Um olhar estrangeiro acerca da cidade de Évora
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- João Batista Penha Furtado
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Transcrição
1 Um olhar estrangeiro acerca da cidade de Évora Ana Carolina Pereira 1 Entre silêncios e ruídos os locais de chegada e partida normalmente são repletos de memórias, como também formadores de outras mais. A música Encontros e Desencontros assim tentou traduzir os sentimentos que os terminais de passageiros podem suscitar: Todos os dias é um vai-e-vem A vida se repete na estação Tem gente que chega pra ficar Tem gente que vai pra nunca mais Tem gente que vem e quer voltar Tem gente que vai e quer ficar Tem gente que veio só olhar Tem gente a sorrir e a chorar E assim, chegar e partir São só dois lados Da mesma viagem O trem que chega É o mesmo trem da partida A hora do encontro É também de despedida A plataforma dessa estação É a vida desse meu lugar É a vida desse meu lugar É a vida 2 1 Mestranda em Patrimônio Cultural, Paisagens e Cidadania pela Universidade Federal de Viçosa. Especialista em Gestão Cultural pelo SENAC/MG e em Ensino de Artes Visuais pela Universidade Federal de Minas Gerais. Licenciada em História pela Universidade Federal de Minas Gerais, Brasil. 2 Composição: Milton Nascimento. Intérprete: Maria Rita. Ano: 2003.
2 Ao chegar à plataforma de Évora não é apenas a movimentação das pessoas que descem apressadamente dos vagões dos comboios que pode despertar interesse em um viajante. As paredes da estação com painéis de azulejos que remetem aos mitos fundadores da cidade, os elementos que a comunidade escolheu para expressar sua identidade e os trabalhos campesinos realizados na região do Alentejo desviam o olhar daqueles que desembarcam interessados em conhecer a cultura local.
3 Assim, tais referências simbólicas colocadas na estação informam aos indivíduos que por lá passam os diversos tempos e espaços dessa urbe, como também as narrativas construídas para representar as diversas cidades e as várias memórias contidas nas ruas e vielas eborenses. Dentro do quadro cultural de um estrangeiro natural de um município projetado no final do século XIX e que a população cresceu vinte vezes 3 mais que a expectativa das pessoas que a arquitetaram, Évora pode parecer inicialmente vazia mesmo tendo diversos espaços projetados para proporcionar a sociabilidade entre os moradores - como as praças, os largos e as igrejas. 3 A população estimada pela comissão construtora para habitar a cidade de Belo Horizonte (Minas Gerais Brasil) era de , mas em 1997, ano do seu centenário, já possuía mais de 2 milhões de pessoas.
4 [...] a vida desse meu lugar - mesmo que temporário - foi paradoxalmente percebida próximo ao monumento erigido para lembrar os soldados procedentes de Évora que foram mortos na Primeira Guerra Mundial. Ao lado deste lugar de memória 4 é montada uma feira em que produtos, comidas e anúncios são pronunciados em voz alta e quando são proferidos pelos comerciantes ao mesmo tempo formam um alarido quase inteligível. As crianças brincam nos corredores, os moradores compram, passeiam e reúnem-se para conversar em um espaço informal, enquanto o local projetado para ser referência socioeconômica de uma cidade, ou seja, o mercado municipal, a movimentação é pouca e calma. 4 NORA, Pierre. Entre memória e história: a problemática dos lugares. In: Projeto História, São Paulo (10), dez. 1993, p
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7 No comércio espalhado pela cidade nota-se uma taciturna divisão entre os espaços e os estabelecimentos voltados para os turistas, para os estudantes e para os moradores, mesmo que estejam um ao lado do outro. Estes arranjos, para uma pessoa de fora, parecem ter sido formados a partir das preferências de determinados grupos em um dado momento e são práticas cotidianamente reproduzidas como forma garantir sentidos, usos, significados, diferenciação e legitimação de determinadas identidades.
8 Parafraseando o trecho de Encontros e Desencontros : são dois lados da mesma cidade, que se tornam perceptíveis à medida que se conhece seu cotidiano e seus espaços, como também quando se percebe, mesmo que minimamente, a relação entre ela (Patrimônio Mundial) e os moradores. Évora, portanto, é uma cidade que quem viu uma vez nunca mais consegue esquecer. Mas não porque deixe, como outras cidades memoráveis, uma imagem extraordinária nas recordações 5 e sim porque possui uma dinâmica cultural singular, própria. 5 CALVINO, Italo. As cidades invisíveis. São Paulo: Companhia das Letras, p. 19.
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