LESÕES MAIS COMUNS NO HANDEBOL
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- Tânia Beretta Tomé
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1 Anuário da Produção Acadêmica Docente Vol. II, Nº. 3, Ano 2008 LESÕES MAIS COMUNS NO HANDEBOL Felipe Garcia Sanches Faculdade Anhanguera de Indaiatuba Sérgio Henrique Borin Universidade Metodista de Piracicaba RESUMO O handebol é um esporte que mistura velocidade, potência e resistência, a- lém de apresentar o contato direto entre os jogadores. Isso predispõe o atleta a lesões em todo o corpo, sejam elas por trauma ou lesões por esforço repetitivo (overtraning). O objetivo do presente estudo foi identificar as lesões no handebol, de 2 equipes masculinas em competições e treinos no ano de Dos 35 atletas avaliados, 19 apresentaram lesões, sendo 47,36% destas durante os jogos, e 52,63% durante os treinos. Quanto aos locais mais acometidos, encontramos joelho (26%), dedos MMSS (21%), tornozelo (16%), ombro (), região lombar (5%), punho (5%), quadril (5%) e perna (); 50% das lesões ocorreram na extremidade inferior e 50% na extremidade superior. Palavras-Chave: Handebol; lesões; competição. ABSTRACT Handball is a sport that mixes speed, power and resistance, besides presenting the direct contact between players. This premakes use the athlete to injuries over the body, as for trauma or injuries for repetitive effort (overtraning). The objective of the present study was to identify the injuries in handball, of 2 male teams in competitions and training in the year of Of the 35 evaluated athletes, 19 had presented injuries, being 47,36% of these during the games, and 52,63% during the training. Injured region that we d found were: knee (26%), fingers (upper extremity) (21%), ankle (16%), shoulder (), lumbar region (5%), fist (5%), hip (5%) and leg (); 50% of the injuries had occurred in lower extremity and 50% in the upper extremity. Keywords: Handball; injuries; competition. Anhanguera Educacional S.A. Correspondência/Contato Alameda Maria Tereza, 2000 Valinhos, São Paulo CEP [email protected] Coordenação Instituto de Pesquisas Aplicadas e Desenvolvimento Educacional - IPADE Artigo Original Recebido em: 13/10/2008 Avaliado em: 13/2/2009 Publicação: 13 de março de
2 234 Lesões mais comuns no handebol 1. INTRODUÇÃO A origem do handebol não tem uma origem precisamente definida, porém muitos estudiosos dizem que os alemães foram os responsáveis pela difusão do esporte. Antes de ser jogado em quadras, o handebol deu seus primeiros passos no campo, em meados de 1917 durante o período da Primeira Guerra Mundial. Com o passar dos anos o esporte foi ganhando mais popularidade na Europa, sendo que por volta de 1919 era jogado com 11 integrantes em cada equipe, em campo de 80 X 40 metros e mais tarde com dimensões próximas à do futebol de campo. O handebol de quadra surgiu em 1924, na Suécia, devido aos rigorosos invernos, onde não era possível jogar em campos abertos. Já no Brasil, o handebol foi introduzido por colônias européias, principalmente alemãs, por volta de 1930, quando ainda era jogado em campo; e, a partir de 1999, passou a ganhar maior destaque devido às medalhas conquistadas nos Jogos Pan- Americanos de Winnipeg; ouro no feminino e prata no masculino. (FEDERAÇÃO PAULISTA DE HANDEBOL, 2006). Para Vlak e Pivalica (2004): Handebol é um jogo de contato entre times em que os jogadores driblam, passam e arremessam a bola com suas mãos, tentando fazêlo quantas vezes possíveis contra o gol adversário. Os autores afirmam também que a velocidade, força e peso dos atletas de handebol aumentaram nos últimos anos. O tempo de jogo ficou mais intenso, e tem-se dado mais atenção para a intensificação da força do arremesso. O atleta também deve apresentar resistência e potência muscular para as diferentes condições do jogo, como a grande quantidade de arremessos, contra-ataques, mudanças bruscas de direção e fintas. Outra característica importante, é que este desporto também apresenta o contato direto entre os jogadores, sendo que o atleta está suscetível tanto aos traumas diretos (entre jogadores da mesma equipe ou adversários) como os indiretos (em decorrência do desequilíbrio pelo oponente, quedas, etc.) em todas as partes do corpo. Segundo Cohen e Abdalla (2003), existem 3 fatores causadores de lesão no handebol: fatores pessoais, que incluem idade, sexo, agilidade, coordenação; fatores da modalidade, como contato com os oponentes e colegas, gesto esportivo, equipamentos; e os fatores ambientais, neste caso, a temperatura e o piso. Quanto ao local da lesão, segundo os mesmos autores, as partes mais acometidas foram o joelho (35,9%), tornozelo (14,8%), ombro (12%) e região lombar (7,65%),
3 Felipe Garcia Sanches, Sérgio Henrique Borin 235 sendo que 31,6% dos atletas apresentaram lesão crônica e a principal causa foi a tendinite. Em seu estudo, Popovic et al. (2000), analisou os braços dominantes e nãodominantes 40 jogadores de elite do handebol, sem lesão, comparando-os sob stress em valgo, sendo que, dos 40 atletas, 19 apresentaram dor crônica no cotovelo dominante, e aos exames clínicos, todos apresentaram teste positivo para epicondilite medial do cotovelo. Olsen et al. (2003), comparou durante 7 temporadas, as lesões do L.C.A. (ligamento cruzado anterior) em piso de madeira e piso artificial, sendo reveladas 53 lesões em partidas oficiais. Destas lesões, para os homens ocorreram 9, sendo que 4 foram em piso de madeira e 5 em piso artificial; já para as mulheres, foram catalogadas 44 lesões, sendo 8 lesões em piso de madeira, contra 36 em pisos artificiais, confirmando os relatos de Cohen e Abdalla (2003) quanto aos fatores que predispõem as lesões no handebol. 2. MATERIAL E MÉTODOS O artigo foi baseado na coleta das lesões em 35 atletas do sexo masculino de dois times de handebol na categoria adulto masculino, durante treinos e competições. A idade dos atletas variou entre 19 e 36 anos (± 22,02 anos). Entre os times, um deles participou da Liga Regional de Handebol de Indaiatuba, realizada no período de 21/03/2004 a 10/10/2004 e o outro participou da FUPE (Federação Universitária Paulista de Esportes), realizado no período de 12/09/2004 a 05/12/2004. Para avaliação foi utilizada uma ficha que constava de dados pessoais (nome, altura, idade e peso), dados técnicos (categoria, posição lado destreza, tempo de treino, horas treino/dia, freqüência por semana), dados específicos sobre a lesão (local, tipo, trauma ou overtraining e tempo de afastamento), momento em que aconteceu a lesão no jogo (1º ou 2º tempo) ou treino (tático ou físico), tipo de tratamento (cirúrgico ou fisioterápico) e tempo total de afastamento.
4 236 Lesões mais comuns no handebol 3. RESULTADOS Foram analisadas as lesões quanto a seu momento, durante jogo ou treino, o tipo da lesão, por trauma ou overtraining, o tempo médio de afastamento do atleta devido à lesão, e o tipo de tratamento realizado, se conservador ou cirúrgico. Dos 35 atletas analisados, 40% sofreram algum tipo de lesão e 60% não, sendo que 47,36% lesões foram ocasionadas durantes os jogos e 52,63% nos treinos (Gráfico 1). Treino 53% Jogo 47% Jogo Treino Gráfico 1. Representa as lesões dos atletas de handebol masculino quanto a seu momento: Treino 53%, jogo 47%. Quanto o tipo de lesão, nossos atletas apresentaram 26,31% para as lesões traumáticas, e 73,68% para o overtraining. Para a visualização do tempo médio de afastamento tem-se o Gráfico 2 onde as 2 lesões de L.C.A não puderam ser levadas em conta, pois os atletas não retornaram aos campeonatos devido ao tratamento cirúrgico. Sendo assim, o número de lesões para este quesito foi de 17 e o tempo médio de afastamento foi de 8,42 dias. Tempo médio de afastamento dias dias 16% 6-10 dias 21% 1-5 dias 52% 1-5 dias 6-10 dias dias dias Gráfico 2. Representa o tempo médio de afastamento dos atletas de handebol masculino em decorrência das lesões; 1-5 dias 52%, 6-10 dias 21%, dias 16%, dias.
5 Felipe Garcia Sanches, Sérgio Henrique Borin 237 Das lesões ocorridas têm-se: ombro (2), sendo 2 tendinites; 1 entorse de punho; 3 contusões no polegar e 1 luxação da falange média do 5º dedo; 1 contusão no quadril; joelho (5), sendo 2 entorses, 2 rupturas de L.C.A e 1 contusão; 3 entorses de tornozelo; lombar(1), 1 lombalgia e; perna (2) periostite; 1 estiramento de coxa. Ainda pudemos avaliar a porcentagem de lesões quanto à localidade do corpo (Gráfico 3). 16% 26% 5% 5% 5% 21% Ombro Punho Dedos (MS) Lombar Quadril Joelho Perna Tornozelo Gráfico 3. Localidade das lesões em porcentagem (%) ao longo do corpo: Ombro, punho 5%, dedos (MS Membro superior) 21%, lombar 5%, quadril 5%, joelho 26%, perna e tornozelo16%; nas e- quipes de handebol masculino. Para demonstração do tipo de tratamento, tem-se o gráfico 4, onde se observa que 89% dos tratamentos foram conservadores, enquanto foram cirúrgicos. Conservador Cirúrgico 89% Gráfico 4. Valores dos tratamentos conservador 89% e cirúrgico, nas equipes de handebol masculino. 4. DISCUSSÃO Encontramos um alto índice de lesões, onde 40% (14 atletas) apresentaram lesões durante a temporada, sendo que 52,63% durante os treinos, e destas lesões 100% foram por overtraining. Este valor reflete a falta de estrutura das equipes, quanto ao apoio tanto financeiro e de equipe multidisciplinar adequado, para prevenção e tratamento das
6 238 Lesões mais comuns no handebol lesões. Outro fator que influencia neste dado, é que as equipes são amadoras, sendo que todos os atletas exercem outras funções, praticando o handebol nas horas de lazer. Quanto aos locais mais acometidos, encontramos joelho (26%), dedos MMSS (21%), tornozelo (16%), ombro (), região lombar (5%), punho (5%), quadril (5%) e perna (), que corroboram com os dados de Cohen e Abdalla (2003): joelho (35,9%), tornozelo (14,8%), ombro (12%) e região lombar (7,65%). Foi observado que 50% das lesões ocorreram na extremidade inferior e 50% na extremidade superior, diferente do que foi visto por Seil et al. (1998), que em seu estudo encontrou um envolvimento em 37% dos casos da extremidade superior e 54% da extremidade inferior. Em outro estudo de Olsen et al. (2004), onde estudava o mecanismo de lesão do L.C.A., constatou que das 20 lesões encontradas, 10 jogadores lesionaram o joelho direito e outros 10 o esquerdo. Quinze das lesões ocorreram em pisos artificiais (piso com cobertura sintética) e 5 em pisos de madeira. Todas as lesões ocorreram durante competições, sendo 19 no ataque e 1 na defesa. Neste quesito, podemos confirmar que as lesões de L.C.A. que acometeram nossos atletas, também ocorreram em pisos artificiais, porém durante os treinos. Myklebust et al. (1997) encontrou em seu estudo que a cada 100 horas jogadas ocorria 0,97 lesões de L.C.A. e 75% das lesões ocorriam durante as partidas, sendo que 95% foram sem contato entre os jogadores. Observou também que em 55% das lesões, a fricção entre o piso e o calçado era significante. Outro dado que encontramos em nosso estudo foi contra o achado deste autor, pois as duas lesões de L.C.A. ocorridas com nossos atletas, aconteceram durante os treinos. 5. CONCLUSÃO Concluiu-se que de todas as lesões que o atleta de handebol está predisposto, a principal é a de joelho, seguida das lesões de dedos, tornozelo e ombro. Não pudemos constatar que os membros inferiores são mais acometidos que os membros superiores. Constatamos também, que as lesões traumáticas foram inferiores as de overtraining, sendo necessários mais estudos para que esses dados sejam comparados com outros estudos.
7 Felipe Garcia Sanches, Sérgio Henrique Borin 239 REFERÊNCIAS COHEN, M; ABDALLA, R. J. Lesões nos esportes: diagnóstico, prevenção, tratamento. Rio de Janeiro: Revinter p FEDERAÇÃO PAULISTA DE HANDEBOL. Disponível em: < Acesso em: 03 jan KELLY, L.; TERRY G. C. Team handball: shoulder injuries, rehabilitation and training. Sports Medicine and Arthroscopy Review, n.9, 2001, p MYKLEBUST, G.; MAEHLUM, S.; ENGEBRETSEN, L.; STRAND, T.; SOLHEIN, E. Registration of cruciate ligament injuries in Norwegian top level team handball. A prospective study covering two seasons. Scan J Med Sci Sports, v.7, n.5, 1997, p OLSEN, O.E.; MYKLEBUST, G.; ENGEBRETSEN, L.; HOLME, I.; BAHR, R. Relationship between floor type and risk of ACL injury in team handball. Scand J Med Sci Sports, n. 13, 2003, p OLSEN, O. E.; MYKLEBUST, G.; ENGEBRETSEN, L.; BAHR, R. Injury mechanisms for anterior cruciate ligament injuries in team handball: a systematic video analysis. Am J Sports Med, v.32, n.4, 2004, p POPOVIC, N.; FERRARA, M.A.; DAENEN, B.; GEORIS, P.; LELAIRE, R. Imaging overuse injury of the elbow in professional team handball players: a bilateral comparison using plain films, stress radiography, ultrasound and magnetic resonance imaging. Int J Sports Med, n.22, 2001, p POPOVIC, N.; LEMAIRE, R. Hyperextension trauma to the elbow: radiological and ultrasonographic evaluation in handball goalkeepers. Br J Sports Med, n.36, 2002, p SEAIL, R.; RUPP, S.; TEMPELHOLF, S.; KOHN, D. Sports injuries in team handball. A one-year prospective study of sixteen men s senior teams of a superior nonprofessional level. Am J Sports Med, v.26, n.5, 1998, p VLAK, Tonko; PIVALICA, Dinko. Handball: The Beauty or the Beast. Craotian Medical Journal, v.45, n.5, 2004, p
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