SISTEMAS PROFISSIONAIS
|
|
|
- Vanessa Álvaro Espírito Santo
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 SISTEMAS PROFISSIONAIS Prof. Dr. Eng. Mec. Amarildo Tabone Paschoalini Docente Departamento de Engenharia Mecânica UNESP Ilha Solteira Coordenador da Câmara Especializada de Eng. Mecânica e Metalúrgica CREA-SP
2 O Sistema CONFEA/CREA Formato pelo Conselho Federal (CONFEA) e pelos Conselhos Regionais de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CREA s); É o conjunto de atividades de normatizaçã ção e fiscalizaçã ção o do exercício cio das profissões de Engenheiro, Arquiteto, Agrônomo, Geólogo, Geógrafo, Meteorologista, Tecnólogo, Técnico T Industrial e Técnico T Agrícola.
3 Competências do Sistema CONFEA/CREA De Natureza Administrativa: : Fiscalizaçã ção o do exercício cio profissional sob a responsabilidade dos CREA s, no âmbito de suas jurisdiçõ ções. De Natureza Normativa: : Estabelecimento de normas que regulamentem ou disciplinem a aplicaçã ção o das Leis ou Decretos ligados ao exercício cio profissional da Engenharia, Arquitetura e Agronomia. De Natureza Recursal: : Apreciaçã ção o e decisão, em última instância, ncia, dos recursos ligados à regulamentaçã ção profissional e às s penalidades impostas pelos CREA s s e por eles julgados.
4 Composiçã ção o do Plenário dos CREA s Instituiçõ ções de ensino (FORMAÇÃ ÇÃO) Associaçõ ções de classe (VALORIZAÇÃ ÇÃO) CREA (FISCALIZAÇÃO) Sindicatos profissionais (DEFESA)
5 As Câmaras C Especializadas São o os órgãos decisórios da estrutura básica b dos CREA s que tem por finalidade apreciar e decidir os assuntos relacionados à fiscalizaçã ção o do exercício cio profissional, e sugerir medidas para o aperfeiçoamento das atividades do Conselho Regional. Constituem a primeira instância ncia de julgamento no âmbito de sua jurisdiçã ção. São órgãos deliberativos, constituídos pelos Conselheiros do Plenário de acordo com suas especializaçõ ções profissionais.
6 A Profissão o Regulamentada ESTUDANTE QUALIFICADO FORMATURA REGISTRO CREA HABILITADO ATRIBUIÇÃ ÇÃO POR ÁREA ENGENHEIRO ARQUITETO AGRÔNOMO TECNÓLOGO TÉCNICO
7 Exame de Atribuiçõ ções Escola encaminha aos CREA s s ementas de todas disciplinas ministradas no curso, contendo: objetivos gerais; conteúdo programático detalhado; carga horária ria teórica e prática; método de avaliaçã ção; metodologia de ensino; referências bibliográficas. Os CREA s s analisam as ementas e concedem as atribuiçõ ções.
8 Resoluçã ção o 218/1973 do CONFEA Art. 1º - Para efeito de fiscalização do exercício profissional ficam designadas as seguintes atividades: 01 - Supervisão, coordenação e orientação técnica; 02 - Estudo, planejamento, projeto e especificação; 03 - Estudo de viabilidade técnico-econômica; 04 - Assistência, assessoria e consultoria; 05 - Direção de obra e serviço técnico; 06 - Vistoria, perícia, avaliação, arbitramento, laudo e parecer técnico; 07 - Desempenho de cargo e função técnica;
9 Resoluçã ção o 218/1973 do CONFEA Art. 1º - Para efeito de fiscalização do exercício profissional ficam designadas as seguintes atividades (continuação...): 08 - Ensino, pesquisa, análise, experimentação, ensaio e divulgação técnica, extensão; 09 - Elaboração de orçamento; 10 - Padronização, mensuração e controle de qualidade; 11 - Execução de obra e serviço técnico; 12 - Fiscalização de obra e serviço técnico; 13 - Produção técnica e especializada; 14 - Condução de trabalho técnico;
10 Resoluçã ção o 218/1973 do CONFEA Art. 1º - Para efeito de fiscalização do exercício profissional ficam designadas as seguintes atividades (continuação...): 15 - Condução de equipe de instalação, montagem, operação, reparo ou manutenção; 16 - Execução de instalação, montagem e reparo; 17 - Operação e manutenção de equipamento e instalação; 18 - Execução de desenho técnico.
11 Resoluçã ção o 218/1973 do CONFEA Art Compete ao ENGENHEIRO MECÂNICO ou ao ENGENHEIRO MECÂNICO E DE AUTOMÓVEIS ou ao ENGENHEIRO MECÂNICO E DE ARMAMENTO ou ao ENGENHEIRO DE AUTOMÓVEIS ou ao ENGENHEIRO INDUSTRIAL MODALIDADE MECÂNICA: I - o desempenho das atividades 01 a 18 do artigo 1º desta Resolução, referentes a processos mecânicos, máquinas em geral; instalações industriais e mecânicas; equipamentos mecânicos e eletro-mecânicos; veículos automotores; sistemas de produção de transmissão e de utilização do calor; sistemas de refrigeração e de ar condicionado; seus serviços afins e correlatos.
12 Resoluçã ção o 235/1975 do CONFEA Art. 1º - Compete ao Engenheiro de Produção o desempenho das atividades 01 a 18 do artigo 1º da Resolução nº 218/1973, referentes aos procedimentos na fabricação industrial, aos métodos e seqüências de produção industrial em geral e ao produto industrializado; seus serviços afins e correlatos.
13 Restriçã ção o de Atividades Exemplo 1 (Engenharia Mecânica): Atribuições do Art. 12 da Res. 218/73 com restrição em sistemas de refrigeração e de ar condicionado e veículos automotores; Atribuições do Art. 12 da Res. 218/73 com restrição em projetos de sistemas de refrigeração e de ar condicionado (podendo fazer instalação, manutenção,...); Exemplo 2 (Engenharia de Produção Mecânica): Atribuições do Art. 12 da Res. 218/73 com restrição em sistemas de refrigeração e de ar condicionado e projetos mecânicos;
14 Extensão o de atribuiçõ ções Profissional da Engenharia de Produção Mecânica com atribuições do Art. 12 da Res. 218/73 com restrição em sistemas de refrigeração e de ar condicionado e projetos mecânicos; Profissional faz mestrado e doutorado em sistemas de refrigeração e de ar condicionado e projetos mecânicos; Este profissional não consegue retirar as restrições de sua atribuição inicial; O único curso de pós-graduação que concede atribuição é a Engenharia de Segurança.
NR-13 Caldeiras, Vasos de Pressão e Tubulações. O Papel do Engenheiro Mecânico
NR-13 Caldeiras, Vasos de Pressão e Tubulações 24 de julho de 2014 ABEMEC-RS Eng Mec. Milton Mentz julho 2014 1 Responsabilidade do Profissional Habilitado x Responsabilidade do Empregador: julho 2014
RESOLUÇÃO CONSEPE 47/99
RESOLUÇÃO CONSEPE 47/99 ALTERA O PLANO CURRICULAR E O REGIME DO CURSO DE ENGENHARIA INDUSTRIAL MODALIDADE MECÂNICA, COM ÊNFASE EM AUTOMOBILÍSTICA, DO CÂMPUS DE ITATIBA. O Presidente do Conselho de Ensino,
LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL ENGENHARIA ELÉTRICA
LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL ENGENHARIA ELÉTRICA TÓPICOS INSTRUMENTOS LEGAIS APLICÁVEIS LEGISLAÇÃO: CONSTITUIÇÃO FEDERAL, LEIS, DECRETOS e RESOLUÇÕES FORMAÇÃO E ATRIBUIÇÃO PROFISSIONAL DELIBERAÇÕES NORMATIVAS
NORMA DE FISCALIZAÇÃO DA CÂMARA ESPECIALIZADA DE ENGENHARIA ELÉTRICA Nº 002, DE 26 DE AGOSTO DE 2011.
Fl. 1 de 5 CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA ARQUITETURA E AGRONOMIA DO RIO GRANDE DO SUL NORMA DE FISCALIZAÇÃO DA CÂMARA ESPECIALIZADA DE ENGENHARIA ELÉTRICA Nº 002, DE 26 DE AGOSTO DE 2011. Dispõe sobre
Responsabilidade Técnica na Pesquisa com Agrotóxicos. Eng. Agr. Gilberto Guarido Coordenador da Câmara Especializada de Agronomia
Responsabilidade Técnica na Pesquisa com Agrotóxicos Eng. Agr. Gilberto Guarido Coordenador da Câmara Especializada de Agronomia CONFEA CONSELHO FEDERAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA CREA CONSELHO REGIONAL
» o seu histórico escolar possui conteúdo curricular em conformidade com a "Portaria Reconhecida nº 550" do MEC;
11. n.; 2-3 Arq. Um. ~mizu Assistente TOOiicô GEAT!SUPTEC Reg. 3998 CREA-s? 5061452fi73 POIfaria SUPTEC NO I SERViÇO PÚBLICO FEDERAL Processo no: PR 972/08 Interessado: EDNAlDO VICENTE GONZAGA Histórico:
RESOLUÇÃO Confea 313 - Atribuições
RESOLUÇÃO Confea 313 - Atribuições Dispõe sobre o exercício profissional dos Tecnólogos das áreas submetidas à regulamentação e fiscalização instituídas pela Lei nº 5.194, de 24 DEZ 1966, e dá outras providências.
RESOLUÇÃO Nº 218, DE 29 DE JUNHO DE 1973
RESOLUÇÃO Nº 218, DE 29 DE JUNHO DE 1973 Discrimina atividades das diferentes modalidades profissionais da Engenharia, Arquitetura e Agronomia. O CONSELHO FEDERAL DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E AGRONOMIA,
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO COLEGIADO DO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO COLEGIADO DO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO DIRETRIZES TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO O Colegiado do
Audiência para tratar das possíveis tecnologias aplicadas com a finalidade de deter as aeronaves em riscos de acidentes nos aeroportos de pista curta
Audiência para tratar das possíveis tecnologias aplicadas com a finalidade de deter as aeronaves em riscos de acidentes nos aeroportos de pista curta JAQUES SHERIQUE Eng. Mec. e de Seg. do Trab. Vice-Presidente
Projeto. Proposta de novo texto para o termo Engenharia de Controle e. Autoria: Estudantes do primeiro período do curso de Eng Ctrl Aut da
Projeto Proposta de novo texto para o termo Engenharia de Controle e ( pt ) Automação na Wikipédia Autoria: Estudantes do primeiro período do curso de Eng Ctrl Aut da ( 2009 UFLA (II Professores: Roberto
CREA-RS. Integrando Profissionais e Sociedade CÂMARA ESPECIALIZADA DE ENGENHARIA INDUSTRIAL
CREA-RS Integrando Profissionais e Sociedade CÂMARA ESPECIALIZADA DE ENGENHARIA INDUSTRIAL INSPEÇÃO TÉCNICA DE SEGURANÇA VEICULAR O QUE FISCALIZAR ONDE FISCALIZAR PARÂMETRO LEGISLAÇÃO Inspeção Empresas
João Fernando Custodio da Silva Engenheiro Cartógrafo, Conselheiro CREA-SP 2007-2009 Professor Titular do Departamento de Cartografia, FCT/UNESP
Regulamentação da atribuição de títulos profissionais, atividades, competências e caracterização do âmbito de atuação dos profissionais inseridos no Sistema CONFEA-CREA João Fernando Custodio da Silva
Este glossário é de natureza específica, não devendo prevalecer entendimentos distintos dos termos
GLOSSÁRIO Este glossário é de natureza específica, não devendo prevalecer entendimentos distintos dos termos nele apresentados, embora aplicáveis em outros contextos. Análise atividade que envolve a determinação
O EXERCÍCIO PROFISSIONAL DA ÁREA TECNOLÓGICA NO SISTEMA CONFEA/CREA
O EXERCÍCIO PROFISSIONAL DA ÁREA TECNOLÓGICA NO SISTEMA CONFEA/CREA O PAPEL DOS CONSELHOS PROFISSIONAIS Parecer CNE/CES n 20/2002 Não cabe ao órgão profissional definir condições de funcionamento de cursos
EDITAL Nº. 001/2014 - CONCURSO PÚBLICO ANEXO IV DOS CARGOS, QUALIFICAÇÃO E REQUISITOS
EDITAL Nº. 001/2014 - CONCURSO PÚBLICO ANEXO IV DOS CARGOS, QUALIFICAÇÃO E REQUISITOS ENSINO 2º GRAU: ASSISTENTE ADMINISTRATIVO Requisito: Ensino médio completo (2º grau) Descrição Sumária de Atividades:
Controle de Processos: Introdução
Controle de Processos: Introdução Prof. Eduardo Stockler Tognetti & David Fiorillo Laboratório de Automação e Robótica (LARA) Dept. Engenharia Elétrica - UnB Conteúdo 1. Panorama da engenharia de controle
Jaques Sherique. Engenheiro Mecânico e de Segurança do Trabalho Conselheiro Regional
Jaques Sherique Engenheiro Mecânico e de Segurança do Trabalho Conselheiro Regional Cidadão que mediante aprendizado formal e específico adquiriu uma reconhecida qualificação para o exercício de uma determinada
ATRIBUIÇÕES ESPECÍFICAS POR DISCIPLINA / FORMAÇÃO. a) Administração
Anexo II a que se refere o artigo 2º da Lei nº xxxxx, de xx de xxxx de 2014 Quadro de Analistas da Administração Pública Municipal Atribuições Específicas DENOMINAÇÃO DO CARGO: DEFINIÇÃO: ABRANGÊNCIA:
A Profissão do Engenheiro Eletricista no Brasil e Seus Regulamentos
DEPEN DEPARTAMENTO DE ENSINO A Profissão do Engenheiro Eletricista no Brasil e Seus Regulamentos Acimarney Correia Silva Freitas¹, Ivan da Silva Bié 2, Marcus Vinicius Silva Ferraz 3, Mariana Cardoso Mendes
Dados sobre EaD (matrículas cursos de Engenharia)
Dados sobre EaD (matrículas cursos de Engenharia) Matrículas EaD - Público e Privado - Brasil 2013 Região Curso Matrículas Centro-Oeste Engenharia Ambiental 33 Centro-Oeste Engenharia Civil 279 Centro-Oeste
REFLEXÕES SOBRE O ENSINO EAD DE ENGENHARIA CIVIL. Ronald Donald Salvador/BA, 19/05/2014 Representando a CCEEC / CONFEA e CREA/SE
REFLEXÕES SOBRE O ENSINO EAD DE ENGENHARIA CIVIL Ronald Donald Salvador/BA, 19/05/2014 Representando a CCEEC / CONFEA e CREA/SE 1. O PAPEL DO SISTEMA CONFEA/CREA 2. A AUTONOMIA UNIVERSITÁRIA e o EAD O
CREA RS UM CONSELHO PARA TODOS O SISTEMA CONFEA/CREA. (Fiscalização Federal das profissões de Engenharia, Arquitetura e Agronomia)
CREA RS UM CONSELHO PARA TODOS Palestra: O SISTEMA CONFEA/CREA (Fiscalização Federal das profissões de Engenharia, Arquitetura e Agronomia) Apresentação: Eng. Mec. Ary Trevisan Coordenado CEEI Eng. Mec.
Ilustríssima Comissão Permanente de Licitação do INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA E ASSISTÊNCIA DOS SERVIDORES MUNICIPAIS DE NOVO HAMBURGO IPASEM-NH
Ilustríssima Comissão Permanente de Licitação do INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA E ASSISTÊNCIA DOS SERVIDORES MUNICIPAIS DE NOVO HAMBURGO IPASEM-NH Referente ao PREGÃO ELETRÔNICO Nº 01/2013 COMERCIAL DE ELETRODOMÉSTICOS
O Perito Judicial e a Justiça Gratuita
4º SEMINÁRIO PAULISTA DE PERÍCIA JUDICIAL 26 de agosto de 2011 O Perito Judicial e a Justiça Gratuita Ao CREA-SP, instituído pelo Decreto Federal nº 23.569, de 11 de dezembro de 1933, e mantido pela Lei
A empresa Expernet Telemática Ltda., solicita os seguintes esclarecimentos: O subitem 2.3 Documentos Relativos à Qualificação Técnica alínea b) exige:
COP-148/2009 Processo nº 000578-14.89/09-2 Assunto: Esclarecimento A empresa Expernet Telemática Ltda., solicita os seguintes esclarecimentos: Questionamento 1. O subitem 2.3 Documentos Relativos à Qualificação
Atribuições dos Tecnólogos
UNIVERSIDADE REGIONAL DO CARIRI DEPARTAMENTO DE CONSTRUÇÃO CIVIL TECNOLOGIA EM CONTRUÇÃO CIVIL EDIFÍCIOS E ESTRADAS Atribuições dos Tecnólogos Prof.ª Me. Fabiana Marques Maio / 2014 SOBRE O TECNÓLOGO Segundo
ENGENHARIA CIVIL. COORDENADOR José Carlos Bohnenberger [email protected]
ENGENHARIA CIVIL COORDENADOR José Carlos Bohnenberger [email protected] UFV Catálogo de Graduação 2009 187 Engenheiro Civil ATUAÇÃO Ao Engenheiro Civil compete o desempenho das atividades profissionais previstas
O Sistema Confea/ Crea
O Sistema Confea/Crea é regido pela Lei nº 5.194, de 24/dez/1966. O Sistema Confea/ Crea O Conselho Federal e os Conselhos Regionais são autarquias* dotadas de personalidade jurídica de direito público,
Missão do Curso. Objetivos. Perfil do Profissional
Missão do Curso A função primordial do Engenheiro Agrônomo consiste em promover a integração do homem com a terra através da planta e do animal, com empreendimentos de interesse social e humano, no trato
COMISSÃO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA SUBSTITUTIVO AO PROJETO DE LEI Nº 815, DE 1995
1 COMISSÃO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA SUBSTITUTIVO AO PROJETO DE LEI Nº 815, DE 1995 (Apensados os Projetos de Lei nº 2.194, de 1996, nº 981, de 1999, nº 6.639, de 2002, nº 6.640,
Agostinho Guerreiro Engenheiro Agrônomo Presidente do Crea-RJ
Agostinho Guerreiro Engenheiro Agrônomo Presidente do Crea-RJ A Organização do Sistema Profissional 1. A Regulamentação Profissional: Primeiros Ensaios século XIX As atividades eram permitidas para diplomados
PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A RESOLUÇÃO N o 1010/05
PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A RESOLUÇÃO N o 1010/05 As perguntas abaixo foram compiladas após a série de treinamentos sobre a Resolução nº 1.010, de 2005, ministrados pelo Confea aos Creas durante o primeiro
Atribuições do engenheiro eletricista e as resoluções 218 e 1010 do CONFEA/CREA
Atribuições do engenheiro eletricista e as resoluções 218 e 1010 do CONFEA/CREA Victor Ricardo Viana de Oliveira¹, Matheus Felipe Sousa Neves 2, Rafael Ferreira Félix 3, Allan de Oliveira Lima 4 1,2,3,4
ANEXO DA DECISÃO Nº PL-0573/2010 TABELA DE CONVERGÊNCIA DE TÍTULOS PROFISSIONAIS NÍVEL GRADUAÇÃO
ANEXO DA DECISÃO Nº PL-0573/2010 TABELA DE CONVERGÊNCIA DE TÍTULOS PROFISSIONAIS NÍVEL GRADUAÇÃO CONFEA, ANEXA À Engenheiro Construtor Engenheiro Civil 111-02-00 Engenheiro Civil Opção Estradas e Edificações
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO 2.0
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO 2.0 SOBRE O CURSO O mercado de trabalho precisa de profissionais completos, com habilidades de gestão e que liderem equipes multidisciplinares em empresas de todos os setores econômicos
Curso de Pós Graduação Lato Sensu em Engenharia de Segurança no Trabalho. Projeto Pedagógico
FACCAMP FACULDADE CAMPO LIMPO PAULISTA COORDENADORIA DE EXTENSÃO E PESQUISA Curso de Pós Graduação Lato Sensu em Engenharia de Segurança no Trabalho Projeto Pedagógico Campo Limpo Paulista 2014 FACCAMP
PROGRAMA CONSELHEIROS
PROGRAMA CONSELHEIROS Um projeto de cooperação entre as Instituições de Ensino Superior e o CREA-MG Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Minas Gerais LOMBARDO, Antonio [email protected],
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DE SÃO PAULO - CREA-SP
INSTRUÇÃO Nº 2560 Dispõe sobre procedimentos para a interrupção de registro profissional. O PRESIDENTE DO CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 34,
EIXO EXERCÍCIO PROFISSIONAL
SEMINÁRIO CONFEA / CAU APRESENTADAS NOS GTs, ALINHADAS COM AS SOLUÇÕES BUSCADAS PELO SEMINÁRIO Brasília, 24 e 25 de julho de 2014 Eixo 1: Exercício Profissional Eixo 2: Fiscalização Eixo 3: Formação Profissional
CURSO TÉCNICO EM AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL
CURSO TÉCNICO EM AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL EDUCAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO SUBSEQUENTE NA MODALIDADE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA CÂMPUS CAMPO GRANDE, CORUMBÁ E TRÊS LAGOAS Reitor do Instituto Federal
SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO. Missão. Objetivo Geral
Curso: ENGENHARIA ELÉTRICA SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO Missão O Curso de Engenharia Elétrica da Universidade Estácio de Sá tem por missão formar engenheiros com sólidos e atualizados conhecimentos científicos
ARQUITETURA E URBANISMO
132 ARQUITETURA E URBANISMO COORDENADORA DO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO Aline Werneck Barbosa de Carvalho [email protected] UFV Catálogo de Graduação 2002 133 CURRÍCULO DO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO
Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional de São Paulo
Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional de São Paulo Formação Inicial e Continuada (Decreto Federal nº 5154/04 e Lei Federal nº 11.741/08) PLANO DE CURSO Área: Segurança do Trabalho
CÂMARA ESPECIALIZADA DE ENGENHARIA DE AGRIMENSURA. Julgamento de Processos
1 I - PROCESSOS DE VISTAS I. I - PROCESSOS QUE RETORNAM À CÂMARA APÓS "VISTA" CONCEDIDA 2 UGI PRESIDENTE PRUDENTE Nº de Ordem 1 Processo/Interessado PR-661/2012 Relator JOÃO BATISTA PEREIRA ANTONIO MOACIR
INGRESSO DE PROFISSIONAIS ESTRANGEIROS NO BRASIL
INGRESSO DE PROFISSIONAIS ESTRANGEIROS NO BRASIL REGISTRO PROFISSIONAL E ACERVO TÉCNICO A EXPERIÊNCIA DO CREA-PR Eng. Civ. Joel Krüger Presidente CREA-PR Sistema CONFEA/CREAs 977.750 Profissionais 306
Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional de São Paulo
Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional de São Paulo Formação Inicial e Continuada (Decreto Federal nº 11741/08 e Lei nº 11.741/08) PLANO DE CURSO Área: Manutenção Mecânica Qualificação:
PROPOSTA REFERENTE AO CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO EM GESTÃO DE ANÁLISE SANITÁRIA
PROPOSTA REFERENTE AO CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO EM GESTÃO DE ANÁLISE SANITÁRIA 1- DO CURSO O Curso de Especialização em Gestão em Análise Sanitária destina-se a profissionais com curso superior em áreas correlatas
Relatório de vagas disponíveis - Bolsa Emprego
AGRONOMIA RCSC / REGIONAL DE CASCAVEL COOPAVEL COOPERATIVA AGROINDUSTRIAL Engenheiro Agrônomo Assistência Técnica a cooperados, crédito rural, vendas, sendo todos estes relacionados aos cooperados assistidos
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO SUL E SUDESTE DO PARÁ CONCURSO PÚBLICO PARA A CARREIRA DE TÉCNICO-ADMINISTRATIVO EM EDUCAÇÃO
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO SUL E SUDESTE DO PARÁ CONCURSO PÚBLICO PARA A CARREIRA DE TÉCNICO-ADMINISTRATIVO EM EDUCAÇÃO EDITAL N.º 51/2014 UNIFESSPA, DE 21 DE JULHO DE 2014 ANEXO I
ESTADO DA BAHIA PROCESSO N. PGE2012838938-0 PROCURADORIA GERAL DO ESTADO PARECER Nº PA-NLC-MTF-PLA-102/2013
PROCESSO N. PGE2012838938-0 ESTADO DA BAHIA PARECER Nº PA-NLC-MTF-PLA-102/2013 EDITAL. Serviços de manutenção de equipamentos de ar condicionado. Ordem de serviços n. PA-001/2013. Minuta edital padrão.
UNI VERSI DADE DE PERNAMBUCO PEDRO DE ALCÂNTARA NETO
UNI VERSI DADE DE PERNAMBUCO PEDRO DE ALCÂNTARA NETO OBJETIVOS OBJETIVO GERAL Os cursos de Pós-Graduação Lato Sensu em Engenharia Naval e Offshore na UPE desenvolvem a capacidade para planejar, desenvolver
SÚMULA DA 85ª REUNIÃO ORDINÁRIA DA CÂMARA ESPECIALIZADA DE ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO
Data: 19 de maio de 2015 Local: Sala de GT s - Edifício "Santo Antônio de Sant'Anna Galvão" Av. Rebouças, 1028 2º andar Jardim Paulista São Paulo / SP Coordenação: Eng. Indl. Mec. e Seg. Trab. Elio Lopes
DISPÕE SOBRE O REGISTRO DE EMPRESAS DE MINERAÇÃO DE PEQUENO PORTE NO CREA/ES.
Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Espírito Santo Av. César Hilal, 700 1º andar Bento Ferreira Vitória ES CEP 290 522 232 Tel.: (27) 3334 9900 FAX: (27) 3324 3644 CEEI DISPÕE SOBRE
ARQUITETURA E URBANISMO
ARQUITETURA E URBANISMO COORDENADOR Ítalo Itamar Caixeiro Stephan [email protected] 154 Currículos dos Cursos do CCE UFV Currículo do Curso de Arquitetura e Urbanismo Arquiteto e Urbanista ATUAÇÃO O curso
Universidade do Grande Rio Prof. José de Souza Herdy ESCOLA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA - ECT
Universidade do Grande Rio Prof. José de Souza Herdy ESCOLA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA - ECT PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE BACHARELADO EM ENGENHARIA CIVIL (EXTRATO) Duque de Caxias 2016 Objetivos do Curso
CÂMARA ESPECIALIZADA DE ENGENHARIA MECÂNICA E METALÚRGICA. Julgamento de Processos
1 I - PROCESSOS DE VISTAS I. I - PROCESSO DE VISTA 2 SUPCOL Nº de Ordem 1 C-442/2015 Proposta HISTÓRICO: Processo/Interessado Relator I Com referência ao presente processo: Identificação do interessado
PAUTA COMPLEMENTAR DA SESSÃO PLENÁRIA N 1935 DE 19 DE MAIO DE 2011 (ORDINÁRIA) ORDEM DO DIA ITEM 1 JULGAMENTO DOS PROCESSOS I PROCESSOS DE ORDEM C
1 PAUTA COMPLEMENTAR DA SESSÃO PLENÁRIA N 1935 DE 19 DE MAIO DE 2011 (ORDINÁRIA) DO DIA ITEM 1 JULGAMENTO DOS PROCESSOS I PROCESSOS DE C PROCESSO/ INTERESSADO 64 C-0995/09 Crea-SP Termo de Cooperação (Estudos
Somos credenciados pelo MEC para os cursos de pós-graduação a distância. E somos registrados no CREA de Campos do Goytacazes-RJ. Estamos totalmente
Somos credenciados pelo MEC para os cursos de pós-graduação a distância. E somos registrados no CREA de Campos do Goytacazes-RJ. Estamos totalmente legalizados perante os dois órgãos. Depois que o aluno
REGIMENTO DA ESCOLA DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
REGIMENTO DA ESCOLA DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL Sumário TÍTULO I - DA ESCOLA DE ENGENHARIA E SEUS FINS TÍTULO II - DOS ÓRGÃOS DA ADMINISTRAÇÃO DA ESCOLA DE ENGENHARIA CAPÍTULO
RESOLUÇÃO. Artigo 1º Fica aprovado, conforme anexo, o Regulamento da Coordenação de Ensino a Distância do Centro Universitário Franciscano do Paraná.
RESOLUÇÃO CONSEPE 14/2006 Referenda a aprovação do Regulamento da Coordenação de Ensino a Distância do Centro Universitário Franciscano do Paraná. O Presidente do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão
CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES
CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO, BACHARELADO CURRÍCULO 1610 REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das Disposições
SOCIEDADE BRASILEIRA DE GEOFÍSICA-
Rio de Janeiro, 20 de julho de 2004 Exma. Senhora Deputada Federal Jandira Fegalli Palácio do Congresso Nacional, Gabinete: 421 - Anexo: IV Edifício Principal, Praça dos Três Poderes Brasília - DF - CEP
A responsabilidade técnica na área ambiental de agroindústrias Estamos capacitados?
Eixo Temático 5 Oportunidades profissionais para o Engenheiro Agrônomo na área ambiental A responsabilidade técnica na área ambiental de agroindústrias Estamos capacitados? UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO
REGIMENTO INTERNO DA FEPISA
REGIMENTO INTERNO DA FEPISA Artigo 1º. - A FUNDAÇÃO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DE ILHA SOLTEIRA - FEPISA, além das disposições constantes de seu Estatuto, fica sujeita às determinações deste Regimento
Engenheiro Agrônomo: Atribuições profissionais e matriz curricular. J.O. Menten T.C. Banzato UFPB Areia/PB 27 a 30 de Outubro de 2014
Engenheiro Agrônomo: Atribuições profissionais e matriz curricular J.O. Menten T.C. Banzato UFPB Areia/PB 27 a 30 de Outubro de 2014 1. INTRODUÇÃO AGENDA 2. ATRIBUIÇÕES PROFISSIONAIS 3. MATRIZ CURRICULAR
CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DE SÃO PAULO. Dr. Henrique Carlos Gonçalves Conselheiro CREMESP - Coordenador do Departamento Jurídico
CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DE SÃO PAULO Dr. Henrique Carlos Gonçalves Conselheiro CREMESP - Coordenador do Departamento Jurídico INTRODUÇÃO A) Criação dos Conselhos Regionais e Federal de
Comprovante de Conclusão de Curso de Ensino Médio, ou equivalente, devidamente reconhecido pelo MEC.
ANEXO I PRÉ-REQUISITOS E DESCRIÇÃO DAS ATRIBUIÇÕES BÁSICAS DOS CARGOS Cargo Pré-requisitos Descrição sumária das atividades CRO - PANA/OEA Cadastro Profissional de Apoio à Navegação Aérea/Operador de Estação
MARCO REGULATÓRIO DA ENGENHARIA AMBIENTAL E ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA NO BRASIL
MARCO REGULATÓRIO DA ENGENHARIA AMBIENTAL E ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA NO BRASIL 2015 ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS ENGENHEIROS AMBIENTAIS - ANEAM Marco Regulatório da Engenharia Ambiental e Engenharia
Mercia Maria Teixeira Bezerra
Mercia Maria Teixeira Bezerra Rua Anísio de Abreu, n 1549, Brasileira Marquês - Teresina PI CEP: 64.002-485 Casada Tel.: (86) 9982-5103/3221-1455/8813-1394 Nascimento: 20/12/1955 Email: [email protected]
REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM CONTABILIDADE DA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA (NEPEC/UCB)
REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM CONTABILIDADE DA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA (NEPEC/UCB) CAPÍTULO I - DO NEPEC E SEUS OBJETIVOS Artigo 1º - O presente Regulamento disciplina as atribuições,
SÚMULA DA 69ª REUNIÃO ORDINÁRIA DA CÂMARA ESPECIALIZADA DE ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO
Data: 17 de dezembro de 2013 Local: Sala de GT s - Edifício "Santo Antônio de Sant'Anna Galvão" Av. Rebouças, 1028 2º andar Jardim Paulista São Paulo / SP Coordenação: Eng. civil, eng. oper. mec. máq.
PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU
R E G I M E N T O G E R A L PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Regimento Geral PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Este texto foi elaborado com as contribuições de um colegiado de representantes da Unidades Técnico-científicas,
Resolução nº 2/2006 3/2/2006 RESOLUÇÃO CNE Nº 2, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2006 DOU 03.02.2006
Resolução nº 2/2006 3/2/2006 RESOLUÇÃO CNE Nº 2, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2006 DOU 03.02.2006 Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de graduação em Engenharia Agrícola e dá outras providências.
CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 MISSÃO DO CURSO
SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: ENGENHARIA ELÉTRICA MISSÃO DO CURSO O Curso de Engenharia Elétrica tem por missão a graduação de Engenheiros Eletricistas com sólida formação técnica que
Ministério da Educação UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Curitiba DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO REGULAMENTO INTERNO CAPÍTULO I
Ministério da Educação UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Curitiba DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO REGULAMENTO INTERNO CAPÍTULO I PRINCÍPIOS GERAIS Artigo 1º 1. O Departamento de Educação, adiante
ENGENHARIA DA PRODUÇÃO 2.0
ENGENHARIA DA PRODUÇÃO 2.0 SOBRE O CURSO Mercados dinâmicos demandam profissionais com formação completa e abrangente, aptos a liderarem equipes multidisciplinares em empresas de todos os setores econômicos
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PETRÓPOLIS CENTRO DE ENGENHARIA E COMPUTAÇÃO ENGENHARIA CIVIL RESUMO DA LEI NÚMERO 5.194 DE 24 DE DEZEMBRO DE 1966
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PETRÓPOLIS CENTRO DE ENGENHARIA E COMPUTAÇÃO ENGENHARIA CIVIL RESUMO DA LEI NÚMERO 5.194 DE 24 DE DEZEMBRO DE 1966 Petrópolis 2013 1 INTRODUÇÃO O presente trabalho é um resumo
O PREFEITO MUNICIPAL DE CORRENTE, ESTADO DO PIAUÍ, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 55, 2º, I, da Lei Orgânica do Município,
LEI ORDINÁRIA Nº 564/2014, DE 13 DE MARÇO DE 2014 Amplia o quadro de pessoal efetivo da Prefeitura, define atribuições e dá outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL DE CORRENTE, ESTADO DO PIAUÍ, no uso
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO CONSELHO UNIVERSITÁRIO SECRETARIA DOS ÓRGÃOS COLEGIADOS. RICARDO MOTTA MIRANDA Presidente
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO CONSELHO UNIVERSITÁRIO SECRETARIA DOS ÓRGÃOS COLEGIADOS DELIBERAÇÃO N 0 39, DE 30 DE OUTUBRO DE 2009. O CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL
PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A RESOLUÇÃO N o 1010/05
PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A RESOLUÇÃO N o 1010/05 As perguntas abaixo foram compiladas após a série de treinamentos sobre a Resolução nº 1.010, de 2005, ministrados pelo Confea aos Creas durante o primeiro
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA COMISSÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 02/2010/CPG
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 02/2010/CPG Estabelece procedimento para o reconhecimento e o registro de diploma de conclusão de curso de Pós-Graduação expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras.
PRIMEIRA AULA IPQ DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM PROCESSOS QUÍMICOS
PRIMEIRA AULA IPQ DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM PROCESSOS QUÍMICOS Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo, Campus Capivari Coordenador : Prof. Dr. André Luís de Castro Peixoto
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO Nº 21/2007
RESOLUÇÃO Nº 21/2007 O DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO, no uso de suas atribuições legais e estatutárias, CONSIDERANDO o que consta do Processo nº 25.154/2007-18 CENTRO DE EDUCAÇÃO (CE); CONSIDERANDO
O PREFEITO MUNICIPAL DE PARELHAS, ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE, usando das atribuições que lhe são conferidas pela Lei Orgânica do Município.
DECRETO Nº 011/2014, DE 09 DE ABRIL DE 2014. Altera o Anexo I do Decreto n 007/2014, que dispõe sobre as atribuições, escolaridade e salários dos cargos destinados ao Concurso Público do Município de Parelhas/RN.
Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional de São Paulo
Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional de São Paulo Formação Inicial e Continuada de Trabalhadores (Resolução CNE/CEB 5154/04) PLANO DE CURSO Área Tecnológica: Metalmecânica
PROJETO DE LEI Nº, DE DE MAIO DE 2011. (Do Sr. PENNA)
PROJETO DE LEI Nº, DE DE MAIO DE 2011. (Do Sr. PENNA) Dispõe sobre a regulamentação do exercício profissional de Designer, e dá providências. O Congresso Nacional decreta: Capítulo I Caracterização e atribuições
RESOLUÇÃO Nº 17, DE 2 DE MARÇO DE 2012
RESOLUÇÃO Nº 17, DE 2 DE MARÇO DE 2012 Dispões sobre o Registro de Responsabilidade Técnica (RRT) na prestação de serviços de arquitetura e urbanismo e dá outras providências. O Conselho de Arquitetura
