suméria por volta de 4.000 A.C. Egípcios
SELEÇÃO DE BOMBAS HIDRÁULICAS
SELEÇÃO DE BOMBAS HIDRÁULICAS Prof. Jesué Graciliano da Silva https://jesuegraciliano.wordpress.com/aulas/mecanica-dos-fluidos/ 1- EQUAÇÃO DE BERNOULLI A equação de Bernoulli é fundamental para a análise
Disciplina: Sistemas Fluidomecânicos. Análise de Turbomáquinas
Disciplina: Sistemas Fluidomecânicos Análise de Turbomáquinas Análise de Turbomáquinas O método empregado para a análise de turbomáquinas depende essencialmente dos dados a serem obtidos. Volume de controle
Diagrama do Pré-projeto
Diagrama do Pré-projeto Relembrando... A localização dos aerogeradores deve ser otimizada. O projeto deve considerar os seguintes itens: Limites do terreno; Áreas restritas; Direção predominante do vento;
Geração Elétrica Centrais Eólicas para Geração de Energia Elétrica
Geração Elétrica Centrais Eólicas para Geração de Energia Elétrica Prof. Dr. Eng. Paulo Cícero Fritzen 1 GERAÇÃO EÓLICA Introdução A utilização da energia contida no vento, ou eólica, para o acionamento
PROPOSTAS PARA DIMENSIONAMENTO DE UM PARQUE EÓLICO NA REGIÃO DE ARARAQUARA
PROPOSTAS PARA DIMENSIONAMENTO DE UM PARQUE EÓLICO NA REGIÃO DE ARARAQUARA JOSÉ EVANGELISTA CHIUSO ADM. DE EMPRESAS ALUNO DE PÓS-GRADUAÇÃO FEM/UNICAMP ADRIANO JERONIMO DA SILVA MSC. ENG. ELETRICISTA ALUNO
Módulo II Energia, Calor e Trabalho
Módulo II Energia, Calor e Trabalho Energia A energia pode se manifestar de diversas formas: mecânica, elétrica, térmica, cinética, potencial, magnética, química e nuclear. A energia total de um sistema
Meteorologia e vento Metodologias de mapeamento eólico Resultados do Mapeamento Eólico no Brasil Aquisição e Tratamento de Dados de campo Pesquisas
XIJEELB Universidade Federal de Uberlândia Abril de 2010 Mapas Eólicos no Brasil Fernando Ramos Martins Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais Centro de Ciências do Sistema Terrestre Centro de Previsão
PEA ENERGIA EÓLICA FUNDAMENTOS E VIABILIDADE TÉCNICO-ECONÔMICA. Aula 2 Recursos Eólicos e suas características
PEA 5002- ENERGIA EÓLICA FUNDAMENTOS E VIABILIDADE TÉCNICO-ECONÔMICA Aula 2 Recursos Eólicos e suas características Potencial energético do vento Energia Cinética: ocasionada pelo movimento de massas de
Disciplina: Sistemas Fluidomecânicos. Características de Desempenho 1ª Parte
Disciplina: Sistemas Fluidomecânicos Características de Desempenho 1ª Parte Características de Desempenho Para especificar uma máquina de fluxo, o engenheiro deve ter em mãos alguns dados essenciais: altura
Modelagem de Aerogeradores em Estudos Elétricos
Encontro Internacional de Energia Eólica 3o. Painel Tecnologia e Integração de Centrais Elétricas à Rede Modelagem de Aerogeradores em Estudos Elétricos Natal, RN 22 de Setembro de 2005 Nelson Martins
Determinação de Potencial Eólico no Estado do Rio de Janeiro
Determinação de Potencial Eólico no Estado do Rio de Janeiro 1 Valdo S. Marques, 1 José C. Mendonça, 1 Francisca M. A. Pinheiro, 1 Rosane R. Chaves, 2 Romisio G. B. André 1Laboratório de meteorologia LAMET/CCT/UENF
Equação da Conservação de Energia (Primeira Lei da Termodinâmica)
quação da onservação de nergia (Primeira Lei da Termodinâmica) A primeira lei da termodinâmica é um enunciado da conservação de energia aplicado a um sistema. sse princípio de conservação afirma que a
FICHA TÉCNICA Energia Eólica. nº Maio Nº Pág.s: 5. Copyright Construlink.com - Todos os direitos reservados.
FICHA TÉCNICA Energia Eólica Nº Pág.s: 5 nº 24 29. Maio. 2007 Energia Eólica 01 A energia eólica encontra-se na categoria das Fontes de Energia Renováveis (FER), em que mais se tem apostado na Europa durante
Tecnologia Eólica para Produção de Energia Eléctrica
Apresentação Tecnologia Eólica para Produção de Energia Eléctrica Mafalda Antunes [email protected] Departamento de Electrónica Industrial O que é a Energia Eólica? E A energia eólica, é a energia
Lista de Exercícios de Operações Unitárias I
Lista de Exercícios de Operações Unitárias I Bombas Prof. Dra. Lívia Chaguri Monitor Victor Ferreira da Motta L. Fonseca ¹Exercício 1) Considere a instalação mostrada na Figura 1. Azeite de Oliva a 20
Universidade Federal de Santa Catarina Departamento de Engenharia Mecânica Centro Tecnológico ENERGIAS RENOVÁVEIS. Prof. Júlio César Passos
Universidade Federal de Santa Catarina Departamento de Engenharia Mecânica Centro Tecnológico ENERGIAS RENOVÁVEIS VEIS ENERGIA EÓLICA E (1) Prof. Júlio César Passos Email: [email protected] Florianópolis,
Energia eólica Programa: Mestrado em Energia
Energia eólica Programa: Mestrado em Energia O desenvolvimento e estudo do recurso e tecnologia eólica têm maturado rapidamente nos últimos anos, estabelecendo-se como uma das fontes de energia limpa mais
Classificação dos Ventiladores São geralmente classificados em centrífugos, hélico-centrífugos e axiais
Classificação dos Ventiladores São geralmente classificados em centrífugos, hélico-centrífugos e axiais Quanto ao nível energético de pressão: Baixa pressão: até 0,0 kgf/cm (00 mmca) Média pressão: de
Tecnologias de Operação e Controle de Aerogeradores. Eng. Antonio Carlos de Barros Neiva MSc., MBA
Tecnologias de Operação e Controle de Aerogeradores Eng. Antonio Carlos de Barros Neiva MSc., MBA [email protected] Sumário Fundamentos de energia eólica Aerodinâmica aplicada Geradores e sistemas acessórios
Análise da distribuição da velocidade dos ventos em Piracicaba/SP
Análise da distribuição da velocidade dos ventos em Piracicaba/SP Lêda Valéria Ramos Santana Prof. Dra. Cláudia Helena Dezotti Prof. Dra. Tatijana Stosic Evelyn Souza Chagas Hérica Santos da Silva Introdução
5. Evaporação e Transpiração
Transpiração 5.1. Definição Na fase terrestre do ciclo hidrológico, a evaporação e a transpiração são os processos físicos responsáveis pelas perdas de água da superfície para a atmosfera. Aos processos
MVO-31: Desempenho de Aeronaves
Modelo atmosférico Departamento de Mecânica do Voo Divisão de Engenharia Aeroespacial Instituto Tecnológico de Aeronáutica 2019 terrestre padrão, ISA terrestre real: ISA+ T A atmosfera é definida pelas
Introdução. ücalor transferido a um dispositivo(caldeira ou compressor); ütrabalho feito por um objeto ( bomba ou turbina);
Equação da Energia Introdução Muitos problemas envolvendo o movimento dos fluidos exigem que a primeira lei da termodinâmica, também chamada equação da energia, seja usada para relacionar as quantidades
UFJF CONCURSO VESTIBULAR GABARITO DA PROVA DE FÍSICA
UFJF CONCURSO VESIBULAR 0- GABARIO DA PROVA DE FÍSICA Questão A pressão P no interior de um fluido em equilíbrio varia com a profundidade h como P = P 0 + ρgh. A equação dos gases ideais relaciona a pressão,
Processamento da Energia Eólica
Processamento da Energia Eólica Professor: Marcello Mezaroba Dr. Email: [email protected] Maio de 2016 Sumário I. Componentes de um aerogerador de eixo horizontal II. Funcionamento de um gerador
PEA 2200/3100 ENERGIA, MEIO AMBIENTE E SUSTENTABILIDADE. 2ª Prova
PEA 2200/3100 ENERGIA, MEIO AMBIENTE E SUSTENTABILIDADE 2ª Prova 16.05.2014 Instruções: Responda as questões nos espaços reservados para as respostas, caso necessário, utilize o verso da folha que contém
Cap. 4: Análise de Volume de Controle
Cap. 4: Análise de Volume de Controle AR Ar+Comb. www.mecanicavirtual.org/carburador2.htm Cap. 4: Análise de Volume de Controle Entrada, e Saída, s Conservação da Massa em um Sistema dm dt sist = 0 Conservação
AB-721 Atividade 1. Flávio Ribeiro / Figura 1: Pouso de planador na competição de 2008 em Lüsse, Alemanha.
AB-72 Atividade Flávio Ribeiro / [email protected] 209 Objetivo Figura : Pouso de planador na competição de 2008 em Lüsse, Alemanha. O objetivo desta aula prática começar a usar o MATLAB para aplicações
ENERGIA EÓLICA PARA GERAÇÃO DE ELETRICIDADE E A IMPORTÂNCIA DA PREVISÃO
ENERGIA EÓLICA PARA GERAÇÃO DE ELETRICIDADE E A IMPORTÂNCIA DA PREVISÃO Alessandro Dalmaz [email protected] Leme Engenharia Florianópolis SC Júlio César Passos [email protected] LEPTEN / LABSOLAR
PEA : Produção de Energia Elétrica. Geração Hidrelétrica
PEA -2420 : Produção de Energia Elétrica Geração Hidrelétrica Parte 3 Prof. Dra. Eliane Fadigas Escola Politécnica da Universidade de São Paulo ESCOLHA DO TIPO DE TURBINA Uma turbina é escolhida para atender
1. SISTEMAS SOLARES TÉRMICOS
35088-(36) Diário da República, 2.ª série N.º 234 3 de dezembro de 2013 Despacho (extrato) n.º 15793-H/2013 Nos termos e para os efeitos do Decreto -Lei n.º 118/2013, de 20 de agosto e respetiva regulamentação,
Disciplina: Sistemas Fluidomecânicos. Cavitação e Altura de Carga de Sucção Positiva Disponível 1ª Parte
Disciplina: Sistemas Fluidomecânicos Cavitação e Altura de Carga de Sucção Positiva Disponível 1ª Parte Cavitação e Altura de Carga A cavitação ocorre quando a pressão estática de um líquido decair para
GERAÇÃO EÓLICA Aerogeradores, O Terreno e o Vento PhD. Eng. Clodomiro Unsihuay Vila. Prof. Dr. Clodomiro Unsihuay-Vila Vila
GERAÇÃO EÓLICA Aerogeradores, O Terreno e o Vento PhD. Eng. Clodomiro Unsihuay Vila Prof. Dr. Clodomiro Unsihuay-Vila Vila Turbinas Eólicas FORÇAS AERODINÂMICAS: Arrasto : força na direção do vento Sustentação
AB-701: Desempenho de Aeronaves
(carga horária: 28 horas) Departamento de Mecânica do Voo Divisão de Engenharia Aeroespacial Instituto Tecnológico de Aeronáutica 2016 PARTE I Modelo Atmosférico e Velocidades A atmosfera é definida pelas
Avaliação Prática Seleção Final 2016 Olimpíadas Internacionais de Física 11 de Abril 2016
Caderno de Questões Avaliação Experimental Instruções 1. Este caderno de questões contém DEZ folhas, incluindo esta com as instruções e rascunhos. Confira antes de começar a resolver a prova. 2. A prova
Introdução ao Projeto de Aeronaves. Aula 18 Tempo para a Missão e Metodologia para o Gráfico de Carga Útil
Introdução ao Projeto de Aeronaves Aula 18 Tempo para a Missão e Metodologia para o Gráfico de Carga Útil Tópicos Abordados Tempo Estimado para a Missão. Traçado do Gráfico de Carga Útil. Dicas para Análise
MVO-11: Dinâmica de Veículos Aeroespaciais
(carga horária: 64 horas) Departamento de Mecânica do Voo Divisão de Engenharia Aeronáutica Instituto Tecnológico de Aeronáutica 2014 PARTE I Modelo Atmosférico e Velocidades terrestre padrão, ISA terrestre
EM PORTUGAL. As Energias do Presente e do Futuro. Situação, objectivo e desafios. Lisboa, 21 de Novembro de Álvaro Rodrigues
As Energias do Presente e do Futuro Lisboa, 21 de Novembro de 2005 ENERGIA EÓLICA E EM PORTUGAL Situação, objectivo e desafios Álvaro Rodrigues Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Instituto
Escoamento interno viscoso e incompressível
Escoamento interno viscoso e incompressível Paulo R. de Souza Mendes Grupo de Reologia Departamento de Engenharia Mecânica Pontifícia Universidade Católica - RJ agosto de 200 Sumário o conceito de desenvolvimento
Disciplina: Sistemas Fluidomecânicos. Equação da Quantidade de Movimento para Regime Permanente
Disciplina: Sistemas Fluidomecânicos Equação da Quantidade de Movimento para Regime Permanente Introdução A revisão de Mecânica dos Fluidos discorreu, entre outros tópicos, sobre como é realizado o balanceamento
FENÔMENOS DE TRANSPORTES AULA 7 E 8 EQUAÇÕES DA ENERGIA PARA REGIME PERMANENTE
FENÔMENOS DE TRANSPORTES AULA 7 E 8 EQUAÇÕES DA ENERGIA PARA REGIME PERMANENTE PROF.: KAIO DUTRA Equação de Euler Uma simplificação das equações de Navier-Stokes, considerando-se escoamento sem atrito
Energia Eólica. Estado da Arte e Princípios Físicos. Sumário
Centro de Pesquisas de Energia Elétrica Energia Eólica Estado da Arte e Princípios Físicos Ricardo Marques Dutra Departamento de Tecnologias Especiais - DTE Sumário Estado da Arte Tecnologia Eólica Viabilidade
Fontes renováveis de energia Energia Eólica
Aula Energias Renováveis Energia Eólica - - História - Potencial eólico - Categorização das turbinas eólicas - Características das turbinas eólicas - Construção de turbinas eólicas Mapa Mundial Pressão
METODOLOGIA E RESULTADOS DE CALIBRAÇÃO DE ANEMÔMETROS CE-EÓLICA - Centro de Energia Eólica - PUCRS, Porto Alegre, Brasil
V CONGRESSO BRASILEIRO DE METROLOGIA Metrologia para a competitividade em áreas estratégicas 9 a 13 de novembro de 9. Salvador, Bahia Brasil. METODOLOGIA E RESULTADOS DE CALIBRAÇÃO DE ANEMÔMETROS CE-EÓLICA
1º SIMULADO DISCURSIVO IME FÍSICA
FÍSICA Questão 1 Considere o veículo de massa M percorrendo uma curva inclinada, de ângulo, com raio R constante, a uma velocidade V. Supondo que o coeficiente de atrito dos pneus com o solo seja, calcule
Estimativa da potência dos motores de combustão interna IT 154- MOTORES E TRATORES
Estimativa da potência dos motores de combustão interna IT 154- MOTORES E TRATORES 27/04/2010 Universidade Federal Rural do Rio de janeiro Carlos Alberto Alves Varella Introdução A potência representa
Fórmulas de Física CIÊNCIAS DA NATUREZA E SUAS TECNOLOGIAS DATA: 20/05/19 PROFESSOR: GILBERTO ALUNO(A): = v 0. v: velocidade final (m/s)
PROFESSOR: GILBERTO ALUNO(A): CIÊNCIAS DA NATUREZA E SUAS TECNOLOGIAS DATA: 20/05/19 000 Fórmulas de Física Em Física, as fórmulas representam as relações entre grandezas envolvidas em um mesmo fenômeno
MATEMÁTICA FÍSICA QUESTÃO 01. Para seus cálculos, sempre que necessário, utilize os seguintes dados:
MATEMÁTICA FÍSICA FÍSICA AS QUESTÕES DESTA PROVA FAZEM REFERÊNCIA A DIVERSOS ASPECTOS DO FUNCIONAMENTO DE UM NAVIO TRANSATLÂNTICO. Para seus cálculos, sempre que necessário, utilize os seguintes dados:
Transporte Iônico e o Potencial de Membrana
Transporte Iônico e o Potencial de Membrana Até o momento, consideramos apenas o transporte de solutos neutros (sem carga elétrica) através da membrana celular. A partir de agora, vamos passar a estudar
Geração de energia elétrica com pipa Stanislav Tairov 1, Daniel Agnoletto 2, Atíllio Pinno Fetter 3 1
Geração de energia elétrica com pipa Stanislav Tairov 1, Daniel Agnoletto 2, Atíllio Pinno Fetter 3 1 Universidade de Caxias do Sul ([email protected]) 2 Universidade de Caxias do Sul ([email protected])
Prova de Conhecimentos Específicos. 1 a QUESTÃO: (1,0 ponto) PROAC / COSEAC - Gabarito. Engenharia de Produção e Mecânica Volta Redonda
Prova de Conhecimentos Específicos 1 a QUESTÃO: (1,0 ponto) Calcule a derivada segunda d dx x ( e cos x) 1 ( ) d e x cosx = e x cos x e x sen x dx d dx ( x x ) e cos x e senx = 4e x cos x + e x sen x +
Análise do Modelo de WRF na Região de Girau do Ponciano-AL, para um Período Seco e um Período Chuvoso.
Análise do Modelo de WRF na Região de Girau do Ponciano-AL, para um Período Seco e um Período Chuvoso. Maria Francisca Azeredo Velloso 1,2, Fernando Martins 1, Enio B. Pereira 1 1 Centro de Ciências do
EFICIÊNCIA ENERGÉTICA (EFE)
EFICIÊNCIA ENERGÉTICA (EFE) Prof.: Bruno Gonçalves Martins [email protected] RECAPITULANDO Apresentação da disciplina; Conceito de energia; Conceito de eficiência energética; Panorama energético
Transferência de Calor
Transferência de Calor Escoamento Sobre uma Placa Plana Filipe Fernandes de Paula [email protected] Departamento de Engenharia de Produção e Mecânica Faculdade de Engenharia Universidade
Aproveitamento da energia eólica. Fontes alternativas de energia - aproveitamento da energia eólica 1
Aproveitamento da energia eólica Fontes alternativas de energia - aproveitamento da energia eólica 1 Formas de aproveitamento Denomina-se energia eólica a energia cinética contida nas massas de ar em movimento
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL CURSOS DE ENGENHARIA DE ENERGIA E MECÂNICA MEDIÇÕES TÉRMICAS Prof. Paulo Smith Schneider
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL CURSOS DE ENGENHARIA DE ENERGIA E MECÂNICA MEDIÇÕES TÉRMICAS Prof. Paulo Smith Schneider Exercícios sobre medição de vazão Considere um grande reservatório (figura
2 Controle Carga - Frequência
2 Controle Carga - Frequência Apresenta-se neste capítulo uma breve revisão sobre a regulação própria, primária e secundária presentes na operação dos sistemas elétricos de potência. 2. Regulação Própria
Disciplina: Sistemas Fluidomecânicos. Análise de Turbomáquinas 3ª Parte
Disciplina: Sistemas Fluidomecânicos Análise de Turbomáquinas 3ª Parte Diagramas de Velocidade (continuação) V V V Perfil da pá saída entrada V Se o fluido entrar no impulsor com uma velocidade absoluta
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL Escola de Engenharia Departamento de Engenharia Elétrica. Stevan Ruschel da Silveira
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL Escola de Engenharia Departamento de Engenharia Elétrica Stevan Ruschel da Silveira TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Geração descentralizada de energia através de
Mecânica dos Fluidos II
Mecânica dos Fluidos II Laboratório de Turbomáquinas ENSAIO DE UMA BOMBA Trabalho realizado por: Stefano Favaro N.º 0798 Leonardo Moreira N.º 44348 Miguel Ribeiro N.º 47158 Luís Pimentel N.º 49847 Introdução
Disciplina: Sistemas Fluidomecânicos. Cavitação e Altura de Carga de Sucção Positiva Disponível 3ª Parte
Disciplina: Sistemas Fluidomecânicos Cavitação e Altura de Carga de Sucção Positiva Disponível 3ª Parte Exercício 10.68 (8ª Edição) Uma bomba no sistema mostrado retira água de um poço e lança-a num tanque
Segundo Exercício de Modelagem e Simulação Computacional Maio 2012 EMSC#2 - MECÂNICA B PME 2200
Segundo Exercício de Modelagem e Simulação Computacional Maio 01 EMSC# - MECÂNICA B PME 00 1. ENUNCIADO DO PROBLEMA Um planador (vide Fig. 1) se aproxima da pista do aeroporto para pouso com ângulo de
Resumo de exercícios de bombas. Exercício 1
Resumo de exercícios de bombas Exercício 1 Considere uma bomba centrífuga cuja geometria e condições de escoamento são : Raio de entrada do rotor = 37,5 mm, raio de saída = 150 mm, largura do rotor = 12,7
Máquinas de Fluxo Prof. Dr. Emílio Carlos Nelli Silva Escola Politécnica da USP Departamento de Engenharia Mecatrônica e Sistemas Mecânicos
Máquinas de Fluxo Prof. Dr. Emílio Carlos Nelli Silva Escola Politécnica da USP Departamento de Engenharia Mecatrônica e Sistemas Mecânicos Máquinas de Fluxo: Resumo Máquinas de fluxo: Motor - energia
