Me todos Computacionais em Fı sica
|
|
|
- Neusa Bennert Ramalho
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Me todos Computacionais em Fı sica Sandra Amato Instituto de Fı sica Universidade Federal do Rio de Janeiro Primeiro Semestre de 2011
2 Me todos Computacionais em Fı sica 1 2 Ca lculo de Me todo da Estimativa da
3 Ü toda te cnica de amostragem estatı stica empregada para se obter aproximac o es nume ricas para um problema Ü sorteio de cartas ou lanc amento de dados era utilizado para gerar amostras de distribuic o es. Ü foi Stanislaw Ulam quem percebeu que o computador poderia ser utilizado para automatizar o processo de obtenc a o de amostras Ü junto com John von Neuman e Nicholas Metropolis, comec ou a desenvolver algoritmos em 1946 Ü primeiro artigo em 1949: Nicholas Metropolis and S. Ulam, The Method, Journal of the American Statistical Association, Vol. 44, No. 247 (Sep., 1949), pp
4 Ü toda te cnica de amostragem estatı stica empregada para se obter aproximac o es nume ricas para um problema Ü sorteio de cartas ou lanc amento de dados era utilizado para gerar amostras de distribuic o es. Ü foi Stanislaw Ulam quem percebeu que o computador poderia ser utilizado para automatizar o processo de obtenc a o de amostras Ü junto com John von Neuman e Nicholas Metropolis, comec ou a desenvolver algoritmos em 1946 Ü primeiro artigo em 1949: Nicholas Metropolis and S. Ulam, The Method, Journal of the American Statistical Association, Vol. 44, No. 247 (Sep., 1949), pp Ü Utilizaremos o me todo de para: ä ca lculo de integrais ä simulac o es
5 Ca lculo de Integral pelo Monte Carlo Ü a uma dimensa o Simpson ou Trape zio Ü multidimensionais Ü Estudaremos dois me todos ä (Acerto ou Erro) Como calcular uma a rea jogando objetos? ä Me todo da Z b f (x)dx = (b a)hf i a m simples m usando importance sampling Amostragem por
6
7 Hit (Acerto)
8 Hit (Acerto) Miss (Erro)
9 Hit (Acerto) Miss (Erro)
10 Miss (Erro) Hit (Acerto) Acirculo Nacertos = Aretangulo Ntotal
11 Integrac a o - Z Ü O problema e calcular I = f (x)dx a b
12 Integrac a o - Z Ü O problema e calcular I = b f (x)dx a Ü Define-se um reta ngulo, de altura H, que contenha a a rea a ser calculada. Aretangulo = H(b a)
13 Integrac a o - Z Ü O problema e calcular I = b f (x)dx a Ü Define-se um reta ngulo, de altura H, que contenha a a rea a ser calculada. Aretangulo = H(b a) Ü Sorteiam-se N pontos dentro do reta ngulo a xi b 0 yi H
14 Integrac a o - Z Ü O problema e calcular I = b f (x)dx a Ü Define-se um reta ngulo, de altura H, que contenha a a rea a ser calculada. Aretangulo = H(b a) Ü Sorteiam-se N pontos dentro do reta ngulo a xi b 0 yi H Ü Contando-se os acertos (yi f (xi )) obte m-se o valor da integral Nacertos I = Aretangulo N
15 Exercı cio Ü Escreva um algoritmo para calcular uma integral usando o me todo hit or miss. Ü Escreva uma func a o em C que implemente o algoritmo do item anterior Z 1 Ü use essa func a o para calcular I = x 3 dx 0 Ü Utilize um reta ngulo de altura H = 1 Ü O nu mero de pontos sorteados deve ser lido do teclado Ü imprima: o nu mero de sorteios a diferenc a entre o resultado obtido com o me todo e o valor exato Ü Rode o programa algumas vezes modificando o nu mero de sorteios e observe como muda o valor da diferenc a
16 Integrac a o - Me todo da Ü Podemos aproximar o valor de uma integral por: Z b I= f (x)dx = (b a)hf i a
17 Integrac a o - Me todo da Ü Podemos aproximar o valor de uma integral por: Z b I= f (x)dx = (b a)hf i a Ü Como calcular a me dia? Se tivermos uma lista de nu meros aleato rios uniformemente distribuı dos entre a e b podemos obter a me dia atrave s de: hf i = N 1 X f (xi ) N i=1
18 Integrac a o - Me todo da Ü Podemos aproximar o valor de uma integral por: Z b I= f (x)dx = (b a)hf i a Ü Como calcular a me dia? Se tivermos uma lista de nu meros aleato rios uniformemente distribuı dos entre a e b podemos obter a me dia atrave s de: hf i = N 1 X f (xi ) N i=1 Ü Enta o: Z N b f (x)dx I= a b a X f (xi ) N i=1
19 Integrac a o - Me todo da Ü Podemos aproximar o valor de uma integral por: Z b I= f (x)dx = (b a)hf i a Ü Como calcular a me dia? Se tivermos uma lista de nu meros aleato rios uniformemente distribuı dos entre a e b podemos obter a me dia atrave s de: hf i = N 1 X f (xi ) N i=1 Ü Enta o: Z N b f (x)dx I= a b a X f (xi ) N i=1 Ü Para calcular a integral, basta calcular a me dia do valor da func a o
20 Exercı cio Ü Escreva um algoritmo para calcular uma integral usando o me todo da me dia. Ü Escreva uma func a o em C que implemente o algoritmo do item anterior Z 1 Ü use essa func a o para calcular I = x 3 dx 0 Ü O nu mero de pontos sorteados deve ser lido do teclado Ü imprima: o nu mero de sorteios a diferenc a entre o resultado obtido com o me todo e o valor exato
21 Estimativa da Ü Como relacionar nu mero de sorteios com a precisa o do resultado obtido?
22 Estimativa da Ü Como relacionar nu mero de sorteios com a precisa o do resultado obtido? Um dos principais problemas dos me todos de
23 Estimativa da Ü Como relacionar nu mero de sorteios com a precisa o do resultado obtido? Um dos principais problemas dos me todos de Ü Uma seque ncia de nu meros pseudo-aleato rios possui uma me dia µ = hx i e uma dispersa o, medida por sua varia ncia, σ 2 = h(x µ)2 i hx 2 i hx i2
24 Estimativa da Ü Como relacionar nu mero de sorteios com a precisa o do resultado obtido? Um dos principais problemas dos me todos de Ü Uma seque ncia de nu meros pseudo-aleato rios possui uma me dia µ = hx i e uma dispersa o, medida por sua varia ncia, σ 2 = h(x µ)2 i hx 2 i hx i2 Ü O desvio padra o, σ, define um intervalo onde ha uma certa concentrac a o dos nu meros, 68% se a distribuic a o for gaussiana
25 Estimativa da Ü Como relacionar nu mero de sorteios com a precisa o do resultado obtido? Um dos principais problemas dos me todos de Ü Uma seque ncia de nu meros pseudo-aleato rios possui uma me dia µ = hx i e uma dispersa o, medida por sua varia ncia, σ 2 = h(x µ)2 i hx 2 i hx i2 Ü O desvio padra o, σ, define um intervalo onde ha uma certa concentrac a o dos nu meros, 68% se a distribuic a o for gaussiana Ü Se calcularmos uma se rie de me dias, poderemos ter ide ia da dispersa o das me dias
26 Estimativa da Ü Como relacionar nu mero de sorteios com a precisa o do resultado obtido? Um dos principais problemas dos me todos de Ü Uma seque ncia de nu meros pseudo-aleato rios possui uma me dia µ = hx i e uma dispersa o, medida por sua varia ncia, σ 2 = h(x µ)2 i hx 2 i hx i2 Ü O desvio padra o, σ, define um intervalo onde ha uma certa concentrac a o dos nu meros, 68% se a distribuic a o for gaussiana Ü Se calcularmos uma se rie de me dias, poderemos ter ide ia da dispersa o das me dias. Realizar uma se rie de experimentos
27 Estimando a de uma Ü Realizando M experimentos independentes, cada um com N amostras, temos:
28 Estimando a de uma Ü Realizando M experimentos independentes, cada um com N amostras, temos: {µ1, µ2,... } e {σ1, σ2,... }
29 Estimando a de uma Ü Realizando M experimentos independentes, cada um com N amostras, temos: {µ1, µ2,... } e {σ1, σ2,... } Ü Combinando medidas independentes ä O valor mais prova vel da medida e a me dia: P µi µ = µn = M
30 Estimando a de uma Ü Realizando M experimentos independentes, cada um com N amostras, temos: {µ1, µ2,... } e {σ1, σ2,... } Ü Combinando medidas independentes ä O valor mais prova vel da medida e a me dia: P µi µ = µn = M ä Pode-se mostrar que σµ2
31 Estimando a de uma Ü Realizando M experimentos independentes, cada um com N amostras, temos: {µ1, µ2,... } e {σ1, σ2,... } Ü Combinando medidas independentes ä O valor mais prova vel da medida e a me dia: P µi µ = µn = M ä Pode-se mostrar que (se todas as seque ncias sa o equivalentes) σ2 σµ2 = N
32 Estimando a de uma Ü Realizando M experimentos independentes, cada um com N amostras, temos: {µ1, µ2,... } e {σ1, σ2,... } Ü Combinando medidas independentes ä O valor mais prova vel da medida e a me dia: P µi µ = µn = M ä Pode-se mostrar que (se todas as seque ncias sa o equivalentes) σ2 σµ2 = N σ σµ = N
33 Exercı cio Ü Escreva um programa que calcule a integral I = me todo da me dia. R1 0 x 3 dx usando o Ü Rode duas vezes o programa: 50 experimentos com N = 100 e 50 experimentos com N = Ü imprima em um arquivo (tudo na mesma linha): o ı ndice do experimento o valor da integral calculado com po me todo o desvio padra o da func a o σ = hf 2 i hf i2 a diferenc a entre o resultado obtido com o me todo e o valor exato σµ = σ/ N Ü imprima na tela, ao final do programa, a me dia e o desvio padra o do valor das integrais obtidas em cada experimento Ü Usando o gnuplot fac a um gra fico de σµ X ı ndice do experimento. Superponha no mesmo gra fico os valores para a diferenc a e veja se esta o de acordo.
34 - Importance Sampling Ü Como I = (b a)hf i
35 - Importance Sampling Ü Como I = (b a)hf i, temos que σi = (b a)σf
36 - Importance Sampling Ü Como I = (b a)hf i, temos que σi = (b a)σf o erro da integral pelo me todo de Monte carlo e proporcional a varia ncia do integrando, isto e, ao quanto f (x) varia.
37 - Importance Sampling Ü Como I = (b a)hf i, temos que σi = (b a)σf o erro da integral pelo me todo de Monte carlo e proporcional a varia ncia do integrando, isto e, ao quanto f (x) varia. Ü Como minimizar as incertezas:
38 - Importance Sampling Ü Como I = (b a)hf i, temos que σi = (b a)σf o erro da integral pelo me todo de Monte carlo e proporcional a varia ncia do integrando, isto e, ao quanto f (x) varia. Ü Como minimizar as incertezas: ä A func a o f (x) ter naturalmente uma pequena dispersa o.
39 - Importance Sampling Ü Como I = (b a)hf i, temos que σi = (b a)σf o erro da integral pelo me todo de Monte carlo e proporcional a varia ncia do integrando, isto e, ao quanto f (x) varia. Ü Como minimizar as incertezas: ä A func a o f (x) ter naturalmente uma pequena dispersa o. ä Fazer muitos sorteios
40 - Importance Sampling Ü Como I = (b a)hf i, temos que σi = (b a)σf o erro da integral pelo me todo de Monte carlo e proporcional a varia ncia do integrando, isto e, ao quanto f (x) varia. Ü Como minimizar as incertezas: ä A func a o f (x) ter naturalmente uma pequena dispersa o. ä Fazer muitos sorteios ä Realizar uma mudanc a de varia vel, de forma a tornar o integrando em algo mais uniforme
41 Z I= b f (x)dx a
42 Z I= b Z f (x)dx = a a b f (x) p(x)dx p(x)
43 Z I= b Z f (x)dx = a a b f (x) p(x)dx = p(x) Z p(b) g(y )dy p(a)
44 Z I= b Z f (x)dx = a a b Z f (x) p(x)dx = p(x) p(b) g(y )dy p(a) f (x) onde g(y) =, dy = p(x)dx e p(x) Z b p(x)dx = 1 a
45 Z I= b Z f (x)dx = a a b Z f (x) p(x)dx = p(x) p(b) g(y )dy p(a) f (x) onde g(y) =, dy = p(x)dx e p(x) Z b p(x)dx = 1 a Ü O problema e encontrar p(x) (na o ha receita), deve ser uma func a o que se comporta como f (x), de forma a tornar o integrando aproximadamente uniforme
46 Exemplo R1 Queremos resolver I = 0 x 3 dx Uma func a o parecida e : p(x) = x 2 Z 1 3 x I= (x 2 ) dx com dy = (x 2 )dx 2 x 0 Z x x3 y= (x 02 )dx 0 = 3 0 x3 3 1 y = 0 = x = (3y) 3 para x = 0 = y = 0 para x = 1 = y = 1/3 Gera-se uniformemente um nu mero aleato rio y entre 0 e 1/3 e calcula-se Z I= 1 (3y ) 3 dy 0 pelo me todo da me dia 1/3
47 Exercı cio Ü Escreva um programa em C (integral.c) que calcule Z 1 I= x 3 dx usando o me todo da me dia. Use 0 N = 1000 Ü Use a func a o peso p(x) = x 2 para calcular a mesma integral pelo me todo da me dia com importance sampling. Ü Para cada caso imprima a integral e sua incerteza. Compare os resultados.
48 Exercı cios Ü Escreva um programa em C (integral.c) que calcule Z 1 2 I= e x dx usando o me todo da me dia. Use 0 N = 1000 Ü Use a func a o peso p(x) = Ae x onde A e escolhido de R1 forma a satisfazer 0 p(x)dx = 1. Mostre que a integral a ser calculada agora e 1 A Z A/e e x 2 +x dy A com x = ln( y/a) Ü Para cada caso imprima a integral e sua incerteza. Compare os resultados.
Ref: H.Gould e J. Tobochnik. Para integrais em uma dimensão as regras do trapezóide e de Simpson são
Método de Monte Carlo Resolução de Integrais Ref: H.Gould e J. Tobochnik Para integrais em uma dimensão as regras do trapezóide e de Simpson são melhores, mais rápidas. A técnica de resolução de integrais
Método Monte-Carlo. Alexandre Rosas. 23 de Março de 2009. Departamento de Física Universidade Federal da Paraíba
Departamento de Física Universidade Federal da Paraíba 23 de Março de 2009 O que são os métodos de Monte-Carlo? Métodos numéricos que utilizam amostragem estatística (em contraposição a métodos determinísticos)
Simulação Estocástica
Simulação Estocástica O que é Simulação Estocástica? Simulação: ato ou efeito de simular Disfarce, fingimento,... Experiência ou ensaio realizado com o auxílio de modelos. Aleatório: dependente de circunstâncias
3 Método de Monte Carlo
25 3 Método de Monte Carlo 3.1 Definição Em 1946 o matemático Stanislaw Ulam durante um jogo de paciência tentou calcular as probabilidades de sucesso de uma determinada jogada utilizando a tradicional
Trabalho 7 Fila de prioridade usando heap para simulação de atendimento
Trabalho 7 Fila de prioridade usando heap para simulação de atendimento Data: 21/10/2013 até meia-noite Dúvidas até: 09/10/2013 Faq disponível em: http://www2.icmc.usp.br/~mello/trabalho07.html A estrutura
2. Método de Monte Carlo
2. Método de Monte Carlo O método de Monte Carlo é uma denominação genérica tendo em comum o uso de variáveis aleatórias para resolver, via simulação numérica, uma variada gama de problemas matemáticos.
O comportamento conjunto de duas variáveis quantitativas pode ser observado por meio de um gráfico, denominado diagrama de dispersão.
ESTATÍSTICA INDUTIVA 1. CORRELAÇÃO LINEAR 1.1 Diagrama de dispersão O comportamento conjunto de duas variáveis quantitativas pode ser observado por meio de um gráfico, denominado diagrama de dispersão.
Métodos Computacionais em Física
Métodos Computacionais em Física Tatiana G. Rappoport [email protected] 2014-1 Integração usando o método da rejeição Queremos calcular a integral Definimos um retângulo de altura H que contenha a
Introdução. Métodos de inferência são usados para tirar conclusões sobre a população usando informações obtidas a partir de uma amostra.
Métodos Monte Carlo Introdução Métodos de inferência são usados para tirar conclusões sobre a população usando informações obtidas a partir de uma amostra. Estimativas pontuais e intervalares para os parâmetros;
MANUAL LOTOFÁCIL. Por Cláudio luis
MANUAL LOTOFÁCIL Por Cláudio luis O programa LOTOFÁCIL foi criado com o objetivo de obter um conjunto de cartelas para serem jogadas nas casas lotéricas no jogo de mesmo nome. No funcionamento do jogo,
Métodos Quantitativos. aula 3
Métodos Quantitativos aula 3 Prof. Dr. Marco Antonio Insper Ibmec São Paulo Simulação Empresarial Auxílio na tomada de decisão. Criação de cenários otimistas e pessimistas. Poder de previsão baseada em
Aula 04 Método de Monte Carlo aplicado a análise de incertezas. Aula 04 Prof. Valner Brusamarello
Aula 04 Método de Monte Carlo aplicado a análise de incertezas Aula 04 Prof. Valner Brusamarello Incerteza - GUM O Guia para a Expressão da Incerteza de Medição (GUM) estabelece regras gerais para avaliar
Métodos de Monte Carlo
Departamento de Estatística - UFJF Outubro e Novembro de 2014 são métodos de simulação São utilizados quando não temos uma forma fechada para resolver o problema Muito populares em Estatística, Matemática,
VisuALG Estruturas de Repetição. Professores: Vilson Heck Junior [email protected] Felipe Schneider Costa [email protected].
VisuALG Estruturas de Repetição Professores: Vilson Heck Junior [email protected] Felipe Schneider Costa [email protected] O Problema. Estruturas de Repetição: Introdução; Repita ate; Exemplo;
Universidade Federal de Rondônia Técnicas de Desenvolvimento de Programas Lista 4
Universidade Federal de Rondônia Técnicas de Desenvolvimento de Programas Lista 4 WHILE 1. Faça um comando while equivalente ao descrito abaixo (que realize o mesmo tipo de procedimento e obtenha o mesmo
CI202 - Métodos Numéricos
CI202 - Métodos Numéricos Lista de Exercícios 2 Zeros de Funções Obs.: as funções sen(x) e cos(x) devem ser calculadas em radianos. 1. Em geral, os métodos numéricos para encontrar zeros de funções possuem
Sistemas Operacionais e Introdução à Programação. Vetores e matrizes
Sistemas Operacionais e Introdução à Programação Vetores e matrizes 1 Matrizes Cada elemento de uma matriz é referenciado indicando-se sua posição dentro da matriz. Na Matemática, matrizes são arranjos
Lista de exercícios estrutura de repetição FOR e While. 3. Criar um algoritmo que imprima a soma dos nu meros pares de 230 a 520..
Lista de exercícios estrutura de repetição FOR e While 1. Fac a um algoritmo que escreva os nu meros inteiros de 100 a 1. 2. Crie um algoritmo que leia N nu meros e para cada nu mero digitado imprima,
Termoquı mica. Exercı cios Objetivos. C O(CO) 10, 8x102 kj/mol C = O(CO2 ) 8, 0x102 kj/mol H2 (g) + Cl2 (g) 2HCl(g),
Exercı cios Objetivos 1. (2000)Com base nos dados da tabela, Considere as seguintes reac o es (I)2H2 + 2CO CH4 + CO2 (II)CH4 + CO2 2H2 + 2CO e as energias me dias de ligac a o: H H 4, 4x102 kj/mol pode-se
O ENSINO DE CÁLCULO NUMÉRICO: UMA EXPERIÊNCIA COM ALUNOS DO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO
O ENSINO DE CÁLCULO NUMÉRICO: UMA EXPERIÊNCIA COM ALUNOS DO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Prof. Leugim Corteze Romio Universidade Regional Integrada URI Campus Santiago-RS [email protected] Prof.
Estruturas de Repetição
Estruturas de Repetição Lista de Exercícios - 04 Algoritmos e Linguagens de Programação Professor: Edwar Saliba Júnior Estruturas de Repetição O que são e para que servem? São comandos que são utilizados
Possui como idéia central a divisão de um universo de dados a ser organizado em subconjuntos mais gerenciáveis.
3. Tabelas de Hash As tabelas de hash são um tipo de estruturação para o armazenamento de informação, de uma forma extremamente simples, fácil de se implementar e intuitiva de se organizar grandes quantidades
Capítulo 5: Aplicações da Derivada
Instituto de Ciências Exatas - Departamento de Matemática Cálculo I Profª Maria Julieta Ventura Carvalho de Araujo Capítulo 5: Aplicações da Derivada 5- Acréscimos e Diferenciais - Acréscimos Seja y f
EXPERIMENTO N o 6 LENTES CONVERGENTES INTRODUÇÃO
EXPERIMENTO N o 6 LENTES CONVERGENTES INTRODUÇÃO Ao incidir em uma lente convergente, um feixe paralelo de luz, depois de passar pela lente, é concentrado em um ponto denominado foco (representado por
Análise e Desenvolvimento de Sistemas ADS Programação Orientada a Obejeto POO 3º Semestre AULA 03 - INTRODUÇÃO À PROGRAMAÇÃO ORIENTADA A OBJETO (POO)
Análise e Desenvolvimento de Sistemas ADS Programação Orientada a Obejeto POO 3º Semestre AULA 03 - INTRODUÇÃO À PROGRAMAÇÃO ORIENTADA A OBJETO (POO) Parte: 1 Prof. Cristóvão Cunha Objetivos de aprendizagem
Matemática SSA 2 REVISÃO GERAL 1
1. REVISÃO 01 Matemática SSA REVISÃO GERAL 1. Um recipiente com a forma de um cone circular reto de eixo vertical recebe água na razão constante de 1 cm s. A altura do cone mede cm, e o raio de sua base
Variáveis, Expressões, Atribuição, Matrizes, Comandos de Desvio
Programação de Computadores I UFOP DECOM 2013 2 Exercícios de Revisão Variáveis, Expressões, Atribuição, Matrizes, Comandos de Desvio Sumário 1 Testes de Compreensão 1 2 Variáveis, Expressões, Atribuição,
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Faculdade de Arquitetura e Urbanismo DISTRIBUIÇÃO AMOSTRAL ESTIMAÇÃO AUT 516 Estatística Aplicada a Arquitetura e Urbanismo 2 DISTRIBUIÇÃO AMOSTRAL Na aula anterior analisamos
Desenvolvimento de um sistema computacional para otimização de custos e ganho nutricional nas refeições do restaurantes do IFMG-campus Bambuí
V Semana de Ciência e Tecnologia IFMG - campus Bambuí V Jornada Científica 19 a 24 de novembro de 2012 Desenvolvimento de um sistema computacional para otimização de custos e ganho nutricional nas refeições
Distribuição Gaussiana. Modelo Probabilístico para Variáveis Contínuas
Distribuição Gaussiana Modelo Probabilístico para Variáveis Contínuas Distribuição de Frequências do Peso, em gramas, de 10000 recém-nascidos Frequencia 0 500 1000 1500 2000 2500 3000 3500 1000 2000 3000
Simulação Transiente
Tópicos Avançados em Avaliação de Desempenho de Sistemas Professores: Paulo Maciel Ricardo Massa Alunos: Jackson Nunes Marco Eugênio Araújo Dezembro de 2014 1 Sumário O que é Simulação? Áreas de Aplicação
Introdução à Lógica de Programação
Sistemas Operacionais e Introdução à Programação Introdução à Lógica de Programação 1 Estruturas de dados Representação computacional das informações do problema ser resolvido Informações podem ser de
Estudo de Casos 57. 5.1. Estudo de Caso 1: Velocidade Intervalar e Espessura da Camada
Estudo de Casos 57 5 Estudo de Casos Neste capítulo são relatados três estudos de caso com sismogramas de referência sintéticos que têm como objetivo avaliar o modelo proposto. Na descrição dos estudos
Manual MQS. Logo após colocar essas informações abrirá a página inicial do sistema:
Manual MQS Para acessar o sistema MQS na versão em PHP, basta clicar no link: www.mqs.net.br/plus. Colocar login e senha que foram fornecidos por email. Logo após colocar essas informações abrirá a página
Google Drive. Passos. Configurando o Google Drive
Google Drive um sistema de armazenagem de arquivos ligado à sua conta Google e acessível via Internet, desta forma você pode acessar seus arquivos a partir de qualquer dispositivo que tenha acesso à Internet.
ALGORITMOS PARTE 01. Fabricio de Sousa Pinto
ALGORITMOS PARTE 01 Fabricio de Sousa Pinto Algoritmos: Definição 2 É uma sequência de instruções finita e ordenada de forma lógica para a resolução de uma determinada tarefa ou problema. Algoritmos 3
Lista de exercícios de Análise Numérica
Lista de exercícios de Análise Numérica 1. Calcule 10 log x dx : 6 a) Usando a formula dos trapézios; b) Usando a fórmula do trapézio repetida 8 vezes c) Delimite o erro nos dois casos e compare-os. 2.
Modelagem Digital do Terreno
Geoprocessamento: Geração de dados 3D Modelagem Digital do Terreno Conceito Um Modelo Digital de Terreno (MDT) representa o comportamento de um fenômeno que ocorre em uma região da superfície terrestre
O método de Monte Carlo: algumas aplicações na Escola Básica
1 Universidade de São Paulo/Faculdade de Educação Seminários de Ensino de Matemática (SEMA-FEUSP) Coordenador: Nílson José Machado novembro/2009 O método de Monte Carlo: algumas aplicações na Escola Básica
A Maquina de Vendas Online É Fraude, Reclame AQUI
A Maquina de Vendas Online É Fraude, Reclame AQUI Muitas pessoas me perguntam se a maquina de vendas online é fraude do Tiago bastos funciona de verdade ou se não é apenas mais uma fraude dessas que encontramos
Atividade Proporcionalidade (vídeo)
Atividade Proporcionalidade (vídeo) Atividade CNI/EM Presencial 1. Introdução O objetivo dessa atividade é estudar as relações de proporcionalidade (direta e inversa) entre grandezas. O material-base será
A presente seção apresenta e especifica as hipótese que se buscou testar com o experimento. A seção 5 vai detalhar o desenho do experimento.
4 Plano de Análise O desenho do experimento realizado foi elaborado de forma a identificar o quão relevantes para a explicação do fenômeno de overbidding são os fatores mencionados na literatura em questão
Manual do Sistema "Coelho - Sistema de Analise Loterica" Editorial Brazil Informatica
Manual do Sistema "Coelho - Sistema de Analise Loterica" Editorial Brazil Informatica I Coelho - Sistema de Analise Loterica Conteudo Part I Introdução 2 1 Coelho- Sistema... de Analise Loterica 2 Part
Programação de Computadores I Pseudocódigo PROFESSORA CINTIA CAETANO
Programação de Computadores I Pseudocódigo PROFESSORA CINTIA CAETANO Pseudocódigo Pseudocódigo é uma forma genérica de escrever um algoritmo, utilizando uma linguagem simples (nativa a quem o escreve,
PROBABILIDADE. Aula 5
Curso: Psicologia Disciplina: Métodos Quantitativos Profa. Valdinéia Data: 28/10/15 PROBABILIDADE Aula 5 Geralmente a cada experimento aparecem vários resultados possíveis. Por exemplo ao jogar uma moeda,
Universidade da Beira Interior Departamento de Informática (6619, 11543, 11552) Programação I
Universidade da Beira Interior Departamento de Informática (6619, 11543, 11552) Programação I Ficha prática 4 Ano letivo 2014-15 Exercícios 1. Escreva um programa que mostre no ecrã a parte da tabela ASCII
Universidade Federal do Rio Grande do Sul INF01047 - Fundamentos de Computação Gráfica. Sim City Car 3D
Universidade Federal do Rio Grande do Sul INF01047 - Fundamentos de Computação Gráfica Sim City Car 3D Professor: Marcelo Walter Jorge Wichrowski Krieger de Mello 143283 [email protected] 55 51 99598796
4.2 Teorema do Valor Médio. Material online: h-p://www.im.ufal.br/professor/thales/calc1-2010_2.html
4.2 Teorema do Valor Médio Material online: h-p://www.im.ufal.br/professor/thales/calc1-2010_2.html Teorema de Rolle: Seja f uma função que satisfaça as seguintes hipóteses: a) f é contínua no intervalo
Escoamento incompressível de fluidos não viscosos
Quando queremos obter parâmetros do moimento (seja de sólidos ou fluidos) aplicamos o princípio de conseração de energia. Quando desprezamos o atrito: soma da energia cinética e da energia potencial graitacional
Configurando ambiente do MS-Excel 2007 para macros e Lista de exercícios
A configuração do ambiente MS-EXCEL para as macros fica na central de segurança que está localizada na Central de Confiabilidade. Ao alterar estas configurações de macro na Central de Confiabilidade, elas
Contratos Derivativos Futuro Míni de Dólar Comercial
Opções Sobre Futuro de Milho Contratos Derivativos Proteção contra variações do dólar comercial em datas futuras. O produto O Contrato Futuro de Do lar Comercial e o segundo contrato derivativo mais negociado
Experimentos em Realidade Virtual Bruno Madeira Luiz Velho (orientador) Technical Report TR-2010-06 Relatório Técnico. June - 2010 - Junho
Laboratório VISGRAF Instituto de Matemática Pura e Aplicada Experimentos em Realidade Virtual Bruno Madeira Luiz Velho (orientador) Technical Report TR-2010-06 Relatório Técnico June - 2010 - Junho The
P r o g r a m a ç ã o d e C o m p u t a d o r e s 1 o S e m - 2 0 1 3 P r o f. A n d r é A m a r a n t e L u i z L A B 5 tag %2d while printf PE1:
Inteligência É a faculdade de criar objetos artificiais, especialmente ferramentas para fazer ferramentas. Henri Bergson. WHILE Além dos comandos if-else e switch, o controle de fluxo de um programa pode
FUNÇÃO DE 1º GRAU. = mx + n, sendo m e n números reais. Questão 01 Dadas as funções f de IR em IR, identifique com um X, aquelas que são do 1º grau.
FUNÇÃO DE 1º GRAU Veremos, a partir daqui algumas funções elementares, a primeira delas é a função de 1º grau, que estabelece uma relação de proporcionalidade. Podemos então, definir a função de 1º grau
Biblioteca Walter Wey. Bases de Dados. Manual de Pesquisa. Versão 1.1
Biblioteca Walter Wey Bases de Dados Manual de Pesquisa Versão 1.1 2010 Pesquisando no IAH A busca é executada a partir de um formulário onde o usuário monta sua "expressão de pesquisa", combinando palavras,
A4 Projeto Integrador e Lista de Jogos
A4 Projeto Integrador e Lista de Jogos 1ª ETAPA PROJETO INTEGRADOR (2 pontos na A4) Como discutido em sala de aula, a disciplina de algoritmos I também fará parte do projeto integrador, para cada grupo
Computadores de Programação (MAB353)
Computadores de Programação (MAB353) Aula 19: Visão geral sobre otimização de programas 06 de julho de 2010 1 2 3 Características esperadas dos programas O primeiro objetivo ao escrever programas de computador
Introdução à Lógica de Programação (cont.)
Operadores Introdução à Programação (cont.) Luis Otavio Alvares Adaptado de slides das profas. Vania Bogorny, Patrícia Jaques e Mônica Py Usados para incrementar, decrementar, comparar e avaliar dados,
Teorema do Limite Central e Intervalo de Confiança
Probabilidade e Estatística Teorema do Limite Central e Intervalo de Confiança Teorema do Limite Central Teorema do Limite Central Um variável aleatória pode ter uma distribuição qualquer (normal, uniforme,...),
CLINICAGENDA - MANUAL VERSÃO 1.0.0.3. Manual de auxílio à utilização do sistema Clinicagenda.
VERSÃO 1.0.0.3 Manual de auxílio à utilização do sistema Clinicagenda. CLINICAGENDA - ÍNDICE I ndice Criar Um Novo Cadastro 1 Primeiro Passo 1 Segundo Passo 1 Primeiro Login 2 Introduça o 2 Tela Inicial
Planejamento, Desenvolvimento e Implementac a o de Sistemas
Planejamento, Desenvolvimento e Implementac a o de Sistemas Aulas 08 e 09 Ciclo de Vida do Desenvolvimento de Sistemas Levantamento de Necessidades Coleta de dados sobre as necessidades e oportunidades
DEFIJI Semestre2014-1 10:07:19 1 INTRODUÇÃO
1 DEFIJI Semestre2014-1 Ótica Lentes Esféricos Prof. Robinson 10:07:19 1 O ÍNDICE DE REFRAÇÃO INTRODUÇÃO Quando a luz passa de um meio para outro, sua velocidade aumenta ou diminui devido as diferenças
Estatística dos aprovados na Receita Federal em 2014. Você também pode chegar lá!
Estatística dos aprovados na Receita Federal em 2014. Você também pode chegar lá! Olá pessoal, tudo bem? Trago para vocês uma avaliação das notas dos candidatos aprovados no último concurso para Auditor
MEU DICIONÁRIO Sua coleção de palavras
1 a a 4 a Séries Ensino Fundamental Software Necessário: Microsoft Word 2000 MEU DICIONÁRIO Sua coleção de palavras Áreas: LP Guia do professor RESUMO Para dominar a arte da leitura, as crianças devem
Somatórias e produtórias
Capítulo 8 Somatórias e produtórias 8. Introdução Muitas quantidades importantes em matemática são definidas como a soma de uma quantidade variável de parcelas também variáveis, por exemplo a soma + +
CAP5: Amostragem e Distribuição Amostral
CAP5: Amostragem e Distribuição Amostral O que é uma amostra? É um subconjunto de um universo (população). Ex: Amostra de sangue; amostra de pessoas, amostra de objetos, etc O que se espera de uma amostra?
RESOLUÇÃO DAS QUESTÕES DE RACIOCÍNIO LÓGICO-MATEMÁTICO
RESOLUÇÃO DAS QUESTÕES DE RACIOCÍNIO LÓGICO-MATEMÁTICO Caro aluno, Disponibilizo abaixo a resolução das questões de Raciocínio Lógico- Matemático das provas para os cargos de Analista do TRT/4ª Região
O que é necessário para ter Resultados no Marketing Digital
O que é necessário para ter Resultados no Marketing Digital O que é necessário 1. CONHECIMENTO 2. TECNOLOGIA 3. TEMPO INVESTIDO (PESSOAS) 4. PACIÊNCIA CONHECIMENTO Quando falamos de conhecimento, podemos
As fases na resolução de um problema real podem, de modo geral, ser colocadas na seguinte ordem:
1 As notas de aula que se seguem são uma compilação dos textos relacionados na bibliografia e não têm a intenção de substituir o livro-texto, nem qualquer outra bibliografia. Introdução O Cálculo Numérico
428 Capítulo 7 Arrays. do { ExibeArrayInts(ar, n); /* Exibe a configuração */ /* corrente do array */ } while (ProximaPermutacao(ar, n));
428 Capítulo 7 Arrays do { ExibeArrayInts(ar, n); / Exibe a configuração / / corrente do array / while (ProximaPermutacao(ar, n)); Análise: Inicialmente, a função GeraPermutacoes() chama a função BubbleSort(),
Se entregar em papel, por favor, prenda esta folha de rosto na sua solução desta lista, deixando-a em branco. Ela será usada na
Cálculo Multivariado Lista numero integração múltipla [email protected] T. Praciano-Pereira Dep. de Computação alun@: de março de 13 Univ. Estadual Vale do Aca Documento escrito com L A TEX -
Conceitos Importantes:
Conceitos Importantes: Variáveis: Por Flávia Pereira de Carvalho, 2007 i O bom entendimento do conceito de variável é fundamental para elaboração de algoritmos, consequentemente de programas. Uma variável
CADERNO DE ATIVIDADES UMA PROPOSTA METODOLÓGICA PARA O ESTUDO DAS EQUAÇÕES DIFERENCIAIS ORDINÁRIAS POR MÉTODOS NUMÉRICOS.
1 CADERNO DE ATIVIDADES UMA PROPOSTA METODOLÓGICA PARA O ESTUDO DAS EQUAÇÕES DIFERENCIAIS ORDINÁRIAS POR MÉTODOS NUMÉRICOS. PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS MESTRADO EM ENSINO DE CIÊNCIAS
MATEMÁTICA FINANCEIRA Professor Fábio Maia. AULA 1 - Juros Simples. Formulário: Juros Simples: j = C.i.n e Montante: M = C. (1 + i.
MATEMÁTICA FINANCEIRA Professor Fábio Maia AULA 1 - Juros Simples Juros Simples é o processo financeiro onde apenas o principal rende juros, isto é, os juros são diretamente proporcionais ao capital empregado.
Algoritmos e Estruturas de Dados I
Algoritmos e Estruturas de Dados I Prof. Daniel M. Martin ([email protected]) Aula 7 (laboratório) Exercício de Laboratório Neste exercício você deverá praticar o uso da estrutura de dados 'Fila'
Universidade Federal de Goiás Instituto de Informática
Universidade Federal de Goiás Instituto de Informática EXERCÍCIOS DE ESTRUTURAS SEQUÊNCIAIS 1. O coração humano bate em média uma vez por segundo. Desenvolver um algoritmo para calcular e escrever quantas
Tópico 11. Aula Teórica/Prática: O Método dos Mínimos Quadrados e Linearização de Funções
Tópico 11. Aula Teórica/Prática: O Método dos Mínimos Quadrados e Linearização de Funções 1. INTRODUÇÃO Ao se obter uma sucessão de pontos experimentais que representados em um gráfico apresentam comportamento
LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO PARA ENGENHARIA DISCUSSÃO DOS EXERCÍCIOS E CONSTRUÇÃO DE PROGRAMAS SEQUENCIAIS. Prof. Dr. Daniel Caetano 2012-1
LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO PARA ENGENHARIA DISCUSSÃO DOS EXERCÍCIOS E CONSTRUÇÃO DE PROGRAMAS SEQUENCIAIS Prof. Dr. Daniel Caetano 2012-1 Objetivos Apresentar as soluções para os exercícios propostos Exercitar
Resoluções comentadas de Raciocínio Lógico e Estatística - SEPLAG-2010 - APO
Resoluções comentadas de Raciocínio Lógico e Estatística - SEPLAG-010 - APO 11. O Dia do Trabalho, dia 1º de maio, é o 11º dia do ano quando o ano não é bissexto. No ano de 1958, ano em que o Brasil ganhou,
LISTA DE INTERVALO DE CONFIANÇA E TESTE DE HIPÓTESES
Monitora Juliana Dubinski LISTA DE INTERVALO DE CONFIANÇA E TESTE DE HIPÓTESES EXERCÍCIO 1 (INTERVALO DE CONFIANÇA PARA MÉDIA) Suponha que X represente a duração da vida de uma peça de equipamento. Admita-se
COMO AVALIAR O RISCO DE UM PROJETO ATRAVÉS DA METODOLOGIA DE MONTE CARLO
COMO AVALIAR O RISCO DE UM PROJETO ATRAVÉS DA O que é risco? Quais são os tipos de riscos? Quais são os tipos de análises? Qual a principal função do Excel para gerar simulações aleatórias? O que é distribuição
OBI2009 Caderno de Tarefas
OBI2009 Caderno de Tarefas Modalidade Programação Nível 1, Fase 1 A PROVA TEM DURAÇÃO DE QUATRO HORAS LEIA ATENTAMENTE ESTAS INSTRUÇÕES ANTES DE INICIAR A PROVA Este caderno de tarefas é composto por 8
Análise de regressão linear simples. Departamento de Matemática Escola Superior de Tecnologia de Viseu
Análise de regressão linear simples Departamento de Matemática Escola Superior de Tecnologia de Viseu Introdução A análise de regressão estuda o relacionamento entre uma variável chamada a variável dependente
IBM1018 Física Básica II FFCLRP USP Prof. Antônio Roque Aula 3
Linhas de Força Mencionamos na aula passada que o físico inglês Michael Faraday (79-867) introduziu o conceito de linha de força para visualizar a interação elétrica entre duas cargas. Para Faraday, as
OBI2014 Caderno de Tarefas
OBI2014 Caderno de Tarefas Modalidade Programação Nível Júnior, Fase 2 30 de agosto de 2014 A PROVA TEM DURAÇÃO DE 3 HORAS Promoção: Patrocínio: Olimpíada Brasileira de Informática OBI2014 1 Instruções
Atividade à Distância Avaliativa - Probabilidade. 1 Probabilidade - Operações e Propriedades
Universidade Estadual de Santa Cruz UESC Professora: Camila M. L Nagamine Bioestatística Atividade à Distância Avaliativa - Probabilidade Se ouço, esqueço; se vejo, recordo; se faço, aprendo. (Provérbio
Máximos, mínimos e pontos de sela Multiplicadores de Lagrange
Máximos, mínimos e pontos de sela Multiplicadores de Lagrange Anderson Luiz B. de Souza Livro texto - Capítulo 14 - Seção 14.7 Encontrando extremos absolutos Determine o máximo e mínimo absolutos das funções
