defi departamento de física
|
|
|
- Lorenzo Henriques Stachinski
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 defi departamento de física Laboratórios de Física Coeficiente de dilatação térmica Instituto Superior de Engenharia do Porto Departamento de Física Rua Dr. António Bernardino de Almeida, Porto. T F
2 Objectivos: Determinação do coeficiente de dilatação linear de diferentes materiais Introdução teórica Quando a temperatura de um corpo é alterada, as suas dimensões (p.ex. comprimento) também o são. Para intervalos mais ou menos significativos de temperatura, o comprimento l de um sólido, à temperatura t, pode relacionar-se com o comprimento inicial l 0, à temperatura t 0, pela expressão: em que: logo: l = l 0. (1 + α. (t - t 0 )) (Eq. 1) α = (l - l 0 ) / (l 0. (t - t 0 )) (Eq. 2) α = l / (l 0. t) (Eq. 3) l é a variação de comprimento t é a variação de temperatura α é o coeficiente de dilatação térmica l 0 é o comprimento inicial A dependência do volume dos sólidos, líquidos e gases, com a variação da temperatura é dada pela expressão: v = v 0. (1 + β. (t - t 0 )) (Eq. 4) em que β é o coeficiente de dilatação volumétrica. Departamento de Física Página 2/5
3 Material Necessário 1 dilatómetro 1 tina de água 1 termóstato 1 micrómetro 1 termómetro 1 cronómetro 1 fita métrica tubos / barras de materiais diferentes tubos de borracha Procedimento 1. Com cuidado, meça o comprimento inicial da barra (l 0 ). 2. Com a ajuda do termómetro anote o valor da temperatura ambiente (t 0 ). 3. Coloque a barra no dilatómetro e prenda-a na extremidade fixa 1 com o parafuso respectivo. De seguida, ajuste o ponteiro do micrómetro no zero da escala. ATENÇÃO: Uma das extremidades da barra deverá estar fixa e a outra em contacto com o micrómetro 4. Faça as ligações necessárias para que a água circule no interior da barra que está a utilizar. 5. Com cuidado e com a ajuda do professor, regule o termóstato para uma temperatura 5 ºC acima da temperatura (t 0 ) dada pelo termómetro. 6. Espere 5 minutos e verifique que a temperatura chegou ao valor desejado. 7. Anote o valor da temperatura (t). 8. Registe o valor lido no micrómetro. 9. Repita os pontos 5, 6 e 7 do procedimento experimental aumentando gradualmente a temperatura (5 em 5 ºC) até chegar aos 60 ºC. 10. Com os valores registados trace o gráfico l = f( t). Departamento de Física Página 3/5
4 11. Através do método de regressão linear obtenha o coeficiente angular da recta encontrada. 12. Obtenha o valor do coeficiente de dilatação linear do material que usou através da Equação Compare o valor experimental obtido com o valor tabelado. Calcule os erros associados à determinação do coeficiente de dilatação linear do material. 14. Calcule os erros associados à determinação do coeficiente de dilatação linear do material. 15. Repita todo o procedimento para uma barra de um outro material. Tabela de coeficientes de dilatação linear MATERIAL α (x 10-5 K -1 ) Latão 1,8 Aço 1,1 Vidro duran 0,32 Vidro de quartzo 0,046 Cobre 1,6 Alumínio 2,2 Questões 1) Determine o coeficiente de expansão (dilatação) volumétrica dos materiais que constituem as barras que utilizou no trabalho. Deduza a expressão que relaciona o coeficiente de expansão linear com o coeficiente de dilatação volumétrica. 2) Os coeficientes de dilatação linear que determinou são válidos para qualquer intervalo de temperatura? E de pressão? 3) Embora a maior parte dos materiais sofra expansão quando aquecidos, a água entre 0ºC e 4ºC, constitui uma importante excepção. Explique porque tal se verifica e diga quais as implicações que tem esse facto na existência de vida aquática em lagos, em Invernos muito rigorosos. Departamento de Física Página 4/5
5 Referências Bibliográficas William Vieira de Albuquerque, Manual de laboratório de Física, McGraw Hill (1980). PHYWE series of publications Lab. Experiments Physics Thermal Expansion in solids and liquids. Departamento de Física Página 5/5
BC 0205 Fenômenos Térmicos
BC 0205 Fenômenos Térmicos Experimento 2 Roteiro Dilatação dos metais Professor: Data: / /2016 Turma: Turno: Proposta Compreender o efeito de dilatação (contração) térmica em metais e determinar o coeficiente
DILATAÇÃO TÉRMICA DOS SÓLIDOS
ESCOLA ESTADUAL DE ENSINO MÉDIO DEMÉTRIO RIBEIRO DILATAÇÃO TÉRMICA DOS SÓLIDOS F Í S I C A 2 º A N O 2015 P R O F. T H A L E S F. M A C H A D O DILATAÇÃO TÉRMICA DOS SÓLIDOS Todos os corpos, quando aquecidos,
EXPANSÃO TÉRMICA DE LÍQUIDOS
Protocolos das Aulas Práticas 25 / 26 EXPANSÃO TÉRMICA DE LÍQUIDOS. Resumo Num primeiro momento, calibra-se um picnómetro em volume, com água destilada. Em seguida, estuda-se a expansão térmica volúmica
defi departamento de física
defi departamento de física Laboratórios de Física www.defi.isep.ipp.pt Interferómetro de Michelson Instituto Superior de Engenharia do Porto Departamento de Física Rua Dr. António Bernardino de Almeida,
Bacharelado em Engenharia Civil. Disciplina: Física Geral e Experimental II 2º período Prof. Cristiano Ferrari
Bacharelado em Engenharia Civil Disciplina: Física Geral e Experimental II 2º período Prof. Cristiano Ferrari Fenômenos Térmicos Escalas de Temperatura Comparando as Escalas Conversões entre Escalas
Diretoria de Ciências Exatas. Laboratório de Física. Roteiro 02. Física Geral e Experimental III 2012/1
Diretoria de Ciências Exatas aboratório de Física Roteiro Física Geral e Experimental III 1/1 Experimento: Dilatação érmica de Sólidos 1. Dilatação érmica de um Sólido Nesta tarefa serão abordados os seguintes
Resolução de Curso Básico de Física de H. Moysés Nussenzveig Capítulo 07 - Vol. 2
HTTP://WWW.COMSIZO.COM.BR/ Resolução de Curso Básico de Física de H. Moysés Nussenzveig Capítulo 7 - Vol. Engenharia Física 9 Universidade Federal de São Carlos /1/9 1 Uma esfera oca de alumínio tem um
Cap 03: Dilatação térmica de sólidos e líquidos
Cap 03: Dilatação térmica de sólidos e líquidos A mudança nas dimensões dos corpos, quando sofrem variações de temperatura, é um fenômeno que pode ser facilmente observado em situações do cotidiano. Quando
Colégio Santa Dorotéia
Colégio Santa Dorotéia Área de Ciências da Natureza Disciplina: Física Ano: 2º Ensino Médio Professor: Marcelo Caldas Física Atividades para Estudos Autônomos Data: 6 / 3 / 2018 Aluno(a): Nº: Turma: Assuts
Relatório de Física: 1º Relatório Experimental Dilatação Térmica Linear Prof: Bruno Garcia Bonfim
Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Campus Cornélio Procópio PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Turma: M22 Engenharia Mecânica Relatório de Física: 1º Relatório
Dilatação de sólidos e líquidos
Dilatação de sólidos e líquidos Bibliografia e figuras desta aula: Fundamentos da Física, Halliday, Resnick e Walker, 8a Ed., vol 2 pág2 188-190 Na aula passada vimos que a variação (aumento ou diminuição)
Ciências da Natureza e suas Tecnologias - Física Ensino Médio, 2ª Série DILATAÇÃO TÉRMICA
Ciências da Natureza e suas Tecnologias - Física Ensino Médio, 2ª Série DILATAÇÃO TÉRMICA Dilatação Térmica Expansão das Moléculas É importante que saibamos o que são temperatura e calor. Temperatura:
Colégio Santa Dorotéia
Colégio Santa Dorotéia Área de Ciências da Natureza Disciplina: Física Ano: 2º - Ensino Médio Professor: Marcelo Caldas Chaves Física Atividades para Estudos Autônomos Data: 6 / 3 / 2017 Aluno(a): N o
Roteiro elaborado com base na documentação que acompanha o conjunto por: Osvaldo Guimarães PUC-SP
1 Roteiro elaborado com base na documentação que acompanha o conjunto por: Osvaldo Guimarães PUC-SP Tópicos Relacionados Pressão, temperatura, volume, coeficiente de expansão térmica, coeficiente de compressibilidade,
Experiência 2. DETERMINAÇÃO DO PONTO DE FUSÃO DE SUBSTÂNCIAS
Experiência 2. DETERMINAÇÃO DO PONTO DE FUSÃO DE SUBSTÂNCIAS 1. Objetivos Ao final desta atividade experimental espera-se que o aluno seja capaz de: - Identificar compostos e determinar suas purezas usando
Geometria Fractal Gráfico de Massa x Diâmetro escala linear
AULA 6 Geometria Fractal Gráfico de Massa x Diâmetro escala linear Geometria Fractal Gráfico de Massa x Diâmetro escala di-log m=kd n log(m)=log(k)+nlog(d) y=b+ax Geometria Fractal Ajuste do webroot sem
1ª Aula do cap. 19 Termologia
1ª Aula do cap. 19 Termologia T e m p e r a t u r a O valor da temperatura está associada ao nível de agitação das partículas de um corpo. A temperatura é uma medida da agitação térmica das partículas
5ª Experiência : Dilatação Térmica
5ª Experiência : Dilatação Térmica Objetivo Determinar o coeficiente de dilatação linear para três materiais: cobre, latão e alumínio. Introdução As conseqüências habituais de variações na temperatura
Cap 03: Dilatação térmica de sólidos e líquidos
Cap 03: Dilatação térmica de sólidos e líquidos A mudança nas dimensões dos corpos, quando sofrem variações de temperatura, é um fenômeno que pode ser facilmente observado em situações do cotidiano. Quando
defi departamento de física
defi departamento de física Laboratórios de Física www.defi.isep.ipp.pt Condutividade térmica de um isolante Instituto uperior de Engenharia do Porto- Departamento de Física Rua Dr. António Bernardino
Instrumentação Eletroeletrônica AULA 6. Prof. Afrânio Ornelas Ruas Vilela
Instrumentação Eletroeletrônica AULA 6 Prof. Afrânio Ornelas Ruas Vilela Medição de Temperatura Instrumentação Eletroeletrônica 2 Introdução Temperatura é sem dúvida uma das variáveis mais importante nos
Dilatação Térmica Prof. Neto
1. (Fuvest) Um termômetro especial, de líquido dentro de um recipiente de vidro, é constituído de um bulbo de 1cm 3 e um tubo com secção transversal de 1mm 2. À temperatura de 2 C, o líquido preenche completamente
Ob. As questões discursiva deve ser apresentado os cálculos.
GOIÂNIA, / _06 / 2016 PROFESSOR: Jonas Tavares DISCIPLINA: Física SÉRIE: 2ª ALUNO(a): L2 2º Bimestre No Anhanguera você é + Enem Antes de iniciar a lista de exercícios leia atentamente as seguintes orientações:
defi departamento de física
defi departamento de física aboratórios de Física www.defi.isep.ipp.pt Condutividade térmica Instituto Superior de Engenharia do Porto- Departamento de Física Rua Dr. António Bernardino de Almeida, 431
Auto-indutância de uma Bobina
defi departamento de física Laboratórios de Física www.defi.isep.ipp.pt Auto-indutância de uma Bobina Instituto Superior de Engenharia do Porto- Departamento de Física Rua Dr. António Bernardino de Almeida,
Noções Básicas de Física Arquitectura Paisagística LEI DE HOOKE (1)
LEI DE HOOKE INTRODUÇÃO A Figura 1 mostra uma mola de comprimento l 0, suspensa por uma das suas extremidades. Quando penduramos na outra extremidade da mola um corpo de massa m, a mola passa a ter um
defi departamento de física
defi departamento de física Laboratórios de Física www.defi.isep.ipp.pt Estudo de um Amperímetro Instituto Superior de Engenharia do Porto- Departamento de Física Rua Dr. António Bernardino de Almeida,
FÍSICA TÉRMICA TEMPERATURA, DILATAÇÃO TÉRMICA, CALORIMETRIA E TRANSMISSÃO DE CALOR
FÍSICA TÉRMICA TEMPERATURA, DILATAÇÃO TÉRMICA, CALORIMETRIA E TRANSMISSÃO DE CALOR TEMPERATURA Grandeza Fundamental do S.I. Medida aproximada de agitação média de moléculas Unidade Principal: (Kelvin)
GASES: DETEMINAÇÃO DA RELAÇÃO DO VOLUME COM A PRESSÃO DE UMA AMOSTRA DE AR À TEMPERATURA CONSTANTE (LEI DE BOYLE)
GASES: DETEMINAÇÃO DA RELAÇÃO DO VOLUME COM A PRESSÃO DE UMA AMOSTRA DE AR À TEMPERATURA CONSTANTE (LEI DE BOYLE) 1. Introdução 1.1) Lei de Boyle: à temperatura constante, o volume ocupado por uma determinada
Física Experimental II. Exercícios
Física Experimental II Lista de exercícios e problema preparatório para a Prova P2 Exercícios 1) Foi realizado um experimento para determinar o tipo de movimento de um corpo. Mediu-se a posição deste corpo
defi departamento de física
defi departamento de física Laboratórios de Física www.defi.isep.ipp.pt Estudo das leis da reflexão e da refracção Instituto Superior de Engenharia do Porto Departamento de Física Rua Dr. António Bernardino
1 a Lei da Termodinâmica e Expansão Térmica
1 a Lei da Termodinâmica e Expansão Térmica Anselmo E. de Oliveira Instituto de Química, UFG, 74690-900, Goiânia, GO, Brazil Resumo Essa aula prática tem como objetivo o estudo do processo termodinâmico
QUÍMICA GERAL EXPERIMENTAL 2º SEMESTRE DE 2016 EXPERIMENTO VIRTUAL DE CINÉTICA QUÍMICA
QUÍMICA GERAL EXPERIMENTAL 2º SEMESTRE DE 2016 EXPERIMENTO VIRTUAL DE CINÉTICA QUÍMICA Acesse a página da Internet http://salvadorhurtado.wikispaces.com/file/view/cinequim.swf e siga as orientações para
defi departamento de física
defi departamento de física Laboratórios de Física www.defi.isep.ipp.pt Circuito Série Paralelo Instituto Superior de Engenharia do Porto- Departamento de Física Rua Dr. António Bernardino de Almeida,
PROF.: Henrique Dantas
PROF.: Henrique Dantas DILATAÇÃO TÉRMICA: Em física, dilatação térmica é o nome que se dá a variação das dimensões de um corpo, ocasionado pela variação de sua temperatura. DILATAÇÃO TÉRMICA DOS SÓLIDOS:
Verificar as equações para a constante de mola efetiva em um sistema com molas em série e outro com molas em paralelo.
74 9.4 Experiência 4: Deformações Elásticas e Pêndulo Simples 9.4.1 Objetivos Interpretar o gráfico força x elongação; Enunciar e verificar a validade da lei de Hooke; Verificar as equações para a constante
Fís. Fís. Monitor: Arthur Vieira
Fís. Professor: Leonardo Gomes Monitor: Arthur Vieira Dilatação 23 mai RESUMO Dilatação: é a variação na dimensão de um corpo e depende do(a): 0, S 0 e V 0) θ) α, β e γ) Observações: 1) ; 2) Unidade usual
Experimento: Determinação do coeficiente de atrito
Física Mecânica Roteiros de Experiências 50 UNIMONTE, Engenharia Laboratório de Física Mecânica Experimento: Determinação do coeficiente de atrito Turma: Data: : Nota: Participantes Nome RA Introdução
Mapeamento de Campos Eléctricos
defi departamento de física Laboratórios de Física www.defi.isep.ipp.pt Mapeamento de Campos Eléctricos Instituto Superior de Engenharia do Porto- Departamento de Física Rua Dr. António Bernardino de Almeida,
Expansão Térmica de Sólidos e Líquidos. A maior parte dos sólidos e líquidos sofre uma expansão quando a sua temperatura aumenta:
23/Mar/2018 Aula 8 Expansão Térmica de Sólidos e Líquidos Coeficiente de expansão térmica Expansão Volumétrica Expansão da água Mecanismos de transferência de calor Condução; convecção; radiação 1 Expansão
Olimpíadas de Física Selecção para as provas internacionais. Prova Experimental A
Prova Experimental A Sociedade Portuguesa de Física 26/Maio/2006 Prova Experimental A Ressoador de Helmholtz Duração da prova: 2h 1 Material régua de plástico craveira balão de vidro suporte para balão
A variação de qualquer dimensão linear de um corpo com a temperatura se chama dilatação térmica.
Dilatação Térmica de Sólidos Quando a temperatura de um corpo varia, ocorrem variações de comprimento em cada uma de suas dimensões, variações estas que dependem da forma do corpo e da substância de que
LABORATÓRIO DE FÍSICA I - Curso de Engenharia Mecânica
LABORATÓRIO DE FÍSICA I - Curso de Engenharia Mecânica Experimento N 0 03: MOVIMENTO RETILINEO UNIFORME E MOVIMENTO RETILÍNEO UNIFORME VARIADO Objetivos Gerais Ao termino desta atividade o aluno deverá
Calorimetria PARTE II
Calorimetria PARTE II EQUILIBRIO TERMICO E MUDANÇAS DE ESTADO Dentro de um calorímetro são colocados corpos que trocam calor até atingirem o equilibrio; Como ao absorver calor e transmitir calor a soma
Aluno(a): nº: Professor: Fernanda TonettoSurmas Data: Turma: ORIENTAÇÕES DE ESTUDO REC 2º TRI PRIMEIRO ANO FSC II
1º EM E.M. FÍSICA Aluno(a): nº: Professor: Fernanda TonettoSurmas Data: Turma: ORIENTAÇÕES DE ESTUDO REC º TRI PRIMEIRO ANO FSC II Estudar FÍSICA II LIVRO PV = nrt Dilatação dos Sólidos e dos Líquidos
DETERMINAÇÃO DA ESPESSURA DE UM CABELO ATRAVÉS DE PADRÕES DE DIFRACÇÃO
1 Trabalho nº 6 DETERMINAÇÃO DA ESPESSURA DE UM CABELO ATRAVÉS DE PADRÕES DE DIFRACÇÃO por A. J. Silvestre 2 1 Objectivo Determinar a espessura de um cabelo através do estudo do padrão de difracção gerado
Química Geral Experimental - Aula 5
Química Geral Experimental - Aula 5 Título da Prática: Construção e calibração do densímetro. Objetivos: Construir e utilizar um densímetro de baixo custo; Determinar a densidade de líquidos puros e soluções;
Objetivo: Determinar experimentalmente a resistividade elétrica do Constantan.
Determinação da resistividade elétrica do Constantan Universidade Tecnológica Federal do Paraná - Curitiba Departamento Acadêmico de Física Física Experimental Eletricidade Prof. Ricardo Canute Kamikawachi
Universidade Tecnológica Federal do Paraná Campus Cornélio Procópio
Universidade Tecnológica Federal do Paraná Campus Cornélio Procópio Laboratório de Física 2 Prática 2 - Dilatação Térmica Linear 1. Objetivo do experimento Determinar o coeficiente de dilatação linear
Experiência VI (aula 10) Resfriamento de um líquido
Experiência VI (aula 10) Resfriamento de um líquido 1. Objetivos 2. Introdução 3. Arranjo e procedimento experimental 4. Análise de dados 5. Referências 1. Objetivos A partir de um arranjo experimental
GASES IDEAIS INTRODUÇÃO
GASES IDEAIS INTRODUÇÃO O estado de uma certa quantidade de um gás fica determinado quando se especificam sua temperatura Kelvin T, sua pressão p e seu volume V. Um gás diz-se ideal quando essas grandezas
Dilatação Térmica Aula 4 Allan Calderon
Dilatação Térmica Aula 4 Allan Calderon Transmissão de calor Def.: O calor é uma forma de energia que se propaga entre dois pontos, devido a uma diferença de temperatura entre eles. Ex.: Efeito estufa:
FÍSICA TÉRMICA. Prof. Neemias Alves de Lima Instituto de Pesquisa em Ciência dos Materiais Universidade Federal do Vale do São Francisco 1
FÍSICA TÉRMICA Prof. Neemias Alves de Lima Instituto de Pesquisa em Ciência dos Materiais Universidade Federal do Vale do São Francisco 1 Domínio da Física Térmica Como pode água aprisionada ser ejetada
Problemas de Dilatação Linear, Superficial e Volumétrica
Problemas de Dilatação Linear, Superficial e Volumétrica Fórmulas de Dilatação dos Corpos Sólidos: = (1 + α T), dilatação linear = (1 + β T), dilatação superficial = (1 + γ T), dilatação volumétrica =
Verificar que a aceleração adquirida por um corpo sob a ação de uma força constante é inversamente proporcional à massa, ou ao peso do corpo.
84 10.3 Experimento 3: Segunda Lei de Newton 10.3.1 Objetivo Verificar que a aceleração adquirida por um corpo sob a ação de uma força constante é inversamente proporcional à massa, ou ao peso do corpo.
MEDIDAS COM O INTERFERÔMETRO DE MICHELSON
DEPARTAMENTO DE FÍSICA DO ESTADO SÓLIDO - IFUFBa 005 ESTRUTURA DA MATÉRIA I (FIS101) Roteiro original elaborado por Edmar M. Nascimento MEDIDAS COM O INTERFERÔMETRO DE MICHELSON 1. Objetivo do Experimento.
Física Experimental - Termodinâmica - Conjunto para termodinâmica - EQ054
Índice Remissivo... 4 Abertura... 6 Guarantee / Garantia... 7 Certificado de Garantia Internacional... 7 As instruções identificadas no canto superior direito da página pelos números que se iniciam pelos
Atenção: Leia o texto a seguir e responda à questão 1.
PARA A VALIDADE DO QiD, AS RESPOSTAS DEVEM SER APRESENTADAS EM FOLHA PRÓPRIA, FORNECIDA PELO COLÉGIO, COM DESENVOLVIMENTO E SEMPRE A TINTA. TODAS AS QUESTÕES DE MÚLTIPLA ESCOLHA DEVEM SER JUSTIFICADAS.
L L T. Expansão (dilatação) térmica linear. No SI: [ L] =m; [L 0 ] = m; [ T]= 0 C; [ ]= 0 C -1
Expansão (dilatação) térmica linear L L T OBS: Validade: L
Física Geral e Experimental III. Dilatação
Física Geral e Experimental III Dilatação 6. Em um dia quente em Las Vegas um caminhão-tanque foi carregado com 37.000 L de óleo diesel. Ele encontrou tempo frio ao chegar a Payson, Utha, onde a temperatura
1. Um feixe permamente de partículas alfa (q = +2e) deslocando-se com energia cinética constante de 20MeV transporta uma corrente de 0, 25µA.
1. Um feixe permamente de partículas alfa (q = +2e) deslocando-se com energia cinética constante de 20MeV transporta uma corrente de 0, 25µA. (a) Se o feixe estiver dirigido perpendicularmente a uma superfície
2. (Fatec 2003) O gráfico a seguir relaciona as escalas termométricas Celsius e Fahrenheit.
1. (Ufpe 2006) O gráfico a seguir apresenta a relação entre a temperatura na escala Celsius e a temperatura numa escala termométrica arbitrária X. Calcule a temperatura de fusão do gelo na escala X. Considere
O QUE É TERMOMETRIA E TEMPERATURA??
TERMOMETRIA O QUE É TERMOMETRIA E TEMPERATURA?? Termometria: Área específica da Termodinâmica que estuda a temperatura e suas diferentes escalas usadas pelo mundo Temperatura: Parâmetro termométrico que
UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO. Física Experimental. Prof o José Wilson Vieira
UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO ESCOLA POLITÉCNICA DE PERNAMBUCO Física Experimental Prof o José Wilson Vieira [email protected] AULA 03: EXPERIÊNCIAS DA 1ª UNIDADE Recife, setembro de 2015 ATIVIDADES NESTA
Experiência VI (aula 10) Resfriamento de um líquido
Experiência VI (aula 10) Resfriamento de um líquido 1. Objetivos 2. Introdução 3. Arranjo e procedimento experimental 4. Análise de dados 5. Referências 1. Objetivos A partir de um arranjo experimental
Turma: 2101 Turno: Manhã Professor: Douglas Baroni
Colégio Zaccaria TELEFAX: (0 XX 21) 3235-9400 www.zaccaria.g12.br Lista de exercícios Física II (Recuperação) 2º Período 2014 Aluno(a): N.º Turma: 2101 Turno: Manhã Professor: Douglas Baroni QUESTÃO 1
Diretoria de Ciências Exatas. Laboratório de Física. Roteiro 02. Física Geral e Experimental III 2014/1
Diretoria de Ciências Exatas Laboratório de Física Roteiro 02 Física Geral e Experimental III 2014/1 Dilatação Térmica Volumétrica de um Líquido 1. Dilatação Térmica de um Líquido Nesta tarefa será abordado
instalação para que, no dia mais quente do verão, a separação entre eles seja de 1 cm? a) 1,01 b) 1,10 c) 1,20 d) 2,00 e) 2,02
1. (Ufg) Uma longa ponte foi construída e instalada com blocos de concreto de 5 m de comprimento a uma temperatura de 20 C em uma região na qual a temperatura varia ao longo do ano entre 10 C e 40 C. O
INDUÇÃO MAGNÉTICA (2)
INDUÇÃO MAGNÉTICA Material Utilizado: - uma bobina de campo (l = 750 mm, n = 485 espiras / mm) (PHYWE 11006.00) - um conjunto de bobinas de indução com número de espiras N e diâmetro D diversos (N = 300
Propriedades Físicas da Matéria
Propriedades Físicas da Matéria Condutividade Térmica k Massa Específica ρ Calor Específico a Pressão Constante cp Difusividade Térmica α Viscosidade Cinemática (ν) ou Dinâmica (μ) Coeficiente de Expansão
Termodinâmica 7. Alexandre Diehl. Departamento de Física - UFPel
Termodinâmica 7 Alexandre Diehl Departamento de Física - UFPel Robert Boyle (1627-1691) Experimentos com tubo manométrico mercúrio 2 Robert Boyle (1627-1691) Experimentos com tubo manométrico 3 Robert
Faculdade de Tecnologia de Mogi Mirim Arthur de Azevedo EXPERIMENTO 7
Faculdade de Tecnologia de Mogi Mirim Arthur de Azevedo Roteiro para prática experimental EXPERIMENTO 7 Determinação da constante elástica de uma mola utilizando o plano inclinado por fuso Disciplina:
Laboratório de Física I. Experiência 5 Calorimetria, ajuste da reta e propagação de erros. 11 de dezembro de 2015
4310256 Laboratório de Física I Experiência 5 Calorimetria, ajuste da reta e propagação de erros 1 o semestre de 2016 11 de dezembro de 2015 5. Calorimetria, ajuste da reta e propagação de erros Introdução
Unidade 2 Dilatação Térmica. Comportamento dos sólidos Dilatação Linear Dilatação Superficial Dilatação Volumétrica
Unidade 2 Dilatação Térmica Comportamento dos sólidos Dilatação Linear Dilatação Superficial Dilatação Volumétrica Comportamento dos sólidos De um modo geral, quando aumentamos a temperatura de um corpo
ROTEIRO DA PRÁTICA I Resistência e Lei de Ohm
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO INSTITUTO DE QUÍMICA LABORATÓRIO DE FÍSICA III CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA Prof. Paulo Vitor de Morais ROTEIRO DA PRÁTICA I Resistência e Lei de Ohm
Ensino Médio Unid. São Judas Tadeu Professor (a): Leandro Aluno (a): Série: 2ª Data: / / LISTA DE FÍSICA II
Ensino Médio Unid. São Judas Tadeu Professor (a): Leandro Aluno (a): Série: 2ª Data: / / 2016. LISTA DE FÍSICA II Orientações: - A lista deverá ser respondida na própria folha impressa ou em folha de papel
Departamento de Física e Química Laboratório de Física Experimental ll Velocidade do Som em Metais
Departamento de Física e Química Laboratório de Física Experimental ll Velocidade do Som em Metais 1. Introdução A propagação das ondas mecânicas através de um meio material se dá pela transmissão das
Bacharelado em Engenharia Civil. Disciplina: Física Geral e Experimental II 2º período Prof.a: Erica Muniz
Bacharelado em Engenharia Civil Disciplina: Física Geral e Experimental II 2º período Prof.a: Erica Muniz Orientações Pontualidade; Diário de Classe (Frequência): Para aprovação na disciplina é obrigatória
Objetivo: Determinar a eficiência de um transformador didático. 1. Procedimento Experimental e Materiais Utilizados
Eficiência de Transformadores Universidade Tecnológica Federal do Paraná - Curitiba Departamento Acadêmico de Física Física Experimental Eletricidade Prof. Ricardo Canute Kamikawachi Objetivo: Determinar
Departamento de Física da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa T2 FÍSICA EXPERIMENTAL I /08 FORÇA GRAVÍTICA
Departamento de Física da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa T2 FÍSICA EXPERIMENTAL I - 2007/08 1. Objectivo FORÇA GRAVÍTICA Comparar a precisão de diferentes processos de medida; Linearizar
BC0205. Fenômenos Térmicos Gustavo M. Dalpian Terceiro Trimestre/2009. Aula 2 Dalpian
BC0205 Fenômenos Térmicos Gustavo M. Dalpian Terceiro Trimestre/2009 Fenômenos Térmicos? Ementa: Temperatura e calor. Sistemas termodinâmicos. Variáveis termodinâmicas e sua natureza macroscópica. Teoria
PROF.: Henrique Dantas
PROF.: Henrique Dantas DILATAÇÃO TÉRMICA: Em física, dilatação térmica é o nome que se dá a variação das dimensões de um corpo, ocasionado pela variação de sua temperatura. DILATAÇÃO TÉRMICA DOS SÓLIDOS:
ESCALAS TERMOMÉTRICAS E DILATAÇÃO
REVISÃO ENEM ESCALAS TERMOMÉTRICAS E DILATAÇÃO Temperatura é a grandeza física escalar que nos permite avaliar o grau de agitação das moléculas de um corpo. Quanto maior for o grau de agitação molecular,
Dilatação dos sólidos e dos líquidos
Dilatação dos sólidos e dos líquidos Dilatação dos sólidos e dos líquidos Dilatação dos sólidos e dos líquidos Dilatação dos sólidos e dos líquidos Dilatação dos sólidos e dos líquidos Dilatação dos sólidos
